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sobre o mundo da fotografia

COMPOSIÇÕES NO COTIDIANO

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Teto da estação do metrô, São Paulo

Em cenas do cotidiano há algumas situações onde não é necessário separar um assunto ou desfocar o fundo para se obter uma boa composição. Pode-se usar um grupo de motivos ou assuntos, como tradicionalmente são conhecidos.

Há muitas regras e elementos de composição, como linhas guias, diagonais, formas, padrão e repetição de padrão, texturas, etc. ao encontrar elementos que se repetem, faça um enquadramento que valorize esta repetição e também crie um ritmo em sua imagem.

Quando há uma repetição de padrão, isso torna a sua imagem muito mais interessante e também cria uma conexão com quem observa a fotografia, a tornando muito mais impactante e atrativa.

Observe cada cena com atenção, para obter o que ela oferece para seu estudo compositivo.

Aproveite para rever mais dicas sobre composição fotográfica nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

UM SEGREDO!

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Agora é uma boa hora para relevar um segredo na fotografia de esportes

Não há realmente nenhuma maneira de fazer aquelas fotos extremamente fascinantes (por exemplo, as que vemos em revistas e sites de esporte).

Isso porque quando saímos bem cedo para fotografar no local escolhido esperando fazer uma daquelas fotos que só se consegue uma vez na vida, carregando o pesado equipamento que simplesmente acaba com nossa coluna, logo vemos que já é muito tarde – vários fotógrafos já estão lá, prontos e esperando aquela luz mágica.

Como chegou primeiro, o único local que sobrou foi um pequeno espaçp atrás deles e cada foto feita enquadrará alguns ou todos os equipamentos fotográficos deles, destruindo todas as chances de se fazer “a foto”.

Mas nosso módulo 1 é sobre dicas para fazê-la e temos uma receita especial para essa situação específica. Assim que a luz do dia aparecer no horizonte, aproxime-se sorrateiramente e empurre o tripé deles, derrubando os caríssimos equipamentos palanque abaixo e, quando caem, pressione habilmente o cabo disparador de sua câmera e capture aquela vista maravilhosa ouvindo os vidros se estilhaçarem nas paredes do estádio.

Isso meus amigos, é o som mágico de você fazendo “a foto”. Se ouvir o som ecoado ao longe, tudo se tornará muito mais agradável. Divirta-se.

Brincadeiras à parte, mas nunca se esqueça que a condição básica para fotografia de esportes é congelar o movimento com altas velocidades.

Aproveite para rever mais dicas sobre fotografia de esportes nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

CRIATIVIDADE PARA TIRAR MUITO DE POUCO

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Na prática, a técnica se resume da seguinte forma: fotografar uma pequena árvore a favor do sol vai gerar uma foto sem graça e insignificante

Porém ao fotografá-la contra o sol descobre-se que o capim pode se tornar um ótimo elemento na composição.

Partindo desse pressuposto, é possível encontrar uma diversidade de possibilidades fotográficas presentes em lugares desprezíveis. Uma simples poça d’água formada na calçada depois da chuva pode se transformar em um lago para quem está com o olhar treinado para enxergar o mundo de outro ângulo.

O fotógrafo ressalta que de um mesmo cenário dá para criar uma série de imagens. Tudo é questão de variar o seu ponto de vista.

Procure explorar o sol, o céu azul e tudo que esteja em volta dele.

O ideal, diz, é procurar sempre uma boa locação pouco explorada para não cair nos clichês, como lugares manjados da cidade. Deixar de lado modelos preestabelecidos e buscar novas possibilidades fotográficas é o que todo fotógrafo deve almejar, ensina.

DICAS:
Na contra luz, uma simples moita de capim pode ter um destaque na composição da cena.

Água e um belo pôr do sol são os dois principais ingredientes da receita do fotógrafo.

Com criatividade, cenários simples podem render fotos espetaculares. Experimente!

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TRASH THE DRESS!

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Para quem está disposto a fazer um ensaio Trash The Dress em cenários diferentes, damos uma valiosa dica para as sessões externas

O sol e água são sempre os melhores elementos para composição. Recomendamos que se busque por locações que ofereçam um por do sol sem nenhuma interferência visual ao fundo como também lugares que tenha acesso facilitado a lagos e rios.

Em locações externas é preciso contar com elementos da natureza para composição da cena. Quem tem prática precisa começar a exercitar o olhar, pois nem sempre se encontram cenários que são naturalmente atraentes. Para ele, o ambiente não importa tanto.

