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		<title>Photoshop e Fotografia em preto e branco</title>
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			<title>TECNOLOGIA E CRIATIVIDADE</title>
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			<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 16:46:30 +0000</pubDate>			<dc:creator>admin</dc:creator>
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<category domain="alt">contributors</category>			<guid isPermaLink="false">223@http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/</guid>
						<description>&lt;p&gt;&lt;img title=&quot;ENIO LEITE ESCOLA FOCUS FOCUSFOTO BLOG CURSOS DE FOTOGRAFIA DIGITAL CURSOS DE   PHOTOSHOP&quot; src=&quot;http://www.focusfoto.com.br/Enio.Leite.jpg&quot; alt=&quot;ENIO LEITE ESCOLA FOCUS FOCUSFOTO BLOG CURSOS DE FOTOGRAFIA DIGITAL CURSOS DE   PHOTOSHOP&quot; width=&quot;552&quot; height=&quot;370&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;#160;A tecnologia digital trouxe para o mercado fotogr&amp;#225;fico um universo de ferramentas de manipula&amp;#231;&amp;#227;o de imagens com recursos extraordin&amp;#225;rios, quando comparados com o que t&amp;#237;nhamos para trabalhar com as imagens dos filmes fotogr&amp;#225;ficos. Poucos profissionais podiam fazer composi&amp;#231;&amp;#245;es de fotos, ainda que extremamente simples e sem qualquer efeito, projetando diferentes imagens num mesmo papel fotogr&amp;#225;fico. Isso era feito manualmente em ampliadores ou por meio de m&amp;#225;quinas com recursos mec&amp;#226;nicos para fazer proje&amp;#231;&amp;#245;es.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;#160;Hoje, os softwares de manipula&amp;#231;&amp;#227;o de imagens colocam nas m&amp;#227;os de qualquer um recursos digitais extraordin&amp;#225;rios, podendo fazer composi&amp;#231;&amp;#245;es com as fotos digitais e uma infinidade de efeitos. Essa facilidade em manipular as imagens de qualquer maneira &amp;#233; um benef&amp;#237;cio indiscut&amp;#237;vel, no entanto, &amp;#233; uma faca de dois gumes, pois se de um lado &amp;#233; muito f&amp;#225;cil de usar, do outro exige que saibamos utilizar esses recursos para podermos criar algo belo e est&amp;#233;tico. N&amp;#227;o adianta nada sair aplicando efeitos de qualquer maneira no photoshop, apenas porque os conhece e quer utiliz&amp;#225;-los. O resultado pode ser um amontoado de efeitos sem criatividade, est&amp;#233;tica e estilo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tecnologia &amp;#233; apenas uma ferramenta para ser utilizada por quem tem condi&amp;#231;&amp;#245;es de criar. Com essas ferramentas fazemos os servi&amp;#231;os digitais ou fotoprodutos, mas o mesmo produto pode ser feito com qualidade art&amp;#237;stica e design diferentes. Os servi&amp;#231;os digitais ou fotoprodutos precisam ter design, estilo, est&amp;#233;tica, enfim, qualidade art&amp;#237;stica.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;#160;Como o fot&amp;#243;grafo tem uma qualidade art&amp;#237;stica que o diferencia dos demais, a manipula&amp;#231;&amp;#227;o digital deve ter tamb&amp;#233;m uma qualidade art&amp;#237;stica. A composi&amp;#231;&amp;#227;o digital de imagens n&amp;#227;o &amp;#233; uma atividade t&amp;#233;cnica, &amp;#233; art&amp;#237;stica. Apesar de essa conclus&amp;#227;o ser evidente, a grande maioria parece desconhecer, deixando que seus servi&amp;#231;os digitais sejam feitos sem esse cuidado.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;#160; VENDER COM ESTILO&lt;/strong&gt; &amp;#8211; Uma caracter&amp;#237;stica da &amp;#233;poca em que vivemos &amp;#233; de que o design tem sido um modo de agregar valor aos produtos. O design dos produtos est&amp;#225; sendo valorizado em todos os mercados e vem sendo um recurso comercial important&amp;#237;ssimo para o sucesso de vendas. No mercado fotogr&amp;#225;fico n&amp;#227;o &amp;#233; diferente, ainda mais agora que h&amp;#225; recursos t&amp;#233;cnicos para criar produtos com as fotos dos clientes. O design de produto tem a qualidade de despertar o desejo nas pessoas. Escolhemos roupas, carros, &amp;#243;culos, etc., pelo desejo despertado por meio do design. Numa compara&amp;#231;&amp;#227;o simpl&amp;#243;ria, podemos dizer que nos atinge do mesmo modo que o cheiro de uma comida desperta a vontade de comer. Assim como o cheiro, o design de um produto ser&amp;#225; atraente para alguns e para outros n&amp;#227;o. O fato de um design de um produto n&amp;#227;o atingir igualmente qualquer pessoa faz com que esse produto seja do interesse de uma faixa do mercado. Chegamos a uma conclus&amp;#227;o important&amp;#237;ssima: a qualidade e o estilo do design de um produto determinam quem vai compr&amp;#225;-lo.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A qualidade das nossas cria&amp;#231;&amp;#245;es vai determinar o tipo de consumidor, se voc&amp;#234; quer vender para uma determinada classe social ter&amp;#225; que saber produzir com um design no estilo dessa classe. &amp;#201; muito simples, voc&amp;#234; vende para quem gosta do seu servi&amp;#231;o.&lt;br /&gt;&amp;#160; Se n&amp;#227;o temos qualidade e estilo em nossas cria&amp;#231;&amp;#245;es, teremos grandes dificuldades para despertar o desejo em nossos clientes e vamos acabar vendendo apenas para quem n&amp;#227;o v&amp;#234; valor no nosso trabalho. No final, vamos dizer que n&amp;#227;o conseguimos agregar valor aos servi&amp;#231;os digitais. Em todos os mercados, a criatividade no design dos produtos tem sido um grande recurso para agregar valor, pois explora exatamente essa mec&amp;#226;nica de despertar o desejo do consumidor. N&amp;#227;o h&amp;#225; como escapar. Se queremos ter sucesso, precisamos investir na melhoria da criatividade para despertar o desejo pelos nossos produtos.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;#8220;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Os servi&amp;#231;os digitais ou foto produtos precisam ter design, estilo, est&amp;#233;tica, enfim, qualidade art&amp;#237;stica&amp;#8221;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;WILIAM BITAR&lt;/strong&gt; &amp;#233; f&amp;#237;sico e consultor em imagem digital&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;mailto:wiliam@photolab.com.br&quot;&gt;wiliam@photolab.com.br&lt;/a&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; FONTE &amp;#8211; Revista FHOX &amp;#8211; N&amp;#186; 119 &amp;#8211; Ano XIX &amp;#8211; p&amp;#225;g.56.&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;item_footer&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;a href=&quot;http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/blog3.php/2010/07/29/tecnologia-e-criatividade&quot;&gt;Original post&lt;/a&gt; blogged on &lt;a href=&quot;http://b2evolution.net/&quot;&gt;b2evolution&lt;/a&gt;.&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="ENIO LEITE ESCOLA FOCUS FOCUSFOTO BLOG CURSOS DE FOTOGRAFIA DIGITAL CURSOS DE   PHOTOSHOP" src="http://www.focusfoto.com.br/Enio.Leite.jpg" alt="ENIO LEITE ESCOLA FOCUS FOCUSFOTO BLOG CURSOS DE FOTOGRAFIA DIGITAL CURSOS DE   PHOTOSHOP" width="552" height="370" /></p>
<p style="text-align: justify;">&#160;A tecnologia digital trouxe para o mercado fotogr&#225;fico um universo de ferramentas de manipula&#231;&#227;o de imagens com recursos extraordin&#225;rios, quando comparados com o que t&#237;nhamos para trabalhar com as imagens dos filmes fotogr&#225;ficos. Poucos profissionais podiam fazer composi&#231;&#245;es de fotos, ainda que extremamente simples e sem qualquer efeito, projetando diferentes imagens num mesmo papel fotogr&#225;fico. Isso era feito manualmente em ampliadores ou por meio de m&#225;quinas com recursos mec&#226;nicos para fazer proje&#231;&#245;es.<br /><br />&#160;Hoje, os softwares de manipula&#231;&#227;o de imagens colocam nas m&#227;os de qualquer um recursos digitais extraordin&#225;rios, podendo fazer composi&#231;&#245;es com as fotos digitais e uma infinidade de efeitos. Essa facilidade em manipular as imagens de qualquer maneira &#233; um benef&#237;cio indiscut&#237;vel, no entanto, &#233; uma faca de dois gumes, pois se de um lado &#233; muito f&#225;cil de usar, do outro exige que saibamos utilizar esses recursos para podermos criar algo belo e est&#233;tico. N&#227;o adianta nada sair aplicando efeitos de qualquer maneira no photoshop, apenas porque os conhece e quer utiliz&#225;-los. O resultado pode ser um amontoado de efeitos sem criatividade, est&#233;tica e estilo.<br /><br />A tecnologia &#233; apenas uma ferramenta para ser utilizada por quem tem condi&#231;&#245;es de criar. Com essas ferramentas fazemos os servi&#231;os digitais ou fotoprodutos, mas o mesmo produto pode ser feito com qualidade art&#237;stica e design diferentes. Os servi&#231;os digitais ou fotoprodutos precisam ter design, estilo, est&#233;tica, enfim, qualidade art&#237;stica.</p>
<p style="text-align: justify;">&#160;Como o fot&#243;grafo tem uma qualidade art&#237;stica que o diferencia dos demais, a manipula&#231;&#227;o digital deve ter tamb&#233;m uma qualidade art&#237;stica. A composi&#231;&#227;o digital de imagens n&#227;o &#233; uma atividade t&#233;cnica, &#233; art&#237;stica. Apesar de essa conclus&#227;o ser evidente, a grande maioria parece desconhecer, deixando que seus servi&#231;os digitais sejam feitos sem esse cuidado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>&#160; VENDER COM ESTILO</strong> &#8211; Uma caracter&#237;stica da &#233;poca em que vivemos &#233; de que o design tem sido um modo de agregar valor aos produtos. O design dos produtos est&#225; sendo valorizado em todos os mercados e vem sendo um recurso comercial important&#237;ssimo para o sucesso de vendas. No mercado fotogr&#225;fico n&#227;o &#233; diferente, ainda mais agora que h&#225; recursos t&#233;cnicos para criar produtos com as fotos dos clientes. O design de produto tem a qualidade de despertar o desejo nas pessoas. Escolhemos roupas, carros, &#243;culos, etc., pelo desejo despertado por meio do design. Numa compara&#231;&#227;o simpl&#243;ria, podemos dizer que nos atinge do mesmo modo que o cheiro de uma comida desperta a vontade de comer. Assim como o cheiro, o design de um produto ser&#225; atraente para alguns e para outros n&#227;o. O fato de um design de um produto n&#227;o atingir igualmente qualquer pessoa faz com que esse produto seja do interesse de uma faixa do mercado. Chegamos a uma conclus&#227;o important&#237;ssima: a qualidade e o estilo do design de um produto determinam quem vai compr&#225;-lo.</p>
<p style="text-align: justify;">A qualidade das nossas cria&#231;&#245;es vai determinar o tipo de consumidor, se voc&#234; quer vender para uma determinada classe social ter&#225; que saber produzir com um design no estilo dessa classe. &#201; muito simples, voc&#234; vende para quem gosta do seu servi&#231;o.<br />&#160; Se n&#227;o temos qualidade e estilo em nossas cria&#231;&#245;es, teremos grandes dificuldades para despertar o desejo em nossos clientes e vamos acabar vendendo apenas para quem n&#227;o v&#234; valor no nosso trabalho. No final, vamos dizer que n&#227;o conseguimos agregar valor aos servi&#231;os digitais. Em todos os mercados, a criatividade no design dos produtos tem sido um grande recurso para agregar valor, pois explora exatamente essa mec&#226;nica de despertar o desejo do consumidor. N&#227;o h&#225; como escapar. Se queremos ter sucesso, precisamos investir na melhoria da criatividade para despertar o desejo pelos nossos produtos.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;<strong><em>Os servi&#231;os digitais ou foto produtos precisam ter design, estilo, est&#233;tica, enfim, qualidade art&#237;stica&#8221;</em></strong></p>
<p><strong>WILIAM BITAR</strong> &#233; f&#237;sico e consultor em imagem digital<br /><a href="http://focusfoto.com.brmailto:wiliam@photolab.com.br">wiliam@photolab.com.br</a>&#160;&#160;&#160; FONTE &#8211; Revista FHOX &#8211; N&#186; 119 &#8211; Ano XIX &#8211; p&#225;g.56.</p><div class="item_footer"><p><small><a href="http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/blog3.php/2010/07/29/tecnologia-e-criatividade">Original post</a> blogged on <a href="http://b2evolution.net/">b2evolution</a>.</small></p></div>]]></content:encoded>
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				<item>
			<title>COM CAMERAS DIGITAIS PELO CELULAR, BRASILEIRO TIRA MAIS FOTOS</title>
			<link>http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/blog3.php/2010/07/28/com-cameras-digitias-pelo-celular-brasileiro-tira-mais-fotos</link>
			<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 12:15:49 +0000</pubDate>			<dc:creator>admin</dc:creator>
			<category domain="main">b2evolution</category>			<guid isPermaLink="false">222@http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/</guid>
						<description>&lt;img src=&quot;http://geekchic.com.br/geekchic/samsung_g600-thumb.jpg&quot; alt=&quot;CELULAR CAMERA DIGITAL ESCOLA FOCUS ENIO LEITE CURSOS DE FOTOGRAFIA&quot; title=&quot;CELULAR CAMERA DIGITAL ESCOLA FOCUS ENIO LEITE CURSOS DE FOTOGRAFIA&quot; /&gt;
&lt;p&gt;Texto&amp;gt;&amp;#160;Ana Freitas&lt;br /&gt;FONTE: &lt;a href=&quot;http://bit.ly/aZHXND&quot;&gt;http://bit.ly/aZHXND&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;S&amp;#227;o Paulo, 21 (AE) - Quando era preciso comprar filme e depois mandar revelar, voc&amp;#234; tirava em m&amp;#233;dia 60 fotos por ano. Hoje, usando sua c&amp;#226;mera compacta ou a que vem embutida no celular, voc&amp;#234; tira 10 vezes mais fotos: a m&amp;#233;dia pessoal subiu para 600 por ano, segundo a Kodak. N&amp;#227;o &amp;#233; &amp;#224; toa. Quando h&amp;#225; c&amp;#226;meras por todos os lados, &amp;#233; muito mais f&amp;#225;cil tirar uma foto. No ano passado, 60% dos celulares vendidos no Brasil tinham c&amp;#226;mera. No Flickr, um dos maiores reposit&amp;#243;rios de fotos do mundo, a c&amp;#226;mera mais usada &amp;#233; a do iPhone 3G, na frente de todas as outras, profissionais ou n&amp;#227;o.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;E hoje, no Brasil, d&amp;#225; para comprar uma c&amp;#226;mera compacta de marca tradicional por cerca de R$ 350. Por tudo isso, foto e v&amp;#237;deo se tornam cada vez mais acess&amp;#237;veis. Mas n&amp;#227;o s&amp;#227;o s&amp;#243; os amadores que est&amp;#227;o mudando os h&amp;#225;bitos na hora de tirar fotos. Alguns fot&amp;#243;grafos profissionais t&amp;#234;m se rendido &amp;#224;s facilidades do digital. Eles preferiram trocar o equipamento pesado por um celular com c&amp;#226;mera e explorar as limita&amp;#231;&amp;#245;es do aparelho (como a falta de zoom &amp;#243;ptico, lentes angulares e qualidade de imagem) para criar uma nova linguagem. &quot;O equipamento profissional &amp;#233; complicado de mexer e muito dif&amp;#237;cil de transportar&quot;, justifica o fot&amp;#243;grafo norte-americano Jay Soto, autor do projeto Androidography, que re&amp;#250;ne fotos tiradas com o Nexus One, o celular do Google. Jay v&amp;#234;, nos avan&amp;#231;os da fotografia digital, uma esp&amp;#233;cie de volta &amp;#224; nostalgia dos tempos da Polaroid. &quot;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A beleza da fotografia tirada com o celular est&amp;#225; no fato de que n&amp;#227;o precisa de t&amp;#233;cnica. &amp;#201; apontar, clicar e compartilhar&quot;, diz. Outro fot&amp;#243;grafo americano que trocou o equipamento profissional pelo celular, Glyn Evans cuida do blog iPhoneography, s&amp;#243; de fotos tiradas com o aparelho da Apple: &quot;Com o iPhone, minhas fotos ficaram mais espont&amp;#226;neas e divertidas. Ultimamente, eu quase n&amp;#227;o tenho usado minha c&amp;#226;mera profissional&quot;.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A fot&amp;#243;grafa brasileira Carol Zaine &amp;#233; dona de um Nokia 5580 que usa capturar &quot;peculiaridades da cidade de S&amp;#227;o Paulo com um olhar de turista&quot;, como explica. A partir da ideia, ela criou o blog Sampa pelo Cel, onde posta as fotos que tira com o aparelho. &quot;A ideia &amp;#233; mostrar que n&amp;#227;o &amp;#233; preciso uma boa c&amp;#226;mera. Quero explorar o olhar. O celular capta a luz legal, mas n&amp;#227;o perde aquela 'cara tosca' de foto de celular&quot;, explica. Como outros fot&amp;#243;grafos, Carolina tinha dois p&amp;#233;s atr&amp;#225;s quando se tratava de fotos com equipamentos port&amp;#225;teis, ainda mais tiradas por celulares.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&quot;Eu odiava c&amp;#226;mera de celular. Dizia 'nossa, o povo n&amp;#227;o tem o que inventar, coloca uma c&amp;#226;mera meia-boca s&amp;#243; para falar que tem c&amp;#226;mera no celular'. Mas a&amp;#237; comecei a enxergar o celular como uma linguagem que pode ser explorada&quot;, fala.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;COLET&amp;#194;NEA &lt;/strong&gt;O celular j&amp;#225; n&amp;#227;o s&amp;#243; tira a foto, mas tamb&amp;#233;m permite edit&amp;#225;-la e subi-la na internet. Com tanta gente usando esses recursos, come&amp;#231;aram a pipocar concursos de arte e exposi&amp;#231;&amp;#245;es para divulgar esses trabalhos. De 6 a 14 de agosto, a exposi&amp;#231;&amp;#227;o Pixels At An Exhibition vai exibir as melhores 'iPhone Arts' da web em um festival de arte nos EUA, e eles ainda est&amp;#227;o aceitando inscri&amp;#231;&amp;#245;es.