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AUMENTO DO USO DE RECONHECIMENTO FACIAL PELO PODER PÚBLICO NO BRASIL LEVANTA DEBATE SOBRE LIMITES DA TECNOLOGIA

por em .

Aumento nos usos de reconhecimento pelo poder público levantam debate no uso da tecnologia no Brasil e no mundo. — Foto: REUTERS/Thomas Peter

Discussão envolve aspectos jurídicos e técnicos da
tecnologia. Estados Unidos e na Europa, onde autoridades e municípios começam a
questionar o reconhecimento, discussão já é forte.

Thiago Lavado/G1

O aumento do uso de reconhecimento facial no Brasil tem
levantado uma questão no país que já é comum em outros lugares: quais são os
limites dessa tecnologia para a segurança pública?

Alguns dos principais pontos da discussão são:

1 – Os problemas jurídicos da tecnologia e uso exclusivo
para segurança pública;

2-  Os problemas
técnicos envolvidos: proteção do sistema e precisão do algoritmo.

No carnaval do ano passado, um homem fantasiado foi preso em
Salvador, depois de ser capturado pelo sistema de reconhecimento facial
comprado pelo governo da Bahia. Ele era procurado desde 2017 por homicídio. Foi
o primeiro caso de grande repercussão de sucesso da tecnologia.

Em 2020, o governo do estado de São Paulo anunciou o uso de
um algoritmo para analisar imagens de câmera durante o Carnaval na capital e o
Metrô fechou um contrato, ainda no ano passado, de R$ 58 milhões para
instalação da tecnologia nas vias paulistas.

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo
afirmou que a tecnologia de reconhecimento móvel para o Carnaval será fornecida
pela prefeitura. Na operação programada para o Carnaval 2020, serão testadas
câmeras estrategicamente instaladas e outras acopladas a drones, alimentadas
por uma lista com registros de dez mil pessoas desaparecidas e outras 30 mil
com mandados de prisão expedidos.

A Justiça ordenou que o Metrô de São Paulo dê detalhes de
como será a implementação do projeto — já que muitas informações, como a base
de dados, a coleta das informações e estudos sobre eficácia não foram
apresentados.

Mas nem todos os casos são de sucessos. No Rio de Janeiro,
no segundo dia de uso da tecnologia, uma mulher foi detida por engano após ter
sido reconhecida pelas câmeras. Ela foi solta depois. Além do engano no
reconhecimento, havia um erro na base de dados — a pessoa com quem ela foi
confundida já estava presa, mas essa informação não havia sido atualizada nos
registros.

Por causa desse tipo de problema, e por receios de que a
tecnologia possa ser usada para perseguição política — como aconteceu durante
os protestos de Hong Kong em 2019 — o uso do reconhecimento facial na segurança
pública é um debate constante em países democráticos.

Nos Estados Unidos, por exemplo, cidades como São Francisco
e Cambridge já proibiram que essa tecnologia seja usada pela polícia. No início
de fevereiro, o Parlamento Europeu disse que não tinha planos de implementar a
tecnologia. Do outro lado, a polícia de Londres anunciou recentemente que
usaria sistemas de reconhecimento para segurança pública na cidade.

Discussão é técnica e jurídica

De acordo com especialistas, o uso da tecnologia de
reconhecimento envolve diferentes barreiras técnicas e jurídicas.

Do lado jurídico, segundo Adriano Mendes, sócio da Assis e
Mendes Advogados, especializado em proteção de dados e de direito digital, a
discussão não é sobre a eficácia das ferramentas para segurança e proteção da
vida, mas como é feito o cruzamento das informações e de onde elas vêm.

“São bancos de dados públicos ou vêm de redes sociais e
aplicativos? Qual é a base e o objetivo desse monitoramento? É de fato a
segurança pública ou monitorar horários da população, hábitos de consumo?”,
questionou.

De acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que
deve entrar em vigor no país em agosto deste ano, informações usadas e
coletadas para uso em segurança pública estão excluídas das regras.

