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sobre o mundo da fotografia

INDUZINDO O MOVIMENTO

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Tudo se movimenta nesse mundo, cada ser vivo de todo o planeta

A foto congela o momento, e por carecer de movimento, precisamos utilizar recursos técnicos que transmitam essa sensação.

Fotos de  aves e animais em ação, caçando, voando, comendo, transmitem naturalmente essa ideia, mas através das regras de composição pode-se criar uma ilusão de movimento.

Veja algumas dicas:

Sobreposição de planos.

Linha diagonais que atravessam a foto.

Linhas curvas em diagonal

Efeito panning: acompanhamento do movimento do animal com baixa velocidade do obturador, deixando o fundo borrado, conforme exemplo acima.

Repetição de linhas ou formas. Esse recurso confere ritmo à foto, com a bateria o faz na música, e ritmo induz ao momento ritmado.

Aproveite para rever mais dicas sobre composição nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

A IMAGEM PROVÁVEL

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Normalmente, não há por onde começar senão por uma imagem provável. Nem tudo é o Monument Valley, visto de um ponto favorável conhecido

Não há garantia alguma de que algo vá surgir no tempo em que você estiver dando voltas, mas qualquer coisa que surja será inteiramente devido à sua própria escolha.

Uma boa quantidade de autodeterminação está em jogo, porque isso não apenas é uma “caçada”, mas é uma caçada cuja presa – a imagem final – é determinada apenas por você. Ele, o assunto da imagem final bem-sucedida, não sabe que é fotogênico.

Esse modo reativo, sem planejamento de fotografar situações envolvendo a vida normal das pessoas- essa fotografia de rua, se você preferir – engaja completamente o fotógrafo nas incertezas e surpresas da vida diária.

Essa é a base de onde você pode querer afirmar a pureza dessa forma de fotografia, apesar de essa declaração ser claramente polêmica e desafiadora. O que o argumento diz é que a essência da fotografia está em sua relação óptica com o mundo real. Seja lá como for usada, a câmera vale-se do que, de fato, está acontecendo a sua frente.

Não há reprise, voltar atrás, e em qualquer velocidade normal de obturador, o que é capturado vem de um momento no tempo e de um só lugar. Como Cartier-Bresson escreveu: “…para os fotógrafos, o que passou, passou para sempre.

Disso originam-se as ansiedades e forças de nossa profissão “. Dado isso, o ponto crucial chega quando o fotógrafo tem que reagir o que quer que aconteça sem a possibilidade de melhorar as chances a seu favor por meio da direção de eventos ou preparo das coisas. É nesse sentido que a fotografia de rua tem uma pureza.

Os poucos fotógrafos de reportagem que articulam seu método de trabalho, tendem a usar analogias com caçadas verdadeiras.

Eis Cartier-Bresson novamente, o mestre desse gênero: “Eu rondava as ruas o dia todo, sentindo-me bem preparado e pronto para atacar, determinando a “aprisionar” a vida – a preservar a vida no ato de viver. Acima de tudo, desejava aprender, no confinamento de uma única fotografia, toda a essência de alguma situação que estivesse em processo de desenrolar em frente aos meus olhos”.

E Joel Meyerowitz, que começou como fotógrafo de rua em Nova York: “Está tudo lá. Todos os dias eu olhava a movimentação na rua pela janela do meu escritório, uns trinta andares abaixo, e desejava estar lá. Então, quando consegui minha câmera pareceu muito natural ir direto para a rua. Aquele era o rio. Lá era onde o peixe estava”

Não é de se surpreender que haja um acompanhamento físico para isso. A fotografia de reportagem é uma atividade muito física, e o processo de caçada às imagens, muitas vezes, envolve um tipo de “dança”. Meyerowitz observou tanto Cartier-Bresson como Robert Frank a trabalho e em diferentes ocasiões.

Sobre Bresson ele escreveu: “Era espantoso. Ficamos alguns passos atrás e o observamos. Ele era uma figura dançante, vibrante, entrando e saindo da multidão, avançando, recuando, mudando de rumo. Era impregnado de uma certa qualidade mimética”.

