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CONTROLE DA DISPERSÃO

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A dispersão ou flare obtida em fotos contraluz, reduz a qualidade e o contraste, conforme podemos constatar no exemplo acima. As vezes o efeito pode ser intencional. Foto: Neilvan Niekerk

É uma tradição em fotografia, embora nem sempre justificada, que o ideal é a perfeição técnica da imagem.

Isto significa nitidez, ausência de distorção de flare, precisão cromática e uma gama tonal completa, com um bom contraste.

Quando se prepara a iluminação, e mesmo com luz natural,  a dispersão da objetiva é o perigo principal para estas características, mas pode-se evitar se se proteger a objetiva da luz da lâmpada. Isto pode fazer-se nas proximidades da objetiva, por meio de parasol próprio, ou nas proximidades da lâmpada, na forma de palas opacas ou uma bandeira (que pode ser um cartão negro suspenso num suporte).

A dispersão é luz que não forma imagem, e para a evitar é precisa que a luz direta não chegue até à objetiva.

Com luz do dia, além do parasol, evite fotografar contra a luz intensa. Caso isso não seja possível, procure o melhor ângulo que reduza a dispersão e o flare de sua imagem

Aproveite para rever mais dicas sobre iluminação nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

QUER LUZ MAIS SUAVE?

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Se você já utiliza um sotfbox grande e quer luz mais suave e mais uniforme do que aquela oferecida por esses sotfbox?

Utilize então uma técnica chamada suavização, que posiciona o tema em uma luz mais suave e mais uniforme que aquela de um sotfbox.

Suavização significa apenas afastar a luz do tema para que ele agora só seja iluminado pelas bordas da fonte de luz.

 O tema não receberá toda intensidade da luz quando você suavizar, portanto talvez você precise ajustar a exposição para que o tema não fique demasiadamente escuro (utilize diafragma mais aberto em sua lente – como f/4 ou f/3.5 etc. – ou ainda maior, utilize o flashmeter e ele informará precisamente quais configurações utilizar para suavizar a luz).

Essa luz que vem das bordas do sotfbox é bem uniforme, bem suave e bem lisonjeira (uma vez que a luz no centro do sotfbox normalmente é mais clara e menos uniforme), assim quando você precisar dessa luz uniforme super suave, você já sabe como obtê-la.

Essa técnica é muito boa em retratos de adolescentes, em uma foto de mãe/filha ou quando você quer uma aparência muito suave e glamorosa para iluminação.

Aproveite para rever mais dicas sobre técnicas de iluminação em estúdio, nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

OBTENDO UM VISUAL DIFERENTE

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Depois de posicionar corretamente a luzes e fazer a primeira foto, tente isto: Não mova mais o tema!

Em vez disso, deixe tudo como está e mova o fotógrafo. Se estiver bem na frente do tema, simplesmente mova-se um pouco para o lado e faça outra foto.

Você vai surpreender com como o fato de mover-se um metro em qualquer direção pode mudar completamente a aparência da iluminação, mesmo sem tocar em nenhuma luz.

Tente isso e o resultado será dois ou três visuais de iluminação a partir de uma única configuração de luzes.

Escolhendo o Tamanho do Softbox

Há duas considerações: o que você planeja fotografar e a suavidade que você quer que a luz tenha. Se você estiver fazendo fotos de um produto sobre uma mesa, um sotfbox menor serve, ele ainda seria grande o suficiente para retratos de cabeças e ombros.

Se você fotografar pessoas, e for além de simplesmente fotografar cabeça e ombros, então você precisará optar por um sotfbox maior.

Quanto maior a fonte de luz, mais suave à luz, portanto, se você comprar um sotfbox muito grande, obterá uma luz muito suave e conseguirá iluminar uma área maior.

Aproveite para rever mais dicas sobre fotografia de estúdio nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

ONDE POSICIONAR A LUZ PRINCIPAL

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O flash de estúdio deve ser posicionado em um pedestal de luz, apontando para baixo em um ângulo (como sol que incide sobre nós), de modo a criar uma aparência mais favorável para a luz artificial, conforme ilustração acima

Além disso, mantenha em mente que quando mais próximo da luz estiver o tema, mais suave ela será. Agora não há lugar “certo” para posicionar as luzes e, portanto, a configuração realmente se resume à sua preferência pessoal sobre como você deseja que as sombras apareçam no tema.

