FOCUS ESCOLA DE FOOTGRAFIA ENIO LEITE CURSOS DE FOTOGRAFIA DIGITAL CURSOS DE PHOTOSHOP

A Focus Escola de Fotografia abre as inscrições para os  Curso de Fotografia para 2010, com novos conceitos de cursos.

 

Fonte: BBC/Brasil

Motivado pelo aquecimento do mercado fotográfico, a Escola Fcous, escola de cursos profissionalizantes em fotografia, está com as matrículas abertas para o seus cursos de Fotografia de 2010. Coordenado pelos fotógrafos Enio Leite e Luisa Loffredo, as atividades visam a formação de profissionais completos, preparados para atuar em todas as vertentes do segmento.

 

 

Com duração de um semestre, os curss da Focus Escola de Fotografia é baseado em métodos modernos, utilizados nas principais escolas de fotografia do mundo. "Nós trabalhamos diretamente com noções práticas e teóricas do mercado profissional, passando por temas como iluminação e estúdio; fotografia digital e Photoshop; linguagem fotográfica e análise de imagem; fotografia de moda; fotografia publicitária; fotojornalismo; fotografia artística; edição; e fotografia de natureza, com aula prática no Centro Histórico de São Paulo", relata Luisa Lofredo.

 

Além do destacado programa acadêmico, o coordenador Enio Leite explica que a instituição conta com professores premiados e ativos no mercado de trabalho, fato que facilita a interação entre os alunos e o mercado profissional. "A arte de fotografar está diretamente ligada às tendências e técnicas utilizadas.

 

Por estes motivos, os alunos da  Escola Focus têm acesso à inúmeras atividades especiais que visam a troca de experiências e conhecimentos, entre elas a produção de exposições, acesso aos trabalhos de vários profissionais, workshop com fotógrafos de destaque no cenário nacional e encaminhamento ao mercado de trabalho".

 

Focus Escola de Fotografia
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GLOSSARIO FOTOGRAFICO ESCOLA FOCUS ENIO LEITE CURSOS DE FOTOGRAFIA MUNDO FOTOGRAFICO

GLOSSÁRIO DIGITAL

AUTOR: Prof. Enio Leite. Focus - Escola de Fotografia
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Conheça melhor esta nova nomenclatura:

ACROBAT Aplicativo desenvolvido pela Adobe que gera arquivos PDF (Portable Document Format). Podem ser visualizados pelo Acrobat Reader em qualquer computador, independente de plataforma, sistema operacional ou tipos de fonte.

ACESS TIME é o tempo que a cabeça do HD (mecanismo de gravar/reproduzir) leva para chegar a posição de operação no disco duro, e a correspondente rotação do HD até atingir a posição correta.

ADAPTADOR FLOPPY é um dispositivo parecido com um disquete, que permite ler os cartões SmartMedia ou Memory Stick através da unidade floppy de um computador.

ARTIFACT Distorção de cor que pode afetar uma imagem JPEG com alta taxa de compressão. O defeito é perceptível como um halo branco ou preto ao redor das áreas contrastadas da imagem. Este problema ocorre devido a uma má interpretação da informação da imagem durante o processo de compressão do JPEG.

ARQUIVO DIGITAL Conjunto de Informações as quais podem conter planilhas, textos, imagens etc. Usualmente, armazenamos os arquivos em mídiasópticas (CDR, CDRW,MO,etc) ou magnéticas (Disco Rígido, Zip DISK, disquetes, etc).

BALANÇO DE BRANCO Recurso destinado a pré-ajustar o equipamento em relação à iluminação utilizada. Tem o branco como referência. Muito importante!

BATERIAS NiCad: as baterias de níquel-cádmio estão perdendo a preferência como fonte de alimentação para produtos eletrônicos pessoais, devido à necessidade de recarga freqüente.

BATERIAS de íon de lítio: tecnologia de bateria popular e de longa duração geralmente utilizada em câmeras digitais; o lítio é o metal mais leve e apresenta o mais alto potencial eletromecânico.

BATERIAS NiMH: baterias híbridas de níquel-metal armazenam até 50 por cento mais de energia do que as baterias NiCad.

BIT Unidade básica da informação. No sistema binário, podemos representar apenas dois valores: 0 (zero) e 1 (um).
8 bits = 1 byte
1024 bytes = 1 KB
1024 kbytes = 1MB
1024 megabytes = 1 GB
1024 Gigabytes = 1 Terabyte

BITMAP Uma imagem "bitmapeada" é aquela na qual registramos as informações (cor e posicionamento) de cada pixel, utilizando uma matriz bidimensional (mapa X/Y).

BMP Formato de gravação de arquivos, difundido pelo Microsoft Windows, no qual as informações são gravadas utilizando um "bitmap".

BRACKETING: truque empregado pelos fotógrafos para assegurar exposição adequada sem um medidor ou para garantir exposição mais precisa ao utilizar um medidor. O fotógrafo bate uma série de imagens, uma com a exposição medida ou estimada, a seguinte com exposição um pouco maior e outra com exposição um pouco menor.

BYTE Conjunto de 8 bits. Também conhecido como "palavra". 8 bits = 1 byte / 1024 bytes = 1 KB / 1024 kbytes = 1MB / 1024 megabytes = 1 GB / 1024 Gigabytes = 1 Terabyte

BUFFER O buffer é um dispositivo que funciona como a memória RAM da câmera digital onde as imagens ficam temporariamente arquivadas antes de serem gravadas no cartão de memória. É responsável pelo recurso de fotos seqüenciais, pois trata-se de um tipo de memória extremamente rápida, permitindo que o tempo entre um disparo e outro seja curto.

BURST MODE OU CONTINUOUS MODE Modo de disparo contínuo, para capturar várias imagens consecutivas, apertando o disparador uma única vez. Útil em fotojornalismo e fotos de ação, para captar seqüências de imagens em movimento.

CÂMERA DIGITAL Equipamento semelhante a uma câmara convencional, porém registra as imagens através de um CCD, ao invés de um filme fotográfico. As cargas elétricas registradas pelo CCD são convertidas pelo Conversor Analógico/Digital e, posteriormente, armazenadas em cartões.

CANVAS Em alguns softwares o canvas refere-se ao tamanho da imagem. Em outros, refere-se a uma função na qual podemos ajustar o tamanho da imagem sem alterá-la, ou seja, adicionando bordas.

