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sobre o mundo da fotografia

Série artística fotográfica reflete, em forma de protesto, sobre o desmatamento na Amazônia

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‘A última floresta’ chega como uma manifestação em resposta aos ataques do presidente Jair Bolsonaro (PSL) e às tentativas do governo de negar o desmatamento na Amazônia (Foto: Matheus Belém/Divulgação)

Diário AM

‘A última floresta’, da drag Uýra
Sodoma, propõe ser uma resposta às tentativas do governo de negar o desmate na
Amazônia

Por mais de um ano, a drag Uýra Sodoma e o fotógrafo
Matheus Belém trabalharam na produção da série fotográfica ‘A última floresta’,
uma documentação artística sobre o processo de desmatamento na Amazônia. O
resultado desse trabalho chega ao público neste mês, em forma de protesto.

Por mais de um ano, a drag Uýra Sodoma e o fotógrafo
Matheus Belém trabalharam na produção da série fotográfica ‘A última floresta’,
uma documentação artística sobre o processo de desmatamento na Amazônia. O
resultado desse trabalho chega ao público neste mês, em forma de protesto.

Emerson Munduruku, biólogo e artista visual, que vive
a drag Uýra, explica o processo artístico e de exibição das fotos. “É a Uýra em
interação com o fogo, com a terra pelada. Uma série muito tocante que vem
propor um olhar pra esse processo que já é secular na Amazônia e que vem se
intensificando, se agravando e destruindo a vida dentro do nosso território.
Queremos expor o material de forma contundente na imprensa por entender que,
neste momento, é urgente falar sobre o desmatamento”.

Segundo o artista, ‘A última floresta’ chega como uma
manifestação em resposta aos ataques do presidente Jair Bolsonaro (PSL) e às
tentativas do governo de negar o desmatamento na Amazônia. Um trecho da estrada
de Iranduba e dois da AM-010 são os cenários das fotos.

“Bolsonaro sempre defendeu agronegócio, agropecuária e
mineração em áreas protegidas da Amazônia, é um amigo dos ruralistas. Em prol
do agronegócio, o presidente insiste em negar o aumento do desmatamento na
Amazônia. Temos que responder enquanto artista, ambientalista, imprensa e
sociedade. Ninguém vai negar a realidade que a gente vive”, ressalta Munduruku.

Embasamento

Mestre em Ecologia pelo Inpa (Instituto Nacional de
Pesquisas da Amazônia), Emerson compôs um grupo de pesquisas com profissionais
nacionais e internacionais para avaliar os impactos de mudanças climáticas
sobre anfíbios, répteis, e mais recentemente, plantas e outros animais.

“No meu estudo em particular, sob orientação da Dra.
Fernanda Werneck, usando dados do Inpe e de outras renomadas instituições de
pesquisa, detectamos estimativas de altos riscos de extinção para uma espécie
de lagarto (Kentropyx calcarata ou Calango-da-Amazônia), a partir de medidas
que evidenciam o quanto o clima influencia no metabolismo do animal, indicando
que por volta do ano de 2050, esta espécie 
de lagarto amazônico tem 70% de chances de ser extinta.”

O biólogo explica ainda, que aumentos de calor futuros
podem dizimar todas as populações, exceto umas poucas, onde pode haver migração
de indivíduos para áreas com clima mais equilibrado, como o da floresta. Porém,
para isso é necessário a existência de floresta.

“Essa postura do governo de não deixar transparente
suas propostas de combate ao desmatamento da Amazônia, de atacar às
instituições engajadas nesta missão e também de estimular os ruralistas, miram
para um maior desmatamento de uma Amazônia cuja área total desmatada já supera
20%. Perder a floresta significa uma Amazônia de deserto e um Brasil passando
sede”, finaliza.

Uýra Sodoma

Uýra Sodoma, entidade em carne de bicho e planta que
habita e reflete Manaus, é considerada um dos maiores símbolos de preservação
ambiental da atualidade, conquistando repercussão internacional e tendo o
trabalho divulgado na mídia francesa, americana e britânica.

