09/01/10

DUVIDAS SOBRE FOTOGRAFIA DIGITAL

escola focus enio leite focusfoto blogs cursos de fotografia sao paulo curso photoshop

Com o advento da fotografia digital o volume de dúvidas de nossos alunos aumentaram. A medida em que a nov tecnologia torna-se mais atraente para a classe media brasileira, o numero de interessados em aprender fotografia aumenta e aumenta também novos conceitos tecnicos, nunca ouvido antes por eles. O objetivo deste artigo é de ajudar a todos. Caso você também tenha suas duvidas, não deixe de posta-las. Grato! Enio Leite

O que é uma fotografia digital? Uma fotografia digital é como um minúsculo mosaico, formado por minúsculos quadradinhos coloridos, denominado pixels, abreviação de picture elements, em inglês. .Cada imagem digital é formada por grande número de pixels, sendo que cada um deles tem uma única cor e uma única posição na imagem.

 O que é pixel? Pixel= picture element é o formador da imagem digital. Um pixel é o menor ponto que forma uma imagem digital, sendo que a partir do conjunto de milhares de pixels começa a surgir a imagem visível. São aqueles quadradinhos quando se amplia a imagem no visualizador do Windows ou de programas de edição de imagens, com o photoshop.

 O que é megapixel? Megapixel na verdade é apenas um número ligado a qualidade da imagem digital, um CCD com 3 megapixel é um CCD onde o produto de seus pixels na horizontal pelos pixels na vertical é da ordem de 3 milhões de pixels. Uma câmera digital que tem 3000 pixels na horizontal e 2000 pixels na vertical tem 6 000 000 pixels, ou seja, 6 megapixel (prefixo mega é igual a milhão). Em termos práticos, uma imagem de 3 megapixels gera uma impressão em papel fotográfico, no tamanho 10 x 15 cm. Qual é a relação entre a qualidade da imagem e o número de pixels? A qualidade da imagem é diretamente proporcional ao número de pixels que forma a imagem. Maiores CCDs, produzem maior número de pixels que por sua vez irá gerar imagens digitais de melhor qualidade.

O que é um CCD? CCD significa charge-coupled device, ou seja, dispositivo de carga acoplada. É um sistema eletrônico formado por fotodiodos onde a luz incidente produz diferenças de potencial que são proporcionais a quantidade de luz incidente. Assim, quanto mais luz atingirem os fotodiodos que formam o CCD maior é a voltagem: esta é interpretada pelo sistema eletrônico da câmera e associa esses valores aos tons presentes na cena fotografada.

O que é um CMOS? CMOS significa Complementary metal-oxide semicondutor, é produzido com tecnologia mais simples que os CCD e, portanto mais econômicos. Atualmente a qualidade dos detectores CCD são superiores aos CMOS. Há diversos tamanhos de sensor e o formato padrão é baseado no filme 35mm cuja área é 36×24mm. Câmeras com sensor desse tamanho são conhecidas como “Full Frame” (quadro inteiro). Além dos sensores Full Frame temos os sensores menores, chamados de APSC que possui cerca de 50% da área de um sensor full frame (crop factor ou fator corte) que correspondem ao sensor imagens de tamanho 18x24mm.

 O que é resolução de uma câmera digital? A resolução de uma câmera digital é basicamente o produto do número de pixels na horizontal pelo número de pixels na vertical, quanto maior esse número, melhor é a qualidade da imagem. Agora cuidado, pois os valores em megapixel podem ser reais ou interpolados. A regra é 72 dpis, resolução de imagem para mídia eletrônica, como e-mail, publicação de imagens na internet e 300 dpi para impressão em gráfica ou laboratório footgráfico.

O que é formato de arquivo: TIFF, JPEG e RAW? Os arquivos produzidos pelas câmeras podem ser formatados de diversos modos. Os tipos mais importantes e populares para a gravação dos arquivos são os formatos TIFF e JPEG. Os arquivos JPEG são mais compactos, comprimidos, isto é, economizam espaços de memória e são suficientes para a maior parte dos usos de imagens digitais. Os arquivos TIFF são arquivos maiores, que consomem maior quantidade de memória e devem ser usados em situações onde a qualidade deve ser preservada. Os arquivos RAW são os arquivos nativos do CCD ou CMOS que ainda não foram processados, permitindo maiores possibilidades de correção em editores específicos de imagens, como Lightroom e Câmera Raw, Os arquivos RAW são importantes, pois são econômicos em termos de memória e servem como negativos digitais, para manipulação e finalização posterior.

O que é DPI? DPI significa dots per inch, isto é, pontos por polegada. É uma expressão importada das artes gráficas, na fotografia digital é mais conveniente o uso da expressão ppi, ou seja, pixels per inch ou pixel por polegada. Embora alguns programas de edição de imagem utilize também a expressão pixels por centimentro, o mercado adota dpi ou ppi. Câmeras digitais e câmeras convencionais: conceitos e limitações. As câmeras digitais obedecem basicamente os mesmos modelos das câmeras convencionais, isto é, podem ser compactas, compactas com zoom, câmeras reflex profissionais, câmeras de médio formato e câmeras de grande formato, estes últimos, para fotografia editorial, moda e publicidade.

