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F/stop × T/stop — explicação rápida

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As aberturas do diafragma. Foto: José Loureiro

Gilson Lorenti/MeioBit

Se você está começando a estudar fotografia a sério agora, então entender a abertura do diafragma é um dos seus desafios. A regulagem do dispositivo é dada por números estranhos (f/2; f/2,8; f/4; f/5,6) onde cada número acima indica que temos o dobro de luz e cada número abaixo indica que temos a metade da luz. Ser um número com uma proporção inversa também não ajuda. Quanto menor o número, mais luz está entrando. Quanto maior o número, menor a quantidade de luz.

O f/stop vem de uma conta simples. F/stop é igual à distância focal (mm) dividido pelo diâmetro da abertura do diafragma (mm). Porém, o que se deve ter em mente é que esse número é apenas teórico. Toda lente, independente da distância focal, que estiverem na mesma abertura de diafragma, deve (em teoria) deixar chegar até o sensor a mesma quantidade de luz. Mas, sabemos que isso não acontece, pois o F/stop não leva em conta a qualidade do cristal que está dentro dessa lente. Cristais melhores deixam passar mais luz, cristais ruins deixam passar menos luz.

Para saber a realidade temos um outro número, o T/stop. Esse T/stop mede a transmissão de luz de uma lente. Então ele seria o real, enquanto o f/stop é o teórico. Para a fotografia, saber o t/stop de cada lente não é essencial. O fotômetro da câmera tenta compensar essa diferença e o processo de pós-processamento da foto pode acertar a falta de luz. Porém, no vídeo isso não é tão fácil assim. Filmar com uma DSLR e utilizar várias lentes em um mesmo ambiente pode causar uma diferença de iluminação nas sequências filmadas que pode ser uma pequena dor de cabeça ao unir tudo na hora da edição.

Por isso que as lentes prime feitas especificamente para cinema (e que custam uma fortuna) trazem o t/stop e não o f/stop. Assim o cineasta pode ter a certeza de que está filmando com a mesma quantidade de luz, independente de uma abertura teórica da lente.

O YouTuber Wolfcrow colocou no ar no dia 25 de dezembro um pequeno vídeo explicando a diferença básica entre F/stop e T/stop. Vale a pena dar uma olhadinha. Mesmo sendo em inglês é fácil de compreender: https://www.youtube.com/watch?v=jYRJVRMlIe8

Fonte: https://goo.gl/z5vR5a

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O que é afinal a expansão de ISO?

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Efeito compativo do ISO expandido

José Américo Mendes/Iphoto

Já estava para desligar o micro quando entrou um e-mail de um amigo francês informando o lançamento de uma câmera cujo ISO ia além de 100 mil e, ao meu lado, um parceiro de hobby já suspirava por uma delas. Foi aí que decidi pesquisar o tão falado “ISO expandido” …

Toda DSLR tem uma relação de ISO, que é um valor de sensibilidade do sensor, que guarda uma correspondência muito grande com a sensibilidade dos filmes analógicos e que começa em 100, ou 200, e pode ir até 3.200, ou mais. Algumas câmeras oferecem uma “expansão” dessa relação que pode ser alcançada no menu da máquina. Essa expansão é uma extensão daquela série padrão (100, 200, 400, 800, 1.600, 3.200, etc., em que os valores dobram) e pode ser acessada, em algumas câmeras, através de HI.1 e HI.2. Qualquer um deles oferece uma relação de ISO acima dos valores normais e são considerados “excêntricos”, uma vez que alcançam 51.200 em HI1 e 102.400 em HI2 (!).

E são excêntricos porque esses valores estão muito acima daqueles considerados como o padrão para uma DSLR, que permitem a produção de uma imagem tida como correta em termos de iluminação, contraste e equilíbrio de cores por todos os fabricantes. Todavia, alguns desses mesmos fabricantes que definiram valores tidos como ideais para uma boa foto procuram, na perversa guerra de marketing, seduzir os compradores oferecendo coisas que eles sabem que não vão funcionar tão bem, já que produzem imagens que distorcem os limites aceitáveis para uma foto.

