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Informações, artigos, aulas, tutoriais e novidades
sobre o mundo da fotografia

ATRIBUTOS DA COR

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Ao observar objetos ou imagens, você enxerga vermelhos, azuis-pálidos etc.

Você nem se da conta de que a
cor não tem somente uma dimensão, que, por exemplo, o laranja e o castanho
possuem o mesmo matiz, mas saturações e brilhos diferentes
.

Ao fotografar, você deverá
treinar o olhar para ver as cores segundo seus atributos básicos: o matiz, a
saturação e o brilho.

O matiz é a própria cor – o
vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, enfim cores do espectro. Algumas cores
são resultantes da mistura de dois ou mais matizes, havendo sempre um matiz
dominante ou básico. Assim, o azul-turquesa, azul-petróleo ou azul celeste são
cores da mesma família, que têm como matiz dominante o azul. Caso a cor se
componha de um único matiz, será cor pura.

A saturação, o segundo atributo
da cor, nos dá a proporção em que a cor básica está presente. Na cor pura, a
saturação é total; já no caso de um azul claro, por exemplo, há baixa
saturação, pois há pouca quantidade de azul.

Finalmente, o brilho, ou
luminosidade, está diretamente relacionado com a capacidade de uma superfície
de refletir a luz. Numa superfície fosca, que reflete pouca luz, você verá as
cores com pouco brilho; superfícies claras lisas, por outro lado, refletem
muita luz e dão brilho à cor. Assim, por exemplo, um tomate maduro, exposto à
luz solar, possui um matiz vermelho, elevada saturação e intensa luminosidade,
pois a superfície do tomate reflete muita luz.

A cor pura é difícil de ser
encontrada na natureza, mas pode ser criada com certa facilidade em condições
artificiais.

Imagine uma sala totalmente
pintada de preto, onde se coloca uma folha de papel branco. Se essa folha de
papel branco. Se essa folha for iluminada apenas por uma luz, só refletirá a
luz nesse matiz. Dessa forma, a folha vai se tingir dessa cor e tiver uma
imagem saturada desse matiz.

Aproveite para rever mais dicas sobre as cores na fotografia nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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FOTOMETRANDO MANUALMENTE

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Então qual é a posição correta de posicionar o domo do fotômetro manual?

Na maioria das circunstâncias,
o lugar para segurar o fotômetro é embaixo do queixo do modelo e apontado para
a câmera.

 Isso garante que o fotômetro leia as três
faixas de luz – o realce especular, o realce difundido e a zona de transição –
com um balanço igual. Se o fotômetro estiver calibrado, você vai conseguir uma
posição que é tão perfeita que poderá ir direto pra as provas, sem ajustes de
níveis, o tempo que se economiza é enorme. Você ficará confiante o bastante com
as características de medição para evitar fotografar em arquivo RAW.

Arquivo em RAW é o equivalente
digital para filme negativo, permitindo aumentar dois pontos, para cima ou para
baixo, em compensação de exposição. Quando se fotografa em condições difíceis,
ele pode ser de grande valia. O arquivo RAW e, essencialmente, sem valor por si
só, e deve ser “processado” através do software digital antes que possa ser
usado como JPEG, TIFF como outro formato.

Como você sabe ou pode imaginar o
tempo requerido para processar um lote grande de arquivos RAW pode ser enorme.
Imagine um fotógrafo de casamento que fotografa duas ou três mil fotos num dia,
até mais, em formato RAW. Dado que cada foto pode levar de três a quatro
minutos para se ajustar o mais tempo necessário para processar os arquivos no
formato TIFF ou JPEG (depende da velocidade do seu computador), você pode
entender quanto tempo pode-se economizar se você acertar a exposição correta no
estúdio é bastante fácil. Fiz algumas fotos de teste para mostrar como é fácil
e seguro.

Vamos começar com a luz ajustada
a zero grau no eixo da lente. É um tanto contrastado, mas irá demonstrar o
princípio. Você pode observar que há uma gama completa de tons, do branco brilhante
dos dentes da modelo à sombra do seu cabelo.

A posição correta do fotômetro de
luz, em 90% dos casos, é diretamente embaixo do queixo e apontado direto para a
lente. Isso garante que o fotômetro de luz, em 90% dos casos é diretamente
embaixo do queixo e apontado direto para a lente. Isso garante que o fotômetro
leia as três áreas e proporcione uma leitura média que dará uma representação
apropriada das três áreas.

