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sobre o mundo da fotografia

FACE A FACE COM A ILUMINAÇÃO

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A primeira coisa que muitos fotógrafos fazem quando ajustam a luz principal é coloca-la perto da câmera

Não há nada de errado com
isso, é claro, uma vez que funciona bem e está a uma distância confortável, não
invasiva, do modelo
.

Mas o que acontece se colocarmos
um softbox de luz principal grande muito perto do modelo, a menos de 1 metro?
Como podemos usar aquela desagradável Lei do Inverso Quadrado para obter
imagens bonitas com visual único?

 Como mencionado anteriormente à lei do Inverso
do Quadrado determina que ao dobrar a distância, a potência cairá não pela
metade, mas para um quarto da original. Isso significa que se o ponto ainda
estiver a 3 metros da fonte e der uma leitura de medição de luz de f/16, a
leituras de medição a 6 metros da fonte será f/8.

Em minha primeira configuração,
coloquei o modelo aproximadamente 80 cm do fundo, com um softbox grande (1,20 x
1,80) também a 80 cm à esquerda da câmera. Sem qualquer outro preenchimento,
você pode perceber de imediato como a luz rapidamente perde a intensidade sobre
o seu rosto. A luz também diminui assim que cruza o fundo, mas o faz mais
devagar porque o fundo está duas vezes mais longe da luz.

Você pode olhar esta foto e
questionar porque iria querer um retrato com esse efeito. A resposta é que
muitos clientes irão querer um visual como este se souberem obtê-lo. Fotografo
vários editoriais e retratos de publicidade de profissionais, desde advogados
até personalidades do rádio e da TV, e muitos deles adoram esse visual porque é
forte. Mesmo os veteranos acham legal porque é diferente do que a grande
maioria dos fotógrafos graduados produz.

Como podemos usar aquela Lei do
Inverso do Quadrado para obter imagens bonitas, com um visual único?

Aproveite para rever mais dicas sobre fotografia de estúdio nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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O PODER DO CONVENCIMENTO

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DICAS PARA ABORDAR PESSOAS AO FAZER RETRATOS

Para quem trabalha com
fotojornalismo ou faz documentários, registros de viagem ou fotografia de rua,
o retrato também é muito importante
.

No entanto, nem sempre a pessoa
está aberta à ideia ou segura de que quer posar diante da câmera. Convencê-la a
ser retratada é um dos desafios que todo o fotógrafo enfrenta. E para ter
sucesso na empreitada não há regras rígidas, e sim práticas desenvolvidas pela
intuição, pelo carisma e pela experiência de cada um.

Fotógrafos são mestres em lidar com pessoas, mas com diferentes objetivos em cada trabalho. Para eles, o crucial é convencer o personagem se deixar fotografar sem que ele perca a espontaneidade. Uma característica comum que os une é a paciência, saber esperar o momento certo, não se afobar nem pressionar o personagem.

A dica mais importante destacada
por todos é que sempre haja respeito com a pessoa retratada.

Experiente em comandar expedições fotográficas para países exóticos na África e na Ásia, Sebastião Salgado sugere que o fotógrafo tente pensar em como se sentiria se alguém desconhecido se aproximasse dele com a intenção de fazer um retrato sem dar muitas explicações nem mostrar o necessário respeito.

Jorge Rosemberg, mestre do fotojornalismo, completa ao dizer que o fotógrafo precisa ter personalidade, mas deve ir de mansinho, com tranquilidade, e se comportar com educação. Para Tiago Santana, o fotógrafo deve ser paciente para conversar, ouvir e criar vínculos.

Seja para um documentário ou para fotojornalismo, o ideal é explicar para a pessoa qual o objetivo da fotos.

Para fazer um bom retrato em
campo, o fotógrafo não pode ser invasivo e muito menos ansioso. Dar tempo ao
tempo é uma atitude com a qual todos compactuam. Esse segredo da boa
aproximação e do convencimento pode fazer a diferença enorme no resultado do
trabalho.