CARTÃO DE ARMAZENAMENTO Meio de armazenamento normalmente utilizado pelas câmaras digitais. Entre os vários modelos podemos citar: ATA PCMCIA, Smartmedia e Compact Flash. Nota: No passado, algumas câmaras utilizavam disquetes, porém com o incremento da resolução das câmaras, isto passou a ser inviável, pois o disquete possui um espaço limitado de armazenamento e os arquivos passaram a ser maiores.

CCD (CHARGE COUPLE DEVISE) Dispositivo eletrônico feito de milhões de pequenos sensores (fotocélulas), que converte a energia luminosa em impulsos elétricos. Funciona como uma espécie de olho da imagem digital.

SUPER CCD Criado pela fujifilm. Trata-se de uma derivação do ccd com os pixel em formato octagonal e dispostos de forma que a densidade seja maior sem aumentar o número de pixels. Ou seja, uma câmera com a tecnologia Super ccd oferece maior resolução com menor número de pixels.

COMPACTAÇÃO termo genérico para descrever um dos vários processos que removem dados ou detalhes de uma imagem para diminuir seu tamanho geral.

DEFINIÇÃO ver resolução

DIGITALIZAÇÃO processo no qual convertemos imagens convencionais em BitMap.

DISCO FLEXÍVEL (disquete): Disco magnético utilizado para armazenamento de dados. Pouco utilizado no processo de imagens, pois possui pequena capacidade de armazenamento.

DISCO JAZ Meio de armazenamento desenvolvido pela IOMEGA, no qual podemos registrar uma grande quantidade de informações. Em outras palavras, podemos defini-lo como um disco rígido, acondicionado em um cartucho.

DISCO MAGNETO ÓTIPCO Meio de armazenamento que utiliza ambas tecnologias: Magnética e Ótica. Desta forma, podemos utilizá-lo como uma mídia magnética, ou seja, efetuando regravações, porém com a alta integridade da tecnologiaóptica.

DISCO ZIP disco magnético de alta capacidade de armazenamento. A alta capacidade de armazenamento, em uma mídia flexível, somente foi possível devido ao uso da tecnologia ATOMM. Tal tecnologia foi desenvolvida e aplicada pela FUJIFILM em fitas magnéticas, e, posteriormente, aplicada ao ZIP. Devido a detenção da tecnologia, todos os "cookies" (parte interna) dos discos ZIP são fornecidos pela FUJIFILM.

DOWNLOAD processo de transferir imagens da câmera digital para o computador (usando qualquer tipo de conexão); após o download da imagem, ela é salva no disco rígido do computador para uso posterior.

DROPOUT é o mais comum e chato problema do vídeo. Partículas de metal desprendem-se da camada de óxido sobre a superfície do tape, produzindo ruído eletrônico na imagem e problemas de sincronismo.

DUAL MEGAPIXEL é a designação utilizada para câmaras digitais que possuem mais de 2 (dois) milhões de pixels.

CLONE(cloning) Ferramenta presente na maioria dos programas de manipulação de imagens, a qual é utilizada para fazer cópias fiéis de determinadas regiões. Trata-se de uma das ferramentas mais utilizadas para restauração de imagens, sendo normalmente representada por um carimbo.

CMOS (COMPLEMENTARY METAL OXIDE SEMICONDUCTOR) sensor alternativo ao ccd, mais barato, presente nas câmeras digitais mais baratas. É considerado menos eficiente que o ccd. Entretanto, apresenta menor consumo de energia.

CMYK Espaço de cor no qual são utilizadas as cores subtrativas: Ciano, Magenta e Amarelo, aliadas ao preto.

COMPACT DISK Espécie de mídia óptica a qual permite a gravação de dados. Basicamente, utilizamos dois tipos de CD: CD-R: permite apenas uma gravação, ou seja, o disco pode ser gravado até a totalidade do seu espaço, porem não há como apagar as informações. WORM (Write once Read Many) CD-RW: permite a regravação das informações.

COMPRESSÃO DE ARQUIVOS Processo no qual reduzimos o tamanho dos arquivos em bytes. Este processo pode ser realizado "COM" ou "SEM" perda de informação. O processo sem perda de informações utiliza programas de compactação, os quais analisam os dados no formato armazenado (binário), por exemplo WINZIP. O processo de compactação com perda, utiliza algoritmos os quais analisam a imagem.

CONVERSOS ANALÓGICO DIGITAL Dispositivo usado em câmeras digitais e scanners para quantificar as cargas elétricas registradas pelo ccd. Converte o sinal analógico para o digital.

CROPPING Processo de corte de uma imagem digital.

CRT Tubo de Raios Catódicos. Trata-se do tubo utilizado nos monitores de vídeo.

CURSOR Objeto gráfico o qual normalmente possui formato de seta, permitindo identificar a posição do mouse.

DPI (DOTS PER INCH) Pontos por polegada. Unidade usada para impressão. Refere-se à quantidade de pixels que estão dispostos em uma polegada.

DYE SUBLIMATION processo de impressão no qual os pigmentos de cores são aplicados a um papel base, através da sublimação dos mesmos.

DUAL MEGAPIXEL Designação utiliza para câmaras digitais que possuem mais de 2 (dois) milhões de pixels.

EDITOR DE IMAGENS programa que permite editar e modificar imagens digitais. Com um editor de imagens, você pode adicionar efeitos especiais e solucionar certos problemas de composição, além de acrescentar novos elementos à imagem.

EMULAÇÃO de PostScript nível 3: linguagem popular da Adobe Systems para imprimir documentos em impressoras a laser. O nível 3 possui suporte a várias fontes e melhora a qualidade gráfica e também a velocidade da impressão.

ESPAÇO EM CORES RGB vermelho, verde, azul; modelo de cores aditivas utilizado em imagens digitais e apresentado no monitor.

ESPECTRO VISÍVEL parte do espectro eletromagnético o qual é visível ao olho humano.

FEATHER efeito digital usualmente aplicado para atenuar áreas de transições entre imagens.

FILM RECORDER ver gravador de filme.

FILTROS DIGITAIS Algoritmos os quais podem ser aplicados as imagens, visando obter determinados efeitos ex: posterização, nitidez, etc.

