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sobre o mundo da fotografia

KRYSTLE WRIGHT: A FOTÓGRAFA QUE CORRE ATRÁS DE TEMPESTADES E NÃO QUER PRÊMIO POR SER MULHER

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Fotografa furacões, já nadou com cachalotes nos Açores e talvez um dia se aventure pelas ondas da Nazaré. Krystle Wright esteve no Exodus Aveiro Fest e falou-nos de aventura, instagram e #metoo.

“O medo é o que nos mantém vivos. Prometi a mim mesma que
se me encontrasse outra vez numa situação extrema e não sentisse medo nenhum,
deveria reavaliar esta atividade”.

José Paiva Capucho/Observador-PT

É assim que Krystle Wright, fotógrafa profissional — e “aventureira” — descreve, “sem arrependimentos”, aquilo que tem sido a sua vida, pelo menos nos últimos treze anos. Esteve no Exodus Aveiro Fest (festival internacional de fotografia e vídeo dedicado a viagem e aventura, promovido pela National Geographic) no passado fim de semana.

E falou com o Observador numa altura em que qualquer um arrisca muitas vezes a vida mas para conseguir o maior número de likes na demanda da mais bela fotografia de paisagem. “Ser fotógrafo profissional vai muito mais além de uma imagem bonita”, conta.

Quem pesquisa pelo nome da fotógrafa pode ficar com inveja.
Ou com falta de ar. É que além das aventuras na terra e no ar — que já lhe
causaram valentes sustos, como o acidente de parapente em 2011 no Paquistão —
através das quais já construiu um portfólio que passa por cinquenta países,
Krystle “caça monstros”, ou seja, tempestades.

“Sou viciada em certos tipos de cenários cheios de
adrenalina, como os que encontrei nas duas últimas primaveras no Tornado Alley

. Ver o poder cru e a beleza da Mãe Natureza é selvagem”. Selvagem,
sim, mas no entender da também cinematógrafa, são momentos que lhe trazem pura
felicidade. “Quando fiz mergulho com cachalotes nos Açores, ou com orcas na
Noruega, e regressei à superfície, comecei a gritar, feliz, como se nada
pudesse articular a explosão de alegria que senti quando a natureza decide
interagir contigo”, comenta.

Mas a conversa não podia debruçar-se apenas sobre as suas
aventuras. É que as redes sociais vieram democratizar a forma como cada um de
nós capta a natureza, o que, muitas vezes, se transforma numa corrida atrás do
maior número de gostos. Ainda que, para a Krystle, “qualquer pessoa que tenha
um aparelho que capta imagens pode ser fotógrafo” — um argumento que, segundo a
própria, já irritou muitos dos seus colegas.

“A diferença entre um fotógrafo amador e um profissional é a
habilidade para ser um contador de histórias [storyteller]. O problema é que,
infelizmente, deslocamos o valor da fotografia para o número de likes, como se
um maior número de seguidores fosse uma validação para ter reconhecimento como
artista”, ainda que daí possam surgir boas oportunidades de trabalho,
argumenta.

Uma das coisas que talvez poucos saibam é o facto da
fotógrafa ter começado no fotojornalismo, tendo convivido de perto com as
mudanças na área. Diz-nos que alguns dos seus colegas fotojornalistas ainda
olham para os anos 90 “com alguma saudade”. Tendo começado como fotojornalista,
Krystle olha para a realidade destes profissionais com algum pragmatismo:
“Posso não estar o dia todo a fotografar vários eventos num só dia mas, como
freelancer, estou sempre a lutar para ter uma atitude teimosa, para ser proativa”.
Ou seja, é possível fazer trabalhos editoriais, mas o lado comercial, onde os
valores financeiros são superiores, também é relevante, conta.

Quando a conversa vira para os movimentos feministas como o
#metoo e de como é que uma fotógrafa enfrenta estes novos tempos, Krystle não
podia ser mais esclarecedora. “O trabalho está a tornar-se irrelevante. Há
alturas em que alguns artistas precisam de uma ajuda para que a sua arte seja
ouvida. Mas o que me faz confusão é quando o talento é suplantado puramente
pelo background ou género do artista”.