Até o dia 30 de outubro, fotografias, vídeos e
instalação artística mostram a trajetória da drag na exposição ‘Uýra, a árvore
que anda’, em cartaz na Galeria do Largo (R. Costa Azevedo, 290 – Centro), com
acesso gratuito. Duas fotos da série ‘A última floresta’ compõem a exposição.

Fonte: https://bit.ly/31AztO2

Aproveite para conferir mais notícias sobre exposições no blog da Escola Focus.

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ÉTICA NA TECNOLOGIA: A CRITÉRIOS DE QUE (M) E PARA QUE (M)?

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Os desafios da conjugação da ética com o avanço acelerado da tecnologia encontram barreiras nos valores morais, sociais e até criminais

Larissa Wermann/Olhar digital

Os padrões éticos são construídos a
partir de concepções sociais nas quais devem ser consideradas o tempo e espaço
em que determinados eventos estão inseridos.

A tecnologia, que até aqui, facilitou a vida da sociedade e acelerou sua evolução, trouxe também implicações prejudiciais que conflitam com questões éticas da sociedade atual.

Preconceito, racismo, invasão de privacidade, experimentos com humanos e até mesmo riscos de vida já foram relacionado ao uso de algoritmos e avanços tecnológicos. Uma simples pesquisa na Internet já traz histórias que demonstram a fragilidade da tecnologia.

Em 2015, a Google lançou o Google Photos, um serviço
de compartilhamento e armazenamento que agrupa fotos semelhantes em um mesmo
álbum a partir da criação de tags, o problema foi quando no reconhecimento de
pessoas negras, a tag de identificação criada de forma automática foi
“gorila”. Tay, a inteligência artificial projetada pela Microsoft em
2016, com o intuito de conversar com as pessoas via Twitter, teve uma
“vida” curta.

Foram necessárias apenas 24 horas para que a robô, que
aprendia à medida em que se relacionava com os humanos, formasse um
“caráter” nazista, pornográfico, racista e sexista. Apesar de ter
aprendido tais valores com os internautas, ela não possuía capacidade analítica
para qualquer julgamento cognitivo a respeito do que absorvia.

Logo depois, um vídeo chamou a atenção de todos nas
redes sociais: uma saboneteira automática, acionada por infravermelho, não faz
a liberação do sabonete se você tiver a pele negra. Recentemente, o Facebook
teve problemas com a venda não-autorizada de dados dos seus usuários, com
impactos que influenciaram a eleição presidencial da maior potência mundial,
como os Estados Unidos.

Mais recentemente, na considerada Era da
Automatização, já ocorreu o primeiro acidente automobilístico fatal provocado
por um veículo sem motorista. No Arizona, EUA, uma mulher morreu ao
ser​atropelada por um carro autônomo da Uber​, que estava em fase de
testes. E não raro, há casos de robôs que ​mataram profissionais durante o
processo de implementação ou manutenção da máquina.

Os limites éticos, morais e até legais seguem se
contrapondo à tecnologia em determinados momentos. Se por um lado, nem todos
eles constituem ilegalidades nos termos da lei,- não sendo, portanto, passíveis
de sucesso em um processo judicial ou ação pública- por outro, é preciso ter
uma preocupação em relação a como e por quem essas tecnologias estão sendo
criadas e testadas, reavaliando os critérios éticos, principalmente em
ambientes empresariais.

Os questionamentos à temática são inúmeros, desde como
ensinar ética para algoritmos, quais são e quem define os limites, quais os
impactos sociais, até quem será responsabilizado por essas transgressões, como
no caso da Tay, se houver acusação por discriminação, quem criminalizar:
empresa ou internautas? No caso do Uber, causar a morte de alguém é, de fato,
crime; sendo assim, o homicídio é culposo ou doloso, quem julgar: empresa,
desenvolvedores?

A legislação não acompanha a velocidade do avanço
tecnológico e, ainda que os acontecimentos fossem inimagináveis – exceto por
apostas feitas por pessoas muito à frente do seu tempo, como no livro 1984 -,
poderiam ser previstos e mapeados para definir antecipadamente as soluções.

