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sobre o mundo da fotografia

A VIDA DO FOTÓGRAFO DE UM SERVIÇO TIPO UBER DE FOTOGRAFIA

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Fotógrafos de plataforma australiana dizem que os salários são baixos e expectativas dos clientes quanto aos trabalhos entregues é irreal

FHOX/Leo Saldanha

O assunto foi tema de uma matéria na Austrália dá Inside Imaging. Lá o serviço Snappr atua como um Uber de fotografia provendo consumidores finais com oferta de serviços fotográficos de forma conveniente ao menor preço possível.

Os conflitos começaram a ser mais frequentes porque
determinados fotógrafos credenciados pela plataforma passaram a oferecer serviços
fora do Snappr.

Até para não ter que dividir parte da receita com a
ferramenta. Algo que a Snappr não só não permite como pune com multa de 5 mil
dólares australianos.

Vantagens e desvantagens – não existe consenso sobre esse
tipo de plataforma on-line. De um lado, diversos fotógrafos gostam da ideia de
uma oportunidade de ter acesso a clientes de forma rápida e com garantia de
pagamento. Na outra ponta, profissionais reclamam de concorrência com oferta de
precinho e aumento da competitividade que também leva a pressão nos valores.

Dentro do Snappr, clientes encontram sessões a partir
de 75 dólares australianos. O que prevê? meia hora de sessão e a plataforma
fica com 15 dólares. O cliente recebe 3 arquivos digitais se contratar essa
opção. Em uma das versões mais caras chega na faixa dos mil dólares com várias
horas de fotos e de 60 arquivos.

Em defesa do modelo de negócio – a Snappr e outros serviços
similares dizem que não concorrem com fotógrafos. Na verdade, eles dizem, seria
uma forma de popularizar a oferta de cobertura fotográfica para quem não tem
condições de pagar. Daquela pessoa que busca de última hora um fotógrafo para
clicar um casamento, festa de aniversário ou afins. Os profissionais com mais
tempo de mercado dizem que a Snappr atrapalha porque clientes cotam com eles e
depois são seduzidos por ofertas mais em conta de um parceiro Snappr.

A visão de quem trabalha dentro – Um fotógrafo citado na máteria da
Inside Imaging (e que pediu para não ser identificado) disse que ficou chocado
com a quantidade de agências de publicidade e grandes contas que estão usando a
Snappr. Até porque a marca atende também varejistas, corretores imobiliários e
outras grandes empresas de consumo.

“Eu os odeio, mas entendo que é para esse lado que o
mercado está indo. É uma forma de me conectar com empresas”. Na visão desse
fotógrafo experiente que entrou na plataforma, as empresas e consumidores
encontraram essa rota para desviar dos preços altos. Ele comentou ainda que
consegue por lá entre um e dois trabalhos por mês.

Os grandes desafios do serviço tipo Uber de
fotografia  – outra ocorrência citada
pelo fotógrafo anônimo é que os profissionais atuando para a Snappr estão sendo
explorados.

Como? acabam se estendendo acima do tempo definido porque os clientes querem mais uns cliques ou o trabalho pede um cuidado maior. Isso também acontece porque os fotógrafos mais novos e inexperientes levam mais tempo para criar.

Outro ponto: assim como o Uber, existe um sistema de avaliação. E para não ser mal-avaliado, os fotógrafos credenciados tentam agradar avançando no tempo para não ter notas negativas. E por ser com apelo de preço, o Snappr atrai clientes grosseiros que acham que o fotógrafo pode ser maltratado.

Ou sentem que o fotógrafo tem que entregar o melhor
possível com o menor preço possível. Gerando assim expectativas irreais sobre a
função e a entrega final. Vários fotógrafos entrevistados e que trabalham com
os dois formatos: Snappr e independente disseram que quando o trabalho vem de
fora da ferramenta o cliente é mais respeitoso.

Recomendações – no guia de conduta do fotógrafo
Snappr, a empresa recomenda que o profissional credenciado faça ao menos uma
foto “boa” por minuto. Todas as fotografias que serão entregues de acordo com a
proposta contratada devem tratar as imagens em Lightroom e necessitam ser
enviadas para a Snappr em no máximo 48 horas.

Todos os contatos entre o fotógrafo e a Snappr ocorrem
via email ou telefone (e com os clientes que usam a ferramenta também).
Fotógrafos disseram na matéria que é possível fazer bons serviços de
publicidade e que sessões de produto ou comerciais rápidas valem a pena.