Fotomultiplicador dispositivo eletrônico fotosensível, superior ao CCD, principalmente nas s áreas de sombra. Este tipo de sensor está presente somente em Scanners de Cilindro, destinados ao mercado Gráfico, como por exemplo a linha Celsius da FUJIFILM Eletronic Image.

FIREWIRE (IEEE 1394): desenvolvida pela Apple Computer, uma interface baseada no padrão IEEE 1394 que permite fácil conexão de um tipo de dispositivo eletrônico a outro. Ela compartilha a maioria dos recursos do padrão USB, mas transfere dados com rapidez muito superior.

FORMATAÇÃO apagar por completo e redefinir o cartão de memória da câmera. Isso costuma ser feito como uma maneira rápida de apagar um cartão cheio para utilizá-lo novamente ou tentar solucionar o problema de o cartão não ser reconhecido pela câmera digital.

GRAVADOR DE FILME Equipamentos destinados a efetuar a sensibilização de filmes ou chapas fotográficas, através de arquivos digitais. Existem basicamente dois segmentos: CRT e LASER. Resumidamente, podemos dizer que exposição através de CRT consiste em projetar a imagem em um pequeno monitor de alta resolução e fotografá-lo.

GIGABYTE (GB): unidade de dados igual a 1.024 megabytes.

HIGHLIGHT área de altas luzes da imagem

HISTOGRAMA Gráfico onde é possível visualizar a exposição e fazer ajustes de contraste, densidade e brilho.

IMPRESSÃO COM 4.800 dpi otimizados: inovação da impressão HP que pode melhorar acentuadamente a qualidade da imagem. Usando o modo de 4.800 dpi otimizados, uma das mais altas resoluções de saída da indústria, as impressoras HP são capazes de posicionar gotas de tinta com precisão, eliminando praticamente todas as imperfeições visuais não desejadas que possam ter algum impacto na qualidade da imagem.

IMPRESSÃO COM seis e sete tintas: a nova geração de impressoras jato de tinta em cores com qualidade fotográfica da HP fornece um sistema de impressão versátil com opções para seis e sete tintas. Isso permite otimizar a qualidade de impressão com base em tarefas de impressão específicas.

IMPRESSÃO DIRETA DE FOTOS: recurso de algumas impressoras fotográficas que permite aos usuários transferir o conteúdo do cartão de memória de uma câmera diretamente para a impressora, a fim de imprimir as imagens existentes no cartão sem um PC.

INFRAVERMELHO design de interface que não requer cabos ou fios; os dados são enviados da câmera digital a um receptor infravermelho, geralmente em um laptop, palmtop ou impressora; usa a mesma tecnologia do controle remoto de televisão.

INSTANT SHARE recurso encontrado em várias câmeras digitais HP que permite ao usuário escolher o destino final de uma foto (como um endereço de e-mail), diretamente da câmera.

INTENSIDADE DA COR característica encontrada na maioria das impressoras jato de tinta que controla o brilho da imagem variando a quantidade de tinta aplicada à página; imagens mais claras usam menos tinta e imagens mais escuras usam mais tinta.

INDEX PRINT cópia fotográfica contendo imagens em formato miniatura (versão melhorada dos antigos contatos). Há impressoras que fazem o index print direto dos cartões de memória sem precisar passar pelo computador, minilab ou estação digital.

INTERPOLAÇÃO Método usado por softwares de imagens, tanto no PC quanto em algumas câmeras digitais para aumentar o número de pontos e portanto, a resolução da imagem. O processo consiste na criação de novos pixels baseado nos valores dos pixels vizinhos.

I.D.E. (Integrated Drive Eletronics): Padrão adotado em discos rígidos que possuem a controladora integrada diretamente na placa dos circuitos de controle do mecanismo.

ISO Nas câmeras digitais a sensibilidade depende do sensor CCD ou CMOS e de um ajuste no conversor A/D para amplificar os sinais elétricos. Uma das vantagens das câmeras digitais modernas é poder selecionar o ISO a cada foto, o que não acontece com o filme. Filmes de alta sensibilidade produzem grãos visíveis. ) ISO digital mais alto pode fazer surgir “”ruídos” (impurezas eletrônicas).

LAÇO ferramenta gráfica utilizada para recorte de imagens, presente na maioria dos programas de manipulação de imagens.

LAYER Recurso o qual permite manipular imagens digitais em camadas distintas.

L.C.D. Visor de Cristal Líquido. Este dispositivo está presente na maioria das câmaras digitais voltadas ao mercado amador.

MAGIC WAND ferramenta utilizada para seleção de áreas através da semelhança dos pixels. Também conhecida como "Varinha Mágica"

MEGABYTE (MB): unidade de dados igual a 1.024 kilobytes.

MEGAPIXEL: número de pixels por polegada que uma câmera digital pode produzir em uma imagem; um megapixel é igual a 1.000 pixels por polegada. Quanto maior o valor de megapixels, maior será a resolução da imagem.

MEMÓRIA BUFFER Presente em alguns modelos de câmera para armazenar imagens temporariamente. Permite fotografar mais rapidamente e continuamente (modo Burst). Há dois tipos de buffers: o que armazena a imagem já procesada em “jpeg” e o que armazena a imagem ainda em formato “raw”, antes de processá-la.

MEMÓRIA CompactFlash: baseada nas especificações para cartões de PC PCMCIA (Personal Computer Memory Card International Association - Associação internacional de cartões de memória para computadores pessoais), os cartões CompactFlash medem 43 por 36 mm e sua capacidade de armazenamento chega a 1 GB.

MEMÓRIA Secure Digital: cartão de memória quase do tamanho de um selo postal e peso de cerca de dois gramas; disponível com capacidade de armazenamento até 128 MB. A memória Secure Digital está ganhando preferência em todos os tipos de dispositivos eletrônicos pessoais.

MEMÓRIA SmartMedia: cartão de memória desenvolvido pela Toshiba que utiliza memória flash para armazenar dados. Ele mede 45 x 37 mm e tem menos de 1 mm de espessura. Disponível com capacidade até 128 MB, a memória SmartMedia é portátil e pode ser facilmente transferida de um dispositivo eletrônico para outro.

MINIATURA: versão bem menor de uma foto digital (geralmente do tamanho de um selo postal). O software fornecido com a câmera digital costuma usar miniaturas ao exibir as imagens armazenadas no cartão de memória.

