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sobre o mundo da fotografia

POSE ORGÂNICA DIRETIVA?

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O conceito de pose orgânica diretiva é simplesmente combinar técnicas de pose formal de retratos tradicionais com o toque informal da fotografia contemporânea no mercado de moda e retratos.

Na maioria das vezes você pode se posicionar para capturar o modelo em seu estado natural e desenvolver melhor seu estilo.

 Em outros casos, especialmente com retrato de famílias, ajuda iniciar com uma pose que pareça boa (uma que funcione bem sob uma perspectiva de retrato) e, então, deixe que naturalmente assumam o controle, capturando imagens enquanto os modelos preparam a próxima pose para o que é mais confortavelmente “eles”.

Com esse tipo de pose seus modelos estão ocupados em movimentos que são naturais para eles. Seu trabalho é simplesmente reajustar ao longo do caminho. Talvez seu modelo adore girar, então você captura três ótimas variações de seus giros para um tríptico dinâmico, mas cinco minutos depois ela ainda continua girando quando você quer ir adiante com outra atividade ou look.

Siga em frente e espere alguns minutos. Finalmente ela encontrará (ou deixará ser levada) para outro interesse. Digamos que seja procurar fotos no chão. Utilizando os fundamentos da pose orgânica diretiva você começaria capturando o look suave de sua cabeça inclinada para baixo. Depois de conseguir esta primeira imagem, você pode então orientá-la um pouco.

Ganhe sua atenção para que você possa capturar o look direto, então discretamente a encoraje a olhar para cima (talvez começando uma conversa sobre de onde os frutos devem ter vindo). Enquanto você faz isto, mova-se para a direita e esquerda, e, então, ela estará composta em uma nova e interesse forma. Procure sempre novas propostas de imagens.

O mesmo poderia ser aplicado para um retrato de pais com seus gêmeos de um ano de idade. Talvez o único momento que você pode fazê-los rir juntos é quando eles estão lançados no ar ao mesmo tempo. Seus melhores sorrisos podem acontecer logo a seguir.

Para conseguir a foto que você, faça o papai e mamãe jogarem e pegarem e os gêmeos e, então, pare em uma pose básica que você determina. Quando você consegue o tempo certo, eles ainda estarão naquele ótimo momento em que se direcionam para a câmera.

Muitas vezes você achará que os clientes apreciam e desejam uma imagem de sua família que seja um pouco mais tradicional. Isto não significa que eles queiram parecer rígidos e formais.  Muitas pessoas ainda querem uma imagem que capture o como eles realmente são diariamente – somente em uma forma mais estruturada e coordenada.

Utilizando a pose orgânica diretiva, esta imagem um pouco mais tradicional pode ainda assim parecer casual. Disponha seus modelos para a fotografia tradicional, então continue fotografando-os enquanto eles relaxam da pose e ficam mais naturais.

Aproveite para rever mais dicas sobre fotografia de moda e poses para retratos nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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DISPARANDO SEU FLASH MANUALMENTE

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Se estiver imaginando que usar o flash do manual, significa que ter que seguir as instruções descritas do manual, mas antes, quero ser o primeiro a te dizer; “Bem vindo a Terra!”.

Se os manuais fossem tão práticos e objetivos, eu já estaria desempregado, certo?

Flash em Manual é o modo básico da operação, onde o nível de potência do flash, também conhecido como potência de saída, é ajustado pelo fotógrafo. O Speedlite da Canon pode operar nos modos Manual, E-TTL (modelo exclusivo da Canon) ou em Mult modo. As grandes unidades de flash, como as tochas de estúdio, operam sempre em modo Manual.

FLASH DO MANUAL – UM JEITO DE COMEÇAR

Se você for um Speedliter iniciante, sugiro que comece com o seu flash no modo Manual, pois esse é o modo mais simples, já que você ajusta o nível de potência do Speedlite e a câmera faz o disparo no momento correto.

Certo, eu sou um grande fã do E-TTL e uso esse modo muito mais que o Manual. Mas, isso ocorre principalmente porque eu fotografo em situação onde o E-TTL se adequa melhor. Contudo, ao fazer uma exposição ruim com E-TTL pode ser difícil saber o que aconteceu, pois a câmera está, praticamente, tomando todas as decisões.

Já, o modo Manual simplifica o processo. Muitos bons fotógrafos acabam por dominar o flash no modo Manual e nunca sentem a necessidade de usar o E-TTL. Espero que você se torne competente em ambos e possa mover-se de um para o outro com facilidade.