Aproveite para rever mais dicas sobre fotografia nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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ISO EXPANSÍVEL

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Configurações de ISO Expansível

Embora valores de ISO expandido de alto alcance possam ser configurados (pois um acentuado ruído de imagem e algumas irregularidades podem ocorrer nestes intervalos), elas são destinadas para fotografias em que os resultados finais já estejam programados.

“L” indica valor mínimo do ISO –
equivalente a ISO 50.

“H1” indica valor
máximo de ISO – equivalente a ISO 25600.

“H2” é equivalente ao ISO 51,2000, por exemplo.

Cada dessas sensibilidades ISO
podem ser definidas e programadas. As sensibilidades do ISO podem ser definidas
de “H1” para “H3”. A definição “H3” é
equivalente ao ISO 102 2400.

A Definição da Sensibilidade ISO e Função de ISO Automático

Definindo o Valor de ISO

O valor do ISO pode ser ajustado para valores entre ISO 12800, em incrementos de 1/3-stops*. A câmera pode ser configurada para o modo ISO Automático, selecionando “A”. O alcance do ISO varia dependendo do modelo da câmera.

Configurando Procedimentos: O
botão de ajuste do ISO para, em seguida, definir o ISO, girando o seletor
principal, enquanto se verifica o ISO indicado no ícone do visor.

Função Auto ISO

No modo ISO automático, a câmera
automaticamente ajusta a sensibilidade ISO para obter uma exposição correta
para as velocidades do obturador e a abertura que já tenham sido pré-definidas.
A configuração padrão é automaticamente definida na faixa do ISO 100 a ISO
12800*. (Quando a câmera estiver no modo ISO automático, as configurações
expandidas de ISO não podem ser utilizadas).

DICA: O modo de ISO automático é eficaz para fotografar quando há
trepidação da câmera, devido aos níveis de brilho, ou para condições de
exposição que mudam rapidamente a cada disparo.

Aproveite para rever mais dicas sobre a velocidade do
ISO  nas suas apostilas, bibliografias e
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DETERMINANDO A VELOCIDADE DO ISO

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Compreenda o Intervalo de Sensibilidade ISO

Os valores de ISO
determinam a sensibilidade da câmera à luz (brilho). A gama de valores de ISO padrão
são normalmente utilizados pelos fotógrafos e os valores de ISO base estão
dentro da faixa de ISO padrão
.

A variação de valores padrão de
ISO praticáveis inclui aquelas usadas por um fotógrafo para assuntos e
condições fotográficas específicas, até o presente momento.

A gama de expansão de ISO permite
aos fotógrafos aumentar ou diminuir a sensibilidade à luz para conseguir
efeitos especiais e para adicionar toques únicos às fotografias.

Considerações para Determinar o Valor do ISO

1. Considerar a luminosidade do assunto a ser fotografado.

2 .Determinar com base em TV ou AV o modo de seleção automática de exposição. O brilho adequado é alcançado através da manipulação dos valores de ISO.

3 .Considerar a probabilidade de trepidação da câmera. Valores altos de ISO resultam em rápidas velocidades do obturador, diminuindo assim os efeitos de trepidação.

Ao fotografar, se devem
considerar estes vários outros fatores na escolha do valor máximo de ISO, entre
faixas de ISO padrão ou praticáveis.

DICA: A câmera DSLR permite alterar a configuração de ISO para cada disparo e, em condições precárias de iluminação, mudar o valor de ISO para captar cenas de nível correto de sensibilidade.

A QUALIDADE DA IMAGEM MUDA DE ACORDO COM O VALOR DO ISO APLICADO

Embora o aumento do valor de ISO
permita uma abertura menor e uma velocidade de obturador mais rápido, um ISO
muito alto também cria uma imagem mais áspera e com mais ruído. Você deve
prestar atenção nos casos em que a câmera esta configurada em um valor de ISO
elevado sem o seu conhecimento, especialmente quando esta variante é definida
automaticamente.

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VEÍCULOS EM MOVIMENTO

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Para fotografar veículos que vão na mesma direção que o seu, e a uma velocidade equiparável, basta apontar a câmera e apertar o botão

Lembre-se, porém de que fundo
saíra borrado. Não use velocidades muito baixas, mesmo nesse caso, pois
devem-se considerar as vibrações do veículo em que você está.