O objetivo é destacar a noiva. O cenário é apenas um complemento que precisa ser trabalhado para deixar a foto mais atraente.

Outros quesitos importantes: a posição do sol e o horário. Recomendamos que o ensaio seja feito sempre após as 16 horas – quando é possível conseguir uma iluminação mais dramática por meio de flash de estúdio.

O fotógrafo com um olhar bem treinado pode encontrar uma variedade de cenários em uma área de cerca de 50 metros quadrados à sua volta. Com a experiência, percebe-se que não há necessidade de ir longe para produzir boas fotos.

Basta estar atento à posição da luz e aos efeitos causados por ela. Ele lembra que quando se fotografa a favor do sol é possível conseguir efeitos de um céu azul-anil. Já contra o sol de imagens podem ser mais surreais e dramáticas.

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RENOMADO FOTÓGRAFO DE ESTRELAS, ALBERT WATSON PREPARA CALENDÁRIO COM QUATRO MULHERES

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Ele fotografou para mais de 100 capas da revista Vogue em todo o mundo, além de outras 40 para a Rolling Stone

Ubiratan Brasil, O Estado de S.Paulo

No momento em que a força feminina se impõe em todos os setores da sociedade, culturais ou não, por meio da ação de movimentos como o #MeToo, muitos profissionais vêm se posicionando de forma a não serem injustamente atacados.

É o caso do veterano fotógrafo escocês Albert Watson que, ao longo de uma carreira de mais de 40 anos, se consagrou com imagens de moda, celebridades e arte, a maioria em preto e branco. Ele fotografou para mais de 100 capas da revista Vogue em todo o mundo, além de outras 40 para a Rolling Stone, participando ainda de grandes campanhas publicitárias para marcas como Prada, Chanel e Levis.

 Foi com esse currículo que Watson foi convidado a fotografar as imagens do icônico Calendário Pirelli do próximo ano, produto apresentado na quarta-feira, 5, em Milão.

Notadamente marcado, em sua história, por imagens de mulheres nuas, ainda que nada apelativas, o calendário vem sofrendo mudanças em seu conceito e Watson seguiu pelo mesmo caminho. “A crítica que se faz hoje em dia é contra o assédio, não contra fotos de mulheres nuas”, disse o fotógrafo, em conversa com poucos jornalistas latinos do qual o Estado participou, antes da apresentação milanesa.

“Jamais pensei em assediar alguém que esteja nu diante de mim; caso contrário, não poderia ser fotógrafo de modelos”, comentou. “E quem olhar com atenção o histórico dos calendários da Pirelli, notará que não há exemplos de vulgaridade.”

De fato, para criar as fotos do 46.º calendário da empresa italiana, Watson decidiu criar um conceito em que rompia com o conceito de imagem congelada para, em uma sequência delas, contar uma história. “Ao me aproximar desse projeto, queria ser diferente dos outros fotógrafos e fiquei pensando qual poderia ser a melhor maneira.

Fui à procura de imagens com grande qualidade, com profundidade e que contassem histórias. Não queria meros retratos de pessoas, mas algo que se aproximasse o quanto mais das ‘imagens congeladas’ de um filme.”

Nasceu, assim, Dreaming, um conjunto de quatro histórias que envolvem quatro mulheres muito distintas. “Cada uma delas tem o próprio temperamento, um objetivo de vida e um jeito diferente de fazer as coisas. E todas elas estão focadas no futuro.

O pano de fundo, portanto, são os ‘sonhos’, mas o fundamento do projeto em si é o conto por meio de quatro ‘pequenos filmes’.” Dessa forma, a modelo americana Gigi Hadid interpreta uma mulher obrigada a viver a solidão depois de uma recente separação, dentro de uma torre de vidro. Tem apenas uma companhia, um amigo vivido pelo estilista americano Alexander Wang.

Já a jovem atriz americana Julia Garner, conhecida pela série Ozark e séria candidata ao estrelato hollywoodiano, vive uma botânica, que retrata pessoas em meio à natureza como objeto de seu trabalho.

A terceira história tem a dançarina americana Misty Copeland, do American Ballet Theatre, uma das três principais companhias de balé clássico dos Estados Unidos, no papel de uma bailarina em busca do sucesso ao lado de um amigo, também dançarino, interpretado por Calvin Royal III, também profissional da dança.

O último conto é protagonizado pela modelo e atriz francesa Laetitia Casta, no papel de uma pintora que mora em um pequeno apartamento estúdio com o seu parceiro, interpretado por Sergei Polunin. Ambos sonham com o sucesso: ela como artista, ele como bailarino, profissão, aliás realmente exercida pelo ucraniano Polunin.