PARA COMEÇAR BRINQUE BASTRANTE COM O MANUAL

O flash no Manual pode intimidar um pouco, pois você, fotógrafo, tem de ajustar a potência. E como é que vai saber se deve ajustar em 1/1, 1/16, ou 1/64? Minha sugestão – de verdade – é que você apenas suponha qual é a potência certa de dispare. Cometa erros! Na verdade, cometa muitos erros. Regularmente.

Você aprenderá mais rápido se não tiver medo de cometer erros.

O lado positivo do flash no Manual é que, se houver muita luz, você saberá o que fazer a respeito – abaixe a potência e faça outra foto teste. Se a exposição estiver próxima, abaixe um pouquinho. Se o quadro parecer que foi feito no momento de uma explosão atômica, então abaixe bastante à potência.

Como forma de praticar, sempre que precisar fazer alterações no nível de potência de seu Speedlite, sugiro que você faça em passos grandes, em vez de pequenas correções. Eu acho mais fácil ir muito além e voltar, do que tentar buscar o ponto em passos pequeninos. Na verdade, você não vai saber que exagerou até ver o resultado. Portanto, eu recomendo: vá rapidamente para o outro extremo e depois volte com cuidado.

Uma vez compreenda o quanto é muito e o quanto é pouco, saberá que o ajuste é ótimo de potência está em algum lugar entre esses dois pontos.

Se a imagem estiver muito superexposta, reduza a potência do Speedlite em três ou quatro pontos (1/1 > ½> ¼> 1/8 > 1/16 = redução de quatro pontos). Assim se o flash estiver muito escuro, volte até a metade do ajuste feito inicialmente.

Eu gosto da ideia de, a cada vez que volto chegar até a metade do ajuste anterior (4 pontos > 2 pontos > 1 ponto > ½ ponto). A cada salto, eu estou dando um passo menor e me aproximando do ideal.

Aproveite para rever mais dicas sobre técnicas com flash  nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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Fotógrafo Luciano Candisani participa de bate-papo ao vivo no #MISemCasa

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Conversa acontece nesta sexta-feira no canal do YouTube do Museu, e aborda a sua experiência com as Haenyeo, mulheres da Ilha de Jeju, na Coreia do Sul, senhoras de até 90 anos que tiram seu sustento do fundo do mar.

Bate-papo terá mediação de Eder Chiodetto 

O MIS – instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo – dedica um espaço especial à fotografia, tanto à memória, preservação e difusão – com ações envolvendo itens de seu próprio acervo – quanto à contemporaneidade de seus temas, artistas, técnicas e formatos. Deste modo, o Museu convida para um bate-papo ao vivo o fotógrafo e escritor Luciano Candisani nesta sexta-feira, 19 de junho, às 20h. A conversa, que integra o MISemCasa, campanha online especial do Museu, acontece em seu canal do YouTube. Para conduzir o bate-papo com o público, participa o crítico, curador e fotógrafo Eder Chiodetto, que selecionará perguntas dos internautas para serem comentadas pelo convidado.

Candisani carrega vasta experiência no registro de ambientes e culturas naturais, posicionando seu trabalho de modo consistente no delicado espaço entre a fotografia documental e a artística. Na conversa, o fotógrafo conta sobre sua experiência com a série Haenyeo – Mulheres do mar, realizada pelo MIS e pela editora Vento Leste no FOTO MIS 2019. O trabalho, aclamado pelo público e crítica, trata de uma cultura exclusivamente feminina repleta de conceitos universais como longevidade, pertencimento , sustentabilidade e a força da mulher.  Imagens e histórias com elementos fundamentais para as reflexões suscitadas por esse momento da humanidade. Na conversa Candisani também se volta a uma reflexão do impacto do atual momento na experiência de fazer e pensar fotografia. 


Destaque na fotografia contemporânea, o fotógrafo Luciano Candisani interpreta culturas tradicionais e ecossistemas ao redor do mundo há mais de duas décadas. Já recebeu alguns dos principais prêmios da fotografia internacional e foi por duas vezes jurado do prestigioso World Press Photo, na Holanda. Suas fotografias aparecem em exposições, galerias de arte e museus no Brasil e exterior. Faz parte do seleto grupo de fotógrafos da edição principal de National Geographic e de coletivos importantes como ILCP e The Photo Society. Sua produção conta, ainda, com sete livros, inúmeras matérias, workshops e palestras no Brasil e exterior.