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Outra exposi&amp;#231;&amp;#227;o italiana, iPhoneography, vai exibir no dia 9 de outubro as melhores fotos enviadas ao site no festival Dia de Arte Contempor&amp;#226;nea, organizado pela Associa&amp;#231;&amp;#227;o Italiana de Museus de Arte Contempor&amp;#226;nea. No Brasil, festivais como o Vivo arte.mov e o HTTPix aceitam fotos e v&amp;#237;deos feitos com celulares ou c&amp;#226;meras compactas e t&amp;#234;m premia&amp;#231;&amp;#245;es espec&amp;#237;ficas para essas modalidades. E h&amp;#225; aplicativos de fotografia para iPhone, como o Hipstamatic, que simula fotos tiradas com uma c&amp;#226;mera pl&amp;#225;stica, que fazem premia&amp;#231;&amp;#245;es mensais e lan&amp;#231;am livros com colet&amp;#226;neas das melhores fotos tiradas por usu&amp;#225;rios.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;OLHA &lt;/strong&gt;Mas talvez a mudan&amp;#231;a mais significativa &amp;#233; que tirar foto passou a ser um processo que inclui mostrar essa foto para o mundo na mesma hora. &quot;A explos&amp;#227;o dos celulares com c&amp;#226;mera criou um terceiro olho na palma da nossa m&amp;#227;o. E esse olho acaba servindo tamb&amp;#233;m como uma segunda boca, porque voc&amp;#234; se comunica com as outras pessoas com a imagem, a publica instantaneamente&quot;, explica Giselle Beiguelman, professora de p&amp;#243;s-gradua&amp;#231;&amp;#227;o da PUC-SP.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;BOX FLICKR/PICASA OU ORKUT/FACEBOOK Flickr&lt;/strong&gt; - O servi&amp;#231;o tem aplicativos que facilitam o upload de fotos e rodam em Android, Blackberry e iPhone. Tamb&amp;#233;m &amp;#233; poss&amp;#237;vel fazer o upload online, pelo site do Flickr, acessando-o com o navegador do celular Picasa - Android e Blackberry t&amp;#234;m sua vers&amp;#227;o oficial do aplicativo Picasa. Para iPhone, use o kcPicasa, gratuito na Appstore da Apple. Em 'upload', escolha os &amp;#225;lbuns e suba as fotos que tirou ou ent&amp;#227;o tire as imagens para ent&amp;#227;o subi-las Facebook - Baixe o Facebook Mobile (dispon&amp;#237;vel para Android, Blackberry e iPhone). Na aba 'Photos', escolha um dos &amp;#225;lbuns j&amp;#225; existentes (ou crie um) e clique no bot&amp;#227;o '+'. Da&amp;#237;, &amp;#233; s&amp;#243; tirar a foto, ou subir uma que voc&amp;#234; j&amp;#225; tirou Orkut - Use o Mobo no Blackberry, o OrkUp no iPhone ou o Orkut Mobile para Android. Selecione o &amp;#225;lbum, clique no &amp;#237;cone de imagem no Mobo, em 'Upload' no OrkUp e em 'Menu/Share' no Orkut Mobile, e selecione as fotos&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;item_footer&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;a href=&quot;http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/blog3.php/2010/07/28/com-cameras-digitias-pelo-celular-brasileiro-tira-mais-fotos&quot;&gt;Original post&lt;/a&gt; blogged on &lt;a href=&quot;http://b2evolution.net/&quot;&gt;b2evolution&lt;/a&gt;.&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://geekchic.com.br/geekchic/samsung_g600-thumb.jpg" alt="CELULAR CAMERA DIGITAL ESCOLA FOCUS ENIO LEITE CURSOS DE FOTOGRAFIA" title="CELULAR CAMERA DIGITAL ESCOLA FOCUS ENIO LEITE CURSOS DE FOTOGRAFIA" />
<p>Texto&gt;&#160;Ana Freitas<br />FONTE: <a href="http://bit.ly/aZHXND">http://bit.ly/aZHXND</a></p>
<p style="text-align: justify;">S&#227;o Paulo, 21 (AE) - Quando era preciso comprar filme e depois mandar revelar, voc&#234; tirava em m&#233;dia 60 fotos por ano. Hoje, usando sua c&#226;mera compacta ou a que vem embutida no celular, voc&#234; tira 10 vezes mais fotos: a m&#233;dia pessoal subiu para 600 por ano, segundo a Kodak. N&#227;o &#233; &#224; toa. Quando h&#225; c&#226;meras por todos os lados, &#233; muito mais f&#225;cil tirar uma foto. No ano passado, 60% dos celulares vendidos no Brasil tinham c&#226;mera. No Flickr, um dos maiores reposit&#243;rios de fotos do mundo, a c&#226;mera mais usada &#233; a do iPhone 3G, na frente de todas as outras, profissionais ou n&#227;o.</p>
<p style="text-align: justify;">E hoje, no Brasil, d&#225; para comprar uma c&#226;mera compacta de marca tradicional por cerca de R$ 350. Por tudo isso, foto e v&#237;deo se tornam cada vez mais acess&#237;veis. Mas n&#227;o s&#227;o s&#243; os amadores que est&#227;o mudando os h&#225;bitos na hora de tirar fotos. Alguns fot&#243;grafos profissionais t&#234;m se rendido &#224;s facilidades do digital. Eles preferiram trocar o equipamento pesado por um celular com c&#226;mera e explorar as limita&#231;&#245;es do aparelho (como a falta de zoom &#243;ptico, lentes angulares e qualidade de imagem) para criar uma nova linguagem. "O equipamento profissional &#233; complicado de mexer e muito dif&#237;cil de transportar", justifica o fot&#243;grafo norte-americano Jay Soto, autor do projeto Androidography, que re&#250;ne fotos tiradas com o Nexus One, o celular do Google. Jay v&#234;, nos avan&#231;os da fotografia digital, uma esp&#233;cie de volta &#224; nostalgia dos tempos da Polaroid. "</p>
<p style="text-align: justify;">A beleza da fotografia tirada com o celular est&#225; no fato de que n&#227;o precisa de t&#233;cnica. &#201; apontar, clicar e compartilhar", diz. Outro fot&#243;grafo americano que trocou o equipamento profissional pelo celular, Glyn Evans cuida do blog iPhoneography, s&#243; de fotos tiradas com o aparelho da Apple: "Com o iPhone, minhas fotos ficaram mais espont&#226;neas e divertidas. Ultimamente, eu quase n&#227;o tenho usado minha c&#226;mera profissional".</p>
<p style="text-align: justify;">A fot&#243;grafa brasileira Carol Zaine &#233; dona de um Nokia 5580 que usa capturar "peculiaridades da cidade de S&#227;o Paulo com um olhar de turista", como explica. A partir da ideia, ela criou o blog Sampa pelo Cel, onde posta as fotos que tira com o aparelho. "A ideia &#233; mostrar que n&#227;o &#233; preciso uma boa c&#226;mera. Quero explorar o olhar. O celular capta a luz legal, mas n&#227;o perde aquela 'cara tosca' de foto de celular", explica. Como outros fot&#243;grafos, Carolina tinha dois p&#233;s atr&#225;s quando se tratava de fotos com equipamentos port&#225;teis, ainda mais tiradas por celulares.</p>
<p style="text-align: justify;">"Eu odiava c&#226;mera de celular. Dizia 'nossa, o povo n&#227;o tem o que inventar, coloca uma c&#226;mera meia-boca s&#243; para falar que tem c&#226;mera no celular'. Mas a&#237; comecei a enxergar o celular como uma linguagem que pode ser explorada", fala.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>COLET&#194;NEA </strong>O celular j&#225; n&#227;o s&#243; tira a foto, mas tamb&#233;m permite edit&#225;-la e subi-la na internet. Com tanta gente usando esses recursos, come&#231;aram a pipocar concursos de arte e exposi&#231;&#245;es para divulgar esses trabalhos. De 6 a 14 de agosto, a exposi&#231;&#227;o Pixels At An Exhibition vai exibir as melhores 'iPhone Arts' da web em um festival de arte nos EUA, e eles ainda est&#227;o aceitando inscri&#231;&#245;es.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra exposi&#231;&#227;o italiana, iPhoneography, vai exibir no dia 9 de outubro as melhores fotos enviadas ao site no festival Dia de Arte Contempor&#226;nea, organizado pela Associa&#231;&#227;o Italiana de Museus de Arte Contempor&#226;nea. No Brasil, festivais como o Vivo arte.mov e o HTTPix aceitam fotos e v&#237;deos feitos com celulares ou c&#226;meras compactas e t&#234;m premia&#231;&#245;es espec&#237;ficas para essas modalidades. E h&#225; aplicativos de fotografia para iPhone, como o Hipstamatic, que simula fotos tiradas com uma c&#226;mera pl&#225;stica, que fazem premia&#231;&#245;es mensais e lan&#231;am livros com colet&#226;neas das melhores fotos tiradas por usu&#225;rios.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>OLHA </strong>Mas talvez a mudan&#231;a mais significativa &#233; que tirar foto passou a ser um processo que inclui mostrar essa foto para o mundo na mesma hora. "A explos&#227;o dos celulares com c&#226;mera criou um terceiro olho na palma da nossa m&#227;o. E esse olho acaba servindo tamb&#233;m como uma segunda boca, porque voc&#234; se comunica com as outras pessoas com a imagem, a publica instantaneamente", explica Giselle Beiguelman, professora de p&#243;s-gradua&#231;&#227;o da PUC-SP.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>BOX FLICKR/PICASA OU ORKUT/FACEBOOK Flickr</strong> - O servi&#231;o tem aplicativos que facilitam o upload de fotos e rodam em Android, Blackberry e iPhone. Tamb&#233;m &#233; poss&#237;vel fazer o upload online, pelo site do Flickr, acessando-o com o navegador do celular Picasa - Android e Blackberry t&#234;m sua vers&#227;o oficial do aplicativo Picasa. Para iPhone, use o kcPicasa, gratuito na Appstore da Apple. Em 'upload', escolha os &#225;lbuns e suba as fotos que tirou ou ent&#227;o tire as imagens para ent&#227;o subi-las Facebook - Baixe o Facebook Mobile (dispon&#237;vel para Android, Blackberry e iPhone). Na aba 'Photos', escolha um dos &#225;lbuns j&#225; existentes (ou crie um) e clique no bot&#227;o '+'. Da&#237;, &#233; s&#243; tirar a foto, ou subir uma que voc&#234; j&#225; tirou Orkut - Use o Mobo no Blackberry, o OrkUp no iPhone ou o Orkut Mobile para Android. Selecione o &#225;lbum, clique no &#237;cone de imagem no Mobo, em 'Upload' no OrkUp e em 'Menu/Share' no Orkut Mobile, e selecione as fotos</p><div class="item_footer"><p><small><a href="http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/blog3.php/2010/07/28/com-cameras-digitias-pelo-celular-brasileiro-tira-mais-fotos">Original post</a> blogged on <a href="http://b2evolution.net/">b2evolution</a>.</small></p></div>]]></content:encoded>
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			<title>LENTES CANON, NIKON E SIGMA - SIGLAS E ABREVIA&#199;&#213;ES</title>
			<link>http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/blog3.php/2010/07/27/lentes-canon-nion-e-sigma-siglas-e-abreviascoes</link>
			<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 23:10:27 +0000</pubDate>			<dc:creator>admin</dc:creator>
			<category domain="main">b2evolution</category>			<guid isPermaLink="false">220@http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/</guid>
						<description>&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img title=&quot;LENTES CANON NIKON SIGMA ESCOLA FOCUS ENIO LEITE MUNDO FOTOGRAFICO DIGITAL&quot; src=&quot;http://www.letsgodigital.org/images/artikelen/35/nikkor-slr-lenses.jpg&quot; alt=&quot;LENTES CANON NIKON SIGMA ESCOLA FOCUS ENIO LEITE MUNDO FOTOGRAFICO DIGITAL&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Siglas e Abrevia&amp;#231;&amp;#245;es Nikon&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;AF-D&lt;/strong&gt; Uma das muitas varia&amp;#231;&amp;#245;es da linha de lentes F da nikon. As lentes Nikon tipo AF podem transmitir informa&amp;#231;&amp;#245;es de dist&amp;#226;ncia para o corpo da c&amp;#226;mera. Os dados de dist&amp;#226;ncia do foco &amp;#233; usado pelo sistema de medi&amp;#231;&amp;#227;o de matrix 3D da Nikon e pelo sistema de medi&amp;#231;&amp;#227;o 3D dos flashs.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;AF-DX&lt;/strong&gt; S&amp;#227;o lentes autofoco Nikkor projetadas para SLR digitais Nikon com fator de corte de 1.5x. Elas s&amp;#227;o menores e mais leves que as Nikkor padr&amp;#227;o devido &amp;#224; n&amp;#227;o ter que cobrir todo o sensor (n&amp;#227;o full-frame). Em geral elas n&amp;#227;o s&amp;#227;o utiliz&amp;#225;veis em corpo Nikon 35mm. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;AF-I- Autofocus Integrado&lt;/strong&gt; Em 1992 a Nikon seguiu o exemplo da Canon lan&amp;#231;ando uma nova serie de lentes com motor integrado ao corpo da lente. At&amp;#233; ent&amp;#227;o a Nikon s&amp;#243; produzia sistemas autofoco no corpo das c&amp;#226;meras. Estas lentes s&amp;#227;o equivalentes &amp;#224;s USM da Canon.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;#160;&lt;strong&gt;AF-S Autofocus Silent Wave Motor&lt;/strong&gt; Sistema de auto foco introduzido pela Nikon em 1996, principalmente em teleobjetivas.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;AI - Aperture Indexing&lt;/strong&gt; Em 1977 a Nikon lan&amp;#231;ou uma s&amp;#233;rie de lentes que podiam comunicar-se a abertura da lente para o corpo da c&amp;#226;mera atrav&amp;#233;s de um contato mec&amp;#226;nico. Estas lentes s&amp;#227;o facilmente identificadas pela &quot;orelhas&quot; de metal no seu topo (ver imagem). As que apresentam pequenos furos em cada orelha s&amp;#227;o lentes AI ou AI-S &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;AI-S&lt;/strong&gt; Outra varia&amp;#231;&amp;#227;o das lentes F da Nikon lan&amp;#231;ada em 1981. Essencialmente s&amp;#227;o lentes AI com suporte para algumas automa&amp;#231;&amp;#245;es a mais, como transmiss&amp;#227;o linear de informa&amp;#231;&amp;#227;o de abertura.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;F&lt;/strong&gt; Desde o lan&amp;#231;amento da c&amp;#226;mera &quot;F&quot;, que se tornou mundialmente famosa, a Nikon tem usado lentes com o mesmo encaixe b&amp;#225;sico, tamb&amp;#233;m conhecido como Nikon F. Esta padroniza&amp;#231;&amp;#227;o de encaixe de lentes contribui para a enorme varia&amp;#231;&amp;#227;o de lentes &amp;#224; disposi&amp;#231;&amp;#227;o dos usu&amp;#225;rios Nikon. Nikon F &amp;#233; um encaixe de baioneta e o encaixe e a c&amp;#226;mera foram nomeados em homenagem ao projetista chefe da Nikon Masahiko Fuketa. Embora o encaixe f&amp;#237;sico n&amp;#227;o tenha mudado desde 1959 a Nikon fez melhoramentos cont&amp;#237;nuos no design incluindo indexador mec&amp;#226;nico (AI e AI-S), transfer&amp;#234;ncia eletr&amp;#244;nica de (AF e AF-D) e lentes com motor de foco integral (AF-I e AF-S). Estas e outras varia&amp;#231;&amp;#245;es significam que n&amp;#227;o h&amp;#225; garantias de que uma lente Nikon espec&amp;#237;fica funcionar&amp;#225; perfeitamente com determinado corpo Nikon, mesmo que se encaixe fisicamente. Em 2004 a Nikon lan&amp;#231;ou a F6 que, ao que parece, marca o encerramento desta linha.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;AF-G&lt;/strong&gt; A linha G s&amp;#227;o lentes controladas eletronicamente fabricadas pela Nikon que n&amp;#227;o apresentam an&amp;#233;is no corpo. Semelhantes &amp;#224;s lentes da linha EOS da Canon lan&amp;#231;adas em 1987, as lentes G da Nikon tem aberturas controladas eletronicamente ajust&amp;#225;veis atrav&amp;#233;s de controles instalados no corpo da c&amp;#226;mera. Portanto elas n&amp;#227;o podem ser usadas com c&amp;#226;meras nikon mais antigas.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;D-Distance (distancia)&lt;/strong&gt; As lentes AF-Nikkor do tipo D transmitem informa&amp;#231;&amp;#227;o de dist&amp;#226;ncia para o corpo da c&amp;#226;mera SLR que possuem sistema de aferi&amp;#231;&amp;#227;o de matriz colorida 3D e flash multi sensor 3D.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;ED - Extra-Low Dispersion glass&lt;/strong&gt; (vidro de dispers&amp;#227;o extra baixa) Vidros de alta qualidade para corre&amp;#231;&amp;#227;o de aberra&amp;#231;&amp;#227;o crom&amp;#225;tica. As lentes Nikkor com vidro ED apresentam defini&amp;#231;&amp;#227;o e contraste superior, mesmo nas aberturas m&amp;#225;ximas. Super ED &amp;#233; um novo tipo de vidro que &amp;#233; usado junto com o ED em algumas lentes para um grau ainda maior de corre&amp;#231;&amp;#227;o de aberra&amp;#231;&amp;#227;o crom&amp;#225;tica.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;VR - Vibration Reduction&lt;/strong&gt; (redu&amp;#231;&amp;#227;o de vibra&amp;#231;&amp;#227;o) Estas lentes s&amp;#227;o o equivalente da Nikon &amp;#224;s IS(Image Stabilization) da Canon. Elas reduzem o efeito de tremido da c&amp;#226;mera em cerca de 2 a 3 pontos de diafragma. Estas lentes s&amp;#243; podem ser usadas com certos corpos tope de linha da Nikon.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Siglas e Abrevia&amp;#231;&amp;#245;es T&amp;#233;cnicas da Canon &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;DO - Diffractive Optics&lt;/strong&gt; (Otica Difrativa ) Tecnologia para lentes desenvolvida pela Canon que usa um elemento com ranhuras extremamente finas - pel&amp;#237;cula de difra&amp;#231;&amp;#227;o - gravadas. Estes elementos usam o principio da &amp;#243;tica difrativa para desviar a luz. A vantagem das lentes DO &amp;#233; que elas podem ser feitas menores e mais leves do que as lentes normais. A desvantagem &amp;#233; que elas s&amp;#227;o muito caras. Lentes DO s&amp;#227;o identific&amp;#225;veis pelo anel verde claro impresso ao redor do final do corpo da lente.