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Instagram começará a borrar fotos com conteúdo ‘sensível’

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Instagram: novo filtro

Lucas Carvalho/Olhar Digital

A partir desta semana, o conteúdo postado pelos usuários no Instagram vai passar por um novo filtro. A rede social anunciou que vai começar a borrar fotos consideradas “sensíveis” ou desaconselháveis para certos públicos.

O Instagram disse que vai borrar imagens denunciadas pelos usuários e que forem consideradas sensíveis por sua equipe de avaliação. Assim, mesmo que uma foto não esteja necessariamente quebrando as regras da rede social, ela pode ser borrada por estar ofendendo algumas pessoas.

“Essa mudança significa que você terá menos chances de se deparar com surpresas ou experiências desagradáveis no app”, disse a empresa em comunicado. Para visualizar uma foto borrada, basta que o usuário toque uma vez nela e o conteúdo será liberado.

Ou seja, o novo filtro serve apenas como um aviso de que aquele conteúdo pode ou não ser recomendável para você. Os termos de uso do Instagram, por sua vez, continuam os mesmos: nada de nudez, violência explícita, propaganda terrorista, spam, pornografia ou discurso de ódio.

O mais recente update do Instagram também traz uma novidade em termos de segurança. Agora os usuários podem adotar o sistema de autenticação em duas etapas: toda vez que você ou alguém tentar acessar sua conta usando seu login e senha, um código será mandado ao seu e-mail ou celular para que a rede social certifique-se de que é você mesmo quem está tentando entrar.

Fonte: https://goo.gl/OT9mBD

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COMO ANTECIPAR O EFEITO DO PÔR-DO-SOL

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Subexpondo o pôr-do-sol

Se você tiver tempo de apreciar o espetáculo de luz dramática do pôr-do-sol, aproveite a oportunidade para tirar excelentes fotografias.

Entretanto, um pôr-do-sol pode ser antecipado de modo a parecer passar por seus estágios naturais através da redução do tempo de exposição.

A medida em que sub expõe  a cena fotografada o efeito se intensifica. Experimente!

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USANDO A COR

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Mesclando as cores

A COR PARA DAR ENFASE

Use a cor para ditar as principais áreas de interesse dentro de sua composição. Uma parte pequena e de outra maneira insignificante de uma cena pode ficar dominante se sua cor contrastar dramaticamente com a cor do cenário.

  • Alguns matizes tendem a chamar mais a atenção do que outros. O vermelho, por exemplo, tende a vir para a frente ou se “expandir”. Os azuis, por contraste, tendem a se encolher.
  • Os contrastes de cores podem ser criados pela justaposição de cores primárias (vermelho, amarelo ou azul) em uma foto.

Pense nisso antes de fotografar, ok?

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A ILUMINAÇÃO NATURAL

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No início da manha, com a umidade ainda em suspensão, a tonalidade da luz tende a ser mais fria

Como a luz se comporta nas diversas horas do dia

Durante todo o decorrer de um dia, a luz está em constante mutação, e o mesmo tema pode aparecer surpreendentemente alterado quando fotografado bem cedo de manhã e novamente ao meio-dia.

Ao amanhecer, as sombras são longas, uma vez que o sol está baixo no céu, e as fotografias tiradas neste horário têm uma sensação de profundidade que é difícil de se obter ao meio-dia, quando a luz está muito chapada.

No fim da tarde, sol começa sua descida, e novamente as sombras se alongam.

A diferença é que no período da manhã, devido a umidade em suspensão no ar, as fotos tendem a ser mais fria, azulando ligeiramente, enquanto que no final da tarde, com  a atmosfera seca, tende a aquecer para o laranja.

Consulte seus apontamentos de aula, as fotos feitas nas saídas em campo e o material didático de seu curso para maiores informações.

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TONALIDADES DE LUZ

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Ajustes de WB

Se suas fotos apresentarem uma tonalidade laranja generalizada, você provavelmente esteve usando o ajuste de WB em Auto para Luz do Dia em cenas de interiores com iluminação de tungstênio.