Principalmente se levarmos em consideração cada caso
que não constitui uma violação legal, em circunstâncias que dêem abertura para
discussões morais e éticas. No caso da saboneteira, por exemplo, seria ilegal
ou apenas antiético? Foi uma escolha consciente durante o processo de produção,
ou apenas ausência de diversidade na criação e nos testes?

Diante deste cenário ainda recente e impreciso, , há
um desafio interdisciplinar: da tecnologia, aqui entendida como a aplicação
prática do conhecimento científico; da ética, enquanto noções e princípios
basilares da moralidade social (a qual, por natureza, se transforma ao longo do
tempo e está atrelada diretamente à cultura); e da sociologia, à medida que a
sociedade é a principal impactada quando as demais não estiverem em equilíbrio.
Desta forma, estamos diante de uma​ uma intersecção quase filosófica.

Todavia, tais dilemas não são exclusividade da
tecnologia. Na área da Ciências Biológicas, existe um extenso código de Ética
do Biólogo, a fim de conceder direitos e explicitar deveres.

 O código
orienta a atuação desses profissionais e,os valores basilares, principalmente
em relação a inovação científica e tecnológica da área – as famosas pesquisas e
seus testes incluindo ainda, previsão de penalidades quando o mesmo não for
cumprido.

O que é, sim, exclusividade da tecnologia, assim como
em diversos outros temas, é a proporção e velocidade dos impactos – sejam eles
positivos ou não.

Contudo, o bom senso, o respeito à vida e aos direitos
humanos básicos, devem ser sempre considerados na hora da inovação
técnico-científica. Não é por ser tecnicamente possível enquanto aplicação
prática de qualquer área de atuação-, que pode ou deve ser feito, tanto do
ponto de vista legal -e, portanto, óbvio-, quanto do ponto de vista ético, -nem
sempre tão óbvio.

Essa deveria ser, portanto, uma preocupação de todos:
órgãos reguladores, sociedade civil, governo, setor empresarial etc, uma vez
que o impacto, seja positivo ou não, não limita pessoas por classe, raça, credo
ou região.

Um exemplo explícito e recente é a  de um cientista  que criou, sem permissão, bebês geneticamente
modificados. Tecnicamente foi, sim, possível. Mas, segundo a maioria massiva de
pesquisadores e especialistas no assunto, dado o nível de risco, isso não
deveria ter acontecido em hipótese alguma, e as investigações apontam para
penalidades legais.

Se por um lado, de acordo com o governo chinês, ele
será punido por violações da lei (ainda não especificadas quais são), por
outro, o cientista emitiu, de acordo com a investigação, uma avaliação ética
(atribuindo autoria a terceiros).

Ainda que possível, qual a análise ética? Ponto
fundamental para compreender onde se quer chegar. Não se deseja, aqui, emitir
uma verdade absoluta sobre como fazer, determinar a necessidade de um código de
conduta, relatórios de avaliações éticas, ou ainda, comitês internos
especializados no assunto.

A forma é irrelevante, o imprescindível, e urgente, é
que haja um olhar mais crítico, ético e sobretudo legal sobre os avanços
tecnológicos, evitando que estragos irreversíveis assolem a sociedade.

Com isso não se quer, de forma alguma, limitar ou
desacelerar a inovação. Mas sim fomentá-la, a partir de perspectivas integrais
e interdisciplinares em seu desenvolvimento, baseado não só nos benefícios e
nas transformações numéricas – que são muitas -, mas também, emocionais e
humanas.

Para o mercado de tecnologia, é uma grande
oportunidade. Empresas compreenderem as questões éticas, estão – e estarão –
cada vez mais à frente da evolução. A sociedade e, especialmente, as novas
gerações, buscam alinhamento de propósito e preocupação com ações e inovações
que gerem impactos socioambientais negativos.

Ética na tecnologia, a exemplo de empresas eco-friendly
, é sobretudo um investimento requerido, prosperidade de mercado e uma vantagem
competitiva indispensável. Até a Apple entendeu bem isso aí.

Como muito comentado: não é possível alcançar um nível
superior na tecnologia com um nível inferior de ética. E é para isso que é
crucial unir esforços.

