Vulcão Soufrière entrou em erupção em 8 de janeiro em Montserrat. Astrônomo italiano registrou a atividade. 

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(Foto: Marco Fulle/Barcroft Media/Getty Images)

FONTE: http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1478499-5602,00-FOTOGRAFO+REGISTRA+ERUPCAO+DE+VULCAO+NAS+ANTILHAS.html

Fotografia do astrônomo italiano Marco Fulle mostra momento da erupção do vulcão Soufrière, na dependência britânica de Montserrat, nas Antilhas, no final de janeiro. A erupção começou em 8 de janeiro.

Os moradores disseram que foi uma das maiores que eles já viram desde que o vulcão voltou à ativa em 1995, obrigando a evacuação da cidade de Plymouth. Durante a madrugada de 10 de janeiro, houve outra explosão, logo seguida por uma terceira. Os cientistas não acreditam que a cúpula do vulcão tenha cedido, mas acreditam que uma grande quantidade de material foi perdida.

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Viva Paraitinga Escola Focus Cursos de Fotografia Profissional Enio Leite Focusfoto photoshop são paulo

Por Eduardo Neco/Redação Portal IMPRENSA
Fonte: http://portalimprensa.uol.com.br/portal/ultimas_noticias/2010/02/03/imprensa33558.shtml

A temporada de chuvas dos meses de dezembro e janeiro devastou cidades por todo o país, principalmente na região sudeste. Algumas dessas localidades sofreram danos em sua arquitetura e apelo históricos, os quais atraiam turistas e, consequentemente, alimentavam a economia local. É o caso da cidade de São Luiz do Paraitinga, localizada no interior do estado de São Paulo.

Notória por suas edificações datadas do séc. XIX - chamariz de turistas e fotógrafos - a cidade foi reduzida a escombros. Grande parte da memória do que foi São Luiz está registrada em ensaios de profissionais da fotografia, que agora se reúnem para devolver à cidade as contribuições as suas carreiras por meio do projeto "Viva Paraitinga!", que comercializa as fotografias produzidas na região.

A princípio encabeçado pelos fotógrafos Ed Viggiani, Franco Hoff, José Bassit, Marcelo Min, Marcello Vitorino e Toninho Cury, o projeto "Viva Paraitinga" foi criado às pressas, na tentativa de auxiliar o quanto antes o processo de reconstrução da cidade.

O fotógrafo Marcello Vitorino, em entrevista ao Portal IMPRENSA, explicou que as fotografias da cidade de São Luiz estão à venda a partir de R$ 300, valor - segundo ele - estipulado pelo preço médio de fotografias profissionais

Site vende fotos em prol da reconstrução da cidade
 "Viva Paraitinga" http://ow.ly/13pZZ

Os interessados compram a fotografia pelo site do projeto e recebem uma cópia ampliada de 40cmx60cm, que é enviada por Correio. Segundo Vitorino, 100% do valor líquido do que é pago pelas fotos é repassado a uma conta da prefeitura da São Luiz do Paraitinga destinada à reconstrução dos marcos históricos da cidade. Do valor arrecadado com as fotografias, são descontados a postagem e o custo de impressão.

Apesar da celeridade na mobilização de diferentes setores da sociedade na recuperação de São Luiz, na opinião de Vitorino, trata-se de um projeto de longo prazo, que demanda paciência. "O 'Viva Paraitinga' é uma iniciativa de médio e longo prazo. A cidade vai demorar para ser reconstruída em razão do tamanho da catástrofe, por isso o site vai ficar no ar por muito tempo".

Vitorino conta que, a cada dia, dois a três fotógrafos enviam e-mails ao projeto solicitando informações sobre como participar. Ele explica que é preferível a colaboração de profissionais para que o eventual comprador da obra não tenha surpresas ou questione o valor pago. "Precisa ter uma qualidade técnica mínima para aguentar a ampliação e o preço de R$300", explica.

O site do "Viva Paraitinga" reúne cerca de 52 fotos - já disponíveis para venda - e os depoimentos dos fotógrafos que clicaram a cidade antes da devastação

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Conheça os sete princípios de aprendizagem elaborados pelo Institute for Research on Learning , diretor emérito do Institute for Research on Learning, diz que a aprendizagem é social e que mais de 80% da educação corporativa é informal. Conheça os 7 Princípios de Aprendizagem do Instituto:

 1. Aprender é um ato fundamentalmente social. Ainda que aprender se refira ao processo de adquirir conhecimento, na verdade abrange muito mais. O aprendizado efetivo geralmente é construído socialmente e requer sutis adaptações de identidade, o que torna o processo desafiante e poderoso.

