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ROBERT CAPA – DESTRUIÇÃO DE UMA LENDA?

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FRANCE. Normandy. June 6th, 1944. US troops assault Omaha Beach during the D-Day landings (first assault)

Gilson Lorenti

Eu sou um grande fã de Robert Capa. O fotógrafo (cujo nome verdadeiro é Friedmann Endre Ernő) nasceu em Budapeste na Hungria em 22 de outubro de 1913.

Se tornou famoso pelas coberturas fotográficas da Guerra Civil Espanhola, da Segunda Guerra Sino-Japonesa, da Segunda Guerra Mundial e da Guerra Arabe-Israelense de 1948. Morreu em 1954 durante a cobertura da Primeira Guerra da Indochina ao pisar em uma mina.

Dizem que quando foi encontrado, suas pernas estavam dilaceradas, mas a câmera continuava firme em suas mãos. Considerado um dos grandes fotojornalistas da história, Capa foi um dos co-fundadores da Agência Magnum, juntamente com David Seymour, Henri Cartier-Bresson e George Rodger.

Embora tenha ficado famoso com a cobertura de Guerras, Robert Capa também possuí uma produção fotográfica voltada para outras áreas do fotojornalismo e até mesmo fotos de arte, mostrando que ele não era apenas corajoso, mas também muito talentoso.

Um dos grandes feitos jornalísticos de Capa é que ele foi um dos poucos jornalistas que desembarcou junto com as tropas aliadas em Omaha Beach no Dia D. Fico imaginando-o correndo pelas trincheiras e desviando do fogo alemão.

Porém, como o destino é impiedoso, depois de sobreviver ao desembarque, a maior parte das imagens acabou se perdendo porque o técnico do laboratório errou na hora de fazer a revelação. Apenas um punhado de imagens se salvaram.

E é justamente esse feito jornalístico que está sendo questionado agora. O crítico de fotografia A. D. Coleman já vem levantando essa história desde 2016. O primeiro questionamento, que foi colocado na época, é que a sequência de acidentes que levaram os negativos de Capa serem destruído são altamente improváveis.

Então, se as fotos não foram destruídas durante a revelação, o que realmente aconteceu? Nessa semana Coleman publicou um relatório completo sobre suas descobertas do caso.

A história oficial, contada por Capa e todos os envolvidos no caso, dizem que ele desembarcou na praia e fez um total de 114 fotos em 4 rolos de filme de 35mm. Depois disso ele teria caído na água e sua câmera emperrou. Depois do acidente no laboratório fotográfico apenas 10 imagens se salvaram.

Levando em conta filmes oficiais do exército e outras imagens de fotógrafos oficiais, Coleman afirma que Capa chegou na praia com o 16º Regimento de Infantaria, 1ª Divisão dos EUA, apenas na 13º onda de ataque. E mais, eles desembarcaram em um trecho da praia bem longe do combate principal e fora do alcance das metralhadoras germânicas.

Nesse ponto afastado, Capa teria feito apenas 10 fotos (as que temos conhecimento) e logo teria voltado para o navio principal (por essa versão ele ficou de 15 a 30 minutos na praia), pois precisava mandar imagens para a redação da revista Life para serem publicadas antes de seus concorrentes. A história da câmera danificada não teria acontecido, visto que Capa continuou com o mesmo equipamento o resto da cobertura fotográfica.

Por fim, o estado em que se encontra as fotos que foram consideradas “sobreviventes” do acidente, são apenas o resultado de fotografias feitas com algum erro de exposição e velocidade, coisa que muita gente dizia ser comum na fotografia de Capa.

Coleman aponta como Capa tinha o hábito de auto engrandecer sua história e deixar suas aventuras épicas. Biógrafos, companheiros de trabalho e a família mantiveram as lendas e dificultam o acesso de historiadores aos materiais originais do fotógrafo para evitar investigações.

Fonte: https://goo.gl/j7Bvc3

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QUAL É A IMPORTÂNCIA DE UM BOM CONTRATO?

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Confira porque vale investir nos serviços de um profissional!

Flavia Bomtempo Botti/Jusbrasil

Contratos são capazes de regulamentar nossas relações jurídicas. As minutas de contrato são os instrumentos através dos quais essa regulamentação se formaliza.

Há contratos das mais variadas espécies, como são diversas as nossas possibilidades de contratar: compra e venda, locação, prestação de serviços em fotografia e até casamento! (Apenas para citar alguns exemplos…)

Dei-me conta de que, em geral, as pessoas fazem questão de um contrato quando negociam algo que lhes parece importante. Veja-se que quase ninguém se arrisca a comprar um imóvel sem o respaldo de um instrumento contratual. No mesmo sentido, é comum que os prestadores de serviço queiram assegurar a contratação através de um documento.