Aproveite para rever mais dicas sobre fotografia de retratos nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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PREPARAÇÃO DA NOIVA

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A preparação da noiva ou making-of, para quem prefere o termo importado – e todo mundo que é do ramo prefere – é uma etapa importante para contar a sua história imagética do casamento

Além de
ser um dos primeiros capítulos do grande dia, ele é repleto de momentos que
carregam um apelo emocional muito forte
.

Durante o
making-of é necessário preparo técnico e emocional, pois é hora de capturar
“caras e bocas” dos noivos, além de momentos desfrutados pelo casal junto aos
familiares e melhores amigos, durante a maquiagem, os penteados, massagens e
situações íntimas, como a dos noivos vestindo os trajes da festa.

O making-of
deve ser feito preferencialmente no dia do evento, pois garante o máximo de
espontaneidade de pessoas envolvidas. Desaconselho simular a preparação da
noiva em um outro dia, pois pode comprometer a qualidade do material fotográfico.

Fotografar o making of vai além do ato de buscar imagens: é durante esse momento que o fotógrafo pode estabelecer uma relação de confiança com os fotografados: os noivos e os familiares. Durante a preparação se pode ainda estudar melhor as características físicas do casal para fotografar as expressões e ângulos ideais dos noivos.

Uma dica: é
muito importante chegar com antecedência ao local marcado para a preparação dos
noivos, seja no salão de beleza ou  na
casa dos clientes. Mesmo que você possa considerar isso como sinônimo de uma
jornada de trabalho maior, lembre-se que o processo criativo pode fluir se há
tempo sobrando. Trabalhar sob pressão não faz bem à saúde e muito menos ao
trabalho fotográfico.

Antes de
sair para o registro do making-of aconselho a checagem(ou check-list, se
preferir) dos equipamento fotográficos, como também a leitura e impressão da
pauta do evento, que deve acompanhar o endereço e rota extraídos de um guia de
ruas que indique correta mente o salão ou o local em que será realizado o
preparo dos noivos.

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FONTE DE LUZ

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São muitos os termos usados para designar as condições de iluminação

Você provavelmente já deve
ter ouvido falar de luz “dura”, “suave”, “intensa”, “fraca”, “difusa”,
“chapada” – entre outras
.

Não há muito rigor na ampliação
desses termos: a mesma luz pode ser considerada intensa ou franca, por dois
fotógrafos com ideias diferentes na cabeça.

A expressão “luz chapada”, por
exemplo, é usada para nomear três formas diversas de iluminação: luz solar
filtrada por um céu carregado de nuvens; luz emitida por um aparelho de flash
montado no corpo da câmera; e a luz refletida nas áreas de sombra por
superfícies claras, como um muro caiado.

Uma maneira mais adequada de se
falar de iluminação deve levar em conta as fontes efetivas de luz. Sejam elas
sol, o flash, ou superfícies refletoras. A fonte de luz é um conceito ligado
imediatamente à realidade sensível e que tem importância fundamental no âmbito
do assunto de que estamos tratando.

Isso porque é a natureza da fonte
de luz que determina a qualidade da iluminação. E o tamanho da fonte da luz é
aqui o fator preponderante.

Fala-se em fonte extensa de luz
quando toda iluminação ambiente provém de um mesmo ponto. Esse é o caso do sol
na praia com tempo encoberto ou de uma série de luminárias fluorescentes
instaladas num teto branco. A luz dessas fontes se espalha em todas as
direções.

Uma fonte pequena de luz, no ouro
extremo, é diferencial e projeta sombras muito bem definidas. Exemplos disso
são o sol brilhante, desimpedido de nuvens, uma lâmpada ou spot apontado diretamente
para o objeto. O sol a pino num céu azul de verão na Bahia é considerado uma
fonte pequena, por mais contraditório que isso possa PARECER.