Quais as principais vantagens da câmera digital em comparação com a câmera convencional? As principais vantagens das câmeras digitais são a velocidade na obtenção da imagem, no seu tratamento e envio por meio da internet e custos de operação reduzidos.

 Como ajustar a câmera digital antes de usá-la? De forma geral, não são grandes as dificuldades na operação das câmeras digitais - na maioria das vezes leitura no manual do fabricante sem conhecimento prévio dos termos técnicos utilizados não são suficientes. A instalação das baterias e colocação de cartão, já formatado pela câmera, para a gravação das imagens são passos essenciais. As providencias posteriores serão abordadas mais para frente. Fique tranqüilo.

Quais programas a serem utilizados no computador? De forma geral, os programas que devem ser instalados no computador, são programas que acompanham o manual de instruções de sua câmera, também conhecidos, por “programas proprietarios”, e mais para frente, programas para a manipulação de imagens como o Adobe Photoshop e Lightroom. Para quem está iniciando e quer efetuar manipulação básica em suas imagens, com pequenas correções, experimente PICASA, é gratuito, Basta procurá-lo no Google.

Cuidados com uma câmera digital Os cuidados que se deve ter com uma câmera digital são os mesmos que devemos ter com uma câmera convencional, ou seja, mantê-las em locais secos e ventilados (estojos de plástico ou couro devem ser evitados), e não devemos guardá-las por muito tempo com suas baterias. É claro que esses instrumentos são delicados e devem ser manuseados com cuidado e atenção. Em locais perto de praia, os cuidados devem ser redobrados devido à maresia. Altas e baixas temperaturas também danificam seu equipamento. Recomendamos que providencie caixa de isopor com tampa, na medida de sua câmera e lente. Coloque a caixa tampada, com tudo dentro, sobre uma prateleira aberta, em local fresco e seco. Não deixe a câmera parada por muito tempo. Ligue-a e use-a com freqüência e mantenha a bateria sempre com carga, como no seu celular. Com o avanço da micro eletrônica, os produtos saem da fabrica com tempo de vida pré-determinado, se submetidos ao uso regular. Caso esteja fora de uso por muito tempo, sua durabilidade será abreviada. Esta história de “vou guardar para não gastar” não funciona mais...

O que é interpolação? Algumas câmeras aumentam o tamanho dos arquivos utilizando uma técnica denominada interpolação. Na imagem interpolada, pixels extras são inseridos entre os pixels capturados. A estes pixels extras são atribuídos valores de cor que estão entre aqueles que o rodeiam. Assim se consegue que a imagem fique maior sem aparente perda de qualidade. Ruído na imagem Entende-se por ruído na imagem digital, milhares de minúsculos pontos multicoloridos que aparecem na imagem e que não fazem parte daquilo que foi fotografado. Como se fosse imagem desenhada na areia úmida da praia, por exemplo. O ruído é criado por sinais elétricos não desejados gerados por instabilidades do sensor de captura de imagem. Estes ruídos acabam por confundir o sensor e aparecem como centenas de pequenos pontos coloridos dando impressão de “granulação” ou pouca definição. Isso acontece quando aumentamos muito o ISO na câmera. Quando aumentamos o ISO amplificamos também a potência do sinal gerado pelo pixel e o ruído, antes desprezível, acaba aparecendo junto. Para ISO baixo, entre 100 e 400 o ruído é desprezível e não precisamos ter receio. Para ISO acima deste o ruído pode ser mais perceptível O CCD, sensor que captura a luz e a transforma em informação digital, é muito sujeito a atrair grãos de poeira. Isto acontece porque durante a foto ele fica exposto e carregado de grande quantidade de energia elétrica, o que o torna um "imã" de poeira. Nota-se que o CCD está sujo quando aparecem pequenos pontos nas fotos digitais que estão sempre no mesmo lugar. Uma boa forma de localizar estes pontos é fotografar uma parede ou cartão branco. os pontos escuros que aparecem são sujeira no CCD. Estes pontos não causam prejuízo ao funcionamento da câmera, mas devem ser removidos para que as fotos não fiquem com pontos indesejáveis. Algumas pessoas ERRONIAMENTE colocam a câmera em bulb e disparam a foto, enquanto o espelho está levantado e a cortina aberta eles procedem a limpeza do CCD. Não se deve fazer isto. O CCD está alimentado de energia e isto pode causar dano à câmera. Alguns modelos possuem nos menus um modo de limpeza do CCD. Quando acionado este modo o espelho se levanta, a cortina abre e o CCD fica exposto sem estar energizado.