MULTIFUNCIONAL: termo que geralmente define uma classe de impressoras que fazem mais do que imprimir. Normalmente os dispositivos multifuncionais oferecem alguma combinação de impressão, digitalização, cópia e fax.

MOIRE Efeito indesejável, semelhante ao ruído que surge quando efetuamos a digitalização de materiais gráficos.

MPEG (MOTION PICTURE EXPERTS GROUP) Formato de compressão para arquivos de vídeo digital e animação. Recurso disponível em muitas câmeras digitais.

MOIRÉ DIGITAL Um efeito semelhante ao que acontecia no filme de fotolito também pode ocorrer na imagem digital: a formação de texturas ondulares. NTSC padrão de cores utilizado no sistema norte americano de TV.

NOISE trata-se de um defeito na imagem digital produzida por sinais elétricos que deixam uma espécie de granulação indesejável.

PAL sistema de cores para TV utilizado nos principais países da Europa.

PDF - formato de documento portátil; permite aos usuários enviar documentos formatados para fácil visualização e impressão.

PLUG-IN: módulo de software de terceiros que pode ser comprado e instalado em vários editores de imagens. O plug-in fornece um novo filtro ou efeito que pode ser aplicado às imagens.

PORTAL SERIAL: porta que permite conectar dispositivos externos ao computador, como câmeras digitais e modems. A conexão serial é um método lento de fazer o download de imagens da câmera para o computador.

PHOTOREt IV: a tecnologia de camada de cores HP PhotoREt IV usa impressão colorida com seis tintas para proporcionar uma variedade de cores significativamente maior. Essa vantagem da HP produz imagens praticamente sem granulação; uma ampla variedade de tons mais claros para tons de pele realistas; reprodução em cores mais precisa e fiel; e cores mais vibrantes e preto com mais brilho.

PCX Formato de cores originalmente utilizado no software PaintBrush.

PDF Formato de arquivo o qual permite representar imagens vetoriais e BitMap. Sua aplicação é muito difundida na preparação de catálogos, folhetos e manuais digitais.

PICT formato de arquivo utilizado para transferência de arquivos entre aplicativos para Macintosh.

PDA (PERSONAL DIGITAL ASSISTANT) São os hand helds (palm top), organizadores pessoais que a exemplo dos celulares estão se tornando multifuncionais. Alguns já vêm com câmera digital integrada e conexão sem fio.

PictroGrafico Processo de impressão criado pela FUJIFILM o qual utiliza um papel Receptor, um doador (donor) e água destilada. A impressão é efetuada através de 3 canhões de laser e, posteriormente, a imagem é transferida através de um processo térmico. A evolução deste processo permitiu a criação do Minilab Digital FRONTIER.

PIXEL (PICTURE ELEMENT) É o menor elemento da câmera digital. Quanto mais pixels tiver uma imagem, mais detalhe terá e melhor será sua resolução. Megapixel: 1 milhão de pixels.

Plug-in Trata-se de um software que trabalha em conjunto com outro. Normalmente, estes softwares são desenvolvidos por terceiros para controlar dispositivos ou implementar novas funções.

PROCESSADOR Circuito integrado o qual pode ser programado para executar tarefas de manipulação e processamento de dados. Em aplicações de manipulação de imagens, usualmente utilizamos processadores da linha Power PC, presente nas máquinas Apple-Macintosh, porém não podemos desprezar a relação custo/benefício do uso de máquinas baseadas em processadores Intel (linha Pentium).

PROFUNDIDADE DE PIXEL Trata-se de um dos atributos do pixel. A profundidade está relacionada a capacidade de representação de cores. 1 bit = 2 cores (branco ou preto) / 8 bits = 256 cores (escala de cinza) / 24 bits (8 bits R + 8 bits G + 8 bits B) = 16,7 milhões de cores.

RAM: Random access memory (memória de acesso aleatório); a memória RAM do computador armazena os dados necessários à execução de programas.

RAW Câmeras digitais mais modernas, principalmente as de uso profissional, oferecem este modo de gravação. No formato “raw” os dados são gravados a partir do sensor, na sua forma bruta, sem processamento, sem compressão, sem interpolação. Gera arquivos menores que o formato tiff. Considerado o “negativo digital” por guardar todas as características da imagem na captura. “Raw” em inglês significa “cru”, “em estado natural”. Para preservar a estabilidade do arquivo, abra-o, trate-o e salve com outra extensão, no photoshop.

RAM (Random Access Memory): Esta é a memória principal do computador, sendo que ela é a responsável por armazenar os programas, enquanto os mesmos estão sendo executados. Sistemas operacionais gráficos, combinados com programas de manipulação de imagem, exigem uma grande quantidade de memória RAM.

RECORTAR E COLAR Função na qual delimitamos uma área de uma imagem e a aplicamos em outra.

REDIMENSIONAMENTO: alteração das dimensões da imagem (medida em pixels) para torná-la maior ou menor.

RESOLUÇÃO A resolução refere-se a densidade de pixels em uma imagem. Em Scanners, utilizamos como unidade de medida o DPI, ou seja, a quantidade de pontos no espaço de uma polegada. Em câmaras digitais, a resolução é expressa pela quantidade total de pixels da imagem gerada.

RESOLUÇÃO ÓPTICA Resolução real de uma câmera ou scanner. É o número de pixels que pode ser gravado.

RESOLUÇÃO INTERPOLADA recurso de cálculo para ampliar o tamanho da imagem, no qual os pixels são analisados para efetuar a adição de outros extras. Comum em scanners.

RESTAURAÇÃO DE IMAGENS Processo no qual utilizamos dos recursos do programas de manipulação de imagens para recuperar áreas perdidas, bem como, danificadas de imagens.

RGB: Espaço de cor descrito pelas cores primárias aditivas Red (vermelho), Green (verde) e Blue (azul)

RS232: padrão de comunicação de dados em forma serial, ou seja, os dados são transmitidos por uma única via, um após ao outro.

SANGRAMENTO Termo utilizado para impressões que se estendem além do tamanho do papel.

SCANNER Dispositivo utilizado para digitalizar imagens. Tais dispositivos podem utilizar CCD ou Fotomultiplicadores, sendo que este último possui custo mais elevado. Além disto, podemos classificar os Scanners pelo tipo de original que os mesmos podem digitalizar.