O #MISemCASA acontece em conjunto com o #Culturaemcasa, desenvolvido pela Secretaria de Cultura, por conta da orientação do Centro de Contingência do Covid-19, que determinou que os equipamentos culturais do Governo do Estado de São Paulo tenham seu funcionamento temporariamente suspenso.

O MIS conta com patrocínio máster de Youse, patrocínio de Kapitalo Investimentos, Denso e Cielo, e apoio institucional de TozziniFreire Advogados.

S e r v i ç o

Fotografia | Luciano Candisani – Conversa ao vivo
Data 19.06.2020

Horário 20h
Onde Canal do YouTube do MIS

#MISEMCASA
SITE www.mis-sp.org.br

Museu da Imagem e do Som – MIS
Avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo| (11) 2117 4777 | www.mis-sp.org.br

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A FOTOGRAFIA DIGITAL MUDOU O CONTROLE DA FOTOGRAFIA

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Fotografia e design tornaram-se mais estreitamente interligados.

Os designers usam vários aplicativos como Flash e Photoshop para incorporar imagens a designs de sites, publicidade, embalagens e muitas outras mídias.

O fotógrafo muitas vezes só fornece as imagens que são integradas, manipuladas e processadas por designers para uso em várias aplicações. Mas um fotógrafo pode se beneficiar dominando certas habilidades de design para fornecer aos clientes um serviço completo.

Para isso deve estar antenado com as novas tendências e exigências do mercado que estão em constante mudança.

Além disso, deve também estar familiarizado com novas técnicas e novos equipamentos para atingir seus objetivos.

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COMO ASSOCIAR AS CORES COM HARMONIA

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Composições mais esteticamente agradáveis dependem de harmonizações de cores

Combinar cores frias com cores quentes, por exemplo, traz uma sensação de harmonia visual.

O ideal, aliás, é associar uma cor com sua complementar. Tais combinações permitem produzir imagens atraentes para o olhar e geralmente são impactantes.

O fotógrafo deve usar as cores da mesma forma que utiliza todos os elementos da composição que favorecem a realização de uma boa foto, ou seja, procurando contrastes e semelhanças. Desse modo, é possível aproveitar contrastes de cores ao opor cores primárias (ou mesmo as complementares) entre si.

E, quanto mais saturadas as cores, melhor resultado. É um recurso muito proveitoso para obter imagens gráficas com formas bem definidas e tons chamativos. Outra combinação atraente é entre as duas cores (ou conjuntos de cores) opostas no círculo cromático. O efeito é muito harmonioso e produz uma sensação de calor.

Para valorizar um tema pequeno, de cor viva, isolado num ambiente quase monocromático, o contraste de cor também pode ser explorado. Rende imagens impactantes, com uma atmosfera que pode ser tanto fria quanto misteriosa ou mágica.

Aliás, é importante prestar atenção a todos os contrastes de cor, pois as combinações descritas quando não são desejadas (caso de elementos no plano e no fundo que formam manchas coloridas) podem distrair o olhar do observador. É bom ter em mente que sempre são as zonas mais luminosas que mais chamam a atenção.

O fotógrafo pode procurar o contrário também: ambientes monocromáticos, associando cores vizinhas no currículo cromático. Nesses casos ou com imagens que contenham poucas cores, é interessante brincar com os contrastes de densidade entre os tons claros e escuros, o que permite enfatizar a noção de profundidade na imagem.

É primordial dedicar muita atenção ao foco e a profundidade de campo, no caso de fotos monocromáticas, pois, além do contraste de densidade, são elementos para destacar o tema.

Há ainda duas “cores” que não aparecem no círculo cromático para ser aproveitadas: o preto e o branco, que combinam muito bem com diversas cores. Um fundo preto, por exemplo, valoriza o tema colorido e enfatiza as cores. Harmonizar com o branco é mais fácil e pode ser um elemento tranquilizante na imagem. Outra opção é procurar cenas monocromáticas em tons cinza. O resultado parece ser bem P&B, só que fotografado em cor. Incluir um elemento colorido nesse ambiente cinza tem efeito de atração garantindo.

PARA NÃO ESQUECER

Para passar ao observador uma sensação de harmonia visual, combine cores frias com quentes.

As zonas mais luminosas são as que mais chamam a atenção em uma fotografia.

Em imagens com poucas cores é interessante trabalhar com contraste entre tons claros e escuros.

O fundo preto valoriza um tema colorido e enfatiza melhor as cores.

O fundo branco é fácil de ser harmonizado com as outras cores e pode ser um elemento tranquilizante.