Fonte: https://bit.ly/2YVvZZu

Aproveite para conferir mais notícias
no blog da Escola Focus.

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IGNORE O HISTOGRAMA!

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Sei que o título acima simplesmente faz a cabeça de alguém explodir

Mas lembre-se de que são essas
coisas que eu diria a um amigo (e as coisas que gostaria que alguém tivesse me
dito), e uma dessas coisas seria ignorar o histograma no visor da câmera.

Sei que as pessoas querem
desesperadamente um indicador técnico tangível da velha pergunta: “É uma boa
foto”?

 Mas posso prometer que a resposta não está
nesse indicador. Lembro-me de ser um dos oradores convidados em um congresso de
fotografia e, durante minha apresentação, o tema dos histogramas veio à tona.
Em pé no fundo da sala estavam alguns outros instrutores (absolutamente, alguns
dos melhores no negócio).

Mencionei que não uso
histogramas, e então perguntei aos famosos instrutores de fotografia se já
utilizaram o histograma n visor da câmera. Eles gritaram de volta: “Não”,
“Nunca”, “Não eu” e “Sem chance”! O que é esses profissionais sabe que muitas
pessoas discutindo interminavelmente na Web não sabem?

Eles sabem que grandes fotos não
vêm de olhar para um gráfico. Eles sabem que grandes fotos não são coisas
técnicas (embora o número de fotógrafos deseje desesperadamente que fossem,
porque as pessoas podem aprender técnicas – mas é muito mais difícil
desenvolver um “olho” e um coração para fotografia). Conseguir uma boa
exposição com a s câmeras digitais de hoje em dia não é tão difícil.

Na verdade, é simples, porque as
atuais câmeras são tão avançadas que você praticamente tem de dar duro para
obter uma exposição ruim. Portanto, pare de se preocupar com gráfico e comece a
se preocupar com aquilo para que você aponte a câmera, e como você a aponta. E
com o recado que pretenda transmitir.

É daí que vêm as melhores fotos. Concorda?

Aproveite para rever mais dicas sobre fotografia e histograma nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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DESENVOLVENDO O PROCESSO DE TRABALHO

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Use o formulário de metadados, do Photoshop, para criar palavras chaves e proteger seu direito autoral

A maneira de manter o processo
de trabalho de imagens organizado é construir um sistema que seja simples, consistente
e seguro.

Meu objetivo é criar sempre um
processo de trabalho que permita que você catalogue, edite e faça um backup das
imagens caso esteja em campo ou em casa.

Não sou a pessoa mais organizada
do mundo, porém, com o passar do tempo aderi a alguns sistemas de edição e isso
me ajudou a organizar um catálogo de aproximadamente 130 mil imagens. Posso
localizar os arquivos em questão de minutos, e o segredo para fazer tudo isso
funcionar e tornar o processo de trabalho simples, sempre se desfazendo dos
excessos.

O mais importante: o meu sistema
tem sido testado por diversas falhas do disco rígido e alguns cartões de
memória corrompidos, e ainda assim, nunca perdi uma única foto.

Claro que uma tragédia é sempre
possível, no entanto, acredito que se você fizer um backup com suas imagens, os
riscos serão menores e até insignificantes.

Para localizar rapidamente seus arquivos,
acesse o Windows Explore e procure por título ou pela data que o arquivo foi
gerado. Criar metadados nos formulários do Adobe Lightroom ou Photoshop poderão
também ser muito úteis. Esses são apenas os primeiros passos. Experimente!

Aproveite para rever mais dicas sobre localizar seus arquivos digitais nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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SEU FLUXO DE TRABALHO

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O sistema criativo para o artista visual

Uma de minhas preferências
após um longo dia de sessão fotográfica é sentar em frente ao computador e
passar todas as minhas fotos para o Adobe Lightroom ou Photoshop, dependendo do
caso.

Para mim esse é o momento verdade
e o último passo para me trazer uma criativa visão da vida. Reconheço que nem
todos utilizam o Lightroom, mas ao longo dos anos percebi que este é o melhor
sistema para administrar e editar imagens.