Tamanho do cartão Com a chegada de cartões de memória cada vez maiores, ficamos tentados a adquirir cartões superiores a um giga, que podem facilmente carregar 400 imagens. O risco de descarregar muitas imagens num cartão apenas pode levar à perda de todas as fotos de uma viagem. A forma mais comum de perder as imagens de um cartão é tentar retira-los enquanto a câmera está acessando as imagens (o que é mais comum) ou então por defeito de fabricação (mais raro) ou mesmo perda ou roubo. Normalmente achamos mais seguro ter uma série de cartões entre 4 a 8 GB, ao invés de utilizar cartões mais pesados.

Qualidade do arquivo jpg Quando usamos arquivos JPG, podemos selecionar sua qualidade e tamanho. Os arquivos JPG são arquivos compactados, ou seja, usando artifícios de programação os arquivos guardados ficam menores do que os arquivos abertos no computador. As compactações podem acarretar perda de qualidade ou não. Compactações sem perda de qualidade normalmente são pouco eficientes, já aquelas com perda de qualidade conseguem taxas de compactação maiores. A compactação do JPG acarreta perda de qualidade. Quanto maior o fator de compactação utilizado maior a perda de informação e a degradação da imagem. Só devemos utilizar nossas câmeras digitais em baixa qualidade se a imagem que estamos gerando realmente não tem compromisso. A qualidade intermediária das câmeras, entretanto, permite uma qualidade um pouco maior, suficiente para uma boa impressão.

Arquivo RAW é útil? Os arquivos RAW são cópias das informações gravadas pela luz no CCD. Eles não sofrem tratamento posterior dentro da câmera e, portanto podem ser processados a posteriormente. Como não recebem nenhum tipo de tratamento, nem compactação, normalmente ocupam grande espaço, podendo facilmente chegar a 40 megabites. Toda câmera digital que produz arquivos RAW, traz junto um CD com programas para processamento destas imagens e conversão para formatos de arquivos mais populares. Caso queira saber mais sobre raw ew formato de arquivos acesse: http://www.adobe.com.br A vantagem deste tipo de arquivo é que toda decisão de tratamento como aplicação de filtro como nitidez, cor ou contraste pode ser feitas depois sem que haja perigo de erro por pressa ou desconhecimento do fotógrafo. Fabricantes e puristas afirmam que um arquivo gerado primeiramente em RAW e depois tratado nos editores de imagem, tem mais qualidade que um arquivo feito em JPG. A realidade é que a maciça maioria dos fotógrafos não usa RAW, porque o ganho de qualidade se não é imperceptível, pelo menos é bem próximo disto.

Estabilizador de Imagem Os primeiros estabilizadores de imagem apareceram no princípio dos anos 60. Estes sistemas eram capazes de compensar ligeiramente a vibração da câmara fotográfica e os movimentos involuntários. Estavam baseados em mecanismos controlados mediante giroscópios, com os que se podia cancelar os movimentos não desejados mudando os elementos da lentes em direção oposta. Hoje em dia, o uso de estabilizadores de imagem se aplica em câmaras, videocâmaras, telescópios, binóculos e também em óculos, os mais comuns são os seguintes.

Estabilizador de Imagem Óptico Normalmente é um sistema mecânico aparte da câmara que incorpora duas superfícies ópticas flutuantes paralelas ao interior da lente que atuam como um tipo de prisma flexível. Quando a câmara se move, o movimento é eletronicamente detectado e se gera uma voltagem que faz mover as lentes. Isto altera o ângulo da luz que atravessa o prisma e envia a imagem ao sensor na direção oposta ao movimento que realiza a câmara. Por tanto, estabiliza a imagem antes de ser processada. Já que a imagem completa do sensor é usada com a estabilização de imagem óptica, não se obtém perda de qualidade da mesma. Sistemas comerciais famosos de estabilização óptica são Canon IS, Nikon VR e Panasonic Lumix (e Leica) Mega OIS O estabilizador óptico de imagens é um dos melhores recursos no combate a fotos tremidas causadas pelo eventual movimento da câmera durante o disparo, problema que tanto aflige os usuários das compactas. Os fabricantes adotam diferentes tecnologias, mas no geral este sistema detecta a vibração do sensor e, por meio de processo mecânico, faz a compensação de seu movimento.

