REVISTA NATIONAL GEOGRAPHIC PREMIA ALUNOS DA FOCUS ESCOLA DE FOTOGRAFIA

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REVISTA NATIONAL GEOGRAPHIC PREMIA ALUNOS DA FOCUS ESCOLA DE FOTOGRAFIA

A NATIONAL GEOGRAPHIC BRASIL publica todo o mês em sua seleta galeria de fotografia, fotos de fotografos brasileiros, de grande talento. Desta vez, os fotografos selecionados foram, ex- alunos da ESCOLA FOCUS, como melhor foto produzida por LARRY GASPAR e CLEITON COSTA.

VEJA LINK: http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/blog4.php

MARC RIBOUD - FOTOGRAFO FRANCES NO BRASIL

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FOTO: MARC RIBOUD

De 10/09 a 13/10 - Ter, Qua, Qui, Sex, Sab e Dom
Horário: das 09h às 21h
Gratuito

 Caixa Cultural Brasília
SBS, Quadra 4 - Lote 3, 4
Setor Bancário Sul
Fone: 3206- 6456/ 3206- 9448

Com curadoria da Delegação Geral da Aliança Francesa no Brasil, a exposição reúne 61 quadros do francês que influenciou muitos fotógrafos em todo o mundo. Em suas viagens, Riboud documentou imagens que marcaram a forma de representar o mundo durante o Século 20.
Nas fotos, mostra claramente suas preocupações com as questões sociais com um olhar mais humano.

A mostra conta ainda com fotos realizadas durante a recente viagem do fotógrafo ao Brasil. Riboud Riboud esteve no país em 2009, passando pelas cidades de Porto Alegre e Rio de Janeiro

CANON LANÇA O MAIOR SENSOR FOTOGRÁFICO DO MUNDO

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A Canon acaba de divulgar o desenvolvimento de um sensor de imagem CMOS de grande formato: 202 por 205 milímetros (cerca de 8 × 8 polegadas, quase do tamanho da tela dos primeiros netbooks).

Obtido a partir de um "wafer" de silício de 300 mm, ele tem 40 vezes a superfície de um sensor full-frame (24×36mm), como o usado na câmera EOS-5D. A chave para sua criação foi a possibilidade de descarregar rapidamente a informação de imagem dos captadores de luz que compõem o sensor.

A resolução em pixels não foi informada pela empresa. A vantagem de se usar um sensor maior é poder capturar mais luz em menos tempo. Neste caso, apenas um centésimo do tempo requerido por um sensor comum, habilitando a fotografia (e também a captação de vídeo) numa escuridão quase total.

A Canon fala em vídeo a 60 quadros por segundo com uma iluminação de apens 0,3 lux, metade da iluminação produzida pela Lua cheia. Falta agora construir uma câmera onde ele caiba. No século 19, era comum a fotografia usando placas de vidro com dimensões comparáveis ou até maiores que as desse novo sensor, o que exigia câmeras e lentes igualmente grandes (as saudosas "lambe-lambe").

Mas desde o sucesso do formato de filme 35mm a partir dos anos 1920, as câmeras de grande formato foram relegadas a aplicações ultraespecializadas. Não será diferente com esse novo sensor gigante.

 A Canon diz que ele terá uso em astronomia e na fotografia noturna de vida selvagem.

Fonte: http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI4654785-EI12882,00-Empresa+lanca+maior+sensor+fotografico+do+mundo.html

CONHEÇA HENRI CARTIER-BRESSON

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Leitura no sofá, foto de Bresson

Henri Cartier-Bresson nasceu em 22 de agosto de 1908, em Paris. Era filho de pais de uma classe média (família de industriais têxteis), relativamente abastada. Quando criança ganhou uma câmera fotográfica Box Brownie, com a qual produziu inúmeros instantâneos. Sua obsessão pelas imagens levou-o a testar uma câmera de filme 35mm. Além disto, Bresson também pintava e foi para Paris estudar artes em um estúdio.

 

Freqüentou a Ecole Fénélon e o Lycée Condorcet em Paris. Estudou pintura com Cotenet (1922-23) e com André Lhôte (1927-28). Concluiu pintura e filosofia na Universidade de Cambridge. Começou como fotógrafo em 1931. Foi influenciado pelo surrealismo. Com 21 anos já tinha absorvido a atitude de revolta do surrealismo. Aprendeu composição e proporção com Lhôte e completou seu serviço militar.

 

Em 1939, viajou para a África, onde permaneceu por um ano. Ganhou a vida de diversas formas como autônomo: vendendo bugigangas e carne salgada que ele mesmo caçava e preparava. Lá também adquiriu malária e sua primeira câmera fotográfica de segunda mão feita por Krauss. Mas todos os filmes que fotografou lá foram deteriorados pela umidade.

 

Mas apesar de tudo, esta viagem mudou sua vida. Sempre esteve aberto às mudanças em sua vida, talvez por isto tenha influenciado tanta gente no mundo inteiro. Talvez por este espírito tão dinâmico e sem medo, tenha tantos admiradores.