Segundo Ivo Corrêa, sócio do XVV Advogados e professor do
Insper, a implementação da lei está atrasada — a LGPD só entra em vigor em
agosto, depois de ter sido sancionada em 2018 —, e a falta de uma autoridade
que pudesse nortear discussões sobre dados é sentida quando discutimos assuntos
como reconhecimento facial e uso na segurança pública, algo não previsto na
lei.

“Temos uma insegurança quanto à Autoridade Nacional de
Proteção de Dados (ANPD). O ideal seria que a autoridade já existisse e pudesse
dar direcionamentos sobre a implementação desses sistemas”, afirmou.

Para Rafael Zanatta, coordenador de pesquisas na Data
Privacy Brasil, organização de defesa da privacidade digital, é preciso que a
administração pública faça demonstração de necessidade e avaliação de impacto
da tecnologia de reconhecimento facial — algo que não foi feito no processo do
Metrô e levou aos questionamentos da Defensoria Pública e de grupos como o
Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor.

“Temos um problema grave de segurança pública, as cidades
sofrem com um problema estrutural. Mas isso não nos leva a abandonar ideias
democráticas de segurança, de sabermos o porquê, de avaliar necessidade”,
disse. “O poder público tem que fundamentar decisões.”

Em termos técnicos, além de detalhes sobre funcionamento da
plataforma, banco de dados e segurança do ambiente de instalação, também é
preciso garantir que a tecnologia evite os “falsos positivos”, como o que
aconteceu no Rio, citado no início da reportagem. Além da certeza de que o
sistema é inviolável a ataques e alterações nas bases de dados.

Do ponto de vista de um atacante, os possíveis vetores de
ataque [ao sistema de reconhecimento facial] são vários: retirar pessoas do
banco de dados, incluir pessoas no banco de dados ou roubar as informações.
Esses casos podem ser gravíssimos”, explica Sandro Suffert diretor do conselho
da Apura, empresa especializada em ciber segurança.

Para ele, é necessário que os governos façam auditorias e
tenham transparência na hora de implementar essas tecnologias, assim como têm
com outras informações públicas. “A tecnologia pode estar boa, mas se o
processo [guardar informações, fazer a segurança do sistema] tiver uma falha é
um problema”.

Afinal, como funciona?

Via de regra, os sistemas de reconhecimento facial fazem uma
leitura dos rostos em tempo real — caso do sistema baiano e do projeto do Metrô
em São Paulo — ou comparam uma imagem de sistema de monitoramento, um “quadro”
do vídeo, por exemplo, com imagens de um banco de dados, como no projeto
proposto para o carnaval paulistano.

Para fazer a análise, o sistema lê diversos pontos do rosto,
levando em conta as diferenças que as pessoas guardam umas para as outras. Os
algoritmos funcionam de maneira distinta e por isso podem ter resultados e
mesmo uma base de funcionamento diferente.

“Nossos rostos são tão únicos quanto nossas digitais. As
características faciais incluem distância entre as pupilas, tamanho do nariz,
formato do sorriso e recorte da mandíbula. Quando os computadores usam
fotografias para mapear essas características eles criam a fundação para uma
equação matemática que pode ser acessada por algoritmos”, explicam Brad Smith e
Carol Ann Browne, dois executivos da Microsoft, que escreveram o livro “Tools
and Weapons” (Armas e Ferramentas), sobre diferentes usos das tecnologias.

Nesse sentido, quanto maior o número de sensores e
tecnologias envolvidas, melhor o funcionamento da tecnologia. Usando o caso dos
smartphones, por exemplo, aqueles que contam com sensores de reconhecimento
facial têm mais certeza dos resultados do que aqueles que contam apenas com uma
câmera frontal.

Apesar disso, especialistas apontam que existem problemas no
treino e na precisão do reconhecimento. No final de 2019, uma pesquisa do
governo dos Estados Unidos, que analisou mais de 200 algoritmos, apontou que
vários deles continham falhas e vieses contra determinados tipos de população,
como pessoas de origem asiática, negros e nativos americanos.

