A VIDA DO FOTÓGRAFO DE UM SERVIÇO TIPO UBER DE FOTOGRAFIA

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Fotógrafos de plataforma australiana dizem que os salários são baixos e expectativas dos clientes quanto aos trabalhos entregues é irreal

FHOX/Leo Saldanha

O assunto foi tema de uma matéria na Austrália dá Inside Imaging. Lá o serviço Snappr atua como um Uber de fotografia provendo consumidores finais com oferta de serviços fotográficos de forma conveniente ao menor preço possível.

Os conflitos começaram a ser mais frequentes porque
determinados fotógrafos credenciados pela plataforma passaram a oferecer serviços
fora do Snappr.

Até para não ter que dividir parte da receita com a
ferramenta. Algo que a Snappr não só não permite como pune com multa de 5 mil
dólares australianos.

Vantagens e desvantagens – não existe consenso sobre esse
tipo de plataforma on-line. De um lado, diversos fotógrafos gostam da ideia de
uma oportunidade de ter acesso a clientes de forma rápida e com garantia de
pagamento. Na outra ponta, profissionais reclamam de concorrência com oferta de
precinho e aumento da competitividade que também leva a pressão nos valores.

Dentro do Snappr, clientes encontram sessões a partir
de 75 dólares australianos. O que prevê? meia hora de sessão e a plataforma
fica com 15 dólares. O cliente recebe 3 arquivos digitais se contratar essa
opção. Em uma das versões mais caras chega na faixa dos mil dólares com várias
horas de fotos e de 60 arquivos.

Em defesa do modelo de negócio – a Snappr e outros serviços
similares dizem que não concorrem com fotógrafos. Na verdade, eles dizem, seria
uma forma de popularizar a oferta de cobertura fotográfica para quem não tem
condições de pagar. Daquela pessoa que busca de última hora um fotógrafo para
clicar um casamento, festa de aniversário ou afins. Os profissionais com mais
tempo de mercado dizem que a Snappr atrapalha porque clientes cotam com eles e
depois são seduzidos por ofertas mais em conta de um parceiro Snappr.

A visão de quem trabalha dentro – Um fotógrafo citado na máteria da
Inside Imaging (e que pediu para não ser identificado) disse que ficou chocado
com a quantidade de agências de publicidade e grandes contas que estão usando a
Snappr. Até porque a marca atende também varejistas, corretores imobiliários e
outras grandes empresas de consumo.

“Eu os odeio, mas entendo que é para esse lado que o
mercado está indo. É uma forma de me conectar com empresas”. Na visão desse
fotógrafo experiente que entrou na plataforma, as empresas e consumidores
encontraram essa rota para desviar dos preços altos. Ele comentou ainda que
consegue por lá entre um e dois trabalhos por mês.

Os grandes desafios do serviço tipo Uber de
fotografia  – outra ocorrência citada
pelo fotógrafo anônimo é que os profissionais atuando para a Snappr estão sendo
explorados.

Como? acabam se estendendo acima do tempo definido porque os clientes querem mais uns cliques ou o trabalho pede um cuidado maior. Isso também acontece porque os fotógrafos mais novos e inexperientes levam mais tempo para criar.

Outro ponto: assim como o Uber, existe um sistema de avaliação. E para não ser mal-avaliado, os fotógrafos credenciados tentam agradar avançando no tempo para não ter notas negativas. E por ser com apelo de preço, o Snappr atrai clientes grosseiros que acham que o fotógrafo pode ser maltratado.

Ou sentem que o fotógrafo tem que entregar o melhor
possível com o menor preço possível. Gerando assim expectativas irreais sobre a
função e a entrega final. Vários fotógrafos entrevistados e que trabalham com
os dois formatos: Snappr e independente disseram que quando o trabalho vem de
fora da ferramenta o cliente é mais respeitoso.

Recomendações – no guia de conduta do fotógrafo
Snappr, a empresa recomenda que o profissional credenciado faça ao menos uma
foto “boa” por minuto. Todas as fotografias que serão entregues de acordo com a
proposta contratada devem tratar as imagens em Lightroom e necessitam ser
enviadas para a Snappr em no máximo 48 horas.

Todos os contatos entre o fotógrafo e a Snappr ocorrem
via email ou telefone (e com os clientes que usam a ferramenta também).
Fotógrafos disseram na matéria que é possível fazer bons serviços de
publicidade e que sessões de produto ou comerciais rápidas valem a pena.

Fonte: https://bit.ly/2GizQVa

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