Contudo, tenho percebido que, no geral, não há tanta preocupação com a QUALIDADE desses contratos. Ora, ter “qualquer contrato” não significa quase nada. Você precisa ter um contrato que de fato represente e reproduza os termos transacionados. E, para isso, faz-se necessária também uma negociação de qualidade, com termos claros e todas as possíveis consequências ajustadas.

Essa percepção foi surgindo ao longo de minha experiência como advogada. Primeiramente, fui percebendo que quase ninguém entendia propriamente o que era um contrato. Algumas pessoas esboçam ter certo medo de contrato, como algo tão abstrato, inteligível e com potencial para coagir.

Em outros casos, percebia que o contrato era visto como algo “pró-forma”, ou seja, “tinha que ter”, porque sim; mas não se entendia muito bem o porquê. E, por fim, vi também muito espanto quanto ao preço tabelado pela OAB para cobrança dos serviços jurídicos envolvendo um contrato.

Há alguns dias minha amiga me ligou do Rio de Janeiro, dizendo que os advogados que prestavam serviços para a empresa em que ela trabalha estavam cobrando muito caro por um contrato. Queria saber se eu fazia mais barato. Eu logo pensei: vou perguntar quanto eles cobraram; porque já imaginava que não seria tão absurdo para mim quanto parecia para ela.

O valor era mil e quinhentos reais. Por um contrato de extrema importância para a empresa, que seria responsável pela regulamentação de diversas relações jurídicas. Eu disse pra ela: olha, na verdade, não está caro não. Está até barato.

Pela Tabela da OAB, o valor mínimo para a confecção de uma minuta de contrato é três mil reais. Ela: “Jesusssss! Então é caro mesmo!”. Risos. Aproveitei o ensejo e expliquei pra ela o seguinte:

– É normal as pessoas se assustarem com o valor dos contratos, quando pensam que é apenas um pedaço de papel. Na verdade, o que consta no papel é a formalização de tudo o que foi feito antes. Vou te dar como exemplo como fazemos: nós temos várias reuniões com o cliente para entender a atividade empresarial, a necessidade, tudo o que gira em torno das relações jurídicas que serão criadas ou impactadas com a transação.

Isso para que possamos prever quais seriam os pontos importantes a serem negociados bem como as questões com potencial de conflito para que possamos evitá-las. Depois de toda essa construção, a formalização, enfim, no papel, também exige capacidade para uma escrita clara, objetiva, que não deixe dúvidas ou ambiguidade. E conclui, brincando:

– É isso, amiga, seja bem-vinda! No mundo de negócios prósperos, bons profissionais têm de ser contratados. O bom profissional faz toda a diferença. Um bom trabalho exige tempo e conhecimento, por isso é “caro”.

O negócio é não pagar caro por algo que não vale, mas tendo a visão de que algo é de relevância para o seu negócio, temos de ficar satisfeitos em pagar por serviços que efetivamente trazem soluções eficazes. Temos que mudar os nossos paradigmas sobre caro e barato. Beijo!!

Então… é isso! Os bons contratos envolvem muito mais do que um pedaço de papel. Os contratos, efetivamente, são os termos da negociação – que se otimiza com o acompanhamento de profissionais capacitados – e depois se materializam de forma eficaz com uma redação de boa qualidade.

Os bons contratos têm o potencial de evitar conflitos. Os bons contratos têm soluções inteligentes para as situações de impasse. Os bons contratos têm força para sejam de fato úteis.

Fonte: https://goo.gl/izmgMi

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7 LIÇÕES QUE PABLO PICASSO NOS PODE ENSINAR SOBRE FOTOGRAFIA

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Light painting, Minotauro, Pablo Picasso

Resumo Fotográfico

Parte do processo de aprender e aprimorar o trabalho fotográfico consiste em buscar inspiração de outras mentes criadoras de diferentes segmentos artísticos, como pintores, escritores, músicos, etc.

Em artigo para o site PetaPixel, o fotógrafo Anthony Epes compartilha algumas lições que ele aprendeu a partir das ideias do consagrado pintor espanhol Pablo Picasso.

“Eu tenho passado muito tempo na Espanha ultimamente, perto do local de nascimento de Pablo Picasso. Depois de visitar museus para ver seu trabalho e ler mais sobre suas criações, me peguei pensando sobre algumas das ideais sobre as quais ele falou em relação à criação de arte. Algumas de suas ideias são fantasticamente inspiradoras e eu gostaria de compartilhá-las.”

