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sobre o mundo da fotografia

SEBASTIÃO SALGADO É PREMIADO NA ALEMANHA

por em .

Sebasitão Salgado, Focus Escola de Fotografia, Enio Leite
Sebastiao Salgado Fotograf (picture-alliance/dpa/M. Gambarini)

Sebastião Salgado
estudou economia e passou a se dedicar à fotografia após morar na África

O fotógrafo brasileiro
Sebastião Salgado é o agraciado deste ano com o Prêmio da Paz do Comércio
Livreiro Alemão, uma das premiações literárias mais prestigiadas da Alemanha.

Por ocasião da abertura
da Jornada do Livro em Berlim, a Federação do Comércio Livreiro justificou a
escolha do nome do brasileiro afirmando que, com suas fotografias, Salgado é um
artista visual que promove a “justiça e paz sociais” e confere
urgência ao “debate mundial sobre a proteção da natureza e do clima”.

Além disso, com seu
Instituto Terra, Salgado criou uma instituição que presta uma contribuição
direta para a recuperação da biodiversidade e ecossistemas, acrescentou a
instituição.

“Ao descrever suas
contundentes imagens em preto e branco como uma homenagem à grandeza da
natureza, dando visibilidade tanto à desfiguração da Terra quanto à sua frágil
beleza, Sebastião Salgado nos dá a chance de compreender o planeta como ele é:
um habitat que não pertence somente a nós e que deve ser preservado
urgentemente”, disse o presidente da Federação, Heinrich Riethmüller.

Salgado nasceu em 8 de
fevereiro de 1944 em Aimorés, Minas Gerais, tendo sido criado numa grande
fazenda na Mata Atlântica. Ele estudou economia e, durante a ditadura militar,
participou do movimento de oposição de esquerda, razão pela qual teve que
emigrar para Paris em 1969.

A partir de 1971, Salgado
passou a supervisionar como economista projetos de ajuda ao desenvolvimento na
África. Ali, ele descobriu sua paixão pela fotografia, à qual decidiu
dedicar-se inteiramente em 1973.

Pobreza, fuga, perda da
pátria e guerra foram os principais motivos de suas imagens exclusivamente em
preto e branco. Com os livros Êxodos e Crianças, ambos publicados em 2000, o
brasileiro chamou atenção para o destino de 30 milhões de refugiados em todo o
mundo.

Por razões de saúde e
devido às dúvidas que o confronto direto com o genocídio em Ruanda lhe trouxe
sobre o seu trabalho, em meados da década de 1990, ele parou por um tempo com a
fotografia.

Junto à sua esposa, a
arquiteta Lelia Wanick Salgado, ele retornou ao Brasil e começou a reflorestar
a fazenda de seus pais. Em 1998, os 680 hectares foram convertidos em reserva
natural e foi fundado o Instituto Terra, entidade sem fins lucrativos.

Desde então, eles
conseguiram plantar 2,7 milhões de árvores e recuperar a floresta a uma
condição predominantemente original, de acordo com a Federação do Comércio
Livreiro Alemão. Também em seu trabalho, a partir da década de 1990, Salgado se
voltou cada vez mais para a fotografia de paisagens. Surgiram os livros África
(2007) e Gênesis (2013).

O Prêmio da Paz do
Comércio Livreiro Alemão é entregue desde 1950 e é uma das mais importantes
distinções literárias do país. Entre as personalidades agraciadas estão Albert
Schweitzer (1951), Hermann Hesse (1955), Astrid Lindgren (1978), Siegfried Lenz
(1988), Mario Vargas Llosa (1996), Martin Walser (1998), Jürgen Habermas
(2001), Orhan Pamuk (2005) e David Grossman (2010).

A cerimônia de entrega do
prêmio será realizada no final da Feira do Livro de Frankfurt, em 20 de
outubro, na igreja Paulskirche, e será transmitida ao vivo pela TV alemã.

Fonte:  https://bit.ly/2XULfBk
   

Aproveite para conferir mais notícias sobre Sebastião Salgado no blog da Escola Focus.

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QUALIDADE DA LUZ

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A qualidade da luz refere-se à soma de diversos fatores, incluindo tamanho da fonte principal de luz, sua distância entre o modelo, se as sombras são preenchidas ou suavizadas e a cor

Quando utilizamos o termo de
qualidade para implicar bom ou ruim, geralmente é subjetivo – já que uma luz de
“boa” qualidade é aquela que se encaixa a atmosfera e ao objetivo da foto – ela
pode ser dura, suave, clara ou quase inexistente.