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;EF - Electro Focus &lt;/strong&gt;Defini&amp;#231;&amp;#227;o da Canon para as lentes com baionetas para o sistema EOS. As lentes compat&amp;#237;veis EF s&amp;#227;o projetadas para o sistema EOS e n&amp;#227;o se encaixam em nenhum outro corpo de Canon. As lentes EF tem di&amp;#226;metro interno de 54mm e externo de 65mm e s&amp;#227;o maiores do que qualquer outro sistema 35mm. O sistema EF foi lan&amp;#231;ado em 1987 e &amp;#233; totalmente eletr&amp;#244;nico.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;EF-S - Electro Focus Short Back Focus &lt;/strong&gt;Defini&amp;#231;&amp;#227;o da Canon para uma varia&amp;#231;&amp;#227;o da baioneta padr&amp;#227;o EF usada pelo sistema EOS. A EOS 300D/Rebel Digital/Kiss Digital lan&amp;#231;ada em 2003 suportavam uma varia&amp;#231;&amp;#227;o diferente das lentes EF comuns. As lentes EF-S 18-55 3.5-5.6 foram produzidas com uma distancia focal posterior mais curta. Isto permitiu que a Canon produzisse objetivas grande angulares mais baratas para usu&amp;#225;rios de suas SLRs digitais, que usavam sensores com tamanho APS de imagem movendo os elementos traseiros para mais perto do sensor de imagem. O corpo cujo mecanismo do espelho foi modificado para se ajustar &amp;#224; distancia focal posterior eram compat&amp;#237;veis com as lentes EF e EF-S mas as lentes EF-S somente eram compat&amp;#237;veis com o corpo EF-S. As lentes EF comuns possuem um ponto vermelho saliente como &amp;#237;ndice de encaixe da baioneta. As lentes EF-S usam quadrados brancos.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;EOS - Electro-Optical System&lt;/strong&gt; (sistema eletro-&amp;#243;tico) Nome do sistema das C&amp;#226;meras SLR da Canon e seus acess&amp;#243;rios lan&amp;#231;ados em 1987. As lentes da linha EOS s&amp;#227;o totalmente controladas eletronicamente. N&amp;#227;o possuem nenhum dispositivo mec&amp;#226;nico para foco ou ajuste de abertura. Todos os ajustes s&amp;#227;o feitos por motores constru&amp;#237;dos na lente e n&amp;#227;o no corpo da c&amp;#226;mera. Embora isto acrescente alguns custos na fabrica&amp;#231;&amp;#227;o da lente tem a vantagem de cada motor de lente poder ser otimizado para o tamanho e tipo de cada lente, ao inv&amp;#233;s de prender-se ao sistema do corpo da c&amp;#226;mera que tenha que se ajustar &amp;#224; qualquer lente que seja acoplada.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;FD &lt;/strong&gt;Sistema manual de lentes da Canon dos anos 1970 e 80 que usam um sistema de alavancas e pinos mec&amp;#226;nicos para transmitir informa&amp;#231;&amp;#245;es para a c&amp;#226;mera. &lt;strong&gt;IS - Image Stabilization &lt;/strong&gt;(estabiliza&amp;#231;&amp;#227;o de imagem) Um complexo sistema, computadorizado, constru&amp;#237;do dentro de uma s&amp;#233;rie de lentes vendidos pela Canon. Este sistema permite que a lente compense pequenos movimentos da c&amp;#226;mera. As lentes IS possuem sensores girosc&amp;#243;picos que detectam movimentos e pequenos motores que alteram fisicamente um elemento &amp;#243;tico ou um grupo de elementos para compensar adequadamente o movimento. As lentes IS s&amp;#227;o extremamente &amp;#250;teis em condi&amp;#231;&amp;#245;es de luz insuficiente, elas d&amp;#227;o um ou dois pontos extras na abertura. Assim &amp;#233; poss&amp;#237;vel usar velocidades mais baixas do que o normal. Elas n&amp;#227;o s&amp;#227;o &amp;#250;teis quando h&amp;#225; muito movimento no assunto. Fluorita de C&amp;#225;lcio, material usado pela Canon na linha de lentes da s&amp;#233;rie L. A Fluorita de C&amp;#225;lcio &amp;#233; um cristal sint&amp;#233;tico, n&amp;#227;o vidro, com um &amp;#237;ndice refrativo muito baixo. &amp;#201; usado para controlar aberra&amp;#231;&amp;#227;o crom&amp;#225;tica especialmente em lentes de dist&amp;#226;ncia focal mais longas.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;L - Luxury &lt;/strong&gt;As lentes da linha profissional da Canon s&amp;#227;o identificadas com o r&amp;#243;tulo &quot;L&quot; de Luxury. Ex. A serie 70-200 2.8L possuem pelo menos um elemento esf&amp;#233;rico de fluorita ou UD e s&amp;#227;o normalmente constru&amp;#237;das com uma qualidade &amp;#243;tica e mec&amp;#226;nica mais elevadas do que as lentes n&amp;#227;o-L. Elas s&amp;#227;o prontamente identificadas pela faixa vermelha em volta do final do corpo da lente. Muitas s&amp;#227;o apresentadas na cor branca, pretensamente para mant&amp;#234;-las mais frias no sol.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;UD - Ultra Low-dispersion Glass&lt;/strong&gt; (vidro de dispers&amp;#227;o ultra baixa) Elementos de lentes fabricados com vidros UD tem um &amp;#237;ndice de refra&amp;#231;&amp;#227;o menor do que as de vidro comum. Tais elementos s&amp;#227;o, normalmente, usados para corrigir aberra&amp;#231;&amp;#227;o crom&amp;#225;tica.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;USM - Ultrasonic Motor &lt;/strong&gt;(motor ultrasonico) Nome dado pela Canon para seu sistema de motor de lente ultrasonico. Os motores ultras&amp;#244;nicos trabalham com o princ&amp;#237;pio do movimento induzido por vibra&amp;#231;&amp;#227;o de alta frequ&amp;#234;ncia. Assim as lentes USM focam extremamente r&amp;#225;pido e s&amp;#227;o quase silenciosas para o ouvido humano. Lentes Ring USM (que possuem o motor em um conjunto de an&amp;#233;is ao redor do corpo) n&amp;#227;o usam engrenagens o que torna poss&amp;#237;vel o foco manual em tempo integral (FTM - Full-time Manual). Lentes USM com micromotores mais baratos, entretanto, usam engrenagens e normalmente n&amp;#227;o suportam FTM. As lentes n&amp;#227;o-L com motor USM s&amp;#227;o identificadas pela faixa dourada impressa no final do corpo.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Siglas e Abrevia&amp;#231;&amp;#245;es T&amp;#233;cnicas da Sigma &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;As lentes Sigma s&amp;#227;o divididas nas seguintes categorias b&amp;#225;sicas:&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Lentes zoom:&lt;/strong&gt; Possuem a habilidade de variar a dist&amp;#226;ncia focal e com isso mudar a amplia&amp;#231;&amp;#227;o da imagem simplesmente girando um anel no corpo da lente. Por exemplo: uma lente 28-200mm torna poss&amp;#237;vel fotografar em grande angular e em tele a partir do mesmo lugar.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Lentes de distancia focal fixa&lt;/strong&gt;: As lentes de dist&amp;#226;ncia focal fixa oferecem um &amp;#250;nico &amp;#226;ngulo de vis&amp;#227;o. Isso quer dizer que n&amp;#227;o &amp;#233; poss&amp;#237;vel alterar o tamanho da imagem sem mudar a posi&amp;#231;&amp;#227;o do local de onde se fotografa. Entretanto as lentes de dist&amp;#226;ncia focal fixa oferecem aberturas maiores foco mais simples e s&amp;#227;o projetadas para um fim espec&amp;#237;fico. Por isso procurem efeitos e resultados melhores para o fim aos quais foram projetadas. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Lentes macro:&lt;/strong&gt; Usam &amp;#243;tica avan&amp;#231;ada para gravar imagens em tamanho real ou maiores. Estas caracter&amp;#237;sticas est&amp;#227;o dispon&amp;#237;veis em lentes com dist&amp;#226;ncia focal fixa ou zoom. Por exemplo: Uma lente macro com raz&amp;#227;o de 1:1 produz imagens em tamanho real no filme, 1:2 produz imagens com metade do tamanho real e 1:3 um ter&amp;#231;o do tamanho real.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;ASP &lt;/strong&gt;Aspherical Lenses: Os elementos n&amp;#227;o esf&amp;#233;ricos de uma lente podem reduzir o numero total de elementos necess&amp;#225;rios em um tipo de lente. Eles podem melhorar o desempenho e ao mesmo tempo reduzir o peso e o tamanho da lente. As lentes Aspherical maximizam a qualidade &amp;#243;tica e minimizam o tamanho e o peso das mesmas. As lentes Aspherical reduzem alguns problemas normalmente associados com grande angulares e zooms, tais como flare e distor&amp;#231;&amp;#245;es das bordas.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;#160;&lt;strong&gt;APO (apochromatic) &lt;/strong&gt;Estas lentes apresentam um projeto apocrom&amp;#225;tico e vidros especiais de baixa dispers&amp;#227;o (SLD - Special Low Dispersion) para uma aberra&amp;#231;&amp;#227;o crom&amp;#225;tica m&amp;#237;nima e alta qualidade em telefotografia oferecendo contraste e nitidez. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Lentes (APO) Apochromatic &lt;/strong&gt;minimizam enormemente as aberra&amp;#231;&amp;#245;es crom&amp;#225;ticas (fen&amp;#244;meno que ocorre quando a lente n&amp;#227;o &amp;#233; capaz de focar ondas de cores de diferentes comprimento no mesmo ponto. Isto provoca a forma&amp;#231;&amp;#227;o de imagens em pontos ligeiramente diferentes resultando em imagem de baixa qualidade).&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;RF IF (Internal and Rear Focusing) &lt;/strong&gt;O foco autom&amp;#225;tico convencional &amp;#233; feito movimentando-se todo o conjunto de lentes ou apenas movendo o grupo de lentes frontal. Para as lentes Tele e Macro a Sigma desenvolveu um sistema de foco interno que move um grupo de elementos dentro do tubo da lente, melhorando significativamente as capacidades macro. Para as super grande angulares com di&amp;#226;metro frontal amplo criou o sistema de foco traseiro (Rear Focusing System) que move apenas o grupo de elementos traseiro. Para as lentes de m&amp;#233;dio alcance usa o sistema de foco interno que move o grupo de elementos interno para permitir uma distancia focal m&amp;#237;nima mais curta. Tudo mantendo um comprimento f&amp;#237;sico constante do corpo das lentes.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;HSM (Hypersonic Motor) &lt;/strong&gt;Permite auto e manual foco de resposta r&amp;#225;pida, virtualmente silencioso, como tamb&amp;#233;m sobreposi&amp;#231;&amp;#227;o de foco somente manual UC - Ultra Compact (Ultra compacta) S&amp;#227;o as menores e mais leves lentes do seu g&amp;#234;nero dispon&amp;#237;veis. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;DG - Digital&lt;/strong&gt; As lentes com esta sigla s&amp;#227;o projetadas especialmente para c&amp;#226;meras digitais SLR. Entretanto podem ser usadas normalmente em c&amp;#226;meras 35mm.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;DL - Deluxe&lt;/strong&gt; As lentes DL s&amp;#227;o lentes completas a despeito de seu pre&amp;#231;o modesto. Como outras lentes Sigma elas s&amp;#227;o distribu&amp;#237;das com parassol original e incremento de 1/2 ponto em abertura manual scala de profundidade de campo e marca de corre&amp;#231;&amp;#227;o de infravermelho.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;DF - (Dual Focus)&lt;/strong&gt; As lentes Dual Focus (DF) s&amp;#227;o mais f&amp;#225;ceis de segurar porque o anel de foco n&amp;#227;o gira durante o Auto Foco e mesmo assim proporciona rota&amp;#231;&amp;#227;o adequada do anel de focagem quando o sistema de foco estiver em modo manual.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;HF - Helical focus&lt;/strong&gt; Este sistema elimimina a rota&amp;#231;&amp;#227;o da parte frontal da lente permitindo o uso de um parassol completo e facilitando o uso de filtros polarizadores.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;EX - Excellence &lt;/strong&gt;Linha de lentes profissionais da Sigma. Estas lentes apresentam a sigla EX e o logo EX no corpo da lente.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Enio Leite&lt;br /&gt;Focus Escola de Fotografia&lt;br /&gt;Desde 1975&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;http://www.escolafocus.net&quot;&gt;http://www.escolafocus.net&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.focusfoto.com.br&quot;&gt;http://www.focusfoto.com.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Veja mais dicas em:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;http://www.focusfoto.com.br/HTML/dicas.htm&quot;&gt;http://www.focusfoto.com.br/HTML/dicas.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;/fotografia-digital/&quot;&gt;http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.escolafocus.net/dicas.html&quot;&gt;http://www.escolafocus.net/dicas.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;item_footer&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;a href=&quot;http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/blog3.php/2010/07/27/lentes-canon-nion-e-sigma-siglas-e-abreviascoes&quot;&gt;Original post&lt;/a&gt; blogged on &lt;a href=&quot;http://b2evolution.net/&quot;&gt;b2evolution&lt;/a&gt;.&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img title="LENTES CANON NIKON SIGMA ESCOLA FOCUS ENIO LEITE MUNDO FOTOGRAFICO DIGITAL" src="http://www.letsgodigital.org/images/artikelen/35/nikkor-slr-lenses.jpg" alt="LENTES CANON NIKON SIGMA ESCOLA FOCUS ENIO LEITE MUNDO FOTOGRAFICO DIGITAL" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Siglas e Abrevia&#231;&#245;es Nikon</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>AF-D</strong> Uma das muitas varia&#231;&#245;es da linha de lentes F da nikon. As lentes Nikon tipo AF podem transmitir informa&#231;&#245;es de dist&#226;ncia para o corpo da c&#226;mera. Os dados de dist&#226;ncia do foco &#233; usado pelo sistema de medi&#231;&#227;o de matrix 3D da Nikon e pelo sistema de medi&#231;&#227;o 3D dos flashs.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>AF-DX</strong> S&#227;o lentes autofoco Nikkor projetadas para SLR digitais Nikon com fator de corte de 1.5x. Elas s&#227;o menores e mais leves que as Nikkor padr&#227;o devido &#224; n&#227;o ter que cobrir todo o sensor (n&#227;o full-frame). Em geral elas n&#227;o s&#227;o utiliz&#225;veis em corpo Nikon 35mm. <strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>AF-I- Autofocus Integrado</strong> Em 1992 a Nikon seguiu o exemplo da Canon lan&#231;ando uma nova serie de lentes com motor integrado ao corpo da lente. At&#233; ent&#227;o a Nikon s&#243; produzia sistemas autofoco no corpo das c&#226;meras. Estas lentes s&#227;o equivalentes &#224;s USM da Canon.</p>
<p style="text-align: justify;">&#160;<strong>AF-S Autofocus Silent Wave Motor</strong> Sistema de auto foco introduzido pela Nikon em 1996, principalmente em teleobjetivas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>AI - Aperture Indexing</strong> Em 1977 a Nikon lan&#231;ou uma s&#233;rie de lentes que podiam comunicar-se a abertura da lente para o corpo da c&#226;mera atrav&#233;s de um contato mec&#226;nico. Estas lentes s&#227;o facilmente identificadas pela "orelhas" de metal no seu topo (ver imagem). As que apresentam pequenos furos em cada orelha s&#227;o lentes AI ou AI-S <strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>AI-S</strong> Outra varia&#231;&#227;o das lentes F da Nikon lan&#231;ada em 1981. Essencialmente s&#227;o lentes AI com suporte para algumas automa&#231;&#245;es a mais, como transmiss&#227;o linear de informa&#231;&#227;o de abertura.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>F</strong> Desde o lan&#231;amento da c&#226;mera "F", que se tornou mundialmente famosa, a Nikon tem usado lentes com o mesmo encaixe b&#225;sico, tamb&#233;m conhecido como Nikon F. Esta padroniza&#231;&#227;o de encaixe de lentes contribui para a enorme varia&#231;&#227;o de lentes &#224; disposi&#231;&#227;o dos usu&#225;rios Nikon. Nikon F &#233; um encaixe de baioneta e o encaixe e a c&#226;mera foram nomeados em homenagem ao projetista chefe da Nikon Masahiko Fuketa. Embora o encaixe f&#237;sico n&#227;o tenha mudado desde 1959 a Nikon fez melhoramentos cont&#237;nuos no design incluindo indexador mec&#226;nico (AI e AI-S), transfer&#234;ncia eletr&#244;nica de (AF e AF-D) e lentes com motor de foco integral (AF-I e AF-S). Estas e outras varia&#231;&#245;es significam que n&#227;o h&#225; garantias de que uma lente Nikon espec&#237;fica funcionar&#225; perfeitamente com determinado corpo Nikon, mesmo que se encaixe fisicamente. Em 2004 a Nikon lan&#231;ou a F6 que, ao que parece, marca o encerramento desta linha.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>AF-G</strong> A linha G s&#227;o lentes controladas eletronicamente fabricadas pela Nikon que n&#227;o apresentam an&#233;is no corpo. Semelhantes &#224;s lentes da linha EOS da Canon lan&#231;adas em 1987, as lentes G da Nikon tem aberturas controladas eletronicamente ajust&#225;veis atrav&#233;s de controles instalados no corpo da c&#226;mera. Portanto elas n&#227;o podem ser usadas com c&#226;meras nikon mais antigas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>D-Distance (distancia)</strong> As lentes AF-Nikkor do tipo D transmitem informa&#231;&#227;o de dist&#226;ncia para o corpo da c&#226;mera SLR que possuem sistema de aferi&#231;&#227;o de matriz colorida 3D e flash multi sensor 3D.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ED - Extra-Low Dispersion glass</strong> (vidro de dispers&#227;o extra baixa) Vidros de alta qualidade para corre&#231;&#227;o de aberra&#231;&#227;o crom&#225;tica. As lentes Nikkor com vidro ED apresentam defini&#231;&#227;o e contraste superior, mesmo nas aberturas m&#225;ximas. Super ED &#233; um novo tipo de vidro que &#233; usado junto com o ED em algumas lentes para um grau ainda maior de corre&#231;&#227;o de aberra&#231;&#227;o crom&#225;tica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>VR - Vibration Reduction</strong> (redu&#231;&#227;o de vibra&#231;&#227;o) Estas lentes s&#227;o o equivalente da Nikon &#224;s IS(Image Stabilization) da Canon. Elas reduzem o efeito de tremido da c&#226;mera em cerca de 2 a 3 pontos de diafragma. Estas lentes s&#243; podem ser usadas com certos corpos tope de linha da Nikon.