Isso acontece porque, muitas vezes, a tecnologia original é
treinada em um local específico que nem sempre representa uma amostra diversa
da população.

Há ainda o problema que algoritmos de reconhecimento facial
têm diferentes graus de acurácia e precisão. Eles podem gerar falsos positivos,
quando pessoas inocentes são reconhecidas como criminosos, ou falsos negativos,
quando um criminoso passa despercebido.

Para os especialistas consultados pela reportagem, isso
requer um trabalho diferenciado da polícia, com novas maneiras de abordar
pessoas pegas no reconhecimento facial, usando a tecnologia como um dos
elementos de uma investigação mais ampla.

Fonte: https://glo.bo/2ueqSW6 

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3 LENTES PARA TER NO COMEÇO DE CARREIRA DE FOTÓGRAFO

por em .

No começo da carreira, o orçamento pode ser apertado. Escolher uma lente então é uma tarefa árdua.

Ruca Souza/iPhotoChannel

Mas existem lentes que
podem proporcionar ao fotógrafo iniciante um melhor desempenho na fotografia.
Lentes mais fáceis de entender.

Um exemplo é a 50mm,
lente que tem o ângulo de visão mais próximo do olho humano.

Por isso, o uso dela se
torna mais intuitivo. No vídeo abaixo, o fotógrafo Jackson Goulart do canal
Take 1 explica de forma bem didática as vantagens de 3 lentes diferentes.

As lentes são a 50mm
f/1.8, a 55-250mm f/4-5.6 e a 17-50mm f/2.8, que são fabricadas por diversas
marcas, sendo mais fáceis de encontrar. Outras dicas interessantes sobre
fotografia e vídeo podem ser encontradas no canal Take 1.

Confira vídeo: https://youtu.be/PSdQKgUGJyc

Fonte: https://bit.ly/2SN0b4z

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“O OBJETIVO DO MARKETING É REDUZIR A NECESSIDADE DE VENDER!”

por em .

A frase acima é do mestre mundial do marketing Philip Kotler. Entenda como isso faz muito sentido para quem vive da fotografia

O bom marketing nem
parece como tal. Não tem cara de anúncio e nem aparência de alguma ação
promocional. Simples assim. Na prática é bem mais complicado do que isso. Como
você vende algo se não propaga?

Leo Saldanha/Fhox

E o mais intrigante é que
fotógrafos e negócios de fotografia em geral fazem justamente o contrário:
anunciam antes na ânsia de vender. Só que não vendem direito porque não fizeram
o trabalho anterior.

De planejar, criar uma
linha mestra da segmentação, posicionamento da marca (com base na essência do
negócio) e atacando no alvo (onde o público se encontra). Enfim, sem uma
estratégia, sem foco no produto (ou serviço) tentar divulgar não vai dar
resultado. Ou pior: vai levar a única saída viável. Baixar o preço e usar a
divulgação para atrair os clientes com base nisso.

Nesse caso a ideia é
vender o quanto antes. Se tenho que vender vou postar no Insta e no Face ou
enviar um e-mail ou no WhatsApp. “PROMOÇÃO IMPERDÍVEL DO MEU ENSAIO EXCLUSIVO
POR XXX REAIS”. A frase vai acompanhada de uma foto do seu trabalho e você
recebe algumas curtidas, emojis 😊, um obrigado e com
sorte uma resposta do tipo: “vou falar com meu marido e te respondo”. Enfim, a
gente já sabe qual é a resposta nessa última alternativa.

MARKETING É A ARTE DE
CRIAR VALOR GENUÍNO AOS CLIENTES

O processo envolve todos
do mercado. Na ânsia de divulgar e aparecer, o fotógrafo promove sem pensar em
todo o resto. Talvez a explicação aqui seja a parte da vaidade e da paixão. Amo
as minhas fotos e quero mostrar para todo mundo. O fato é que nesse ponto está
correto. A fotografia é, antes de mais nada, o marketing inicial. Sua foto
passa uma mensagem (seja ela boa ou ruim).