SCSI (Small Computer System Inferface): Trata-se de um padrão de conexão de periféricos onde cada periférico possui sua própria controladora. Desta forma, a interface de conexão dedica-se a gerenciar a troca de dados com o computador. Devido a atualização tecnologia, existem vários padrões de interfaces: SCSI 1,2 (Fast,Wide,Fast Wide), Ultra SCSI, Ultra2 SCSI, Ultra 3 SCSI)

SECAM Sistema de televisão utilizado na França.

SERRILHADO Efeito indesejável o qual surge em imagens de baixa resolução, também conhecido como pixelação. Neste efeito é possível observar os pixels ("quadradinhos"), devido à falta de definição.

SERVIDOR Microcomputador o qual executa um sistema operacional de rede, usualmente dotado de grande capacidade de armazenamento e responsável por serviços de comunicação e impressão.

SHADOW áreas de sombra de uma imagem

SHARPNESS referente à nitidez/foco de uma imagem

SDRAM: synchronous dynamic random access memory (memória de acesso aleatório dinâmico síncrono); geralmente utilizada em câmeras digitais e outros dispositivos de computação. A SDRAM é um tipo relativamente novo de memória cujo processamento utiliza velocidade em freqüências superiores às da memória tradicional.

Software OCR: software de reconhecimento óptico de caracteres, fornecido com alguns dispositivos de digitalização modernos e multifuncionais, que permite ler texto em documentos impressos e convertê-lo em imagens que o computador pode compreender e manipular.

SISTEMA OPERACIONAL trata-se de um conjunto de programas dedicados a controlar e efetuar as operações básicas do microcomputador. Em outras palavras, o Sistema Operacional é responsável por criar a interação entre aplicativos e hardware. Existem sistemas operacionais os quais foram aperfeiçoados para o trabalho em rede, dentre eles podemos citar o Windows Nt Server.

SuperCCD Trata-se de uma evolução do CCD convencional. Tal dispositivo, foi desenvolvido pela FUJIFILM e visa criar câmaras digitais com melhor nitidez. A grande diferença em relação ao CCD convencional, refere-se as fotocélulas, as quais possuem novo formato e disposição.

TEMPLATE são molduras criadas, utilizando motivos variados (calendários, datas comemorativas, etc), visando a fusão em imagens digitalizadas. As maiores aplicações são em estações digitais de auto atendimento, por exemplo Picture Plus, bem como em Minilabs Digitais, por exemplo FRONTIER.

TWAIN padrão de comunicação utilizado pela maioria dos scanners e câmaras digitais. Este padrão permite que efetuemos a aquisição de imagens diretamente do software de manipulação.

ZOOM DIGITAL Recurso eletrônico em que se amplia a área central da imagem. Em alguns modelos de câmera digital pode ainda somar a interpolação.

ZOOM ÓPTICO Quando se usa a lente zoom óptica normal convencional que altera o cumprimento focal. As câmeras digitais com mais recursos têm zoom digital e óptico.

ENTENDA OS PADRÕES DE CONEXÃO:

USB (UNIVERSAL SERIAL BUS) Transfere os dados de forma serial, bi-direcionalmente. Não necessita desligar o equipamento para conectar. Atinge até 12 Mbits/s.

USB 2.0 OU HI-SPEED USB Fluxo de dados de 480 Mbits/s.

FIREWIRE (IEE 1394 OU ILINK) Serial semelhante ao USB, desenvolvida pela Apple. Até 400 Mbits/s.

PARALELA CONVENCIONAL Transmissão paralela, em conjuntos de 8 bits, em uma única direção. Ainda que hoje se usa portas paralelas bidirecionais, os dados seguem em uma única direção, por vez.

ETHERNET Protocolo para redes locais. Foi criado há 30 anos pela Xerox. Interligação de computadores através de cabos.

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Leia entrevista com Millard Schisler(*), do Rochester Institute, sobre metadados e arquivamento digital
Com passagem marcada para o Brasil para participar do Encontro Senac de Imagem Digital, o brasileiro Millard Schisler, professor-assistente do Rochester Institute Technology, uma das escolas mais antigas de fotografia, antecipa alguns dos tópicos de sua palestra. Dos Estados Unidos, em entrevista ao FOTOSITE, ele comentou, via e-mail, os desafios da imagem digital, os melhores softwares e a importância dos metadados.

Fonte: Fotosite

FOTOSITE - O que senhor pretende expor durante o Encontro Senac de Imagem Digital?

Millard Schisler - Na organização deste evento, o intuito foi trazer para o Brasil algumas das discussões importantes que estão sendo realizadas aqui, nos Estados Unidos. A questão do gerenciamento de bens digitais, os metadados, a interligação dos conceitos da imagem em visores (tela), a impressão e o gerenciamento de cores deste processo. Discutirei a importância dos metadados em um fluxo de trabalho digital.

FS - Em que consistem os metadados?

Schisler - Os metadados podem ser definidos como dados sobre dados. Sistemas de busca ainda não são suficientemente inteligentes a ponto de compreenderem o que uma imagem possa significar. Portanto, os metadados representam todas as informações que atrelamos aos dados digitais, para que estes mesmos dados possam ser localizados no futuro. Em um sistema cada vez mais digital, somente dados digitais "inteligentes" (que possuam referência via os metadados) vão conseguir circular. Imagens sem metadados dificilmente serão visualizadas ou encontradas.

FS - Qual o primeiro passo para arquivamento de imagens?

Schisler - Tomar conhecimento da importância de caminhar neste sentido. Buscar informações para tomar decisões conscientes.

FS - Qual é o software mais indicado para processos de edição e armazenamento de imagens digitais?

Schisler - Isto está constantemente em evolução. O Bridge foi lançado pela Adobe, que em seguida lançou o Ligthroom este ano para competir com Aperture, da Apple. Existem outros softwares como Extensis Portfolio e o Cumulus, da Canto. O Photoshop continua sendo o software de preferência para a manipulação de imagens digitais, mas pode perder terreno para Ligthroom e Aperture, principalmente se houver interesse em pouca manipulação da imagem e sistemas de armazenamento.

FS - Hoje, há a desconfiança quanto a qualidade dos CDs e DVDs para armazenamento. Seria mito ou verdade que daqui a alguns anos todas as informações que eles contém vão desaparecer?