Usar seu flash pode resolver o problema. Entretanto, se desejar evitar a luz contrastada às vezes produzida pelo flash, tente alterar o ajuste de WB para iluminação de tungstênio.

Outras tonalidades podem ser causadas pela luz sendo refletida por paredes de cores vividas, portanto tente evitar usar tais cenários. Os erros causados pela má configuração do menu de sua câmera também podem fazer aparecer tonalidades de cor.

Consulte seus apontamentos de aula e o material didático de seu curso para maiores informações.

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O papel na fotografia

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As impressoras domésticas padrão jet desk utilizam papel de impressão tamanho A4

Conhecer as características dos papéis fotográficos é o melhor caminho para fazer a escolha certa na hora de imprimir suas fotos.

Não é de hoje que algo de concreto se interpõe entre o olhar do artista e o olhar do público. Aquela substância composta de elementos fibrosos de origem vegetal, que deveria significar apenas a parede que segura o quadro, exibe-se em portfólios fotográficos com uma importância maior do que a gravada em livros e outros documentos.

Esse meio utilizado para a impressão, tanto manuscrita como mecânica, já circulou com aspectos e nomes mais diversos: folha de palmeira, bambu e seda, pedra e barro, papiro e pergaminho e, desde o século VI, o conhecido e indispensável papel. Que hoje pode ser sulfite, moeda, jornal, papelão e, como não poderíamos deixar de mencionar, os específicos para a reprodução fotográfica. Aliás, embora as empresas de papéis para impressoras caseiras costumeiramente empreguem o termo “fotográfico” aos seus produtos, na verdade trata-se de um apelo mercadológico, já que fotográfico, ao pé da letra, significa “sensível à luz”, ou seja, o termo correto deveria ser: “para fotografia”.

De qualquer forma, é graças à facilidade de manuseio oferecida pelo papel que a fotografia conseguiu atingir o atual estágio de popularidade. E já que o papel é tão importante para essa arte, que tal saber um pouco mais sobre suas características? Embora muitas pessoas acreditem que papel para impressão seja tudo igual, existem algumas peculiaridades que influenciam o resultado da impressão. Vejamos algumas:

  • Brancura
    Quando falamos em papel, há diferentes níveis de branco, que podem ser expressos em uma escala de 1 a 100. Os papéis fotográficos para impressoras do tipo deskjet geralmente estão próximos de 90, mas variam conforme a marca e o tipo de papel. Assim é interessante comparar diferentes papéis para encontrar um que tenha o nível de branco desejado, que pode ser maior ou menor que as fotos a serem impressas.
  • Gramatura
    A gramatura do papel tem a ver com seu peso e com sua espessura. Quanto maior a gramatura, mais pesado e mais grosso o papel será e vice-versa. Você deve verificar no manual de sua impressora as gramaturas máxima e mínima para evitar que a tinta vaze de um lado ao outro do papel, no caso de uma baixa gramatura, e o papel atole na impressora em decorrência de uma gramatura alta demais.
    nos minilabs, a gramatura dos papéis costuma girar em torno de 240 g.
  • Textura e acabamento
    Basicamente há dois tipos principais de papéis para uso em impressoras jato de tinta. O primeiro é chamado de “papel brilhante” e tem esse nome por ser revestido de uma camada que absorve a tinta e deixa a foto com um aspecto brilhante, comum nas ampliações fotográficas “tradicionais”. No mercado, estão disponíveis papéis com variados níveis de brilho. O segundo tipo é chamado de papel fosco ou mate e tem esse nome por ser revestido de uma camada sem brilho e levemente texturizada que absorve a tinta, oferecendo fotos com um aspecto mais “seco”.
  • Tempo de secagem

    Apesar de serem cada vez mais raros, ainda existem no mercado papéis fotográficos para impressão caseira que demoram para secar a tinta da impressão, pois, durante um período, devem ser deixados em local seco e livre de poeira. Prefira, portanto, os “papéis de secagem instantânea” – assim que são impressos, já estão secos. Portanto, muito mais práticos de serem usados.