Fonte: https://bit.ly/2GizQVa

Aproveite para conferir mais notícias no blog da Escola Focus.

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ESQUEMA DE ILUMINAÇÃO SIMPLES PARA RETRATOS COM 3 FLASHES

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A iluminação em locações pode parecer algo complicado, mas neste vídeo, o fotógrafo Robert Hall apresenta uma configuração com três flashes que você pode usar em qualquer lugar

Resumo Fotográfico

Hall usa três kits de flash de bolso Godox AD200. Eles
são baratos, poderosos e pequenos. A configuração de iluminação é uma luz
chave, uma luz de preenchimento e uma luz de fundo; uma configuração bastante
normal para retratos.

Porém, a facilidade com que é possível ajustar e mover
a configuração durante o ensaio é algo realmente atraente.

Veja vídeo YouTube: https://youtu.be/7OcF684H8Gc

Para conhecer mais sobre o trabalho de Hall, acesse
seu site, Facebook https://www.facebook.com/Robhallphoto/

Ou Instagram – https://www.instagram.com/robhallphoto/

Fonte: https://bit.ly/2Lx0a22

Aproveite para conferir mais dicas sobre esquemas de iluminação no blog da Escola Focus.

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SELECIONANDO LENTES

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Se você estiver fotografando com a câmera de um celular ou com a câmera compacta, suas opções de lente já estarão limitadas às suas respectivas lentes embutidas.

Porém, para aqueles que fotografam com um sistema de lentes intercambiáveis, o céu é o limite.

Boas lentes podem realmente
melhorar a qualidade das suas imagens, desde que você esteja fotografando com
uma base sólida. Quando tenho alunos que discutem sobre o aprimoramento do
corpo de suas câmeras, primeiro avalio suas lentes. Ou como dizem seus
“espelhos”.

Em muitos casos, não é a câmera
que está impedindo o fotógrafo de tirar fotos em condições de pouca luz, mas a
lente utilizada. Fazer um bom investimento nisso e se preocupar com a qualidade
das lentes auxiliará nas futuras atualizações de sua câmera.

Vamos apontar algumas vantagens e
desvantagens desses diferentes tipos de lentes.

LENTES GRANDE ANGULAR

As lentes grande angular são uma
parte essencial do kit de fotografia, especialmente para aqueles que gostam de
tirar fotografia de rua, de arquitetura e de paisagens. A lente de 15 mm
proverá uma visão do sensor de 110 graus na tela toda (equivalente a 35 mm), o
que é mais do que suficiente para capturar mais vistas panorâmicas.

Outro zoom panorâmico muito comum
e excelente é a lente de 16-35 mm ou de distância focal similar. Esse é o
segredo das paisagens arrebatadoras ou das paisagens urbana quando desejar
criar uma grande profundidade do local, o que significa que o primeiro e o
segundo planos se encontram em um foco nítido.

Evite uma lente grande angular quando
fotografar retratos, pois pode criar uma distorção na imagem (imagine uma casa
de espelhos).

ZOOM DE MÉDIO ALCANCE

A lente zoom de médio alcance proporcionará uma ampla possibilidade de enquadramento adequado. Aliás, minha primeira lente para fotografia de rua e de viagem era de 24-70 mm. (Adorei e usei essa lente por anos, até incluir ao Kit a lente grande angular de 16-36 mm e eventualmente a de 70-200 mm Teleobjetiva).

Além de ser um pouco ampla, a lente de médio alcance funciona como uma ótima lente multiuso que abrange uma excelente variedade focal a maior vantagem, claro, será o fato de você não precisar investir em muitas lentes.

A troca de lentes de zoom nem sempre é muito imediata e geralmente costuma ser muito cara. Além disso, independente do tamanho, uma lente de nédio alcance normalmente possui o que é conhecido como “ponto de foco” ou “distância focal ideal” para uma lente em específico.

É nessa distância de foco que as lentes fotografam melhor e fornecem a melhor qualidade de imagem. E mais da metade dos casos, o ponto de foco se encontra no meio da abertura focal.

Aproveite para rever mais dicas sobre lentes nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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A PROPÓSITO DAS CÂMERAS DSLR – DIGITAL SINGLE-LENS REFLEX

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Essas câmeras são muito confiáveis e oferecem a maior variedade de qualquer um dos sistemas disponíveis no mercado

A DSLR oferece uma excelente
qualidade de imagem com fácil manuseio que é familiar á maioria dos fotógrafos.