O que falta, por outro
lado, é gerar uma conversa. Pois a promoção no marketing 4.0 virou conversa.
Como você faz para conversar com seus clientes? A confusão hoje no ramo é que
vendas é marketing. Que você deve aplicar técnicas de vendas para atrair
clientes. Mantê-los por perto já é outra história. O papel da venda é fechar o
negócio. Gerar o faturamento. Por fim, isso é bem óbvio.

Marketing em tempo
real
– nas redes sociais você consegue conversar e sentir os desejos,
necessidades agora. Acompanhando, perguntando, criando em colaboração. Não usar
esse efeito do que ocorre ao vivo é um grande desperdício. Afinal, usar uma
Live, um post no Instagram ou outra rede social se encaixa bem nesse exemplo…

Marketing de conteúdo
– você como profissional da imagem gera conteúdos o tempo todo.  Seja com fotos, vídeos, textos, histórias ou
relatos. Você aproveita esses conteúdos adaptados para cada canal? Pode ser
combinado com suas redes sociais, no seu site e afins. Mas poderia até ser um
evento presencial com parceiros e atraindo seus prospects e consumidores.

Marketing de permissão
– é pegar sua base de seguidores e pedir a autorização deles para conversar com
mais frequência. Foi a partir da criação desse tipo de marketing que surgiu o
inbound marketing. Mas não adianta ter a autorização para criar pseudos
histórias e bombardear seus clientes ou interessados com e-mails. Assim como
utilizar outras formas de contato para tentar vender, pois dá na mesma que o
velho estilo de vender, o tal do funil de vendas em tudo o que está relacionado
no marketing digital. Gerar contatos e cadastros para enviar comunicação com
frequência por e-mail e afins. A chance de se desgastar aqui é considerável.

O MARKETING NÃO É UMA
COISA TÃO NOVA

A principio, a verdade é
que existem muitas variações de marketing e suas denominações. Alguns
especialistas falam em mais de 20 estilos como os mais usados hoje. Entre eles
o outbound marketing que faz o barulho de forma aberta (propaganda em tevê é um
bom exemplo disso). O marketing não é uma coisa tão nova. São 60 anos de
história.

Logo é bem mais jovem do
que a fotografia que tem dois séculos de história. O que todo marketing
independente de qualquer coisa deveria ter é a mesma função. Conseguir fazer
você vender mais de forma indireta. Pois na essência a definição é a mesma independentemente
do tipo. “Eu preciso atrair e manter clientes”.

O que representa de forma
concreta gerar valor para a sua marca. O consumidor da fotografia tem que
perceber o valor do que oferece. Incitar o desejo, criar uma experiência e
fazer com que ele retorne e te indique. Sabemos que nenhum desses pontos é
coisa fácil de fazer. Para Kotler e outros grandes nomes do marketing mundial  marketing é uma coisa só. Digital, analógico,
live marketing…no fim é tudo a mesma coisa.

COMO CONQUISTAR A
FIDELIDADE DO CLIENTE

É aquele casal que depois
do casamento chamou o fotógrafo para fazer a gestante, parto e todas as etapas
importantes da família. A fotógrafa de aniversário que é chamada todos os anos
para retratar as crianças. O fotógrafo da família que faz o acompanhamento do
bebê, depois batizado, depois o primeiro aniversário e por aí vai. Como você pode
fazer o cliente comprar de você com frequência?

Fonte: https://bit.ly/2SLzywD

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A LUZ PLANEJADA!

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Atualmente, não há nenhum ambiente planejado pelo fotógrafo ou mesmo arquiteto que não contemple um projeto de iluminação que, além de aproveitar a luz natural, trabalha com diversos tipos de fontes em cada ambiente

Essa é uma abordagem que pode
fazer parte de um trabalho autoral, unindo a criatividade do arquiteto ao olhar
artístico do fotógrafo.

O foco pode ser direcionado para
alguns conceitos da percepção visual, como perspectiva, ponto de fuga e
equilíbrio de linhas, conhecimentos dominados pelos arquitetos – e não é atoa
que muitos arquitetos – e não é a toa que muitos arquitetos se tornam bons
fotógrafos em diversas áreas, já que têm uma noção de equilíbrio visual muito
apurada.