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Siglas e Abrevia&#231;&#245;es T&#233;cnicas da Canon </strong><strong>DO - Diffractive Optics</strong> (Otica Difrativa ) Tecnologia para lentes desenvolvida pela Canon que usa um elemento com ranhuras extremamente finas - pel&#237;cula de difra&#231;&#227;o - gravadas. Estes elementos usam o principio da &#243;tica difrativa para desviar a luz. A vantagem das lentes DO &#233; que elas podem ser feitas menores e mais leves do que as lentes normais. A desvantagem &#233; que elas s&#227;o muito caras. Lentes DO s&#227;o identific&#225;veis pelo anel verde claro impresso ao redor do final do corpo da lente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>EF - Electro Focus </strong>Defini&#231;&#227;o da Canon para as lentes com baionetas para o sistema EOS. As lentes compat&#237;veis EF s&#227;o projetadas para o sistema EOS e n&#227;o se encaixam em nenhum outro corpo de Canon. As lentes EF tem di&#226;metro interno de 54mm e externo de 65mm e s&#227;o maiores do que qualquer outro sistema 35mm. O sistema EF foi lan&#231;ado em 1987 e &#233; totalmente eletr&#244;nico.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>EF-S - Electro Focus Short Back Focus </strong>Defini&#231;&#227;o da Canon para uma varia&#231;&#227;o da baioneta padr&#227;o EF usada pelo sistema EOS. A EOS 300D/Rebel Digital/Kiss Digital lan&#231;ada em 2003 suportavam uma varia&#231;&#227;o diferente das lentes EF comuns. As lentes EF-S 18-55 3.5-5.6 foram produzidas com uma distancia focal posterior mais curta. Isto permitiu que a Canon produzisse objetivas grande angulares mais baratas para usu&#225;rios de suas SLRs digitais, que usavam sensores com tamanho APS de imagem movendo os elementos traseiros para mais perto do sensor de imagem. O corpo cujo mecanismo do espelho foi modificado para se ajustar &#224; distancia focal posterior eram compat&#237;veis com as lentes EF e EF-S mas as lentes EF-S somente eram compat&#237;veis com o corpo EF-S. As lentes EF comuns possuem um ponto vermelho saliente como &#237;ndice de encaixe da baioneta. As lentes EF-S usam quadrados brancos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>EOS - Electro-Optical System</strong> (sistema eletro-&#243;tico) Nome do sistema das C&#226;meras SLR da Canon e seus acess&#243;rios lan&#231;ados em 1987. As lentes da linha EOS s&#227;o totalmente controladas eletronicamente. N&#227;o possuem nenhum dispositivo mec&#226;nico para foco ou ajuste de abertura. Todos os ajustes s&#227;o feitos por motores constru&#237;dos na lente e n&#227;o no corpo da c&#226;mera. Embora isto acrescente alguns custos na fabrica&#231;&#227;o da lente tem a vantagem de cada motor de lente poder ser otimizado para o tamanho e tipo de cada lente, ao inv&#233;s de prender-se ao sistema do corpo da c&#226;mera que tenha que se ajustar &#224; qualquer lente que seja acoplada.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>FD </strong>Sistema manual de lentes da Canon dos anos 1970 e 80 que usam um sistema de alavancas e pinos mec&#226;nicos para transmitir informa&#231;&#245;es para a c&#226;mera. <strong>IS - Image Stabilization </strong>(estabiliza&#231;&#227;o de imagem) Um complexo sistema, computadorizado, constru&#237;do dentro de uma s&#233;rie de lentes vendidos pela Canon. Este sistema permite que a lente compense pequenos movimentos da c&#226;mera. As lentes IS possuem sensores girosc&#243;picos que detectam movimentos e pequenos motores que alteram fisicamente um elemento &#243;tico ou um grupo de elementos para compensar adequadamente o movimento. As lentes IS s&#227;o extremamente &#250;teis em condi&#231;&#245;es de luz insuficiente, elas d&#227;o um ou dois pontos extras na abertura. Assim &#233; poss&#237;vel usar velocidades mais baixas do que o normal. Elas n&#227;o s&#227;o &#250;teis quando h&#225; muito movimento no assunto. Fluorita de C&#225;lcio, material usado pela Canon na linha de lentes da s&#233;rie L. A Fluorita de C&#225;lcio &#233; um cristal sint&#233;tico, n&#227;o vidro, com um &#237;ndice refrativo muito baixo. &#201; usado para controlar aberra&#231;&#227;o crom&#225;tica especialmente em lentes de dist&#226;ncia focal mais longas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>L - Luxury </strong>As lentes da linha profissional da Canon s&#227;o identificadas com o r&#243;tulo "L" de Luxury. Ex. A serie 70-200 2.8L possuem pelo menos um elemento esf&#233;rico de fluorita ou UD e s&#227;o normalmente constru&#237;das com uma qualidade &#243;tica e mec&#226;nica mais elevadas do que as lentes n&#227;o-L. Elas s&#227;o prontamente identificadas pela faixa vermelha em volta do final do corpo da lente. Muitas s&#227;o apresentadas na cor branca, pretensamente para mant&#234;-las mais frias no sol.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>UD - Ultra Low-dispersion Glass</strong> (vidro de dispers&#227;o ultra baixa) Elementos de lentes fabricados com vidros UD tem um &#237;ndice de refra&#231;&#227;o menor do que as de vidro comum. Tais elementos s&#227;o, normalmente, usados para corrigir aberra&#231;&#227;o crom&#225;tica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>USM - Ultrasonic Motor </strong>(motor ultrasonico) Nome dado pela Canon para seu sistema de motor de lente ultrasonico. Os motores ultras&#244;nicos trabalham com o princ&#237;pio do movimento induzido por vibra&#231;&#227;o de alta frequ&#234;ncia. Assim as lentes USM focam extremamente r&#225;pido e s&#227;o quase silenciosas para o ouvido humano. Lentes Ring USM (que possuem o motor em um conjunto de an&#233;is ao redor do corpo) n&#227;o usam engrenagens o que torna poss&#237;vel o foco manual em tempo integral (FTM - Full-time Manual). Lentes USM com micromotores mais baratos, entretanto, usam engrenagens e normalmente n&#227;o suportam FTM. As lentes n&#227;o-L com motor USM s&#227;o identificadas pela faixa dourada impressa no final do corpo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Siglas e Abrevia&#231;&#245;es T&#233;cnicas da Sigma </strong></p>
<p style="text-align: justify;">As lentes Sigma s&#227;o divididas nas seguintes categorias b&#225;sicas:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Lentes zoom:</strong> Possuem a habilidade de variar a dist&#226;ncia focal e com isso mudar a amplia&#231;&#227;o da imagem simplesmente girando um anel no corpo da lente. Por exemplo: uma lente 28-200mm torna poss&#237;vel fotografar em grande angular e em tele a partir do mesmo lugar.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Lentes de distancia focal fixa</strong>: As lentes de dist&#226;ncia focal fixa oferecem um &#250;nico &#226;ngulo de vis&#227;o. Isso quer dizer que n&#227;o &#233; poss&#237;vel alterar o tamanho da imagem sem mudar a posi&#231;&#227;o do local de onde se fotografa. Entretanto as lentes de dist&#226;ncia focal fixa oferecem aberturas maiores foco mais simples e s&#227;o projetadas para um fim espec&#237;fico. Por isso procurem efeitos e resultados melhores para o fim aos quais foram projetadas. <strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Lentes macro:</strong> Usam &#243;tica avan&#231;ada para gravar imagens em tamanho real ou maiores. Estas caracter&#237;sticas est&#227;o dispon&#237;veis em lentes com dist&#226;ncia focal fixa ou zoom. Por exemplo: Uma lente macro com raz&#227;o de 1:1 produz imagens em tamanho real no filme, 1:2 produz imagens com metade do tamanho real e 1:3 um ter&#231;o do tamanho real.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ASP </strong>Aspherical Lenses: Os elementos n&#227;o esf&#233;ricos de uma lente podem reduzir o numero total de elementos necess&#225;rios em um tipo de lente. Eles podem melhorar o desempenho e ao mesmo tempo reduzir o peso e o tamanho da lente. As lentes Aspherical maximizam a qualidade &#243;tica e minimizam o tamanho e o peso das mesmas. As lentes Aspherical reduzem alguns problemas normalmente associados com grande angulares e zooms, tais como flare e distor&#231;&#245;es das bordas.</p>
<p style="text-align: justify;">&#160;<strong>APO (apochromatic) </strong>Estas lentes apresentam um projeto apocrom&#225;tico e vidros especiais de baixa dispers&#227;o (SLD - Special Low Dispersion) para uma aberra&#231;&#227;o crom&#225;tica m&#237;nima e alta qualidade em telefotografia oferecendo contraste e nitidez. <strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Lentes (APO) Apochromatic </strong>minimizam enormemente as aberra&#231;&#245;es crom&#225;ticas (fen&#244;meno que ocorre quando a lente n&#227;o &#233; capaz de focar ondas de cores de diferentes comprimento no mesmo ponto. Isto provoca a forma&#231;&#227;o de imagens em pontos ligeiramente diferentes resultando em imagem de baixa qualidade).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>RF IF (Internal and Rear Focusing) </strong>O foco autom&#225;tico convencional &#233; feito movimentando-se todo o conjunto de lentes ou apenas movendo o grupo de lentes frontal. Para as lentes Tele e Macro a Sigma desenvolveu um sistema de foco interno que move um grupo de elementos dentro do tubo da lente, melhorando significativamente as capacidades macro. Para as super grande angulares com di&#226;metro frontal amplo criou o sistema de foco traseiro (Rear Focusing System) que move apenas o grupo de elementos traseiro. Para as lentes de m&#233;dio alcance usa o sistema de foco interno que move o grupo de elementos interno para permitir uma distancia focal m&#237;nima mais curta. Tudo mantendo um comprimento f&#237;sico constante do corpo das lentes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>HSM (Hypersonic Motor) </strong>Permite auto e manual foco de resposta r&#225;pida, virtualmente silencioso, como tamb&#233;m sobreposi&#231;&#227;o de foco somente manual UC - Ultra Compact (Ultra compacta) S&#227;o as menores e mais leves lentes do seu g&#234;nero dispon&#237;veis. <strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>DG - Digital</strong> As lentes com esta sigla s&#227;o projetadas especialmente para c&#226;meras digitais SLR. Entretanto podem ser usadas normalmente em c&#226;meras 35mm.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>DL - Deluxe</strong> As lentes DL s&#227;o lentes completas a despeito de seu pre&#231;o modesto. Como outras lentes Sigma elas s&#227;o distribu&#237;das com parassol original e incremento de 1/2 ponto em abertura manual scala de profundidade de campo e marca de corre&#231;&#227;o de infravermelho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>DF - (Dual Focus)</strong> As lentes Dual Focus (DF) s&#227;o mais f&#225;ceis de segurar porque o anel de foco n&#227;o gira durante o Auto Foco e mesmo assim proporciona rota&#231;&#227;o adequada do anel de focagem quando o sistema de foco estiver em modo manual.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>HF - Helical focus</strong> Este sistema elimimina a rota&#231;&#227;o da parte frontal da lente permitindo o uso de um parassol completo e facilitando o uso de filtros polarizadores.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>EX - Excellence </strong>Linha de lentes profissionais da Sigma. Estas lentes apresentam a sigla EX e o logo EX no corpo da lente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Enio Leite<br />Focus Escola de Fotografia<br />Desde 1975<br /></strong><a href="http://www.escolafocus.net">http://www.escolafocus.net</a> <br /><a href="http://www.focusfoto.com.br">http://www.focusfoto.com.br</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Veja mais dicas em:<br /></strong><a href="http://www.focusfoto.com.br/HTML/dicas.htm">http://www.focusfoto.com.br/HTML/dicas.htm</a><br /><a href="http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/">http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/</a><br /><a href="http://www.escolafocus.net/dicas.html">http://www.escolafocus.net/dicas.html</a></p>
<p style="text-align: justify;">&#160;</p><div class="item_footer"><p><small><a href="http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/blog3.php/2010/07/27/lentes-canon-nion-e-sigma-siglas-e-abreviascoes">Original post</a> blogged on <a href="http://b2evolution.net/">b2evolution</a>.</small></p></div>]]></content:encoded>
								<comments>http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/blog3.php/2010/07/27/lentes-canon-nion-e-sigma-siglas-e-abreviascoes#comments</comments>
			<wfw:commentRss>http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/blog3.php?tempskin=_rss2&#38;disp=comments&#38;p=220</wfw:commentRss>
		</item>
				<item>
			<title>SENSIBILIDADE E RUIDO</title>
			<link>http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/blog3.php/2010/07/27/sensibilidade-e-ruido</link>
			<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 20:58:49 +0000</pubDate>			<dc:creator>admin</dc:creator>
			<category domain="main">b2evolution</category>			<guid isPermaLink="false">219@http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/</guid>
						<description>&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img title=&quot;QUALIDADE FOTOGRAFIA DIGITAL ESCOLA FOCUS ENIO LEITE FOCUSFOTO BLOGS CURSOS DE FOTOGRAFIA&quot; src=&quot;http://grubbasoftware.com/gfx/process-comp-b.jpg&quot; alt=&quot;QUALIDADE FOTOGRAFIA DIGITAL ESCOLA FOCUS ENIO LEITE FOCUSFOTO BLOGS CURSOS DE FOTOGRAFIA&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Detalhe do ruido produzidos com emprego de ISO 1600&amp;#160;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;strong&gt;QUALIDADE DIGITAL - SENSIBILIDADE E RUIDO&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img title=&quot;ENIO LEITE SENSIBILIDADE DIGITAL ESCOLA FOCUS ISO CURSOS DE PHOTOSHOP&quot; src=&quot;http://www.focusfoto.com.br/enio.leite.11.jpg&quot; alt=&quot;ENIO LEITE SENSIBILIDADE DIGITAL ESCOLA FOCUS ISO CURSOS DE PHOTOSHOP&quot; width=&quot;515&quot; height=&quot;346&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ISO COMPARATIVO - de&amp;#160; ISO 100 a ISO 1600 (*)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O conceito de sensibilidade foi aproveitado da fotografia convencional, onde para cada situa&amp;#231;&amp;#227;o de luz, utiliza-se o ISO adequado. Por exemplo, em dias de sol, ISO 100 era o recomendado. J&amp;#225; para dias nublados, ISO 200. ISO 400 era aplicado em fotos de4 movimento e a&amp;#231;&amp;#227;o, na fotografia esportiva por exemplo. Por fim, pra fotografar interiores, shows, espet&amp;#225;culos, etc., o ISO variava de 800 a 3.200, em fun&amp;#231;&amp;#227;o da luz da cena a ser fotografada.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Os primeiros filmes utilizavam outras nomenclaturas para determinar suas respectivas sensibilidades. Geralmente padr&amp;#245;es isolados,&amp;#160;de seus pr&amp;#243;prio fabrcantes. &amp;#160;Mas, devido as constantes diferen&amp;#231;as de sensibilidade, foram surgindo as necessidades de se estabelecer medidas objetivas para determinar a sensibilidade de cada emuls&amp;#227;o, colocando-a em um sistema adequado, assim como se exprime em graus a temperatura, em metros o comprimento, e em quilogramas o peso. Baseando-se no mesmo princ&amp;#237;pio t&amp;#233;cnico, fabricantes e cientistas convencionaram um sistema de medi&amp;#231;&amp;#227;o universal denominado ISO. (International Standard Association).&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O ISO, entretanto, foi a fus&amp;#227;o de dois sistemas de sensibilidade, muito utilizados anteriormente, cada um absolutamente correto, mas imposs&amp;#237;vel de serem convertidos entre si. Na Europa, usava-se o sistema DIN (Deutsch Industrie Norm - Norma da Industria Alem&amp;#227;), nos Estados Unidos, o sistema ASA (American Standart Association - Associa&amp;#231;&amp;#227;o dos Padr&amp;#245;es Americanos) e no Jap&amp;#227;o JIS (Japan Industry Standard). H&amp;#225; outras medidas, como o Weston e Schneider, que por serem muito antigas, j&amp;#225; n&amp;#227;o s&amp;#227;o mais usadas.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Tanto no sistema ASA, como no DIN, quanto maior for o numero, mais sens&amp;#237;vel o filme e a luz. A diferen&amp;#231;a fundamental &amp;#233; que no sistema ASA, quando o numero dobra de um filme para o outro, &amp;#233; sinal que a sensibilidade do segundo &amp;#233; duas vezes maior que a do primeiro (por exemplo, um filme de 100 ASA tem o dobro de sensibilidade em rela&amp;#231;&amp;#227;o a um filme de 50 ASA, &amp;#233; a metade em rela&amp;#231;&amp;#227;o a um filme de 200 ASA): enquanto que no sistema DIN, a sensibilidade dobra a cada tr&amp;#234;s unidades (por exemplo - um filme de 21 DIN tem o dobro de sensibilidade em rela&amp;#231;&amp;#227;o a um filme de 18 DIN, &amp;#233; a metade de um filme de 24 DIN).