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Como arriscar mais na fotografia?

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Encare seu desafio!

Pedro Antônio Heinrich/IPhotoChannel

É de hábito do fotógrafo passar por períodos de escassez criativa, justamente pelo fato de não querer seguir uma determinada linha ou supostas fórmulas de criação. Hoje, vejo muitos fotógrafos criando tutoriais e vendendo presets com determinados efeitos prontos, em que o indivíduo que compra segue a cartilha de quem vendeu, e isso deve muito ao imediatismo de querer produzir algo que possa vender.

Não sou contra essa onda e nem quero fazer uma crítica a respeito, somente uma análise, pois ficamos tão robóticos com relação a nossa linguagem fotográfica, que muitas vezes não percebemos mais nada fora daquele círculo vicioso da criação em massa. Conheço fotógrafos de determinadas áreas que não conseguem transitar fora da sua linha de criação, e isso se deve, no geral, ao medo de errar. Ou seja, “sou tão bom em determinado tema” que tenho medo de manchar a minha imagem se fizer algo ruim fora da minha área.

  1. Veja muitos trabalhos de outros fotógrafos

Sim, ver muitos trabalhos de diferentes temas e estilos. Não, não é pra copiar, não é pra reproduzir o que está vendo e sim juntar uma série de arquivos visuais dentro da cabeça onde cada imagem te trará algo novo, como por exemplo: fotografar de uma perspectiva não habitual, usar cores que você não usa, texturas, etc. E, aos poucos, reúna um pequeno ingrediente de cada vez e formando o seu próprio menu, a sua própria linguagem. É onde o gosto toma forma!

  1. Tente fazer algo que ainda não fez

Se você fotografa em uma área especifica, como newborn (vou usar newborn, pois a minha namorada faz newborn e não pensa em outra coisa! kkk), tente fazer algo fora da sua zona de conforto, como fotografar na rua, fotografia de moda, fotografia de ambiente, paisagem e etc. Tente algo diferente do que você faz, pois fazer o cérebro quebrar a rotina é que trará algo novo pro seu trabalho principal. Coisas novas poderão ser incorporadas e você vai ver que coisas interessantes que você não via agora poderão te ajudar a ser um fotógrafo melhor.

  1. Brinque com a sua fotografia

Yesss, eu deixo o meu Photoshop aberto no notebook o tempo todo e volta e meia jogo alguma foto ali e fico fuçando nas funções do “filter”, misturando as coisas, trocando cores, cortando as fotos, mudando angulação de lente e tudo mais. Muitas vezes surgem coisas super legais dessas brincadeiras sem compromisso e cada coisa que eu acho interessante vou aderindo em possíveis criações. E isso pode ser encarado como um exercício simples e que também te ajuda a dominar as ferramentas de edição – e principalmente no photoshop, onde a sua fotografia passa a ser ilimitada. E é ilimitada mesmo, tudo é possível!

Fonte: https://goo.gl/3w7tyS

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Brasileiro vence o 12º Prêmio New Holland de Fotojornalismo

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O 12º Prêmio New Holland de Fotojornalismo já tem os seus vencedores.

Os quatro premiados foram escolhidos pelos jurados e receberão o prêmio durante a Agrishow 2017, que acontece em Ribeirão Preto (SP), no início de maio. Ao todo, foram inscritas 1.592 imagens no Prêmio deste ano.

O fotógrafo brasileiro Sérgio Ranalli foi o vencedor do Grande Prêmio na categoria Profissionais. Ele receberá R$ 15 mil com a melhor foto da América do Sul. O Prêmio Especial na categoria Profissionais Máquinas New Holland, com imagens de produtos da marca no campo, teve como vencedor Alberto Alejandro Elias, da Argentina. Ele também levará um prêmio de R$ 15 mil.