Aproveite para rever mais dicas sobre cores e composição fotográfica nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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FOTOGRAFIA: O QUE É… E O QUE NÃO É

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Embora a câmera possa ser usada para construir imagens, particularmente no trabalho em estúdio, a maior força da fotografia está na foto de o mundo a nossa volta a ser fonte de material

Isso leva a importância do assunto, o evento; e o relator disso é algo que a fotografia se destaca. Ao mesmo tempo, essa facilidade de captura reduz o valor da apresentação fiel, porque sua imagem final já virou lugar comum

Bem diferente daquela visão mais antiga da pintura, quando Leonardo da Vinci escreveu em seus cadernos que “mais valorosa é a pintura que seja mais semelhante à coisa representada”. Em vez disso, o modo como os fotógrafos documentam – o estilo e o tratamento – tornam-se mais significativo.

Em um nível mais profundo, há um paradoxo inerente entre representar a realidade ainda assim ser à parte enquanto imagem autônoma.

Outras artes, como a pintura, a poesia e a música, claramente são construtivos. Na cabeça de ninguém há confusão quanto a um poema ou uma música terem origem em outro lugar que não na mente de seu criador e que a experiência de vida a que eles se referem foi filtrada por uma imaginação e de que isso levou algum tempo para ser feito.

Nesse respeito, as fotografias criam confusão. A imagem é, na maioria dos casos, tão claramente uma imagem de uma cena real, objeto ou pessoa, mas ainda assim continuar apenas uma imagem que pode ser vista em diferentes circunstâncias. Ela é da vida real ao mesmo tempo separada. Essa contradição das muitas possibilidades para exploração. Uma quantidade considerável da fotografia fine-art contemporânea faz exatamente isso, inclusive construções para imitar conteúdo da vida real.

É RÁPIDA E FÁCIL

A fotografia pode explorar todos os aspectos da vida – e cada vez mais, à medida que o equipamento melhora. Um exemplo disso é a melhor sensibilidade à luz dos sensores, que possibilitou a criação de imagem noturnas e em pouca luz. Essa é uma poderosa força motriz por trás da imensa popularidade da fotografia.

É preciso pouco ou nenhum preparo para capturar uma imagem, o que quer dizer que existem muitas possibilidades para expressão criativa. Com as câmeras digitais facilitando tecnicamente tornando isso mais preciso, elas também concentram mais e mais atenção sobre a composição e na visão particular de cada pessoa.

Ou pelo menos deveriam, contanto que não nos deixemos levar pelo lado do “brinquedo novinho em folha” da fotografia. “A fotografia é a mais fácil das artes, da fotografia Lisette Model, o que talvez faça dela mais difícil”. É questionável que a fotografia demande menos mão de obra técnica no sentido de tempo e esforço físico necessário a outras artes visuais, algo que deixa muitos profissionais na defensiva. Mas, em seu lugar, o ato de criação é estendido e levado adiante na avaliação e seleção de imagens já capturadas. Além da edição, como é chamada essa etapa, o processamento e impressão das imagens é também uma parte posterior e importante do processo.

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#MISemCASA estreia programa de fotografia nesse domingo

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O programa Lendo imagens, que inicia neste domingo – 14 de junho – no canal do YouTube do Museu, traz leituras de obras do Acervo MIS feitas por artistas, fotógrafos ou curadores convidados

Nesse domingo, 14 de junho, o MIS –  instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo – estreia o Lendo imagens, uma nova programação dentro do campo da fotografia, uma das maiores frentes do Museu. Oprograma transmitido pelo  canal do MIS no YouTube, a partir das 17h, traz análise de fotografias do Acervo MIS realizadas por artistas ou curadores convidados. O Lendo imagens integra o #MISemCasa, programação virtual com conteúdo diário e inédito do Museu da Imagem e do Som. 

“Desde o início da trajetória do MIS, em 1970, a pesquisa, guarda e exibição de fotografias são  preponderantes em nossas atividades, ainda que muitos naquela época não considerassem essa linguagem à altura de fazer parte de uma coleção de museu. Passados 50 anos, o MIS continua abrindo seus espaços para ela, como acontece no programa Nova Fotografia, que já realizou a primeira individual de 54 artistas e incorporou as obras ao seu acervo”, explica Cleber Papa, Diretor Cultural do MIS.