&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Observe o processo de convers&amp;#227;o na tabela a seguir, e a sua fun&amp;#231;&amp;#227;o para o sistema ISO: ASA DIN ISO 10 11 10/11 12 12 12/12 16 13 16/13 20 14 20/14 25 15 25/15 32 16 32/16 40 17 40/17 50 18 50/18 64 19 64/19 80 20 80/20 100 21 100/21 125 22 125/22 160 23 160/23 200 24 200/24 250 25 250/25 320 26 320/26 400 27 400/27 500 28 500/28 650 29 650/29 800 30 800/30 1000 31 1000/31 1250 32 1250/32 1600 33 1600/33 3200 36 3200/36 A sensibilidade de uma emuls&amp;#227;o fotogr&amp;#225;fica depende da composi&amp;#231;&amp;#227;o qu&amp;#237;mica das part&amp;#237;culas que a constituem.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img title=&quot;ISO COMPARATIVO ENIO LEITE ESCOLA FOCUS FOCUSFOTOBLOG CURSOS DE FOTOGRAFIA DIGITAL&quot; src=&quot;http://www.focusfoto.com.br/enioleite.12.jpg&quot; alt=&quot;ISO COMPARATIVO ENIO LEITE ESCOLA FOCUS FOCUSFOTOBLOG CURSOS DE FOTOGRAFIA DIGITAL&quot; width=&quot;542&quot; height=&quot;363&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;ISO COMPARATIVO; ISO 100&amp;#160;e ISO 1600 (**)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Estas, a partir do momento que s&amp;#227;o expostas &amp;#224; luz, transformam-se em blocos, ou seja, aglomerados de gr&amp;#227;os de prata. Nas emuls&amp;#245;es mais sens&amp;#237;veis, estes aglomerados s&amp;#227;o de maior tamanho, enquanto que nas emuls&amp;#245;es lentas, a distribui&amp;#231;&amp;#227;o dos gr&amp;#227;os de prata &amp;#233; mais uniforme, sendo os blocos, portanto menores. A granula&amp;#231;&amp;#227;o, conjunto de gr&amp;#227;os, ou ru&amp;#237;do digital, nem sempre &amp;#233; desej&amp;#225;vel, pois quando este se manifesta, a amplia&amp;#231;&amp;#227;o da imagem perde seu aspecto limpo e uniforme, decompondo-se a imagem final. Quanto mais evidente for o ru&amp;#237;do, maior foi o valor de ISO empregado. O ru&amp;#237;do,por outro lado, determina uma s&amp;#233;rie de fatores essenciais na qualidade da imagem final como o CONTRASTE, por exemplo. Quanto maior o ISO ajustado, mais acinzentada e com cores desbotadas ficar&amp;#225; a imagem&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O PODER RESOLUTIVO de uma emuls&amp;#227;o tamb&amp;#233;m est&amp;#225; diretamente relacionado com a dimens&amp;#227;o dos gr&amp;#227;os. O ru&amp;#237;do grosso diminui o poder resolutivo, resultando em uma defini&amp;#231;&amp;#227;o extremamente baixa, pois a imagem foi decomposta em seus elementos. O ru&amp;#237;do fino, obtidos em valores menores de ISSO, aumenta o poder de resolu&amp;#231;&amp;#227;o de imagem, resultando um &amp;#237;ndice definitivo extremamente alto, onde a precis&amp;#227;o das cores e dos detalhes ser&amp;#227;o mais vis&amp;#237;veis.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;(*) e (**) Ilustra&amp;#231;&amp;#245;es,&amp;#160; fotos e montagem Frabrycio Suzuki Faria, Aluno Escola Focus.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Enio Leite&lt;br /&gt;Focus Escola de Fotografia&lt;br /&gt;Desde 1975 &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;http://www.escolafocus.net&quot;&gt;http://www.escolafocus.net&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.focusfoto.com.br&quot;&gt;http://www.focusfoto.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Veja mais dicas em:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.focusfoto.com.br/HTML/dicas.htm&quot;&gt;http://www.focusfoto.com.br/HTML/dicas.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;/fotografia-digital/&quot;&gt;http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.escolafocus.net/dicas.html&quot;&gt;http://www.escolafocus.net/dicas.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;item_footer&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;a href=&quot;http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/blog3.php/2010/07/27/sensibilidade-e-ruido&quot;&gt;Original post&lt;/a&gt; blogged on &lt;a href=&quot;http://b2evolution.net/&quot;&gt;b2evolution&lt;/a&gt;.&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img title="QUALIDADE FOTOGRAFIA DIGITAL ESCOLA FOCUS ENIO LEITE FOCUSFOTO BLOGS CURSOS DE FOTOGRAFIA" src="http://grubbasoftware.com/gfx/process-comp-b.jpg" alt="QUALIDADE FOTOGRAFIA DIGITAL ESCOLA FOCUS ENIO LEITE FOCUSFOTO BLOGS CURSOS DE FOTOGRAFIA" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>Detalhe do ruido produzidos com emprego de ISO 1600&#160;</em></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>QUALIDADE DIGITAL - SENSIBILIDADE E RUIDO</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img title="ENIO LEITE SENSIBILIDADE DIGITAL ESCOLA FOCUS ISO CURSOS DE PHOTOSHOP" src="http://www.focusfoto.com.br/enio.leite.11.jpg" alt="ENIO LEITE SENSIBILIDADE DIGITAL ESCOLA FOCUS ISO CURSOS DE PHOTOSHOP" width="515" height="346" /><br /><strong>ISO COMPARATIVO - de&#160; ISO 100 a ISO 1600 (*)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O conceito de sensibilidade foi aproveitado da fotografia convencional, onde para cada situa&#231;&#227;o de luz, utiliza-se o ISO adequado. Por exemplo, em dias de sol, ISO 100 era o recomendado. J&#225; para dias nublados, ISO 200. ISO 400 era aplicado em fotos de4 movimento e a&#231;&#227;o, na fotografia esportiva por exemplo. Por fim, pra fotografar interiores, shows, espet&#225;culos, etc., o ISO variava de 800 a 3.200, em fun&#231;&#227;o da luz da cena a ser fotografada.</p>
<p style="text-align: justify;">Os primeiros filmes utilizavam outras nomenclaturas para determinar suas respectivas sensibilidades. Geralmente padr&#245;es isolados,&#160;de seus pr&#243;prio fabrcantes. &#160;Mas, devido as constantes diferen&#231;as de sensibilidade, foram surgindo as necessidades de se estabelecer medidas objetivas para determinar a sensibilidade de cada emuls&#227;o, colocando-a em um sistema adequado, assim como se exprime em graus a temperatura, em metros o comprimento, e em quilogramas o peso. Baseando-se no mesmo princ&#237;pio t&#233;cnico, fabricantes e cientistas convencionaram um sistema de medi&#231;&#227;o universal denominado ISO. (International Standard Association).</p>
<p style="text-align: justify;">O ISO, entretanto, foi a fus&#227;o de dois sistemas de sensibilidade, muito utilizados anteriormente, cada um absolutamente correto, mas imposs&#237;vel de serem convertidos entre si. Na Europa, usava-se o sistema DIN (Deutsch Industrie Norm - Norma da Industria Alem&#227;), nos Estados Unidos, o sistema ASA (American Standart Association - Associa&#231;&#227;o dos Padr&#245;es Americanos) e no Jap&#227;o JIS (Japan Industry Standard). H&#225; outras medidas, como o Weston e Schneider, que por serem muito antigas, j&#225; n&#227;o s&#227;o mais usadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Tanto no sistema ASA, como no DIN, quanto maior for o numero, mais sens&#237;vel o filme e a luz. A diferen&#231;a fundamental &#233; que no sistema ASA, quando o numero dobra de um filme para o outro, &#233; sinal que a sensibilidade do segundo &#233; duas vezes maior que a do primeiro (por exemplo, um filme de 100 ASA tem o dobro de sensibilidade em rela&#231;&#227;o a um filme de 50 ASA, &#233; a metade em rela&#231;&#227;o a um filme de 200 ASA): enquanto que no sistema DIN, a sensibilidade dobra a cada tr&#234;s unidades (por exemplo - um filme de 21 DIN tem o dobro de sensibilidade em rela&#231;&#227;o a um filme de 18 DIN, &#233; a metade de um filme de 24 DIN).</p>
<p style="text-align: justify;">Observe o processo de convers&#227;o na tabela a seguir, e a sua fun&#231;&#227;o para o sistema ISO: ASA DIN ISO 10 11 10/11 12 12 12/12 16 13 16/13 20 14 20/14 25 15 25/15 32 16 32/16 40 17 40/17 50 18 50/18 64 19 64/19 80 20 80/20 100 21 100/21 125 22 125/22 160 23 160/23 200 24 200/24 250 25 250/25 320 26 320/26 400 27 400/27 500 28 500/28 650 29 650/29 800 30 800/30 1000 31 1000/31 1250 32 1250/32 1600 33 1600/33 3200 36 3200/36 A sensibilidade de uma emuls&#227;o fotogr&#225;fica depende da composi&#231;&#227;o qu&#237;mica das part&#237;culas que a constituem.</p>
<p style="text-align: center;"><img title="ISO COMPARATIVO ENIO LEITE ESCOLA FOCUS FOCUSFOTOBLOG CURSOS DE FOTOGRAFIA DIGITAL" src="http://www.focusfoto.com.br/enioleite.12.jpg" alt="ISO COMPARATIVO ENIO LEITE ESCOLA FOCUS FOCUSFOTOBLOG CURSOS DE FOTOGRAFIA DIGITAL" width="542" height="363" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>ISO COMPARATIVO; ISO 100&#160;e ISO 1600 (**)<br /></em></strong><br />Estas, a partir do momento que s&#227;o expostas &#224; luz, transformam-se em blocos, ou seja, aglomerados de gr&#227;os de prata. Nas emuls&#245;es mais sens&#237;veis, estes aglomerados s&#227;o de maior tamanho, enquanto que nas emuls&#245;es lentas, a distribui&#231;&#227;o dos gr&#227;os de prata &#233; mais uniforme, sendo os blocos, portanto menores. A granula&#231;&#227;o, conjunto de gr&#227;os, ou ru&#237;do digital, nem sempre &#233; desej&#225;vel, pois quando este se manifesta, a amplia&#231;&#227;o da imagem perde seu aspecto limpo e uniforme, decompondo-se a imagem final. Quanto mais evidente for o ru&#237;do, maior foi o valor de ISO empregado. O ru&#237;do,por outro lado, determina uma s&#233;rie de fatores essenciais na qualidade da imagem final como o CONTRASTE, por exemplo. Quanto maior o ISO ajustado, mais acinzentada e com cores desbotadas ficar&#225; a imagem</p>
<p style="text-align: justify;">O PODER RESOLUTIVO de uma emuls&#227;o tamb&#233;m est&#225; diretamente relacionado com a dimens&#227;o dos gr&#227;os. O ru&#237;do grosso diminui o poder resolutivo, resultando em uma defini&#231;&#227;o extremamente baixa, pois a imagem foi decomposta em seus elementos. O ru&#237;do fino, obtidos em valores menores de ISSO, aumenta o poder de resolu&#231;&#227;o de imagem, resultando um &#237;ndice definitivo extremamente alto, onde a precis&#227;o das cores e dos detalhes ser&#227;o mais vis&#237;veis.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>(*) e (**) Ilustra&#231;&#245;es,&#160; fotos e montagem Frabrycio Suzuki Faria, Aluno Escola Focus.</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Enio Leite<br />Focus Escola de Fotografia<br />Desde 1975 <br /></strong><a href="http://www.escolafocus.net">http://www.escolafocus.net</a><br /><a href="http://www.focusfoto.com.br">http://www.focusfoto.com.br</a><br /><strong>Veja mais dicas em:</strong><br /><a href="http://www.focusfoto.com.br/HTML/dicas.htm">http://www.focusfoto.com.br/HTML/dicas.htm</a><br /><a href="http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/">http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/</a><br /><a href="http://www.escolafocus.net/dicas.html">http://www.escolafocus.net/dicas.html</a></p><div class="item_footer"><p><small><a href="http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/blog3.php/2010/07/27/sensibilidade-e-ruido">Original post</a> blogged on <a href="http://b2evolution.net/">b2evolution</a>.</small></p></div>]]></content:encoded>
								<comments>http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/blog3.php/2010/07/27/sensibilidade-e-ruido#comments</comments>
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		</item>
				<item>
			<title>BRASILEIRO PAGA MAIS CARO POR CESTA B&#193;SICA DIGITAL</title>
			<link>http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/blog3.php/2010/07/23/brasileiro-paga-mais-caro-por-cesta-basica-digital</link>
			<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 12:13:00 +0000</pubDate>			<dc:creator>admin</dc:creator>
			<category domain="main">b2evolution</category>			<guid isPermaLink="false">202@http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/</guid>
						<description>&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img title=&quot;CESTA BASICA DIGITAL ESCOLA FOCUS CURSOS DE FOTOGRAFIA FOCUSFOTO BLOGS FOCUSFOTO FOTOBLOG&quot; src=&quot;http://www.numclique.net/wp-content/uploads/2009/02/kit-tecnologia.jpg&quot; alt=&quot;CESTA BASICA DIGITAL ESCOLA FOCUS CURSOS DE FOTOGRAFIA FOCUSFOTO BLOGS FOCUSFOTO FOTOBLOG&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;TEXTO: LUCIELE VELLUTO &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;mailto:luciele.velluto@grupoestado.com.br&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;luciele.velluto@grupoestado.com.br&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Fonte: &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;http://br.noticias.yahoo.com/s/22072010/25/tecnologia-brasileiro-paga-caro-cesta-basica.html&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;http://br.noticias.yahoo.com/s/22072010/25/tecnologia-brasileiro-paga-caro-cesta-basica.html&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Comprar produtos ligados &amp;#224; tecnologia &amp;#233; muito mais caro no Brasil do que em outros pa&amp;#237;ses da Am&amp;#233;rica Latina. Pesquisa da Marco Consultoria, empresa especializada em an&amp;#225;lise do mercado de Tecnologia da Informa&amp;#231;&amp;#227;o e presente em cinco pa&amp;#237;ses, mostra que equipar uma casa com itens digitais custa US$ 7.540 (cerca de R$ 13 mil) por aqui, 36,7% mais do que no pa&amp;#237;s mais barato pesquisado, a Col&amp;#244;mbia&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;#160;Os pre&amp;#231;os s&amp;#227;o mais elevados no Brasil por conta da carga tribut&amp;#225;ria, importa&amp;#231;&amp;#227;o e at&amp;#233; por uma quest&amp;#227;o cultural, como &amp;#233; o caso dos smartphones, considerados produtos de status no Pa&amp;#237;s. No entanto, h&amp;#225; itens com pre&amp;#231;os elevados em todos os pa&amp;#237;ses pesquisados, como &amp;#233; o caso das TVs de LCD. Os produtos analisados s&amp;#227;o c&amp;#226;mera fotogr&amp;#225;fica digital, home theater, leitor de Blu-Ray, smartphone, notebook com sistema operacional Windows, netbook, videogame, al&amp;#233;m da TV de LCD. Foram consideradas marcas globais vendidas por grandes varejistas no Brasil, Argentina, Chile, Col&amp;#244;mbia e M&amp;#233;xico e os pre&amp;#231;os foram captados em abril deste ano.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;#160;O consultor s&amp;#234;nior da Marco Consultoria e respons&amp;#225;vel pela pesquisa no Brasil, Henrique de Campos J&amp;#250;nior, explica que, apesar do mercado brasileiro ter o pre&amp;#231;o mais alto no conjunto de produtos, &amp;#233; o pa&amp;#237;s com maior sal&amp;#225;rio m&amp;#233;dio, de US$ 790 (R$ 1.424,10, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&amp;#237;stica, o IBGE), o que garante maior poder aquisitivo. &quot;O aumento do sal&amp;#225;rio do brasileiro tem sido constante e est&amp;#225; mais f&amp;#225;cil ter uma casa digital&quot;, diz. No Brasil s&amp;#227;o necess&amp;#225;rios 9,6 sal&amp;#225;rios m&amp;#233;dios para se comprar uma cesta de produtos tecnol&amp;#243;gicos.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Na Argentina &amp;#233; preciso desembolsar 14,7 sal&amp;#225;rios m&amp;#233;dios para se adquirir os mesmos itens. &quot;&amp;#201; por isso que podemos afirmar que o Brasil tem mais acesso a tecnologia do que os vizinhos quando comparamos o pre&amp;#231;o dos produtos ao ganho dos trabalhadores&quot;, explica. Na compara&amp;#231;&amp;#227;o com a pesquisa anterior, de agosto de 2009, houve queda: se hoje com 9,6 sal&amp;#225;rios m&amp;#233;dios compra-se o conjunto de itens, na &amp;#233;poca eram necess&amp;#225;rios 10,1 sal&amp;#225;rios m&amp;#233;dios. J&amp;#225; o pre&amp;#231;o da cesta subiu de US$ 6.260 para US$ 7.540 no per&amp;#237;odo.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Para Campos J&amp;#250;nior, isso mostra um crescimento da renda do brasileiro, apesar do encarecimento dos artigos. &quot;H&amp;#225; tamb&amp;#233;m influ&amp;#234;ncia da queda do d&amp;#243;lar no per&amp;#237;odo, mas o peso do aumento salarial dos trabalhadores &amp;#233; muito maior&quot;, avalia. O analista de sistemas Victor Stefani comprou um computador novo h&amp;#225; duas semanas.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;#201; a quarta m&amp;#225;quina em casa. &quot;Costumo investir em equipamentos de tecnologia por causa do trabalho e por gosto pessoal tamb&amp;#233;m&quot;, conta ele. Stefani concorda que os pre&amp;#231;os no Brasil sejam altos, como de smartphones e videogames, mas alguns itens t&amp;#234;m ficado mais em conta, como os leitores de Blu-Ray e notebooks. &quot;Muita coisa j&amp;#225; se compra com facilidade. Um exemplo &amp;#233; o pen drive (mem&amp;#243;ria flash para transporte de dados). O primeiro eu paguei R$ 50 e tinha capacidade de 32 MB.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Hoje, por esse pre&amp;#231;o, se compra um de 8 GB&quot;, afirma. O consumidor tamb&amp;#233;m deve considerar o valor dos servi&amp;#231;os ligados aos artigos de tecnologia. O pacote b&amp;#225;sico de acesso &amp;#224; internet via celular, sai a partir de R$ 29 mensais. Um plano de internet e TV a cabo n&amp;#227;o custa menos de R$ 80.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Acess&amp;#243;rios tamb&amp;#233;m t&amp;#234;m valor elevado: R$ 99 &amp;#233; o m&amp;#237;nimo que se paga por um jogo para console de &amp;#250;ltima gera&amp;#231;&amp;#227;o. As informa&amp;#231;&amp;#245;es s&amp;#227;o do Jornal da Tarde.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.numclique.net/wp-content/uploads/2009/02/kit-tecnologia.jpg&quot;&gt;http://www.numclique.net/wp-content/uploads/2009/02/kit-tecnologia.jpg&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;item_footer&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;a href=&quot;http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/blog3.php/2010/07/23/brasileiro-paga-mais-caro-por-cesta-basica-digital&quot;&gt;Original post&lt;/a&gt; blogged on &lt;a href=&quot;http://b2evolution.net/&quot;&gt;b2evolution&lt;/a&gt;.&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img title="CESTA BASICA DIGITAL ESCOLA FOCUS CURSOS DE FOTOGRAFIA FOCUSFOTO BLOGS FOCUSFOTO FOTOBLOG" src="http://www.numclique.net/wp-content/uploads/2009/02/kit-tecnologia.jpg" alt="CESTA BASICA DIGITAL ESCOLA FOCUS CURSOS DE FOTOGRAFIA FOCUSFOTO BLOGS FOCUSFOTO FOTOBLOG" /></p>