Já Flávio Benedito Conceição, do Brasil, foi o ganhador na categoria Aficionados (amadores) e levará R$ 5 mil. O vencedor na categoria Aficionados Máquinas foi o argentino Verkuyl Victor Marcelo e receberá o mesmo valor.

Além das quatro fotos premiadas, o júri selecionou outras 26 imagens para compor uma exposição itinerante que vai percorrer os países participantes da América do Sul. O prêmio New Holland de fotojornalismo tem como objetivo contemplar o trabalho dos apaixonados pela fotografia na agricultura, analisando sob os critérios de originalidade, enquadramento, relevância e contextualização.

Impressões

Formado por sete pessoas, o júri desta edição foi composto por fotógrafos profissionais e especialistas em agronegócio. Secretário-geral do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Neri Geller considera o prêmio um estímulo ao que acontece na agricultura atualmente. “Valoriza a arte e o que está dando certo no País. Saio daqui muito animado. É uma obrigação nossa, do ministério, apoiar e acompanhar estes eventos porque mostra para a sociedade o que fazemos no campo”, afirma o ministro.

“Desde a pré-seleção me senti um pouco culpado pois tive que descartar várias fotos em um primeiro momento. Foram imagens de alto nível, tanto as profissionais como as ditas amadoras”, disse Leandro Mitmann, editor da revista A Granja.

Sérgio Sade, fotógrafo profissional, destaca a dificuldade em selecionar as 30 imagens da exposição itinerante. “O nível foi muito alto, mas fomos muito justos nas escolhas, Todas as imagens foram muito boas”, afirma. Também fotógrafo profissional, Américo Vermelho afirma que o Prêmio New Holland de Fotojornalismo ajuda a melhorar o nível fotográfico não só nacional como sul-americano.

União de povos

O fotógrafo Angel Amaya, editor do diário La Capital (Argentina), notou que há, principalmente entre os aficionados, uma paixão pela fotografia. “O prêmio une diferentes países pela imagem, nos une como povo latino-americano. Foi maravilhoso poder desfrutar este tempo aqui”.

 Gerente de Comunicação da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), Samuel Milleo disse que não imaginava ser tão difícil a escolha. “O profissional nem se fala, mas o que chamou a atenção é o amador. Só tenho que parabenizar e agradecer em participar de um grupo tão seleto como jurado”.

O mesmo destacou a representante do Banco CNH Industrial, Marianna Fernandes, que considerou desafiador ser jurada. “Foi muito difícil, realmente, escolher as fotos premiadas, pois todas retratam o campo muito bem. Temos orgulho de poder incentivar um projeto como esse, que aproxima arte e cultura, retratando a nossa poderosa agricultura”, diz.

Vice-presidente da New Holland para a América Latina, Rafael Miotto parabenizou os participantes, afirmando que não apenas a fotografia, mas a cultura, o campo, o agricultor e o público ganham com esse concurso. “Agradeço a todos que se inscreveram por acreditar em uma agricultura sul-americana rica e bem diversificada. O Prêmio New Holland de Fotojornalismo é o registro fiel do que o campo tem de mais forte, como uma produção de qualidade, tecnologia e inovação”, afirma.

Em 12 anos de concurso, foram inscritas cerca de 21 mil imagens e realizadas 190 exposições em 105 cidades de cinco países para um público de 500 mil pessoas. O prêmio é um projeto cultural realizado pela Mano a Mano Projetos, apoiado pela Lei de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura e patrocinado pela New Holland e Banco CNH Industrial.

Veja fotos: https://goo.gl/4bUERl

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Após ter acervo destruído em crime, fotógrafo pede auxílio para refazer coleção

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Foto: Ariadne Marçal

Amanda Karolyne/Jornal de Brasilia

Uma vida toda dedicada a fotografar perdida pelas mãos de quem não pensou duas vezes em vandalizar um patrimônio tão importante. O fotógrafo Vador Goularte, 78 anos, construiu sua história profissional em revistas nacionais como Manchete, Amiga e Fatos e Fotos. Mas todo o seu trabalho, colecionado ao longo de décadas, se perdeu após um crime, anos atrás. Agora, ele e a mulher tentam localizar exemplares antigos para remontar seu precioso acervo.