“Certos de que a fotografia se tornou uma das formas de expressão mais disseminadas no mundo, lançamos especialmente para a programação #MISemCASA o projeto Lendo imagens, que traz, em seus primeiros episódios, um artista que já participou do Nova Fotografia analisando visualmente uma fotografia de outro artista, em vídeos dinâmicos que apontam para um vocabulário que nos permite expandir nossa leitura das centenas de imagens que passam todos os dias – muitas vezes desapercebidas – diante de nossos olhos”, conclui.

Quinzenalmente, o projeto Lendo imagens apresenta um diálogo direto entre artistas e público, partindo das fotos de Acervo MIS. No novo projeto, que tem como objetivo divulgar as obras e também valorizar os artistas contemporâneos, o MIS convida artistas a escolherem uma imagem do Acervo, para compartilhar uma leitura com o público.

O primeiro vídeo traz a artista visual Sylvia Sanchez, selecionada pelo programa Nova Fotografia no MIS 2019 com a série Crônica de banalidades ordinárias, que lê uma imagem de Camila Picolo, fotógrafa participante do Nova Fotografia 2016, com a série Acasos |p|reparados.  Na foto em questão,  Ondas, a ideia do acaso cotidiano está presente, tema em comum entre as duas artistas, com a diferença que Sylvia trabalha com foto construída, e Camila, com a casualidade. 

O #MISemCASA acontece em conjunto com o #Culturaemcasa, desenvolvido pela Secretaria de Cultura, por conta da orientação do Centro de Contingência do Covid-19, que determinou que os equipamentos culturais do Governo do Estado de São Paulo tenham seu funcionamento temporariamente suspenso.

O MIS conta com patrocínio máster de Youse, patrocínio de Kapitalo Investimentos, Denso e Cielo, e apoio institucional de TozziniFreire Advogados.

MIS 50 anos

Para celebrar os 50 anos do MIS, comemorados em 2020, o Museu lançou uma ação digital que busca promover o compartilhamento de histórias entre o público e o Museu. Até o dia 10 de junho, o público pode enviar vídeos com seus relatos pessoais. Ao final, uma página do MIS 50 anos trará os depoimentos que celebram esta história. Participe acessando https://mis-sp.org.br/50anos

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ENTENDENDO A COR

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Essas três cores formam as secundárias: vermelho com verde resulta em amarelo, vermelho com azul, em magenta; e azul com verde, em cian

Essas três cores secundárias são também chamadas de complementares e cada uma se opõe à primária que não entra na sua composição (amarelo/azul, magenta/verde e ciano/vermelho).

Ainda para a fotografia, o branco é a adição de todas as cores e o preto é a ausência de luz.

A síntese subtrativa se aplica aos objetos que refletem cores (ou seja, eles absorvem parte das cores que recebem e só refletem as outras) e a impressão (e pintura). Nesse sistema, é a adição das cores secundárias que permite obter as primárias.

O conceito de cores primárias, secundárias e complementares permite desenvolver o círculo cromático cujo mérito é a classificação das cores uma em relação à outra. Nesse círculo as cores primárias estão dispostas em ângulo de 1200 em relação a outra, em alternância com as secundárias. Assim, cada cor é oposta a sua complementar e as cores próximas formam conjuntos cromáticos.

O vermelho, normalmente, está posicionado acima do círculo, na maioria dos exemplos, entre o magenta e o amarelo.

Essas três cores (e todas as nuances intermediárias) ocupam a metade superior do currículo e são chamadas de cores quentes, enquanto as outras são chamadas de frias. Ter o círculo cromático em mente agiliza na hora de harmonizar as cores, pois permite visualizar logo as relações entre todas.

PARA NÃO ESQUECER

O olho humano só é capaz de perceber ondas que têm comprimento entre 400 (azul) e 700 nanômetros (vermelho).

O sensor da câmera atua de forma parecida com o olho: registra a radiação eletromagnética que dá origem à cor para posterior interpretação pelo microprocessador, o que gera uma imagem em cores.

Na fotografia, as cores primárias são o vermelho, o verde e o azul, o que define o padrão RGB (de red, green e blue).

As cores secundárias (ou complementares), como o magenta, o amarelo e o ciano, são resultada da mistura doas cores primárias.

Memorizar o círculo cromático agiliza o ato de harmonizar as cores na hora de fazer a composição da cena.

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BAIXE AGORA A NOVA REVISTA PHOTO MAGAZINE [DNG]

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Capa da revista de fotografia DNG. Edição n. 166, edição em espanhol – Baixe agora seu exemplar no link logo abaixo!