E ainda uma grande variedade de
câmeras DSLR novas usadas no comércio que vai ao encontro da necessidade dos
fotógrafos e de seus orçamentos.

Vantagens das Câmeras DSLR:

Possuem uma grande variedade de
modelos.

São fáceis de operar.

Possuem um maior controle
criativo.

São ótimas para fotografar com
pouca luz.

Cabem em qualquer orçamento.

Desvantagens:

São pesadas.

Não são discretas como as câmeras
compactas ou com sistema mirrorless.

Comprar ou não Comprar?

Muitos fotógrafos, incluindo eu,
perderam a vida toda organizando Kits para nossas câmeras. Reunimos todas as
lentes, os filtros, os tripés e os flashes. Por conseguinte temos de ter
cuidado ao realizar este passo. Sempre começo me perguntando; “Isto é uma
necessidade ou um desejo”? e “Eu realmente eu vou usar”?

Perceba seu potencial de acordo
com seu equipamento. Quando você achar que seu potencial é verdadeiramente
limitado, considere realizar alguns ajustes.

Compre equipamentos quando você
dominar os que já têm.

Aproveite para rever mais dicas sobre câmeras DSLR nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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BEBÊS E CRIANÇAS

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Quando fotografar bebês, tenente encher todo o enquadramento com o tema, usando uma objetiva de 85 mm, 135 mm ou aproximando-se com uma lente normal 50 mm

Fotografando muito perto, a
profundidade de campo é mínima, então, que terá de focar com maior precisão.  Cuidado com o auto foco.

Se o bebê for muito novo, terá de
ser apoiado em almofadas, ou segurá-lo, ou pô-lo a espreitar por cima do ombro
de alguém (ou por cima das costas da cadeira), a não ser que queira
fotografá-lo deitado.

Mostre o bebê ocupado com
qualquer coisa, a comer, a brincar a tomar banho, etc. Evite os fundos confusos
e que possam distrai as atenções e tente utilizar uma luz suave. No interior, a
luz natural ou de um flash refletido são o melhor.

No exterior, um dia de neblina ou
nebuloso darão a luz mais agradável. Use um filme de média velocidade e regule
o obturador para 1/125 ou para velocidade de sincronismo do
seu flash. Os bebês são imprevisíveis e deverá estar sempre pronto para
disparar e para usar uma grande quantidade de filme e conseguir algumas boas
fotografias.

As crianças aborrecem-se e ficam
agitadas com muita facilidade, apesar de construírem excelentes temas
fotográficos.

É essencial um ponto de visão
baixo, uma vez que uma fotografia tirada a toda a altura de um adulto irá
distorcer a imagem. Se não estiver a tirar retratos formais, mantenha a câmera
na mão e siga os movimentos e expressões através do visor, a fim de conseguir
captar os momentos mais expressivos.

As crianças mais velhas tornam-se
autoconscientes quando são fotografadas. Tente transformar todo processo numa
brincadeira ou dispare quando a criança tem sua atenção fixa noutra coisa.

Uso do Ambiente

Tente tirar fotografias que
mostrem as crianças no seu ambiente próprio, para transmitir uma atmosfera
particular.

Espectadores dos Acontecimentos

Quando fotografar os acontecimentos
que incluam participantes e espectadores, não se esqueça do potencial dos
espectadores.

Aproveite para rever mais dicas sobre fotografia de crianças nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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BANDEIRAS E ACESSÓRIOS

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Bandeiras são placas ou cartolinas pretas conectadas à lateral da fonte de luz. Vide ilustração acima

Você pode ajustar o ângulo das
bandeiras para direcionar o feixe de luz, podendo deixá-las totalmente abertas
ou quase fechadas, deixando passar apenas uma estreita faixa de luz, para
destacar seu assunto.

Um snoot também pode ser
encaixado na fonte de luz, para direcionar o feixe. Este equipamento consiste
em um tubo circular que é colocado na luz para restringir o feixe em um padrão
circular estreito.

Persianas, parecidas com
persianas venezianas, podem ser utilizados na luz para limitá-la ou bloqueá-la
completamente.   

Elas podem ser úteis se uma luz
precisar ser direcionada e limitada durante o assunto a ser fotografado.