“É sintomático que as quatro histórias apresentem mulheres no comando da trama”, observa Misty Copeland, uma mulher amável, com olhar crítico, mas otimista sobre seu ofício. “Especialmente no meu caso e o de Calvin, dois dançarinos negros que conquistamos o respeito pelo nosso trabalho.”

“Todos os cliques foram feitos em widescreen, o que é bem desafiador. Cada uma das quatro mulheres tem o próprio temperamento, um objetivo de vida e um jeito diferente de fazer as coisas”, explica Watson, que se baseou tanto nas imagens de pin-ups, aquelas modelos voluptuosas, que tanto fizeram sucesso nos anos 1950 e que, de uma certa forma, inspiraram os primeiros calendários da Pirelli.

 “Também me baseei nos filmes daquela época, em que as mulheres eram ousadas, fatais – em muitos momentos, busquei identificar Julia Garner com, por exemplo, Barbara Stanwyck.”

Watson, aliás, é grande criador de imagens icônicas – em seu cartel, é possível observar Alfred Hitchcock segurando um ganso (1973), o lutador Mike Tyson de costas com seu avantajado pescoço (anos 1990), e o cantor Mick Jagger com rosto de leopardo (1992). Aos 76 anos, ele já foi apontado como um dos 20 fotógrafos mais influentes de todos os tempos ao lado de Richard Avedon e Irving Penn, segundo a revista americana PDN (Photo Distric News).

“Quando eu era novo, a primeira pessoa famosa que fotografei foi Hitchcock. Ele disse: ‘Meu caro jovem, quando o storyboard estiver terminado, o filme está pronto, só falta filmar’. A essência dessa mensagem é algo que jamais vou esquecer”, conta o escocês, referindo-se à sequência de ilustrações na qual um diretor de cinema prepara antecipadamente a posição da câmera e a filmagem de uma cena.

“A maior parte do meu trabalho foi feita com computação gráfica e em película ou, às vezes, com a combinação de ambas. Por conta disso, para mim, foi muito fácil entrar no espírito do Calendário Pirelli e compor as imagens como fotogramas cinematográficos. Foi uma questão de conseguir que todos esses vários elementos se juntassem e contassem uma história. O ponto em comum é que todas essas pessoas são dinâmicas: pensam no futuro e ficam imaginando onde poderiam estar daqui a 5, 10, 20 anos…”

Fonte: https://goo.gl/7CQDxP

Aproveite para rever mais dicas sobre fotografia de moda nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

JÁ CONHECE O PODER DA FOTOGRAFIA INTELIGENTE?

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Após a Huawei ter realizado, em 2015, uma parceria com a Leica, conceituada marca alemã de lentes e câmeras fotográficas, o mercado de smartphones conheceu uma nova realidade. Quer ver?

Observador PT

Hoje, para além do poder computacional que o pequeno aparelho que trazemos no bolso nos confere, ainda nos permite, na maioria das vezes, deixar a “clássica” máquina fotográfica em casa.

A aventura entre as duas marcas materializou-se no Huawei P9, lançado em 2016, e conheceu uma nova etapa com o lançamento do Huawei Mate20 lite, em setembro deste ano.

Neste equipamento, destinado ao segmento empresarial jovem, são já quatro as câmeras disponíveis, duas frontais e duas traseiras, assistidas por Inteligência Artificial (IA), o que permite tirar fotos em diferentes cenários.

Na parte frontal, o smartphone vem equipado com uma câmera dupla de 24MP e 2MP, o que acaba por marcar a diferença face aos restantes celulares. É que enquanto as câmeras de lente única basicamente dependem de software para virtualizar efeitos de bokeh – aquele efeito desfocado com luzes em formas circulares no fundo criado pela lente –, as câmeras duplas recorrem a uma lente primária para capturar dados principais e a outra para capturar profundidade. Combinando os dados digitalmente, as câmeras duplas podem tirar fotos com efeitos bokeh autênticos, como as captadas por fotógrafos profissionais, com destaque para certos aspetos.

A arte de perspectiva única

E por falar em profissionais, a Huawei convidou Jason Heyman, responsável pelo projeto português Jupiter Pixel, para fazer um verdadeiro “test drive” ao equipamento Mate20 lite, materializado numa “exposição” em fotografias obtidas com o novo smartphone. Aliás, Jason admite que, apesar de especialista na área da imagem, hoje não anda com a sua máquina profissional nos tempos de lazer, pelo que, contou-nos, “quase todas as fotos da minha filha são fotografadas com recurso ao celular”. Testar a câmera do novo smartphone foi um desafio encarado “com muita curiosidade”, até porque “já tinha vontade de testar esta câmera”.

