WALKER EVANS FOTOGRAFO ENIO LEITE ESCOLA FOCUS FOCUSFOTO CURSOS FOTOGRAFIA PRETO E BRANCO

Fonte: MASP online

São mais de 100 imagens do cronista visual do cotidiano norte-americano do sec  
Fonte: photos/uol

 Mais de 120 imagens detalham a perspectiva de Walker Evans sobre a sociedade americana dos anos 20 ao início da década de 70. Séries sobre a Grande Depressão e o cotidiano de Nova York são alguns dos destaques na mostra em cartaz até dia 10 de janeiro no MASP, em São Paulo.

A mostra é composta pela principal coleção de fotografias do retratista da América do Século XX, em sua maioria em preto e branco. O norte-americano Walker Evans descobriu a sua paixão pela fotografia durante os anos 20. Por meio de imagens que refletem a modernidade das cidades, registradas com uma câmera Leica, em 1928, Evans fotografou os arranha-céus de Nova Iorque, demonstrando ousadia com ângulos inéditos para a época.  Vale a pena conferir a retrospectiva de Evans.

Até dia 10 de janeiro de 2010

Horários: De terças-feiras a domingo e festivos, das 11h às 18h. Às quintas-feiras, das 11h às 20h.

Ingressos: Inteira: R$ 15,00. Estudantes: R$ 7,00.
Gratuito até 10 anos e para maiores de 60 anos.
Às terças-feiras a entrada é gratuita para todos.
Classificação: Livre.

MASP - Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand
Avenida Paulista, 1.578 - São Paulo - SP - Brasil

SOBRE WALKER EVANS

Walker Evans (1903, St. Louis, Missouri – 1975, New Haven, Connecticut) sem dúvida, uma referência na história da fotografia, está presente pela primeira vez em São Paulo, com uma exposição individual no MASP, que reúne 113 fotografias que abrangem diferentes períodos de sua trajetória profissional. A relação mais imediata que normalmente se faz com seu trabalho é que ele foi um dos fotógrafos ativos na década de 1930 no programa da Farm Security Administration (FSA). Mas sua grandeza e sua importância estão muito além disso. Evans é acima de tudo um intelectual refinado que se aproximou com muita intensidade da literatura e se conectou com movimentos artísticos que pontuam sua obra em diferentes momentos. Basta aprofundar um pouco nosso olhar sobre seu percurso para saber, por exemplo, que Evans incorporou o intelectualismo europeu da modernidade e das vanguardas, em particular o contexto literário que está presente e é significativo em sua fotografia. Ele mesmo se denominava “um homem da literatura, influenciado por Flaubert, Baudelaire, Proust, Stendhal, Henry James, Hemingway e acima de tudo James Joyce”.

Influenciado por Eugene Atget, entre outros, sempre rejeitou o rótulo de “fine art photographer”. Aliás, o trabalho de Walker Evans foi muito mais publicado em livros, catálogos e revistas, do que exibido em museus e galerias. Assumiu esse compromisso desde o início de sua carreira, optando por publicar suas imagens. Mesmo assim, tornou-se referência para muitos, entre eles Robert Frank, Lee Friedlander, Diane Arbus, Garry Winogrand, o melhor da fotografia americana produzida entre as décadas de 1950 e 1970. Robert Frank, por exemplo, se aproximou de Evans desde sua primeira viagem aos EUA, e o tornou seu mentor intelectual. Por sua vez, Evans além de considerá-lo um jovem talento, foi o responsável (e uma espécie de co-autor secreto) por estimulá-lo a escrever um projeto à Fundação Guggenheim, do qual era conselheiro. A realização deste projeto após dois anos e 767 rolos de filmes 35mm, concretizou-se em outro clássico, o livro Les Américains, com 83 fotografias, em 1958, editado por Robert Delpire.

Walker Evans por sua vez, já era consagrado quando Robert Frank chegou aos EUA pela primeira vez no final dos anos 1940. Foi colaborador da revista Fortune e em 1934 apresentou um vigoroso ensaio sobre o Partido Comunista dos EUA. Mais tarde tornou-se editor associado de fotografia e colaborou até abril de 1965. Entre outras realizações, em 1933, sua exposição Walker Evans: Photographs of 19th Century Houses, foi a primeira individual na história institucional do MOMA, apesar de Beaumont Newhall considerá-la apenas como uma exposição dedicada à arquitetura e não à fotografia. Mas, foi em 1938, com a lendária exposição American Photographs, resultado das fotografias produzidas nos dois anos anteriores no sul dos EUA, é que Walker Evans inscreve seu nome nas artes visuais. Praticamente criou um estilo para a fotografia americana e a mostra é considerada a primeira manifestação da fotografia como arte autônoma no MOMA.