Veja em nossas aulas prática o
funcionamento e efeito desses acessórios de iluminação.

Aproveite para rever mais dicas nas suas apostilas,
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SEU ASSUNTO COM LUZ SUAVE

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Preto e Branco Dinâmico

A luz encapsulada de registro
de alto é outro estilo de iluminação adequado para imagens em preto e branco,
já que seus olhos não se importam, até ficam na expectativa, de ver grande área
de branco uniforme
.

Para este desfio leve a luz suave
às últimas consequências e banhe seu assunto o máximo possível com ela. Uma
tenda de luz funcionará muito bem aqui, para fotografias de produtos, pois vai
possibilitar a distribuição uniforme da luz ao redor do assunto sem que você
tenha de lidar com os inúmeros difusores e rebatedores diferentes.

No entanto, em condições ideais,
você poderá encontrar uma abundância de luz suave disponível em que o ambiente
externo. Onde quer que encontre a luz suave, use-a para destacar o assunto em
toda a sua glória, iluminando cada superfície e eliminando o máximo possível de
sombras.

CHECKLIST DO DESAFIO

Difusores, softbox, refletores e/ou tendas de luz ajudam quando se trata de natureza morta, sendo recomendável que você tende destacar as cores, os formatos e os contornos naturais.

Você pode investir em um retrato estéreo – semelhante ao desafio acima, mas se esforçando para obter mais difusão da luz.

Ou pode pensar grande procurar
uma paisagem em um dia densamente encoberto, quem sabe utilizando a neblina ou
a névoa para difundir ainda mais a luz a acrescentar um aspecto místico à sua
imagem.

Um Toque de Luz

Pratos de culinária em geral se beneficiam da luz completamente encapsulada, uma vez que não é nem um pouco apetitoso sombras densas incidindo no prato.

Aproveite para rever mais dicas sobre as vantagens da luz suave nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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GRANDE PROFUNDIDADE – COMO OBTER TODA A CENA NÍTIDA

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Grande profundidade de campo funciona bem para alguns temas, mas não em todos

Na fotografia e paisagem
geralmente, se espera ver tudo nítido, dos objetos próximos à câmera ao
horizonte distante.

É preciso otimizar a profundidade
de campo, e isso dependerá de alguns fatores, incluindo a distância focal, o
foco e, principalmente, a abertura da objetiva.

O cálculo da profundidade de
campo pode ser complicado, e nem sempre ha tempo de fazer isso no local. Mas há
alguns procedimentos para tornar tudo mais simples.

Primeiro, use uma distância focal
curta. Um ajuste grande angular de 28 mm proporcionará muito mais profundidade
de campo do que distâncias focais longas e, na maioria das vezes, você irá
fotografar as paisagens no ângulo mais amplo.

Depois ajuste a câmera para A, ou
prioridade de abertura, para que você possa regular a abertura da lente.

A escolha da abertura em f/16 é
melhor. Muitas objetivas chegam até f/22 ou, além disso, porém toda a objetiva
tende a perder a nitidez em aberturas extremamente estreitas, devido ao que se
denomina “efeitos de difração” – f/16 é, geralmente, a melhor escolha entre
profundidade campo e nitidez.

Em seguida, é preciso escolher um
ponto focal na imagem. Teoricamente, ele deve estar a 1/3 da distância da
câmera ao horizonte, mas na prática é suficiente posicionar o ponto focal a
cerca de 1/3 do enquadramento que o fotógrafo estabelecer.

SOLUÇOES RÁPIDAS – TRIPÉS FIRMES

Porque os tripés são bons.

Um bom tripé elimina a tremida,
deixando-o livre para escolher a melhor regulagem de velocidade de abertura.

Tripés mantêm enquadramento
constante enquanto você fez os ajustes.

As mãos do fotógrafo ficam livres
para usar acessórios, trocar as objetivas e acoplar filtros.

Tripés fazem refletir melhor no que você está fazendo.

Tripés “lembram” da última
decisão que você tomou.

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BALANÇO DO BRANCO – (WHITE BALANCE)

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UMA NOVA ERA PARA A COR

O balanço do branco é um novo e maravilhoso controle
digital. Ele acrescenta um novo nível de domínio da cor que é impossível de
reproduzir na fotografia tradicional.

O balanço do branco controla a resposta da câmera em relação
à cor da luz de modo que a branco e outras cores neutras possam ser registradas
como neutras.