E por que não são aceitáveis? É fácil entender isso porque você já sabe o que o ISO representa, mas o que acontece quando ele é alterado? Quando você aumenta o ISO, aumenta a sensibilidade do sensor à luz e cada sensor tem uma capacidade de ganho, além da qual ele trabalha fora de seu padrão e perde o controle na leitura dos pixels. Essa amplificação é feita com o aumento forçado do ganho do sensor e quanto mais isso acontece maior é a deformação de luzes, cores e contrastes, com o aumento do ruído, que corresponde àquela granulação dos filmes antigos.

Tudo isso acontece tendo por base aqueles valores padrão, também conhecidos como a “relação nativa” da câmera. Para essa expansão, a câmera simplesmente vai buscar o ganho máximo do ISO, que pode ser de 1.600 a 25.000, e através de um software manipula os pixels, produzindo uma imagem irreal…

De certa forma, o ISO expandido se torna uma burla, que lida com números significativamente altos, levando o incauto a preferir valores que pouco, ou de nada, servirão.

Em outras palavras: é como se você comprasse um Fórmula 1 para ir ao trabalho sabendo que jamais poderá desenvolver os 320kmph que ele daria numa pista, com seus seiscentos cavalos, mas você paga por eles…

A mesma coisa acontece com uma câmera que anuncia um ISO superior a cem mil, marca que dificilmente você atingirá numa foto, mas você paga por isso, afinal é uma novidade…  Aliás, isso lembra a história do zoom digital, que também é um engodo, que só faz aumentar os pixels, cortando a imagem e produzindo fotos de baixa qualidade.

Agora, se você está vibrando justamente com o contrário, ou seja, com a capacidade de sua câmera trabalhar o ISO, levando-o para baixo do piso (100) mostrando um ISO 50, ou simplesmente “L”, saiba que a história é a mesma –  a câmera vai trabalhar no ganho mínimo do sensor, o que provoca uma imagem que deixa a desejar, ainda que você procure compensar com longas exposições. Esse valor abaixo do piso é conseguido pela redução do alcance dinâmico do sensor e trabalha podando as altas luzes, produzindo imagens de baixa qualidade e altos níveis de ruído.

Agora que você já sabe o que há por trás dos números, não se deixe levar por eles, a não ser que goste de uma vida cheia de surpresas…

Nota: Nas revistas especializadas circulam rumores de que a Sony estaria desenvolvendo um super sensor capaz de aceitar um aumento do ISO a níveis revolucionários. A Canon já sinalizou qualquer coisa a respeito e colocou nas lojas câmeras full-frame que chegam aos 50MP na “expansão”, enquanto na Nikon o silêncio fala mais alto, o que quer dizer: só há boatos…

Fonte: https://goo.gl/yJaFB6

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Pense em diferentes abordagens

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“Dia de chuva através da janela”

A dica geral para enquadrar composições abstratas é fazer isso com cuidado para extrair a melhor combinação de cores e obter uma foto equilibrada. Quando seguir esta dica e a famosa regra dos terços, todas as imagens resultantes tendem a ficar um pouco parecidas. Aderir a este tipo de regra restrita irá mascarar a sua identidade como fotógrafo.

Felizmente, há algumas estratégias que podem ajudar a romper esta camisa de força. Por exemplo, seja extremamente seletivo sobre o tipo de imagem que criar, talvez ao escolher trabalhar com reflexos ou efeitos causados pelo vidro.

Alternativamente, podemos simplesmente nos concentrar em detalhes mínimos, tais como um traço de caligrafia. Outra estratégia eficiente é não enquadrar tudo.  Afinal, diversos tipos de enquadramento podem funcionar, portanto, aponte a câmera para o assunto e experimente.

Detalhes sempre causam maior impacto! Explore cores, vidros, tranparências e texturas

Mas não deixe de considerar as regras básicas de composição. Aproveite para revisar suas anotações das aulas e seu material didático sobre esse assunto.

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USANDO O FLASH

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Testando o flash em modo TTL. O ISO 800 e o diafragma mais aberto, permite aproveitar melhor a luz ambiente.