Opinião, essa, que até se estende a algumas marcas que
acabaram por se “tornar preguiçosas”, pois escolhem uma agenda que “reclama um
estatuto de uma diversidade politicamente correta que acaba por falhar
completamente o objetivo”. Aqui, Krystle acaba por revelar estar muito mais
preocupada com o valor artístico do que com o próprio autor: “Não quero que me
deem um prémio só porque sou mulher. Espero ser reconhecida pelo meu trabalho”.

Para fim de conversa, fica a promessa de voltar aos Açores,
“um dos sítios preferidos do mundo”, onde até tem amigos que já construíram uma
casa. Sobre se já se aventurou pelas ondas gigantes da Nazaré, provavelmente o
fenómeno natural mais noticiado em Portugal neste momento, Krystle garante que
já as viu, mas que ainda não as navegou: “Seria fenomenal poder ver
pessoalmente. Saltaria na primeira oportunidade para as documentar!”.

Fonte: https://bit.ly/2rn4fNT

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CENTRO CULTURAL ELDORADO RECEBE EXPOSIÇÃO “FOTOTERAPIA – FOTOGRAFIA E FELICIDADE”

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O evento conta com 50 imagens registradas na cidade, feitas por 15 alunos das oficinas do curso “Fototerapia – Fotografia e Felicidade”

No Centro Cultural Eldorado, tem início a exposição
fotográfica “Fototerapia – Fotografia e Felicidade”, do fotojornalista, foto
documentarista, publicitário e artista visual Mauro Pedroso.

Heitor Bisi /Secom-PMD

O evento conta com 50 imagens registradas na cidade, no tamanho 20 x 30cm, coloridas e feitas das oficinas  “Fototerapia – Fotografia e Felicidade”. Na abertura, também serão apresentadas, em datashow, cerca de 400 fotografias. ]

O projeto Fototerapia – Fotografia e Felicidade traça paralelo da fotografia com nossas vidas, por meio de prática de estímulos da percepção sensorial e aumento da visão espacial. A ideia da exposição é apresentar, por meio das fotos expostas, as diversas vertentes da felicidade, desde comer um bolo, a realização de uma viagem, a alegria por um namoro, entre outras.

“A Mostra tem objetivo de utilizar a fotografia como meio
para que as pessoas vejam e sintam um novo mundo”, afirma o fotógrafo, que atua
há mais de 40 anos na área (dos quais 29 na Prefeitura de Diadema). “O curso
propôs aos alunos um olhar diferenciado no registro das imagens, com a
aplicação simultânea de técnicas fotográficas com bons sentimentos na hora do
clicar”, diz Mauro Pedroso.

Mauro afirma que a exposição mostra outro objetivo do curso, que pode passar despercebido para os visitantes: o terapêutico. “A felicidade é uma busca permanente no Fotografia e Felicidade, ora por meio da fotografia e ora por meio de reflexões sobre amor, caridade e perdão.

Sempre penso, durante o curso, em dar subsídios aos alunos para que eles promovam mudanças em suas vidas e superem obstáculos por meio da fotografia”, afirma. “A fotografia nos fornece condições para olharmos a vida de forma descomplicada, e também nos mostra como lidar com as dificuldades e desafios, indicando e propondo novos caminhos”.

A exposição é um desdobramento do foto documentário “Olhe Com Meus Olhos”, que é desenvolvido por Mauro Pedroso desde 2004 e mostra o cotidiano de Diadema por meio de fotos. “No início, quis mostrar Diadema sob outro ponto de vista, explorando as cores, formas e costumes transmitidos pelas imagens. O objetivo sempre foi elevar a auto estima do cidadão diademense”, disse.

Após iniciar o projeto “Olhe com Meus Olhos”, Mauro Pedroso sentiu a necessidade de repassar sua experiência para mais pessoas. “Foi quando iniciei, em 2016, o projeto piloto do curso “Fototerapia – Fotografia e Felicidade”, no Centro de Convivência da Melhor Idade de Diadema, e posteriormente na Associação dos Funcionários Públicos da cidade, com aulas, sempre aos sábados, durante três anos”.

Neste período a população teve a oportunidade de apreciar as ações do projeto, por meio de exposições dos alunos no Centro Cultural Diadema, no Shopping Praça da Moca, no Parque do Paço, além de aula aberta em Paranapiacaba.

Os usuários do CAPS – Centro de Atenção Psicossocial receberam uma oficina do projeto, que resultou em duas exposições, uma no Centro Cultural Diadema, e outra, no Centro Cultural Eldorado.