<p style="text-align: center;"><br /><strong><em>TEXTO: LUCIELE VELLUTO </em></strong><a href="http://focusfoto.com.brmailto:luciele.velluto@grupoestado.com.br"><strong><em>luciele.velluto@grupoestado.com.br</em></strong></a><br /><strong><em>Fonte: </em></strong><a href="http://br.noticias.yahoo.com/s/22072010/25/tecnologia-brasileiro-paga-caro-cesta-basica.html"><strong><em>http://br.noticias.yahoo.com/s/22072010/25/tecnologia-brasileiro-paga-caro-cesta-basica.html</em></strong></a><em><strong> <br /><br /></strong>Comprar produtos ligados &#224; tecnologia &#233; muito mais caro no Brasil do que em outros pa&#237;ses da Am&#233;rica Latina. Pesquisa da Marco Consultoria, empresa especializada em an&#225;lise do mercado de Tecnologia da Informa&#231;&#227;o e presente em cinco pa&#237;ses, mostra que equipar uma casa com itens digitais custa US$ 7.540 (cerca de R$ 13 mil) por aqui, 36,7% mais do que no pa&#237;s mais barato pesquisado, a Col&#244;mbia</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">&#160;Os pre&#231;os s&#227;o mais elevados no Brasil por conta da carga tribut&#225;ria, importa&#231;&#227;o e at&#233; por uma quest&#227;o cultural, como &#233; o caso dos smartphones, considerados produtos de status no Pa&#237;s. No entanto, h&#225; itens com pre&#231;os elevados em todos os pa&#237;ses pesquisados, como &#233; o caso das TVs de LCD. Os produtos analisados s&#227;o c&#226;mera fotogr&#225;fica digital, home theater, leitor de Blu-Ray, smartphone, notebook com sistema operacional Windows, netbook, videogame, al&#233;m da TV de LCD. Foram consideradas marcas globais vendidas por grandes varejistas no Brasil, Argentina, Chile, Col&#244;mbia e M&#233;xico e os pre&#231;os foram captados em abril deste ano.</p>
<p style="text-align: justify;">&#160;O consultor s&#234;nior da Marco Consultoria e respons&#225;vel pela pesquisa no Brasil, Henrique de Campos J&#250;nior, explica que, apesar do mercado brasileiro ter o pre&#231;o mais alto no conjunto de produtos, &#233; o pa&#237;s com maior sal&#225;rio m&#233;dio, de US$ 790 (R$ 1.424,10, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&#237;stica, o IBGE), o que garante maior poder aquisitivo. "O aumento do sal&#225;rio do brasileiro tem sido constante e est&#225; mais f&#225;cil ter uma casa digital", diz. No Brasil s&#227;o necess&#225;rios 9,6 sal&#225;rios m&#233;dios para se comprar uma cesta de produtos tecnol&#243;gicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Na Argentina &#233; preciso desembolsar 14,7 sal&#225;rios m&#233;dios para se adquirir os mesmos itens. "&#201; por isso que podemos afirmar que o Brasil tem mais acesso a tecnologia do que os vizinhos quando comparamos o pre&#231;o dos produtos ao ganho dos trabalhadores", explica. Na compara&#231;&#227;o com a pesquisa anterior, de agosto de 2009, houve queda: se hoje com 9,6 sal&#225;rios m&#233;dios compra-se o conjunto de itens, na &#233;poca eram necess&#225;rios 10,1 sal&#225;rios m&#233;dios. J&#225; o pre&#231;o da cesta subiu de US$ 6.260 para US$ 7.540 no per&#237;odo.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Campos J&#250;nior, isso mostra um crescimento da renda do brasileiro, apesar do encarecimento dos artigos. "H&#225; tamb&#233;m influ&#234;ncia da queda do d&#243;lar no per&#237;odo, mas o peso do aumento salarial dos trabalhadores &#233; muito maior", avalia. O analista de sistemas Victor Stefani comprou um computador novo h&#225; duas semanas.</p>
<p style="text-align: justify;">&#201; a quarta m&#225;quina em casa. "Costumo investir em equipamentos de tecnologia por causa do trabalho e por gosto pessoal tamb&#233;m", conta ele. Stefani concorda que os pre&#231;os no Brasil sejam altos, como de smartphones e videogames, mas alguns itens t&#234;m ficado mais em conta, como os leitores de Blu-Ray e notebooks. "Muita coisa j&#225; se compra com facilidade. Um exemplo &#233; o pen drive (mem&#243;ria flash para transporte de dados). O primeiro eu paguei R$ 50 e tinha capacidade de 32 MB.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, por esse pre&#231;o, se compra um de 8 GB", afirma. O consumidor tamb&#233;m deve considerar o valor dos servi&#231;os ligados aos artigos de tecnologia. O pacote b&#225;sico de acesso &#224; internet via celular, sai a partir de R$ 29 mensais. Um plano de internet e TV a cabo n&#227;o custa menos de R$ 80.</p>
<p style="text-align: justify;">Acess&#243;rios tamb&#233;m t&#234;m valor elevado: R$ 99 &#233; o m&#237;nimo que se paga por um jogo para console de &#250;ltima gera&#231;&#227;o. As informa&#231;&#245;es s&#227;o do Jornal da Tarde.</p>
<p><a href="http://www.numclique.net/wp-content/uploads/2009/02/kit-tecnologia.jpg">http://www.numclique.net/wp-content/uploads/2009/02/kit-tecnologia.jpg</a></p><div class="item_footer"><p><small><a href="http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/blog3.php/2010/07/23/brasileiro-paga-mais-caro-por-cesta-basica-digital">Original post</a> blogged on <a href="http://b2evolution.net/">b2evolution</a>.</small></p></div>]]></content:encoded>
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		</item>
				<item>
			<title>CUIDADO! ELES S&#195;O DELICADOS E SENS&#205;VEIS!</title>
			<link>http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/blog3.php/2010/07/23/cuidado-eles-sao-delicados-e-sensiveis-1</link>
			<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 11:34:41 +0000</pubDate>			<dc:creator>admin</dc:creator>
			<category domain="main">b2evolution</category>			<guid isPermaLink="false">201@http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/</guid>
						<description>&lt;p&gt;&lt;img title=&quot;ESCOLA FOCUS CUIDADOS COM A CAMERA ENIO LEITE FOCUSFOTO BLOG CURSOS DE FOTOGRAFIA&quot; src=&quot;http://www2.westfalia.net/medien/scaled_pix/580/580/000/000/000/000/001/052/39.jpg&quot; alt=&quot;ESCOLA FOCUS CUIDADOS COM A CAMERA ENIO LEITE FOCUSFOTO BLOG CURSOS DE FOTOGRAFIA&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A primeira coisa a fazer &amp;#233; cuidar da c&amp;#226;mara que voc&amp;#234; j&amp;#225; possui. Qualquer aparelho fotogr&amp;#225;fico, por mais simples que seja, deve ser tratado com cuidado que merece um mecanismo delicado e sens&amp;#237;vel. Nunca force uma alavanca ou um bot&amp;#227;o. Se algo n&amp;#227;o esta funcionando bem, pare e tente rever o que voc&amp;#234; fez, pois provavelmente ocorreu um erro de opera&amp;#231;&amp;#227;o. Se n&amp;#227;o for poss&amp;#237;vel resolver, um bom mec&amp;#226;nico dar&amp;#225; solu&amp;#231;&amp;#227;o. E, ser&amp;#225; sempre muito mais f&amp;#225;cil e barato consertar um mecanismo emperrado do que outro, quebrado pela impaci&amp;#234;ncia do usu&amp;#225;rio. Outro cuidado &amp;#233; manter seu equipamento sempre limpo.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Conv&amp;#233;m ter um pincel macio para retirar a poeira do corpo da c&amp;#226;mara, outro para fazer o mesmo com a lente, um assoprador, algod&amp;#227;o e um l&amp;#237;quido especial para limpar lentes. A objetiva e o cora&amp;#231;&amp;#227;o da c&amp;#226;mara e se estiver suja, riscada ou engordurada comprometera irremediavelmente a qualidade do produto final. Uma marca de dedo, por exemplo, se n&amp;#227;o for retirada, um m&amp;#234;s depois se tornara indel&amp;#233;vel. N&amp;#227;o sai mais nem com promessa ao santo. Outro detalhe &amp;#233; que o vidro &amp;#243;ptico, dado sua composi&amp;#231;&amp;#227;o, risca com facilidade. Portanto, tome cuidado.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;De maneira geral deve se evitar qualquer contato com a lente, mesmo na limpeza. Se esta puder ser feita apenas com um assoprador para retirar os gr&amp;#227;os de poeira, &amp;#243;timo. Caso contr&amp;#225;rio use um pincel e, se necess&amp;#225;rio, um algod&amp;#227;o levemente embebido em l&amp;#237;quido limpa lentes. Passe em seguida um algod&amp;#227;o seco, em leves movimentos circulares, at&amp;#233; que ele deslize suavemente pela superf&amp;#237;cie. Se o pre&amp;#231;o de um assoprador acoplado a um pincel especial de limpeza para lentes for muito alto, voc&amp;#234; pode comprar um pincel chato, de pelo de marta, de um cm. de largura, para o corpo e outro de 0,5cm para a lente, em loja de cosmeticos.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O assoprador pode ser comprado na farm&amp;#225;cia que vende uma bombinha de borracha &amp;#243;tima para estes fins. Devido &amp;#224; fragilidade das lentes, um bom investimento &amp;#233; um filtro UV para funcionar permanentemente como capa &amp;#243;tica. Dessa forma, todo o poss&amp;#237;vel contato ou dano ocorre com o filtro, preservando o elemento frontal da objetiva. Outros grandes inimigos do seu equipamento s&amp;#227;o os fungos, dos quais o mofo &amp;#233; a forma mais conhecida. Este microorganismo tem um grande apetite por lentes fotogr&amp;#225;ficas, proliferando mais facilmente em lugares &amp;#250;midos e escuros.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Os danos causados pelos fungos v&amp;#227;o de manchas no vidro &amp;#243;tico at&amp;#233; verdadeiros sulcos em forma de tramas, que s&amp;#227;o irrevers&amp;#237;veis. Por isso, guarde sempre o equipamento em lugar seco e, mesmo assim, se por muito tempo, revise-o periodicamente, fazendo-o tomar sol direto pelo mesmo uma vez por m&amp;#234;s, todo aberto.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Os fungos odeiam o sol. Tome ainda muito cuidado com excesso de calor. Areia, &amp;#225;gua do mar e maresia s&amp;#227;o extremamente danosos e corrosivos. Se for a praia com a c&amp;#226;mara deixe-a bem protegida quando n&amp;#227;o estiver em uso. Dentro de um saco pl&amp;#225;stico branco&amp;#160;bem fechado, por exemplo.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Texto: Enio Leite Focus &lt;br /&gt;Escola de Fotografia &lt;br /&gt;Desde 1975&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;http://www.escolafocus.net&quot;&gt;http://www.escolafocus.net&lt;/a&gt; &lt;a href=&quot;http://www.focusfoto.com.br&quot;&gt;http://www.focusfoto.com.br&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Veja mais dicas em:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;http://www.focusfoto.com.br/HTML/dicas.htm&quot;&gt;http://www.focusfoto.com.br/HTML/dicas.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;/fotografia-digital/&quot;&gt;http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.escolafocus.net/dicas.html&quot;&gt;http://www.escolafocus.net/dicas.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;item_footer&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;a href=&quot;http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/blog3.php/2010/07/23/cuidado-eles-sao-delicados-e-sensiveis-1&quot;&gt;Original post&lt;/a&gt; blogged on &lt;a href=&quot;http://b2evolution.net/&quot;&gt;b2evolution&lt;/a&gt;.&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="ESCOLA FOCUS CUIDADOS COM A CAMERA ENIO LEITE FOCUSFOTO BLOG CURSOS DE FOTOGRAFIA" src="http://www2.westfalia.net/medien/scaled_pix/580/580/000/000/000/000/001/052/39.jpg" alt="ESCOLA FOCUS CUIDADOS COM A CAMERA ENIO LEITE FOCUSFOTO BLOG CURSOS DE FOTOGRAFIA" /></p>
<p style="text-align: justify;">A primeira coisa a fazer &#233; cuidar da c&#226;mara que voc&#234; j&#225; possui. Qualquer aparelho fotogr&#225;fico, por mais simples que seja, deve ser tratado com cuidado que merece um mecanismo delicado e sens&#237;vel. Nunca force uma alavanca ou um bot&#227;o. Se algo n&#227;o esta funcionando bem, pare e tente rever o que voc&#234; fez, pois provavelmente ocorreu um erro de opera&#231;&#227;o. Se n&#227;o for poss&#237;vel resolver, um bom mec&#226;nico dar&#225; solu&#231;&#227;o. E, ser&#225; sempre muito mais f&#225;cil e barato consertar um mecanismo emperrado do que outro, quebrado pela impaci&#234;ncia do usu&#225;rio. Outro cuidado &#233; manter seu equipamento sempre limpo.</p>
<p style="text-align: justify;">Conv&#233;m ter um pincel macio para retirar a poeira do corpo da c&#226;mara, outro para fazer o mesmo com a lente, um assoprador, algod&#227;o e um l&#237;quido especial para limpar lentes. A objetiva e o cora&#231;&#227;o da c&#226;mara e se estiver suja, riscada ou engordurada comprometera irremediavelmente a qualidade do produto final. Uma marca de dedo, por exemplo, se n&#227;o for retirada, um m&#234;s depois se tornara indel&#233;vel. N&#227;o sai mais nem com promessa ao santo. Outro detalhe &#233; que o vidro &#243;ptico, dado sua composi&#231;&#227;o, risca com facilidade. Portanto, tome cuidado.</p>
<p style="text-align: justify;">De maneira geral deve se evitar qualquer contato com a lente, mesmo na limpeza. Se esta puder ser feita apenas com um assoprador para retirar os gr&#227;os de poeira, &#243;timo. Caso contr&#225;rio use um pincel e, se necess&#225;rio, um algod&#227;o levemente embebido em l&#237;quido limpa lentes. Passe em seguida um algod&#227;o seco, em leves movimentos circulares, at&#233; que ele deslize suavemente pela superf&#237;cie. Se o pre&#231;o de um assoprador acoplado a um pincel especial de limpeza para lentes for muito alto, voc&#234; pode comprar um pincel chato, de pelo de marta, de um cm. de largura, para o corpo e outro de 0,5cm para a lente, em loja de cosmeticos.</p>
<p style="text-align: justify;">O assoprador pode ser comprado na farm&#225;cia que vende uma bombinha de borracha &#243;tima para estes fins. Devido &#224; fragilidade das lentes, um bom investimento &#233; um filtro UV para funcionar permanentemente como capa &#243;tica. Dessa forma, todo o poss&#237;vel contato ou dano ocorre com o filtro, preservando o elemento frontal da objetiva. Outros grandes inimigos do seu equipamento s&#227;o os fungos, dos quais o mofo &#233; a forma mais conhecida. Este microorganismo tem um grande apetite por lentes fotogr&#225;ficas, proliferando mais facilmente em lugares &#250;midos e escuros.</p>
<p style="text-align: justify;">Os danos causados pelos fungos v&#227;o de manchas no vidro &#243;tico at&#233; verdadeiros sulcos em forma de tramas, que s&#227;o irrevers&#237;veis. Por isso, guarde sempre o equipamento em lugar seco e, mesmo assim, se por muito tempo, revise-o periodicamente, fazendo-o tomar sol direto pelo mesmo uma vez por m&#234;s, todo aberto.</p>
<p style="text-align: justify;">Os fungos odeiam o sol. Tome ainda muito cuidado com excesso de calor. Areia, &#225;gua do mar e maresia s&#227;o extremamente danosos e corrosivos. Se for a praia com a c&#226;mara deixe-a bem protegida quando n&#227;o estiver em uso. Dentro de um saco pl&#225;stico branco&#160;bem fechado, por exemplo.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Texto: Enio Leite Focus <br />Escola de Fotografia <br />Desde 1975<br /></strong><a href="http://www.escolafocus.net">http://www.escolafocus.net</a> <a href="http://www.focusfoto.com.br">http://www.focusfoto.com.br</a> <br /><strong>Veja mais dicas em:<br /></strong><a href="http://www.focusfoto.com.br/HTML/dicas.htm">http://www.focusfoto.com.br/HTML/dicas.htm</a><br /><a href="http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/">http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/</a> <br /><a href="http://www.escolafocus.net/dicas.html">http://www.escolafocus.net/dicas.html</a></p><div class="item_footer"><p><small><a href="http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/blog3.php/2010/07/23/cuidado-eles-sao-delicados-e-sensiveis-1">Original post</a> blogged on <a href="http://b2evolution.net/">b2evolution</a>.</small></p></div>]]></content:encoded>
								<comments>http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/blog3.php/2010/07/23/cuidado-eles-sao-delicados-e-sensiveis-1#comments</comments>
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		</item>
				<item>
			<title>FOTOGRAFIA ALTERNATIVA: LOMOGRAFIA</title>
			<link>http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/blog3.php/2010/01/04/fotografia-alternativa-lomografia</link>
			<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 11:38:58 +0000</pubDate>			<dc:creator>carlos moreno</dc:creator>
			<category domain="main">b2evolution</category>