“Aprendemos instantaneamente que é possível apagar-se na multidão, ao ponto em que você poderia olhar sobre seu ombro como um toureiro executando um passo doble”.

E sobre Frank: “Acho que o que mexeu comigo, mais que qualquer outra coisa, foi o fato de ele estar em movimento enquanto fazia fotografias. A mim, pareceu um tanto irônico que você pudesse fluir e dançar e estar vivo e, ao mesmo tempo, desbastar e simplesmente cortar as coisas fora. Eu gostava da fisicalidade daquilo.”

Robert Doisneau até fez apologias a ela: “Sou um pouco envergonhado de meus passos sem lógica, minhas gesticulações”.

“Dou três passos para este lado, quatro para aquele, volto, saio de novo, penso, volto, então de repente fujo do lugar como do inferno, depois volto”.

Aproveite para rever mais dicas sobre como fotografar,  nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

CAÇANDO IMAGENS!

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O processo de encontrar situações que possam ser transformadas em imagens significativas é fundamental para a fotografia convencional

Algumas imagens, em situações controladas, podem ser construídas, primeiro na imaginação, depois montando, removendo e fazendo outras alterações físicas.

Mas quando a situação esta fora do controle do fotógrafo – como no caso da natureza urbana em uma cidade – as imagens são potenciais, desconhecidas, esperando para serem reunidas por aquela interação especial entre o observador e a realidade que torna a fotografia única nas artes visuais.

Essencial ao entendimento desse processo é a psicologia da percepção em si e, embora existam diferentes teorias mesmo hoje, as dominantes derivam, em grande parte, de Hermann von Helmholtz (1821-1894).

Como explicado por R. L. Greogory, elas sustentam que o cérebro busca interpretar ativamente as entradas sensoriais do olho e lança hipóteses sobre o que esteja sendo representado. A

gora, a fotografia leva a percepção a dar um enorme passo à frente – para a criação de uma imagem permanente. O fotógrafo não apenas deve perceber com apuro, mas também deve tentar e conseguir fazer as percepções “se encaixarem” em uma imagem coerente que ele ou ela saiba (ou creia) que irá funcionar.

Como fotógrafo, você está essencialmente “caçando” uma fotografia que vá ao encontro de suas próprias necessidades criativas mesmo que extraída de um conjunto de evento fluido e em evolução.

Essa é a essência da reportagem, ou fotojornalismo, e quero começar com isso, a mais esquiva e difícil área da fotografia, porque, na minha cabeça, é uma das formas mais básicas e puras. Ela é muito admirada por boa parte da fotografia profissional precisamente por ser tão difícil de ser bem desempenhada. Alguns diriam que é a última palavra em fotografia expressiva e criativa porque é uma maravilhosa combinação da atualidade do mundo e do olho do fotógrafo.

Aproveite para rever mais dicas nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

CONVERTER OU NÃO CONVERTER?

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Editando vídeo com Adobe Premiere

Você pode estar se perguntando: “Eu preciso converter minha filmagem antes de começar a editá-la? por que eu iria querer fazer isto?

A resposta é: você deve converter a filmagem se estiver editando arquivos de vídeo criados com câmeras Canon.

Muitos programas populares de edição não lidam com arquivos de vídeo H.264, que é o formato de captura das câmeras Canon. Basicamente, o programa de edição deve primeiro descompactar o arquivo de vídeo antes de reproduzi-lo em sua linha de tempo.

Se você tentar editar em H.264, provavelmente terá uma reprodução travada com pausas periódicas em sua linha de t6empo.

O Adobe Premiere Pro CS5 manipula arquivos H.264 nativamente sem a necessidade de converter a filmagem. Se você tiver orçamento para atualizar ou estiver disposto a deixar o Final Cut Pro, então isto lhe poupará muito tempo.

O premiere Pro reproduz clipes H.264 nativamente, sem qualquer atraso ou travamento, e você não precisa renderizar a filmagem para reproduzi-la na linha de tempo. Com o tempo, temos certeza de que a Avid e o Final Cut Pro receberão esta funcionalidade, mas por enquanto o Premiere Pro tem esta enorme vantagem.

