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Vocalista dos Queens of The Stone Age dá um pontapé na fotógrafa em concerto

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O artista, momentos antes de desferir o pontapé que atingiu a fotojornalista. Foto: Chelseia Lauren, via instagram

Diário de Notícias/Lisboa

Músico norte-americano pediu desculpa pelo comportamento nas redes sociais

O vocalista da banda norte-americana Queens of the Stone Age, Josh Homme, deu um pontapé no rosto de uma fotojornalista durante um concerto da banda no passado domingo, em Los Angeles. Homme já veio pedir desculpa pelo comportamento, alegando que não foi intencional, mas a versão do músico foi contrariada pela vítima, Chelsea Lauren, repórter fotográfica na Shutterstock.

O vídeo do incidente foi partilhado por Lauren nas redes sociais e mostra o momento em que Homme se aproxima dela e desfere um pontapé na máquina fotográfica que Lauren segurava. A máquina acaba por acertar no rosto da fotojornalista, que teve de receber assistência hospitalar.

Em declarações à Variety, a fotógrafa refere que o vocalista estava a sorrir antes da agressão. “Foi claramente intencional”.

Em outra publicação no Instagram, Lauren dá a conhecer duas imagens que captou antes do incidente, que mostram contacto visual com o artista. Numa terceira imagem, o líder dos Queens of The Stone Age sorri com sangue a escorrer-lhe pela face – ter-se-á cortado voluntariamente entretanto.

A fotojornalista revelou ainda que ficou com ferimentos no pescoço, na sobrancelha e com náuseas e defende que o “abuso, seja de que forma for, não é aceitável, independentemente da razão”.

Mais tarde, Josh Homme publicou um vídeo no YouTube em que pede desculpa à fotojornalista pelo ato e explica que não há razão para o que fez. “Cometi muitos erros na minha vida e a noite passada foi um deles”, diz o artista, que pede também desculpa aos familiares, amigos e restantes membros da banda.

Na página do Twitter dos Queen of The Stone Age, Joshua Homme escreve ainda um comunicado em que volta a desculpar-se pelo comportamento. “Na noite passada, num estado em que estava perdido na atuação, pontapeei luzes e vários equipamentos no palco.

Percebi hoje que isto incluiu uma máquina fotográfica que estava nas mãos da fotógrafa Chelsea Lauren. Não quis que acontecesse e peço muita desculpa. Nunca magoaria de forma intencional alguém a trabalhar ou a assistir a um dos nossos espetáculos e espero que Chelsea aceite as minhas mais sinceras desculpas”

Aparentemente, este não foi o único comportamento excessivo do artista durante o concerto. A Variety escreve que Joshua Homme chamou “retardados” aos fãs e insultou a banda Muse.

Chelsea Lauren agradeceu no Twitter a todos os fãs dos Queens of The Stone Age o carinho que recebeu na sequência da agressão.

Os Queens of The Stone Age estarão de regresso a Portugal em julho do próximo ano para o festival Alive.

Fonte: https://goo.gl/o2HHZM           

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Pé na Praia: Uma feminista na “Playboy”

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Autumn Sonnichsen fotografa mulheres nuas para propagandas, a “Playboy” e outras revistas eróticas. E ela se descreve como feminista. Tem alguma coisa errada nisso?

Thomas Fischermann/DW.Com/PT

Quando recebo uma mensagem de minha amiga Autumn, olho cuidadosamente a meu redor e cubro meu celular com as mãos. Isso tem a ver com o fato de ela me mandar nudes com tanta frequência: de pernas femininas, peitos e traseiros.

Algumas vezes as fotos são tiradas contra a luz, num estilo bem comportado, outras vezes com luz frontal. Ou as mulheres estão sentadas timidamente em praias românticas, ou dependuradas num mastro de dança como numa casa de strip-tease. Gosto muito de receber as mensagens da Autumn. Mas há bem pouco tempo não resisti e perguntei a ela: O que você acha do feminismo?