O flash tem quatro funções principais: 1. Prover luz nos locais mal iluminados; 2. Congelar o movimento. 3. Eliminar o tremor da câmera, quando não se pode usar tripé; 4. Permitir a utilização de aberturas mais fechadas e otimizar a profundidade de campo.

Na macrofotografia,  o uso de uma luz mais intensa é essencial. Um flash pequeno pode ser suficiente. Montado em um suporte adequado, em ângulo reto com a câmera, o flash é uma boa fonte direta de luz, mas não deve ser a única (o resultado pode ser uma imagem chapada e cheia de sombras fortes, indesejáveis; um cartão branco, usado como rebatedor,  irá suavizar a iluminação).

Pode-se usar, também, duas cabeças de flash, uma de cada lado da câmera: uma é a luz principal; a outra, a luz de enchimento. A potência do disparo do flash auxiliar pode ser reduzida com a colocação de um tecido fino, plástico ou vidro, opaco, na frente de sua lâmpada.

Cada cabeça de flash pode ser adaptada suporte e o conjunto, apoiado no tripé, com a câmera no centro. Lembre-se de que os flashes devem ter mobilidade, para você poder controlar a incidência de luz. A sincronização é feita por meio de um cabo médio, com adaptador para mais de um flash ligado ao terminal da câmera.

O melhor meio de descobrir a exposição correta, com flash, é fazer várias fotos: uma série em que são mantidos a mesma objetiva, o mesmo assunto e local, com variação da abertura de um terço a um ponto, a partir de dois pontos de subexposição até dois pontos de superexposição. Em seguida, varie o assunto e os fundos, de claro, para escuro. Utilize o flash tanto em modo manual, como em modo TTL

 Repita a série a diferentes distâncias. Depois, compare escola a melhor foto para cada distância. Assim, você prepara uma tabela de referência para uso futuro.

Aproveite para rever suas anotações de aula e seu material didático sobre o uso de flash, ok?

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CRIANDO PANNING

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Panning em dia de chuva

Os movimentos na cena ou mesmo com a câmera podem ser congelados ou borrados, conforme seus objetivos. Uma sugestão de movimento voluntário da câmera que resulta em efeitos muito interessantes. São conhecidos por  panning, e consiste em ajustar o obturador da câmera para uma exposição mais lenta (entre 1/4 a 1/15 ) e acompanhar o assunto principal(pessoa, carro, bicicleta) com a sua câmera, na mesma velocidade. O fato de seguir o assunto em movimento, faz com que inexista deslocamento entre a câmera e o assunto. Essa técnica é frequentemente utilizada por fotojornalistas e fotógrafos de esportes.

A segunda função do obturador ocorre simultaneamente à primeira, e está relacionada com o tempo de exposição da luz que atingirá o sensor.

Ela serve para o controle da luminosidade. Portanto, devemos considerar sempre as duas funções, embora a primeira que trata dos movimentos seja a mais importante para o resultado plástico da imagem.

Antes de cada disparo do botão que acionará o obturador, ou mesmo antes do ajuste da abertura do diafragma, devemos levar em conta o que pretendemos com a captura daquela cena. Questione-se a si mesmo sobre “Qual o efeito que quero obter em minha foto?”.

Para responder a essa questão há pelo menos quatro respostas: duas decorrentes da ferramenta diafragma e as outras duas resultantes da primeira função do obturador.

Desejo produzir uma foto com pouca profundidade de campo

Quando quiser uma imagem cuja profundidade de campo seja reduzida, ou seja, que apenas uma pequena área permaneça focada, a primeira ferramenta acionada será o diafragma e o ajuste deverá ser pela maior abertura (menor número f).

Quando uma foto com muita profundidade de campo

Quando desejar focar tudo o que aparece na foto, desde o primeiro até o o último plano (infinito), a primeira ferramenta escolhida será o diafragma, só que agora o ajuste será pela menor abertura (maior número f).

Vamos congelar movimentos

Em uma cena que contenha movimentos e que pretendemos congelar, a prioridade será da ferramenta obturador. Se vamos imobilizar um movimento, devemos diminuir o tempo de exposição (número maior).