  1. “O artista é um receptáculo para as emoções que vêm de todos os lugares: do céu, da terra, de um pedaço de papel, de uma forma passageira, de uma teia de aranha.” – Pablo Picasso

Onde quer que você esteja, você está absorvendo a energia e as emoções de tudo ao seu redor. Se você está no estado mental correto, de estar aberto e receptivo, pode ajudar a gerar ideias maravilhosas. Ser pacífico e quieto – realmente olhando para as coisas, não necessariamente de uma maneira super focalizada, mas apenas permitindo que sua atenção se desvie – é muito útil para a sua criatividade. Isso ajuda a nos afastar da nossa enxurrada habitual de pensamentos (e coisas para fazer) e nos permite conectar com o mundo ao nosso redor, e extrair ideias dele.

  1. “Se ao menos pudéssemos arrancar nosso cérebro e usar apenas nossos olhos.” – Pablo Picasso

A mente é um lugar ocupado. Parece sempre ter muito o que resolver, pensar e organizar. Mas a mente ocupada é o pior estado em que você pode estar ao tirar fotos. Aprender a ver é aprender a ignorar essa mente ocupada e analítica e a se tornar presente, aprendendo a observar o mundo ao seu redor. Está entrando em contato com o momento presente.

  1. “Se eu pintar um cavalo selvagem, você pode não ver o cavalo… mas certamente você verá a selvageria!” – Pablo Picasso

Muitas vezes pensamos, especialmente como fotógrafos, que estamos fotografando o que vemos. Claro, devemos “ver”. Mas também estamos fotografando algo que gerou um sentimento em nós. Algo que investigou e provocou nosso interesse. Nós vemos, sentimos e depois criamos. E o que você acaba criando pode ser qualquer coisa! Pode parecer com qualquer coisa, sentir como qualquer coisa – a fotografia, sua arte, é sua para fazer o seu próprio.

  1. “Para saber o que você vai desenhar, você tem que começar a desenhar.” – Pablo Picasso

Isso é o mesmo para qualquer meio criativo. Se você não sabe por onde começar, não se preocupe. Apenas comece, e geralmente é quando as ideias começam a fluir. Em vez de esperar por inspiração, saia e deixe as ideias encontrarem você quando estiver no lugar perfeito para fazer algo com elas com a sua câmera na mão!

  1. “Quanto mais técnica você tem, menos você precisa se preocupar com isso. Quanto mais técnica houver, menos há.” – Pablo Picasso

Essa citação resume muito sobre o motivo pelo qual a técnica de aprendizado facilita as coisas quando estamos criando. Quando você conhece seu kit, não é interrompido quando está no fluxo criativo. Em vez de lutar com sua câmera, você pode ficar totalmente absorvido naquele lindo local, aquele assunto interessante, ou absorver a luz e criar algumas imagens incríveis. Você se torna tão à vontade com suas ferramentas que sua criatividade simplesmente assume o controle.

  1. “Estou sempre fazendo aquilo que não posso fazer para aprender como fazer isso.” – Pablo Picasso

Não saber fazer algo é uma oportunidade para exercitar a mente e aprender e ver algo de uma maneira diferente. Mantenha-se jovem e sua mente ágil, aprendendo coisas novas.

“Ele pode quem pensa que pode, e não consegue quem pensa que não pode. Esta é uma lei inexorável e indiscutível.”

  1. “Na arte, as intenções não são suficientes e, como se diz em espanhol, o amor deve ser comprovado por atos e não por razões. O que se faz é o que conta e não o que se tem intenção de fazer. ” – Pablo Picasso

Nunca há melhor momento para fazer algo do que agora, então pare de planejar e postergar e comece.

Fonte: https://goo.gl/oHbH6C

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2019 WORLD PRESS PHOTO CONTEST ANUNCIA INDICADOS

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Premiação elege os destaques da fotojornalismo mundial

Flavio A. Priori/Fhox/News

Organizado desde 1955, o World Press Photo Contest é uma premiação que tem como objetivo exaltar os melhores trabalhos dentro do fotojornalismo pelo mundo.

Dessa forma, ela anunciou hoje os nomes dos indicados para a próxima edição do evento.

Além do tradicional Photo Contest, teremos esse ano uma nova premiação, a World Press Photo Story of the Year. Essa nova categoria irá premiar profissionais que conseguiram contar as melhores histórias jornalisticas através de uma sequência de fotos. Foram mais de 80 mil inscrições de onde sairam 43 indicados de 25 países diferentes.

As séries completas dos trabalhos indicados a História do Ano, bem como os indicados nas outras 10 categorias do evento podem ser vistos no site oficial da organização. O resultado será anunciado no dia 11 de abril, em Amsterdam.