Jason Heyman admite que “a ideia de ter Inteligência Artificial aliada à fotografia é muito promissora, especialmente com o fácil acesso à fotografia em que a premissa é de que qualquer pessoa, independentemente da experiência e formação na área, poderá ter um resultado de qualidade e assim mais facilmente transformar em arte a sua perspectiva única”.

Ao contrário da maioria dos smartphones do mercado, que suportam apenas reconhecimento de ambientes através das suas câmeras traseiras, o sistema de Inteligência Artificial do Huawei Mate20 lite tem uma curiosidade: estudou mais de 100 milhões de imagens, conseguindo reconhecer mais de 500 cenários em 22 categorias tais como retrato, céu azul, neve, edifícios antigos, fogos-de-artifício, plantas, gatos, cães, texto, comida, carros e noite.

O poder da IA

Depois de automaticamente identificar os ambientes, as configurações da câmera assentes em Inteligência Artificial ajustam-se aos mesmos, fornecendo aos utilizadores os melhores resultados, bem como uma experiência de fotografia inteligente. “Foi muito interessante. Fartei-me de fotografar e filmar ambientes e objetos, tanto banais como complexos e fui descobrindo o quanto a máquina fazia por mim!”, enfatizou Jason Heyman. De resto, garantiu-nos nunca antes ter manuseado um celular com este tipo de algoritmos para a câmera fotográfica. “Este deteta diferentes cenários e altera automaticamente os perfis tais como a saturação, luminosidade e contraste, dependendo do que se está a fotografar”. Isto para além da câmera do Huawei Mate20 lite ter a capacidade para filmar vídeos em slow motion de excelente qualidade.

Quando questionado sobre que características do Huawei Mate20 lite acredita irem ser mais apreciadas pelos apaixonados pela fotografia, Jason Heyman realçou duas: “Para os apaixonados pelas paisagens, arquitetura ou planos mais abertos, será a nitidez das câmeras. Fazem um excelente trabalho. Para os amantes de retrato, este celular tem a opção ‘beauty level’, que suaviza as tonalidades de cor e marcas da pele. Vai fazer furor”.

Adepto de redes sociais como o Instagram e o Facebook, “essencialmente para trabalho”, o responsável pela Jupiter Pixel é da opinião que, por um lado, estas plataformas, nomeadamente o Instagram, vieram “banalizar” a fotografia e a capacidade de fotografar. Por outro, vieram dar um ainda maior protagonismo à fotografia, sensibilizando as pessoas para a arte de fotografar. “Nunca antes se viu tanta partilha de fotografia nas redes sociais. Infelizmente, a maioria do conteúdo não tem grande interesse, pois grande parte das fotos partilhadas são muito individualistas e egocêntricas, numa perspectiva de show-off e não necessariamente artísticas”.

Os adjetivos do Mate

“Útil”,” bonito”, “rápido”, “elegante”, “grande ecrã” e “incrível” foram os adjetivos que Jason Heyman atribuiu ao novo equipamento, e se quando se trata de qualidade de imagem, as câmeras digitais tradicionais, sem telefone, ainda continuam vencedoras, o profissional ressalva que as câmeras mais úteis, interessantes e divertidas são as dos celulares. “Para além de terem várias opções artísticas em que facilmente se editam as fotos, ou estas já vêm editadas automaticamente sem necessidade de utilizar software de edição, as partilhas nas redes sociais estão ao alcance de um dedo. São fáceis de utilizar por qualquer pessoa, o que se traduz em resultados finais exponencialmente melhores e mais rápidos”.

Claro que a suportar tudo isto – e para que não aconteça termos equipamentos que fazem tudo com baterias… que não dão para nada –, o Huawei Mate20 lite vem com uma bateria de 3750mAh, o que lhe dá uma autonomia alargada e suporte Quick Charge. Resumo: um equipamento excelente para os novos empreendedores que querem uma máquina com design, poder de computação e uma elevada capacidade fotográfica. E com bateria para fazer tudo isto e muito mais!!