Quando falo sobre a qualidade  nas aulas, refiro-me aos vários elementos que
formam as características da luz, ou sua qualidade somativa.

Um dos fatores determinantes no modo coma a luz dá forma e sombra para um modelo é o tamanho da fonte. Quando ela é maior, em relação ao modelo que está iluminando, ficam mais suaves criando áreas gentis de transição de sombra e menos altas luzes especulares.

Uma luz suave não significa, necessariamente, aquela que menos sombras, apenas que a transição delas com as áreas de luz são graduais e com limites indefinidos. Lembre-se que, essa frase acima se refere ao modelo.

O sol, por exemplo, é a maior
fonte de luz imaginável. Entretanto, em relação a Terra, como o vemos, é uma
manchinha no céu – um ponto de luz que projeta sombras nítidas quando não está difundido
pelas nuvens. Se o céu estivesse a apenas alguns quilômetros do planeta, você
precisaria de um bocado de protetor solar, porém o mais importante é que ele
seria a maior e mais suave luz concebível incrivelmente equilibrada e sem
sombras.

Aqui vai um exemplo mais terreno.
Um softbox de tamanho médio é, realmente, uma luz suave, quando utilizado
próximo ao rosto de uma única pessoa. Se você afastar o mesmo equipamento para
iluminar oito pessoas com igual intensidade, ele não oferecerá mais a mesma suavidade.
O modelador acabou de se tornar uma fonte pequena em relação aos modelos.

Aproveite para rever mais dicas  sobre qualidade da luz, nas suas apostilas,
bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da
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EQUIPAMENTO PARA VIAGEM?

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A escolha do equipamento é outro detalhe fundamental em fotografia de viagem. Quem planeja atravessar cidades e vilarejos não tem os mesmos objetivos de quem viaja de barco, por exemplo.

Por isso, é preciso escolher o
que levar em função de alguns parâmetros: destino, clima, meio(s) de
transporte, temas de preferência, entre outros.

Independentemente dessas
variáveis, é sempre recomendável tentar limitar ao máximo o tamanho e o peso do
equipamento.

É melhor sentir falta de um
acessório do que ter problemas na coluna porque a bolsa está pesada demais.
Assim, evite carregar lentes de distâncias focais equivalentes (como uma zoom
28-70 mm e uma fixa 35 mm, por exemplo). 
kit com uma 24-70 mm e uma 70-200 mm mais um tele conversor é o mais
usados por fotógrafos profissionais do segmento. Pode-se complementar com uma
50 mm luminosa (de abertura ampla, tipo f/1.40, que não terá uso similar às
lentes zoom). Em relação aos acessórios, um pequeno flash, um tripé (ou monopé)
leve e os filtros UV de proteção e polarizador são os básicos para a bolsa do
fotógrafo.

E não se esqueça de tomar algumas
precauções antes de partir: recarregue baterias; compre novas pilhas
recarregáveis para o flash (elas perdem suas propriedades iniciais como tempo);
limpe bem todo o equipamento, confira se os cartões de memória estão em ordem;
e tenha uma proteção para o equipamento em casos de poeira, vento demasiado,
chuva, areia, calor infernal ou frio siberiano.

Dependendo do destino, o
fotógrafo precisará protegê-lo contra várias agressões externas.

Câmeras não gostam de calor e muito menos de umidade.

Uma sacola isotérmica simples
pode evitar para limitar o efeito do calor. Contra a umidade, saquinhos de
sílica-gel ou a solução caseira de arroz cozido podem ajudar. Não esqueça o
óbvio: nunca deixar a câmera exposta ao sol por um longo tempo (na praia ou no
carro, por exemplo).

Outro perigo é a areia. Ele se
infiltra e pode provocar danos irreversíveis. Só tire a bolsa o equipamento na
hora em que precisar e, depois de clicar, tire toda a poeira com cuidado. A
melhor proteção contra a areia é uma sacola de plástico fechada hermeticamente.
Até para simples fotos na praia pense em ter uma dessa à mão.

Em lugares frios, a maior
consequência é o descarregamento mais rápido das baterias. Com isso é
recomendável levar baterias extras carrega-las num bolso perto do corpo para
que se beneficiem do seu calor. Já alguns pingos de chuva não danificam o
equipamento. Mas a chuva forte só enfrenta com tudo devidamente protegido: pode
ser uma bolsa a prova d’água, uma caixa estanque ou mesmo uma sacola plástica
transparente na qual se faz um buraco para deixar passar a lente protegida pelo
para sol.

