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sobre o mundo da fotografia

A LUZ AZUL PODE SER AINDA MAIS PERIGOSA PARA OS OLHOS

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luz azul, prejudicial aos olhos, focus escola de fotografia
Novas evidências científicas confirmam os efeitos fototóxicos das exposições de curto prazo à luz azul de alta intensidade.

Redação: Olhar Digital

Bem como um aumento do risco de degeneração macular relacionada à idade após exposição crônica a fontes de baixa intensidade, de acordo com a Agência Francesa de Alimentos, Saúde e Segurança Ambiental e Ocupacional, conhecida como ANSES.

A degeneração macular
relacionada à idade, uma das principais causas de perda de visão em pessoas com
mais de 50 anos, causa danos à mácula, uma pequena mancha perto do centro da
retina que é necessária para uma visão central aguda.

Os dispositivos com tela
LEDs emitem luz azul, e atualmente estão passando por um rápido desenvolvimento
tecnológico para serem aprimorados. Por muitos anos, eles foram usados apenas
em eletrônica, mas agora são encontrados como parte integrante dos sistemas de
iluminação pública das grandes metrópoles.

A agência francesa afirma
que o limite máximo recomendado para a exposição a curto prazo à luz azul deve
ser revisto e agora empresas e pesquisadores buscas equipamentos com novas
tecnologias que sejam menos agressivas ao ser humano.

Fonte: https://bit.ly/2LVX9Jz

Aproveite para ver mais dicas
sobre fotografia nos blogs da Escola Focus.

CONFIRA EQUIPAMENTOS QUE TODO INICIANTE DE FOTOGRAFIA PRECISA TER

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Filtros UV evitam contato da lente com sujeira (Foto: Divulgação/Canon)

Ao começar a
fotografar com uma câmera DSLR, existem equipamentos que podem ajudar na hora
de tirar fotos e são importantes para melhorar a qualidade da imagem, no
transporte da câmera, e até a explorar diferentes ângulos
.

Karen Malek/TechTudo

Embora alguns tenham um
custo alto, são equipamentos que provavelmente serão adquiridos uma única vez e
terão um grande tempo de uso. Confira uma lista com alguns acessórios que todos
devem adquirir ao começar a fotografar com uma câmera DSLR.

1- Filtro UV

O filtro UV é uma pequena
proteção para lente que quando encaixa é praticamente imperceptível. O filtro
protege a lente como uma camada protetora, evitando que mãos, gotas, areia,
gordura, e até poeira penetrem na lente. Dependendo da situação, o filtro UV
pode ser ruim, como em fotos noturnas, que podem ocorrer clarões indesejados,
assim como redução na nitidez. O acessório custa cerca de R$ 50.

2- Micro SD Extra

Imagine a situação: estar
em um lugar excelente para fotos com uma câmera boa e não ter mais memória. Por
isso a importância de um cartão de memória extra. Algumas câmeras até trazem
dois slots para cartão, para evitar que falte espaço. Com as câmeras digitais,
é possível tirar várias fotos e depois analisar e editar no computador, o que
faz com que encher um cartão de memória não seja algo difícil. Um cartão de
memória de 64gb custa cerca de R$ 90.

3- Rebatedor

O rebatedor é muito
importante para controle da luz, seja para direcionar um para suavizar. O
acessório pega a fonte de luz, seja ela artificial ou não, e direciona,
totalmente ou parcialmente, eliminando sobras desnecessárias. Existem modelos
de diversas cores e estilos, indicados para diferentes situações. Como os que
trazem bronzeamento e amenizam sobras e os que trazem brilho, há ainda os
indicados para amenizar a entrada de luz. Um kit de rebatedor pode ser
adquirido por R$ 100

4- Mochila

Câmeras DSLR costumam ser
pesadas, e com a necessidade de transportar as lentes, cartões e até tripé,
existem mochilas apropriadas e com compartimentos específicos para equipamento
de fotografia. Essa é a razão da importância de uma mochila para fotógrafos. Os
modelos para armazenar equipamentos fotográficos podem ser encontradas por
cerca de R$ 110.

5- Bateria Extra 

Existem situações que não
é possível parar as fotos para deixar a bateria da câmera carregando na tomada,
por isso é sempre bom andar com uma bateria extra. Para evitar essa situação e
permitir o uso prolongado da sua DSLR, comprar mais uma bateria pode resolver.
Dependendo do modelo, a bateria pode custar cerca de R$ 180.