Autumn Sonnichsen fotografa nudes profissionalmente– para a Playboy e outras revistas eróticas. Ela não ganha pouco para isso, leva uma vida bem cosmopolita no Rio de Janeiro (onde vive), em São Paulo, Los Angeles (onde cresceu), Berlim, Bali, Paris. E ela se descreve como feminista. Do meu ponto de vista pudico de alemão, fiquei pensando: tem alguma coisa errada nisso.

“Se alguma vez fui atacada por causa do meu trabalho? Nunca!” disse Autumn, quando nos encontramos em um bar para tomar umas taças de vinho tinto. Ela sorriu seu sorriso simpático, porém, lançou um olhar sobre mim durante toda a noite: “Pode fazer o que quiser com o seu alemão pudico”, quis dizer.

Ela me contou histórias de seu mundo burguês liberal, no qual pudor não significa nada. Há poucos dias, sentou-se com seus modelos em um painel de discussão em São Paulo, contou para mim, e as modelos eram escritoras e bailarinas e editoras e curadoras e editoras de arte. Todos à vontade e harmônicos, tinham uma coisa em comum: nas fotos de Autumn estavam belíssimas.

Mas Autumn, me diz uma coisa, de verdade: você nunca foi criticada por causa do seu trabalho? Mesmo você vivendo no Brasil, onde justamente agora está surgindo uma nova onda de moralismo? Por causa da crítica de grupos evangélicos e outros guardiães dos bons costumes até mesmo exposições em museus foram fechadas!

“Não tenho esse problema. Sou a fotógrafa. Se alguém tem problemas, são as modelos”. Na maioria das vezes, ela disse, tais problemas não surgem publicamente, e sim em âmbitos privados. Homens da família ou do círculo de relações tentam apavorá-las ou fazê-las sentir peso na consciência. Ou criticam que a modelo receba tão pouco dinheiro para posar nua. A pressão também vem de mulheres. “Mulheres não são boazinhas umas com as outras”, disse Autumn. “É muito fácil chamar alguém de vadia.”

Autumn nasceu em Los Angeles. Em 2005, aos 22 anos de idade, mudou-se para o Brasil. Antes disso já tinha vivido em Berlim, Washington, Paris e Cairo. “Os outros fotógrafos da Playboy eram homens cinquentões”, disse. Já tirava fotos de nudes há bastante tempo, e seus pais viam isso com ressalvas, até que foi parar na Playboy. “Era uma marca respeitada”, explicou. “O problema deles era mais medo de que eu acabasse morrendo de fome, e menos o pudor.”

Assim, atualmente, Autumn fotografa “naked ladies”, como prefere chamá-las. Às vezes descobre suas belezas nas praias do Rio, e as convida para as sessões de fotografia, mas também tem modelos que vêm de muitos países do mundo.

Suas fotografias são de alto teor estético, algumas vezes contam pequenas estórias. As modelos parecem estar alegres, se divertindo, e Autumn as coloca em situações pouco convencionais: elas afundam na sujeira, estão sem fôlego ao subir um morro, andam sobre um carro completamente nuas pelo Rio de Janeiro.

Algumas modelos já se tornaram velhas amigas da fotógrafa, uma “Lady” até pediu a ela que a acompanhasse na sala de parto quando teve um bebê, e desde então ela tem tirado sempre fotos da família feliz.

Mas só de vez em quando as fotos de Autumn são projetos de arte – na maioria são encomendas de um redator que quer vender uma revista e espaço para anúncios, e tem em vista uma clientela masculina. Cool e na moda para a França, sensual para o Brasil, cada mercado nacional tem seu estilo.

As suas “naked ladies” são tratadas como objetos, Autumn? “Eu não vejo nenhum problema aqui”, replicou Autumn. Quando fotografa mulheres, disse, dá a elas um espaço para se expressar. Nas fotos, elas podem ser o que quiserem. “As mulheres gostam disso. É raro ter um espaço onde se pode simplesmente ser bonita”, disse Autumn. Ela também fez outro ponto. “Toda vez que se tira roupa é político.”

Tudo bem. Foi nesse ponto que, como jornalista masculino, me senti numa situação estranha. Sei que se pode ter um monte de opiniões estéticas, eróticas ou políticas sobre a pornografia. Mas daí a considerar a Playboy como contribuição para a libertação feminina?