Schisler - O problema não é o desaparecimento das informações no CD ou DVD, mas sim o apagamento de sistemas de leitura (hardware e software) para estes mesmos CDs ou DVDs. Hoje, a tentativa de localizar um leitor de fitas, discos Zip da Iomega de 100 MB, disquetes, sistemas de hardware e software compatíveis, nos dá uma idéia sobre esta questão. Os sistemas de armazenamento estão em contínua mutação.

FS - Com os avanços tecnológicos, a cada ano nos deparamos com novas formas de arquivamento, tornando outras ultrapassadas. Como equacionar esta questão, uma vez que os CDs de hoje podem estar obsoletos para as máquinas daqui uns anos?

Schisler - Usamos o conceito de migração.Todos os dados digitais que necessitam arquivamento devem migrar para os sistemas mais novos. Hoje, a previsão é de que isso deva ocorrer a cada três ou quatro anos. Esta passagem é de software e hardware. Por exemplo, um arquivo em PageMaker da Adobe, seria migrado para um formato PDF ou InDesign (o software atual que substituiu o PageMaker). Isto é uma migração de software. Ao mesmo tempo, este mesmo arquivo passaria de um disquete para CD ou DVD (migração de hardware).

FS - Este seria um dos grandes desafios da imagem digital?

Schisler - Sim, isto é um desafio. Exige tempo, recursos, organização e conhecimento. Além de ser um processo que não tem fim.

FS - Existe uma ferramenta no mercado que ofereça total segurança ao acervo fotográfico digital?

Schisler - Não. Existe um conjunto de processos que almeja total segurança. Eu ficaria desconfiado se alguém tentasse me vender uma solução mágica.

FS - Depois da técnica, qual a principal qualidade que fotógrafo contemporâneo deve ter?

Schisler - Ter um espírito dialético. O digital aproximou muitos campos que se inter-relacionam, como a fotografia, o design, a arte, a animação e a web. O fotógrafo contemporâneo está em algum lugar no meio deste universo. Neste sentido, é importante estar aberto para os caminhos possíveis e não ter medo de estudar e experimentar. É um momento de enorme aprendizado e deve ser explorado com energia, mas também com uma tranqüilidade para evitar frustrações.

(*) Millard Schisler foi professor da Focus Escola de Fotografia, entre 1984 a 1993.

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PINHOLE CAMERA CAMERA DE ORIFICIO ESCOLA FOCUS ENIO LEITE FOCUSFOTO

CÂMERA PINHOLE

Enio Leite

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A camera pinhole é uma máquina fotográfica sem lente. A designação tem por base o inglês, pin-hole,"buraco de alfinete" e é usada para referir a fotografia estenopeica. Este tipo de fotografia é uma prática econômica e simples pois utiliza uma qualquer caixa em que a luz não penetre. A existência de um pequeno furo, estenopo do grego stenopo e que em português permite designar este tipo de fotografia por Fotografia Estenopeica. A projeção de imagens por este método é uma lei física, e já é conhecida pelo homem desde a Antigüidade. Antes do advento da fotografia em 1839, as projeções pinhole eram instrumento científico de visualização de eclipses e no estudo das estrelas; nas artes, as imagens pinhole serviam de molde para os pintores paisagistas.

A pinhole consiste numa maneira de ver uma imagem real, através de uma câmara escura. De um pequeno orifício onde a luz é captada para dentro da camera, e sofrendo um movimento de inversão, a imagem é projectada para a parede oposta ao orifício ao contrario. Para produzir uma imagem razoavelmente nítida, a abertura tem que ser um furo pequeno na ordem de 0,02 polegadas (0,5 mm) ou menos. O obturador da câmera pinhole geralmente consiste de uma mão espalmada ou de algum material à prova de luz para cobrir e descobrir o furo. As câmeras pinhole requerem um tempo maior de exposição do que as câmeras convencionais devido à pequena abertura; os tempos de exposição vão de 5 segundos a até algumas horas, dependendo das condições de iluminação do local.

A imagem pode ser projetada em uma tela translúcida para visualização em tempo-real (popularmente utilizadas para ver o eclipse solar), ou pode expor filme ou um dispositivo de carga acoplado (CCD). As câmeras pinhole com CCDs são algumas vezes utilizadas em serviço de vigilância devido a seu tamanho pequeno.

A princípio, qualquer espaço protegido da luz pode servir como câmara escura: de latas e caixas das mais distintas proporções  até espaços menos convencionais, mas com entrada de luz que possa ser controlada, como um refrigerador, um baú, um armário, uma sala, ou um automóvel. Em cada caso existe um tamanho de furo apropriado para que a projeção se dê de forma nítida, pois é por este princípio que a projeção, e por conseqüência a fotografia pinhole, são possíveis. Este furo pode ser determinado através de uma fórmula matemática relacionada às dimensões do recipiente escolhido. O recipiente furado passa então a ser uma câmara escura, com a qual podemos produzir fotografias ao colocar filme ou papel fotográfico ou ainda um CCD  no seu interior.

Um furo bem calculado e devidamente executado, garante às imagens uma nitidez indiscutível, que caracteriza as imagens pinhole. O furo é sempre minúsculo se comparado à dimensão da câmara escura; como conseqüência, requer  de tempos DE EXPOSIÇÃO relativamente longos, se comparados ao click da câmara fotográfica. As imagens, também,  sofrerão distorções se o recipiente onde o papel fotográfico é colocado não possuir paredes planas (pode ser cilíndrico, como é o caso de muitas latas).

A Focus Escola de Fotografia, utiliza como câmaras latas de panettone e de leite em pó metálicas, que são forradas de preto e furadas. O furo é feito em uma folha  de alumínio com um alfinete, e esta folha é fixada com fita isolante a um furo maior feito na lata com prego e martelo. No interior da lata é colocado papel fotográfico preto-e-branco: 18x24cm nas latas de panettone e 9x14cm nas latas de leite em pó. Com este tipo de câmara, e utilizando papel, o tempo necessário para fotografias feitas de assuntos ao ar livre, sob a luz do sol, varia entre 30 segundos a poucos minutos, dependendo da intensidade luminosa. Para situações pouca luz (iluminação artificial, fotos noturnas e fotos internas) os tempos se estendem por horas. As imagens obtidas são reveladas normalmente (processo de revelação de papel fotográfico preto-e-branco), e a partir deste negativo são feitas as cópias diretas positivas.