Entre esses dois extremos, num a
posição intemediária, encontra-se a fonte média de luz. Essa fonte também emite
luz direcional, só que proteja sombras mais fluidas e suaves do que as fontes
pequenas. Para definir melhor o que é uma fonte média pode se lançar mão de uma
relação entre o seu tamanho e a distância que a separa do assunto iluminado.
Assim, grosso modo, um a janela de 1 metro de largura atua como fonte média se
o assunto estiver a 1 ou 2 metros de distância dela.

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COMPOSIÇÃO AMBIENTAL

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Preencher o visor com seu tema traz a atenção para cada detalhe, dando ao observador uma ideia do que você está fotografando

Por outro lado, uma composição
que inclua elementos do ambiente contextualizado o tema.

Fotos em close-up dão ótimos
retratos, enquanto composições ambientais dão informações sobre a vida do
ambiente e as condições em que ele deve sobreviver. Lobos são criaturas
tipicamente tímidas, que tentam evitar o contato com humanos, então foi realmente
difícil focar minha lente neste lobo solitário surgindo da floresta.

Enquanto fotografava o pôr do sol em uma praia havaiana, deparei-me com um a foca descansando. Aproximei-me com cuidado para não assustá-la ou perturbá-la, e fiz a primeira composição com a foca, a praia, oceano, e, uau! Um arco-íris no fundo. Que cenário perfeito para um a fotografia de ambiente.

Após capturar este retrato com tudo em volta, cheguei mais perto, usando uma teleobjetiva, para fazer a composição mais fechada que me trariam os detalhes, assim como alguma mais aberta para completar a história.

LINHA DO HORIZONTE

Onde colocar a linha do
horizonte? Você quer coloca-la na parte baixa da foto, a fim de capturar as
belas nuvens e preencher o céu. Ou o reflexo das nuvens na areia molhada chama
a sua atenção e o leva a apontar a câmera para baixo, deixando o horizonte mais
alto no enquadramento?

Há momentos em que a composição
certa é colocar o horizonte no meio da foto, dividendo a imagem entre amplo céu
e o primeiro plano; mesmo que, com isso, você quebre uma regra de composição,
onde diz que não é permitido ter a linha do horizonte no centro. Observe estas
três fotos e decida qual lhe agrada mais. Não há resposta certa errada; é uma
questão de preferência pessoal.

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A FOTOGRAFIA E O CONTEMPORÂNEO

por em .

Rosely Nakagawa – curadora e editora de artes visuais. Foto: Miguel Gonçalves Mendes

Por:
Debb Cabral

Em um mundo de constantes
transformações, que imagens a fotografia escolhe?

Por que? De que maneira? O
Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia acompanha essas inquietações visuais
há mais de uma década.

Nesta 11º edição, ele decidiu
propor experiências do pensar e do fazer artístico mais compartilhadas. São
três prêmios de residência artística, uma delas coletiva, inclusive.
Compartilhada também foi a curadoria da mostra principal que traz, neste ano,
Rosely Nakagawa como curadora convidada.

O prazo para as inscrições foi
estendido até 30 de abril e elas são realizadas pelo site http://www.diariocontemporaneo.com.br/inscricoes/.

Rosely Nakagawa é curadora e
editora de artes visuais. Formada em Arquitetura pela FAU-USP, fundou a Galeria
Fotóptica em 1979, coordenou a Casa da Fotografia FUJI e foi curadora das
galerias FNAC de 2003 a 2009. Atua como curadora independente, tendo realizado
mostras de arte em instituições nacionais e internacionais. Em Belém, foi
curadora do Projeto Fotografia Contemporânea Paraense – Panorama 80/90 no Museu
Casa das Onze Janelas.

 Confira a entrevista
com ela:

 P: O tema
desta 11ª edição parte da literatura. Para a fotografia, qual a
importância deste diálogo com as outras linguagens?

R: Eu
faria uma inversão na sua questão, falando da importância da fotografia para as
outras linguagens. E ainda reforçaria que a palavra “fotografia” deve
ser revista, hoje ela é mais “imagem”. Ela é tecnologia de grafia de
pontos sensíveis à energia, ondas eletromagnéticas, pontos algorítmicos que
produzem imagens.