 

Apesar do fracasso das primeiras fotografias, a África não somente mudou sua vida, como o tirou da pintura e o colocou na fotografia. Quando voltou à Paris, imediatamente comprou uma Leica, que o acompanhou por toda a vida. Nesta época, foi então publica na edição anual da Revista Photographies, a famosa foto de Munkasci, que deu novo rumo a sua carreira. Daí para a frente, ele saiu para o mundo para fotografar.

 

Entre 1932 e 1934, Cartier-Bresson fez algumas de suas melhores fotografias. Apesar de ter começado olhando para os despossuídos e oprimidos, principais temas do foto-jornalismo, muito cedo estas mesmas fotos impressionaram a França, Espanha, Itália, México, como arte, muito mais do que como mera reportagem.

 

Em 1935, partiu para o México e para New York, onde permaneceu por um ano também. Neste período deixou de fotografar. Fez filmes com Paul Strand, retornando em 1936 para Paris, onde trabalho até 1939 com o cineasta francês Jean Renoir, filho do pintor, a também fazendo filmes.

 

A Segunda Grande Guerra tinha começado. Bresson foi prisioneiro de guerra dos alemães por 3 anos. Tentou fugir 3 vezes e só conseguiu na última vez. De volta a Paris trabalhou na Resistência Francesa. Voltou a filmar novamente depois da guerra, dirigindo LE RETOUR, um documentário sobre os campos nazistas e a volta da guerra. Mas sua falta de controle no processo de colaboração de produção de filmes, finalmente fez Bresson optar pela fotografia. Em 1946 viu a chance de recomeçar sua carreira fotográfica.

 

Ficou sabendo que o MOMA estava planejando uma exibição póstuma de suas fotos, através do curador Beaumont Newhall e sua mulher, Nancy, pois achavam que ele havia morrido na guerra.Informados de que Bresson estava vivo, a exposição foi transformada em uma retrospectiva de suas fotos em meio de carreira. Ele viajou para New York em agosto de 1946, com suas histórias dos campos de concentração, tentativas de fuga e trabalho clandestino executado para a Resistência Francesa.

 

Apesar da origem francesa, Bresson afirmava que foi a América que o tornou famoso. Suas fotografias foram expostas nos Estados Unidos desde os anos de 1930, na Galeria Julien Levy de Nova York (1933 e 1935), e depois no MoMa - Museum of Modern Art (www.moma.org) -, em 1947. Na França, sua primeira exposição aconteceu em 1955.

 

Sobre as imagens de Cartier-Bresson, Arthur Miller escreveu: "Como sua visão das coisas é fundamentalmente trágica, é com uma sensibilidade à flor da pele que ele reagiu a tudo que lhe parecia relacionado à decadência e ao sofrimento da América". Quanto a Evans, este era obcecado pela degradação e pelo declínio social. Grande parte das fotos que os dois produziram nos Estados Unidos se tornaram obras de referência. "Esse encontro, durante o centenário de nascimento de Henri Cartier-Bresson, permite confrontar as diferentes percepções de mundo", afirma Agnes, da Foundation HCB. Ainda dentro das comemorações, a editora Steidl se encarregará do lançamento, até o fim de 2008, do catálogo da exposição da Fundação; e a Gallimard publicará o primeiro livro da coleção Découvertes consagrado a um fotógrafo, de autoria de Clément Chéroux, curador das exposições do Centro Pompidou de Paris.

 

Batizado por Pierre Assouline como o "olho do século", Cartier-Bresson nasceu em 22 de agosto de 1908 em Chanteloup, Seine-et-Marne, nos arredores de Paris. Uma de suas primeiras paixões foi a pintura. Entre 1927 e 1928, freqüentou o curso de André Lhote em Montparnasse, e, em 1931, partiu para a Côte-d´Ivoire. Cinco anos depois, tornou-se assistente do cineasta Jean Renoir na filmagem de Une Partie de Campagne e em

La vie est à nous. De volta à fotografia jornalística, fez a cobertura da coroação do rei George VI em Londres (1937), em companhia do escritor francês Paul Nizan (1905-40).

 

No mesmo período, organizou uma exposição com fotografias da família e de amigos próximos como Giacometti, Picasso, Éluard, Bonnard, Claudel, Camus, Matisse, entre outros.  Em 1947, fundou com Robert Capa, David Seymour, William Vandivert e George Rodger a lendária agência Magnum. Com o intuito de reagrupar seus trabalhos em um único espaço também dedicado à exposição de outros artistas, Cartier-Bresson criou com sua esposa, Martine Franck, e sua filha, Mélanie, a Foundation Henri Cartier-Bresson.  Faleceu em Seine-et-Marne, França — 2 de agosto de 2004

 

Enio Leite
Focus Escola de Fotografia
Desde 1975

http://www.escolafocus.net
http://www.focusfoto.com.br

 

Veja mais dicas em:


http://www.focusfoto.com.br/HTML/dicas.htm
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COM CAMERAS DIGITAIS PELO CELULAR, BRASILEIRO TIRA MAIS FOTOS

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Texto: Ana Freitas FONTE: http://bit.ly/aZHXND

 São Paulo, 21 (AE) - Quando era preciso comprar filme e depois mandar revelar, você tirava em média 60 fotos por ano. Hoje, usando sua câmera compacta ou a que vem embutida no celular, você tira 10 vezes mais fotos: a média pessoal subiu para 600 por ano, segundo a Kodak. Não é à toa.

