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sobre o mundo da fotografia

CINEASTAS E FOTÓGRAFOS DEBATEM COMO AS PERIFERIAS CONSTREM A PRÓPRIA IMAGEM

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O tema faz parte do ciclo “Centralidades periféricas”, que procura aproximar a universidade das periferias, trazendo para dentro da USP discussões sobre como as diversas formas de manifestações artísticas podem ajudar a transformar as periferias do País

Periferia em Movimento

A produção cinematográfica e fotográfica das e sobre as periferias das metrópoles brasileiras será discutida no encontro  “Quando as Periferias Constroem sua Própria Imagem”, no Instituto de Estudos Avançados (IEA) da Universidade de São Paulo.

Será o quarto evento do ciclo Centralidades Periféricas, uma realização da Cátedra Olavo Setúbal de Arte, Cultura e Ciência (parceria entre o IEA e o Itaú Cultural), com coordenação da ativista social, cultural e educacional Eliana Sousa Silva, atual titular da cátedra.

O evento terá cinco expositores: o diretor teatral, documentarista e escritor Marcus Faustini; o cineasta Jeferson De; o fotógrafo João Roberto Ripper; a cineasta Thais Scabio; e o fotógrafo Bira Carvalho. Para participar é preciso efetuar inscrição prévia (quem for acompanhar o encontro ao vivo pela internet não precisa se inscrever).

Cinema

Faustini é autor do livro “Guia Afetivo da Periferia” (2009) e iniciou seu trabalho de direção teatral em 1998. Entre seus documentários está “Cante um Funk para um Filme”. Em 2011, criou a Agência de Redes para Juventude, destinada a concretizar as ideias de jovens da periferia em projetos relevantes para suas comunidades.

A metodologia criada por Faustini para a agência foi premiada em 2012 pela Fundação Calouste Gulbekian, que a selecionou para ser implantada em comunidades de Londres e Manchester, no Reino Unido.

Thais já dirigiu e/ou produziu duas dezenas de trabalhos, entre curtas, médias-metragens, animações e videoclipes.  Metade deles foram realizações da produtora Cavalo Marinho Audiovisual, na cidade de Diadema, Grande São Paulo, fundada por Thais e pelo diretor Gilberto Caetano em 2006.

A exemplo da agência de Faustini, a produtora também atua na formação de jovens, oferecendo cursos das linguagens de cinema digital e animação 2D, além de se dedicar à difusão (em parceria com o coletivo Mascate Cineclube), com exibições itinerantes de cinema de rua em vários bairros.

Formado em audiovisual pela Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, Jeferson De realizou no âmbito acadêmico a pesquisa “Diretores de Cinema Negros” e depois estudou a representação dos negros pelo cinema brasileiro.

Esses estudos o levaram a lançar em 2000 o manifesto “Gênese do Cinema Negro Brasileiro” – mais conhecido pelo apelido “Dogma Feijoada” – com recomendações a serem observadas pelo cinema negro.

Jeferson De já dirigiu três longas-metragens”: “Bróder” (2009), “O Amuleto” (2015) e “Correndo Atrás” (2018). “Bróder” foi selecionado para o 60º Festival de Berlin em 2010 e ganhou cinco prêmios no Festival de Gramado e quatro no Festival de Paulínia em 2011. “Correndo Atrás” foi lançado em fevereiro no Pan African Film Festival, em Los Angeles, EUA, e estreou no Brasil em junho.

Fotografia

Fotógrafo autodidata com passagem pelos jornais “Luta Democrática”, “Diário de Notícias”, “Última Hora” e “O Globo”, Ripper foi um dos fundadores da sucursal carioca da Agência F4, criada no final dos anos 70 por profissionais dedicados à documentação social e econômica da vida brasileira.

A F4 terminou em 1991. Pouco depois, Ripper fundou a Imagens da Terra, uma entidade sem fins lucrativos voltada à utilização da fotografia para denúncia social. É também o idealizador e criador do projeto Imagens do Povo, no Observatório de Favelas.