<category domain="alt">contributors</category>			<guid isPermaLink="false">181@http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/</guid>
						<description>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img title=&quot;LOMOGRAFIA ESCOLA FOCUS RECOMENDA&amp;#199;&amp;#213;ES ALUNOS REFERENCIA EM ENSINO ENIO LEITE&quot; src=&quot;http://yonah.files.wordpress.com/2008/03/lomo-oktomat-8-lens-camera.jpg&quot; alt=&quot;LOMOGRAFIA ESCOLA FOCUS RECOMENDA&amp;#199;&amp;#213;ES ALUNOS REFERENCIA EM ENSINO ENIO LEITE&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lomografia ganha adeptos em Bras&amp;#237;lia - Mania na Europa desde a d&amp;#233;cada de 1980, a lomografia ganha adeptos em Bras&amp;#237;lia. A ordem &amp;#233; n&amp;#227;o seguir as regras da fotografia tradicional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Texto: Nahima Maciel - Fonte: Correio Brazilinese &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A c&amp;#226;mera com quatro lentes de pl&amp;#225;stico reproduz a mesma imagem a partir de um clique. O desafio &amp;#233; conseguir grafismos variados&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A lomografia se pratica com uma pequena c&amp;#226;mera de pl&amp;#225;stico e tem 10 mandamentos. O mais curioso deles &amp;#233; nunca pensar antes de apertar o clique da m&amp;#225;quina fotogr&amp;#225;fica. Se o praticante obedecer a esse princ&amp;#237;pio, conseguir&amp;#225; produzir uma aut&amp;#234;ntica imagem Lomo. Para levar o selo, a foto nada pode ter de planejada ou montada. As cores n&amp;#227;o s&amp;#227;o perfeitas, o foco, muitas vezes, nem sequer existe e, se a composi&amp;#231;&amp;#227;o parecer um mosaico, melhor ainda. A regra b&amp;#225;sica da lomografia &amp;#233; n&amp;#227;o seguir a nenhuma norma que serve de guia ao mundo formal da fotografia. Mania surgida no Leste Europeu(1) na d&amp;#233;cada de 1980, a pr&amp;#225;tica come&amp;#231;a a ganhar adeptos em larga escala no Brasil. Se l&amp;#225; fora &amp;#233; muito popular, por aqui ainda fica restrita a um grupo pequeno de fot&amp;#243;grafos e amadores curiosos e corajosos. Para quem gosta de fazer experi&amp;#234;ncias, &amp;#233; um mundo encantado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando Jana&amp;#237;na Miranda viu uma Holga (modelo cl&amp;#225;ssico da marca Lomo) pela primeira vez, n&amp;#227;o resistiu. O aparelho pertencia a uma amiga e ela pediu emprestado. Para o trabalho comercial, Jana&amp;#237;na usa c&amp;#226;mera digital e anal&amp;#243;gica. Nas produ&amp;#231;&amp;#245;es mais autorais, gosta de manipular filme e &lt;span&gt;imagem, inverter negativos, estourar luzes. A Lomo virou um fetiche. &amp;#8220;Gosto da imprevisibildade da coisa. A Lomo &amp;#233; uma grande surpresa. Voc&amp;#234; tem uma c&amp;#226;mera de pl&amp;#225;stico, que vaza luz, &amp;#233; tudo errado&amp;#8221;, brinca. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Produzida por uma fabricante austr&amp;#237;aca de c&amp;#226;meras de pl&amp;#225;stico inspiradas em modelos toscos vendidos no leste da Europa em pa&amp;#237;ses do antigo bloco socialista, a Lomo tem pelo menos 20 modelos diferentes. A Holga &amp;#233; a cl&amp;#225;ssica, mas h&amp;#225; tamb&amp;#233;m a Diana, com direito a flash, a Pop 9, com nove min&amp;#250;sculas lentes de pl&amp;#225;stico, que repetem a mesma imagem em um &amp;#250;nico clique e uma olho de peixe capaz de resultados inusitados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em Bras&amp;#237;lia, h&amp;#225; poucos lom&amp;#243;grafos. No entanto, eles foram suficientes para Humberto Lemos, fundador do Fotoclube f/508, decidir montar o primeiro &lt;span&gt;ponto de venda das c&amp;#226;meras no Brasil. Comprou 56 exemplares de uma importadora carioca e vendeu 47. &amp;#8220;A Lomo hoje &amp;#233; considerada uma est&amp;#233;tica e tem toda uma filosofia. O lom&amp;#243;grafo tem um perfil jovem e a est&amp;#233;tica flutua em torno de um certo descompromisso antes de fotografar. As cores s&amp;#227;o supersaturadas e os resultados, inesperados. Quando voc&amp;#234; fotografa em anal&amp;#243;gico, consegue prever o resultado. Com a Lomo n&amp;#227;o, &amp;#233; uma coisa muito espont&amp;#226;nea&amp;#8221;, explica Lemos. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ser um lom&amp;#243;grafo &amp;#233; cult e significa pertencer a uma pequena tribo de descolados. Para Lemos, a moda funciona como uma maneira de defender a fotografia anal&amp;#243;gica entre o p&amp;#250;blico jovem. Enquanto a tecnologia digital democratiza o acesso &amp;#224; fotografia, a Lomo recupera um certo romantismo da produ&amp;#231;&amp;#227;o de imagens anal&amp;#243;gicas. A expectativa come&amp;#231;a na total falta de controle desde o enquadramento &amp;#8212; muitos desses aparelhos s&amp;#227;o t&amp;#227;o toscos que nem sequer t&amp;#234;m visor &amp;#8212; e se estende &amp;#224; revela&amp;#231;&amp;#227;o de efeitos inesperados. &amp;#8220;Voc&amp;#234; prolonga o prazer da fotografia, &amp;#233; uma del&amp;#237;cia&amp;#8221;, constata Humberto Lemos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;#8220;Ela te pede que voc&amp;#234; n&amp;#227;o seja tradicional na forma de fotografar&amp;#8221;, completa Rinaldo Morelli. O fot&amp;#243;grafo descobriu a Lomo fu&amp;#231;ando na internet. Em 2004, comprou a primeira c&amp;#226;mera, um modelo azul, de pl&amp;#225;stico, com uma sequ&amp;#234;ncia de quatro lentes que permitem o registro da mesma imagem. O desafio &amp;#233; conseguir que cada registro seja diferente. Depois, Morelli adquiriu um aparelho com quatro lentes dispostas em formato quadrado. &amp;#8220;&amp;#201; antidigital&amp;#8221;, brinca. &amp;#8220;&amp;#201; bacana porque voc&amp;#234; desconstr&amp;#243;i o ato r&amp;#237;gido de fotografar. E como h&amp;#225; uma desconstru&amp;#231;&amp;#227;o da tecnologia, h&amp;#225; um preconceito de que n&amp;#227;o rende boas fotos. N&amp;#227;o acho isso. O lowtech me encanta porque &amp;#233; mais desafiador.&amp;#8221;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O fotojornalista Arthur Monteiro se encantou com a Lomo por causa de um defeito. Um problema nas lentes faz com que as imagens ganhem contornos pretos, o que Monteiro chama de vinhetagem. &amp;#8220;Todas as Lomos acabam fazendo isso. Achei interessante, deu um ar especial &amp;#224; imagem. Infelizmente, o mercado aboliu de vez o anal&amp;#243;gico, mas para mim &amp;#233; o hobby da minha profiss&amp;#227;o. &amp;#201; uma coisa meio paranoica, mas tamb&amp;#233;m nost&amp;#225;lgica.&amp;#8221;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Distor&amp;#231;&amp;#245;es austr&amp;#237;acas Tudo come&amp;#231;ou na antiga Uni&amp;#227;o Sovi&amp;#233;tica. O governo queria produzir c&amp;#226;meras baratas, pequenas, simples e robustas. O objetivo era torn&amp;#225;-las populares. Em visita a um pa&amp;#237;s do bloco comunista, dois austr&amp;#237;acos utilizaram o aparelho e ficaram encantados com as distor&amp;#231;&amp;#245;es provocadas pelas lentes de pl&amp;#225;stico e pelo eventual vazamento de luz. Fundaram ent&amp;#227;o a Sociedade Lomogr&amp;#225;fica com o objetivo de reunir adeptos. A f&amp;#225;brica original fechou, mas a marca continuou nos aparelhos de uma fabricante austr&amp;#237;aca que hoje exporta para o mundo todo. Do simples ao luxuoso A Lomo &amp;#233; conhecida pela produ&amp;#231;&amp;#227;o de c&amp;#226;meras muito simples, de aspecto rude, sem muito design. A Diana chega a ser kitsch, com detalhes em cores vibrantes como rosa e amarelo. Mas a fabricante tamb&amp;#233;m investe em pequenos aparelhos de luxo, mais elaborados. &amp;#201; o caso da Lubiflex, uma c&amp;#243;pia da Rolleiflex. Foi exatamente esse modelo que Emanuel Celestino resolveu comprar. &amp;#8220;Quero ter essa experi&amp;#234;ncia nova de conhecer essa c&amp;#226;mera. A quest&amp;#227;o da imprevisibilidade me atrai. Tenho uma digital, mas os efeitos e as cores da Lomo s&amp;#227;o diferentes&amp;#8221;, explica o servidor p&amp;#250;blico, que pratica fotografia como hobby e ouviu falar da Lomo num curso no fotoclube.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outro modelo mais luxuoso &amp;#233; a Pin Hole Zero. Fabricadas com n&amp;#250;mero de s&amp;#233;rie e tiragem limitada &amp;#8212; n&amp;#227;o est&amp;#227;o dispon&amp;#237;veis para venda &amp;#8212;, essas caixinhas de madeira com dispositivos dourados reproduzem o mais simples dos instrumentos utilizados para captar uma imagem. A Pin Hole &amp;#233; a vers&amp;#227;o sofisticada da lata de leite pintada de preto. &amp;#8220;A gente gosta de uma linguagem diferenciada&amp;#8221;, repara Humberto Lemos, dono de um dos exemplares mais cobi&amp;#231;ados da Lomo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A lomografia &amp;#233; um movimento com tantos adeptos que tem direito a comunidades na internet, especialmente nos sites de postagem de fotos. Em algumas p&amp;#225;ginas do Filckr, os praticantes explicam que a lomografia &amp;#233; uma filosofia na qual se privilegia o instante em detrimento do objeto. Na comunidade intitulada Lomo, um pedido fundamental orienta a postagem das fotos: &amp;#8220;Por favor, nada de falsas Lomos ou Lomos digitais&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;item_footer&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;a href=&quot;http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/blog3.php/2010/01/04/fotografia-alternativa-lomografia&quot;&gt;Original post&lt;/a&gt; blogged on &lt;a href=&quot;http://b2evolution.net/&quot;&gt;b2evolution&lt;/a&gt;.&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#160;</p>
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<p><img title="LOMOGRAFIA ESCOLA FOCUS RECOMENDA&#199;&#213;ES ALUNOS REFERENCIA EM ENSINO ENIO LEITE" src="http://yonah.files.wordpress.com/2008/03/lomo-oktomat-8-lens-camera.jpg" alt="LOMOGRAFIA ESCOLA FOCUS RECOMENDA&#199;&#213;ES ALUNOS REFERENCIA EM ENSINO ENIO LEITE" /></p>
<p>Lomografia ganha adeptos em Bras&#237;lia - Mania na Europa desde a d&#233;cada de 1980, a lomografia ganha adeptos em Bras&#237;lia. A ordem &#233; n&#227;o seguir as regras da fotografia tradicional.</p>
<p>Texto: Nahima Maciel - Fonte: Correio Brazilinese <br /><br />A c&#226;mera com quatro lentes de pl&#225;stico reproduz a mesma imagem a partir de um clique. O desafio &#233; conseguir grafismos variados</p>
<p>A lomografia se pratica com uma pequena c&#226;mera de pl&#225;stico e tem 10 mandamentos. O mais curioso deles &#233; nunca pensar antes de apertar o clique da m&#225;quina fotogr&#225;fica. Se o praticante obedecer a esse princ&#237;pio, conseguir&#225; produzir uma aut&#234;ntica imagem Lomo. Para levar o selo, a foto nada pode ter de planejada ou montada. As cores n&#227;o s&#227;o perfeitas, o foco, muitas vezes, nem sequer existe e, se a composi&#231;&#227;o parecer um mosaico, melhor ainda. A regra b&#225;sica da lomografia &#233; n&#227;o seguir a nenhuma norma que serve de guia ao mundo formal da fotografia. Mania surgida no Leste Europeu(1) na d&#233;cada de 1980, a pr&#225;tica come&#231;a a ganhar adeptos em larga escala no Brasil. Se l&#225; fora &#233; muito popular, por aqui ainda fica restrita a um grupo pequeno de fot&#243;grafos e amadores curiosos e corajosos. Para quem gosta de fazer experi&#234;ncias, &#233; um mundo encantado.</p>
<p>Quando Jana&#237;na Miranda viu uma Holga (modelo cl&#225;ssico da marca Lomo) pela primeira vez, n&#227;o resistiu. O aparelho pertencia a uma amiga e ela pediu emprestado. Para o trabalho comercial, Jana&#237;na usa c&#226;mera digital e anal&#243;gica. Nas produ&#231;&#245;es mais autorais, gosta de manipular filme e <span>imagem, inverter negativos, estourar luzes. A Lomo virou um fetiche. &#8220;Gosto da imprevisibildade da coisa. A Lomo &#233; uma grande surpresa. Voc&#234; tem uma c&#226;mera de pl&#225;stico, que vaza luz, &#233; tudo errado&#8221;, brinca. </span></p>
<p>Produzida por uma fabricante austr&#237;aca de c&#226;meras de pl&#225;stico inspiradas em modelos toscos vendidos no leste da Europa em pa&#237;ses do antigo bloco socialista, a Lomo tem pelo menos 20 modelos diferentes. A Holga &#233; a cl&#225;ssica, mas h&#225; tamb&#233;m a Diana, com direito a flash, a Pop 9, com nove min&#250;sculas lentes de pl&#225;stico, que repetem a mesma imagem em um &#250;nico clique e uma olho de peixe capaz de resultados inusitados.</p>
<p>Em Bras&#237;lia, h&#225; poucos lom&#243;grafos. No entanto, eles foram suficientes para Humberto Lemos, fundador do Fotoclube f/508, decidir montar o primeiro <span>ponto de venda das c&#226;meras no Brasil. Comprou 56 exemplares de uma importadora carioca e vendeu 47. &#8220;A Lomo hoje &#233; considerada uma est&#233;tica e tem toda uma filosofia. O lom&#243;grafo tem um perfil jovem e a est&#233;tica flutua em torno de um certo descompromisso antes de fotografar. As cores s&#227;o supersaturadas e os resultados, inesperados. Quando voc&#234; fotografa em anal&#243;gico, consegue prever o resultado. Com a Lomo n&#227;o, &#233; uma coisa muito espont&#226;nea&#8221;, explica Lemos. </span></p>
<p>Ser um lom&#243;grafo &#233; cult e significa pertencer a uma pequena tribo de descolados. Para Lemos, a moda funciona como uma maneira de defender a fotografia anal&#243;gica entre o p&#250;blico jovem. Enquanto a tecnologia digital democratiza o acesso &#224; fotografia, a Lomo recupera um certo romantismo da produ&#231;&#227;o de imagens anal&#243;gicas. A expectativa come&#231;a na total falta de controle desde o enquadramento &#8212; muitos desses aparelhos s&#227;o t&#227;o toscos que nem sequer t&#234;m visor &#8212; e se estende &#224; revela&#231;&#227;o de efeitos inesperados. &#8220;Voc&#234; prolonga o prazer da fotografia, &#233; uma del&#237;cia&#8221;, constata Humberto Lemos.</p>
<p>&#8220;Ela te pede que voc&#234; n&#227;o seja tradicional na forma de fotografar&#8221;, completa Rinaldo Morelli. O fot&#243;grafo descobriu a Lomo fu&#231;ando na internet. Em 2004, comprou a primeira c&#226;mera, um modelo azul, de pl&#225;stico, com uma sequ&#234;ncia de quatro lentes que permitem o registro da mesma imagem. O desafio &#233; conseguir que cada registro seja diferente. Depois, Morelli adquiriu um aparelho com quatro lentes dispostas em formato quadrado. &#8220;&#201; antidigital&#8221;, brinca. &#8220;&#201; bacana porque voc&#234; desconstr&#243;i o ato r&#237;gido de fotografar. E como h&#225; uma desconstru&#231;&#227;o da tecnologia, h&#225; um preconceito de que n&#227;o rende boas fotos. N&#227;o acho isso. O lowtech me encanta porque &#233; mais desafiador.&#8221;</p>
<p>O fotojornalista Arthur Monteiro se encantou com a Lomo por causa de um defeito. Um problema nas lentes faz com que as imagens ganhem contornos pretos, o que Monteiro chama de vinhetagem. &#8220;Todas as Lomos acabam fazendo isso. Achei interessante, deu um ar especial &#224; imagem. Infelizmente, o mercado aboliu de vez o anal&#243;gico, mas para mim &#233; o hobby da minha profiss&#227;o. &#201; uma coisa meio paranoica, mas tamb&#233;m nost&#225;lgica.&#8221;</p>
<p>Distor&#231;&#245;es austr&#237;acas Tudo come&#231;ou na antiga Uni&#227;o Sovi&#233;tica. O governo queria produzir c&#226;meras baratas, pequenas, simples e robustas. O objetivo era torn&#225;-las populares. Em visita a um pa&#237;s do bloco comunista, dois austr&#237;acos utilizaram o aparelho e ficaram encantados com as distor&#231;&#245;es provocadas pelas lentes de pl&#225;stico e pelo eventual vazamento de luz. Fundaram ent&#227;o a Sociedade Lomogr&#225;fica com o objetivo de reunir adeptos. A f&#225;brica original fechou, mas a marca continuou nos aparelhos de uma fabricante austr&#237;aca que hoje exporta para o mundo todo. Do simples ao luxuoso A Lomo &#233; conhecida pela produ&#231;&#227;o de c&#226;meras muito simples, de aspecto rude, sem muito design. A Diana chega a ser kitsch, com detalhes em cores vibrantes como rosa e amarelo. Mas a fabricante tamb&#233;m investe em pequenos aparelhos de luxo, mais elaborados. &#201; o caso da Lubiflex, uma c&#243;pia da Rolleiflex. Foi exatamente esse modelo que Emanuel Celestino resolveu comprar. &#8220;Quero ter essa experi&#234;ncia nova de conhecer essa c&#226;mera. A quest&#227;o da imprevisibilidade me atrai. Tenho uma digital, mas os efeitos e as cores da Lomo s&#227;o diferentes&#8221;, explica o servidor p&#250;blico, que pratica fotografia como hobby e ouviu falar da Lomo num curso no fotoclube.</p>
<p>Outro modelo mais luxuoso &#233; a Pin Hole Zero. Fabricadas com n&#250;mero de s&#233;rie e tiragem limitada &#8212; n&#227;o est&#227;o dispon&#237;veis para venda &#8212;, essas caixinhas de madeira com dispositivos dourados reproduzem o mais simples dos instrumentos utilizados para captar uma imagem. A Pin Hole &#233; a vers&#227;o sofisticada da lata de leite pintada de preto. &#8220;A gente gosta de uma linguagem diferenciada&#8221;, repara Humberto Lemos, dono de um dos exemplares mais cobi&#231;ados da Lomo.</p>