Quando há câmeras por todos os lados, é muito mais fácil tirar uma foto. No ano passado, 60% dos celulares vendidos no Brasil tinham câmera. No Flickr, um dos maiores repositórios de fotos do mundo, a câmera mais usada é a do iPhone 3G, na frente de todas as outras, profissionais ou não.

E hoje, no Brasil, dá para comprar uma câmera compacta de marca tradicional por cerca de R$ 350. Por tudo isso, foto e vídeo se tornam cada vez mais acessíveis. Mas não são só os amadores que estão mudando os hábitos na hora de tirar fotos. Alguns fotógrafos profissionais têm se rendido às facilidades do digital. Eles preferiram trocar o equipamento pesado por um celular com câmera e explorar as limitações do aparelho (como a falta de zoom óptico, lentes angulares e qualidade de imagem) para criar uma nova linguagem.

"O equipamento profissional é complicado de mexer e muito difícil de transportar", justifica o fotógrafo norte-americano Jay Soto, autor do projeto Androidography, que reúne fotos tiradas com o Nexus One, o celular do Google. Jay vê, nos avanços da fotografia digital, uma espécie de volta à nostalgia dos tempos da Polaroid. "A beleza da fotografia tirada com o celular está no fato de que não precisa de técnica. É apontar, clicar e compartilhar", diz.

Outro fotógrafo americano que trocou o equipamento profissional pelo celular, Glyn Evans cuida do blog iPhoneography, só de fotos tiradas com o aparelho da Apple: "Com o iPhone, minhas fotos ficaram mais espontâneas e divertidas. Ultimamente, eu quase não tenho usado minha câmera profissional". A fotógrafa brasileira Carol Zaine é dona de um Nokia 5580 que usa capturar "peculiaridades da cidade de São Paulo com um olhar de turista", como explica. A partir da ideia, ela criou o blog Sampa pelo Cel, onde posta as fotos que tira com o aparelho.

"A ideia é mostrar que não é preciso uma boa câmera. Quero explorar o olhar. O celular capta a luz legal, mas não perde aquela 'cara tosca' de foto de celular", explica. Como outros fotógrafos, Carolina tinha dois pés atrás quando se tratava de fotos com equipamentos portáteis, ainda mais tiradas por celulares. "Eu odiava câmera de celular. Dizia 'nossa, o povo não tem o que inventar, coloca uma câmera meia-boca só para falar que tem câmera no celular'. Mas aí comecei a enxergar o celular como uma linguagem que pode ser explorada", fala.

COLETÂNEA
O celular já não só tira a foto, mas também permite editá-la e subi-la na internet. Com tanta gente usando esses recursos, começaram a pipocar concursos de arte e exposições para divulgar esses trabalhos. De 6 a 14 de agosto, a exposição Pixels At An Exhibition vai exibir as melhores 'iPhone Arts' da web em um festival de arte nos EUA, e eles ainda estão aceitando inscrições. Outra exposição italiana, iPhoneography, vai exibir no dia 9 de outubro as melhores fotos enviadas ao site no festival Dia de Arte Contemporânea, organizado pela Associação Italiana de Museus de Arte Contemporânea. No Brasil, festivais como o Vivo arte.mov e o HTTPix aceitam fotos e vídeos feitos com celulares ou câmeras compactas e têm premiações específicas para essas modalidades. E há aplicativos de fotografia para iPhone, como o Hipstamatic, que simula fotos tiradas com uma câmera plástica, que fazem premiações mensais e lançam livros com coletâneas das melhores fotos tiradas por usuários.

OLHA
Mas talvez a mudança mais significativa é que tirar foto passou a ser um processo que inclui mostrar essa foto para o mundo na mesma hora. "A explosão dos celulares com câmera criou um terceiro olho na palma da nossa mão. E esse olho acaba servindo também como uma segunda boca, porque você se comunica com as outras pessoas com a imagem, a publica instantaneamente", explica Giselle Beiguelman, professora de pós-graduação da PUC-SP.

 FLICKR/PICASA OU ORKUT/FACEBOOK Flickr
O serviço tem aplicativos que facilitam o upload de fotos e rodam em Android, Blackberry e iPhone. Também é possível fazer o upload online, pelo site do Flickr, acessando-o com o navegador do celular Picasa - Android e Blackberry têm sua versão oficial do aplicativo Picasa. Para iPhone, use o kcPicasa, gratuito na Appstore da Apple. Em 'upload', escolha os álbuns e suba as fotos que tirou ou então tire as imagens para então subi-las Facebook - Baixe o Facebook Mobile (disponível para Android, Blackberry e iPhone). Na aba 'Photos', escolha um dos álbuns já existentes (ou crie um) e clique no botão '+'. Daí, é só tirar a foto, ou subir uma que você já tirou Orkut -