Desde 2016, o Imagens do Povo é coordenado por Carvalho, morador desde 1975 da Favela Nova Holanda, do Complexo da Maré, no Rio de Janeiro. Ele começou a fotografar em 2000 e fez o curso para fotógrafos populares promovido pelo Observatório de Favelas e por Ripper em 2004. Carvalho já participou de seis mostras coletivas.

Fonte: https://goo.gl/9MHqFX

Aproveite para rever mais dicas sobre fotojornalismo nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

POR QUE O FOTODOCUMENTARISMO É IMPORTANTE?

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No século XIX, com a necessidade da Fotografia impressa na mídia, nasceu uma nova profissão: o repórter fotográfico, ou fotojornalista

Revista QB/Ricardo Rezende

O nascimento do fotodocumentarismo, além da questão testemunhal, está vinculado ao aspecto social, como pobreza, desemprego, fome, trabalho infantil, drogas, etc. Tem como pressuposto a transformação social por meio da fotografia.

Alunos do curso de Fotografia se deparam com esse assunto que movimenta o mundo desde que a Guerra da Crimeia, em meados do século XIX, foi noticiada pela mídia.

Existe uma diferença entre fotojornalismo e fotodocumentarismo. O fotojornalismo preocupa-se com indícios de um tempo, existe uma rapidez entre a produção de uma fotografia e a sua publicação. Já o fotodocumentarismo não possui uma marca de tempo específica.

O conteúdo do fotodocumentarismo tem a intenção de fazer a denúncia social de problemas. O profissional dessa área, quando tira uma foto ou realiza uma série fotográfica, tem a intenção de fazer nascer o desejo de promover mudanças sociais.

O dia a dia das guerras possibilitaram um grande legado para a fotografia documental. Cito como exemplo a Guerra do Vietnã. As fotos mostravam um ambiente terrível. A ideia era de que as fotos chocassem a opinião pública para que essa se colocasse contrária à guerra. Isso aconteceu também em todas as guerras que se seguiram.

No curso, essa aula mostrou qual a diferença entre essas profissões e também as possibilidades de novas carreiras para os formandos em Fotografia.

Fonte: https://goo.gl/qAuJPQ

Aproveite para rever mais dicas sobre fotojornalismo e fotografia documental  nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

CÂMERAS DE ENTRADA E SEMI-PROFISSIONAL

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Lembrando que essa dica serve para qualquer pessoa que queira comprar uma máquina fotográfica, mas é especialmente voltado para futuros profissionais, e pessoas que desejam trabalhar com fotografia

Vanessa Alves

Vou deixar minha opinião bem clara quanto ao uso das câmeras de entrada e semi-profissionais, é a minha opinião perante ao que venho acompanhando sobre o uso dessas categorias.

Alguns fotógrafos insistem em dizer que uma câmera de entrada não pode ser usada para trabalho profissional e eu sempre discordo. Esse é um posicionamento de quem possui a cabeça fechada para o mundo e não quer concorrência.

Com uma máquina de entrada é possível fazer um ótimo trabalho profissional (tanto para fotografia, quanto para o vídeo). É uma excelente câmera, e a qualidade dela é profissional. Possui todos os ajustes de uma semiprofissional.

A minha experiência na fotografia, que já são 15 anos, me prova que o que faz a fotografia ter qualidade profissional, seja amadora ou semiprofissional é quem está controlando a câmera, ou seja, o fotógrafo. Muito profissionais utilizam câmera de entrada para vídeo e para fotografia.

Tanto a câmera de entrada e a semiprofissional são câmeras DSLR (digital single-lens reflex), mas elas possuem suas diferenças.

A câmera de entrada possui corpo de plástico, já a semiprofissional é mais robusta, feita em magnésio, resistente a mais cliques, à poeira e às condições climáticas extremas (ex: o frio do Alasca ou o calor de um vulcão). Dai você deve estar pensando: “Mas, Vanessa, ela é melhor então! Devo comprá-la?” E eu te respondo, ela é mais resistente, mas pense se você realmente irá fotografar nessas condições?

E mesmo se for, irá ficar lá por quanto tempo?

Na hora de comprar é necessário avaliar essas questões. Uma semiprofissional pede um investimento maior, mesmo para quem trabalha com eventos, às vezes, é um investimento alto para poucos eventos mensais.