Fonte: https://goo.gl/Z9cdLh

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VIVIAN MAIER: AS CORES DO MUNDO SECRETO DA BABÁ QUE ERA FOTÓGRAFA

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Vivian Maier fotografou. Fez tudo de forma copiosa e incessantemente

Obsessivamente. Criou, em segredo, um espólio de 150 mil imagens fotográficas que descrevem mais de 50 anos do quotidiano das ruas de Chicago — um registo que iniciou na década de 50 do século XX, enquanto servia como ama em casas de famílias da classe média-alta da maior cidade do estado de Illinois.

Publico-PT

Parte dos seus negativos foram comprados por John Maloof, promotor imobiliário, em 2007, num leilão, pela simbólica quantia de 236 euros. Vivian só viria a falecer em 2009, aos 83 anos, em consequência de uma queda e estaria, nessa altura, longe de imaginar a relevância que o seu legado viria a assumir para os apreciadores da arte fotográfica de todo o mundo. A sua história foi contada no documentário À Procura de Vivian Maier, lançado em 2013.

Vivian Maier foi “poetisa e pioneira da fotografia a cores”, descreve o fotógrafo norte-americano Joel Meyerowitz (também um dos precursores no uso da cor) no prefácio do fotolivro Vivian Maier: The Color Work, editado pela Harper Collins e lançado em Novembro de 2018.

Segundo o site oficial da fotógrafa, a primeira vez que Maier utilizou o slide a cores foi em 1956; porém, a utilização continuada viria a verificar-se apenas nos últimos 30 anos de registos — o momento em que troca a sua Rolleiflex por uma câmara de 35 milímetros e adota o filme Ektachrome para produzir cerca de 40 mil slides.

“Na sua fotografia está patente o seu estudo do comportamento humano”, observa Meyerowitz. “Uma sensibilidade especial para a captura do momento, para a detecção do rasgo de um gesto, para a microexpressão de um rosto — no fundo, para os breves instantes que tornavam, para si, a vida quotidiana das ruas [de Nova Iorque e Chicago] numa revelação.”

A obra de Maier tem sido exibida em museus e galerias de arte de todo o mundo desde 2010; o seu trabalho a cores encontra-se, pela primeira vez, em exposição na Howard Greenberg Gallery, em Nova York, até 5 de janeiro de 2019.

Fonte: https://goo.gl/VErQTm

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“ESPÍRITO DE UMA ERA”: A FOTOGRAFIA DE UMA JOVEM SORRINDO NO MEIO DOS PROTESTOS EM PARIS

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A fotografia de uma jovem a sorrir durante os protestos na França, tirada a 1 de dezembro, está correndo o mundo e é classificada como “o espírito da nossa era” ou a “metáfora do nosso tempo”. É da autoria do jornalista russo Ilya Varlamov

El País/ptjornal

“Uma metáfora do nosso tempo” ou, por outras palavras, “o espírito de uma era”. É desta forma que vários internautas classificam a fotografia de uma jovem sorridente dentro de um restaurante em Paris, com celular na mão, enquanto o clima de destruição impera no exterior.

A imagem, da autorida de Ilya Varlamov, foi captada no dia 1 de dezembro e, segundo o próprio, a rapariga estaria a sorrir para as câmeras e não contente pelo cenário vivido em França nos últimos dias.

O Burger King estava fechado nesse dia, portanto não estavam clientes lá dentro. Suponho que a rapariga trabalhe lá. Quando os manifestantes e os fotógrafos se aproximaram, a menina reparou nas câmeras apontadas para ela e começou a posar. Essa é a verdadeira razão porque está sorrindo nessa imagem”, explicou.

Ilya Varlamov, que é conhecido na Rússia por ser crítico de Putin, não acredita que a jovem estivesse feliz pelos protestos dos “coletes amarelos”.

“Ela estava simplesmente ali. (…) Creio que sorriu porque se deu conta de que era o alvo das câmaras”, acrescentou.

Embora se tenha tornado viral sem a devida explicação, a fotografia deixou Varlamov orgulhoso porque, defende, “uma boa imagem deve gerar várias interpretações”.

A imagem tem sido compartilhada milhares de vezes nas redes sociais e é descrita por vários internautas como a “metáfora do nosso tempo” ou “o espírito da nossa alma”.

De acordo com declarações do jornalista ao El País, o restaurante estava fechado e a jovem terá começado a posar para as fotografias.

Fonte: https://goo.gl/c3sHa7

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TAMANHO DO ESTÚDIO

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O estúdio pode se iniciar pequeno e depois ganhar corpo. Essa é a experiência de nossos alunos

A maioria, quando encerrou o home estúdio, aluga duas salas comerciais, uma delas para abrigar um miniestúdio em sociedade com um colega de turma.