Bolsa macia ou rígida, grande ou
pequena, mochila ou bolsa de ombro? A dica é escolher a alternativa mais
adequada segundo o destino e o meio de transporte utilizando lugar. Um
fotógrafo com mais equipamento e que irá clicar em condições climáticas
difíceis (areia, chuva, vento etc.) se satisfaz com uma mala rígida e a prova
d’água, contato que esteja com carro e não precise caminhar carregando tudo
isso, já para quem planeja andar muito, ima mochila é a melhor alternativa.

ESTEJA ATENTO!

O correto é levar o equipamento
fotográfico necessário para o tipo de viagem programada.

O kit com duas lentes com zoom, a
24-70 mm e a 70-200 mm, mais um tele conversor, é o mais usado por
profissionais do seguimento das vantagens.

Uma fixa 50 mm luminosa, um tripé
leve e os filtros UV e polarizador são os acessórios mais usados.

Dependendo do destino, a câmera deverá
ser bem protegida contra excessos de calor, frio, umidade; a areia é outro
grande perigo para câmera e lentes; o ideal é ter uma sacola hermética para
colocar o equipamento.

Aproveite para rever mais dicas sobre
fotografia de viagens nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de
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TAXAS DE ILUMINAÇÃO

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Vamos falar um pouco mais sobre taxas de iluminação, certo?

A taxa de iluminação se refere
à relação entre a luz principal e a de preenchimento, e como pode ser explicada
de duas maneiras diferentes, ocasionalmente, causa confusão.

Primeiro a taxa de iluminação
pode ser simplesmente a potência de uma luz principal, medi da sozinha sobre o
modelo, comparada com a segunda fonte de luz, também sozinha e sobre o modelo.

Por exemplo, um preenchimento
ilumina tudo o que a câmera enxerga e aponta f/5.6 no modelo, enquanto a
principal afeta apenas um lado e também mede f/5.6 sobre ele, conforme foto da
direita. 

Primeiro método, chamado de
método incidente, você tem uma taxa de 1:1. Ele simplesmente compara a potência
de cada luz individualmente. Caso a iluminação principal, nesse mesmo cenário,
estivesse apontando f/8, então teríamos uma taxa de 2:1. Conforme foto da
esquerda.

Na prática, todavia, esta
explicação das taxas de iluminação não fornece uma indicação direta de como
ficará a aparência daquela luz no modelo quando ele estiver iluminado por ambas
e for capturado pela câmera.

Uma taxa de 1:1 soa muito plana e
uniforme, embora aqui efeito seria o dobro de luz no lado principal do modelo –
criando um sombreamento sutil. Por que dobrado? Porque a iluminação é aditiva,
lembra? O f/5.6 da luz principal seria somado ao f/5.6 do preenchimento. Essa é
uma taxa de 2:1 quando descrita em termos de luz refletida.

Embora vários autores se refiram a essas taxas como incidente versus refletida ou fonte versus aditiva, acho que faz mais sentido simplesmente pensar nelas como taxas de potência versus taxas de iluminação visual. A primeira simplesmente nos diz o quanto de potência temos na luz principal em relação ao preenchimento, enquanto a taxa de iluminação visual trata do que realmente vemos como resultado.

Na prática, conforme exposto em aula, precisamos saber apenas o que iremos visualizar, e a maioria dos fotógrafos raramente senta-se para calcular taxas e números, em vez disso, simplesmente ajustam as luzes até que pareça correto. Desnecessário dizer, todo conhecimento é bem vindo e compreender o básico sobre taxas de iluminação e, mais importante, como será a aparência delas é uma prática inteligente.

É muito útil saber que, falando
em termos gerais, taxas mais altas, as que indicam maiores contrastes, são mais
apropriadas para estudos e personagem, homens e iluminações dramáticas.
Enquanto, taxas menores são mais lisonjeiras para mulheres e para criar
sensações mais “suaves” na imagem. Isto obviamente é uma generalização – e, por
favor, sinta-se livre para quebrar as regras.

Aproveite para rever mais dicas sobre  iluminação nas suas apostilas, bibliografias e
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SINCRONIZAÇÃO NA SEGUNDA CORTINA

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Com velocidade menor que a de sincronização normal, o flash pode disparar em qualquer momento enquanto a imagem estiver totalmente exposta pelas cortinas

Isto é possível porque a
duração dele é muito menor que o período pelo qual o obturador fica
completamente aberto.