Criando a sensação de movimento

Uma cena que contenha movimentos pode ser capturado acentuando o efeito do deslocamento. Para isso, a ferramenta escolhida será o obturador, só que agora ajustado para uma longa exposição (número menor).

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Como calibrar seu monitor

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Mantenha o monitor devidamente calibrado

Na época da TV analógica eram comum entrarmos nas lojas de departamentos e não deixar de notar aquela parede de aparelhos de TV, todas sintonizadas no mesmo canal e cada uma com uma cor diferente.

Embora haja vários métodos para calibrar o monitor com pouca tecnologia, eu não recomendo usá-los porque o perfil que eles criam será baseado na sua habilidade visual de determinar o cinza-neutro, e de ajustar várias opções visualmente. Este método não pode ser comparado às medições de alta tecnologia feitas por um dispositivo de calibração eletrônica de verdade, e se você pretende atuar no ramo imagens, você deve usar monitor calibrado.

Cada monitor que sai da linha de produção é individual. Possui características de imagem parecidas com as de seus pares, mas não exatamente iguais. De alguma forma a combinação de peças, pequenas diferenças no alinhamento ou no parafusos e um milhão de outros pequenos fatores que variam durante a produção criam características diferentes para cada monitor na hora de reproduzir as cores. Isso sem contar com o fator de uso, quanto mais horas de uso, mais alteração o monitor irá apresentar

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Calibrando o monitor com o spyder

Para uma calibração  eletroica perfeita, use o Spyder, um dispositivo colocado na frente do monitor, que efetua seu ajuste automaticamente.  Seu preço já foi proibitivo, mas atualmente podem ser encontrado nos Estados Unidos por US$ 150,00.

Outra opção é usar a tecla de ajuste automático de seu monitor. Não é 100% perfeito, mas ajuda muito em um momento de aperto

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MESTRE DA FOTOGRAFIA – BRUCE DALE

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Chevrolet no Wigwam Motel,  Rota 66, 1959. Foto: Bruce Dale

Fotojornalista e foto ilustrador

Bruce Dale começou a fotografar para a revista National Geographic há mais de 30 anos.  Para ele, a tecnologia sempre foi um meio de obter uma imagem melhor. Foi o primeiro fotografo a instalar uma câmera na cauda de um avião a jato comercial para conseguir uma perspectiva diferenciada do momento da aterrissagem; trabalhou com imagens holográficas quando a tecnologia ainda era muito nova; e colaborou com o filho, Greg, para desenvolver um aparelho que permite o disparo da câmera por meio de ondas sonoras ou por um feixe de luz.

Hoje Dale fotografa quase exclusivamente com câmeras digitais. Só usa filme quando um cliente pede. Em sua agenda lotada de trabalhos para publicações e outros clientes estão empresas como Panasonic e Shell.

Trabalhar assim (com imagens fotojornalisticas para publicações e foto ilustrações para outros clientes) ainda é algo raro entre os fotógrafos. Para redatores da imprensa e da televisão, foi fácil combinar a reportagem factual do dia-a-dia com a elaboração de romances, por exemplo. Agora os fotógrafos também começam a encontrar mais uma maneira de expressar sua arte. As foto ilustrações de Bruce Dale para a Shell são notáveis por sua complexidade. Oferecem dicas de segurança ao demonstrar a maneira errada de dirigir. Se ele fosse fotografar diretamente as atitudes perigosas que as pessoas tomam ao dirigir, estaria pondo em risco a si mesmo e as pessoas que servem de modelo para a imagem – no entanto, foi exatamente isso que os clientes acharam que Dale faria.

“Eles não estavam mesmo esperando que eu fosse apresentar um trabalho High-Tech”, explica o fotografo. “Acharam que eu simplesmente faria uma foto usando motoristas audazes. Mas mostrei-lhes como fazer a mesma coisa de maneira mais segura, mais barata e com um resultado melhor, usando a tecnologia digital.”