Para fotografar um carro que vem
na direção oposta, você precisa somar as duas velocidades, do seu ou do dele,
para poder calcular o tempo de exposição. Isso não é fácil, o mais provável é
que, enquanto você estiver perdido em elucubrações matemáticas, ou outro já
tenha dado as costas ao seu espelhinho retrovisor.

VIDRO: UM OBSTÁCULO

Eliminar reflexos dos vidros que
separam do mundo lá fora também não é complicado. A primeira providência é
tentar ligeiros deslocamentos no ângulo de tomada, olhando através do visor
para ver se os reflexos sumiram. Se não der certo, tente aproximar ao máximo a objetiva
do vidro, tomando cuidado para que um solavanco não provoque um choque fatal
para sua objetiva. Uma boa ideia é usar para sol de borracha na frente da
objetiva.

Esse protetor flexível amortecerá vibrações e impactos, até certo limite. No arsenal de recursos para eliminar reflexos existem ainda os filtros. Os mais indicados, neste caso, são os polarizadores. Para operar com esse acessório, deve se olhar pelo visor (numa câmera monoreflex) e girar o filtro até obter e efeito desejado. Lembre-se, porém de que esses filtros reduzem a intensidade da luz, além de reforçar os tons azuis do céu.

Há muitos outros obstáculos que o
vidro de uma janela pode lhe colocar, além dos reflexos. Gotas de chuva,
condensação de ar, sujeira, são exemplos comuns. O melhor a fazer com os pingos
da chuva é aproveitá-los na imagem para efeito de clima. As gotas provocam
distorções das luzes externas (sol, luminária das ruas, faróis de outros
carros), que podem resultar nos efeitos mais inesperados.

Nessa mesma linha, pode-se ganhar
muito ao se fotografar cenas fortemente iluminadas através de um vidro
ligeiramente embaçado pela condensação de ar. Em geral, assim que possível
obter um clima onírico ou uma paisagem impressionista. No caso de sujeira
depositada no vidro do veículo, o melhor mesmo, é abrir a janela.

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A INVENÇÃO DA CÂMERA INSTANTÂNEA

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As primeiras Kodaks de 1888, e as mais sofisticadas câmeras de filmes de rolo que vieram depois, realmente transformaram a fotografia na mídia espontânea, temporal e de “momento decisivo” que hoje consideramos ser um de seus atributos determinantes

Quando olhamos a história da
fotografia, vemos que “o momento” fica cada vez mais curto.

 As exposições das primeiras fotografias eram
medidas em minutos, mas ainda eram consideradas momentos no tempo; nos anos
1960, o flash eletrônico reduziu o momento para milissegundos.

Conforme a câmera instantânea evoluiu com formatos menores e mais baratos, filmes mais rápidos e modelos mais sofisticados, ela redefiniu completamente o que um retrato poderia ou deveria ser: como os amadores cometiam “enganos”, profissionais e artistas interessados em entender os limites da mídia refinaram esses erros de iluminação, composição e sincronização em uma nova linguagem visual que libertou a fotografia das convenções da pintura.

O retrato fotográfico criou um novo conjunto de regras baseado nas idiossincrasias que eram exclusivas da mídia fotográfica; espontaneidade, descrição e (até recentemente) a veracidade inquestionável do documento fotográfico.

O Digital Ganha Vida.

Muito se fala sobre como o Photoshop mudou a maneira como vemos o mundo e a nós mesmos, obre como imagens irreais modelos de moda alteradas por computador estão prejudicando toda uma geração de garotas adolescentes. Mas qualquer pessoa com um interesse mínimo na história da fotografia ou da arte sabe que o corpo humano jamais foi retratado realisticamente.

As pessoas são rápidas em apontar a escultura grega como o Zênite no naturalismo, mas devemos acreditar que o cidadão comum da Grécia gastava mais tempo esculpindo seu corpo do que u atleta olímpico dos tempos modernos? Até necessidades anatômicas, como o esterno e o cóccix, eram rotineiramente removidas das estátuas gregas a fim de tornar o corpo ideal. Todas as ferramentas do Photoshop fazem parte da fotografia desde o princípio, e os fotógrafos vêm retocando, colorizando, afinando pintando, recortando e colocando desde então.

O que o Photoshop e a fotografia
digital fizeram de revolucionário foi colocar essas ferramentas nas mãos de
amadores. Os profissionais sempre tiveram consciência de como as imagens podiam
ser manipuladas.