Normalmente, as câmeras estão
configuradas para sincronizar coma a primeira cortina, o que significa que ela
disparará o flash tão logo a primeira cortina revele totalmente a imagem.

Caso o motivo esteja se movendo
durante velocidades de obturador mais lentas certo borrado acontecerá, e um
“fantasma” mais nítido da imagem também será exposto quando o flash for
disparado.

Essa pode ser uma ótima forma de
se ilustrar movimento; entretanto, na sincronização na primeira cortina, o
borrão, parecerá ocorrer diante do objeto em movimento, um visual não muito
natural para humanos.

Para evitar esses momentos
dolorosamente desconfortáveis, a câmera pode ser configurada para sincronização
na segunda cortina, disparando o flash imediatamente antes de a segunda cortina
começar a se fechar. Isto irá gerar o borrão ambiente, sempre desejável, atrás
da direção de movimento, criando uma interpretação artística natural do
movimento evitando os potenciais embaraços profissionais.

Eu confiro minha câmera dessa
forma e simplesmente a deixo assim. Nunca encontrei qualquer desvantagem nisso
e não preciso me preocupar em criar, acidentalmente, uma falha na primeira
cortina.

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COMO USAR ADOBE PORTFOLIO PARA ORGANIZAR E APRESENTAR SEUS TRABALHOS

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Serviço oferece modelos prontos e ferramentas de customização

Para fazer um
portfólio, usuários podem recorrer ao Adobe Portfólio, uma plataforma online
para usuários do Creative Cloud criarem sites para exibir seus trabalhos.

O serviço da Adobe
fornece temas prontos que podem ser editados, e aceita tipos de publicações
diferentes, como texto, vídeo e imagem. A plataforma ainda possui vínculo com o
Lightroom, o que é ideal para fotógrafos que desejam expor fotos online.

Gratuito para quem já é
usuário Adobe, a plataforma pode ser acessada por qualquer pessoa, mas o site
só é publicado quando ligado a uma conta da Adobe com plano ativo, ou seja,
pago mensalmente.

Confira no tutorial desse
como fazer um portfólio online a partir de um layout pronto no Adobe Portfólio:
https://glo.bo/2IndwuR

Fonte: https://glo.bo/2IndwuR

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EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA REVELA A MAGIA DA NOITE NA AMÉRICA LATINA

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A noite pode ser escura, trazer pesadelos, mas também pode trazer festas e sonhos

Para explorar as
diversas visões sobre a noite na América Latina, o Itaú Cultural acaba de abrir
uma nova exposição fotográfica com trabalhos de 12 artistas de diversos países.

Estadão Conteúdo

Intitulada Ainda Há
Noite/Nos Queda la Noche, a mostra conta com mais de 300 fotografias feitas em
10 projetos. Sete deles são inéditos, comissionados pelo próprio Itaú Cultural.

Com curadoria de Claudi
Carreras e Iatã Cannabrava, a exposição está vinculada ao 5º Fórum
Latino-americano de Fotografia, que terminou no domingo, também na sede da
instituição, na Avenida Paulista.

Dentre os sete projetos
inéditos, dois são brasileiros. A fotógrafa Luisa Dörr apresenta a série Basal
(2019), em que mostra trabalhadores de vários setores, mantendo a cidade de São
Paulo em funcionamento à noite. Já o outro é uma parceria do brasileiro Bruno
Morais com a espanhola Cristina de Middel. Os dois fazem no projeto Boa Noite,
Povo (2019) uma seleção de imagens de animais noturnos para pensar o contexto
sociocultural contemporâneo.

Os outros projetos
apresentados são Píxeles (2019), do argentino Alejandro Chaskielberg, que
apresenta pessoas iluminadas por seus smartphones; Historia Natural del
Silencio (2019), do colombiano Jorge Panchoaga, que surge a partir de histórias
de pessoas que cresceram cercadas pelo narcotráfico; Insidia (2019), do
guatemalteca Juan Brenner, com registros da Cidade da Guatemala; Luciérnaga
(2019), do mexicano Yael Martínez, é, segundo ele, sobre a resiliência dos que
foram tocados pela violência; e Moon Shadows (2019), do coletivo Archive of
Modern Conflict, traz imagens que transitam entre as dimensões do consciente e
do inconsciente.