A cor da luz é medida pela escala Kelvin, onde os números
baixos são mais quentes em tom que os números altos, conforme ilustração acima.

As lâmpadas incandescentes normais ficam abaixo dos 3 mil K,
a luz do dia fica em torno dos 5,5 mil K, e a luz em plena sombra geralmente
atinge os 10 mil K. Se você fotografasse cada uma delas com um filme tipo luz
do dia, a luz incandescente pareceria laranja, e a sombra azul.

O balanço do branco corrige as imagens para fazer com que
praticamente qualquer luz pareça neutra. Esse é um enorme beneficio para o
fotografo. Por exemplo, ao fotografar sob lâmpadas fluorescentes é preciso que
você filtre cuidadosamente, às vezes usando caros fotômetros de temperatura de
cor. Geralmente as fotos tiradas sob luzes fluorescentes ficavam com um tom
verde-pálido.

O controle de balanço do branco tem tipicamente três modos:
automático, pré-programado e programável ou manual.

O balanço de branco automático funciona bem na maior parte
do tempo, mas eu não diria que ele propicia sempre a melhor reprodução de
cores. No modo automático de balanço do branco, a câmara olha para a imagem e
calcula como gerar um branco neutro.

Isso funciona bem de um modo geral, mas de vez em quando
resulta em erros graves.

O balanço do branco automático costuma errar em luz muito
colorida, como na aurora ou no pôr-do-sol. Estamos acostumados a ver esses
momentos do dia como sendo de luz muito quente. O balanço do branco automático
normalmente removerá bastante desse tom quente, tentando deixar a luz mais
neutra.

Os ajustes pré-programados de balanço do branco são de fácil
uso e projetados para uma luz específica. Eles fixam o balanço do branco para
aquela condição, embora você possa usá-los para outras condições.

Luz do dia é projetada para corrigir as cores neutras sob as
condições e temperatura de cor do sol do meio-dia. O modo “nublado” aquece a
luz mais fria, tal como um filtro de aquecimento faz com um filme luz do dia
para slides.

Muitos fotógrafos deixam o balanço do branco em “nublado”
visando um balanço de cor mais quente. Esse ajuste não somente intensificará o
tom quente do pôr-do-sol, como também ajudará as fotos de dias chuvosos a
aparecerem mais atraentes.

Incandescente é projetado para corrigir as condições em
interiores com lâmpadas padrão de tungstênio. No modo fluorescente a câmera se
ajusta para essa iluminação, tão comum em lojas e escritórios, eliminando o tom
esverdeado.

O ajuste “Flash” é projetado para compensar o tom mais frio do flash.

Você pode experimentar esses ajustes a qualquer hora. Não há
certo ou errado. São simplesmente diferentes respostas à luz.

O modo programável ou manual faz parte do universo do vídeo
profissional. O realizador de vídeos coloca alguma coisa branca numa cena e
aproxima o zoom. A câmera faz sua mágica de balanço do branco sobre o objeto,
deixando-o branco para as imagens consequentes e salvando aquele ajuste. A
mesma técnica vale para as câmeras digitais.

Flash

Há tempos os fotógrafos gostariam de entender melhor o flash. Mesmo com os ótimos flashes com inteligência artificial de hoje, os resultados são difíceis de prever. Muitos fotógrafos simplesmente não o usam.

É uma pena, já que o flash é uma ferramenta importante e
pode dar um toque especial em suas imagens, mesmo durante o dia. Com as câmeras
digitais e seus visualizadores LCD, você agora tem a capacidade de explorar o
poder do flash. Pode fazer uma foto, ver imediatamente o resultado e fazer
ajustes para deixar o flash como você quer.

Aproveite para rever mais dicas sobre temperatura de cor e flash  nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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MINERAÇÃO, OURO E FOTOGRAFIA

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Exposição traz fotografias de Serra Pelada feitas por Sebastião Salgado

Mineração, ouro e fotografia O verdadeiro narrador da história é o fotógrafo

Victor Moriyama/El País

A obra de Sebastião Salgado nos alerta e denuncia a
deterioração do planeta pela exploração dos recursos naturais e as
consequências do sistema capitalista nas relações sociais

Esse par de olhos azuis que me observa num misto de
calmaria e voracidade é, provavelmente, a maior testemunha das transformações
mais significativas que a humanidade atravessou no século XX. Como será que
este jovem senhor de 75 anos lida internamente com toda carga emocional e
espiritual de seu extenso processo de documentação sobre os impactos do sistema
capitalista na vida de milhares de pessoas?