Os vencedores serão exibidos em uma exposição itinerante que passará por 100 cidades e 45 países, além de uma premiação de 10 mil euros para cada um:

https://www.worldpressphoto.org/collection/photocontest/winners/2019/37614/2019-Photo-Contest-Nominees

Fonte: https://goo.gl/L3rRxU

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COMO AJUSTAR E CHECAR A COMPENSAÇÃO DO FLASH

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Reduzir a potência do flash pode ajudar a mesclá-la com mais eficiência à luz natural. Veja como fazer isso:

  1. Botão do Flash

A maioria das câmeras Canon tem um botão de compensação de flash. Pressione, depois gire o Controle Quick para ajustar a potência do flash embutido – verá que ele muda o display.

  1. Controle Quick

Pressione o botão Q para ativar o controle Quick na tela LCD. Escolha o ícone de compensação de flash e gire o disco de seleção ou o controle Quick para fazer os ajustes.

  1. Menu Flash

Navegue pelos menus e econtrará um ajuste para controlar o valor de compensação do flash. Também é possível ajustar a potência do flash conectado à câmera no mesmo menu.

  1. Flash Externo

Com alternativa, se estiver usando um flash acoplado na sapata, poderá ajustar a potência pelos próprios botões do flash (que tem prioridade sobre os da câmera), e veja a mudança no LCD do flash.

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EFEITOS: FLASH DE PREENCHIMENTO

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Se quiser usar o flash de preenchimento de modo mais dramático, uma opção é subexpor ligeiramente o fundo para fazer a luz do flash se destacar mais, conforme exemplo acima

Não é preciso fazer nada para o flash – apenas algum ajuste de exposição negativa para a luz ambiente e disparar.

Como alternativa, faça uma leitura do fundo e use o Manual para travar em um ajuste de -1 ou-2 pontos mais escuro do que o recomendado. Essa técnica é muito eficiente quando se fazem retratos contra o pôr do sol, nuvens carregadas e até mesmo em céu aberto.

Não se esqueçam de que para o flash de preenchimento ser eficiente, é preciso se manter dentro do seu alcance máximo – se você não consegue4 chegar próximo fisicamente do tema, escolha uma abertura ampla ou aumente o ISO, talvez os dois – ambos são eficientes para “aumentar” o alcance do flash.

Tenha cuidado ao fazer isso em condições muito claras no modo Av. A câmera pode tentar usar uma velocidade rápida devido a forte luz ambiente, ativar o flash significa que ela terá de usar uma velocidade muito mais lenta de sincronia do flash (a mais rápida que a câmera consegue trabalhar com o flash e, em geral, 1/200-1/250s). Assim, o sensor será exposto à luz por muito mais tempo do que necessário.

Por exemplo, se a luz ambiente for de 1/3200s, mas a velocidade de sincronia do flash for apenas de 1/220s, o sensor irá receber quantos pontos a mais de luz e a imagem ficará muito superexposta.

Se o flash não tiver modo “high-speed Sync” use a abertura mais estreita e um ISO mais baixo ou acople um filtro de densidade neutra para que a objetiva reduza a quantidade de luz que chega à câmera.

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PREENCHIMENTO: POR QUE USAR?

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Por que preciso usar esse recurso?

As DSLRs têm “alcance dinâmico” limitado, ou seja, só conseguem registrar detalhes em partes da foto que são alguns pontos mais escuros ou claros do que a exposição definida pela câmera.

Na maioria das situações isso não será um problema e você conseguirá fotos bem equilibradas com detalhes suficientes nas sombras, meios tons e altas – luzes.

Contudo, se os níveis de contraste forem altos – os fotografar, por exemplo, um retrato em contraluz em um dia ensolarado – os níveis extremos de brilho podem exceder o alcance dinâmico da câmera.

Nesse caso, a foto pode ficar sem detalhes nas altas-luzes, nas sombras ou em ambos. É aí que entra o flash de preenchimento.

A ideia por trás dessa técnica é que o fotógrafo escolha uma exposição que irá reter detalhes nas áreas claras da cena, mas que, normalmente, iria deixar as sombras um pouco subexpostas.

Então, usa-se o flash de preenchimento – pode ser o embutido ou externo – para clarear as sombras, trazendo-as de volta para o alcance do sensor da câmera.

O flash de preenchimento é, às vezes, mencionado como “flash de sincronia lenta” (slow flash sync, em inglês) e em algumas câmeras é preciso selecionar o modo “slow sync” para informa-la que você deseja captar a luz ambiente e a exposição do flash.