Cidadão honorário de Brasília desde 2014, Vador passou mais de 20 anos cobrindo pautas aqui, percorrendo o Congresso Nacional com a câmera no pescoço. Antes da mudança para Águas Claras, ele, a esposa, Norma Amoras Goularte, 63, e os filhos moravam em Valparaíso (GO), onde ocorreu o furto, ainda em 2001.

Na casa de esquina, eles tinham uma lojinha desativada, que acabou usada como depósito. E então, nas palavras de dona Norma, “o amigo do alheio foi fazer uma visita” e levou vários pertences. O que não tinha utilidade para o ladrão, como revistas e fotos, foi queimado. O criminoso ainda defecou em cima da bagunça que restou.

E a mulher, que já vinha há anos fazendo pesquisas para localizar as revistas, tem buscado em grupos do Facebook alguém tem ou sabe onde encontrar essas coleções. Ela deseja remontar um acervo para Vador, porque tudo que ele tem são lembranças de um tempo que se foi. “Quando passa o Carnaval, por exemplo, ele fica muito nostálgico”, diz a esposa.

O começo dessa história cheia de lembranças é lá em Pelotas (RS), quando Vador aprendeu a fotografar sozinho. Fez fotos de festas agropecuárias e trilhou uma carreira longa. Com um sonho de trabalhar na Manchete, mudou-se para o Rio de Janeiro. Depois de muita insistência, foi chamado como colaborador, até que foi contratado.

Ele brinca que era “furão”: tirava a foto e só perguntava se podia depois, e por esse costume até passou por apuros com autoridades. Orgulhoso, já cobriu o lançamento de foguetes e fotografou o cantor Roberto Carlos e várias outros artistas, além de presidentes como Ernesto Geisel, Juscelino Kubitschek e João Figueiredo. “É tanta coisa que até me perco. Eu lembrava mais quando tinha as fotos. Tantas pessoas interessantes…”, emociona-se.

Quando chegou a Brasília, não quis voltar mais. “Por que?”, brinca a mulher dele: “Porque me conheceu”. Aqui, fez fotos dos pioneiros, cobriu as campanhas de Fernando Collor de Mello e de Leonel Brizola. Foi ele também quem registrou a primeira foto de um beijo gay na frente do Congresso, destaca. “Uma oportunidade que gostei muito”, diz.

Eterno

Encantado com a profissão, ele afirma que a fotografia é algo que resiste ao tempo. “Eu acho um negócio lindo, uma coisa que fica na história. Ninguém desiste da fotografia. Ela é infalível”, resume Vador.

A carreira foi interrompida em junho de 2014, quando sofreu um infarto e ficou por quatro dias em coma. Vador saiu dessa situação sem sequelas. Mas fica a saudade de imortalizar histórias.

Tantos registros perdidos para o fogo cintilam na memória de Vador. Algumas fotos avulsas se salvaram, e ele ainda tem crachás dos lugares onde trabalhou, dos quais se orgulha muito e mostra para as visitas. “Essas coisas são guardadas com muito carinho, pois foram as únicas que restaram”, conclui Norma.

SERVIÇO

Quem tiver informações sobre essas revistas pode entrar em contato com Norma pelo número 61 9994-40410.

Fonte: https://goo.gl/3lQUuJ

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A história e o futuro do olhar

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Espaço Expositivo do Museu de Fotografia Fortaleza (Foto: Celso Oliveira)

Silvio Frota disponibiliza sua coleção de fotografia em museu recém inaugurado em Fortaleza

Paula Alzugaray/Select

Hoje todo o mundo é fotografo. Com essa premissa na cabeça e uma coleção de 2.000 imagens na mão, o casal Paula e Silvio Frota inaugurou o Museu da Fotografia Fortaleza (MFF), instituição inteiramente dedicada à fotografia. Se não for o único no Brasil, o MFF é sem dúvida o mais completo. O acervo abrange um arco de 200 anos, dos primórdios da técnica ao que há de mais novo em arte contemporânea.