Se você atualmente utiliza, está
pronto para conhecer os seus benefícios, e minhas recomendações sobre o
processo de trabalho nesse programa podem ser parecidos com o processo que você
já utiliza. Para aqueles que não estão familiarizados com o Lightroom.

Independente de qual aplicativo de
edição para imagem você esteja usando, vamos em nossas aulas abordar as
configurações do computador, o processo pós-processo e trabalho, as estratégias
de backup e algumas sugestões de sistemas.

Finalmente, costumo deixar minhas
recomendações para criar um processo de trabalho eficiente e consistente, para
que você possa gerar as melhores imagens possíveis e diminuir o risco de perder
os arquivos. Fazer upload e compartilhar as fotos será discutido nas aulas
seguintes.

Aproveite para rever mais dicas sobre a fase de pós-produção
e fluxo de trabalho nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de
fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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REMOVENDO O RUÍDO DAS IMAGENS JPEG

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Padrão de ruído entre os processadores da Canon e Nikon

As imagens que são feitas com ISO alto no formato JPEG,
normalmente ficam mais evidentes com esse efeito, devido à compressão que
sofrem neste formato, e dependendo da aplicação que vai ter a imagem é mais
interessante experimentar o formato RAW.

Há alguns meios de se conseguir remover ruído em
pós-produção, e em alguns casos pode ser até eliminado, com o uso de alguns aplicativos
como o Noise Ninja ou Topaz Denoise.

Estes programas tem uma missão difícil que é separar os
detalhes da imagem do ruído, porém este processo pode ser demorado devido ao
tamanho dos arquivos, e recomenda-se não usar muitos esses aplicativos
principalmente em arquivos muito grandes.

Mas, para a maioria dos casos, o emprego de filtros no
Photoshop, poderá resolver esse problema.

Muitos acreditam que a formação de ruído estela relacionada
apenas com o uso de altas sensibilidades. Isso é verdade, mas o critério de
fotometria é fundamental.

Basta sub ou super-expor um pouco mais de a presença de ruídos
se manifesta. Confira!

Aproveite para rever mais dicas sobre pós-produção
de imagens nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia
dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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PAIXÃO DO HISTOGRAMA

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Depois que você entender, nunca mais vai deixar de usar

O gráfico do histograma pode
parecer um pouco assustador a primeira vista, mas é a melhor ferramenta para
conseguir a exposição que você quer, em qualquer situação. E realmente nem é
tão difícil quanto parece
.

Na verdade, é um gráfico,
conforme visto acima, que ilustra a gama de tons da imagem, e vai do preto no
canto esquerdo, para branco no canto direito, com um cinza meio-tom (14%) no
meio.

O display LCD das câmeras DSLR
funciona bastante bem para aliviar a composição das fotos, mas proporciona
apenas uma vaga ideia sobre a exposição da imagem.

Já o histograma é a ferramenta perfeita para avaliar a exposição.

É possível saber, rapidamente, se
as altas-luzes estão detalhadas ou superexposta, ou ainda estão “clipadas”
(interrompidas). Todas as DSLRs  e todas
as câmeras compactas têm um modo de exibição que mostra o histograma, e sim,
recomenda-se consulta-lo o tempo todo.

ENTENDA O HISTOGRAMA – NÃO EXISTE FÓRMULA PRONTA – TUDO DEPENDE O TEMA

Alto Contraste

Grande parte dos tons concentrada
do lado esquerdo (sombras) ou do lado direito (altas-luzes) do histograma.

Baixo Contraste

A maioria dos tons fica no centro
do histograma, com muito pouco na área de sombra ou de altas-luzes.

Fundo Preto

O fundo escuro significa um
grande pico nas sombras, e um pico menor para os tons de pele no meio.

Fundo Branco

O fundo branco e a exposição
high-key significam que quase todos os tons estão agrupados do lado direito.

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fotografia e histogramas nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas
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POSES PERFEITAS

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Faça uma pose!

Modelos amadores não sabem como agir; é preciso orientá-los para
conseguir as melhores fotos.