Sombras são o que cria profundidade de dimensão no rosto de uma pessoa (e ter sombras suaves no rosto do modelo geralmente é muito favorável à pessoa), assim, costumo colocar minha luz principal de tal modo que ela fique em um ângulo de 450 em relação ao tema.

Desse modo, por exemplo, se o modelo estiver de pé no centro do mostrador de um relógio imaginário, e a câmera estiver em uma linha reta na frente dele às 6h, você coloca a luz em cerca de 7:30h. Isso cria agradáveis sombras suaves no lado do rosto do modelo que está mais distante da luz (do lado oposto à luz).

Se quiser mais sombras sobre esse lado do rosto, você deve mover a luz para cerca de 8h. Quer mais sombras?

Mova luz para 8:30h. Quer esse lado todo do rosto do modelo totalmente na sombra (muitas vezes visto em retratos expressivos de homens)?

Coloque a luz diretamente do lado de 9h. Ok, e se você realmente quiser menos sombras sobre esse lado oposto do rosto, talvez apenas uma sugestão de sombras? Então, mova a luz para mais perto da posição da câmera – por volta de 7h. Se você mover a luz diretamente para à frente do modelo, todo o rosto será iluminado uniformemente, sem sombras.

“Essa é a iluminação flat”, ou pouco constante e, geralmente, fica bem em alguém com a pele realmente boa. Ok, então qual dessas posições é a posição “correta”?

A que você escolher – é inteiramente uma questão de preferência pessoal (minha preferência é posicionar a luz entre 7:30h e 8h na maioria das vezes).

Aproveite para rever mais dicas sobre iluminação em estúdio nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

STILL LIFE

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David Hockney, montagem “in loco” com fotografia e pintura como plano de fundo

Apesar do uso extensivo de still life pelas editoras e pela fotografia publicitaria, a natureza-morta continua a ser a forma em que a fotografia está mais apta a aproximar-se das Belas Artes.

 Exige uma maior dedicação de tempo e esforço por parte do fotografo do que a dos restantes campos da fotografia.

O fotografo autoral tem de escolher com muito cuidado os elementos que incluirá; e a seguir, pouco a pouco, e deliberadamente, vai criando um desenho, alterando gradualmente a composição, a iluminação, a cor e o restante, até chegar ao resultado desejado. Em contraste com a fotografia espontânea e com todas as formas da fotografia, não se admite a natureza-morta como uma oportunidade, mas como algo que se vai construindo a pouco e pouco.

Para David Hockney, um pintor que também experimentou no campo da fotografia, isto é fundamental, já que se considera que o tempo e o esforço gastos pelo artista são qualidades essenciais da imagem.

Hockney sustenta que a maioria das fotografias, ao contrario das pinturas, prepara-se em muito pouco tempo, pelo que não retém demasiado a atenção do espectador. “Por mais que se contemple Rembrandt durante horas, não se dedicará mais tempo a contemplá-lo do que ele levou a pintá-lo: observando, demorando as suas observações, alargando-as ao tempo.” Por contraste.

 “O motivo pelo qual não se pode contemplar uma fotografia durante horas é que não há dentro dela.”

Se este for um argumento válido (isto é, que o esforço e a analise se notam na imagem tremida), a natureza-morta fotográfica merece uma observação mais atenta do que a maioria das outras formas. Certamente que os pormenores e a distribuição da imagem de uma natureza-morta são intencionais, e não acidentais.

O fotografo exerce pleno controle sobre still life, desde a escolha dos objetos até ao modo de os tratar.

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Aproveite para rever mais dicas sobre linguagem fotográfica nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

USE TAMBÉM O TEMPORIZADOR DE SUA DSLR

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Configurando o modo temporizador (Self Timer)  no menu de sua câmera DSLR

Se você quiser comprar um cabo disparador (ou controle remoto sem fio), ou se tiver esquecido de instalar o aplicativo em seu celular, a próxima melhor opção é usar o timer da própria câmera digital, que faz a fotografia sem você tocar na câmera.

Se você odeia esperar, verifique então se é possível mudar o período de tempo que a câmera espera antes de fazer a foto.

Aproveite para rever mais dicas  sobre técnicas de manuseio de sua DSLR nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

EVITE AUMENTAR ISO COM TRIPÉ

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Ao fotografar com um tripé, mesmo em um ambiente escuro ou com pouca luz, não aumente o ISO

Mantenha o ISO na configuração mais baixa que sua câmera permitir (ISO 200, 100, como mostrando acima, ou 50, se o ISO da câmera aceitar uma sensibilidade tão baixa para fotos mais nítidas e mais limpas.