Em 2008, tive a oportunidade de participar da banca de doutorado de Diana de Abreu Dobranszky, da Unicamp, que pesquisou durante mais de um ano os arquivos do MOMA para sua tese “A legitimização da Fotografia no Museu de Arte: o Museum of Modern Art de Nova York e os anos Newhall no Departamento de Fotografia”, orientada pelo Prof. Dr. Fernando de Tacca. Um exemplar está disponível na Biblioteca do Instituto de Artes da Unicamp e recomendamos fortemente este trabalho pela quantidade e qualidade dos dados reunidos e que discute e relaciona a presença da fotografia no MOMA, após árdua e intensa pesquisa.

O curioso é que a exposição American Photographs contempla mais de uma centena de fotografias produzidas ao longo de uma década e foi minuciosamente editada por Evans. A mostra foi concebida por Lincoln Kirstein, seu amigo de toda a vida, teve organização inicial de Newhall. Mas, este último foi praticamente hostilizado por Evans que optou pelo controle total da exposição, criando conscientemente, uma narrativa consistente que valorizava intenção, continuidade e clímax. Por outro lado, o livro publicado com o mesmo título tem projeto editorial do fotógrafo, mas é completamente diferente. 47 fotografias da exposição não estão no livro e 33 outras que estão  editadas na publicação não estão na exposição, o que diferencia os dois produtos, ambos clássicos e referenciais.


Antes da FSA, Walker Evans já tinha realizado e publicados alguns  ensaios contundentes e reveladores, entre eles, Brooklyn Bridge e New York Streets, ambos de 1929, Tahiti, de 1932 e Havana, de 1933. Segundo Gilles Mora e John T. Hill, no fascinante livro Walker Evans – The Hungry Eye, “entre os 75 mil negativos dos arquivos da FSA, Evans contribuiu com apenas algumas poucas centenas. Sua produção, realizada no período dezembro de 1935 e julho de 1938, é diferenciada e não obedeceu aos preceitos de Roy Stryker, um dos coordenadores e que alinhava as imagens à ideologia do projeto. Evans se recusou participar deste contexto e quando se afastou, deixou claro que sua fotografia para FSA “era puro registro, não propaganda”.

Walker Evans é um fotógrafo intenso, dramático e lógico, que soube articular com precisão a câmera para não transformá-la num mero aparato de reprodução, mas dotá-la de uma inteligência mediadora conectada ao seu olhar instigante e crítico. A exposição Walker Evans em exibição no Masp – Museu de Arte de São Paulo

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FONTE: http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/635/artigo157743-2.htm

Stein (esquerda) e Farias vão apelar para o lado emocional de ter uma foto impressa

Kodak agora aposta na impressão de fotos como principal tendência para 2010. Mas será que os consumidores concordam?

Quem entra no escritório da Kodak, localizado na agitada rua Fidêncio Ramos, em São Paulo, logo sente uma nostalgia. Fotos gigantes dos filhos dos funcionários espalhadas por todos os lados. Na sala central, cada baia é identificada por uma fotografia da infância do dono do espaço. Apesar dos esforços e dos US$ 4 bilhões investidos para se tornar uma companhia digital, a empresa ainda mantém viva suas origens. Mas a impressão ainda é sua grande aposta. De cada 100 fotos tiradas com câmeras digitais, 14 são impressas. Em 2010, o número de impressões vai crescer 5%, fato que não ocorre há anos. "A Kodak tem o maior portfólio de comunicação gráfica do mundo", se orgulha Gilberto Farias, diretor-geral da Kodak do Brasil. Mas como convencer o consumidor a voltar ao tempo das fotografias estampadas em papel? "Apelando ao seu lado emocional", diz Emerson Stein, diretor-geral de vendas. "Com a captura digital, o valor sentimental da imagem se quebrou", complementa Farias, com um portaretrato digital em sua mesa.

Após registrar perdas contínuas com o avanço da fotografia digital, a Kodak foi obrigada a se reinventar. Entre 2003 e 2007, investiu bilhões na aquisição de empresas. Desse total, US$ 2,6 bilhões foram destinados ao grupo de comunicações gráficas. Hoje, a divisão representa 35% da receita total, de US$ 9,4 bilhões. Além de fabricar impressoras e papéis especializados, a empresa ainda oferece o serviço de terceirização de impressão. "A tendência desse mercado é cair. As pessoas estão substituindo o uso do papel para cortar custos", alerta o analista Ivair Rodrigues, da consulto- ROBERTA NAMOUR Kodak ria IT Data. É o caso do DDA, sistema que aposenta a emissão e envio de boletos para o pagamento de contas, implantado pelos bancos em outubro. Muitos consumidores preferem também guardar suas fotos em sites de compartilhamento de fotografia, como o Flickr, do Yahoo.