 Use o Mobo no Blackberry, o OrkUp no iPhone ou o Orkut Mobile para Android. Selecione o álbum, clique no ícone de imagem no Mobo, em 'Upload' no OrkUp e em 'Menu/Share' no Orkut Mobile, e selecione as fotos http://mobilementalism.com/imageSnag/thumbs250x250-1165-46a3defd9c40d.png

FOTOGRAFANDO EM MODO MANUAL

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FOTOGRAFANDO EM MODO MANUAL ENIO LEITE ESCOLA FOCUS CURSOS DE FOTOGRAFIA

Visor LCD da camera nikon D300 

OBTURADOR

Nos meados do século XIX, para fotografar, colocava-se a câmara com a objetiva tampada em frente ao assunto a ser fotografado, retirava-se à tampa pelos minutos necessários para a exposição do filme à luz, e em seguida, tornava-se a tampar novamente a objetiva. Com o avanço da fotoquímica, os filmes tornaram-se mais sensíveis, reduzindo a exposição a frações de segundo, criando a necessidade de criar um instrumento mais preciso, para estas exposições curtas.

Este instrumento é o obturador. Do latim "obturare" - fechar, tapar, entupir, sua função resume-se em controlar a entrada de luz. Encontrado em todas as câmaras atuais, o obturador é o dispositivo que determina quanto tempo a imagem projetada pela objetiva incidirá sobre o filme. Se esta exposição for excessiva, a imagem gerada será muito escura (superexposição, ou + 1 + 2 etc.), caso não seja suficiente, teremos um negativo muito claro (sub-exposto, ou - 1, - 2, etc.).

Os negativos de boa qualidade e densidade normal estão numa faixa intermediária (Fator 0) entre estes dois casos. Este instrumento é regulado por um mecanismo de relojoaria, nas câmaras mecânicas, ou por um cristal de quartzo conectado ao CI (circuito interno), um chip que comanda todas as operações nas câmaras eletrônicas, ambas bem complexas, abre-se deixando passar a luz, fechando-se, em seguida.

Produzem o tradicional "clique", indicando que o filme já foi exposto. Localiza-se sempre no caminho da luz, entre a objetiva e o corpo da câmara, às vezes dentro da própria objetiva, ou ainda dentro da câmara escura.

Quando o obturador é acionado, seu mecanismo entra em ação, dando passagem a luz, e conseqüentemente a imagem, fechando-se em seguida, finalizando assim a exposição. Na maioria dos casos, o obturador é acionado por uma mola, ou por um circuito eletrônico, que tem por função retirar e colocar no caminho da imagem, a peça responsável pelo bloqueio da luz. P

ode ser desde uma simples lâmina de metal, uma placa que gira e a luz entra por seu orifício durante um tempo padrão, determinado pela velocidade de rotação da própria placa. (Obturador de Placa Simples) Comum nas câmaras mais populares ou várias lâminas em justaposição que se abrem e fecham, produzem um movimento em Íris, denominado obturador diafragmático ou Íris, ou ainda uma cortina de tecido opaco, borracha ou de um finíssimo metal. Encontrado nas câmaras reflex mais sofisticadas (Obturador tipo íris ou de cortina).

Obturador Íris

Os obturadores de placa simples são de fácil manuseio, e custo baixo. Entretanto não são precisos, podem não distribuir a luz no filme com uniformidade, geralmente são programados para operar com velocidade única (entre 1/60 a 1/125s), impossibilitando os inúmeros efeitos que outras velocidades permitem. Os obturadores diafragmáticos são mais precisos, silenciosos, permitem a sincronização com o Flash Eletrônico em qualquer velocidade, e não apresentam distorções de exposição. São obturadores mecânicos, são como os relógios automáticos ou de corda, podem apresentar uma leve variação durante a exposição em dias muito quentes ou muitos frios. Apresentam restrições no uso de velocidade, pois suas lâminas são de movimento lento, não operando em velocidades acima de 1/500. O seu mecanismo normalmente está embutido na objetiva, o que dificulta a sua manutenção. Os obturadores de plano focal ou de cortina podem ser tanto mecânicos ou eletrônicos.

Os eletrônicos apresentam como vantagem custo menores de fabricação, pois trabalham com cristal de quartzo, e apresentam exposição precisa sob qualquer temperatura. Por outro lado, costumam apresentar defeitos em climas tropicais, que são muito úmidos, e oxidam seu circuito. Estes obturadores são formados pela junção de duas cortinas opacas, situadas no plano anterior ao do filme. Veja a seguir como funcionam: Ao acionar o obturador, a primeira cortina se abre, expondo o filme totalmente a luz. Após o tempo indicado, a segunda cortina segue a trajetória da primeira, bloqueando a entrada da luz e encerrando a exposição.

Ao avançar o filme, o obturador é novamente recarregado, e as duas cortinas voltam a sua posição inicial, prontas para uma nova exposição. As cortinas podem correr tanto no eixo horizontal quanto no vertical, de acordo com o projeto de cada fabricante. Há casos em que uma das cortinas permanece totalmente aberta. Isto acontece quando operamos em velocidade B (Bulb), e também nas velocidades baixas, que vão de 1 segundo até a velocidade de sincronismo do Flash Eletrônico (1/60, 1/125 e nos modelos mais recentes, 1/250).