Outro motivo para você querer converter sua filmagem antes de começar a editar é o tamanho do arquivo. Você sempre pode converter a filmagem para um codec diferente ou um tamanho de arquivo menor, o que ajuda a acelerar a edição. Arquivos menores significam menos armazenamento e menos estresse nos recursos do computador. Você pode fazer uma edição rascunho e então utilizar a filmagem em alta qualidade somente no fim.

Adicionalmente, você pode querer converter a filmagem para um codec mais amigável para produção, que permita mais latitude durante a pós-produção para correções de cor e ajustes no vídeo.

Neste ponto, você provavelmente está se perguntando “Como diabos eu descubro para qual codec converter minha filmagem e qual é a melhor opção para meu projeto?” A última coisa que você precisa para decidir é saber se você planeja fazer sua edição online ou offline

Aproveite para rever mais dicas sobre edição de vídeo nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

MEDIÇÃO DE EXPOSIÇÃO

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Presumo que você entenda como velocidade, abertura e ISO se inter-relacionam

 É algo que deve se tornar quase que instintivo quando estamos lidando com a câmera – você deve saber que, dependendo da seleção de um controle, deve-se fazer o ajuste de outro.

Por exemplo, se você já tem a exposição correta e aumentou a velocidade do obturador em um pouco (por exemplo, de 1/125 segundo para 1/250 segundo), você precisa também aumentar a abertura em um ponto (de f/5.6 para f/4) ou aumentar o ISO (de ISO 200 para ISO 400).

É claro que não precisa ser feito individualmente, podem ser feitas combinações de ajustes. Por exemplos, se você quer abrir um ponto, você pode também mudar o ajuste de abertura de f/5.6 para f/4.5 e o ISO de 200 para 250.

É claro que, no momento em que acrescentamos o flash, (vide foto acima),  as coisas mudam um pouco, mas conseguimos os melhores resultados quando consideramos a luz ambiente, de uma forma ou de outra.

Podemos querer neutralizar completamente a iluminação fraca da luz ambiente com flash para que nosso único recurso de luz venha desse dispositivo, ou podemos ter uma situação na qual precisamos de um toque suave de preenchimento do flash para equilibrar o contraste e trazer um detalhe de sombra.

Entre estes dois cenários existe uma grande variedade de situações nas quais teremos que continuamente adaptar nossa abordagem e técnica para conseguir os melhores resultados.

Devemos sempre estar atentos à qualidade, direção e balanço de cor da luz existente e usar esses elementos como base para o uso do flash em qualquer tipo de situação de iluminação. Para isso, precisamos ter uma compreensão clara do que seja medição de exposição.

Aproveite para rever mais dicas nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

UTILIZANDO A CURVA DE TONS

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O controle que ajusta os tons foi chamado de “Curves” ou Curvas por falta de um termo melhor, porém o rótulo ficou e continua a causar confusão aos iniciantes

Este nome é uma forma abreviada de “curva de transferência de função”, referência à linha que define como os valores de entrada de uma imagem são alterados para a saída.

O controle curves manipula a qualidade da transição entre luz e sombra. Quando inicialmente aberto, a “curva” é uma linha reta inclinada em 45 graus, mostrando que os valores de saída dos canais selecionados são os mesmos de entrada.

Quando se altera a forma da linha – ao clicar sobre ela e arrastá-la – altera-se a relação entre entrada e saída.

Por exemplo, você pode forçar os tons claros a ficarem mais escuros e as sombras a ficarem mais escuras e as sombras a ficarem mais claras, assim outros tons ficam no meio-termo.

Esse controle também pode ser obtido diretamente na câmera DSLR, variando os valores de exposição – EV, para + ou para -.