Para produzir algo relevante no
campo autoral, o fotógrafo precisa compreender o projeto de um ambiente
tridimensional no espaço bidimensional da foto, retangular e limitado. Registra
diferentes ângulos de mesmo espaço, mais abertos e mais fechados, com
enquadramentos horizontais e verticais, é o ponto de partida para encontrar a
composição ideal para o que foi idealizado.

Para muitos especialistas da
área, a luz do final da tarde em pelo lusco-fusco, é a mais nobre para ser
usada em qualquer tipo de trabalho com fotografia de arquitetura, o que inclui
imagens autorais, sendo possível mesclar luz natural e artificial, trabalhando
com ambiente interno e externo.

E, diante de uma luz mesclada,
ajustar o equilíbrio de branco de modo personalizado é uma das principais
preocupações técnicas que o fotógrafo deve ter para corrigir apenas eventuais
desvios de cor na pós-produção. Outra iniciativa fundamental é fazer a captura
sempre em formato RAW, o que facilita ainda mais na hora de fazer os ajustes de
cor, altas e baixas luzes via computador.

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TELEOBJETIVA PARA RETRATOS

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Embora não haja uma chamada “objetiva para retratos”, há um consenso geral (e de longa data) de que o uso de uma teleobjetiva de distância focal média, em geral, é a melhor opção para fotografar pessoas sem incluir muito do fundo

Há duas razões principais para
essa escolha: ela não irá distorcer a face do retrato como ocorre com uma
imagem angular e permite uma “distância de trabalho” confortável – a distância
que normalmente se fica para fazer um retrato enquadrado da cabeça aos ombros
.

Uma teleobjetiva também é ótima
para fazer retratos cândidos ou espontâneos, a uma distância que encoraja o
modelo a “esquecer” que você está lá.

1. ACOPLE A OBJETIVA – Uma distância focal cerca de 75-135 mm é
ideal de retratos, então use uma objetiva fixa adequada ou uma zoom que cubra
toda a distância.

2. AJUSTE O FOCO AUTOMÁTICO – Cheque se a câmera (e a objetiva)
está ajustada para o Foco Automático (AF) e que a estabilização da imagem (se
houver) está ligada, caso pretende fazer à mão livre.

3. ESCOLHA O MODO CONTÍNUO – O modo contínuo emitirá disparar uma
série (burst) de fotos, que ajudarão a captar a maioria das expressões.

4. ENQUDRE COM O MONITOR LCD – Usar o monitor LCD (se sua câmera
tiver um) permitirá enquadrar olhando por trás da câmera permitindo que você se
comunique com o retrato, sem ter a câmera na frente do seu rosto.

5. FOCO – Como regar geral, você deve procurar focar os olhos do
retrato quase sempre que estiver fazendo um retrato, simplesmente porque essa é
a primeira característica que as pessoas tendem a olhar.

OBJETIVAS FIXAS – Uma objetiva fixa de 50 mm é perfeita se você usa a câmera com sensor do tamanho APS-C, possibilitando um ângulo de visão equivalente a 75-80 mm de distância focal, onde o fator de corte faz a diferença. A maioria das objetivas fixas 50 mm também vem com um à ampla abertura máxima – ótimas para desfocar o fundo da cena.

ESTA TÉCNICA TAMBÉM FUNCIONA PARA… Uma teleobjetiva com distância
focal também é uma boa escolha para closes, especialmente para insetos. Uma distância
focal bem popular para macros é a 105 mm, pois quanto mais longa a objetiva,
melhor para obter um close, sem ter de se aproximar muito e assustar o assunto.

RESULTADO – Uma teleobjetiva de distância confortável entre o
fotógrafo e o retrato, assim ele “esquece” que há uma câmera próximo de seu
rosto.

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SE QUISER EXPLORAR SOMBRAS!

por em .