Serviço

Exposição “Fototerapia – Fotografia e Felicidade”

Abertura dia 6 dezembro, às 18h

Até dia 1º de março

Centro Cultural Eldorado

Rua Frei Ambrosio de Oliveira Luz- Eldorado – SP

Fonte: https://bit.ly/2Lwi7w6

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A FOTOGRAFIA E AS OBRAS LOCALIZADAS EM LOGRADOUROS PÚBLICOS

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A Lei 9.610/98, que regula os Direitos Autorais, é muito clara em seu principal objetivo: proteger as criações intelectuais.

Assim como a obra fotográfica possui proteção garantida,
outros tipos de obra intelectual também estão sob o pálio da lei autoral.

Dr. Paulo Gomes/Fhox

É o caso, por exemplo, de ilustrações, textos, obras
plásticas, entre outras obras previstas no rol exemplificativo do artigo 7º da
citada lei.

Pois bem, o artigo 48 desta mesma lei autoral prevê que: “As
obras situadas permanentemente em logradouros públicos podem ser representadas
livremente, por meio de pinturas, desenhos, fotografias e procedimentos
audiovisuais”.

Notem que a lei faz uso do termo representação, e não
reprodução. Isso significa, por exemplo, que a obra em espaço público, seja um
monumento, um painel, etc., pode ser utilizada em perspectiva, desenhada,
fotografada para deleite, mas não pode ser reproduzida em qualquer escala, em
qualquer suporte que seja, sem o consentimento de seu autor e titular.

Além disso, não basta a obra intelectual estar em logradouro
público para sua representação ser totalmente livre. O entendimento acolhido
pelo Superior Tribunal de Justiça é que, se houver finalidade de lucro nessa
utilização, o artigo 48 deve ser interpretado com restrições.

Recentemente foram julgados alguns casos judiciais
envolvendo os grafites, que também são caracterizados como obras intelectuais
protegidas e que, mesmo realizados em muros voltados para logradouros públicos,
só podem ser utilizados mediante autorização prévia de seus titulares, sob pena
de violação de direitos autorais.

Dentre as várias obras protegidas pelo direito autoral,
destacam-se, ainda, as obras arquitetônicas, tendo o arquiteto o direito de
imagem sobre a obra da qual é autor do projeto.

Uma disputa judicial inédita estimulou o debate sobre a
proteção das obras arquitetônicas. No caso discutido, um arquiteto projetou uma
casa, que foi edificada por terceiro e passou a compor a paisagem urbana.

Com interesse em retratar a fachada da casa para embalagem
de seus produtos, uma empresa solicitou autorização de uso para o proprietário
da casa, mas não para o arquiteto, e então este pleiteou indenização por
violação de seus direitos.

O Superior Tribunal de Justiça decidiu que era devida
indenização ao arquiteto por não ter autorizado previamente a utilização de sua
criação, ainda que a casa tenha sido fotografada em logradouro público.

Segundo os ministros do STJ, o imóvel é uma expressão da
obra arquitetônica, assim como o projeto e o esboço. Dessa forma, a utilização
de sua imagem, seja por meio de fotografia, desenho ou procedimento
audiovisual, deve ser, em regra, autorizada pelo autor.

Também desperta polêmica a questão que envolve os direitos
sobre a imagem da estátua do Cristo Redentor, uma das principais atrações
turísticas do Brasil, no alto do Corcovado. A sua utilização deve ser
autorizada pela Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro que, conforme
decisão unânime do Tribunal de Justiça de São Paulo, é a titular dos direitos
patrimoniais de autor sobre o monumento por ter organizado a sua construção.

Por fim, é importante acrescentar que prevalece o
entendimento de que se o intuito é usar a obra intelectual protegida com certo
destaque, mostra-se inequívoca a incidência dos direitos autorais. Todavia, se
a estátua ou monumento fizer parte integrante de um todo, como fundo de uma
paisagem, não haveria impedimento para sua utilização sem a prévia autorização.

Como já esclareceu Luiz Fernando Gama Pellegrini, “se
pretende fotografar o monumento uma estátua isoladamente, aí haverá então a
necessidade de autorização por parte do titular do direito sob pena de
violação” (PELEGRINI, Luiz Fernando Gama, Direito Autoral e o Artista Plástico.
Sao Paulo: Oliveira Mendes, 1998, págs. 97/98).