Me pergunto enquanto percorro, deslumbrado, o salão do
quinto andar da unidade Av. Paulista do SESC São Paulo, um dos principais
redutos culturais do país e que inaugura hoje, quarta-feira (17) às 19h, à
exposição Gold – Mina de Serra Pelada que reúne dezenas de fotografias de
Sebastião Salgado tiradas na maior mina de ouro da história brasileira nos anos
1980.

Me lembro como se fosse ontem quando, 15 anos atrás,
minha mãe emocionada abria o livro Trabalhadores, com fotografias
impressionantes de homens em seus ambientes de trabalho. A colossal publicação
permanece no posto nobre da mesa de centro da casa dos meus pais até hoje.

Na época, no auge dos meus 18 anos, enquanto folheava
aquelas páginas repletas de fotografias em preto e branco, não poderia imaginar
que me tornaria também um fotógrafo, altamente influenciado pela linguagem
documental consolidada por Salgado. Assim como a mim, Sebastião incentivou,
ainda que sem intenção, a milhares de fotógrafos espalhados pelo planeta a se
lançarem ao mundo para documentar a realidade munidos de uma câmera e uma lente
grande angular.

Se, por um lado, sua obra é de uma magnitude única na
história da fotografia mundial e suas imagens tenham rodado o mundo em inúmeras
exposições, por outro sua simplicidade é a tônica de nossos últimos encontros:
“Venha tomar um cafezinho”, me convidava para uma pausa na fronteira entre Brasil
e Venezuela em dezembro do ano passado. Sua tranquilidade nos ensina lições
poderosas sobre o ofício: “Temos que ir para o mundo fotografar”, me conta.
Apenas ir.

O sistema de crenças indígenas estabelece que nenhum
metal pode ser subtraído do solo, pois eles são os responsáveis pela força
vital da mãe Terra que nutre todo o meio ambiente. Desconectados, gananciosos e
sem consciência dos estragos que causam à natureza, muitos homens ignoram este
preceito para violentar repetidamente as entranhas da terra em busca de riqueza
monetária.

Sebastião Salgado cresceu na cidade mineira de
Aimorés, banhada pela bacia do Rio Doce, mesmo local da fundação da maior
empresa de mineração mundial a Vale, antiga estatal Vale do Rio Doce,
responsável pelas duas maiores tragédias ambientais do Brasil nos últimos anos,
quando se romperam as barragens de Córrego do Feijão, em Brumadinho, e do
Fundão, em Mariana.

A história do Brasil e também das Américas, assim como
a de Salgado, estão intimamente ligadas à mineração. “Serra Pelada foi a
primeira grande reportagem da série de histórias que integram o projeto
Trabalhadores, concebido por Lélia [sua esposa] e eu sobre as transformações
profundas que diversas profissões sofriam com a mecanização da força de
trabalho”, diz o fotógrafo.

Juntos, Sebastião e Lélia planejaram cuidadosamente
cada grande projeto clicado pelo fotógrafo: “Minha formação marxista de
economia foi fundamental para entender as transformações promovidas pela
divisão internacional do trabalho e, a partir daí, estruturar meus próprios
projetos.

Na época, as revistas eram semanais e tinham uma
demanda grande por reportagens de fôlego. Eu já era fotógrafo da agência Magnum
e sabia que jornais e revistas poderiam financiar parte do projeto
Trabalhadores, pois se interessariam pelas séries de reportagens que eu
propunha e eram parte do projeto”, me conta Salgado enquanto enche de água o
copo do filho Rodrigo.

O EL PAÍS publicou, à época, um caderno especial com
as imagens de Serra Pelada. “Aquilo era uma loucura, todo fotógrafo em
atividade queria ir para Serra Pelada fotografar, mas as condições eram muito
difíceis. O Exército brasileiro recusou meu pedido durante cinco anos, até que
os garimpeiros se organizaram em cooperativa e, em seguida, me autorizaram a
viajar até lá.

Fiquei 33 dias morando num barraco com um amigo do meu
pai que explorava um dos milhares de lotes de 2m x 3m. Quando cheguei lá, o
murmúrio de milhares de homens que conversavam e batiam suas picaretas me
arrepiou todos os pelos do corpo.