Quando o obturador é acionado, a primeira cortina é aberta, e o Flash dispara antes da cortina fechar. Desta forma, toda a área do negativo ficará homogeneamente iluminada. Velocidades superiores a esse limite não podem ser utilizadas, sob risco de expor somente uma pequena faixa do negativo, já coberta pela segunda cortina. Os obturadores de cortina apresentam como vantagem velocidades mais rápidas, podendo atingir 1/4000 s ou mesmo até 1/8000 s, dependendo do modelo da câmara. São normalmente empregados nas câmaras reflex, as mais precisas e mais caras, na linha do pequeno formato 35 mm.

Contudo, podem apresentar distorções em altas velocidades, excessivo ruído de funcionamento, e o sincronismo da velocidade com flash eletrônico são limitados. O obturador tem por função básica, o controle da entrada da luz no plano do filme. Sua ação tem que ser exata, para que não haja nem sub nem superexposição. Nas câmaras mais sofisticadas, suas velocidades (tempo de exposição) são variáveis, o que permite fotografar em diversas condições de luz ou mesmo para congelar ou borrar o movimento. Caso a luz não seja suficiente, teremos que deixar o obturador aberto por mais tempo. Onde há muita luz, este deverá abrir velozmente para evitar superexposição. Se desejarmos "congelar" um movimento, o obturador terá que funcionar com maior rapidez. Quando se quer obter uma "ilusão de movimento" - linhas, traços, ou borrões do objeto fotografado - o obturador terá que permanecer aberto, permitindo que o próprio movimento da imagem seja traçado pelo filme.

Para que se tenha total controle sobre esses fatores - quantidade de luz, ação e movimento, os obturadores mais sofisticados apresentam uma ESCALA DE VELOCIDADES. Um dado tempo de exposição sempre representa o dobro da velocidade seguinte, ou a metade do tempo da velocidade anterior. Assim, uma escala que se inicie com 1 segundo, contará com as velocidades de 2s. 4s. 8s. 15s e assim por diante, ou no sentido inverso 1/2 s, 1/4 s, 1/8 s, 1/15 s etc. A escala completa de exposição se apresenta do seguinte modo: 8h, 4h, 2h, 1 h, 30 ', 15 ', 8 ', 4', 2 ', 1', 30", 15", 8", 4", 2", 1", 1/2 ", 1/4", 1/8", 1/15", 1/30", 1/60", 1/125", 1/250", 1/500", 1/1000", 1/2000", 1/4000", 1/8000". Os tempos superiores a 30 segundos são obtidos com velocidade B (Bulb), que mantém aberto o obturador enquanto este estiver acionado. As máquinas eletrônicas mais sofisticadas conseguem programar esta exposição até 30 segundos, ou mesmo 1 minuto, dependendo do modelo. As outras velocidades, mais rápidas, são ajustadas pelo próprio obturador.

A velocidade de segurança, aquela que se pode operar sem tremor, depende basicamente da distância focal da objetiva a ser utilizada. Uma objetiva normal, de distância focal 50 mm, requisita uma velocidade de 1/60 s. Uma teleobjetiva de 200 mm, já exige uma velocidade de 1/250 s, enquanto que uma grande angular de 28 mm, pede uma velocidade de 1/30. A velocidade do obturador deverá sempre ser compatível com o comprimento da objetiva.

 Observe isto antes de fotografar. A determinação da abertura do diafragma é feita por meio de uma nomenclatura própria, denominada

ESCALA DE NÚMEROS f/.

Quanto maior for o número, menor será a quantidade de luz a ser transmitida pela objetiva, e menos luminosa a imagem se formará. Esta escala se apresenta da seguinte forma: f/1,f/ 1.4,f/ 2, f/2.8,f/ 4,f/ 5.6,f/ 8,f/ 11,f/ 16,f/ 22,f/ 32, e outras. Nessa escala, reduz-se sempre a metade a luz do numero anterior, ou seja, a abertura f/2 é a metade em relação à f/1.4, mas representa o dobro em relação à f/2.8. À medida que se fecha o diafragma a sua área é reduzida pela metade, e à medida que se abre, esta área é dobrada. Os números f/ correspondem a uma série de círculos decrescentes. A maior abertura, maior entrada de luz, corresponde ao 1.

Em cada posição sucessiva, a área do circulo correspondente vai sendo reduzida, para o que temos que dividir o diâmetro do circulo maior pela raiz de 2, raiz de 4, raiz de 8 é raiz de 16, e assim por diante. Os produtos dessas raízes são: f/1.4, f/ 2, f/ 2.8 e f/ 4. Estes produtos são os números que aparecem na borda do diafragma e correspondem à grandeza a que é reduzida a superfície da abertura. As velocidades de um obturador mais complexo, geralmente variam de B até 1/8000s. Estas velocidades, ou tempos de exposição, aumentam ou diminuem em um sistema múltiplo de dois. Cada uma delas é o dobro da velocidade seguinte é a metade da anterior, ou seja, por exemplo, 1/125 “é o dobro de tempo de 1/250" e a metade de 1/60. Desta forma, pode-se estabelecer com precisão a relação entre a abertura do DIAFRAGMA, que são determinadas pelas mesmas bases.