A crença no papel é tanta que até ex-funcionários admitem que a companhia está no caminho certo. É o caso do argentino Fernando Bautista, antecessor de Gilberto Farias na direção- geral no Brasil. "São negócios rentáveis e com escala, razões pelas quais acredito que o futuro da Kodak seja sustentável", afirma Bautista, que hoje é gerente-geral da Moisac, uma multinacional da indústria química. Para difundir a cultura da impressão, a empresa tem feito um trabalho de catequização do mercado. Centenas de quiosques da Kodak espalhados pelo Brasil procuram reaproximar o consumidor da velha prática da revelação. Em dezembro, uma campanha publicitária da companhia entra no ar com mensagens sentimentais. A empresa garante que o avanço dos equipamentos eletrônicos não representa nenhuma ameaça para seus planos. Nem o celular. A capacidade de definição de imagens dos telefones móveis está cada vez mais próxima das câmeras digitais. A Samsung lançou recentemente um aparelho com câmera de 12 megapixels, o que permite fazer uma ampliação de 50 x 60 cm com qualidade. "Quanto mais cliques, mais clientes em potencial para a impressão de fotos", afirma Stein. No ano passado, a Kodak fez uma parceria com a Motorola para lançar um celular em conjunto. Para aumentar o número de cliques e estimular a venda de câmeras digitais no País, a empresa encontrou uma fórmula para tornar os aparelhos mais acessíveis.

O Brasil é o único país fora a China a ter uma fábrica de câmeras digitais da companhia. A fabricação local permitiu à empresa trazer ao mercado câmeras de alta tecnologia com funções simples e preços baixos. Aparelhos de 8 megapixels custam R$ 399. "Sempre acreditamos no potencial do mercado brasileiro", diz Farias. "O retorno virá em serviços", acrescenta. Antes, porém, a Kodak terá de convencer o consumidor a voltar no tempo.

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LULA E OUTROS LIDERES MUNDIAIS APARECEM MAIS VELHOS EM PROTESTO AMBIENTAL 

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/lula-se-desculpa-pela-catastrofe-ambiental-516495.shtml

ONGs ambientais iniciaram nesta semana um protesto criativo contra a falta de medidas dos governos no combate ao aquecimento global. O Greenpeace e a "TckTckTck" divulgaram cartazes com imagens dos principais líderes mundiais envelhecidos, pedindo desculpas por não terem tomado atitudes mais firmes na luta pelo meio ambiente. O presidente Lula foi um dos escolhidos pelas ONGs, que também selecionaram o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e o presidente da França, Nicolas Sarkozy, entre outros.

Nos cartazes, espalhados por aeroportos, os líderes dizem "Me desculpe. Nós poderíamos ter parado essa catastrófica mudança climática... mas não o fizemos".

As imagens fazem parte de uma campanha para pressionar os países a aceitarem metas ousadas de redução dos gases do efeito-estufa, como o CO2 (dióxido de carbono), durante reunião da ONU (Organização das Nações Unidas) que começa na próxima segunda-feira (7), na Dinamarca.

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Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/empresa-planeja-o-holograma-do-futuro-02122009-3.shl holograma do futuro escola focus enio leite focusfoto cursos fotografia digital focus group SÃO PAULO – Em alguns anos, sua carteira de identidade pode ter uma digital como a da foto acima.

As fotos do seu passaporte, carteira de motorista e até mesmo o crachá da firma podem estampar um holograma 3D como o do vídeo abaixo – que mostra também os lados do rosto conforme a superfície é movida. Isso, é claro, se os planos da GE Global Research se concretizarem.

A empresa deslocou uma equipe de cientistas para trabalhar na criação de um novo material holográfico. Esse termo-plástico está sendo desenvolvido em parceria com a SABIC Innovative Plastics para ser utilizado em todas as situações acima – e em muitas outras.

O material holográfico tem um diferencial: pode ser processado como um plástico convencional e os hologramas são gravados dentro do material – e não na superfície. Com o holograma laminado dentro do cartão, a empresa garante que é praticamente impossível a alteração de seus dados.

O material, por enquanto, comporta imagens binárias, em 3D ou por animação.

EXEMPLO: Leitura da iris humana em imagem holográfica: leitura iris humana escola focus holografia fotografia digital focusfoto enio leite mundo fotografico

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Mark Zuckerberg, fundador do Facebook: zoológico de Viena criou o projeto para entreter Nonja e seus três companheiros de cativeiro.

VIENA - Uma fotógrafa peluda de 33 anos está ganhando fãs na rede social Facebook por imagens de sua vida cotidiana como orangotango em um zoológico de Viena. As fotos da orangotango Nonja já têm mais de 500 fãs no Facebook desde ontem, quando o zoo lançou um álbum virtual. Embora as imagens levemente borradas da ração de Nonja, de sua corda e dos companheiros de pêlo castanho tenham rendido comentários de admiração dos fãs, a própria fotógrafa não parece muito interessada. "É claro que os macacos não se importam com as fotografias, elas são apenas um produto colateral acidental", disse o porta-voz do zoológico, Gerhard Kasbauer.

 "Eles só sabem que, quando pressionam o botão, aparece uma uva passa", explicou. O zoológico de Viena criou o projeto para entreter Nonja e seus três companheiros de cativeiro.

O álbum pode ser visitado no site bit.ly/51O6pF .

Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/internet/orangotango-fotografo-tem-fas-no-facebook-02122009-44.shl

 

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