Aproveite para rever mais dicas sore Adobe Photoshop nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

ANTECIPANDO A AÇÃO

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Quanto menos controle você tem de uma situação onde esteja fotografando, mais vantajoso é ter uma ideia de o que possa acontecer em seguida. Foto: “Galeria” de Robert Doisneau, Paris – 1949

Ainda que irrelevante em grande parte do trabalho em estúdio e outros tipos de fotografia construída, isso é imensamente importante em reportagem e fotografia de rua.

A antecipação é uma habilidade que vai muito mais a fundo do que a fotografia e vale-se principalmente da observação e de um conhecimento do comportamento.

Usá-la para fotografia lhe da uma distinção particular, porque o objetivo não é apenas elaborar como uma situação pode se desdobrar ou como uma pessoa pode reagir, mas como os resultados vão funcionar graficamente. O exemplo ao lado, de uma pastagem de gado no sul do Sudão, mostra esta combinação.

O objetivo é sempre traduzir o evento para uma imagem organizada. Como Henri Cartier-Bresson o colocou: “Tirar fotografias significa reconhecer simultaneamente e em fração de segundo tanto o fato em si quanto a rigorosa organização das formas percebidas visualmente que lhe dão significado”.

Por isso, há duas vias para a antecipação. Uma preocupa-se com comportamento e ação, e também com o modo como as coisas se movem pelo campo de visão e com as mudanças de luz.

Isso pode ser aprimorado ficando-se em foco e atento e pela prática. A outra via é gráfica prevendo como as formas, linhas e todos os outros elementos que vimos nos capítulos 3 a 5 irão se alterar e se juntar no quadro, e o modo de melhorar isso mantendo em mente tantos tipos de imagens bem-sucedidas quanto possível.

No campo comportamental, o número de situações é infinito, mas há alguns tipos identificáveis. Há uma situação geral em um lugar, do tipo descrito particularmente bem pelo fotógrafo de reportagem francês Robert Doisneau: “Frequentemente, você encontra uma cena, uma cena que já está evocando algo – seja estupidez, pretensão ou, talvez, charme. Então, o que você tem é um teatrinho”.

“Bem, tudo o que você tem a fazer é esperar ali em frente a esse teatrinho que os atores se apresentem. Muitas vezes, opero desta forma. Meu cenário está ai, e aguardo. O que estou aguardando, isso não sei exatamente. Posso ficar metade de um dia no mesmo lugar. “Há um tipo específico no qual a foto do modo como esta enquadrada é boa dado que algum elemento, com uma pessoa, entre em determinada posição, produzindo uma composição interessante”.

Aproveite para rever mais dicas sobre os grandes mestres da fotografia, nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

A LUZ EM PRODUTOS

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Explore os efeitos de iluminação

Há sempre luzes interessantes, e a fotografia de produtos, com suas opções criativas próprias, garante a você certas vantagens que não são encontradas na fotografia tradicional.

Tire um tempo ao longo de alguns dias para concentrar-se na forma como a luz afeta um objeto que você vê todos os dias, e observe o quão diferente ele pode parecer em diferentes momentos.

Desta forma será possível ver como a luz transforma a maneira como os objetos são vistos, de acordo com o momento e a luz que incide sobre o assunto.

Use a luz criativamente!

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CONTANDO HISTÓRIA

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Comece com imagens que tenham conteúdo visual

Dorothea Lange escreveu que uma de suas imagens icônicas do período da Grande Depressão Norte-Americana era uma daquelas ocasiões quando “você tem a sensação lá dentro de que você abrangeu a coisa de modo geral”.

A alternativa, se a finalidade é contar uma história, é fotografar diferentes aspectos dela como um conjunto de imagens. Cartier-Bresson associava uma situação típica a um “núcleo” com faísca sendo lançadas pra fora dele; as faíscas sendo lançadas pra fora dele; as faíscas são ardilosas, mas podem ser capturadas individualmente.

Há questões técnicas tais como saber que a mediana entre duas páginas opostas pode arruinar uma imagem composta em torno do centro, e outras editoriais, como a necessidade de haver variedade gráfica e a necessidade de imagens verticais que preencham páginas inteiras.