Caso tenhamos que reduzir a velocidade de 1/60, para 1/125, afim de "parar" o movimento de uma pessoa caminhando, teremos que abrir o DIAFRAGMA em um ponto (+1), de f/5.6 para f/4. Por quê? - Porque diminuímos pela metade o tempo de exposição, que implicará em uma sub-exposição (-1). Abrindo o DIAFRAGMA de f/ 5.6 para f/4, dobramos a quantidade de luz por ela admitida, e assim teremos uma imagem com a mesma gama de contraste. A luminosidade de uma lente depende de seu diâmetro e de sua distância focal. Como estas duas grandezas variam inversamente uma em relação à outra, ou seja, quanto maior o diâmetro da lente mais luminosa ela é, e quanto maior a distância focal menor a luminosidade da mesma, é possível medir a característica de luminosidade de uma lente em relação à outra através do quociente "distância focal / diâmetro da lente". Uma lente comum (exceto zoom) não pode ter sua característica de distância focal alterada, porém pode ter sua característica de diâmetro alterada, através de um dispositivo denominado diafragma.

Abrindo-se ou fechando-se o mesmo é possível controlar a luminosidade da lente, daí o termo abertura ser utilizado para medir esta característica da lente. A letra " f " minúscula é utilizada para representar este quociente: Onde: • f é o valor da abertura do diafragma obtido • Distância focal é o comprimento da lente em questão • A é o diâmetro da abertura da lente, em milímetros Estas grandezas são medidas em milímetros, assim, um exemplo de abertura para uma determinada lente é f = 100mm / 50mm o que resulta no valor f = 2. Existe uma convenção, herdada do mundo fotográfico, onde a abertura ajustada em determinada lente é representada por " f/x " onde " x " é o próprio valor da abertura " f ". Assim, no exemplo acima a abertura da lente de distância focal 100mm e diâmetro 50mm é indicada por " f/2 " .

Para facilitar o uso do diafragma, foram estabelecidos valores-padrão para suas aberturas em uma escala de pontos (f-stops), onde cada ponto corresponde a uma abertura do diafragma que deixa passar metade da luz do ponto antecessor e o dobro da luz do ponto sucessor. O desenho abaixo mostra uma seqüência dessas aberturas, onde, da esquerda para a direita, a área central (por onde passa a luz) de uma dada abertura tem metade do tamanho da área da Como a área pela qual passa a luz no diafragma é a de um circulo, existe uma fórmula matemática (vide final deste item) que a relaciona com seu diâmetro: a área de um círculo dobra se seu diâmetro for multiplicado por v2 (raiz quadrada de 2) e fica dividida pela metade se o mesmo diâmetro for dividido também por v2. Conforme visto acima, a abertura de uma lente pode ser representada pelo quociente da distância focal da lente pelo diâmetro da mesma, ou seja, para uma determinada lente com distância focal fixa F, a abertura pode ser indicada por f = F / D , onde ' D ' é o diâmetro da abertura do diafragma (que pode ser considerado como o diâmetro da lente). Para obtermos uma abertura f ' com metade da área de uma dada abertura f , é necessário portanto dividir seu diâmetro por v2. Assim, se f = F / D , f ' será F / (D / v2) o que é o mesmo que F / 1 multiplicado por v2 / D , ou seja, F / D multiplicado por v2 ; como F / D = f , conclui-se que f ' = f multiplicado por v2 Considerando-se f = 1 como o valor máximo de abertura da lente (diafragma totalmente aberto), o próximo valor será portanto 1 multiplicado por v2 .

Como o valor de v2 = 1,4142135... , chega-se em 1,4, que é o valor do próximo número ' f ' (f-stop), o que deixa entrar metade da luz pelo seu orifício em relação a f = 1 . A seguir, sucessivamente, multiplicando-se cada valor de f por v2 , tem-se os valores da escala padrão de aberturas, ou seja: f/ 1.0 / 1.4 / 2 / 2.8 / 4 / 5.6 / 8 / 11 / 16 / 22 / 32 onde, da esquerda para a direita, cada ponto significa metade da luz admitida pela lente em relação ao ponto anterior e vice-versa.

A abertura máxima da lente (diafragma totalmente aberto) corresponde ao valor 1.0. No entanto, como as lentes possuem anéis ao seu redor para fixá-las à objetiva e outros elementos internos, suas aberturas máximas nunca são 1.0 e sim valores um pouco menores do que isto, como f/1.2. Esse valor de abertura máxima varia, portanto de lente para lente, porque depende da sua construção, e influi na luminosidade da lente; assim, para lentes de mesmo diâmetro e mesma distância focal (outro fator que influi na luminosidade), uma lente com abertura máxima 1.2 é mais luminosa do que uma lente cuja abertura máxima é 1.8 .