Está tudo certo; o estúdio e a
câmera estão prontos e é hora de começar a fotografar. Esse talvez seja o
momento mais desafiante de todo o processo. De repente você cai em si. Precisa
encontrar o melhor ângulo para sua modelo. E agora?

Para muitos fotógrafos às voltas
com as mais variadas categorias de modelos amadores, da vontade de ir para o
quintal e fotografar as pedras do jardim. Mas no fundo, é bem mais simples do
que parece.

Siga as dicas básicas; mas é
muito provável que, tão logo você comece, seu modelo relaxe em frente à câmera,
a criatividade comece a fluir e as fotos evoluam naturalmente. De qualquer
forma não custa nada dar uma boa olhada em revistas e livros e galerias de arte
para se abastecer de ideias.

Lembre-se de que não é só a
posição da modelo que é importante. Você também precisa levar em conta o seu
próprio ângulo, porque a altura da câmera tem um impacto decisivo sobre as
fotos.

ALTURA DA CÂMERA ÂNGULOS FAVORÁVEIS

Não é apenas a modelo que precisa saber onde fica.

1. Alta

Geralmente, posicionar a câmera
um pouco acima dos olhos da modelo produz uma imagem bastante agradável. Esse
ângulo cria um efeito de emagrecimento. Observe como o pescoço diminui o
maxilar parece mais definido. Mas não fique alto demais, para não causar uma
sensação de estranheza.

2. Nível dos Olhos

Com a iluminação adequada, essa
altura da câmera funciona bem na maioria das situações.

Tenha em mente que isso afeta a
aparência do retrato e use o display LCD da sua Nikon para visualizar o
resultado. Se você for mais baixo que sua modelo, use uma caixa ou um degrau
para atingir a altura certa.

3. Baixa

Quanto mais baixa a câmera, mais
cruel o resultado. Certamente ninguém vai parecer mais magro sob esse ângulo.
Ele, no entanto, cria um efeito impressionante: faz o modelo criar um efeito
impressionante: faz o modelo, parecer poderoso. Muitas vezes, fotos
corporativas de líderes empresariais são feitas assim, para dar impressão de
poder.

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ESPECIALISTA RESPONDE QUAIS SÃO OS MELHORES EQUIPAMENTOS E ESTRATÉGIAS PARA COMEÇAR NO MUNDO DA FOTOGRAFIA

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Com as altas taxas de desemprego no país, muitos profissionais estão deixando de atuar em suas áreas de formação por falta de oportunidade e espaço para buscar alternativas paralelas de ganho e renda extra

Por esse motivo, o empreendedorismo
nunca esteve tão em alta, onde muitos buscam atuar de forma autônoma e liberal.
(Ilustação: Pixabay / MF Press Global)

Revista Exame

Essa migração de profissionais levou mercados como o
da fotografia a experimentar um crescimento. Por ser um ramo de grande
amplitude e baixo investimento, a fotografia vem cada vez mais atraindo novos
olhares. Horários flexíveis e alta possibilidade de lucro e crescimento na
carreira são atrativos que empolgam os que se encorajam a se inserir nesse
mercado.

Mas e como começar nesta área? Quais os primeiros
passos para se tornar um profissional de sucesso no mundo da fotografia? Para
esclarecer essas dúvidas, consultamos o fotógrafo Rodolfo Santos, que é um dos
profissionais que mais vem se destacando no segmento de casamentos e
destination wedding, alcançando premiações a nível nacional e internacional:
“embora hoje com a entrada de muitos profissionais o mercado de fotografia
esteja mais concorrido, ainda há espaço para novos fotógrafos.

Eu costumo indicar aos iniciantes que estabeleçam três
pilares para a escolha correta de seus materiais de trabalho, que são o
‘Quando’, ‘Quanto’ e ‘Onde’. Ao responder essas três perguntas básicas, você já
tem um norte de por onde começar e pode tirar a sua dúvida sobre ingressar ou
não nesse mercado”.

Veja quais são as dicas de Rodolfo Santos para quem
pretende começar na fotografia:

Quando?

Para iniciar um planejamento, estabeleça metas e saiba
quando pretende investir, assim você tempo de se programar financeiramente para
iniciar um novo negócio.