Até então não tinha ouvido isso de ninguém além da Autumn. Mas ela parecia estar muito convencida sobre suas opiniões, ou pelo menos era uma profissional que sabia fazer seu marketing. Para mim, estava sendo um pouco difícil contradizê-la como mulher.

Tentei mesmo assim e falei das poses da Playboy. Traseiros para fora, indicador na boca, pescoço erguido… “Também é uma questão cultural”, ela me interrompeu. “Empinar o numbum: não é preciso ensinar às brasileiras! Às alemãs, sim!”

Perguntei se tais poses não reduzem as mulheres a objeto sexual. “Não acho as poses tão problemáticas assim”, respondeu Autumn. “Também são engraçadas. As ladies gostam de fazê-las.” Fez uma pausa. “Sempre se pode ser reduzido a algum aspecto”, disse. “E sim, é uma fantasia heterossexual masculina. Mas ser bonita também é um sonho das mulheres.”

Esta representação de mulheres é comercializada nessas revistas, mencionei, e Autumn concordou. “Existe um comércio. Alguém ganha dinheiro com isso, inclusive a mulher que está sendo fotografada”, disse. “Também é uma afirmação para essa mulher: posso fazer com meu corpo o que eu quiser! As mulheres precisam ter essa liberdade!”

Você acha certo se carros ou celulares são anunciados com mulheres nuas? Dá para mostrar os peitos para vender mais cerveja? “Vou te mostrar minha capa sobre a Oktoberfest em Munique”, ela respondeu.

Carregou no celular uma foto na qual uma mulher altamente erótica estava sentada na grama ao lado de uma caneca. “Bem, achei engraçado. E a lady também achou engraçado”.

Ok, tomei um gole do meu vinho tinto. Já estava ficando cansado de ser o moralista naquela mesa. De qualquer forma, olhei sério e perguntei a Autumn: “E como você vê isso como feminista?”

“Feminismo pode significar tantas coisas”, respondeu Autumn, “mas na verdade quer dizer que as mulheres têm espaço no mundo”.

No Brasil, ela acha, a fotografia erótica não é um problema para a causa da emancipação. Existem muitas outras frentes de batalha: contra abusos nas famílias, por exemplo. Turismo sexual com menores de idade. Prostituição forçada e condições desumanas em bordéis. A supressão da voz das mulheres na questão do aborto.

“Se todos se preocupam tanto assim sobre o corpo no Brasil – é espantoso ele ser tematizado tão pouco se tem sido tão maltratado!”

Fonte: https://goo.gl/DCqpim

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Caixa Cultural recebe a 60ª edição da World Press Photo

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Foto: Burhan Ozbilici/Divulgação

Mostra será realizada até 04 de fevereiro de 2018

Redação iBahia

A vencedora do concurso foi a polêmica ‘Um assassinato na Turquia’, que exibe a cena do homicídio do então embaixador da Rússia na Turquia, Andrei Karlov, premeditado pelo policial Mevlut Mert.

Obras de fotógrafos brasileiros também marcam presença na mostra. Lalo Almeida, fotógrafo do jornal Folha de S. Paulo, exibe um ensaio emocionante das crianças com microcefalia proveniente do zika vírus. Ele foi vice-campeão na categoria Assuntos Contemporâneos pelo ensaio.

Já Felipe Dana, da agência The Associated Press, ficou com o terceiro lugar com o ensaio ‘Batalha por Mosul’, que retrata a ofensiva das forças especiais iraquianas e das milícias aliadas para recuperar o controle da cidade tomada pelo Estado Islâmico.