O mesmo se aplica em relação a obra arquitetônica: se o
imóvel não tem forma que o identifique visualmente, ou se não é focado na
reprodução, sua utilização pode ser considerada livre. Mas, em qualquer
situação, são as circunstâncias do caso concreto que vão definir se houve ou
não utilização indevida.

Fonte: https://bit.ly/350SXxg

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SAIBA O QUER E ONDE QUER CHEGAR!

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Mesmo o fotógrafo profissional estando constantemente pressionado para fazer boas imagens, a vantagem é que a fotografia profissional é sempre focada e há um propósito, que na maioria das vezes, começa com as instruções do cliente

Embora aspirante a profissional ou amador experiente, é
possível replicar este foco determinando a você mesmo algumas metas e
objetivos.

Dar-se tarefa não é somente um exercício, mas também uma
fonte importante para a imaginação e um modo de direcionar seus esforços.

O objetivo pode ser mostrar certa característica ou aspecto
de um local, uma atividade, uma atração, um evento, uma cerimônia, enfim, as
possibilidades são muito infinitas.

É muito importante ter em mente o que deseja fotografar
previamente, pois esses objetivos devem ser passados para uma lista de fotos a
serem realizadas.

Uma lista de fotos funciona como um roteiro e já diz quase
tudo, porém costuma começar com algumas notas rascunhadas tiradas de sua
pesquisa sobre um lugar que pretende visitar.

Estas listas devem ser dinâmicas, não estáticas, onde você
pode e deve acrescentar ou retirar fotos à medida que vai fotografando. Você
também pode seguir um roteiro de fotos metodicamente ou usar somente como forma
de lembrete de vez em quando.

SEU OBJETIVO FINAL

De acordo com o seu fluxo de trabalho ou o tipo de viagem ou
férias que está planejando, algumas das fotos que antes seriam uma boa ideia
podem acabar sendo inviáveis ou ainda não tão interessantes como na hora em que
estava cogitando fazer.

E está tudo bem se você precisar mudar algumas ou até mesmo
todas as fotos, o local pode te dar novas possibilidades e isso é ótimo.

Após a captura das imagens vem também a questão do
tratamento e estilo que serão dados nas imagens, e pensar nesta etapa tão
importante do processo desde o início, pode ajudar a dar mais profundidade e
identidade em suas fotos.

Fotografar o mesmo assunto em diversas escalas, indo longe
ou até mesmo bem perto, desde paisagens e detalhes em close-up. Desta forma,
você pode perceber se deve dar mais atenção à continuidade das imagens, de
forma a contar uma história ou à variedade de fotos.

Aproveite para rever mais dicas sobre fotografia profissional nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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SIMULANDO A LUZ DO SOL

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É possível conseguir sombras mais profundas adicionando o dispositivo de preenchimento subtrativo – como um rebatedor – na sombra lateral da foto, conforme visto acima

Há uma pequena perda de luz rebatida
contra o fundo, o que não seria perceptível se o fundo tivesse mais escuro.

A próxima foto teria ficado sem
brilho sem a adição de uma strip light estreita entre a modelo e o fundo. A
strip light foi ajustada cuidadosamente para evitar qualquer sombra de luz na
modelo ou nas toalhas.

Foi acionada meio ponto acima da
luz principal, conforme medida no topo do quadro, e posicionada para diminuir
suavemente – para dar uma profundidade vertical à imagem, talvez como uma
claraboia. Se tivesse desejado mantê-lo uniforme, teria colocado a strip verticalmente
à esquerda da câmera e esfumado a luz igualmente no fundo.

LUZES MÚLTIPLAS

Você precisará de mais de uma luz
do sol, no estúdio. O sol está tão longe da terra que não há redução de
intensidade enquanto viajava pelo planeta. Não temos esse luxo com a luz feita
pelo homem. Somente quando o objeto está literalmente contra parede (ou
qualquer fundo) você pode virar com a luz.

Se precisar provocar a ilusão e
luz do sol, tire vantagem da habilidade da lâmpada exposta de produzir sombras
distintas para imitar o formato de uma janela e direcionar luz através dela.
Usei um par de cantoneiras para criar essa forma. O preto observou muito da luz
extra antes que pudesse rebater na sala e possivelmente afetar a exposição da
luz principal.