De acordo com o curador
catalão Claudi Carreras, os projetos inéditos receberam uma orientação quando o
tema foi apresentado. “Conversamos com os artistas. Pedimos para que
imaginassem o momento em que você entra em casa, à noite, e fica sozinho, sem
barulho. Você faz um resumo do dia”, explica.

“Nesse minuto, a gente
consegue frear e pensar. Você tem a consciência do dia, mas, ao mesmo tempo,
começam a entrar os sonhos. Esse momento se chama vigília, você ainda tem muita
lucidez, mas perde a noção da realidade.”

Os outros três projetos
que já existiam, segundo Carreras, foram escolhidos por refletir problemas
atuais da América Latina. “O projeto dos chilenos Alejandro e Cristóbal
Olivares é importante por mostrar a luta de jovens pela educação, o que está
acontecendo em toda a América Latina”, reflete.

“O da peruana Gihan
Tubbeh fala dos universos masculinos e femininos numa realidade poética”,
continua. “O projeto do uruguaio Ignacio Iturrioz fala de um prédio construído
há quase cem anos para ser democrático, o que não foi conseguido.

Isso tem muito a ver com
o que está acontecendo no mundo”, reforça o curador.

Se a fotografia é uma
imagem do real, na exposição os olhares são poéticos, de acordo com Carreras.
“A fotografia e a realidade caminham juntas, mas não são a mesma coisa. Cada
autor cria seu próprio universo e mostra a sua realidade.”

Os artistas escolhidos
não são exatamente jovens, mas também não são nomes altamente conhecidos. “É
uma aposta para colocar em discussão o que está acontecendo. É complicado
trazer nomes grandes, já consolidados, porque você vai mostrar uma coisa que as
pessoas já viram.”

Há 12 anos, Claudi
Carreras participa da organização do Fórum Latino-americano de Fotografia em
São Paulo. Para ele, o mais importante de ter uma exposição atrelada a uma
série de debates é poder expandir a discussão. “Queremos refletir sobre o que
está acontecendo na fotografia, para onde ela vai seguir. Tentar buscar um novo
olhar. A exposição serve como um termômetro.”

AINDA HÁ NOITE/NOS
QUEDA LA NOCHE

Itaú Cultural. Av.
Paulista, 149, 2168-1777. 3ª a 6ª, 9h/20h; sáb., dom. e fer., 11h/20h. Até 11/8

Fonte: https://bit.ly/2Kqoli2

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INSCRIÇÕES ABERTAS PARA O BRASILIA PHOTO SHOW 2019

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Estão abertas as inscrições para o Brasília Photo Show, festival internacional de fotografia, cujo concurso contempla um total de 20 categorias. Foto: Peterson Strack

A participação é aberta a fotógrafos profissionais e amadores de qualquer nacionalidade.

Resumo Fotográfico

As inscrições podem ser
realizadas até o dia 16 de julho de 2019, através de registro online. Cada
participante pode inscrever até 12 fotos, sendo as duas primeiras gratuitas. A
partir da terceira foto, é necessário pagar uma taxa de R$ 25 por foto.

O autor da melhor
fotografia de cada categoria será premiado com uma estatueta e os melhores
colocados até a sexta colocação receberão medalhas e até a vigésima colocação
receberão menção honrosa. As fotos premiadas serão publicadas no livro oficial
do festival.

+ informações: https://brasiliaphotoshow.com.br/

Fonte: https://bit.ly/2WRGPP4

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O QUE PROCURAR NAS RUAS?

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Robert Doisneau – Paris – 1957

Por definição, as ruas são
vias de trânsito, usadas cotidianamente pelos cidadãos para se movimentar e um
lugar para o outro, seja a pé, de carro, motocicleta, bicicleta, transporte
coletivo…

Local fundamental da atividade
humana, a rua está repleta de oportunidades fotográficas. Contudo, o fotógrafo
precisa ser muito atento, observar e agir rápido para aproveitá-las.

As possibilidades são múltiplas:
o fotógrafo pode optar por documentar cenas da vida cotidiana, mostrar um
panorama de pessoas, registrar uma paisagem humana ou ainda buscar um detalhe
inédito, uma situação engraçada da vida urbana, ressaltar o lado sinistro da
cidade, a loucura dos homens e da vida moderna, indo até a critica social.