Por outro lado, para lentes com diâmetros diferentes e mesma distância focal, ter a mesma abertura máxima não significa que as lentes sejam igualmente luminosas: entre duas lentes com mesma distância focal e abertura máxima 1.3 , se a primeira tiver diâmetro maior do que a segunda é mais luminosa do que esta. E, ainda, duas lentes com mesmo diâmetro, mesma abertura máxima e mesma distância focal podem diferir (embora pouco) na característica luminosidade, que também depende do material com que as mesmas são confeccionadas.

 Quanto ao diâmetro, no segmento semi-profissional os mais comuns são: 52mm, 58mm, 62 mm, 67 mm, 72 mm, 77 mm e 100 mm. A abertura trabalha em conjunto com a velocidade do obturador para obter-se a exposição correta da imagem. Este é o EV =0 da cena a ser fotografa.

E V - EXPOSURE VALUE - VALOR DE EXPOSIÇÃO - RELAÇÃO ENTRE A ABERTURA DO DIAFRAGMA E A VELOCIDADE DO OBTURADOR

As velocidades de um obturador mais complexo, geralmente variam de B até 1/8000s. Estas velocidades, ou tempos de exposição, aumentam ou diminuem em um sistema múltiplo de dois. Cada uma delas é o dobro da velocidade seguinte é a metade da anterior, ou seja, por exemplo, 1/125 “é o dobro de tempo de 1/250" e a metade de 1/60. Desta forma, pode-se estabelecer com precisão a relação entre a abertura do DIAFRAGMA, que são determinadas pelas mesmas bases. Caso tenhamos que reduzir a exposição de 1/60, para 1/125, afim de "parar" o movimento de uma pessoa caminhando, teremos que abrir o DIAFRAGMA em um ponto (+1), de f/5.6 para f/4.

Por quê? - Porque diminuímos pela metade o tempo de exposição, que implicará em uma sub-exposição (-1). Abrindo o DIAFRAGMA de f/ 5.6 para f/4, dobramos a quantidade de luz por ela admitida, e assim teremos uma imagem com a mesma gama de contraste. As câmaras eletrônicas programáveis possuem uma serie de funções, que trabalham basicamente com esta relação.

Ao serem ajustadas para "P" (Program), o fotômetro automaticamente programa a abertura e velocidade correspondente para as condições de luz em questão (Fator 0), tomando como referência a sensibilidade do filme utilizado. Programadas para "A" (Aperture), fixamos qual a abertura do DIAFRAGMA que pretendemos operar, e o fotômetro busca automaticamente a velocidade correspondente. Em "S" (Speed), escolhemos com que velocidade vamos fotografar que seu circuito escolherá qual será a abertura correspondente. Alguns modelos ainda apresentam o modo DEPH, onde podemos operar automaticamente com o recurso da MAIOR PROFUNDIDADE DE CAMPO POSSÍVEL. Este recurso determina o primeiro, plano do meio e o último plano da cena, selecionando a melhor abertura para deixá-los em foco. Outras trazem ainda o programa "ISO", para a escolha da sensibilidade da luz da cena a ser fotografada.Mas, nem sempre o fotografo amador quer queremos operar com a sensibilidade nominal - sensibilidade real -por isso o programa "ISO" nos oferece mais esta opção.

Exemplo de pouca profundidade de campo. Abertura f/5.6 com zoom 300 mm. A profundidade de campo depende a abertura selecionada, da distancia focal de sua lente e também da distancia que você se encontra do assunto fotografado. Quanto mais próximo, melhor será o efeito de desfoque. Quanto às velocidades, existem certos fatores que precisamos conhecer para obter melhor rendimento em nosso trabalho. A escala de velocidade é dada pelo tempo de exposição em hora, minutos, segundos e frações de segundos. Um dado tempo de exposição sempre representa o dobro ou a metade do anterior.

Assim uma escala que se inicie em 1 segundo contará com velocidades de 2s, 4s, 8s, etc., A escala completa, conforme já vimos, se apresentará do seguinte modo: 8h, 4h, 2h, 1h, (60') 30' 15' 8' 4' 2' 1' até (60"), nos fotômetro manuais, e 30" 15" 8" 4"e 2" (nas câmaras tipo Reflex Digital) e 1" 1/2" 1/4" 1/8" 1/15" 1/30" 1/60" 1/250" 1/500" 1/1000" 1/2000" 1/4000", nas câmaras reflex digitais. Os tempos de exposição superiores a 30 segundo salvo com "B". Este mantém aberto o obturador, enquanto o disparador estiver acionado. O congelamento de objetos em movimento é algo que depende mais da experiência do fotografo do que de regras em movimento; sentido do movimento; tipo do movimento; etc. E somente um estudo detalhado de cada caso poderia esclarecê-los. Existem algumas regras importantes que podem ajudar a estabelecer padrões mínimos referentes à qualidade da imagem. Por convenção, consideramos uma Fotografia tremida fora dos padrões de uma foto correta.

