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sobre o mundo da fotografia

FOTOGRAFIA E SUA REPRESENTAÇÃO DA REALIDADE

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Mesmo ao usar velocidades lentas de obturador, a maioria dos fotógrafos retém algum grau de detalhes para mostrar algo. Foto: Charles March

Mas quando você abandona essa idéia e se distancia da representação
literal, a fotografia tende a ser uma coisa mais indefinida e gestual.

A abordagem fotográfica de Charles March para paisagens,
conforme vemos acima é incomum. Ele não simplesmente aponta e pressiona o botão
do obturador segurando a respiração para que tudo esteja bem nítido.

Ele olha para o tema e move o corpo em resposta às linhas. Há
quem suponha que Charles March esteja “dançando” com a própria fotografia.

A ideia básica é explorar o efeito das cores, movimentos e rastros,
fotografando com baixa velocidade, sem tripé, e se possível, movimentando a
câmera para obter efeitos mais criativos.

Aproveite para rever mais dicas sobre fotografia e representação visual nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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A FORMA QUE DÁ SUSTENTAÇÃO!

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Enquanto a forma plana pode ser eficiente como descrição bidimensional da aparência, a forma espacial acrescenta uma terceira dimensão, a da profundidade, portanto a da realidade

A aparência da forma depende
da maneira como a luz incide sobre o objeto, da transição das altas luzes para
a sombra que produz o volume e a solidez.

A forma espacial, ou a
tridimensionalidade, de um objeto é o resultado do escurecimento gradual, quer
da cor, que o tom. Uma área de cor ou tom chapado não dá nenhuma impressão de
profundidade; para isso, tem de haver uma gradação da cor (ou do tom).

Neste projeto você pode usar a
luz natural do dia, a luz doméstica ou a iluminação de estúdio para realçar
este elemento pictórico essencial. Um erro comum que muitas pessoas cometem é
iluminar de maneira excessiva os objetos, o que tem como efeito matar a forma;
por isso, o melhor é manter a iluminação simples, e não multidirecional.

Luz Do Sol Direcional

Para fazer retratos coloque o lado da sombra do seu tema e vire a cabeça para que o sol ilumine só um lado do rosto. Assim, forma textura ficam muito bem descritas

Técnicas e Contrastes

A natureza morta apresenta um tom suavemente graduado (entre a parede e o parapeito da janela), ainda há uma forte indicação de profundidade. O sutil jogo de luz sobre a xícara e o pires acentua sua redondez.

Forma Suave

Fotografe a flor de abobrinha, a nervura suave das pétalas bem fechadas requer uma luz lateral igualmente suave.

Direção de Iluminação

A forma plana está bem definida, mas a impressão da forma especial deixa a desejar. Nesse caso, procure colocar a luz na lateral.

Resumo Técnico

O fator mais importante neste projeto é a iluminação correta do tema ou objeto a ser fotografado. Varie a luz e explore seus efeitos

Para verificar se a iluminação
produz efeito de forma e solidez que deseja você deve ver o objeto da posição
da câmera, olhando atrás do visor. Não adianta nada iluminar seu objeto de um
determinado ângulo e depois fotografar de outro, pois o resultado será
diferente.

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A FORMA DE REGISTRO MAIS EFICAZ QUE EXISTE É A FOTOGRAFIA!

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Grande parte da população mundial, senão a maioria, sabe que a fotografia é o meio de registro mais eficazes e eficientes que existe atualmente. Foto: Reuters/Marcelo Del Poz

Pois apenas a fotografia permite capturar imagens que passam
diversas mensagens e que são compreendidas por todas as pessoas existentes no
mundo.

Há uma vasta quantidade de fotografias que retratam
sofrimento pelo mundo, como cenas de guerras e destruição, manifestações e
situações de miséria, estas imagens são na maioria das vezes, algo nada
agradável de ser visto.

Ainda que sejam imagens de dor e sofrimento, a fotografia
ainda assim possui um papel essencial, onde muitas destas cenas tristes e
chocantes acontecem e locais onde uma parcela significativa da população
mundial não consegue ver tais cenas em seu dia a dia.