<p>A lomografia &#233; um movimento com tantos adeptos que tem direito a comunidades na internet, especialmente nos sites de postagem de fotos. Em algumas p&#225;ginas do Filckr, os praticantes explicam que a lomografia &#233; uma filosofia na qual se privilegia o instante em detrimento do objeto. Na comunidade intitulada Lomo, um pedido fundamental orienta a postagem das fotos: &#8220;Por favor, nada de falsas Lomos ou Lomos digitais</p><div class="item_footer"><p><small><a href="http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/blog3.php/2010/01/04/fotografia-alternativa-lomografia">Original post</a> blogged on <a href="http://b2evolution.net/">b2evolution</a>.</small></p></div>]]></content:encoded>
								<comments>http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/blog3.php/2010/01/04/fotografia-alternativa-lomografia#comments</comments>
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		</item>
				<item>
			<title>&#201;tica e manipula&#231;&#227;o da imagem no fotojornalismo digital</title>
			<link>http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/blog3.php/2009/12/17/etica-e-manipulacao-da-imagem-no-fotojornalismo-digital</link>
			<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 22:04:11 +0000</pubDate>			<dc:creator>carlos moreno</dc:creator>
			<category domain="main">b2evolution</category>			<guid isPermaLink="false">176@http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/</guid>
						<description>&lt;p&gt;&lt;img title=&quot;FOTOJORNALISMO MANIPULA&amp;#199;&amp;#195;O DIGITAL ETICA PROFISSIONAL ESCOLA FOCUS ENIO LEITE&quot; src=&quot;http://www.olhave.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/12/lincoln12.jpg&quot; alt=&quot;FOTOJORNALISMO MANIPULA&amp;#199;&amp;#195;O DIGITAL ETICA PROFISSIONAL ESCOLA FOCUS ENIO LEITE&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Presidente&amp;#160; Norte Americano Abraham Lincoln, imagem manipulada, 1860&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;FONTE:&lt;/strong&gt; &lt;a href=&quot;http://www.webartigos.com/articles/25318/1/tica-e-manipulao-da-imagem-no-fotojornalismo-digital-/pagina1.html&quot;&gt;http://www.webartigos.com/articles/25318/1/tica-e-manipulao-da-imagem-no-fotojornalismo-digital-/pagina1.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O fotojornalismo &amp;#233; caracterizado como sendo uma parte da fotografia na qual a informa&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; transmitida ao p&amp;#250;blico por meio da imagem fotogr&amp;#225;fica, de maneira clara e objetiva. Por meio de tal ci&amp;#234;ncia a fotografia &amp;#233; capaz de transmitir informa&amp;#231;&amp;#245;es devido ao enquadramento utilizado pelo fot&amp;#243;grafo diante do fato. Assim, a imagem &amp;#233; fundamental aos meios de comunica&amp;#231;&amp;#227;o por servir como complemento para os textos das mat&amp;#233;rias jornal&amp;#237;sticas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A fotografia jornal&amp;#237;stica &amp;#233; dividida em g&amp;#234;neros. Dentre esses, destaca-se a fotografia social (com imagens sobre pol&amp;#237;tica, economia e acontecimentos gerais), a fotografia esportiva (que deve conter v&amp;#225;rias informa&amp;#231;&amp;#245;es), a fotografia cultural (que chama aten&amp;#231;&amp;#227;o para a not&amp;#237;cia em destaque) e a fotografia policial (relacionada a imagens de combate, repress&amp;#227;o policial, crimes, mortes).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Existe uma pol&amp;#234;mica em rela&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#224; fotografia gerada em torno dos conceitos de tratamento e manipula&amp;#231;&amp;#227;o de imagem que, geralmente, s&amp;#227;o confundidos. O tratamento de uma fotografia consiste em melhorar a qualidade da imagem por meio da tecnologia, a qual permite que pontos escuros sejam clareados, alterar a satura&amp;#231;&amp;#227;o das cores e fazer mudan&amp;#231;as no brilho. Por&amp;#233;m, o conte&amp;#250;do n&amp;#227;o &amp;#233; modificado, isto &amp;#233;, a mensagem transmitida pela imagem n&amp;#227;o &amp;#233; alterada. J&amp;#225; a manipula&amp;#231;&amp;#227;o consiste em interferir na realidade dos fatos, em que elementos podem ser acrescentados ou exclu&amp;#237;dos fazendo com que o real vire fic&amp;#231;&amp;#227;o ou uma fic&amp;#231;&amp;#227;o vire realidade. No fotojornalismo, a manipula&amp;#231;&amp;#227;o de imagem &amp;#233; conden&amp;#225;vel no ponto de vista da &amp;#233;tica, justamente por distorcer a realidade e n&amp;#227;o apresentar todos os fatos em precis&amp;#227;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A manipula&amp;#231;&amp;#227;o da imagem ocorre antes da era digital, com a altera&amp;#231;&amp;#227;o dos negativos das m&amp;#225;quinas anal&amp;#243;gicas. Com a tecnologia digital, a percep&amp;#231;&amp;#227;o da manipula&amp;#231;&amp;#227;o da imagem torna-se mais complicada, justamente por n&amp;#227;o existir os negativos e, conseq&amp;#252;entemente, provar as altera&amp;#231;&amp;#245;es na imagem &amp;#233; mais dif&amp;#237;cil. &quot;At&amp;#233; mesmo a quest&amp;#227;o da propriedade intelectual e a quest&amp;#227;o do controle econ&amp;#244;mico sobre a imagem digital se tornam problem&amp;#225;ticas, pois n&amp;#227;o existem negativos&quot; (SOUSA, Jorge Pedro. Hist&amp;#243;ria Cr&amp;#237;tica do Fotojornalismo Ocidental, 2000, p. 216).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O livro Les commissariat aux archives &amp;#8211; Les photos qui falsifient l&amp;#180;histoire (O Comiss&amp;#225;rio para Arquivos - Imagens que falsificaram a hist&amp;#243;ria), do jornalista e escritor Alain Jaubert, retrata que muitos pol&amp;#237;ticos utilizaram a manipula&amp;#231;&amp;#227;o fotogr&amp;#225;fica para omitir dados sobre a realidade social e pol&amp;#237;tica do pa&amp;#237;s que governavam e assumirem posi&amp;#231;&amp;#227;o de domina&amp;#231;&amp;#227;o perante a popula&amp;#231;&amp;#227;o. &quot;O personagem que aparece ao fundo &amp;#233; Tibor Samuelli, enviado especial do governo revolucion&amp;#225;rio h&amp;#250;ngaro de Bela Kun, que foi &amp;#224; Moscou pedir ajuda ao jovem poder sovi&amp;#233;tico. Para eliminar qualquer alus&amp;#227;o a uma poss&amp;#237;vel internacionaliza&amp;#231;&amp;#227;o da revolu&amp;#231;&amp;#227;o bolchevique, o estrangeiro foi apagado da fotografia, para conferir maior poder a L&amp;#234;nin&quot;, afirmou o jornalista em seu livro publicado no ano de 1984, p.19.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No jornalismo &amp;#233; comum &amp;#224; manipula&amp;#231;&amp;#227;o de imagens, mesmo que tal a&amp;#231;&amp;#227;o contradiga o C&amp;#243;digo de &amp;#201;tica do Jornalismo, como forma de omitir uma informa&amp;#231;&amp;#227;o que chocaria a popula&amp;#231;&amp;#227;o ou para fazer sensacionalismo e resultar em maiores vendas nos ve&amp;#237;culos impressos. &quot;Sim, at&amp;#233; as fotografias mentem. Basta haver um mentiroso atr&amp;#225;s da c&amp;#226;mara fotogr&amp;#225;fica. E uma mentira jornal&amp;#237;stica, no L&amp;#237;bano como por c&amp;#225;, pode ser mais letal que um bombardeamento&quot;, retratou o jornalista do Jornal de Not&amp;#237;cias Manuel Ant&amp;#243;nio Pina em rela&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#224; manipula&amp;#231;&amp;#227;o digital das fotografias referentes ao bombardeamento de Beirute pela For&amp;#231;a A&amp;#233;rea de Israel.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No Brasil os m&amp;#233;todos de controle dos processos de manipula&amp;#231;&amp;#227;o de imagem ainda s&amp;#227;o menos eficazes que no exterior. Para evitar a altera&amp;#231;&amp;#227;o parcial ou total do conte&amp;#250;do da mat&amp;#233;ria ocasionado pelas imagens digitais, jornais como &quot;O Globo e Folha de S. Paulo&quot;, elaboraram normas de edi&amp;#231;&amp;#227;o interna que previna tais acontecimentos. &quot;Em geral, a Folha n&amp;#227;o usa montagens fotogr&amp;#225;ficas, fotos recortadas, invertidas, retocadas, ovais ou redondas&quot; (MANUAL DA FOLHA DE S. PAULO. 8a edi&amp;#231;&amp;#227;o).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No ponto de vista da &amp;#201;tica do Jornalismo, a manipula&amp;#231;&amp;#227;o da imagem &amp;#233; inaceit&amp;#225;vel, pois ao se alterar uma fotografia o jornalista n&amp;#227;o est&amp;#225; fornecendo todos dados &amp;#224; popula&amp;#231;&amp;#227;o, ou seja, n&amp;#227;o exerce seu papel de difusor da verdade. Por&amp;#233;m, com a influ&amp;#234;ncia do sistema capitalista nos meios de comunica&amp;#231;&amp;#227;o de massa, tal processo ocorre com freq&amp;#252;&amp;#234;ncia, pois os propriet&amp;#225;rios dos ve&amp;#237;culos de comunica&amp;#231;&amp;#227;o d&amp;#227;o prioridade aos lucros gerados com as vendas de uma imagem manipulada ao priorizarem um jornalismo &amp;#233;tico e verdadeiro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;TEXTO: (Mariana Tannous Dias Batista)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Focus Escola de Fotografia&lt;br /&gt;Desde 1975&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.escolafocus.net&quot;&gt;http://www.escolafocus.net&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.focusfoto.com.br&quot;&gt;http://www.focusfoto.com.br&lt;/a&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Veja mais dicas em:&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.focusfoto.com.br/HTML/dicas.htm&quot;&gt;http://www.focusfoto.com.br/HTML/dicas.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;/fotografia-digital/&quot;&gt;http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.escolafocus.net/dicas.html&quot;&gt;http://www.escolafocus.net/dicas.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;item_footer&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;a href=&quot;http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/blog3.php/2009/12/17/etica-e-manipulacao-da-imagem-no-fotojornalismo-digital&quot;&gt;Original post&lt;/a&gt; blogged on &lt;a href=&quot;http://b2evolution.net/&quot;&gt;b2evolution&lt;/a&gt;.&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="FOTOJORNALISMO MANIPULA&#199;&#195;O DIGITAL ETICA PROFISSIONAL ESCOLA FOCUS ENIO LEITE" src="http://www.olhave.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/12/lincoln12.jpg" alt="FOTOJORNALISMO MANIPULA&#199;&#195;O DIGITAL ETICA PROFISSIONAL ESCOLA FOCUS ENIO LEITE" /></p>
<p><strong>Presidente&#160; Norte Americano Abraham Lincoln, imagem manipulada, 1860</strong></p>
<p><strong>FONTE:</strong> <a href="http://www.webartigos.com/articles/25318/1/tica-e-manipulao-da-imagem-no-fotojornalismo-digital-/pagina1.html">http://www.webartigos.com/articles/25318/1/tica-e-manipulao-da-imagem-no-fotojornalismo-digital-/pagina1.html</a></p>
<p>O fotojornalismo &#233; caracterizado como sendo uma parte da fotografia na qual a informa&#231;&#227;o &#233; transmitida ao p&#250;blico por meio da imagem fotogr&#225;fica, de maneira clara e objetiva. Por meio de tal ci&#234;ncia a fotografia &#233; capaz de transmitir informa&#231;&#245;es devido ao enquadramento utilizado pelo fot&#243;grafo diante do fato. Assim, a imagem &#233; fundamental aos meios de comunica&#231;&#227;o por servir como complemento para os textos das mat&#233;rias jornal&#237;sticas.</p>
<p>A fotografia jornal&#237;stica &#233; dividida em g&#234;neros. Dentre esses, destaca-se a fotografia social (com imagens sobre pol&#237;tica, economia e acontecimentos gerais), a fotografia esportiva (que deve conter v&#225;rias informa&#231;&#245;es), a fotografia cultural (que chama aten&#231;&#227;o para a not&#237;cia em destaque) e a fotografia policial (relacionada a imagens de combate, repress&#227;o policial, crimes, mortes).</p>
<p>Existe uma pol&#234;mica em rela&#231;&#227;o &#224; fotografia gerada em torno dos conceitos de tratamento e manipula&#231;&#227;o de imagem que, geralmente, s&#227;o confundidos. O tratamento de uma fotografia consiste em melhorar a qualidade da imagem por meio da tecnologia, a qual permite que pontos escuros sejam clareados, alterar a satura&#231;&#227;o das cores e fazer mudan&#231;as no brilho. Por&#233;m, o conte&#250;do n&#227;o &#233; modificado, isto &#233;, a mensagem transmitida pela imagem n&#227;o &#233; alterada. J&#225; a manipula&#231;&#227;o consiste em interferir na realidade dos fatos, em que elementos podem ser acrescentados ou exclu&#237;dos fazendo com que o real vire fic&#231;&#227;o ou uma fic&#231;&#227;o vire realidade. No fotojornalismo, a manipula&#231;&#227;o de imagem &#233; conden&#225;vel no ponto de vista da &#233;tica, justamente por distorcer a realidade e n&#227;o apresentar todos os fatos em precis&#227;o.</p>
<p>A manipula&#231;&#227;o da imagem ocorre antes da era digital, com a altera&#231;&#227;o dos negativos das m&#225;quinas anal&#243;gicas. Com a tecnologia digital, a percep&#231;&#227;o da manipula&#231;&#227;o da imagem torna-se mais complicada, justamente por n&#227;o existir os negativos e, conseq&#252;entemente, provar as altera&#231;&#245;es na imagem &#233; mais dif&#237;cil. "At&#233; mesmo a quest&#227;o da propriedade intelectual e a quest&#227;o do controle econ&#244;mico sobre a imagem digital se tornam problem&#225;ticas, pois n&#227;o existem negativos" (SOUSA, Jorge Pedro. Hist&#243;ria Cr&#237;tica do Fotojornalismo Ocidental, 2000, p. 216).</p>
<p>O livro Les commissariat aux archives &#8211; Les photos qui falsifient l&#180;histoire (O Comiss&#225;rio para Arquivos - Imagens que falsificaram a hist&#243;ria), do jornalista e escritor Alain Jaubert, retrata que muitos pol&#237;ticos utilizaram a manipula&#231;&#227;o fotogr&#225;fica para omitir dados sobre a realidade social e pol&#237;tica do pa&#237;s que governavam e assumirem posi&#231;&#227;o de domina&#231;&#227;o perante a popula&#231;&#227;o. "O personagem que aparece ao fundo &#233; Tibor Samuelli, enviado especial do governo revolucion&#225;rio h&#250;ngaro de Bela Kun, que foi &#224; Moscou pedir ajuda ao jovem poder sovi&#233;tico. Para eliminar qualquer alus&#227;o a uma poss&#237;vel internacionaliza&#231;&#227;o da revolu&#231;&#227;o bolchevique, o estrangeiro foi apagado da fotografia, para conferir maior poder a L&#234;nin", afirmou o jornalista em seu livro publicado no ano de 1984, p.19.</p>
<p>No jornalismo &#233; comum &#224; manipula&#231;&#227;o de imagens, mesmo que tal a&#231;&#227;o contradiga o C&#243;digo de &#201;tica do Jornalismo, como forma de omitir uma informa&#231;&#227;o que chocaria a popula&#231;&#227;o ou para fazer sensacionalismo e resultar em maiores vendas nos ve&#237;culos impressos. "Sim, at&#233; as fotografias mentem. Basta haver um mentiroso atr&#225;s da c&#226;mara fotogr&#225;fica. E uma mentira jornal&#237;stica, no L&#237;bano como por c&#225;, pode ser mais letal que um bombardeamento", retratou o jornalista do Jornal de Not&#237;cias Manuel Ant&#243;nio Pina em rela&#231;&#227;o &#224; manipula&#231;&#227;o digital das fotografias referentes ao bombardeamento de Beirute pela For&#231;a A&#233;rea de Israel.</p>
<p>No Brasil os m&#233;todos de controle dos processos de manipula&#231;&#227;o de imagem ainda s&#227;o menos eficazes que no exterior. Para evitar a altera&#231;&#227;o parcial ou total do conte&#250;do da mat&#233;ria ocasionado pelas imagens digitais, jornais como "O Globo e Folha de S. Paulo", elaboraram normas de edi&#231;&#227;o interna que previna tais acontecimentos. "Em geral, a Folha n&#227;o usa montagens fotogr&#225;ficas, fotos recortadas, invertidas, retocadas, ovais ou redondas" (MANUAL DA FOLHA DE S. PAULO. 8a edi&#231;&#227;o).</p>
<p>No ponto de vista da &#201;tica do Jornalismo, a manipula&#231;&#227;o da imagem &#233; inaceit&#225;vel, pois ao se alterar uma fotografia o jornalista n&#227;o est&#225; fornecendo todos dados &#224; popula&#231;&#227;o, ou seja, n&#227;o exerce seu papel de difusor da verdade. Por&#233;m, com a influ&#234;ncia do sistema capitalista nos meios de comunica&#231;&#227;o de massa, tal processo ocorre com freq&#252;&#234;ncia, pois os propriet&#225;rios dos ve&#237;culos de comunica&#231;&#227;o d&#227;o prioridade aos lucros gerados com as vendas de uma imagem manipulada ao priorizarem um jornalismo &#233;tico e verdadeiro.</p>
<p><strong>TEXTO: (Mariana Tannous Dias Batista)</strong></p>
<p><strong>Focus Escola de Fotografia<br />Desde 1975<br /><a href="http://www.escolafocus.net">http://www.escolafocus.net</a> <br /><a href="http://www.focusfoto.com.br">http://www.focusfoto.com.br</a> </strong></p>
<p><strong>Veja mais dicas em:<br /><a href="http://www.focusfoto.com.br/HTML/dicas.htm">http://www.focusfoto.com.br/HTML/dicas.htm</a><br /><a href="http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/">http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/</a><br /><a href="http://www.escolafocus.net/dicas.html">http://www.escolafocus.net/dicas.html</a><br /><br /></strong></p><div class="item_footer"><p><small><a href="http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/blog3.php/2009/12/17/etica-e-manipulacao-da-imagem-no-fotojornalismo-digital">Original post</a> blogged on <a href="http://b2evolution.net/">b2evolution</a>.</small></p></div>]]></content:encoded>
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