A principal dificuldade da
fotografia de rua é justamente saber o que mostrar e conseguir passar a
mensagem desejada. A quantidade de elementos que compõem as cenas de rua
dificulta muito a composição e a clareza das imagens, que podem ficar confusas.
Por isso, o fotógrafo precisa usar todas as ferramentas disponíveis para
hierarquizar os elementos, destacando os mais importantes e enfraquecendo os
outros.

Para imagens impactantes, vale
procurar contrastes e semelhanças. Assim o elemento que contrasta com o resto
da cena pela cor, iluminação, forma a atitude (se for uma pessoa) pode se
destacar. Do mesmo jeito, quando há dois elementos parecidos, dialogando entre
si, a leitura da imagem será facilitada. A semelhança pode ser de cor,
iluminação ou qualquer relação que chame a atenção. A repetição de elementos
parecidos, incluindo outro que se opõe aos primeiros, também é uma opção.

ESTEJA ATENTO!

As possibilidades de fotografia
nas ruas são muitas; cabe ao fotógrafo fazer escolhas, como documentar o
cotidiano, mostrar comportamentos de tribos urbanas ou ficar atento apenas a
detalhes e situações atraentes.

Saber o que mostrar e conseguir
passar a mensagem desejada é o grande desafio de quem sai às ruas para
fotografar sem um tema definido.

Organizar e hierarquizar os
muitos elementos que podem construir uma cena é outro grande desafio.

Imagens impactantes podem se
valer de contraste e semelhanças. Isso deve ser trabalhado pelo fotógrafo.

Aproveite para rever mais dicas sobre
fotografia de rua nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de
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SEU ESTÚDIO EM CASA

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Clicar um grupo de pessoas é desafiador, mas fotografar familiares pode ser um teste mesmo para os mais experientes profissionais

É preciso ter controle e
fazer-se entender, conseguir que todos olhem e sorriam para você. Faça várias fotos
para escolher a melhor – pois alguém sempre pisca.

Para injetar energia e diversão
ao processo, encoraje as pessoas a se moverem e interagirem. O flash vai
congelar a cena, então você ainda terá fotos nítidas. Outra alternativa é
separar a família em pares para ter retratos mais intimistas.

Kit de Estúdio Caseiro

Ao contrário da crença popular, não é preciso gastar uma fortuna para ter um bom Kit de iluminação. É provável encontrar conjuntos completos por menos de R$ 1.600,00 no Brasil.

A maioria já vem com duas cabeças
de flash e softboxes ou sombrinhas – o suficiente para criar imagens com
iluminação semelhante à dos profissionais. O próximo passo é investir em fundos
infinitos, que são vendidos em rolos – é uma boa ideia ter mais de um fundo, de
cores diferentes, de preferência, e em uma base para prendê-los.

Estúdio Pago

Fazer fotos em estúdio é uma boa
oportunidade de ter excelentes retratos em um ambiente de luz controlada.

Só esteja certo de conhecer o lugar antes de alugar o espaço: suas luzes e acessórios cabem nele?

Os cabos estão disponíveis? Quais
fundos você pode usar? Há algum assistente?

Se precisar de poucas horas,
pergunte sobre meia diária ou cobrança por hora.

Fotografando Crianças

Crianças se entediam rapidamente,
então transforma seu ambiente de fotografia em um parquinho – espalhe
brinquedos e brinque com eles. Isso mantém os pequenos ocupados, mesmo que por
segundos, e permite que você capte boas expressões. Mantenha a mãe ou o pai por
perto para que os pequenos se sintam confortáveis. Coloque-os perto de você
fazendo brincadeiras e atraindo a atenção das crianças.

Isso fará com que olhem em sua
direção.

Dicas Para Estúdio

Clique no modo manual. Uma boa exposição é 1/60 com f/9 e ISO 100.Sua luz defina quão claro ou escuro deve ficar seu assunto. Aumente ou diminua a potência para iluminar ou escurecer a cena.

A abertura controla a
profundidade de campo, assim como a quantidade luz no assunto. Aberturas
maiores clareiam o objeto, enquanto as menores o escurecem.

A velocidade do obturador
controla a luz ambiente. Suba a velocidade para escurecer o fundo, diminua para
clareá-lo.

A velocidade de sincronismo do flash é de 1/60 ou 1/25 seg. de acordo com a câmera .O ISO controla quão longe a luz do flash se espalha. Suba se o assunto estiver longe (com um grupo de pessoas) ou para clarear o fundo.

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