Estabilizador Mecanico para descolamento do CCD ou CMOS Comparável ao método anterior mas em vez de mover a lente move-se o sensor de imagem. Utilizado em várias câmaras fotográficas digitais, incluindo Sony Alpha (herdado de Konica Minolta), Fuji, Olympus, Ricoh Caplio e Casio Exilim. E

Estabilizador de Imagem Digital É um sistema eletrónico que atua diretamente sobre a imagem obtida no sensor da câmara. Neste tipo de sistema, a superfície da imagem útil é ligeiramente menor que a superfície da imagem. Quando a câmara se move, o enquadramento menor se desloca entre a área maior do sensor CCD tratando de compensar o movimento. A maioria das câmeras da Sony, utilizam estabilizador óptico. O recurso, chamado Steady Shot, permite o movimento do sensor CCD, na horizontal ou na vertical. No caso das câmeras da Nikon e da Canon, o sistema estabilizador costuma estar localizado nas lentes. Estabilizadores ópticos eficientes minimizam, de fato, os efeitos do tremor da câmera e possibilitam fotografar com a máquina na mão sob condições de luz um pouco mais precárias do se conseguiria sem ele. Porém, não se iluda: movimentos bruscos com a câmera dificilmente serão compensados. E conforme a luz ambiente reduz e obriga a aplicação de longas exposições, o bom e velho tripé continua indispensável para preservar a nitidez das imagens. O prazer de fotografar com a câmera na mão recebe forte apoio dos estabilizadores, mas é preciso lembrar que eles não fazem milagres. Na maioria das vezes o tremor da imagem é substituído por um leve desfoque. Ainda que os dispositivos de estabilização são de grande ajuda para reduzir ou eliminar movimentos de câmara não desejados, há de ter em conta algumas considerações na hora de realizar tomadas em movimento. Assim, devido aos estabilizadores de imagem, quando a câmara se desloca intencionadamente de um lado a outro, existe normalmente uma pequena demora enquanto a câmara trata inicialmente de compensar o movimento. Uma vez transmitida a imagem do sensor para o processador, o estabilizador não pode compensar mais o movimento e a imagem começa a se mover a deriva. Para compensar isso o sensor capta a imagem em partes o que gera um leve "desfoque" na imagem final, por conta do processador. Qualquer que seja o principio utilizado de estabilização, a imagem será prejudicada pelo desfoque ou produção de ruídos. Recomenda-se desativá-los e adotar uso de tripé.

Espaço de Cor Espaço de cor é quantas cores sua câmera é capaz de representar, atualmente as câmeras digitais costumam trabalhar com dois espaços de cor já bem reconhecidos e aceitos, o sRGB e o Adobe RGB. As câmeras digitais compactas populares trabalham com o espaço de cor sRGB que possui 8 bits de cor em cada canal, ou seja 8bits de cor no R (vermelho), 8 bits no G (verde) e 8 bits no B (azul), sendo assim temos em cada uma desses canais 256 tons, tendo um total de 24 bits de cor em todos os canais o que representa um total de aproximadamente 16 milhões de cores. Já as câmeras digitais reflex (DSLR) possuem a opção de ajuste desse espaço para Adobe RGB, que possui 16 bits de cor em cada canal, ou seja, superior a 65 mil tons de cada cor, dando um total de aproximadamente 282 trilhões de cores no total. Parece muito não é, e de fato é, porem temos que ver se o tamanho e a tecnologia do sensor digital em questão combinados com o tipo e precisão do processador nos deixa representá-las. Fazer boas fotografias não é uma tarefa tão fácil quanto pode parecer. A habilidade em fotografar vai muito além de um simples apertar de um botão.E este ato independe do tipo, modelo ou custo a câmera Veja a seguir algumas dicas básicas para melhorar suas fotos.

Enquadramento : Tente fugir do clichê de colocar o assunto sempre no meio da foto. Deslocar o objeto principal do centro da imagem pode fazer toda a diferença para deixá-la mais interessante. Divida mentalmente o visor da câmera em três colunas e três linhas, como em um jogo da velha. As intersecções das linhas são os pontos mais interessantes da sua foto. As linhas em si também mostram pontos de destaque, para colocar os olhos de uma pessoa ou o horizonte, por exemplo.

Flash desnecessário: As vezes o flash ajuda, em outras atrapalha. Uma das coisas mais complicadas na fotografia é aprender a usar o flash de forma correta. Usar o flash muito em cima pode deixar a foto toda clara, e muito longe, escura. Lembre-se que o flash tem um alcance limitado, de normalmente três a cinco metros, às vezes um pouco mais. Não adianta querer iluminar com flash onde o foco é um assunto a 30 metros de distancia. Um bom exemplo de mau uso do flash são shows, teatros e espetáculos. Em linhas gerais, não é necessário luz extra alguma nesse caso. A luz do palco é mais do que suficiente para sua foto. Usar flash só vai iluminar as cabeças de quem está na sua frente, fazendo sumir o resto. Flash necessário: Um ambiente escuro não é o único lugar onde o flash é um acessório necessário. Em uma foto contra-luz, por exemplo, o flash pode ser usado como luz de preenchimento. Quando você for tirar uma fotografia de alguém com uma fonte de luz ao fundo, como o sol, por exemplo, você pode notar que o sol vai ficar brilhante e somente a silhueta da pessoa vai aparecer. Neste caso o flash irá suprir a falta de luz, deixando ambos visíveis.