Aumentar o ISO adiciona ruído a suas fotos e você não queria isso (naturalmente, se estiver segurando a câmera com a mão e não houver nenhuma escolha, como ao fotografar um casamento, em uma baixa iluminação de uma igreja, aumentar o ISO é uma necessidade, mas ao fotografar com um tripé evite um ISO alto – o resultado serão imagens mais nítidas e mais limpas todas às vezes.

Caso queira maior mobilidade com sua DSLR, opte por lentes mais luminosas, como a prime 50mm f/1.4.

DICAS: Quebrando as Regras

Portanto, o que fazer se você não puder utilizar o tripé (por exemplo, o lugar que você está fotografando não permite tripés)?

Nesse caso, se houver bastante luz local, tente utilizar velocidades de obturador bem altas para minimizar o movimento da câmera produzindo pelo ato de segurá-la com as mãos. Configure a câmera no modo de prioridade de obturador e escolha uma velocidade que corresponda à ou exceda a distância focal de sua objetiva (uma objetiva de 180mm significa fotografar em 1/200 de segundo).

Aproveite para rever mais dicas  sobre uso de câmeras DSLRnas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

NÃO PRESSIONE O DISPARADOR (UTILIZE SEU CELULAR)

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Ok, então agora você tem de carregar um tripé pra lá e pra cá, para que suas fotos têm uma aparência muito mais nítidas

Ainda não estão perfeitas, mas estão bem mais nítidas. O que levará ao próximo patamar de nitidez um tradicional cabo disparador.

Trata-se apenas de um cabo conectado à câmera digital que tem um botão na extremidade sendo substituído por controle remoto e ultimamente com aplicativo de celular.

Quando você pressiona esse botão, a câmera dispara, mas sem que você realmente toque no botão disparador da câmera. Por que é tão importante? Porque, acredite ou não. O simples pressionamento do botão disparador da câmera faz esta se mover o suficiente para impedir que suas fotos fiquem perfeitamente nítidas.

Eu sei, parece um pequeno detalhe, mas mais importante do que parece. Utiliza-lo é mais fácil do que imagina e, hoje em dia, a maioria das câmeras também suporta disparadores sem fio e eles são relativamente baratos. Bem, resumindo, é melhor adquirir um aplicativo para esse fim em vez de um que pressiona o botão do obturador com um fio baseado em um sistema de êmbolo, porque, mesmo que você não vá pressionar o botão com seu dedo bobo, é melhor não tocar na câmera de jeito nenhum.

Aproveite para rever mais dicas sobre manuseio de câmeras nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

MACROFOTOGRAFIA E TRIPÉ

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Macrofotografia com tripé e rebatedor

Embora exista objetivas macro com estabilização de imagem embutida (IS) ou redução de vibração (VR), se levar a macrofotografia a sério, a nitidez que suas imagens devem ter o que significa que você precisa de um tripé.

Um tripé pode ser muito bem ser a parte mais importante do quebra-cabeça para “excelentes fotos macro”, portanto, embora outras áreas um tripé não seja tão importante, fotografar em um tripé é uma coisa que você realmente deve fazer. Ningué3m ainda inventou um estabilizador que mantenha uma câmera tão estável quanto mais barato tripé.

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QUANDO UTILIZAR OBJETIVAS MACRO

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Use essa objetiva quando quiser fotografar algo realmente muito próximo

Você já viu close-ups de abelhas, flores ou joaninhas? Isso é macro. Objetivas macro dedicadas são excelentes para uma única coisa, e elas fazem isso muito bem.

Duas coisas sobre objetivas macro: Ela tem incrível e maravilhosa pequena profundidade de campo – você pode fotografar uma flor e a pétala na frente ficará nítida e em foco e uma pétala no outro lado da flor ficará tão fora de foco que será praticamente impossível dizer que ela é.

Essa baixa profundidade de campo é uma das coisas que adoro em relação a objetivas macro, mas também é um desafio quando você tenta colocar mais coisas em foco. Tente manter a objetiva na horizontal sem incliná-la para cima ou para baixo para ganhar um pouco mais de profundidade. Abaixe o tripé até o ponto em que você esteja apontando diretamente para o tema, sem inclinar à objetiva. Um pequeno movimento ou vibração significará uma foto desfocada, assim, definitivamente, sempre que possível fotografe em um tripé. Use algum tipo de cabo disparador para que você não precise tocar na câmera (um possível gerador de vibração), isso também ajudará.

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