Parte disso parecerá incrivelmente óbvio, mas caso queira ver a sombra do seu tema, mova-o para uma distância de pelo menos 30 cm do fundo

E você a verá, se seu flash
estiver de um lado ou de outro (a menos que esteja fotografando de frente para
o tema, mas pode provavelmente não está certo?).

É claro que essa sombra será bastante suave, conforme exemplo acima, porque você está usando um softbox, difusor ou algo para fazer com que a luz seja mais lisonjeira, mas se você quiser uma sombra mais escura? Uma com bastante definição, que não fique borrada?

Então, é preciso usar sua uma luz mais dura – isso mesmo tire seu softbox de campo e use somente a cabeça do flash. Se decidir seguir por esse caminho, certifique-se de que a pessoa sendo fotografada tenha uma pele limpa e impecável, porque essa luz será bem clara, impactante e não tão harmoniosa (a menos que, de novo, a pessoa tenha uma pele maravilhosa). Isso criaria sombras escuras, com contornos bem definidos, de cor cinza médio.

Se quiser que as sombras sejam
mais escuras, dramáticas, ricas, com os contornos bem fortes, acople uma grid
ao flash talvez uma da Rogue ou da MagMod, que diminuiria a área e concentraria
o feixe de luz, criando sombras mais escuras e detalhadas.

Experimente!

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O CLÁSSICO EFEITO DRAMÁTICO DE HOLLYWOOD

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A atriz Michelle Pfeiffer fotografada por Joe McNally

Eu me lembro da citação que ouvi de Joe McNally, que um editor de fotos lhe dissera anos antes, quando estive em Los Angeles: “Se quer tornar algo mais interessante, ilumine apenas uma parte”.

Essa é a base para esse efeito
dramático hollywoodiano – iluminar apenas uma parte do tema. É claro, a luz do
flash quer se espalhar por todos os lados, mas é oposto do que faremos.

Se quiser realmente esse efeito,
precisará de um Snoot – um acessório que se coloca sobre a parte de cima do
flash, para estreitar o feixe de luz (muito mais do que uma grid) até que haja
apenas uma pequena passagem de luz que você posiciona estrategicamente flexível
(feito de borracha), que controla a largura do feixe (você consegue quatro
larguras diferentes).

DICA: O feixe de um snoot é tão fino que você pode ter que ficar
junto ao flash para apertar o botão de “teste” e conseguir vê-lo disparar, para
posicioná-lo exatamente onde deseja sobre o tema, antes de voltar a seu lugar.
Você consegue esse efeito com a grid da Rogue (ela tem o próprio tubo para
afunilar a luz), mas é preciso posicionar o flash bem próximo do tema (cerca de
45 cm do seu rosto).

 Ok, agora que você já tem snoot no flash, e o direciona para seu tema a partir de cima, bem em cima do seu rosto, faça com que ele olhe na direção da luz, para cima (a pose clássica de Hollywood), ou por coma dos ombros (outra pose clássica), e deixo o drama acontecer (com sorte, somente na foto, não no processo de fotografar em si).

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ELEMENTOS BÁSICOS COMPOSITIVOS

por em .

Procure explorar os elementos básicos de composição, como as linhas que podem guiar o olhar do observador da sua imagem

E com
isso a sua fotografia se tornará mais interessante e muito diferente das fotos
que comumente se vê por aí.

Você também
pode e deve explorar os contrastes, incluir luz e sombra em suas imagens,
destacar texturas, enfim, há uma infinidade de possibilidades e basta somente
observar e tentar diversas vezes até conseguir o resultado desejado.

Outros
elementos que você pode usar também são as formas e molduras, basta observar os
locais por onde você passar e identificar estes elementos que irá se
surpreender com o resultado.

O mais
importante mesmo é você explorar os pontos de vista e se lembrar que o
fotógrafo deita no chão, sobe em arvores, levanta, abaixa, enfim o fotógrafo
não é um turista que pendura a sua câmera no pescoço e não busca por novos
ângulos.

Ao explorar
novos ângulos, o seu repertório de possibilidades e imagens exclusivas aumenta
de forma significativa, pois, um novo universo se abre em sua mente e visão de
fotógrafo.