Em um período de dois anos, eles passam normalmente por dois endereços até chegarem a uma casa, melhor localizada  de 140 metros quadrados.

 Hoje um desses estúdios, que tem seis anos de mercado, conta com sete fotógrafos e se especializou na fotografia de gestante e criança, com uma produção de books considerável. O portfólio também oferece reportagens de casamento e outras festas.A sensação – Sessões de retratos recém-nascidos (RN) estão se proliferando pela cidade, seguindo a onda mundial.

Estúdios ambientados para esse tipo de sessão ganham visibilidade. Um deles é o Rute Escobar, na Vila Olímpia, há um ano em funcionamento. Atrás das lentes. a ex publicitaria concentra as sessões em mamãe, bebê e família. “Quando me perguntam se faço casamento. indico colegas”. diz ela que tem agenda bem disputada.

Ha dois anos na fotografia de gestantes e recém-nascidos, outra inaugurou estúdio no ano passado na Vila Madalena planejado em função dos bebês. “Foi uma explosão repentina de sessões de RN , depois de matérias na Abril e TV Record”, reconhece ela.

À fila de bebês se somaram colegas de profissão querendo assimilar as técnicas que ela aprendeu no exterior. Daí o seu estúdio promover com regularidade Black-Friday e outras estratégias de marketing.

Profissional com larga experiência na publicidade, essas profissionais chamam a atenção para as peculiaridades nesse tipo de sessão que não comporta amadorismo em detrimento da segurança do bebê fundamentalmente.

Tanto é que surgiu a Associação Brasileira de Fotógrafos de Recém-Nascidos que visa orientar pais e certificar profissionais para atuar na área, assim como existe nos Estados Unidos”, antecipa ela.

A fotografia de recém-nascido já está se enraizando entre os brasileiros, não é um modismo. E boca a boca nas mídias sociais têm um papel importante na circulação desses novos retratos.

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MERCADO PARA RETRATOS

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Fifi Tong, retratos de família no Brasil

RETRATOS – Na linha de retratos de família existe o de Fifi Tong, na Vila Olímpia, que já foi palco de Vários editoriais de moda infantil. e autora do livro “Origem – Retratos de Família no Brasil” em que cada imagem é acompanhada de texto que explica a origem da família retratada. Com uma área útil bem dividida e ótima localização, passou a locar o espaço para colegas. Mart Cury, que iniciou na profissão pelo Estúdio Abril nos anos 90, hoje tem estúdio na Vila Nova Conceição projetado para produção fotográfica. um diferencial. O pé direito, por exemplo, tem sete metros. o que faz com que o espaço seja procurado por colegas para locação. Eles vêm até de outras cidades. Marta concentra o seu portfólio em retratos de família e criança.

ESTÚDIO GERA LOJA – Paulo Goulart tem estúdio no Brooklin há mais de oito anos dedicado a fotografia social, sessões com crianças, gestantes, fotografia corporativa. “Gosto de ser chamado de fotógrafo da família”, diz ele que no ano passado expandiu seus negócios com uma loja no Mais Shopping Largo 13, em Santo Amaro, cujo nome “Foto Lembrança” traduz o objeto comercializado. O espaço, que tem miniestúdio e revelação rápida, aproveita para divulgar as sessões que pedem ser feitas no estúdio do Brooklin.

Em estilo semelhante trabalha o casal Angelo Freitas e Suzana Morando, no Art Produções. O estúdio, que funcionava na Zona Leste, foi transferido para o Imirim e passou a ser um escritório apenas.

Além de reportagens de casamento, aniversários de criança, o Lembra-Art é bastante indicado por suas produções em fotopresentes. “Os convites para chá de bebê e de cozinha são os campeões. Já recebi pedidos até da Europa. tamanho o sucesso”, diz Suzana que aluga estúdio sempre que necessita de uma sessão.

Três anos atrás, Carlos André utilizava o estúdio de um amigo até que inaugurou o seu próprio no Tatuapé e que leva o seu nome. Profissional há 18 anos,

André tem um portfólio amplo que passa por publicidade, eventos, decoração, festas, ensaios. Ele conta que o carro-chefe são os ensaios de gestante e sensual. Na publicidade atende quatro grandes agências. A divulgação de seu trabalho ganha reforço por exposições de trabalhos autorais.

A mais recente, “São Paulo Noturna”, aconteceu agora em  agosto, no Shopping Metrô Boulevard Tatuapé.

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