Hoje ela está presente na
criação desde o princípio. O processo de criação se dá a partir de imagens,
antes de qualquer anotação, leitura ou pensamento.

P: Qual
é o papel do curador na arte contemporânea? 

R: O
curador felizmente tem mudado de papel rapidamente, ocupando um lugar mais
adequado, menos protagonista do que nos últimos anos. Ele deve voltar a ocupar
o seu lugar, o de estar atualizado nos processos de criação dos artistas,
acompanhando-os em toda sua dimensão, e trabalhando na fatia que lhe cabe: a de
estimular, difundir e provocar a reflexão sobre os processos de criação diante
da expectativa do artista e do público.

P: O
curador de arte tem uma atuação que busca provocar reflexões, mas também
precisa lidar com questões de ordem prática, como montagem, escolha de suportes
e o relacionamento com as instituições. Como isso se dá?

R: A
discussão destes elementos são parte do processo de criação e é obrigação do
curador saber onde eles são necessários e quais os aparatos mais adequados. A
relação Institucional nem sempre.  Cabe ao curador criar um espaço para a
arte e para o público junto as Instituições, abrindo novos olhares,
pontos para discussão, interação e formação.

Mas longe da administração
destes espaços. Dentro deles, se houver um curador, ele deveria atuar ao lado
de um comitê mais amplo e imparcial.

P: Você
vem acompanhando a fotografia paraense há anos. Que transformações ocorreram
com ela?

R: A
fotografia assim como outros processos criativos é orgânica, permeável e
mutante. Desde 1980, no encontro da Semana de Fotografia da FUNARTE, quando
estive em Belém pela primeira vez, até o ano 2000 quando acompanhei mais de
perto uma gama maior de profissionais para o Panorama da Fotografia
Contemporânea, a fotografia sofreu uma mudança radical do ponto de vista de
tecnologia, com a introdução da plataforma digital. A técnica ainda em 1990 era
um fator estrutural para a construção da fotografia e responsável pelo seu
resultado. O equipamento e os acessórios eram uma escolha que determinava a
aproximação com o objeto do trabalho. A cor, ou o preto e branco, o grão, a
mudança sutil de luz do céu da Amazônia, a velocidade da ação diante do
fotógrafo. A resolução ou a falta dela no registro das paisagens.

De 2000 para 2020, as mudanças
se notam mais críticas no âmbito sociocultural, ambiental, ético, humano.
Várias questões presentes nas fotografias nos anos 1980 e 1990, se exacerbaram,
e se mostram presentes como imagens contemporâneas; a marginalidade, o gênero,
os desastres naturais, a ética. A diferença de abordagem não se limita mais ao
equipamento, mas à elaboração crítica do imaginário prévio à captação. A imagem
produzida pela câmera exige uma sofisticação de pensamento e conceituação para
ser uma imagem do universo da arte contemporânea.

P: E
nestes anos de atuação do Diário Contemporâneo, no que você acredita que ele
contribuiu para estas transformações?

R: O
Diário Contemporâneo criou e ocupa um espaço para acompanhar e documentar a
produção neste período de mudanças. Mais que um edital ou prêmio, ele estimula
desde o princípio, a reflexão, a pertinência, o processo, os itens mais
importantes para o fazer artístico, que incluem a leitura, o roteiro, a
fundamentação de um conceito e percepção muito próximos da literatura. O que
justifica mais uma vez esta ligação entre imagem e literatura.

No início, tudo era imagem e
verbo, sem separação, um só ideograma.

SERVIÇO: 
O 11º Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia inscreve até o dia 30 de
abril.
Informações: (91) 98367-2468 e [email protected].
Edital e inscrições no site:  www.diariocontemporaneo.com.br.

Veja mais notícias sobre exposições e mostras de fotografia
nesse blog

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LUZ QUE FORMA PADRÕES

por em .