6- Tripé

Independente da qualidade
da câmera, um tripé é necessário. Pois mesmo que a câmera tenha um
estabilizador de imagem, acontece de, às vezes, uma foto ficar tremida ou
desfocada, e aí não tem mais jeito.

Por isso a importância do
tripé, o posicionamento mais firme da câmera na hora de tirar fotos. Além
disso, dependendo do modelo do acessório, é possível explorar diferentes
ângulos. Existem diversos tipos de tripé, de diferentes materiais, mais
portáteis e mais robustos, com preços diversos, mas é possível adquirir um
básico por cerca de R$ 80.

7- Lentes Básicas

Ao adquirir uma câmera
DSLR, a primeira coisa a se ter em mente é a necessidade de troca de lentes.
Uma só não vai servir para todas as situações. Para isso, é preciso ter no
mínimo dois tipos.

As que normalmente vem
nas câmeras, as 18-55mm é ideal para a maioria das fotos imediatas, ela não
capta detalhes como a macro, nem zoom como uma teleobjetiva, mas é ideal para
situações do dia-a-dia.

As lentes de zoom, as
teleobjetivas, são as que têm uma capacidade grande de aproximação. É o modelo
que muitos usuários buscam ao perceber que a lente que vem na câmera não
alcança um objeto distante.

A lente normal, ou
retrato, é aquela lente que vai capturar a pessoa ou objeto em primeiro plano e
desfocar o fundo, muito almejado por quem adquire uma DSLR. O modelo não tem
zoom e é lente indicada para retratos.

O valor das lentes varia
bastante, mas é possível encontrar uma teleobjetiva ou uma para retrato
desembolsando cerca de R$ 700.

Fonte: https://glo.bo/2WlA5b8

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sobre equipamentos de de fotografia  nos
blogs da Escola Focus.

CONVOCATÓRIAS INTERFOTO ITU 2019

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convcatória, Itu, interfoto, focusfoto
Estão abertas as inscrições para as convocatórias do festival de fotografia Interfoto, que acontece de 18 a 21 de julho de 2019, na cidade de Itu, interior de São Paulo

Convocatória Homo
Urbanus

Resumo Fotográfico

Na Convocatória Homo
Urbanus, 15 trabalhos serão selecionados para participar de uma exposição
coletiva em um dos espaços expositivos escolhido pela comissão organizadora. As
inscrições são gratuitas e devem ser feitas até 29 de junho de 2019, através do
formulário online.

Segundo o edital, o
objetivo é conceder ao fotógrafo, profissional e amador, o poder de documentar
a vida e a paisagem em que ela se insere, construindo discursos fotográficos
que também sensibilizem e dialoguem com o espectador das imagens. Leia o
regulamento.

Convocatória
Portfólios

Na Convocatória
Portfólios, os trabalhos selecionados serão mostrados presencialmente durante
um dia inteiro, em espaço reservado pelo festival. A mostra será aberta ao
público em geral e também aos professores e curadores convidados especialmente
para o evento.

As inscrições são
gratuitas e podem ser feitas até o dia 20 de junho de 2019. Os participantes
devem enviar o portfólio em formato PDF, contendo um trabalho autoral com 10 a
15 fotografias. O arquivo deve ser enviado através do e-mail interfoto2019@gmail.com.

Mais informações: https://bit.ly/2Ek2Lao

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sobre exposições de fotografia  nos blogs
da Escola Focus.

FOTOS COM APARÊNCIA SILVESTRE

por em .

fotografia de animais, focusfoto
Não é preciso viajar em safaris para obter boas fotos de animais

Apesar do que muita gente
acha, não é preciso de uma câmera cara e objetivas exclusivas para fazer ótimas
fotos de natureza.

Uma câmera DSLR full frame e
objetiva 300 mm f/2.8 seria ótimo, claro, mas é possível fazer ótimos trabalhos
com uma DSLR de entrada e uma teleobjetiva comum. A habilidade real está em
escolher os ajustes da câmera corretos, obter muita prática de uso com
objetivas longas e aprender a superar as dificuldades envolvidas na fotografia
de animais em cativeiro.

1. Use a Prioridade de Abertura

Você pode achar que a escolha
óbvia seria usar o modo Prioridade de Velocidade (S). Na verdade, Prioridade de
Abertura (A) é melhor. Ao ajustar uma abertura ampla (f/5.6 em 300 mm que foi
usado no exemplo), você obterá automaticamente a velocidade mais rápida
disponível para tais condições.