2. O conhecimento é integrado à vida da comunidade. Quando desenvolvemos e compartilhamos valores, perspectivas e maneiras de fazer as coisas, criamos uma comunidade da prática.

3. Aprender é um ato de participação. A motivação para aprender é o desejo de participar em uma comunidade, para se tornar e permanecer como membro. Esta é uma dinâmica-chave que ajuda a explicar o poder da aprendizagem e as ferramentas de mentoring e coaching entre pares.

 4. Saber depende do engajamento na prática. Em geral, reunimos o conhecimento pela observação e participação em diferentes situações e atividades. Portanto, a profundidade de nosso saber depende da profundidade de nosso engajamento.

5. O engajamento é inseparável do poder de decidir ou agir. Temos a percepção de quem somos conforme nossa habilidade de contribuir e afetar a vida do meio em que estamos ou ao qual queremos pertencer.

6. A falha em aprender geralmente é resultado da exclusão em participar. Aprender exige o acesso e a oportunidade de contribuir.

7. Todos nós somos naturalmente aprendizes constantes. Todos nós, sem exceções. Aprender faz parte da natureza humana.

Nós todos aprendemos o que nos permite participar das comunidades às quais queremos fazer parte.

Fonte: Institute for Research on Learning http://www.labssj.com.br/site/st_index.asp?COD_CONTEUDO=125

PINHOLE CAMERA CAMPUS PARTY OFICINA NOVAS TECNOLOGIAS ESCOLA FOCUS ENIO LEITE FOCUSFOTO

http://www.mardecortesbaja.com/WoodenPinholeCamera.jpg
Autor do tema pretende mostrar diversos trabalhos com a ferramenta

FONTE: http://br.noticias.yahoo.com/s/28012010/7/tecnologia-negocios-campus-party-oficina-camara.html

Acontece no próximo sábado na Campus Party uma palestra que vai utilizar uma espécie de câmera Pinhole de grandes proporções para demonstrar como tecnologias bem antigas ainda podem ser encontradas em vários sistemas de última geração.

Câmeras Pinhole (do inglês pin-hole, ou buraco de alfinete) são equipamentos fotográficos sem lente, um efeito descoberto por observação nas antigas Grécia e China. As câmeras pinhole fazem uso de um furo por onde a luz entra e é projetada num anteparo. Se ali for colocado um filme fotográfico, a luz é suficiente para “marcar” uma foto.

O fotógrafo responsável pela oficina, Luc de Sampaio , conhecido na comunidade on-line como @lenteaberta , pretende mostrar que muitos recursos tidos como tecnologia de ponta podem ser comparados a fenômenos naturais e a máquinas rudimentares conhecidos desde o século V antes de Cristo.

“Muita gente nem sabe, mas até a NASA explora a técnica da pinhole em busca de imagens do início do Universo”, afirma Sampaio. Ele se refere a uma sonda especial que na verdade é uma câmera pinhole gigante, a New Worlds Imager, enviada ao espaço em meados de 2005 com o objetivo de estudar “características espaciais e aeronauticas revolucinárias”, segundo a página oficial do dispositivo.

O palestrante trouxe para a feira uma câmara escura, que só será exibida ao público no momento da oficina. O dispositivo tem mais de um metro e meio de altura e utiliza conceitos de uma câmera pinhole convencional.

A oficina será realizada às 9:30 da manhã do próximo dia 30/01 no Campus Fotografia.

 

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Fonte: http://www.labjor.unicamp.br/midiaciencia/article.php3?id_article=487

A fotografia digital traz novos desafios para a preservação de imagens que compõem o acervo de centros de documentação e museus e também arquivos pessoais. Essa foi uma das questões discutidas durante o 1º Fórum Latino-Americano de Fotografia de São Paulo. Um seminário sobre o tema reuniu especialistas no início de outubro, no auditório do Itaú Cultural.

Para muitos fotógrafos, a película fotográfica ainda é o meio mais seguro de conservação de uma imagem.Desde sua invenção, a fotografia tem sido utilizada como instrumento para a memória: um ínfimo recorte do tempo e do espaço que, registrado através da luz, poderá ser perpetuado por séculos.

Porém, se não preservarmos essa imagem ela desaparecerá, como efêmera que é. A fotografia digital também se mostra frágil, colocando novos desafios para a preservação. Para muitos fotógrafos, a película fotográfica ainda é o meio mais seguro de conservação de uma imagem. Essa foi uma das questões tratadas no 1º Fórum Latino-Americano de Fotografia de São Paulo, durante o seminário sobre a preservação da produção contemporânea, realizado no início de outubro, no auditório da sede do Itaú Cultural.