Cuidado com o fundo Tenha muito cuidado ao selecionar o local onde você vai tirar um retrato. A escolha do que aparece ao fundo é tão importante quando o que vem em primeiro plano. Cores vibrantes, linhas e outros objetos podem interferir ou tirar a atenção do foco. Um erro engraçado, porém muito comum, é tirar foto de uma pessoa em frente a uma árvore onde os galhos parecem formar chifres sobre sua cabeça. Ou ainda um poste com fios logo atrás dela. Primeiro escolha o fundo, depois faça a foto. Retratos: Aproxime-se. Quando o assunto é uma pessoa, o que se quer mostrar é a pessoa em si. Não tenha medo de chegar perto. Se quiser, pode até cortar um pouco da parte de cima da cabeça. A esta distância é possível reparar em detalhes como sardas e cílios. O que não pode acontecer é aquele monte de nada na volta e um pequeno sujeito desaparecendo no meio da imagem. Para close de uma pessoa, mantenha o visor na vertical. Já para um grupo de pessoas, utilize o visor na vertical.

Olhe nos olhos Tire fotos na altura dos olhos da pessoa. Para tirar foto de criança fique de joelhos, sente, atire-se no chão. Faça o necessário para ficar ao nível dela. Fotos feitas de cima para baixo distorcem e minimizam a pessoa fotografada. O resultado visual é “miniatura de gente”, como as tradicionais estatuas “anões de jardim”. Fotos verticais Muitos assuntos exigem uma foto vertical. Se o foco tiver mais linhas verticais, como uma arvore, flor ou uma escada, vire a câmera. Mas, antes de fotografar examine com a câmera qual o melhor enquadramento, horizontal ou vertical?

Aproveite a luz Não há luz mais bonita que a luz natural do sol. Sempre que puder, aproveite-a. Posicione-se de forma a deixar a fonte de luz à suas costas, aproveitando assim a iluminação. É impressionante quanta diferença pode fazer um simples passo para o lado. A luz difusa de um dia nublado é excelente para realçar cores e suavizar contornos, sendo adequada para tirar retratos. É preciso de muito cuidado ao usar o flash. A luz dele, além de forte, tem uma cor diferente a do ambiente. Uma luz dura vai deixar rugas e imperfeições muito mais aparentes. Já notou como sempre se fica feio em foto 3x4? Fuja deste tipo de efeito.

Cor A maioria das câmeras digitais vêm com controle de cor, ou white balance. Esse controle de cor faz com que o branco seja realmente branco sob determinada fonte de luz. Mas as configurações pré-selecionadas da câmera nem sempre são as mais indicadas para quem quer fidelidade. A configuração para dias ensolarados, normalmente indicados por um pequeno sol, dá um tom mais amarelado às fotos. Essa tonalidade dá uma sensação de calor e afeto, tornando a foto mais interessante sob determinados aspectos. Experimente também os ícones de WB sombra e flash, para dias de sol. Podemos também fotografar com o WB de forma errada, para causar clima em nossas fotos.

Experimente ! Não há melhor dica do que esta: experimente. O segredo da fotografia está na tentativa e erro. Leia de cabo a rabo o manual da sua câmera, para saber tudo que ela é capaz, e tente todas as configurações possíveis. A fotografia é muito subjetiva, não há regras. O mais importante é aprender a dominar a luz e sua câmera, para depois fazer o que quiser observando sempre o bom senso.

Vida útil das baterias Câmeras digitais são vorazes consumidoras de energia, principalmente quando o visor de cristal líquido está operando e o circuito de auto focus opera de maneira contínua. O visor dever desligado sempre que possível, e o foco automático deve operar da forma mais econômica, ou seja: o foco deve ser feito apenas no momento em que a fotografia for realizada. A maioria dos menus permite programar o tempo em que o visor será desligado para economia de energia. Toda a bateria deve estar descarregada por completo, antes de ser carregada novamente. Alguns carregadores são inteligentes, isto é, descarregam a carga antiga primeira, carregando novamente em seguida. Basta acionar a tecla refresh. Se você ainda não dispõe deste tipo de carregador, use o flash pop up (embutido na câmera) e faça alguns disparos, até que a bateria esteja descarregada. A vida útil média de uma bateria é de 2 anos.

Como transferir as imagens para o computador? A transferência das imagens para o computador pode ser feita, basicamente de duas formas: a câmera é conectada diretamente ao computador através de cabos USB que geralmente fazem parte dos acessórios ou a "mídia" é retirada da câmera e colocada diretamente em um "leitor", isto é, um dispositivo de entrada que já esteja conectado ao computador. Antes de baixar, crie uma pasta em seu micro, para facilitar sua futura localização. Prof.Enio Leite Focus Escola de Fotografia http://www.escolafocus.net

ALUNOS DA ESCOLA FOCUS PREMIADOS PELA NATIONAL GEOGRAPHIC

national geographic enio leite cursos de fotografia escola focus focusfoto blogs

 

Fabio Catejon, aluno do curso a distancia da Escola Focus é premiado pela NATIONAL GEOGRAPHIC. 