2. Aumente o ISO

Para temas relativamente
estáticos, uma velocidade de 1/250s é o mínimo, porém 1/250s é o mínimo, porém
1/500 ou 1/1000s é melhor, especialmente se o animal estiver se movendo. Para
obter essas velocidades, talvez seja preciso aumentar o ISO. Em dias
razoavelmente claros, ISO 200 ou ISO 400 deve ser suficiente, se você usar
f/5.6, por exemplo.

3. Opções de Autofoco

Talvez seja preciso checar
ajustes de autofoco. Um dos problemas como modo Auto-area AF é que nem sempre
se pode ter certeza do que a câmera está focando. Em vez dele tente usar o
Single-point AF escolha AF-C (contínuos) para que a câmera continue refazendo o
foco conforme o assunto se move. Depois, escolha você mesmo o ponto focal.

4. Ajuste o Monopé

Mesmo em velocidades rápidas,
manter a câmera firme pode ser complicado. Um monopé é um bom investimento se
você usa muito objetivas longas. A 300 mm f/2.8 usada aqui é u monstro, mas
mesmo as mais leves irão pesar no fim do dia. Com a firmeza de um monopé, fica
mais fácil enquadrar fotos de longa distância com mais precisão.

5. Esconda a Cerca

Onde há mais cativeiro, há
grades. Porém, ao chegar bem próximo, a trama da grade ficará tão fora do foco
que sumirá. Talvez algum contraste se perca, mas isso poderá ser ajustado na
edição. Essa técnica também funciona com vidro – basta encostar a lente contra
a superfície.

6. Ambientes Internos

Assim vários zoos possuem
exibições internas. A luz artificial da casa dos répteis causaria problemas de
brilho, mas aumentar o ISO para 1600 manteve a velocidade em 1/30s ou acima, o
que é ótimo para temas lentos. Clique em NEF e ajuste o equilíbrio depois.

7. Cheque a Exposição

Avaliar a exposição pode ser
difícil em interiores, pois o LCD é tão claro que mesmo as fotos superexpostas
parecem boas. Ao avaliar, cheque o histograma para assegura-se de que a
exposição está boa. Compense a refaça o clique caso necessário – lizes claras
podem fazer a câmera superexpor.

8. Avalie as Fotos

Para terminar, na hora do
repouso, após longos períodos, avalie bem as fotos. Várias DSLRs Nikon permitem
converter os arquivos RAW na câmera, gravando as novas versões como JPEG. Essa
é sua chance de experimentar com a exposição e o equilíbrio de branco para
fotos de ambientes internos e externos.

Aproveite para rever mais dicas sobre vida silvestre nas
suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos
profissionalizante da Escola Focus.

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FOTOS NO ZOOLÓGICO COM APARÊNCIA NATURAL

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fotografia de animais, escola focus
Acompanhe com uma teleobjetiva fixa ou zoom, mais alguns truques práticos e técnicas de edição, pode fazer uma bela técnica de natureza silvestre

Animais são ótimos temas, mas
nem sempre é fácil fotografá-los, mesmo em cativeiro.

Dito isso, zoos e parques de
vidas silvestres são ótimos locais para praticar suas técnicas. Eles permitem
que se chegue mais perto dos animais do que seria possível na natureza.

É preciso uma teleobjetiva –
55-300 mm ou 70-300 mm são ideais, pois a distância focal máxima proporcionada
em uma câmera no formato DX é cerca de 450 mm. Isso deve ser adequado até para
ambientes maiores em que os animais estão mais distantes.

Maiores distâncias focais exigem
pouco de prática é por isso que os ambientes de zoológico são ideais.

Elas também aumentam o risco de
tremida na câmera. Como referência rápida, use a “Lei da reciprocidade”, em que
se divide a distância focal efetiva por “1” para obter velocidade mínima de
“segurança”. Por exemplo, se você estiver fotografando a uma distância focal de
250 mm, a velocidade mínima deve ser de 1/250s.

O sistema VR de muitas objetivas
Nikon reduzirá a tremida da câmera, mas não pode prever o movimento do tema.
Ainda será preciso uma velocidade rápida para captar os animais em movimento.

Recomenda-se fotografar em RAW em
vez de JPEG. Nunca se sabe se dará tempo de fazer ajustes ideais nesse tipo de
tema, e os arquivos NEF darão mais flexibilidade de edição.

Zoológicos e parques são ótimos
locais para praticar suas técnicas. Eles permitem que se chegue mais perto dos
animais do que seria possível na natureza.

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animais  nas suas apostilas,
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EFEITOS INTENCIONAIS

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flash segunda cortina, focus escola de fotografia
Distorcendo para fazer arte

É possível conseguir ótimos efeitos em fotos com pouca
luminosidade.