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AUTOMATIZANDO METADADOS PARA IMAGENS EM BRIDGE

Fonte: Kodak Propass 15/12/2006

Millard Schisler*

Tenho certeza de que a maioria de vocês já deve ter ouvido sobre metadados. O assunto tem circulado há alguns anos, e os metadados têm se tornado um vital componente de informação. Metadados significa informação acerca da informação. As imagens não podem falar por si próprias, ao menos até onde a tecnologia se define atualmente. 

Uma imagem de duas pessoas apertando as mãos em um arquivo digital nada mais é do que um punhado de pixels. E é processada de tal forma pelo computador. Os sistemas em uso hoje não têm como saber a que a imagem se refere ou o que ela significa. Portanto, precisamos acrescentar informação à informação digital, para sermos capazes de explicar, rastrear e localizar uma imagem.

Este dado adicional é inserido como texto. A Adobe tem sido de grande valia em empregar XMP (Extensible Metadata Platform), o portador dos metadados. XMP baseia-se em XML (Extensible Markup Language). Os campos de XMP que podem ser acessados através do menu “Arquivo>Informação” em vários aplicativos do Adobe nos permitem acrescentar uma enorme quantidade de dados a cada imagem. Arquivos de PDF, Illustrator e InDesign também podem ter metadados.

As imagens com metadados podem levar essa informação onde quer que elas vão. Conforme as bases de dados, servidores e arquivos, elas podem sempre ser obtidas com base em instrumentos de busca que rastreiam os metadados. O catálogo está agora inserido na imagem em si e é um componente dela. Tudo isso soa muito bem, mas porque tantas pessoas não tiram vantagem desses recursos? Recentemente, encontrei uma fotógrafa que me disse que não acrescentou os metadados, por demandar muito tempo; outros disseram que não viam benefício em fazê-lo; e outros, que não os incorporaram em sua prática. Mesmo na era pré-digital, muitos fotógrafos ainda não tinham um arquivo organizado de suas imagens. Hoje, como fotógrafos digitais, temos a chance de mudar essa situação rapidamente.

Metadados no Photoshop

Podemos dividir o processo de inserção dos metadados no Photoshop em três procedimentos, todos direcionados a “templates” (modelos). Como sempre, há vários modos de usar o Photoshop. Estou descrevendo uma das abordagens que mais utilizo no meu fluxo de trabalho:

1) No primeiro procedimento, criamos um “template” (modelo) baseado apenas na mais básica e genérica informação, não específica a nenhuma imagem em particular.
2) No segundo, criamos um “template” (modelo) para um grupo de imagens; portanto, especificamos coisas acerca dessas imagens.
3) No terceiro, identificamos cada imagem com informação específica somente sobre aquela imagem, após anexar o primeiro ou o segundo “template” (modelo).

Estas três abordagens podem ser implementadas em seu fluxo de trabalho, passo-a-passo. O primeiro procedimento é tão fácil que não há razão para não ser realizado imediatamente após você ler este artigo, caso você já não o tenha feito.

1 – Criando um modelo genérico de metadados

O primeiro passo que precisamos é criar um modelo (template) de metadados com informação básica, que aplicaremos a absolutamente todas as imagens que estivermos criando. Incluirão seu nome, informações de copyright (direitos autorais), endereço etc. Não se pode incluir nenhuma informação específica descrevendo uma seção de fotos ou lugar, uma vez que esta informação será aplicada a todas as imagens.

a) Construindo o modelo (template)

Abra qualquer imagem dentro do Photoshop e vá para Arquivo>Info. Você irá navegar através de menus no painel esquerdo. No campo “descrição” preencha seu nome e título em “Autor” e “Título de Autor”. Acrescente status de “direitos autorais” (copyright), nota de direitos autorais (o símbolo © é feito ao datilografar opção+G no Mac e alt+0169 no PC) e URL, se aplicável. Nos EUA, ao acrescentar informação de direitos autorais neste campo, não significa nada se sua imagem não tiver um registro de direitos autorais no Escritório Americano de Direitos Autorais (US Copyright Office) em Washington D.C. (www.copyright.gov). Título do Documento, Descrição e Palavras-Chave (Keywords) são específicas a cada imagem ou grupo de imagens e não deveriam ser inseridas neste caso. O próximo campo a ser observado é o contato IPTC. IPTC significa International Press Telecommunications Council (Conselho da Imprensa de Telecomunicações Internacional). Esta organização desenvolve e publica padrões industriais para a troca de dados de notícias (www.iptc.data). Aqui você pode acrescentar todas as suas informações pessoais: Criador (Creator); Título funcional do Criador, Endereço, Cidade, Estado, Código Postal (CEP), País, Telefone, E-mail e Website. Todas as informações nestes campos seriam as mesmas para qualquer fotógrafo e válidas para todas as imagens.

Os outros painéis como o IPTC Content, IPTC Image e IPTC Status carregam informações específicas de imagem e não são parte deste modelo genérico de metadados. Agora, ao invés de clicar OK na parte inferior direita da tela, vá para o canto direito superior e clique no menu de saída. Selecione “Salvar Modelo de Metadados” e dê a este modelo um nome significativo. Você poderia chamar este modelo “Direitos Autorais_Contato_Info_SeuNome”, (Copyright_Contact_Info_YourName). O nome é um tanto grande, mas carrega a informação sobre o que faz. Agora você clica OK e fecha a imagem sem salvá-la. Nós só usamos a imagem para construir o modelo.

b) Adicionando o modelo a um grupo de imagens

O próximo passo seria aplicar este modelo a um grupo de imagens. Este modelo é permanente e residirá em seu computador. Abra “Bridge”, dê uma olhada numa pasta de imagens que não contenha nenhum metadados ainda. Certifique-se de que o seu painel de metadados esteja visível: “Visualizar>painel de metadados” (“View>Metadata Panel). Selecione todas as suas imagens (Command/Control+A) e então clique no menu suspenso no canto superior direito da palheta dos metadados. Selecione “Anexar” (Append) ou “Substituir” (Replace) os metadados. O(s) modelo(s) que você tiver criado irá/irão ser aberto(s) agora. Selecione o modelo que você desejar. Neste caso, o modelo “Direitos Autorais_Contato_Info_SeuNome”, (Copyright_Contact_Info_YourName). Anexar (Append) é acrescentado aos metadados existentes .