Serviço

O quê: Exposição World Press Photo 2017

Visitação: até 04 de fevereiro de 2018 (terça-feira a domingo)

Horário:  09h às 18h

Local: CAIXA Cultural Salvador

Endereço: Rua Carlos Gomes, 57, Centro, Salvador-BA

Telefone: (71) 3421-4200

Classificação indicativa: não recomendado para menores de 14 anos

Entrada franca

Fonte: https://goo.gl/tDXeRz

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O lançamento do livro que conta a história do Brasil em imagens

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A Editora Bazar do Tempo lançou o livro ‘História do Brasil em 100 fotografias’ organizado por Ana Cecilia Impellizieri e Luciano Figueiredo, que propõe uma leitura do país por meio de imagens que vão de 1840 a 2016

Blogs/O Globo

A noite de anteontem foi de celebração da fotografia brasileira na Travessa do Leblon. Era o lançamento de “História do Brasil em 100 Fotografias” (Bazar do Tempo), e nomes como Evandro Teixeira, Rogério Reis, Luiz Garrido e Lauro Escorel passaram por lá para celebrar o livro, um caprichado e importante documento histórico.

Com curadoria de Ana Cecilia Impellizieri Martins, Joaquim Marçal, Luciano Figueiredo e Milton Guran (que passaram três horas assinando livros), a obra atravessa quase 200 anos, e apresenta imagens de alguns dos mais importantes fotógrafos que atuaram no país — Marc Ferrez, Augusto Malta, José Medeiros, Marcel Gautherot, Sebastião Salgado, Custódio Coimbra…

Pelé comemorando gol na Copa de 1970, Lygia Clark com a escultura Bichos, Lampião, Maria Bonita e seu bando decapitados são algumas das imagens do livro, um colosso de tão impactante.

Fonte: https://goo.gl/NeYM6y

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As melhores fotos publicadas na National Geographic em 2017

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Mulheres da cultura Samburu, de Nairóbi, na África, aprendendo a lidar com a tecnologia para poder ensinar seus filhos

Rio Branco Net/Neucimar Taveira

Como você deve saber, especialmente se você é fã de fotografia, a National Geographic organiza badaladas competições fotográficas ao longo do ano, como a Nature Photographer of the Year (“Fotógrafo de Natureza do Ano”, em tradução livre) e a Travel Photographer of the Year (“Fotógrafo de Viagem do Ano”, em tradução livre), nas quais elege — e premia — fotógrafos profissionais e amadores em várias categorias.

Só que a National Geographic também conta com um time estelar de profissionais que viaja por todo o mundo para capturar cliques perfeitos para ilustrar e ajudar a contar as maravilhosas histórias publicadas pela organização. Pois, além de prestigiar os amantes de fotografia que existem mundo afora, o pessoal da NatGeo não se esquece da dedicada equipe que muitas vezes chega a arriscar a própria vida para registrar imagens memoráveis.

Pois, recentemente, a publicação divulgou a lista das melhores imagens registradas durante 2017. No total, dos quase dois milhões de fotos capturadas ao longo do ano, clicadas por 88 fotógrafos para ajudar a contar 112 histórias diferentes, os curadores selecionaram 57 imagens — e você pode conferir a coleção completa através deste link.

Mas, antes, veja nesse link as 15 fotos que nós da equipe do Mega Curioso selecionamos como favoritas: https://goo.gl/A8cp3M

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Inventaram uma câmera para tirar foto de cachorros e ela é genial

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(Reprodução/PopSugar)

E ela não foi feita exclusivamente para tirar fotos.

Nova Cosmopolitan/Gustavo Frank

Todo mundo que tem um cachorro sofre séries dificuldade para fotografa-lo naquele momento fofo. Qualquer distração, como tirar o celular do bolso, por exemplo, pode acabar com o clique perfeito. Para solucionar esse problema, a Furbo Dog Camera trouxe a opção que precisávamos. Obrigado, tecnologia!

O dispositivo ideais para cliques de seu cãozinho, que mais parece uma máquina de café, além de fotografá-los, permite também que o dono do animal converse com ele por meio de um microfone. É praticamente uma babá eletrônica que atua como fotógrafa nas horas vagas.

Nada como juntar o útil ao agradável!

Fonte: https://goo.gl/M8P89s

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Para diminuir prostituição, moradores tiram fotos de clientes

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O principal argumento do protesto é de que o bairro é familiar, o que é abordado em uma das faixas espalhadas pelas ruas do bairro

O Tempo/Folha S.Paulo

Os moradores do bairro Jardim Parque Nossa Senhora do Carmo, na zona leste de São Paulo, fixaram diversas faixas pelo local ameaçando divulgar nas redes sociais as placas dos carros de pessoas que procuram os serviços de prostitutas e travestis que trabalham no bairro. As imagens, inclusive, são frequentes no grupo do bairro no WhatsApp.

