A LUZ DO FLASH

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A luz indireta de flash origina por vezes sombras intensas sob a barba e o nariz dos retratados, pelo que algumas unidades incorporam um mini-rebatedor, em suas cabeças, para preencher estas respectivas sombras

Uma forma igualmente eficaz de resolver o problema quando se utilizam unidades com um só tubo consiste em empregar uma superfície de cartão prateado, colocado em diagonal sobre uma parte do refletor orientado para cima: deste modo, parte do flash principal incide diretamente sobre o retratado.

Outra forma de modificar e melhorar a luz emitida pela unidade de flash consiste em retira-lo a da sapata da câmera DSLR e segura-la a um lado desta, utilizando um radioflash para manter a sincronização com o obturador.

Deste modo a iluminação é menos frontal e origina uma melhoria significativa do modelado. Contudo, é preciso considerar que com a unidade de flash afastada da câmera DSLR, o sensor daquela terá uma “visão” do retratado diferente do registo real da DSLR.

As unidades TTL necessitam de cabos especiais de sincronização ou radioflashes com sapata TTL que transmitem a informação adicional entre a câmera SDLR e a unidade de flash .

As unidades múltiplas levam a técnica da luz de flash separada da câmera DSLR mais adiante, e permitem um esquema de iluminação muito elaborada. Contudo, a determinação da exposição neste caso pode ser complicada, exceto se se usar um fotômetro para luz de flash  “flashmeter” com o flash em modo manual ou se fizer um teste com fotografia imediata.

As unidades de flash  têm um papel muito vulnerável não só à luz natural como na obscuridade. Quando a luz natural é muito forte, produzem-se sombras intensas no rosto dos retratados que endurecem os seus traços.

Quando se reduz a potencia, a unidade de flash acoplada suaviza estas sombras. É o que se designa por flash de enchimento.

Aproveite para rever mais dicas nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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