Entretanto, na DSLR da Canon não será preciso alternar para um flash de preenchimento dedicado ou para o modo “Slow-Sync”, pois, ao selecionar o modo Prioridade de Abertura (Av), ele fará isso automaticamente por você.

No modo Av, a câmera baseia a exposição da luz ambiente, quer o flash esteja ou não sendo usado. Isso pode levar alguns resultados inesperados em que os tempos de exposição são muito lentos, mas não mesclão facilmente a luz do flash com o restante da imagem.

Mesclar o flash de preenchimento para obter um resultado equilibrado é, em geral, o objetivo, pois a ideia é tentar complementar a luz que já existe e não superá-la. O flash de preenchimento não pode ser muito duro – deve apenas tornar tudo mais interessante.

Na realidade, em muitas das melhores fotos com flash de preenchimento nem se nota sua presença. As câmeras e os flashes da Canon são excelentes para automatizar o equilíbrio da potência do flash com a luz ambiente para produzir um preenchimento natural.

Entretanto, para obter resultados sutis, tente reduzir um pouco a potência do flash. É raro precisar baixar mais do que -1/3 ou -2/3 ponto.

Usar um flash comum com um difusor acoplado e um flash externo desconectado da câmera é possível ajudar suavizar um pouco mais a potência resultados mais bonitos do que os fixos.

Aproveite para rever mais dicas  sobre configurações de flash de preenchimento nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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COMO USAR O FLASH DE PREENCHIMENTO

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O Flash não é apenas para interiores. Descubra quão versátil ele pode se – e por que usá-lo mesmo com a presença do Sol

Talvez você já tenha ouvido o termo “flash de preenchimento” em uma roda de fotógrafos e ficou imaginando o que seria. Esse flash é diferente do normal? É preciso um modo especial da câmera ou usar um flash externo?

Basicamente, o flash de preenchimento é um ponto de flash usado para “preencher” ou revelar detalhes ocultos nas sombras dos temas em ambientes iluminados.

Diferentemente das fotos que são totalmente iluminadas pelo flash, é a luz ambiente – seja ela a luz do dia ou artificial – que a câmera irá se basear para fazer a exposição.

A luz do flash é usada para complementar isso, clareando áreas escuras do tema ou da cena sem sobrepor a luz ambiente ,causando efeito natural, conforme exemplo acima.

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FOTOGRAFIA OBJETIVA!

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A meta da maior parte dos fotógrafos de arquitetura é fazer fotografias originais, captando um local de um ângulo interessante

Ou usando uma técnica que mostre a cena de modo inusitado. A dificuldade é que a maioria dos motivos já foram quase todos abordados dessa forma.

Uma abordagem artística é fotografar edifícios sem que a cena tenha sido preparada pelo fotografo, ou sem qualquer técnica fotográfica óbvia.

A ideia em que se baseia esse estilo, conhecido como fotografia objetiva, é captar a cena como se ela fosse flagrada por uma câmera de circuito interno de televisão, sem qualquer interferência do fotografo.

Entretanto, embora o estilo objetivo possa parecer improvisado, o fotografo escolhe cuidadosamente o ângulo e o momento a serem mostrados.

Da mesma forma, ainda que a intensão seja mostrar uma cena sem qualquer pessoa no quadro, a abordagem improvisada frequentemente revela uma forte presença humana mediante a inclusão de objetos em desordem geralmente ausentes em fotos arquitetônicos mais formais.

Dicas

  • Embora em voga atualmente, a fotografia objetiva tem origem na fotografia direta (sem montagem) de fotógrafos norte-americanos do começo do século XX, com Paul Strand. Rever a obra de mestres pode ajudar a desenvolver o próprio estilo.
  • Não é incomum que registros fotográficos de outrora se tornem as fotos artísticas de amanhã.

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MODOS DE FOCO AUTOMÁTICO

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Eles controlam quando o foco automático da câmera deve ser acionado nas câmeras DSLR Nikon

Single Shot AF-S

Ao semi pressionar o disparador, a câmera foca e aguarda você disparar.

Contínuos AF-C

No modo contínuo a câmera continua focando todo tempo enquanto o botão estiver pressionado.

Automatic AF-A

A Nikon alterna entre single e contínuos AF dependendo de onde detecta o movimento.

Tema Descentralizado

Nem sempre a câmera foca o tema coreto, especialmente se ele estiver descentralizado, mas é possível escolher ponto focal.

Cuidado Com o Fundo

Se estiver fotografando um close-up, certifique-se de que o autofoco não desvie e foque acidentalmente o plano de fundo. Ocorre mais frequência do que se possa imaginar.

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