O principal argumento do protesto é de que o bairro é familiar, o que é abordado em uma das faixas espalhadas pelas ruas do bairro. “Bairro familiar. Basta de pornografia em nossas ruas! Estamos divulgando as placas nas redes sociais”, diz o aviso.

Além dos avisos, moradores circulam à noite pelo bairro em grupos de aproximadamente dez pessoas, segundo o jornal “Folha de S. Paulo”. Quando avistam um carro com um cliente conversando com as profissionais do sexo, o grupo estende uma faixa na frente do veículo contra a prostituição no local.

Em entrevista ao jornal paulista, moradores disseram que o principal problema são as travestis que, muitas vezes ficam seminuas perto de uma escola. Os moradores também reclamam da sujeira deixada pelas travestis, como necessidades fisiológicas e preservativos usados.

Também em entrevista à “Folha”, uma travesti disse que a clientela diminuiu, mas ainda assim consegue ganhar cerca de R$ 1.000 por dia. Kate, como foi identificada pelo jornal paulista, disse que o protesto é um falso moralismo, já que alguns moradores são clientes dela.

Fonte: https://goo.gl/TdQcTE

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Pepsi terá latas com foto de Bolsonaro em ‘resposta’ à Coca-Cola?

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Piada tem sido compartilhada como se fosse verdade nas redes sociais. Coca vai lançar latas com fotos de Pabllo Vittar e outros oito artistas

Veja/João Pedroso de Campos

A nova campanha publicitária da Coca-Cola, que estampará fotos de nove artistas brasileiros em latas do refrigerante, entre os quais a cantora Pabllo Vittar, gerou boatos que se propagam na internet desde a semana passada.

Um deles, criado pelo Corrupção Brasileira Memes, afirma que o deputado federal e presidenciável Jair Bolsonaro (PSC-RJ) é o novo garoto-propaganda da Pepsi, no que seria uma “resposta” à concorrente por incluir Pabllo em sua campanha.

O Corrupção Brasileira Memes é uma página de humor que costuma fazer chacota com as posições de Bolsonaro. A piada sobre a contratação do deputado pela Pepsi, compartilhada por alguns nas redes sociais como verdadeira, ironiza a mobilização dos simpatizantes de Bolsonaro na página da marca no Facebook, pedindo, justamente, para que ele fosse contratado a estampar as latas do refrigerante (veja abaixo).

É difícil imaginar, em sã consciência, que uma empresa encampasse uma campanha nestes moldes e promovesse a imagem de um político – ainda mais um tão controverso quanto é Jair Bolsonaro. Aos que acreditaram na montagem, a assessoria de imprensa da PepsiCo, que produz a Pepsi, ressalta que a empresa “não está produzindo latas de Pepsi com a fisionomia de personalidades brasileiras, não há previsão da realização de nenhuma ação deste tipo neste momento”.

Outro boato é o de que, em função da nova campanha, a Coca-Cola teria sofrido um “imenso boicote dos brasileiros” e, por isso, sofrido um prejuízo de 1,2 bilhão de dólares. Veja abaixo um trecho da lorota, publicada em blogs como o Voz da Barra:

Esse resultado foi gerado devido ao boicote de milhões de brasileiros e empresas que deixaram de investir nas ações da Coca-Cola temendo sofrer boicote também e por motivos ideológicos, pois de acordo com informações cerca de 78% das empresas acionistas retiraram seus investimentos da Coca-Cola não compactuam com tais ideia [sic.] pregadas pela mesma.

A variação do preço das ações da Coca-Cola na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) nas duas últimas semanas, quando os boatos sobre o prejuízo foram publicados, no entanto, mostra o contrário: houve aumento no valor dos papeis, ou seja, a procura pelas ações cresceu – o oposto da tal fuga de investidores relatada pelo boato.