A fotografia digital, as redes
sociais e a edição de imagens possibilitam a qualquer adolescente publicar uma
representação idealizada de si mesmo em seu blog ou página de facebook,
apresentando-se para o mundo do modo que gostaria de ser visto, mais magro,
mais forte e sem espinhas. “Nós nos tornamos nossos próprios – e dos outros
também” – Vezláquez.

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SAIBA VENDER!

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Descobrir os elementos mais marcantes em sua personalidade, o seu jeito de se comunicar com as pessoas, o seu bom senso, entre outros, irão te ajudar e muito ao divulgar os seus trabalhos fotográficos e conseguir mais clientes

Quando
você consegue estabelecer os pontos que pretende destacar como pontos fortes e
impactantes, os seus clientes começarão a te procurar por estas características
que você apresenta e com o tempo outros pontos fortes surgirão
.

Ao se
falar de produto, automaticamente já se pensa em uma embalagem bonita, com
conteúdo e inteiramente atrativa, mas se esta embalagem vier vazia, não se
trata mais de um produto e sim uma simples embalagem.

Para
evitar que o seu produto seja apenas mais uma embalagem vazia no mercado, entra
em cena o marketing pessoal, que é um conjunto de características que visam
valorizar o seu trabalho e também estabelecer diferenciais, já que a
concorrência é grande e existe em qualquer área de atuação.

Saber
vender o seu trabalho ou serviço fotográfico é algo muito complexo e nem todos
os fotógrafos dominam a arte de vender, esta é uma habilidade que pode ser
adquirida e também aperfeiçoada.

Há bons
cursos sobre vendas e alguns cursos até gratuitos ou ainda você consegue um
vasto material sobre o assunto na internet, basta pesquisar e adaptar para a
sua realidade e aplicar em seu cotidiano.

Mas, não deixe de consultar suas apostilas, bibliografias e anotações de aula a respeito disso, ok?

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DIREITOS AUTORIAIS: “O QUE ESTÁ NA REDE, MAS NÃO É PEIXE?” DECISÃO STJ

por em .

Aproveitamos para dar dicas sobre onde encontrar imagens, pequenos vídeos, fotos, gifs, desenhos, tudo grátis e ainda uma forma de editar o que encontrou

Um aviso sobre Direitos
Autorais veio até nós via decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Elane Souza/JusBrasil

A referida corte foi favorável a
um Fotógrafo que teve uma de suas fotos utilizada sem autorização; a pessoa que
usou a foto sequer se deu o ‘trabalho’ de citar o nome do autor da imagem que
estava na “rede”; entretanto, acertadamente, foi condenado a pagar
uma indenização de R$ 5.000,00 (Cinco Mil reais) por danos morais!

Algo que deveria ser de
conhecimento comum, entre blogueiros e autores de textos publicados em
Plataformas ou Portais de conteúdo acadêmico ou de entretenimento, parece que
não é; pois, ainda hoje, muitos se utilizam de imagens alheias sem sequer citar
o nome do Fotógrafo ou artista.

Minha indagação:

– Com tantas fotografias, vídeos,
imagens, gifs e até pequenos vídeos grátis, disponibilizados para qualquer um,
via internet (em bancos de imagens), porque as pessoas simplesmente acessam o Google
e pegam (copiam) a primeira que encontram?

Realmente, não é justo para um
produtor ver seu trabalho sendo usado, como se NÃO fosse seu! Digo isso porque
parte dos que se utilizam dessa ‘pratica’, muitas vezes sequer citam a fonte,
quanto mais pedir autorização para o autor do trabalho.

Aproveito para citar duas grandes
fontes de imagens grátis; usando uma delas você já edita a foto direto e para o
fim que quiser: como capa de youtube, banner para blog, calendários, cartão de
visita, cartões de felicitação, capa de site e blog, capa de Facebook e também
posts para face, pequenas abresentações, capa de e-books, capa de Twitter e de
SoundCloud, Story do instagram e imagens para o mesmo, etc; esse é denominado
CANVA; quando não encontrar uma foto adequada lá mesmo, suba (faça upload) de
uma que você tenha direito e edite como quiser (com emogis, desenhos, letras e
tudo mais que há no Canva – pouca coisa você terá que pagar – eu nunca paguei
por nada e já fiz uma centena ou mais de posts com imagens minhas, deles e de
outros bancos de imagens grátis, como é o caso do Pixabay.