DICA: Se você for trabalhar com eventos, como casamentos e aniversários e for um número alto de eventos por mês, a semi-profissional é melhor, pois aguenta mais cliques, o que quer dizer que a vida útil dessa categoria é maior.

As semi-profissionais possuem mais opções no menu, tiram mais fotografias por segundos (são rápidas), possuem mais pontos de foco automático e respondem melhor em ambientes escuros. Eu gosto bastante dessas máquinas, principalmente para esporte e eventos.

O SEGREDO NÃO É TER O MODELO MAIS CARO

Não se acanhe na hora de comprar sua máquina, se esta for uma semi-profissional ou de entrada. Elas são máquinas excelentes, que muitos profissionais usam.

A diferença delas para uma profissional é pouca, é mais questão de sensor maior, menu, pixels e peso. O que fará muita diferença é você saber manusear a câmera, e entender como utilizar os ajustes, enquadrar e etc.

Você pode ter a câmera mais cara e melhor do mundo, mas se você não souber o que é a exposição da imagem, composição, iluminação e não ajustar sua máquina para tudo isso… não irá adiantar nada. É como ter uma Ferrari e não saber dirigir.

Recomendo duas marcas de câmera semi-profissional: Canon ou Nikon. Leia um artigo sobre o porquê dessas marcas serem um sucesso aqui. Qualquer uma que você comprar será um bom negócio.

Elas possuem ótimo sistema de lentes e sensor de captura de imagem. Alguns fotógrafos preferem Canon outros Nikon, é uma questão de gosto. Eu prefiro Canon, gosto do menu e da disposição dos botões, mas já fiz muitos trabalhos com Nikon e ela é ótima, é só questão de costume e hábito. Também possuo lentes para Canon e quando vou comprar uma nova máquina escolho Canon por ter o equipamento compatível.

As câmeras semi-profissionais e de entrada mais recentes já gravam vídeo Full HD, o que é muito bom.

Quem faz a fotografia é o fotógrafo!

Tipos de Máquinas Fotográficas

.Canon SL1

.Canon SL2

.Canon T5

.Canon T6

.Canon T7

.Canon 80D

.Canon 7D

.Canon 7D Mark II

.Canon 6D Mark II (Full Frame*)

.Nikon D7200

.Nikon D7500

.Nikon D610 (Full Frame)

.Nikon D500

Câmera de Entrada – Semiprofissional

* Ela está entre a Canon 7D II e a Canon 5D Mark III. Ela é uma câmera semiprofissional de entrada para a categoria full frame. É como uma semiprofissional avançada. O mesmo vale para a Nikon D610.

.Nikon D3300

.Nikon D3400

.Nikon D5300

.Nikon D5500

.Nikon D5600

.Canon T5i

.Canon T6i

.Canon T6s

.Canon T7i

.Canon 77D

Leia mais:  GUIA DEFINITIVO.PDF

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DESENVOLVENDO UM ESTILO PESSOAL

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Uma das coisas que muitos fotógrafos debatem é sobre como desenvolver um estilo pessoal. Foto: Paris, de Robert Doisneau anos 50

Nós geralmente pensamos em estilo como algo relativo à moda ou sobre o objeto de design, e muitas vezes imitamos esses estilos, assim como cultivamos o nosso próprio. O mesmo principio é válido para a fotografia. Podemos aprender com aqueles antes de nós.

Eu desenvolvo o meu estilo estudando as fotografias dos mestres, lendo livros sobre Ansel Adams, Henri Cartier-Besson, Paul Strand, Irving Penn, e a lista continua. Os blogs de fotografia são outra ótima maneira de obter ideias sobre o seu estilo próprio, assim como você pode aprender técnicas que podem ser aplicadas ao seu trabalho.

 O melhor conselho que posso dar é: seja honesto consigo mesmo e corra riscos. Eu levei quase 20 anos para levar tudo isso a sério e para focar verdadeiramente no desenvolvimento do meu estilo pessoal.

Então de um tempo a si mesmo para errar e crescer.