Acharam que eu era um espião da Vale, infiltrado e
interessado em comprar as terras, mas minha aparência de gringo e a câmera na
mão me levaram à delegacia. Quando voltei da averiguação policial, todos os
milhares de homens haviam simpatizado comigo. A aceitação foi fantástica”,
relembra Salgado.

O projeto Gold-Mina de Serra Pelada foi concebido após
um período de pausa forçada de Salgado, que se acidentara e machucou o joelho
durante um trabalho. “Ele precisou ficar em casa se recuperando e decidimos
olhar com calma para aquelas imagens emblemáticas de Serra Pelada. Daí nasceu o
projeto”, conta Lélia. Dos anos 1980 até aqui, o sistema produtivo passou por
revoluções tecnológicas que reconfiguraram as relações entre campo e cidade.

“Quando nasci, cerca de 80% das pessoas no Brasil
viviam no campo. Hoje esse número é o inverso”, diz Salgado. De lá para cá a
força de tração animal e o trabalho braçal foram amplamente substituídos por
grandes máquinas embora a mentalidade de exploração dos recursos naturais até
seu esgotamento seja o modelo em vigor em companhias como a Vale e o próprio
Estado brasileiro. Pouco se investe em tecnologia e educação.

“Hoje o novo Governo está promovendo um desmonte
covarde das principais instituições de proteção aos direitos sociais e aos
recursos naturais. Na verdade, eles não têm programas para as áreas sociais e
ambientais, porque não têm interesse nelas”, reflete o fotógrafo. Para além dos
feitos fotográficos, Sebastião e Lélia criaram há mais de uma década o
Instituto Terra, que trabalha para reflorestar mais de 7.000 hectares de mata
atlântica nativa e já produziu mais de 4 milhões de mudas em viveiros.

Atualmente o casal trabalha na recuperação da bacia do
Rio Doce com apoio financeiro da Vale, responsável por danos irreparáveis à
vida e ao meio ambiente na região em que Salgado nasceu. A região de Aimorés é
de certa maneira uma outra Serra Pelada, com exceção das áreas reflorestadas
pelo casal, não pelo ouro, mas pelo esgotamento absoluto dos recursos naturais
promovidos por anos de exploração mineral. O leito do finado Rio Doce é
margeado por pequenas montanhas carecas e de vegetação rala cuja desnutrição e
pobreza do solo são visíveis a quilômetros de distância.

Quantos de nós já estiveram num garimpo ou
presenciaram alguém “bamburrar” (expressão utilizada em garimpos para
quem fica rico ao achar um filão de ouro)? Quantos conhecem a fundo os rincões
do Brasil e da Amazônia? Sentiram a adrenalina de arrepiar os pelos, como diz
Sebastião, quando um filão de ouro é encontrado? A febre do ouro continua viva
e latente na cultura brasileira.

Segundo reportou Leão Serva na Folha de S.Paulo,
agentes da intencionalmente desestruturada Funai estimam que existem cerca de
20.000 homens garimpando ouro ilegalmente na Terra Indígena Yanomami. A
história da mineração no país é manchada de sangue. “Vivemos num país muito
atrasado, uma democracia juvenil onde as instituições são muito frágeis e
parciais e, portanto, suscetíveis aos ataques políticos motivados por
interesses financeiros”, diz Salgado, que trabalha atualmente, no auge de seus
75 anos, em um projeto na Amazônia, cuja contaminação pelo mercúrio, utilizado
no garimpo, se alastra a galope pelos rios.

A obra de Salgado nos alerta e denuncia a deterioração
do planeta pela exploração dos recursos naturais e as consequências do sistema
capitalista nas relações sociais por meio da fotografia documental. “O que se
faz hoje com os telefones celulares são imagens. Fotografia é outra coisa,
exige tempo e muita dedicação.

Para documentar as complexas relações entre homem e
natureza é preciso fotografia, porque ela é o espelho da sociedade e por isso é
tão importante”, responde o fotógrafo quando indagado sobre a importância da
fotografia documental na contemporaneidade.

Sebastião nos ensina a olhar para dentro, em direção a
nossa formação e aos valores que carregamos desde a infância até a vida adulta,
responsáveis por guiar as histórias que desejamos contar por meio das imagens.
Escrevemos com luz e, como Salgado, com a sofisticação e o charme do preto e
branco.

Fonte: https://bit.ly/2GhSah8

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