Quanto?

Faça uma planilha de quanto você tem para dedicar à
esse propósito. Faça uma breve pesquisa de mercado sobre os valores dos
equipamentos de entrada, que são os mais básicos voltados para o início de
carreira. Hoje é possível comprar uma câmera nova DSLR, que são essas com
lentes intercambiáveis, à partir de R$1.700.

Como?

Agora que você já possui um planejamento de tempo que
estabelece curto, médio ou longo prazo, e já possui uma base de valores, é
muito importante tirar seus planos do papel. Por isso saiba onde investir.

Atualmente um kit básico para iniciar os trabalhos
como um profissional da fotografia conta com uma câmera que chamamos de corpo,
uma lente de zoom e uma lente fixa. Além disso é necessário ter uma fonte de
luz para as fotos noturnas, que pode ser um flash ou LED. Essa segunda opção
está super em alta no mercado.

Especialize-se

Além de bons equipamentos, é muito importante se
especializar. Para se profissionalizar como um integrante desse mundo dos
eventos, hoje são oferecidos vários cursos de fotografia e eventos. Você pode
encontrá-los online ou em escolas profissionalizantes.

Você pode também fazer um bom curso  em escolas de grande prestígio no mercado que irão te direcionar como agir para ser um fotógrafo de sucesso.

Fonte: https://bit.ly/2KvvGvv

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A EVOLUÇÃO DA FOTOGRAFIA E SEUS IMPACTOS NA SOCIEDADE

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Fachada do edifício Central da S.A Moinho Santista; Rua Álvares Penteado, Largo do Café, São Paulo, Brasil; Autoria não identificada. Anos 1920. Acervo Centro de Memória Bunge.

DCI

Em 19 de agosto de 1839, o físico e
inventor francês Louis Jacques Mandé Daguerre apresentou o daguerreótipo –
primeiro processo fotográfico que, a partir de imagens obtidas através de uma
câmera escura, as fixava em uma folha de prata sobre uma placa de cobre.

O momento teve tamanha importância que a data foi
homenageada como o Dia Mundial da Fotografia, a ser comemorada na próxima
segunda-feira (19).

No Brasil, estudos e trabalhos dedicados ao tema
tornaram o país um dos pioneiros da fotografia. O francês, radicado no Brasil,
Antoine Hercules Romuald Florence, por exemplo, foi responsável pela criação de
um sistema de impressão simultânea com todas as cores primárias, denominado
polygraphie, em tradução livre, poligrafia.

O reconhecimento deste trabalho em âmbito
internacional veio 140 anos depois com o lançamento do livro “Hercule
Florence – A descoberta da fotografia no Brasil”, publicado pelo professor
Boris Kossoy, nos Estados Unidos.

Com a fundação da Kodak, ainda no século XIX, a
fotografia se popularizou no Brasil. Mas foi só no século XX que a atividade
passou a ter mais protagonismo e relevância no país. Deste período, o Centro de
Memória Bunge reúne um acervo fotográfico com registros da cidade de São Paulo,
que ajudam a contar a história da industrialização e urbanização.

A cidade também registrou um aumento significativo de
sua população com a chegada de imigrantes advindos de outros Estados e países
em busca de novas oportunidades de trabalho e mais qualidade de vida.

Com a atividade fabril das décadas subsequentes.,ão
Paulo passou a ser, além de sociedade referência para o país, modelo social e
cultural, a principal capital responsável pelo abastecimento de outros Estados
e as fotografias registram os processos fabris da época e escoamento dessas
produções, o que afetou a rotina e tempo do trabalho e dos trabalhadores.

São Paulo ditava não apenas o ritmo de todo o País, mas a moda, que ganhava um espaço de destaque na cidade, se tornando vitrine do modernismo do Brasil nas décadas seguintes quando já eram realizados desfiles com os tecidos produzidos na Santista Têxtil, uma das empresas derivadas da S.A. Moinho Santista Indústrias Gerais.

Esses registros fotográficos contam não apenas a história da industrialização na cidade, mas ajudam a entender a o processo de modernização do País.

Fonte: https://bit.ly/2yWGtZk

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