O flash que antes desaconselhamos para esta técnica pode
trazer resultados interessantes. Ele pode usar utilizado para congelar parte de
uma imagem.

Com o diafragma f/ 4.0 e velocidades abaixo de 30 segundos,
o flash sincronizado na segunda cortina,  deixa nítido o primeiro plano e o fundo fica
distorcido gerando efeitos de luz neon. Sem o flash, o efeito tremido do
movimento do movimento da câmera dá um tom digital ao assunto.

O movimento horizontal produzido pelo fotografo, enquanto o
diafragma permanece aberto, pode dar ação a um carro originalmente parado. O
que importa realmente é o olhar do fotografo e sua capacidade de experimentar
novas técnicas.

Aproveite para rever mais dicas sobre flash na segunda cortina, nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

                      

OUTRAS OPÇÕES PARA A FOTOGRAFIA DE RUA

por em .

fotografia de rua, temas, escola focus
O lixo não é bonito, mas há um momento que em que ele pode ser diferente, digamos, com garrafas ou caixas vazias empilhadas. A forma pode ser o começo para uma fotografia ou geralmente como uma ideia para um projeto.

O lixo também é um tema;
pessoas deixam lixo na rua, então porque não fotografá-lo? Nem todo o lixo é
sujo e sem atrativos.

Podemos acrescentar que
fotografar pessoas incansavelmente, mesmo quando são elementos mínimos em uma
fotografia, pode ser exaustivo tanto para o público como para o fotógrafo. É
uma questão de ritmo; em um livro, por exemplo, imagens estáticas sem pessoas
criam espaço de respiro.

Não é incomum que iniciantes na
fotografia de rua considerem tirar fotografias sem pessoas – em todos os
sentidos. Eles ficam ansiosos ao fotografar pessoas e desvia a câmera,
sentindo-se tímidos e, então, tudo o que fazem depois fica comprometido. Não é
assim que devemos fotografar pessoas; todo mundo é diferente e, se você se
sentir desconfortável ao fotografar pessoas, isso fica visível e é mais
provável que irá piorar o problema.

Você provavelmente terá de
começar de novo e avaliar o que você quer fazer. Se quiser fotografar pessoas,
você não tem alternativa a não ser mudar completamente sua mentalidade. Mas não
necessariamente significa colocar o foco nas pessoas, como atestam muitos
fotógrafos. Elas podem ser fascinadas por grafite, arte de rua ou coisas
curiosas encontradas na rua, temporárias ou fixas.

Garrafas de leite já foram um
acessório cênico nas ruas – a variedade de garrafas de vidro elas representam
um objeto e uma evidência.

Fotografias estáticas fornecem
uma pontuação. Na rua, não é necessário pressa para elas simplesmente são mais
fáceis de tirar. Elas nem sempre são mais fáceis de ver.

Caráter é a palavra chave. Se um
espaço ou objeto tiver algum tipo de presença ou personalidade, vale a pena
fotografá-lo.

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CENA PARADA

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Paris 1838, Luis Daguerrem Boulevard du Temple, escola focus
A fotografia de rua não necessariamente exige pessoas: advertências da vida das pessoas, em todas as suas curiosas formas, são igualmente comoventes
v

De modo irônico, talvez a
primeira fotografia de rua tirada por Louis Daguerre acima, em 1838 de um bulevar
parisiense movimentado, quase não tem pessoas
.

Devido à longa exposição exigida
de vários minutos, apenas uma pequena figura humana é exibida – um homem
engraxando os sapatos, que permaneceu estático o suficiente durante a longa
exposição para ser imobilizado na fotografia.

É uma fotografia fascinante que
foi cuidadosamente composta, as o olhar é atraído para esse homem em pé… Essa
parte da fotografia é muitas vezes ampliada para mostrar o “primeiro homem
fotografando” na rua.

Mas a preocupação aqui não são as
pessoas, mas as evidências das pessoas, objetos e ruas “vazias”. Como sempre há
uma grande sobreposição, mas é útil tentar fazer distinções claras.

Na realidade, muitos fotógrafos
de rua fazem pouca distinção entre cenas com e sem pessoas. Tudo o que importa
é que eles viram algo interessante para fotografar. É certo que manequins
sempre são um dos melhores temas para um fotógrafo de rua. Eles são dublês de
seres humanos e absolutamente não se importam em ser fotografados.

Essas opções se manifestam na
forma de artefatos interessantes, e não surpreende que seja um tema tão
recorrente – as possibilidades são infinitas. Os olhos de qualquer fotografo de
rua experiente se volta inevitavelmente para manequins.