Dale constrói suas imagens usando diversas fotografias tiradas especialmente para cada projeto (a fase inicial do trabalho foi feita com filme e depois escaneada). Dessa maneira ele é capaz de reuni-las de modo realista. “Isto é muito importante”, ressalta. “tenho o cuidado de suar sempre a mesma luz, distancia focal e até inclinação ou ângulo dos objetos ou das pessoas retratados. Essa é a única maneira de fazer com que os elementos se combinem na imagem final.”

Para essa série ele chegou a colocar até 20 elementos independentes em uma única foto ilustração. Alguns profissionais fazem as imagens dos itens separadamente e as entregam para outra pessoa fazer a montagem. Mas Dale não gosta dessa ideia. “Eu detesto fotografar tudo e então entregar para alguém terminar o trabalho. Para que a imagem final fique adequada, há muitas variáveis que precisam ser controladas. Quero que tudo combine, e eu, melhor do que ninguém, conheço cada foto e sei o efeito que desejava obter quando a fiz.”

O processo geralmente leva muito tempo para ser finalizado, ressalta Dale. “É como o trabalho de revelação”, explica. “É quando se tem a oportunidade de clarear, escurecer e fazer outros ajustes na foto. É a chance que se tem para fazer com que cada foto tenha a aparência que se baseia na maneira arbitrária com que a câmera registra a cena. Isso, além de organizar e gerenciar as fotos no computador, pode demorar bastante.”

Mas é óbvio que, para Dale, vale a pena dispensar tanto tempo. O que ele mais gosta em relação ao processo é o imediatismo. “Você já sabe se conseguiu o que queria ali, na hora, seja uma fotografia que vai direto para as páginas de uma revista ou uma imagem que fará parte de uma foto ilustração a ser composta posteriormente,” ele diz. E isso o ajuda a ocupar posição de liderança em dois mundos, o do fotojornalismo e o do universo foto ilustrativo.

Para o trabalho que realiza com fotojornalismo, Bruce Dale é rígido. A imagem não sofre absolutamente nenhuma modificação – não se removem fontes de luz, nada. Ele prevê que essa maneira de encarar o trabalho será um desafio ético para muitos fotógrafos.

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Comece a colecionar imagens

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Grandes tremores,  grandes efeitos

Tremores intencionais são muito interessantes

Junte todos os  HDs externos, contendo suas imagens e classifique-os rapidamente em um portfólio de imagens importantes àquelas que você talvez nunca use, mas vai manter.

 É uma politica de não deletar qualquer foto, nunca, pois não se tem ideia do que pode estar destruindo.

O seu gosto para imagens pode mudar, o significado de “sem importância” pode levar anos para ficar evidente e seu olhar pode se tornar mais sofisticado ao longo do tempo.

Assim, o que hoje parece um erro, no futuro pode ser agradável obra do acaso.

Tudo é valido, mesmo uma foto tremida, tecnicamente errada, pode ter um apelo estético muito especial!

Pense nisso.

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A proteção jurídica do direito à imagem

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         Direito ao uso de imagem

Texto: Dra. Ana Paula Siqueira Lazzareschi de Mesquita*

O direito à imagem está ligado ao objetivo de proteção à intimidade do ser humano (right of privacy do direito anglo-americano ou del diritto alla riservatezza da doutrina italiana), consagrado na Constituição Federal, em seu artigo 5º, incisos X e XXIII, alínea ‘a’, inserido no rol dos direitos e garantias fundamentais.

O direito à imagem, de acordo com os citados dispositivos, é irrenunciável, inalienável, intransmissível, porém disponível. Isto significa que a imagem, a voz ou sua personalidade física de uma pessoa jamais poderá ser vendida, renunciada ou cedida em definitivo, porém, poderá ser licenciada por seu titular à terceiros. E é justamente essa disponibilidade que permite ao titular a obtenção de proveito econômico, firmando contratos de licenciamento ou concessão de uso de imagem, os quais, todavia, não podem importar em lesão à honra, reputação e intimidade.