No Pixabay você encontra imagens,
pequenos vídeos, desenhos, gifs e muito mais); alguns, e somente alguns
trabalhos, teremos que pagar (doar $$ para o autor também é possível – e não
precisa ser um grande valor, tudo é aceito e agradecido).

Amo esses dois
“aplicativos” (esses sites), são os meus preferidos – nunca me
deixaram na mão e mesmo sendo grátis, cito a fonte: Ex.: créditos pixabay
grátis, editada por Elane com Canva – autor da foto ou imagem eu coloco o link
da pessoa (autor) para ele se tornar conhecido dentro do pixabay, como forma de
agradecimento, já que não paguei nada para obtê-la.

Mas, voltamos à decisão do
Superior Tribunal de Justiça

Para encurtar meu discurso,
coloco o texto do STJ, na íntegra, aproveitando, como é lógico, para citar a
fonte, via link do texto; não sendo o bastante, no final farei a mesmo:
deixarei o link do STJ para que tomem conhecimento do que aqui me referi.

Direito autoral deve ser
respeitado mesmo que a foto esteja disponível na internet

​A Terceira Turma do Superior
Tribunal de Justiça (STJ) deuprovimento ao recurso de um fotógrafo para
garantir seus direitos autorais sobre uma foto utilizada sem permissão pela
Academia de Letras de São José dos Campos (SP).O colegiado concluiu que o fato
de a imagem estar disponível na internet, onde podia ser encontrada facilmente
por meio dos sites de busca, não isenta o usuário da obrigação de respeitar os
direitos autorais do autor. Pelo uso indevido da foto, a academia foi condenada
a pagar R$ 5 mil de danos morais.

O fotógrafo ajuizou ação
declaratória de propriedade intelectual de imagem após perceber que a academia
estava utilizando uma de suas fotos sem autorização. O juízo de primeiro grau
condenou a academia a inserir o nome do autor junto à foto e a pagar R$ 354 de
danos materiais.

Na intern​​et

A sentença, porém, não reconheceu
danos morais – o que foi mantido pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP)
sob o fundamento de que a foto havia sido disponibilizada livremente pelo
fotógrafo na internet, sem elemento que permitisse identificar a sua autoria.

No recurso especial, o fotógrafo
alegou que a indenização por danos morais era devida, uma vez que não houve
indicação da autoria, e questionou o entendimento do TJSP de que a foto estaria
em domínio público.

A relatora, ministra Nancy
Andrighi, lembrou que a Lei de Direitos Autorais impede a utilização por
terceiros de obra protegida, independentemente da modalidade de uso, nos termos
dos artigos 28 e 2​9. Segundo ela, entre os direitos morais do autor está a
inserção de seu nome na obra; na hipótese de violação desse direito, o infrator
deve responder pelo dano causado.

“Os direitos morais do autor
– previstos na Convenção da União de Berna de 1886 e garantidos pelo
ordenamento jurídico brasileiro – consubstanciam reconhecimento ao vínculo
especial de natureza extrapatrimonial que une o autor à sua criação”,
afirmou a ministra.

Presunção equiv​​ocada

Ao justificar o provimento do
recurso, a relatora assinalou que, ao contrário do entendimento do TJSP,
“o fato de a fotografia estar acessível mediante pesquisa em mecanismo de
busca disponibilizado na internet não priva seu autor dos direitos assegurados
pela legislação de regência, tampouco autoriza a presunção de que ela esteja em
domínio público, haja vista tais circunstâncias não consubstanciarem exceções
previstas na lei”.

Nancy Andrighi salientou que o
próprio provedor de pesquisa apontado pelo TJSP anuncia, ao exibir as imagens
após a busca, que elas podem ter direitos autorais, sugerindo, inclusive, que
se consulte material explicativo disponibilizado acerca da questão, acessível
pelo link Saiba Mais.

“Portanto, assentado que o direito
moral de atribuição do autor da obra não foi observado no particular – fato do
qual deriva o dever de compensar o dano causado e de divulgar o nome do autor
da fotografia –, há de ser reformado o acórdão recorrido” – concluiu a
ministra, arbitrando em R$ 5 mil o valor dos danos morais.

Fonte:  https://bit.ly/2x5f8q6

Aproveite para conferir mais sobre
Direito Autoral no blog da Escola Focus.