A luz da janela foi acionada por
um ponto acima da luz principal, um softbox médio. Mesmo muito mais brilhante
do que a luz principal, ela clareou a parede escura apenas o suficiente para
não superexpô-la.

Queria dará à imagem uma
aparência de luz de palco, então acionei a luz de cabelo para 2/3 de ponto mais
brilhante do que a luz principal.

Criar uma janela com vidraça é
muito simples. A imagem abaixo, fotografada para a capa de uma revista, usa uma
técnica adicional que você pode achar interessante.

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ILUMINE A RECEPÇÃO COM CUIDADO!

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Pessoalmente não gosto de ter um fundo preto em minhas fotos de dança

Um pouco
de luz no fundo faz uma grande diferença. Luzes de natal, lâmpadas penduradas e
cabos de sanca são boas opções para usar no fundo e manter as imagens
ambientadas.

Se a
recepção for ao ar livre, posicionar a pista de dança sob uma tenda vai criar
um mundo de diferença, pois os fotógrafos vão poder rebater a luz na tenda.

Uma tenda
também proporciona uma estrutura onde pendurar várias lâmpadas  de pequeno porte, que criam um brilho quente
ao fundo. As arvores também são boas opções para se pendurar luzes ou
cachepots, speedlites e também são ótimas fontes e luz para criar um cenário
natural.

Experimente e não se esqueça das outras dicas que já demonstramos em nossas aulas práticas para você desenvolver sua marca e seu estilo.

Aproveite para rever mais técnicas sobre fotografia de casamentos nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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CUIDADO COM A BASE E O FUNDO

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Tão importante quanto à comida, o fundo é o pilar do cenário de uma produção de gastronomia.

Ajuda a dar identidade para a
foto e pode ser criado a partir de materiais simples, como tecidos de jutas,
jogo americano, guardanapos, pedaços de tecido até cartolina ou EVA coloridos –
que são uma mão na roda, dependendo da proposta.

O colorido do EVA ou da cartolina
pode remeter a ideia de verão, de alegria ou do estilo, pop. Na cor preta,
também são artigos úteis no caso de imagens com um estilo mais dark,
principalmente o EVA, que absorve a luz e ainda cria uma textura muito
interessante, afirma Almeida.

Mas a escolha de cores deve ser feita com cautela. Fundos hiper coloridos com padrões exagerados são os mais suscetíveis a erro. Vermelho, verde e amarelo berrante, assim como xadrez intenso, tecidos desbotados demais (vale lembrar que às vezes um desbotado na medida certa pode ser atraente) ou o que brilham e refletem luz devem ser evitados sempre.

O mais seguro é apostar em fundos mais discretos, neutros. Outra sugestão está no uso de tábuas ou pedaços de madeira. São curingas e dialogam com o rústico e o artesanal.

Entre os acessórios de produção
que usa habitualmente há dois fundos mais robustos, feitos de MDF: um revestido
com uma chapa que imita madeira de demolição e outro que lembra madeira de um
deque. A sugestão dele é trabalhar com medidas de chapas com dimensão de 60 x
60 cm, principalmente para quem tem estúdio móvel.

Quem só atende no estabelecimento
do cliente deve considerar uma forma condensada de trabalho, carregando o
essencial para a produção dentro de uma mala. Nesse caso, os acessórios
robustos podem se tornar um grande transtorno. O ideal é trabalhar com material
leve, como guardanapos de pano, tecidos, juta e um número reduzido de tábuas de
madeira.

Já para quem pretende fotografar
em estúdio, não há limitações para o arsenal. Pedaços de ardósia, cerâmicas
variadas, lousas, placas de gesso e peças de madeira de demolição podem fazer
parte do acervo de superfícies usadas para fotografar alimentos e bebidas.

Aproveite para rever mais dicas sobre as novas técnicas de fotografia de culinária nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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A NOVA PÓS-PRODUÇÃO

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Surge o laboratório eletrônico, sem químicos, sem escuridão, nem sujeira, com uma mesa limpa, computador, monitor e alguns periféricos

Com esse hardware, você pode
fazer os tipos de ajuste e refinamento que normalmente seriam feitos em
laboratório, com um ampliador, por um laboratorista especializado: recortes,
sombreamentos, mascaramentos, mudanças de contraste, brilho, tom, equilíbrio de
cores.