A maioria dos juristas brasileiros classificam as violações ao direito de imagem da seguinte forma:

  1. A) quanto ao consentimento;
  2. B) quanto ao uso;
  3. C) quanto à ausência de finalidades que justifiquem a exceção.

O Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei n. 8.069/90, ao proteger a imagem da criança e do adolescente, em seu artigo 17, afirma que: “o direito ao respeito consiste na inviolabilidade da integridade física, psíquica e moral da criança e do adolescente, abrangendo a preservação da imagem, da identidade, da autonomia, dos valores, ideias e crenças, dos espaços e objetos pessoais”.

Desta forma, não existe nenhuma dúvida que a utilização indevida da imagem de terceiros de forma que atinja a sua honra, o convívio social, a respeitabilidade, ou se a intenção da publicação é meramente lucrativa, por se tratar de direito personalíssimo, o seu titular tem o direito à indenização. Esse entendimento foi confirmado inúmeras vezes por vários tribunais pátrios e foi consolidado pelo Superior Tribunal de Justiça que editou a súmula nº. 403 com a seguinte redação: “Independe de prova do prejuízo a indenização pela publicação não autorizada da imagem de pessoa com fins econômicos ou comerciais”.

As três exceções em que a utilização da imagem de terceiros não dependeria do consentimento do retratado, de acordo com os grandes juristas Kohle e Walter Moraes, são as seguintes: a do indivíduo incluído numa vista geral, no apanhado de um cenário, de uma paisagem, uma multidão etc; a do uso da figura para estudo artístico; e a da representação humorística (caricatura). O discurso de Walter Moraes reporta outras limitações como o tratamento de personalidade pública e o interesse de ordem pública (de justiça, de segurança, de cultura).

O uso jornalístico da imagem que ilustra notícia, de interesse público, não necessita de autorização prévia do fotografado e nem sequer implica em qualquer remuneração, justamente porque tal divulgação não possuirá finalidade lucrativa.

Os danos patrimoniais sofridos pela vítima da exposição indevida obedecem às disposições contidas no artigo 402, do Código Civil, ou seja, como danos emergentes o valor que o titular cobraria caso tivesse sido consultado, e como lucros cessantes os contratos que foram frustrados em razão do desgaste de imagem.

Antes de qualquer publicação em redes sociais, conforme acima expusemos, é fundamental pedir autorização à pessoa ligada ao tema do seu post. A exposição indevida e “brincadeiras” de mau gosto podem e geram consequências jurídicas que vão inevitavelmente afetar o seu bolso.

*Advogada sócia do SLM Advogados, membro da Comissão de Direito Digital e Compliance da OAB-SP e idealizadora do Programa Proteja-se dos prejuízos do Cyberbullying. A profissional colabora voluntariamente com o Instituto GRPCOM no blog Educação e Mídia.

 Fonte: https://goo.gl/4zILMQ

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CÉU: UMA ATRAÇÃO PERMANENTE PARA O FOTOGRAFO

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Céu e silhuetas uma boa combinação

Ao fotografar uma grande extensão de céu, experimente utilizar uma grande-angular. Quanto menor o comprimento focal da objetiva, maior a sensação de amplidão do espaço. Além disso, uma grande-angular permite incluir numa só foto a enorme variedade de cores e de formas presentes no céu.

Se, no entanto, você resolver colocar algum outro elemento na imagem, procure fazer com que, de alguma forma, ele se relacione com o motivo principal.

Por exemplo: se o céu está cheio de nuvens dispostas paralelamente e você está próximo de um campo arado, procure enfocar a imagem de modo que as linhas paralelas dos sulcos do arado sejam com que uma “continuação” das nuvens paralelas. Ou, então, se você tem à vista aquelas nuvens enormes, que mais se assemelham a montanhas, por que não fazer um contraponto com uma montanha mesmo?

Mas, se preferir, você também pode acrescentar à imagem um elemento simples, como uma silhueta ou uma figura no alto de um morro. E lembre-se de aproveitar os momentos em que os raios de sol surgem por detrás de uma nuvem; esse efeito fica muito interessante quando os raios incidem sobre uma área determinada de terra, lembrando a luz de um spot sobre um palco.

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