Basta olhar para aqueles
coletados por fotógrafos da Magnum durante vários anos e, de repente, você
percebe o quanto manequins são vitais e versáteis para um fotógrafo de rua. E
olhar deles apenas se destaca nas vitrines; eles são um dos melhores acessórios
cenográficos nas ruas.

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CORREÇÃO DOS NÍVEIS

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O principal controle sobre as correções da exposição da imagem – seu brilho geral – é o controle de Levels (níveis)

Com ele, é possível manipular a distribuição dos pixels
claros e escuros. O Levels também permite que se ajuste o contraste – a
transição dos tons do escuro para o claro
.

Os controles são intuitivos e fáceis de aprender. Graças à
simplicidade de uso e eficiência, é um dos recursos mais usados nos programas
de manipulação.

Basta clicar na ferramenta, empurrar as setas de controle,
observar as mudanças na imagem e parar quando obtiver o resultado desejado. Os
recursos básicos do controle Levels  são
semelhantes nos mais diferentes programas.

Há as setas que ajustam o ponto preto e o branco,
controlando com eficiência o contraste, enquanto a seta central é ideal para
controlar a exposição ou o brilho geral. Pode haver também alguma seta que
ajuste a saída dos níveis de branco e de preto. Pode-se usá-las também para o
clipping – ou seja, limitar ligeiramente a saída a um pouco abaixo do máximo.

Histograma

Para uma abordagem mais sistemática, trabalhe com o
mostrador do histograma. Ele mostra as estatísticas sobre o brilho; quanto
maior estiver o gráfico em determinado ponto, mais pixels estarão presentes
naquele nível de luminosidade.

Convencionalmente, os escuros ficam no lado esquerdo do
gráfico e os claros no direito. Um histograma de uma imagem de boa qualidade
mostra pixels por toda a sua extensão, com uma ou duas ‘corcovas’ em torno do
centro, indicando que a foto foi exposta corretamente, captando uma gama plena,
e que a maior parte dela consiste em meios-tons. Entretanto, geralmente o
histograma exibe pixels percorrendo um curto caminho do lado esquerdo até quase
o lado direito.

O ajuste principal consiste em três passos: primeiro,
posiciona-se a seta esquerda para que apenas toque o lado esquerdo do
histograma. Isso define o ponto de preto: ao fazer isso, a imagem se torna mais
escura.

O próximo passo é posicionar a seta direita até que ela
toque a ponta do histograma do lado direito. Isso define o ponto branco. Assim,
a imagem se torna mais clara. A seguir, ajusta-se a seta central para produzir
a exposição desejada.

Preto ou branco

Outro efeito que se nota ao afastar a seta preta e a branca
de seus pontos de origem: conforme as distâncias entre elas são reduzidas, a
imagem se torna mais contrastada. Isso acontece porque se os pixels escuros não
estiverem tocando a extrema esquerda do histograma, não são totalmente pretos:
ao mover a seta preta para a direita, redefinem-se os valores de preto.
Igualmente acontece com a seta branca.

Isso age como um esmagamento dos pixels, empilhando-os em um
espaço menor, o que faz com que a transição do escuro para o claro fique mais
abrupta, criando o alto-contraste.    

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UTILIZE O DESFOQUE DE MOVIMENTO

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desfoque, movimento, focusfoto
Um tipo de desfoque muito comum é o desfoque de movimento, pode ser desde o movimento do assunto, como também o movimento do fotógrafo ou da lente utilizada.

Durante o tempo de
exposição, ou seja, enquanto o obturador está aberto, tudo o que ilumina o sensor
fica gravado
.

Desta maneira, se o fotógrafo se mexer ou se um elemento se
movimentar no quadro durante esse tempo de exposição, vai ficar “borrado”
devido à sobreposição de várias imagens em uma só.

Quanto menor o tempo de exposição, ou seja, quanto mais alta
a velocidade do obturador, menor o risco de algo sair desfocado ou borrado por
causa do movimento.

Até mesmo porque a impressão de desfoque é algo relativo, ou
seja, um objeto se movendo muito rápido pode sair nítido se a velocidade do
obturador for alta o suficiente.

A distância focal também influencia muito no desfoque de
movimento: o zoom amplifica o movimento, já que amplia as distâncias, sendo
assim, as lentes teleobjetivas ou em pouca luminosidade, quando o tempo de
exposição fica maior devido à falta de luz, e neste caso é recomendado usar um
tripé para a câmera não tremer, o que resultaria em uma foto borrada com a
câmera na mão.

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