DICAS:

 1. VELOCIDADE MÍNIMA SEM TREMOR Segurando firmemente a câmara, fotografamos um objeto fixo com velocidades decrescente a partir de 1/250s. Ao analisarmos os negativos, observaremos que os fotogramas feitos com velocidades 250,125 e 60 não apresentam nenhum tremor visível. Já em 1/30s, visualizamos um pequeno tremor, que vai se acentuando a partir de 1/15s. O tremor em 1/30s pode ser considerado aceitável em alguns trabalhos (jamais em eventos formais). As outras velocidades, 1/15, 1/8, 1/4 podem apresentar um tremor bastante interessante. Já que trabalhos convencionais exigem fotos não tremidas, sempre optaremos, nessas circunstâncias, pela velocidade mais rápida, que a condição da luz e o diafragma nos permitirem. Alguns modelos de câmera apresentam o recurso do Estabilizador de Imagem. Este nos propicia a r fotografar de 2 até três pontos da velocidade limite ( Ex: de 1/60 para1/30 ou 1/15). Mas em fotografia, todo o recurso tem um custo. A imagem não fica tremida, mas será levemente desfoclaizada.

VELOCIDADE E DISTÂNCIA FOCAL

A regra que produz imagens sem tremor está diretamente relacionada com a distância focal (comprimento) das diferentes objetivas, conforme vimos anteriormente. Utilizar a velocidade de 1/60s em uma câmara cujo filme é de 35 mm, com uma objetiva normal de 50mm, não gera os mesmos efeitos que produziria se a objetiva fosse, por exemplo, uma tele de 200mm. A velocidade mínima aceitável, neste último caso, (ou seja, que não apresentar tremor de câmara quando firmemente segura nas mãos), é igual ou aproximada á distância focal da objetiva utilizada. Para uma objetiva de 200 mm, uma velocidade razoável seria de 1/250s. Para uma objetiva de 400 mm, velocidade de 1/500s, para 24mm, 1/30s, e assim por diante. DIAFRAGMA Com a evolução da câmara escura renascentista, foi necessário introduzir lentes que permitissem a formação de imagens mais definidas e luminosas para o seu melhor aproveitamento da Fotografia como recurso expressivo. Com o aparecimento de emulsões fotos sensíveis, a câmara passou a ser utilizada também pela Fotografia. O uso de objetivas mais aprimoradas e as descobertas relacionadas às emulsões fotográficas, tornando-as mais sensíveis, impuseram novos parâmetros aos controles de exposição. O obturador surge como controlador do tempo de exposição, e o diafragma, como o dispositivo que regula a quantidade de luz que deverá passar pela objetiva durante o tempo selecionando no obturador. Os primeiros diafragmas eram conjuntos de placas contendo orifícios de diferentes diâmetros, normalmente inseridos entre a objetiva e o plano do filme. A determinação do diafragma sempre é inversamente proporcional a quantidade de luz existente. Em um dia de muito sol, mantém um orifício pequeno; dia nublado abre se um orifício maior. O sistema de diafragmação pode ser mecânico, um sistema de palhetas em movimento de íris, ou totalmente eletrônico, no caso das câmeras digitais..

UTILIZAÇÃO ESPECÍFICA DE ISO EM ALTA SENSIBILIDADE

 Quando fotografamos em lugares com “pouca luz”, por exemplo: dentro de casa, em bares, teatro etc. e não podemos usar flash ou tripé, empregamos filme de alta sensibilidade, para fotografar com velocidades entre 1/30 e1/45. Ou ainda, quando optamos pelo recurso da PROFUNDIDADE DE CAMPO: a fim de obter maior nitidez na cena inteira - utiliza se o diafragma o mais fechado (f / 11, f/ / 16, f / 22 e outros), logo entrará menos luz pela objetiva, e conseqüentemente, entrará mais luz pela cortina do obturador, empregando-se assim, velocidades mais lentas como (1/4 1/15 1/30).Por outro lado, quando necessitamos fotografar cenas de muito movimento como (corridas de moto cross, corridas de cavalos e etc.) onde se utiliza velocidades mais altas como (1/125, 1/250, 1/500...) para congelar os movimentos, então se recomenda o uso de filmes de alta sensibilidade como (ISO 1600, ISO 3200) o que possibilita o uso de diafragmas mais fechados e velocidades mais altas, obtendo - se “foco’” na cena inteira e congelando, ao mesmo tempo, objetos em movimento Por fim, aconselha-se também o uso de valores de ISO mais altos, quando se fotografa com objetivas ZOOM em dias nublados, ou ambiente com pouca luz. A falta de luminosidade do ZOOM, geralmente f/3.5 ou 4.5, obriga o fotômetro a selecionar uma velocidade mais lenta, 1/60 ou 1/30, que sem tripé é impossível de se conseguir um bom resultado. Mas, nunca se esqueça que quanto maior for a sensibilidade do filme empregado, menor será a qualidade final das suas imagens.

FOTOS COM VELOCIDADE RÁPIDA

Para fotografar quedas d'água em locais com boa iluminação ou ondas batendo nas pedras, o ideal é sempre usar recurso de alta-velocidade. Prefira sempre velocidades acima de 1/500. Fotos de asas de beija-flor, por exemplo, e outro movimento ultra-rápido prefira velocidades acima de 1/2000. Isto também se aplica na hora de fotografar crianças.

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