Anexar é adicionar. Você não irá apagar os metadados já presentes na imagem. Substituir os metadados apagará a informação quando colocar nova informação em um campo com informação. Se o modelo substituído tiver um campo vazio, não irá substituir os dados, pois estão ausentes. Clique em “Sim” para a mensagem, avisando-o que você está aplicando suas edições para todos os arquivos – é exatamente o que queremos fazer.

No canto inferior direito do “Bridge”, se você selecionar a visualização de “Detalhes”, você poderá ver cada imagem com os metadados básicos acrescidos à imagem. Você pode também selecionar uma imagem e ir para Arquivo>Info e trazer para a frente a caixa de diálogo dos metadados. Este processo pode, instantânea e automaticamente, adicionar esta informação a centenas de imagens sem gastar praticamente tempo algum.

2 – Criando um modelo mais específico de metadados

O segundo passo é criar um modelo de metadados com informações mais específicas, para que possamos aplicar a absolutamente todas as imagens que pertençam a uma categoria específica. No ano passado, eu fotografei no Brasil. Eu tinha milhares de imagens. Eu gostaria de aplicar os metadados a estas imagens que ampliam a informação aplicada no item 1. O país e o lugar específico que eu fotografei aplicam-se a todas as imagens. Portanto, eu podia gerar um modelo que fosse genérico a esta viagem ao Brasil.

O que eu farei será abrir qualquer imagem, adicionar o modelo anterior do item 1 e modificá-lo para acrescentar informação à Descrição, Escritor da Descrição (a pessoa que estiver escrevendo no campo de Descrição, Palavras-chave, e os campos de localização no painel de Imagens do IPTC. Eu preencherei a Localização, Cidade, Estado/Município, País e Código de ISO do país. Toda informação digitada tem que se aplicar a todas as imagens. Este novo modelo é salvo como “Brazil_2005_MSchisler”.

Então eu repetirei o processo ao selecionar todas as imagens na pasta em que desejo aplicar os metadados, clicar no menu de saída descrito anteriormente e selecionar anexar o novo modelo de metadados, neste caso nomeado “Brazil_2005_MSchisler”

Ambos os passos, 1 e 2, são extremamente rápidos de fazer. Eles fornecem informações básicas de metadados que irão ajudar a informar e localizar suas imagens.

3 – Criando informação específica de metadados

Este passo requer adicionar informação específica de metadados para cada imagem, individualmente. Isto é feito quase uma a uma dentro do “Bridge”. Você pode selecionar meia dúzia de imagens ou mais que tenham informações similares que você queira adicionar. Então, é só datilografar os metadados no campo desejado para tais imagens. Adicionar informação individualizada para cada imagem será crucial se você quiser realmente encontrar essas imagens mais tarde. Se você tiver uma fotografia de mãos e pés na areia da praia, eu preciso adicionar esta informação na descrição e nas palavras-chave, para que essas imagens (areia, praias ou pessoas e areia), quando solicitadas, apareçam.

Esta é uma tarefa mais difícil e toma mais tempo, mas importante, se cada imagem tiver de ser valorizada individualmente. A descrição e as palavras-chave de uma imagem podem referir-se a qualidades abstratas, e não descrever literalmente o significado da imagem, pois também estão baseadas em nossas interpretações. A imagem da criança na areia pode remeter a brincadeira, a relacionamento com a natureza, ou pode dar a idéia de trabalho e ser usada numa propaganda, para representar o ser humano cavando a areia em busca de algo.

Os possíveis usos para cada imagem devem ser imaginados por você à medida que seu arquivo for sendo catalogado com metadados. Se você não quer carregar cada imagem com uma enorme quantidade de informação, para que ela se torne mais específica, deve fazer uma seleção procurando por “Trabalho” e conseguir milhares de imagens, muitas das quais mal se assemelhariam a “Trabalho”.

Na foto de tela (figura 3), você pode ver que adicionei, no campo “Descrição” do modelo de núcleo do IPTC dos metadados, as palavras “Jogo de futebol, estádio cheio à noite”, para um grupo de imagens que foram tiradas uma noite na final de um jogo de campeonato estadual. Eu selecionei todas as imagens na pasta e anexei “Jogo de futebol, estádio cheio à noite” a elas .

Ao começar a ter controle dos metadados em suas imagens, é hora de você procurar os aplicativos de software que possam gerenciar seus arquivos. Novos produtos, como o “Aperture”, da Apple, e “Lightroom”, da Adobe, foram feitos com para esse propósito. Outros aplicativos, tais como “Extensis Portfolio” (www.extensis.com), ou mais complexos softwares de gerenciamento de bens digitais, como o “Cumulus” (www.canto.com), também são indicados. Eles permitem que você organize, pesquise, compile e procure a base de dados de imagens organizadas em metadados, entre outros atributos. Este será seu próximo passo, quando adicionar metadados a suas imagens se torne parte do seu fluxo de trabalho.

Trata-se de um novo e excitante campo para nós, que se torna mais complexo à medida que começamos a ver padrões para nomear convenções, como o padrão de metadados “Dublin Core”, em www.dublincore.org/documents/usageguide; códigos de assunto e cena que estão definidos em www.newscode.org; códigos de países definidos pelo padrão da ISO 3166 etc. Estamos, definitivamente, começando a combinar as ciências da catalogação, e os futuros usuários instruídos irão precisar de um mínimo de experiência neste campo. Não podemos apenas sentar e observar, enquanto esse processo passa por nós. Devemos saltar para dentro desse ônibus e curtir o passeio, aprendendo como os metadados podem nos habilitar e mudar o modo como trabalhamos, ou nos arriscaremos a ser deixados para trás.

* Millard Schisler é professor online para cursos a distância do Rochester Institute of Technology (RIT), sediado nos EUA, nas áreas de impressão, novas mídias e imagem digital. Participou da formatação do primeiro bacharelado em fotografia da América Latina, criado pelo Centro Universitário Senac em 1999, e é autor do livro Revelação em preto-e-branco, pela Editora Senac São Paulo. Foi professor da Focus Escola de Fotografia no periodo de 1984 a 1993.

Focus Escola de Fotografia
Desde 1975
http://www.escolafocus.net
http://www.focusfoto.com.br

Veja mais dicas em:
http://www.focusfoto.com.br/HTML/dicas.htm
http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/blog2.php
http://www.escolafocus.net/dicas.html

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