Cinco Dicas para Desenvolver o Seu Próprio Estilo:

  1. Anote os assuntos sobre os quais tenha interesse. Você gosta da macrofotografia, dos retratos, da fotografia de rua, das paisagens, das fotos coloridas, e da preto & branco?
  2. Não se preocupe em ser bom em tudo. Mas lembre-se que “Quem é pau para toda obra não é mestre de ninguém”. Selecione um tipo de fotografia da qual realmente goste e se jogue.
  3. 3. Estude o trabalhos dos fotógrafos que você respeita e tente reproduzir o estilo deles. A verdade é que todos os fotógrafos, sabendo disso ou não, em algum momento copiaram o estilo de outros fotógrafos no caminho de encontrar o seu próprio.
  4. Assuma riscos e experimente novas tecnologias, como a HDR, use o efeito preto & branco, o filme fotográfico e aprenda utilizar o Lightroom. Você talvez não use essa tecnologia todas ás vezes, porém esta lhe dará uma ideia sobre os elementos dos quais gosta na foto, e ainda terá uma base para escolhê-las.
  5. Crie uma predefinição quando editar uma foto que realmente te caracterize. Assim, tente fazer o mesmo nas outras fotos observe até onde vai. Você pode continuar a aprimorar a predefinição e adquirir um estilo básico.

“Foco obstinado”. Acho que o mesmo conselho pode ser dado aos fotógrafos iniciantes. Já vi muitos que submergirem completamente no desenvolvimento do seu estilo fotográfico em relativo curto espaço de tempo.

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SOFTBOXS QUE SE ENCAIXAM EM SPEEDLITES

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Montando o softbox para usar no speedlite

Um softbox proporciona um espaço para a luz do flash ou do estrobo refletir antes de seguir através dos painéis difusores em sua frente.

É uma ótima maneira de fazer o tamanho aparente do seu Speedlite parecer muito maior. A vantagem de uma fonte de luz maior é que as sombras suavizam quando a luz vem de vários ângulos, da mesma forma que as nuvens suavizaram a luz solar.

Lastolite Ezybox Speed-lite

Este é o preferido dentre os softoboxes montados no Speedlite. Tem um painel difusor interno ou externo para que a luz suave bastante. A gente quadrada de 23 cm é a maior neste grupo. A face é rebaixada, de modo que há uma borda definitiva para a luz, muito útil para sua difusão. É montada de forma rápida e segura no Speedlite sem cintas adicionais. Dobra-se rapidamente.

LumiQuest Softbox lll

O LumiQuest Softbox lll é uma engenhosa combinação de plástico de cartolina. Mede 20cmx23 cm de frente, mas dobra facilmente para transporte. Embora não seja o mesmo que fotografar com um softbox grande, como o Lastolite Ezybox, o tamanho é grande o suficiente para criar uma luz suave em close-up.

Ele se acopla diretamente ao seu Speedlite através de tiras de velcro (incluídas) ou tanto no LumiQuest Cinch Strap quanto no Honl Speed Strap.

Honl Traveler 8

A característica mais marcante do Honl Traveler 8 é que sua parte frontal é circular ao invés de quadrada. Isto se torna aparente nos reflexos (o reflexo softbox) nos olhos. Como o painel frontal removível é expresso, feito de nylon branco, o Traveler 8 tem uma luz mais forte no centro. Você pode usar isso as seu favor e criar um caimento quando usado em close. Se quiser ainda mais luz, então coloque um Sto-fen em seu Speedlite antes de conectar o softbox a um Honl Speed Strap. Assim como todos os modificadores Honl, o Traveler 8 é leve, fácil de guardar e rápido de montar.

Dica do Speedliter

Coloque o seu softbox o mais próximo possível.

Lembre-se de que para a luz mais suave, você tem que colocar seu softbox o mais perto do assunto possível. Isso aumenta o tamanho aparente dele em relação ao assunto. Com isso a luz vem em vários ângulos e as sombras são suaves. Quanto mais longe o softbox estiver, mais dura à luz se tornará.