 

national geographic enio leite escola focus cursos de fotografia sao paulo focusfoto cursos foto

A foto premiada é a Doca de Galway pela manhã, no condado irlandês de Galway.
Foto de Fabio Castejon, Galway, Galway, Irlanda.

Confira link: http://viajeaqui.abril.com.br/national-geographic/sua-foto/sua-foto-julho-574710.shtml?foto=26p

No mês de Julho, tivemos também outro aluno da Escola Focus, Sergio Azevedo, que acumulou dois premios consecutivos:  Junho e Julho 2010

 

asergio azevedo escola focus enio leite national geographic cursos fotografia sao paulo

 

ESCOLA FOCUS ENIO LEITE NATIONAL PHOTOGRAPHIC ESCOLA DE FOTOGRAFIA FOCUS

ALUNOS PREMIADOS EM 2009

ESCOLA FOCUS NATIONAL GEOGRAPHIC ENIO LEITE ESCOLA FOCUS CURSOS DE FOTOGRAFIA DIGITAL

Cleiton Costa

national geographic enio leite cursos de fotografia escola focus sao paulo cursos vips a distancia

Larry Gaspar

ABREVIAÇÕES LENTES SIGMA

LENTES SIGMA ABREVIAÇÕES ENIO LEITE ESCOLA FOCUS CURSOS DE FOTOGRAFIA SAO PAULO

Abreviações Sigma:
ASP | APO | RF IF | HSM | UC | DG | DL | DF | HF | EX

 As lentes Sigma são divididas nas seguintes categorias básicas: Lentes zoom: Possuem a habilidade de variar a distância focal e com isso mudar a ampliação da imagem simplesmente girando um anel no corpo da lente. Por exemplo: uma lente 28-200mm torna possível fotografar em grande angular e em tele à partir do mesmo lugar.

Lentes de distancia focal fixa: As lentes de distância focal fixa oferecem um único ângulo de visão. Isso quer dizer que não é possível alterar o tamanho da imagem sem mudar a posição do local de onde se fotografa. Entretanto as lentes de distância focal fixa oferecem aberturas maiores foco mais simples e são projetadas para um fim específico. Por isso procuzem efeitos e resultados melhores para o fim aos quais foram projetadas.

Lentes macro: Usam ótica avançada para gravar imagens em tamanho real ou maiores. Estas características estão disponíveis em lentes com distancia focal fixa ou zoom. Por exemplo: Uma lente macro com razão de 1:1 produz images em tamanho real no filme, 1:2 produz imagens com metade do tamanho real e 1:3 um terço do tamanho real.

ASP Aspherical Lenses: Os elementos não esféricos de uma lente podem reduzir o numero total de elementos necessários em um tipo de lente. Eles podem melhorar o desempenho e ao mesmo tempo reduzir o peso e o tamanho da lente. As lentes Aspherical maximizam a qualidade ótica e minimizam o tamanho e o peso das mesmas. As lentes Aspherical reduzem alguns problemas normalmente associados com grande angulares e zooms, tais como flare e distorções das bordas.

 APO (apochromatic) Estas lentes apresentam um projeto apocromático e vidros especiais de baixa disperssão (SLD - Special Low Dispersion) para uma aberração cromática mínima e alta qualidade em telefotografia oferecendo contraste e nitidez.

 Lentes (APO) Apochromatic minimizam enormemente as aberrações cromáticas (fenomeno que ocorre quando a lente não é capaz de focar ondas de cores de diferentes comprimento no mesmo ponto. Isto provoca a formação de imagens em ponstos ligeiramente diferentes resultando em imagem de baixa qualidade).

RF IF (Internal and Rear Focusing) O foco automático convencional é feito movimentando-se todo o conjunto de lentes ou apenas movendo o grupo de lentes frontal. Para as lentes Tele e Macro a Sigma desenvolveu um sistema de foco interno que move um grupo de elementos dentro do tubo da lente, melhorando significativamente as capacidades macro. Para as super grande angulares com diametro frontal amplo criou o sistema de foco traseiro (Rear Focusing System) que move apenas o grupo de elementos traseiro. Para as lentes de médio alcance usa o sistema de foco interno que move o grupo de elementos interno para permitir uma distancia focal mínima mais curta. Tudo mantendo um comprimento físico constante do corpo das lentes.

HSM (Hypersonic Motor) Permite auto e manual foco de resposta rápica, virtualmente silencioso, como também sobreposição de foco somente manual UC - Ultra Compact (Ultra compacta) São as menores e mais leves lentes do seu genero disponíveis.

 DG - Digital As lentes com esta sigla são projetadas especialmente para câmeras digitais SLR. Entretanto podem ser usadas normalmente em câmeras 35mm.