O edifício de 2.500 metros quadrados abriga um recorte de 400 obras do acervo, realizado pelo curador Ivo Mesquita, ex-diretor da Pinacoteca de São Paulo. Os três andares do museu foram ocupados por quatro exposições que mostram a pluralidade dos usos da fotografia – no jornalismo, na etnografia, na arquitetura, na moda e na arte –, organizados sem hierarquias ou categorizações redutoras. Em cada um dos eixos da mostra, todos esses campos se relacionam e se acrescentam, formando discursos de grande riqueza e densidade.

As exposições inaugurais do museu – uma temporária e três de longa duração – mostram um equilíbrio saudável entre obras icônicas de grandes fotógrafos – como a Garota Afegã, de Steve McCurry, primeira imagem comprada pelo casal, há 9 anos – e obras de artistas contemporâneos pouco conhecidos do grande público, assim como obras em vídeo e novas técnicas, que representam, segundo Silvio Frota, “o futuro da fotografia”.

Há grandes pérolas expostas, como o bando de Lampião clicado na série Cangaço, por Benjamin Abrahão, ou a série que o fotografo de guerra Gabriel Chaim realizou na Síria.

O colecionador credita 100% das escolhas deste primeiro recorte ao curador Ivo Mesquita. “Quando você chama um curador, você tem que dar liberdade total. Às vezes ele pedia minha opinião e eu não dava, porque estaria interferindo no que ele estava pensando”. Novos recortes serão feitos no futuro por outros curadores, biscando sempre novos olhares à coleção.

A coleção já nasceu com foco internacional?

Como queremos dar a oportunidade para as pessoas terem acesso a essas obras, nada mais justo do que você ter obras icônicas dentro da coleção. Tudo começou em Houston, em uma exposição do Steve McCurry, em que comprei a foto da Garota Afegã e outra também. A partir daí me apaixonei, comecei a ler sobre fotografia, a pesquisar, a estudar. Logo depois fui a Nova York, e visitei galerias especializadas em fotografia.

Você tem icônicos, mas também novos e inusitados. É um risco se lançar ao novo e adquirir um jovem fotógrafo?

Eu já era apaixonado pela arte contemporânea e comprava para minha coleção de pintura. Então foi natural. Gosto de obras instigantes, em que o fotógrafo saia do lugar comum e da zona de conforto. Então, tudo o que compõe a nova fotografia, o que se aplica também aos vídeos, nós temos que ter. Tudo o que compro, eu gosto. E não compro uma obra só. Normalmente, eu compro séries. Compro no mínimo cinco fotos de um fotógrafo, para que se tenha a dimensão de seu trabalho.

Como se relaciona com a “fotografia expandida”, aquela que se relaciona com outras mídias?

Só no recorte que temos hoje aqui, você vê que a coleção é bem diversificada. Não é uma coleção que prioriza um só tema, como a fine art, por exemplo. Ela é bem abrangente, não é engessada. Eu não gosto de comprar sempre a mesma coisa.

Qual a importância de tornar pública uma coleção privada?

Para mim isso é o principal, porque eu tinha grande dificuldade de ver grandes obras que eu sabia que existiam, mas que ninguém tinha acesso. Muitos colecionadores não disponibilizam suas obras. Aquilo me incomodava. Na minha coleção, há obras que passam o ano inteiro viajando, expostas. Mas logo entendemos que tínhamos que ter um espaço. A ideia amadureceu até chegar ao museu. Escolhemos chamar de museu pensando no turismo. Quando você visita uma cidade, você quer conhecer os museus. A segunda etapa será levar o museu às populações carentes que não tem acesso. Esse é o nosso foco principal.

Serviço

Museu da Fotografia Fortaleza (MFF)
Rua Frederico Borges, 545, Fortaleza

Fonte: https://goo.gl/jdxI9Q 

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