Além disso, agora você pode
realizar procedimentos que seriam muito difíceis ou até impossíveis por vias
convencionais, como controle de nitidez (sharpening) e certos tipos de ajustes
de cor.

A miniaturização dos computadores
dentro das câmeras digitais dá a elas cada vez mais capacidade de
processamento, à medida que a tecnologia avança. Para nós, a vantagem prática
disso é a resposta instantânea.

 O monitor LCD da câmera mostra a imagem antes de ser capturada e imediatamente após o disparo; se você não gostar do que vir, pode apagar e fotografar de novo, ou continuar disparando e editar em seguida. Dependendo do nível da câmera, o monitor pode mostrar informações técnica também.

Além de tudo isso, a mídia que as câmeras digitais usam – memória interna e cartões de memória removíveis – é reutilizável, o que compensa financeiramente o custo inicial mais alto das câmeras.

Os processos digitais também estão mudando a fotografia de modo mais sutil. Hoje, além da capacidade de capturar fotografias, é comum encontrarmos a gravação de vídeo em alta definição (HD), bem como opção de processamento cada vez mais sofisticadas, tiradas do computador e levadas à própria câmera, como ferramentas para recuperação de alto-contraste, filtros digitais e até processamento rudimentar de arquivos RAW.

Resumindo, a fotografia digital tornou-se muito mais do que a sua predecessora com filme. E as possibilidades estão crescendo o tempo todo com recursos nunca antes vistos.

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FILTROS ESSENCIAIS

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Filtros devem ser manuseados com extremo cuidado porque, se usado ostensivamente, acabam destruindo as imagens.

Nosso conselho é não usar nenhum filtro de cor.
Pessoas de clubes de fotografia gostam desses filtros, especialmente aquele laranja, uma vez que eles fazem tudo parecer um pôr do sol. Quaisquer filtros de efeito especial também devem ser evitados. Não estamos na década de 1980, era da fotografa analógica.

Porém, nem todos os filtros são
nocivos. Na verdade, alguns são essenciais para fotografias de paisagens e
arquitetura. Eis um resumo dos filtros aconselháveis que funcionasse para todo
o espectro de cores em preto e branco.

FILTRO SKYLIGHT OU UV

São filtros excelentes.
Principalmente porque, na verdade, não fazem muita coisa.

Um filtro skylight ou mesmo um UV
é um vidro redondo que você acopla na objetiva para protegê-la contra sujeira e
riscos. Comprados com sua objetiva, esses filtros são baratos, assim sempre
tenha um em mãos. Filtros UV também reduzem a névoa, mas os efeitos são muito
sutis. Além de serem essenciais para proteger suas lentes de riscos, quedas ou
choques.

FILTRO POLARIZADOR (PL)

Um filtro polarizador reduz
reflexos em fotografias de água e vidro. Trata-se de um filtro redondo colocado
na objetiva.

Ele é composto por dois anéis e,
depois de acoplado, você pode girar o anel externo para variar a extensão dos
reflexos.

Normalmente, os resultados são
bem sutis assim olhe com cuidado pelo visor ao girar para ver como ele está
cortando os reflexos.

Filtros polarizadores também
escurecem os azuis, criando um contraste melhor entre o céu e as nuvens.

FILTRO DE DENSIDADE NEUTRA (ND)

É um filtro cinza, geralmente
quadrado, que reduz a quantidade de luz que atravessa a objetiva sem criar uma
cor predominante. Ele é útil para quando você quer usar velocidades mais longas
de obturador (para desfocar o movimento) ou aberturas maiores (para criar uma
baixa profundidade de campo) em condições de luz brilhante porque, ele, tudo
ficaria superexposto. Quanto mais escuro o filtro, mais extremos ficam os
efeitos.

FILTRO ND GRADUADO

Este faz a mesma coisa que um
filtro ND normal, mas em vez de fornecer um tom sólido, ele fornece um degrade
de cinza transparente. Posicione a parte mais escura na direção do céu e você
vai revelar mais dos detalhes que normalmente ficariam superexpostos. Os dois
tipos de filtros ND são comercializados em várias densidades, de muito claro a
muito escuro.

TAMANHO IMPORTA

Ao comprar um filtro circular, você precisa certificar-se de que ele é o tamanho certo para sua objetiva. O diâmetro da maioria das objetivas está escrito nelas.