Por vezes, são as condições de luz que formam padrões

No caso de uma pilha de
lenhas, vista longitudinalmente, ou de um conjunto de casas mais ou menos
idênticas, podem acentuar ou diminuir o efeito da padronagem, mas não alteram
significativamente
.

No entanto, o efeito de
cintilância, e crispação provocado pela luz solar restante numa superfície
aquática, como o mar, e que produz a impressão de padronagem, simplesmente não
existiria outra forma. O mesmo se pode dizer dos padrões que as sombras
subitamente criam. Basta uma ligeira mudança nas condições de luz para que os
padrões desaparecem.

Muitas vistas aéreas produzem
impressão de padronagem. Basta observar, por exemplo, do ato de uma colina uma
extensa região campestre cultivada. Ou então olhar do alto de um prédio os
agrupamentos humanos na calçada.

Os padrões são meramente linhas e
formas que se repetem. Na fotografia branco e preto você adiciona o recurso de
usar os padrões que se obtêm como jogo de luz e sombra ou de gradações
contrastes de cinza. Na fotografia as cores, é apropria cor que se transforma
em padrão, que se revela pela repetição de matizes semelhantes ou contrastes.

Mas é sobre tudo na natureza que você pode descobrirá os mais belos, padrões: num close de folhagens, flores ou insetos ou numa paisagem de árvores ou arbustos.

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BUSQUE PADRÕES NA NATUREZA

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Nós vivemos cercados por figuras que se repetem – os padrões.

Em uma foto, esses padrões
podem ser estimulantes e curiosos, e se prestam a múltiplos jogos formais
.

Esses padrões não precisam ser
repetições geométricas bem definidas, como uma sucessão de colunas ou arcos
numa dada arquitetura. Basta que as figuras deem impressão de padronagem, tal
como acontece com uma sucessão de ondas do mar, ou com os galhos de uma árvore
fotografados contra luz do sol.

Descobrir padrões nos lugares por
onde se passa é tarefa divertida que, além de tudo, treina o olhar para a
prática de composição. Há padrões por toda a parte.

Podemos classificá-los em dois
tipos gerais: os padrões transitórios, tais como multidão reunida nas
arquibancadas para ver um jogo de futebol; os padrões fixos, como os
encontrados na arquitetura (telhados, janelas etc.).

Não se deve acreditar, contudo,
que uma simples repetição de imagens possa garantir por si só uma boa fotografia.

Tudo o que dissemos até agora
sobre composição – ângulo de tomada, simetria, diagonal, formato etc. – deve
estar presente na cabeça do fotógrafo. Além é claro da quantidade técnica da
foto.

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TIRE O MELHOR PROVEITO DA ILUMINAÇÃO!

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Um dos grandes responsáveis pelo sucesso ou fracasso de uma fotografia é o uso correto da luz

É tão grande o poder da luz,
que pessoas, objetivos e cenas podem mudar radicalmente de aparência com uma
simples alteração nas condições de iluminação
.

Muitos amadores, quando
fotografam a luz do dia, submetem-se à luminosidade existente como se fosse a única
alternativa possível. Afinal, poderiam argumentar, é difícil deslocar o sol no
firmamento, ou afastar um pouco as nuvens para se criar um clima mais
favorável. Certo.

Mas é certo também que há um bom
número de recursos e artifícios dos quais o fotógrafo pode lançar mão para
ajustar a luz disponível ao seu gosto particular. Exemplo: o uso de um guarda
sol na praia, para produzir uma zona de sombra. Nesse caso, os cálculos de
exposição devem ser elaborados tendo um ponto de referência apenas a área sombreada.

O conceito de luz ideal, de fato,
não existe. O que é ideal, de fato, não existe. O que é o ideal numa situação
pode não ser em outra. Tudo depende do efeito desejado. Por isso, as quatro
funções de iluminação que vamos enumerar a seguir merecem um pouco de reflexão.