É muito interessante também assistir novos filmes, documentários e séries de forma mais técnica, observando os cortes e enquadramentos e isso irá melhorar e muito a composição das suas fotografias e devagar você irá evoluindo em suas imagens.

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OLHAR DIFERENCIADO!

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Todas as informações e dicas que você conseguir catalogar conforme for viajando irão te ajudar e muito na produção de novas imagens


inúmeras maneiras de fazer viagens fotográficas, alguns fotógrafos ou
entusiastas gostam de estabelecer uma espécie de roteiro, até mesmo com os
minutos e acabam não fugindo dos seus planos estabelecidos
.

Há também
quem se recuse a seguir um roteiro ou um plano fotográfico e também prefira aproveitar
melhor a viagem e fotografar o que achar interessante conforme vai passando
pelos locais.

Entre estes
dois tipos de fotógrafos, existe uma gama enorme e até mesmo infinita nos
estilos de viagens fotográficas. O fundamental mesmo é buscar o máximo de
aproveitamento ao viajar fazendo suas imagens e trazer consigo excelentes
recordações.

É
indiscutível que fazer um planejamento antes de viajar para o destino irá te
proporcionar imagens excelentes, e desta maneira é possível também se preparar
em relação aos equipamentos que serão usados, acessórios, entre outros.

Vale a pena
lembrar também que se você for viajar para um local em alta temporada, pode
reduzir de forma significativa as possibilidades de imagens, uma vez que as
paisagens estarão cheias de turistas.

O principal fator é se desafiar e explorar novos pontos de vista e perspectivas, e também tente procurar ver o lado bom das coisas, às vezes, um elemento que é distração pode se tornar parte da sua imagem e ainda valorizar e muito o seu quadro. Desafie suas possibilidades e desenvolva temas e imagens inéditas.

Aproveite para rever mais dicas sobre novos desafios temáticos nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

PIONEIRISMO
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RESTAURANTE É CONDENADO POR USAR IMAGEM DE GRAFITE SEM AUTORIZAÇÃO

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Pintura oficial de AQI Luciano reproduzida indevidamente na fachada de restaurante

Restaurante é
condenado por usar imagem de grafite sem autorização

Tábata Viapiana/Conjur

É indispensável a
concessão de autorização prévia para veiculação pública de uma obra artística.
Com esse entendimento, o juiz Cláudio Pereira França, da 2ª Vara Cível de São
Paulo, condenou a franqueadora de um restaurante mexicano a indenizar em R$ 20
mil, a título de danos morais — por violação de direitos autorais —, o artista AQI
Luciano.

O grafiteiro foi
contratado para criar um painel exposto na primeira unidade da rede de
restaurantes, no Rio de Janeiro, em 2017. Segundo o artista, a pintura foi
alterada e reproduzida indevidamente na fachada de outra franquia, na zona
norte da capital paulista, bem como passou a ser usada, sem créditos, como
marca do restaurante nas redes sociais.

De acordo com o juiz, há
prova documental do uso, sem autorização, da obra de autoria do grafiteiro.
“Nessa senda, a negativa geral alegada em contestação não trouxe qualquer
fato impeditivo, modificativo ou extintivo do direito do requerente, nos termos
do artigo 373, inciso II, do Código de Processo Civil”, completou.

Para justificar a
condenação, França citou o artigo 5º, inciso XXVIII e alíneas da Constituição
Federal, além dos artigos 28 e 29 da Lei 9.610/1998. Ele afirmou ainda que
ficou comprovado o dano moral e a necessidade do restaurante em indenizar o artista:
“Na situação trazida a exame, não resta dúvida que o ator sofreu grande
transtorno a ver sua criação artística ser utilizada pelas requeridas sem a
devida autorização”.

O magistrado condenou o
restaurante a remover a reprodução indevida da obra, o que já foi feito, além
de excluir as postagens com a imagem nas redes sociais, sob risco de multa de
R$ 1 mil por dia, limitado a R$ 10 mil, em caso de descumprimento.

Fonte: https://bit.ly/38JjscH

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