Por meio de sua assessoria de imprensa, a Coca-Cola também nega que a empresa tenha sofrido prejuízos em função da nova campanha, cujo lançamento oficial está previsto para o próximo dia 26 de dezembro. “Não é verdade que tenha havido queda de vendas ou prejuízo da Coca-Cola Brasil relacionados a essa campanha. As latas com as fotos dos artistas estão começando a ser distribuídas ao mercado”, esclarece.

Fonte: https://goo.gl/ocGpFD

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Fotógrafo relata experiência como correspondente de guerra

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André Liohn venceu o prêmio internacional Robert Capa Gold Medal com ensaio fotográfico da guerra civil na Líbia. (Foto: André Liohn )

André Liohn ministra a palestra “Linha de frente”, a ser realizada na Unifor nesta sexta-feira.

G1/Ceará

Com o objetivo de compartilhar experiências de profissionais de grande destaque na situação mundial, a Vice-Reitoria de Extensão da Universidade de Fortaleza (Unifor) promove evento com o fotógrafo paulista André Liohn, conhecido principalmente por suas fotografias documentais e de guerra.

 A palestra “Linha de Frente” ocorre na sexta-fira, 15, às 9h, no Auditório da Biblioteca da Unifor. O acesso é gratuito.

Um dos principais nomes da fotografia brasileira quando se trata de conflitos armados, Liohn pretende trazer suas reflexões e desafios sobre a profissão, bem como dividir os momentos que marcaram sua trajetória profissional, que conta com trabalhos de risco e situações imprevisíveis na linha de frente de diversos conflitos armados. A proposta é reforçar o papel indispensável da fotografia como documento fundamental.

Natural de São Paulo, André Liohn já possui diversos ensaios e fotografias documentais no currículo. Marcado pela representação da realidade de forma crua e por imergir o espectador na situação, em geral conflituosa, Liohn fez diversos trabalhos que demonstraram momentos de violência nacionais e internacionais.

Entre eles, destaca-se o ensaio “Sem Filtros”, que retrata as vítimas da Guerra Civil da Líbia em sua cobertura da Primavera Árabe e que lhe rendeu o Robert Capa Gold Medal, prêmio de reconhecimento internacional, sendo o único brasileiro a alcançar tal conquista.

Além disso, Liohn lançou a obra “Correspondente de Guerra: os perigos da profissão que se tornou alvo de terroristas e exércitos”, em parceria com o jornalista Diogo Schelp, que consta com diversas fotos do artista e de reflexões acerca dos perigos da profissão nos conflitos de guerra.

Diversos trabalhos do fotógrafo estão em exibição na exposição “Na Linha de Frente”, do Museu da Fotografia, que reúne obras de diversos fotógrafos brasileiros em meio ao front de guerras e conflitos armados. A curadoria ficou por conta de Fernando Costa Netto e conta com 70 trabalhos de diversos outros fotojornalistas, como Maurício Lima, Gabriel Chaim e João Castellano. A mostra está em cartaz desde o dia 4 de outubro e estará aberta até o dia 4 de fevereiro.

Serviço

Palestra “Na Linha de Frente”

Data: 15 de dezembro (sexta)

Hora: 9.00h

Local: Auditório da Biblioteca Unifor – Av. Washington Soares, 1321

Aberto ao público

Mais informações: (85) 3477.3253

Fonte: https://goo.gl/nfXuav

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Fotografia relembra imagem símbolo do fim da Segunda Guerra

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Foto: Ian Kinkead/Marinha/EUA/Divulgação/JC

Jornal do Comércio/Porto Alegre

Um oficial da Marinha dos Estados Unidos e sua esposa são protagonistas de uma fotografia que lembra uma das imagens mais marcantes da História.

Fotografado neste domingo (10), em Brementon, no estado americano de Washington, o casal se reencontrava após o regresso do militar, especialista em logística, de uma missão de paz na região do Pacífico e do Golfo Árabe.

A imagem lembra a icônica foto abaixo, que simboliza o fim da Segunda Guerra Mundial, em que um marinheiro estadunidense beijava uma enfermeira na Times Square, em Nova Iorque, após retornar do conflito, em agosto de 1945.

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Foto icônica de Alfred Eisenstaed, Nova Iorque, 1945

Fonte: https://goo.gl/dTJgHY

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