Podemos levar essa questão de imagens montadas aos livros ilustrados, em que há maior variedade de estilos que em revistas e mais páginas onde expandir uma história.

A página dupla continua sendo a unidade visual, mas no caso de um livro fortemente ilustrado (isto é, principalmente imagens e com pouco texto), o grande número de páginas introduz mais a ideia de uma sequência temporal. Em outras palavras, provavelmente vai prevalecer a sensação do que lado a lado.

A dinâmica do sequenciamento é sutilmente diferente do relacionamento espacial em umas mais páginas onde expandir uma história. A página dupla aberta. Um componente extra são as legendas, e estas precisam funcionar juntas, tipicamente por tempo suficiente para dar um tipo de narrativa textual intercalada.

A composição de legendas é uma habilidade editorial por seu próprio mérito, mas, novamente, a importância para nós está em como ela muda a percepção do espectador da imagem ao direcionar sua atenção para um elemento ou para outro, como vimos na última aula.

A história ilustrada clássica é apenas um dos modos pelos quais as fotografias adquirem uma nova vida quando combinado. O outro modo importante é uma exibição em galeria; fotos emolduradas e penduradas em uma parede.

Coleções de imagens baseadas no tempo são sequências como apresentações de slides, seja quando exibidas como um evento ou quando oferecidas on-line. Em todos eles, as relações gráficas tendem a impactar mais as relações entre conteúdos (a síndrome da primeira vista) e isso da importância especial à cor, que se for forte vai rapidamente deixar registro no olho. As relações de cor entre várias imagens impõem sua própria estrutura. O sequenciamento está sempre envolvido seja qual for a forma que estejam sendo exibidas, porque o olho viaja de uma para outra.

Como as unidades de cor são imagens inteiras, a justaposição de fotografias tende a favorecer aquelas que apresentem cores dominantes.

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ARQUIVOS NÃO SINCRONIZADOS

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Quando você termina de executar o PluralEyes, alguns arquivos podem ser colocados em uma sequência chamada “unsynced”

Isto pode ter acontecido porque você colocou arquivos de vídeo que não tinham um áudio de referência ou porque o áudio de referência estava ruim demais para ser sincronizado.

Observe os arquivos não sincronizados e determine se eles deveriam estar sincronizados ou se você colocou arquivos a mais na sequência.

Ocasionalmente você descobre que tinha um clipe de vídeo extra na pasta de uma cena que não deveria estar lá ou clipes MOS que você filmou sem áudio. Apenas certifique-se, neste momento, de que os clipes de vídeo que precisam estar sincronizados estejam corretos, e categorize os clipes MOS que precisam ser movidos para outra pilha.

Se você filmar com múltiplas câmeras, será necessário adicionar os arquivos de áudio novamente na sequência. Ao filmar uma cena com duas ou mais câmeras, você terá apenas um arquivo de áudio do seu gravador externo.

Isto significa que cada vez que executar o PluralEyes para sincronizar o áudio, um ou mais clipes de vídeo precisarão ser colocados no projeto não sincronizando. Isto é confuso porque ele poderia ter sido sincronizado, significando apenas que o arquivo de áudio foi sincronizado com outra câmera antes do clipe ser analisado pelo PluralEyes.

Se você adicionar todos os clipes de áudio daquela cena de volta no projeto “pluraleyes” e executar novamente a sincronização, perceberá que o arquivo de áudio original agora será sincronizado com a outra câmera, visto que a filmagem da primeira câmera foi removida na primeira sincronização. Continue este processo até completar o número de câmeras utilizado para a cena:

  1. Vá para a sequência não sincronizada
  2. Selecione e copie os arquivos de vídeo
  3. Cole os arquivos na sequência “Pluraleyes”
  4. Execute o” PluralEyes” novamente.

Isto sincronizará o áudio das outras tomadas feitas a partir de um ângulo de câmera diferente. Uma vez que todos os arquivos de vídeo estejam sincronizados, você pode movê-los para a sequência mestre, alinhá-los e começar a edição.

Aproveite para rever mais dicas sobre áudio e vídeo nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.