DL - Deluxe As lentes DL são lentes completas a despeito de seu preço modesto. Como outras lentes Sigma elas são distribuidas com parassol original e incremento de 1/2 ponto em abertura manual scala de profundidade de campo e marca de correção de infravermelho.

DF - (Dual Focus) As lentes Dual Focus (DF) são mais fáceis de segurar porque o anel de foco não gira durante o Auto Foco e mesmo assim proporciona rotação adequada do anel de focagem quando o sistema de foco estiver em modo manual.

HF - Helical focus Este sistema elimimina a rotação da parte frontal da lente permitindo o uso de um parassol completo e facilitando o uso de filtros polarizadores. EX - Excellence Linha de lentes profissionais da Sigma. Estas lentes apresentam a sigla EX e o logo EX no corpo da lente.

SIGLAS E ABREVIAÇÕES CANON

LENTES CANON SIGLAS ABREVIAÇÕES ESCOLA FOCUS ENIO LEITE FOCUSFOTO CURSOS FOTOGRAFIA SÃO PAULO

Siglas e Abreviações Lentes  Canon
DO | EF | EF-S | EOS | FD | IS | L | UD | USM  DO

  DO - Diffractive Optics (Otica Difrativa )
Tecnologia para lentes desenvolvida pela Canon que usa um elemento com ranhuras extremamente finas - pelicula de difração - gravadas. Estes elemtnos usam o principio da otica difrativa para desviar a luz. A vantagem das lentes DO é que elas podem ser feitas menores e mais leves do que as lentes normais. A desvantagem é que elas são muito caras. Lentes DO são identificáveis pelo anel verde claro impresso ao redor do final do corpo da lente.
 
EF - Electro Focus
Definição da Canon para as lentes com baionetas para o sistema EOS. As lentes compatíveis EF são projetadas para o sistema EOS e não se encaixam em nenhum outro corpo de Canon. As lentes EF tem diâmetro interno de 54mm e externo de 65mm e são maiores do que qualquer outro sistema 35mm. O sistema EF foi lançado em 1987 e é totalmente eletrônico.
 
EF-S - Electro Focus Short Back Focus
Definição da Canon para uma variação da baioneta padrão EF usada pelo sistema EOS. A EOS 300D/Rebel Digital/Kiss Digital lançada em 2003 suportavam uma variação diferente das lentes EF comuns. As lentes EF-S 18-55 3.5-5.6 foram produzidas com uma distancia focal posterios mais curta. Isto permitiu que a Canon produzisse objetivas grande angulares mais baratas para usuários de suas SLRs digitais, que usavam sensores com tamanho APS de imagem movendo os elementos trazeiros para meis perto do sensor de imagem. O corpo cujo mecanismo do espelho foi modificado para se ajustar à distancia focal posterior eram compatíveis com as lentes EF e EF-S mas as lentes EF-S somente eram compatíveis com o corpo EF-S. As lentes EF comuns possuem um ponto vermelho saliente como indice de encaixe da baioneta. As lentes EF-S usam quadrados brancos.
 
EOS - Electro-Optical System (sistema eletro-ótico)
Nome do sistema das Cameras SLR da Canon e seus acessórios lançados em 1987. As lentes da linha EOS são totalmente controladas eletronicamente. Não possuem nenhum dispositivo mecânico para foco ou ajuste de abertura. Todos os ajustes são feitos por motores construidos na lente e não no corpo da câmera. Embora isto acrescente alguns custos na fabricação da lente tem a vantagem de cada motor de lente poder ser otimizado para o tamanho e tipo de cada lente, ao invés de prender-se ao sistema do corpo da câmera que tenha que se ajustar à qualquer lente que seja acoplada.
 
FD
Sistema manual de lentes da Canon dos anos 1970 e 80 que usam um sistema de alavancas e pinos mecânicos para transmitir informações para a câmera.
 
IS - Image Stabilization (estabilização de imagem)
Um complexo sistema, computadorizado, construido dentro de uma série de lentes vendidos pela Canon. Este sistema permite que a lente compense pequenos movimentos da câmera. As lentes IS possuem sensores giroscópicos que detectam movimentos e pequenos motores que alteram fisicamente um elemente ótico ou um grupo de elementos para compensar adequadamente o movimento. As lentes IS são extremamente úteis em condições de luz insuficiente, elas dão um ou dois pontos extras na abertura. Assim é possível usar velocidades mais baixas do que o normal. Elas não são úteis quando há muito movimento no assunto.


Fluorita de Cálcio, material usado pela Canon na linha de lentes da série L. A Fluorita de Cálcio é um cristal sintético, não vidro, com um indice refrativo muito baixo. É usado para controlar aberração cromática especialmente em lentes de distância focal mais longas.
 