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FUTEBOL EM CONTRALUZ

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Características desse tipo de foto: Uma excelente combinação entre a silhueta dos jogadores e a contraluz no estádio, associada a uma foto angulada que fez esses jovens parecerem maiores do que em tamanho natural

  • Há duas chaves para fazer essa foto: A primeira é a composição. Para que os jovens pareçam grandes, você precisa se abaixar bastante e fotografar de cima para baixo com uma objetiva grande angular. (utilizei uma objetiva zoom ultra grande angular de 14-24 mm em uma câmera full-frame). Quando digo para fotografar de uma posição bastante baixa, você precisa realmente deitar-se no chão ao fotografar de cima para baixo a fim de obter essa perspectiva. Outro segredo dessa foto é esperar até o por do sol para fazê-la.
  • Os jovens foram iluminados utilizando um flash externo (nesse caso, um flash Nikon SB-900) montado em um pedestal leve, portátil, com um softbox pequeno Ezybox na frente dele para suavizar e controlar a difusão da luz. Para ambas as fotos, o flash no pedestal foi posicionado à direita (do nosso ponto de vista), um pouco fora do quadro.
  • O segredo aqui é alternar para o modo Program, desativar o flash, apontar para o tema, manter o botão do obturador pressionado até a metade até a metade e então verificar a velocidade do obturador e o diafragma escolhido pela câmera. Altere então para o modo manual, insira esse diafragma e essa velocidade de obturador, ligue o flash e utilize uma potência realmente baixa – apenas o suficiente para iluminar o tema. Além disso, coloque u filtro laranja sobre a cabeça do flash para que sua luz não pareça muito branca artificial.

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CÂMERA MIRROLESS

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A Mirrorless é uma câmera de tamanho compacto, sem espelhos e com ajustes de DSLR

Toda câmera DSLR(digital single-lens reflex), possui um espelhos que refletem a luz que entra para direcioná-la ao view finder, que é onde colocamos o nosso olho. 

Vanessa Alves

A câmera Mirrorless, simplesmente não possui esse espelho, ou seja, a luz entra direto para o sensor, mostrando a imagem no LCD. Isso possibilita a redução do tamanho da máquina e a torna silenciosa, sem o barulho do levantar do espelho. O sensor dela está 100% exposto, o que gera um tempo útil de vida menor da máquina.

Essa categoria de máquina é para quem gosta de fotografia, compreende seus ajustes e lentes. É também para quem quer estudar os ajustes manuais da fotografia.

Com a câmera Mirrorless é possível fazer trabalhos, mas depende muito do modelo escolhido. Para as câmeras Mirrorless existem duas categorias, uma básica e uma avançada.

Linha Básica

A linha de câmera básica é muito boa, mas é para quem tem a fotografia como hobby ou de forma amadora. Os modelos são pequenos, fáceis de carregar e possibilitam todos os ajustes, mas elas não lidam tão bem com o ISO alto, baixa luz, e seus corpos são menos resistentes que uma Mirrorless avançada.

São câmeras de fácil transporte em viagens de passeio, festas e no dia a dia para registrar os momentos.

Linha Avançada

 A linha de câmera Mirrorless avançada tem um corpo maior que os modelos básicos, trabalha melhor com baixa luz e com a parte do vídeo. E ela “compete” com alguns modelos de DSLR.

O grande pAroblema é que o preço dela é muito alto, alguns modelos são mais caros que uma câmera DSLR profissional top de linha, como a Canon 1Dx Mark II.

Alguns fotógrafos usam modelos Mirrorless para trabalhos com foto e vídeo, mas são os modelos avançados.

Com todos os modelos dá para explorar o olhar, técnica, enquadramento. E também é possível usar lentes profissionais.

Eu gosto dessa categoria, são câmeras menores, de qualidade, e poder fazer os ajustes manuais as tornam ainda mais especiais. Se você comparar com as DSLR, pode ser que fique na dúvida em definir qual é a melhor. Mas fique tranquilo pois não existe certo ou errado, ou melhor e pior. Tudo é mais uma questão do que você precisa para aquele momento. Você verá pessoas defendendo a DSLR e outras defendendo a Mirrorless.

Mas eu acredito muito que temos que “olhar e falar”: Existe a câmera Mirrorless e a câmera DSLR, e ambas são muito boas.

Faixa de preço: a partir de R$1900,00

Principais pontos positivos:

.Sensor de captura maior;

.É uma câmera menor, mais leve e melhor de carregar que uma DSLR;

.Troca de lente;

.Possibilita ajustes melhores que as compactas e Super Zoom;

.Possui o modo manual;

.Controle de exposição da imagem: Diafragma, obturador e ISO;

.Monitor LCD flexível.