Estamos lidando com mm, portanto, talvez isso seja um pouco impreciso. A boa notícia é que diâmetros de objetiva vêm em tamanho padrão, assim basta aproximar para o valor padrão inferior mais próximo que provavelmente é um destes em milímetros : 49, 52, 55, 58, 60, 62, 67, 72, 77, ok?

Aproveite para rever mais dicas sobre fotografia e filtros nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

PIONEIRISMO
E INOVAÇÃO:
FOCUS Escola de Fotografia – Desde
1975:  
https://focusfoto.com.br    

CONFIRA TCC DE ALUNOS DA ESCOLA FOCUS!  https://focusfoto.com.br/tag/tcc/

BOLSA DE EMPREGOS PARA ALUNOS DA FOCUS
https://focusfoto.com.br/categoria/empregos/

Opinião de Ex- Alunos que estudaram na
FOCUS!
https://goo.gl/C235XR
Blog de Fotografia:  https://focusfoto.com.br/blogs/

Flickr – Foto Galeria dos Alunos da Escola Focus
https://www.flickr.com/photos/focus_escola_de_fotografia/

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CIDADES NA MIRA DA CÂMERA FOTOGRÁFICA

por em .

Foto: Fernanda Passamani

São 87 fotografias e 29 olhares sobre temas diversos,
sempre relacionados com as cidades e questões sociais.

Elaborado por estudantes de fotografia, o livro Olhares e
Cidade será lançado nesta sexta-feira (6), às 19h, no Cineteatro da
Universidade de Vila Velha (UVV), com entrada aberta e gratuita.

Século Diário

Na ocasião também haverá uma exposição com a melhor foto de
cada aluno, noite de autógrafo e um coffee break. O livro é o terceiro
publicado a partir de uma disciplina acadêmica da universidade, sob coordenação
da professora Elizabeth Nader.

O primeiro registrou edificações de séculos atrás que continuam preservadas no Espírito Santo, buscando refletir sobre os indígenas e negros que as construíram com trabalho forçado ou escravo mas não são lembrados.

O segundo, registrou fotografias da Vila Rubim, por meio de um trabalho de aproximação da comunidade local. Agora, Olhares e Cidades, traz uma pluralidade de temas para refletir sobre a urbanidade e seus problemas.

“A ideia é colocar os alunos em vivências de fato junto das
pessoas, fazerem o exercício de abordagem e usarem a fotografia em prol de
algum benefício social, da transformação de algo que incomoda, ampliação do
debate sobre algum tema, realizar uma denúncia, uma provocação, que desperte os
interesses dos outros para que a gente busque uma melhoria para a sociedade
utilizando a linguagem fotográfica como ferramenta”, explica a professora.

Cada um dos 29 alunos tirou mais de 300 fotos, das quais
três foram escolhidas para compor o livro. Na prática da fotografia documental,
tiveram que definir um tema, ir a campo, registrar imagens, elaborar um
trabalho teórico e para elaboração do livro selecionar as fotos mais
representativas para a publicação junto com um texto explicativo do tema
abordado por meio da fotografia documental.

As imagens foram feitas em diversos municípios do Estado
como Vitória, Vila Velha, Cariacica, Serra e Linhares, e também de São Paulo
(SP) e João Molevade (MG), de acordo com as escolha de cada estudante. “Cada um
teve liberdade para desenvolver seu discurso visual a partir de determinada
forma de ver a cidade”, diz Elizabeth.

Houve quem olhasse para os animais abandonados nas ruas,
para as comunicações de resistência por meio dos pixos e graffitis, para a
poluição ambiental e visual, para o impacto das indústrias, entre outros,
sempre ligados a questões como liberdade de expressão, direito à diversidade,
direitos humanos e outras questões de cunho político e social.

No fim, unindo texto e imagem, o livro reforça um questionamento
ao leitor: o que você gostaria de ver na cidade?

AGENDA CULTURAL

Lançamento do livro Olhares e Cidades

Quando: Sexta-feira, 6 de dezembro, 19h

Onde: Cineteatro da UVV – Universidade de Vila Velha –
Avenida Comissário José Dantas de Melo, 21 – Boa Vista II – Vila Velha/ES

Fonte: https://bit.ly/34ZzBZm

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