L - Luxury
As lentes da linha profissional da Canon são identificadas com o rótulo "L" de Luxury. Ex. A serie 70-200 2.8L possuem pelo menos um elemento esférico de
fluorita  ou UD e são normalmente contruidas com uma qualidade ótica e mecânica mais elevadas do que as lentes não-L. Elas são prontamente idenfiticadas pela faixa vermelha em volta do final do corpo da lente. Muitas são apresentadas na cor branca, pretensamente para mantê-las mais frias no sol.
 
UD - Ultra Low-dispersion Glass (vidro de dispersão ultra baixa)
Elemenos de lentes fabricados com vidros UD tem um indice de refração menor do que as de vidro comum. Tais elementos são, normalmente, usados para corrigir aberração cromática.
 
USM - Ultrasonic Motor (motor ultrasonico)
Nome dado pela Canon para seu sistema de motor de lente ultrasonico. Os motores ultrasônicos trabalham com o princípio do movimento induzido por vibração de alta frequência. Assim as lentes USM focam extremamente rápido e são quase silenciosas para o ouvido humano. Lentes Ring USM (que possuem o motor em um conjunto de anéis ao redor do corpo) não usam engrenagens o que torna possível o foco manual em tempo integral (FTM - Full-time Manual).

Lentes USM com micromotores mais baratos, entretanto, usam engrenagens e normalmente não suportam FTM. As lentes não-L com motor USM são identificadas pela faixa dourada impressa no final do corpo.

08/04/10

PROBLEMA LEXICO: CÂMERA OU CAMARA FOTOGRÁFICA?

CAMERA ESCOLA FOCUS CAMARA ENIO LEITE CURSOS DE PHOTOSHOP FOCUSFOTO BLOG

A palavra Câmera surgiu dos manuais em inglês “câmera”, quando o primeiro “a” manteve o acento português e o segundo virou “e”. O “Manual de Redação e estilo d'O Estado de São Paulo” de autoria do mato-grossense Eduardo Martins, uns 40 anos moldando textos de jornalistas daquele jornal, recomenda o uso de CÂMERA para equipamento fotográfico, recomenda Câmara dos Deputados, Câmara Municipal e Música de Câmara. Câmara é o quarto ou recipiente onde não entra luz. Câmara Clara, no original Camara Clara, obra de Roland Barthes.

A Revista Veja utilizava CÂMARA. Borris Kossoy usa câmara em sua literatura. Os pesquisadores Mônica Junqueira de Camargo e Ricardo Mendes, em sua obra "Fotografia", utilizam Câmara. Vilém Flusser, filósofo da imagem, sempre usou "Câmara", embora tenha se voltado para o "aparelho" com seu sentido próprio de "conjunto de máquinas ou órgãos", como p.ex. aparelho digestivo. Arlindo Machado, professor da USP na área de comunicação visual, autor que também faz bom uso de "câmara", autor de "A Ilusão Espetacular", "A Arte do Vídeo, Máquina e Imaginário", ao fazer a apresentação do "Ensaio sobre a Fotografia", de Vilém Flusser, deixa bastante clara a abrangência do "aparelho" quando diz: "Em circunstâncias habituais o fotógrafo vive o totalitarismo dos aparelhos. Os seus gestos são programados, a sua consciência e sensibilidade têm caráter robotizado.

Alguns fotógrafos mais inquietos lutam contra essa automação estúpida, tentam "enganar" o aparelho introduzindo nele elementos não previstos, restabelecendo a questão da liberdade num contexto de dominação das máquinas. Muitos desses aparelhos acabam por ser novamente recuperados pelos aparelhos, como revelação de possibilidades até então desconhecidas, mas imediatamente catalogadas no repertório de suas categorias." e conclui "Uma filosofia da fotografia deve ter por função intervir nesse jogo, aprofundando as suas contradições e desmascarando os seus limites." Esta abordagem poderia não ter fim se enveredar pela filosofia da técnica.

Assim, voltando à gramática ninguém melhor do que um conhecido fotógrafo Mário de Andrade, que se vale de "câmara" em toda sua correspondência pessoal ("Cartas a Manuel Bandeira - 1922-1924"), como também nas publicações da revista "Klaxon", onde escreve a coluna "Cinema", sob diversos pseudônimos (M. de A.; G. de N. e R. de M.).

:: Next >>

fotografia, curso de fotografia, cursos de fotografia, FOTOGRAFIA, curso de photoshop, curso de fotografia grátis, curso de fotografia online, fotógrafos profissionais, curso de fotografia em sao paulo, curso de fotografia sp, curso de fotografia digital , fotografia online curso, fotografia de moda, escolafocus, fotografia digital, focus escola de fotografia, escola focus, fotografia de escola, cursos a distancia, cursos de fotografia digital, curso fotografia sao paulo, enio leite, cursos de photoshop, PHOTOSHOP, focus escola de fotografia, curso fotografia casamentos e eventos, curso de fotografia a distancia, curso de laboratório fotográfico, curso fotografia jornalismo, loja de fotografia, revelação digital, imagem digital,

Search

Random photo

XML Feeds

blogtool