Marcas que recomendo:

.Sony

.Canon

.Nikon

.FujiFilm

.Samsung

.Olympus Pen

Existem muitos modelos de câmeras Mirrorless básicas. Por isso, separei as câmeras que considero as melhores, entre diversas opções. Não existem muitas opções de modelos Mirrorless avançadas, a Sony e a FujiFilm são as marcas que tem maior presença nessa categoria.

 Câmeras Mirrorless

Ideal para entusiastas da fotografia

Tipos de Máquinas Fotográficas

.Canon EOS M100

.Canon EOS M50

.Sony Alpha a6500

.FujiFilm X-t20

.Nikon 1 J5

.Olympus PEN E-PL9

.Olympus PEN F

.FujiFilm X-h1

.FujiFilm X-t2

.Sony Alpha a9

.Sony Alpha a7 III

Leia mais:  GUIA DEFINITIVO.PDF

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10 FOTOS QUE QUASE MATARAM SEUS FOTÓGRAFOS

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A dedicação de alguns fotógrafos na busca de uma imagem perfeita muitas vezes os coloca em situações extremas

Hyperscience

Para alguns, tais imagens podem vir a definir suas carreiras, mas o custo pode ser alto.

Fotógrafos de guerra e vida selvagem são os que geralmente correm mais riscos, pois atuam em zonas de constante perigo. A história tem muitos relatos de fotógrafos que morreram nestas circunstâncias, mas vários sobreviveram para contar suas histórias.

O site Listverse selecionou 10 imagens que por muito pouco não causaram a morte de seus fotógrafos.

Confira nesse link: https://goo.gl/Ws8bMn

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CÂMERA GO PRO

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GoPro é na verdade o nome da empresa que revolucionou o mercado de câmera para esporte e aventura

Vanessa Alves

Existem algumas marcas para esse segmento de “Action Camera”, porém o nome mais forte tanto de marca quanto de identificação de câmera deste estilo é “GoPro”.

Esse tipo de câmera tem o foco mais no vídeo, alguns modelos gravam em HD, Full HD e 4k, mas muitas pessoas tem utilizado para fotografia, pois com ela é possível fazer mergulhos, prender em locais e etc.

Embora os ajustes dessa categoria sejam mais automáticos, elas possuem uma boa exposição e cores vivas, inclusive ter cores vivas foi o que mais atraiu as pessoas a começarem a utilizá-las.

Sempre que você ver uma imagem em ação, uma pessoa esquiando ou surfando e alguém acompanhando ao lado, certamente ela estará utilizando uma “GoPro”.

Faixa de Preço: a partir de R$ 500,00.

Principais pontos positivos:

.Fácil de manusear, guardar e carregar;

.Possui diversos acessórios;

.Tem boa qualidade de vídeo e foto;

.Excelente para mergulhos, surfe e etc.

Marcas que recomendo:

.GoPro

.Sony

.Yi Technology

.TomTom Bandit

.Replay XD Prime X

Leia mais:  GUIA DEFINITIVO.PDF

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MAPPLETHORPE: MATT SMITH VIVE FOTÓGRAFO POLÊMICO EM PRIMEIRO TRAILER DA BIOGRAFIA

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A Samuel Goldwin Films divulgou nesta sexta-feira (14) o primeiro trailer do mestre da fotografia, Mapplethorpe, cinebiografia onde o ator Matt Smith (Doctor Who) interpreta o polêmico fotógrafo Robert Mapplethorpe

Lucas Nascimento/Observatório do Cinema

O filme promete abordar a vida de Mapplethorpe nas décadas de 70 e 80, desde sua relação com a cantora Patti Smith até sua carreira como fotógrafo, além da decaída e os impulsos auto-destrutivos.

Ondi Timoner dirige o filme.

Mapplethorpe estreia nos cinemas americanos em 1º de março de 2019.

Veja vídeo : You Tube: https://www.youtube.com/watch?v=TvXLMpjyqpU&feature=youtu.be

Fontehttps://goo.gl/Ln8KLK

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