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A ABERTURA CONTROLA A EXPOSIÇÃO DO SEU SPEEDLITE!

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A Velocidade do obturador, por sua vez, controla a exposição da luz ambiente. Vide exemplo acima.

Aqui está um segredo que não
deveria ser segredo: o nível de potência do Speedlite é na verdade, o tempo de
duração da descarga
.

A diferença entre 1/1
(potencia total) e 1/8 são os elétrons que fluem pela
lâmpada do flash por um período de tempo de maior (1/1)
ou (1/8). Não é que o flash brilhe mais, ele
apenas fica aceso por mais tempo.

Em 1/1, o 600EX dispara por aproximadamente 1/850 de segundo. Em 1/64 este valor cai para aproximadamente 1/4200 de segundo. Portanto, não importa se o obturador fica aberto por 1/160 de segundo ou por ½ segundo, o flash dispara por um instante muito mais breve. Desde que a velocidade de sincronismo de sua câmera não exceda a velocidade do obturador, não terá qualquer efeito na exposição do flash. A velocidade de sincronismo é maior velocidade de obturador que sua câmera pode usar para fazer uma foto com flash.

Contudo, quando se trata de luz
ambiente, a velocidade do obturador tem um efeito direto. A luz ambiente é
contínua: do Sol, das luzes de uma sala, etc. Portanto, se você for de uma
velocidade de obturador de 1/30 de segundo para 1/60
de segundo, terá cortado a quantidade de luz ambiente que passa através
da lente pela metade.

A abertura do diafragma tem um
enorme efeito numa exposição com flash. Em qualquer nível de potência, se você
for de f/8 para f/11, cortar pela metade a quantidade de luz do flash que passa
pela lente. Da mesma forma, se você for de f/8 para f/5.6, a quantidade de luz
do flash que passa pela lente, dobra.

De modo prático, o que se deve
lembrar é que se quiser mais luz ambiente em sua exposição, deve usar uma
velocidade de obturador mais longo.

Se quiser reduzir a luz ambiente,
use uma velocidade mais curta (mais rápida) de obturador. Em ambos os casos, a
exposição do flash não deve variar significativamente.

Aproveite para rever mais dicas sobre técncas com flash nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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VERDADES ESSENCIAIS SOBRE O USO DO SPEEDLITE

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Conforme avançamos em nossas aulas práticas, mergulharemos mais fundo em uma gama ampla de tópicos.

Por enquanto, aqui está um
punhado de verdades úteis sobre o uso do Speedlite.
Seu Speedlite pode executar diferentes tarefas

Ele pode ser a luz principal, a luz de preenchimento ou de recorte. Como luz principal, pode ser a luz central a iluminar seu modelo. Como preenchimento seu Speedlite pode ser a luz que incide sobre as sombras que, de outro modo, ficariam escuras demais para que a câmera registrasse.

Como luz de recorte, o Speedlite pode vir de algum ponto atrás do modelo (contraluz). Com propósito de criar uma linha brilhante em torno de um dos lados do modelo, para que ele se destaque do segundo plano.

O Tamanho da Fonte de Luz Determina os Atributos das Sombras

A frente do Speedlite é menor do
que a maioria das coisas para as quais você irá aponta-la, como por exemplo, o
rosto de alguém. Quando a fonte de luz é menor em relação ao tamanho do que vai
ser fotografado, as sombras serão mais marcadas, ou seja, elas terão bordas
distintas e nítidas. Não se irrite isto não é falha do Speedlite.

O Sol é enorme, mas parece
relativamente pequeno no céu devido à distância entre ele e a Terra. Por isso,
quando você caminha por uma calçada em um dia ensolarado, sua sombra é
marcante. Se uma camada de nuvens estiver se movendo, elas se tornam a fonte de
luz aparente. Mas como as nuvens são muito maiores do que você, a luz chega de
muitas direções diferentes e sua sombra se torna bastante suave.

Se quiser fazer com que seu
Speedlite pareça maior, terá que modificá-lo. Isso pode ser feito rebatendo sua
luz contra o teto ou uma parede. Podem também dispará-lo usando uma sombrinha
ou sotfbox.

Há uma enorme quantidade de coisas
que pode ser feita para fazer o Speedlit parecer maior.

Aproveite para rever mais dicas sobre fotografia com seu speedlite, nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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