 EDITORIAL: (en español)

Bienvenidos a nuestras páginas un mes más. Aquí en  España ya estamos avanzando en la desescalada del COVID-19. En algunas zonas como aquí en el norte

ya estamos cerca de la “nueva normalidad“, pero aunque en la sección de noticias notemos un gran descenso en las novedades por parte de las marcas; en el apartado de trabajos fotográficos, la producción no ha parado ni un momento. Buena prueba de ello son por ejemplo los trabajos relativos al COVID-19 que publicamos en este número de Andrea Chavez (Virus) o el trabajo de Alberto Amor Jiménez (en cuarentena).

Pero también queremos destacar el gran trabajo de Helder Meza en la serie Zumbido Visual, resultado de su participación en el taller de Foto Documental y Narrativa

Visual de Nelson González Leal en la Academia de Artes Visuales de Ciudad de México.

También os recomendamos el click de Pepe Castro que vuelve a sus retratos habituales, en esta ocasión con Alberto Velasco, los fantásticos retratos invisibles de ndrés

López que en este número nos trae a Simón; o nuestra sección de Red Bull Illume, protagonizada este mes por David Jaramillo, o la también habitual sección de Manuel

Delgado que en esta ocasión nos trae Albania: Una lección sobre el amor, la bondad, y la perseverancia.

Y con estos fantásticos contenidos, os emplazamos como siempre a una cita en un mes y recordad cuidaros, estéis en el país o zona que estéis. Be safe!

BAIXE AQUI SEU EXEMPLAR EM PDF:
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A VERACIDADE FOTOGRÁFICA

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Pablo Picasso e sua Leica, Barcelona 1962

Referência Direta da Vida Real

Embora a câmera possa ser usada para construir imagens, particularmente no trabalho em estúdio, a maior força da fotografia está de fato de o mundo a nossa volta ser a fonte de material. Isso eleva a importância do assunto, o evento.

E o relatar disso é algo em que a fotografia se destaca. Ao mesmo tempo, essa facilidade de captura reduz o valor da representação fiel, porque ela virou lugar comum

Bem diferente daquela visão mais antiga da pintura, quando Leonardo da Vinci escreveu em seus cadernos que “mais valorosa é a pintura que seja mais semelhante à coisa representada”. Em vez disso, o modo como os fotógrafos documentam – o estilo o tratamento – torna-se mais significativo.

Em um nível mais profundo, há um paradoxo inerente entre representar a realidade e ainda assim ser algo à parte enquanto imagem autônoma.

Outras artes, como a pintura, a poesia e a música, claramente são construtos. Na cabeça de ninguém há confusão quanto a um poema ou uma música terem origem em outro lugar que não na mente de seu criador e que a experiência de vida a que eles se referem foi filtrada por uma imaginação e de que isso levou algum tempo para ser feito. Nesse respeito, as fotografias criam confusão.

A imagem é, na maioria dos casos, tão claramente uma imagem de uma cena real, objeto ou pessoa, mas ainda assim continua a ser apenas uma imagem que pode ser vista em diferentes circunstâncias. Ela é da vida real e ao mesmo tempo separada. Essa contradição dá muitas possibilidades para exploração. Uma quantidade considerável da fotografia fine-art contemporânea faz exatamente isso, inclusive construções para imitar conteúdo da vida real.

É Rápida e Fácil

A fotografia pode explorar e capturar todos os aspectos da vida – e cada vez mais, á medida que o equipamento melhora. Um exemplo disso é a melhor sensibilidade à luz dos sensores, que possibilitou a criação de imagens noturnas e em pouca luz. Essa é uma poderosa força motriz por trás da imensa popularidade de fotografia.

É preciso pouco ou nenhum reparo para capturar uma imagem, o que quer dizer que existem muitas possibilidades para expressão criativa. Com as câmeras digitais facilitando e tecnicamente tornando isso mais preciso, elas também concentram mais e mais atenção sobre a composição e na visão particular de cada pessoa.

Ou pelo menos deveriam, contanto que não nos deixemos levar pelo lado do “brinquedo novinho em folha” da fotografia. “A fotografia é a mais fácil das artes”, escreveu a fotografia Lisette Model. “o que talvez faça dela a mais difícil”. É questionável que a fotografia demande menos mão de obra técnica no sentido de tempo e esforço físico necessário a outras artes visuais, algo que deixa muitos profissionais na defensiva.

Mas, em seu lugar, o ato de criação é estendido e levado adiante na avaliação e seleção de imagens já capturadas. Além da edição como é chamada essa etapa, o processamento e impressão das imagens também uma parte posterior e importante do processo.

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