Na mesa estavam presentes várias autoridades no assunto como Sandra Baruki, coordenadora do Centro de Conservação e Preservação Fotográfica (CCPF) da Funarte, Patrícia Di Filippi, coordenadora do laboratório de restauro da Cinemateca de São Paulo, Leandro Melo, professor do Centro Universitário Senac e Millard Schisler, representante brasileiro no Rochester Institute of Technology e que, por 13 anos, foi diretor da George Eastman House, ambas instituições dos Estados Unidos. Como fazer para que milhões de imagens produzidas todos os anos não se percam?

Como protegê-las da ação do tempo e garantir que elas continuem a comunicar ao longo de outras gerações? Desde o início da fotografia digital esse debate se tornou fundamental dentro dos centros de documentação e museus e, agora, começa a ganhar lugar também nas maletas fotográficas e nos arquivos pessoais de todos aqueles que adoram fotografar.

 Durante anos a chamada síndrome do vinagre foi a grande vilã que deteriorou quilômetros de rolos de filmes fotográficos, com seus fungos corroendo a história da vida privada de famílias em todo o globo. Porém, além da corrosão, existe um problema tecnológico: as indústrias estão produzindo cada vez menos papel fotográfico.“Além da restauração, existe a questão do material.

Se uma imagem, hoje, estraga, muitas vezes você não pode fazer outra, pois não existe mais o papel. E a película fotográfica ainda é o meio mais seguro de conservação de uma imagem”, afirma Sandra Baruki, ao tratar da dificuldade de preservar os milhares de fotogramas que fazem parte de acervos públicos e privados. Baruki ressalta, ainda, a incerteza quanto ao tempo de vida dos suportes tecnológicos que, voltados para o mercado, podem desaparecer rapidamente das prateleiras das lojas fotográficas, deixando milhões de arquivos presos em um formato incompatível. Essa preocupação também esteve presente nas intervenções de Millard Schisler e de Patrícia Di Filippi.

Ambos lembraram a necessidade da preservação preventiva: que o próprio fotógrafo selecione e organize periodicamente suas imagens, mantendo-as atualizadas com as mudanças tecnológicas. “O que se guarda acaba tornando-se a nossa história e o que não é guardado se perde e é apagado de nossas memórias”, alerta Millard, para quem é importante que se tenha em mente que algo sempre se perderá, e que por isso precisamos escolher o que queremos guardar, principalmente diante da possibilidade, com a fotografia digital, de se produzir grande quantidade de imagens.

Por isso, seria fundamental uma seleção periódica, para impedir que aquilo que é realmente importante se perca junto com todo o resto. Seguindo este raciocínio, Schisler e DiFilippi ressaltam a questão da velocidade com que novas tecnologias são colocadas e retiradas no mercado e como esta rapidez é um dos principais fatores de risco para a perda da memória fotográfica.

Para evitá-la, é preciso sempre migrar os arquivos para a tecnologia mais recente, evitando que eles fiquem presos em um suporte obsoleto (como aconteceu com os disquetes). Para Leandro Melo, a preservação preventiva é fundamental para minimizar os fatores da degradação do material. Mas, lembra ele, a questão não é apenas o quê guardar, mas como guardar. Essa foi outra questão discutida durante o seminário: a extensão dos arquivos.

O padrão utilizado e recomendado pelos centros de memória ainda é o ponto tiff. A idéia proposta foi a de se salvar imagens com duas resoluções diferentes, uma mais baixa - para facilitar o acesso - e uma alta, destinada a um arquivo permanente. Ponto comum na fala de todos os palestrantes, portanto, é a preocupação com a vida dos arquivos: cada fotógrafo deve criar um sistema de catalogação de suas imagens que permita sempre revê-las, pois apenas com a revisitação é que a memória permanece viva.

A sugestão feita por Schisler é a de que cada amante da fotografia faça um livro por ano, escolhendo as fotografias que mais lhe significam: “monte, escreva legendas, dê um nome e mande encadernar com capa dura. Pronto: você terá uma prática forma de guardar viva suas memórias.

MILLARD SCHISLER, AUTOR DO LIVRO: REVELAÇÃO EM PRETO E BRANCO - A IMAGEM COM QUALIDADE. Editora: SENAC SP, 1995, foi professor da Focus Escola de Fotografia, entre 1984 a 1993.

 

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