A primeira função da luz é
simplesmente permitir a visão do assunto, o foco e a exposição do filme. Desse
ponto de vista básico, vale a regra: “quanto mais luz, melhor”. O foco torna-se
mais fácil, a profundidade de campo aumenta e a velocidade de obturação
diminui, reduzindo as possibilidades de o fotógrafo tremer a câmera.

A segunda função é fornecer
informações visuais sobre forma, tamanho, cor, textura. Controlando bem essas
variáveis, pode-se dar à fotografia a impressão de tridimensionalidade. Uma boa
iluminação pode balancear aqueles elementos visuais, tornando-se peças
manipuláveis de um jogo de composição.

A terceira função da luz é
atribuir à cena um certo clima ou “jeito”. Isso faz com que, ao se olhar uma
foto, seja possível aprender valores abstratos, como honestidade, pureza,
sensibilidade; ou concretos, como frio calor, altitude etc. Aliás, não é outra
coisa que a fotografia de publicidade faz o tempo todo.

A quarta função é talvez a mais
simples de definir: dar prazer. Uma boa foto pode ser desfrutada coma mesma
intensidade com que escuta boa música estereofônica, por exemplo. O controle
técnico das condições de iluminação há muito tempo inclui a fotografia no rol
das artes plásticas.

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CUIDADOS COM A ILUMINAÇÃO

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Além da escolha do fundo, um bom retrato também depende do domínio da iluminação

No estúdio, o fotógrafo
trabalha com a potência e a posição das fontes de iluminação, o que normalmente
não é possível com o sol
.

Por isso, o primeiro passo é
escolher a posição do modelo em função da iluminação, prestando muita atenção
se existem fortes sombras incomodando.

Uma solução para modelar a luz é usar um rebatedor ou um difusor. O primeiro, como o nome sugere, tem o papel de refletir a luz principal do lado oposto para preencher sombras.

Rebatedores podem ser comprados em lojas especializadas em material fotográfico (não é um acessório caro) ou fabricados em casa; Uma folha de poliestireno (isopor) ou outra superfície branca, parta (papel alumínio) ou dourada (folha dourada) pode ser usada. Basta fixar o objeto que rebaterá a luz a uma prancha de madeirite ou um papelão duro.

Já o difusor é uma superfície
semitransparente (um lençol branco pode quebrar o galho) que se posiciona entre
a fonte de luz (o sol) e o modelo para retratos em pé, é que o difusor precisa
ter tamanho suficiente para cobrir toda a superfície do modelo. Por isso, é
sempre mais fácil usar um rebatedor.

O branco é mais usado e reflete uma luz neutra. Contudo, precisa ser posicionado bem próximo ao tema (quanto mais próximo o rebatedor, maior o efeito). O prateado é bem eficiente, produzindo uma luz mais forte. Por isso, não deve ser colocado muito perto e geralmente não rende bons resultados quando a luz natural está muito forte demais é posicionar o modelo à sombra.

Assim, a iluminação fica mais suave e difusa – mas também menos intensa o que pode dificultar caso seja insuficiente para manter a velocidade correta para fotografar. Uma maneira de ajustar a quantidade de luz é aproximar ou afastar o retratado do limite da zona de sombra: quanto mais longe do limite, menor a incidência de luz e vice-versa.

Mas é bom ficar atento, pois a
incidência de luz e sombra pode mudar a cada pose do modelo.

PARA NÃO ESQUECER

Em ambiente externo, a primeira
medida é escolher a posição da pessoa a ser retratada em função da iluminação
que existe no local, evitando sombras.

Um rebatedor, para desviar a luz
coma finalidade de eliminar sombras, ou um difusor, usado para suavizar uma luz
solar muito forte, são acessórios cruciais.

O rebatedor é o acessório mais
comum e existem nas versões branco, prata e dourado.

Colocar a pessoa à sombra,
fugindo de uma situação de alto contraste, é uma dica para fazer um retrato com
uma luz mais suave e difusa.

Aproveite para rever mais dicas sobre técnicas de iluminação nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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