Há quem possa dizer que se a fotografia não existisse, grande
parte das imagens chocantes e impactantes que hoje em dia são mundialmente
famosas, cairiam no anonimato por uma maioria da população mundial.

A arte fotográfica ou fotografia possui uma enorme capacidade
de propagar uma mensagem para quem vê a imagem e desta maneira a pessoa pode
ser transportada ou até mesmo ficar atônita por um momento de reflexão quando
vê uma fotografia com boa composição.

A maioria esmagadora dos eventos mundialmente famosos que
ocorreram há muito tempo atrás, muitos deles há séculos, somente são conhecidos
por meio de fotografias, e devido a quantidade de recursos disponíveis na
ocasião, não possuem uma boa resolução de imagem.

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A ÁREA EM FOCO NA IMAGEM

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Em termos técnicos, a profundidade de campo depende de dois parâmetros: a abertura do diafragma e a ampliação da imagem

No caso da abertura do diafragma, é o mais simples de
dizer, pois quanto maior a abertura do diafragma (menor o valor de f/), menor
será a profundidade de campo, ou seja, haverá uma menor área em foco na imagem.

Assim, optando por grandes aberturas (entre f/1.2 e f/2, por
exemplo), o fotógrafo pode destacar o objeto focado por um fundo e um primeiro
plano borrados.

Em termos de ampliação, na realidade corresponde ao fator de
ampliação, ou seja, a relação entre o tamanho real do objeto e sua
representação, seja no sensor (ou filme) ou no papel, uma vez impressa a foto.

Este fator de ampliação depende de vários elementos, como
por exemplo: a distância focal (quanto maior, maior a ampliação), o tamanho do
sensor (quanto menor, menor a ampliação), a proximidade entre a câmera e o objeto,
o tamanho da fotografia impressa…

A regra é a seguinte: quanto maior a ampliação, menor a
profundidade de campo. É fácil de lembrar: olhe sua foto em tamanho 25% no
monitor e depois amplie para 100%. Na foto ampliada, qualquer falta de nitidez
é perceptível, o que não é o caso com a foto menor.

Em outras palavras, o resultado é o mesmo se você der um
zoom ou se aproximar do tema: ele vai ser mais ampliado no sensor, o que
resulta em uma redução da amplitude do plano de nitidez. 

Experimente!

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A ANATOMIA DAS CÂMERAS DIGITAIS

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As câmeras digitais, como já explicamos, possuem muitos componentes iguais aos das tradicionais câmeras de filme

Mesmo assim, para que possamos
entender melhor onde estão localizados esses dispositivos e outros recursos exclusivos
das câmeras digitais, vamos detalhar a anatomia de um modelo padrão do mercado
.

Desta forma, você não terá
dúvidas na hora de operar sua câmera. Conhecer essas funções lhe dará mais
segurança para fazer ajustes e mudar configurações.

Na parte frontal da câmera
digital podemos destacar quatro dispositivos: o disparador, o flash, a lente e
o zoom digital.

1 – O disparador – nas câmeras digitais, o disparador é acionado
sem emitir o familiar clique presente antes nas câmeras de filme. O clique das
digitais é muito suave e nem de longe lembra o antigo som. Portanto, o
fotógrafo precisa estar mais atento à força que exerce sobre o botão disparador
do que a um tipo de som.

2 – O flash – também presente nas câmeras de filme, o flash é um
dispositivo importante para deixar as fotos mais iluminadas, principalmente em
ambientes internos. Nos casos das digitais, o flash embutido é de baixa e com
limitações. É recomendável usar o flash embutido para fotos de perto, ou seja,
a menos de três metros do alvo. Siga essa regra para garantir um mínimo de
qualidade de eficiência do flash. Em casos de distâncias maiores, cinco a dez
metros, o efeito do flash será reduzido com sérios riscos de as fotos ficarem
escuras e com muitas sombras.

3 – A lente – as câmeras digitais possuem lentes fixas ou
intercambiáveis como nos modelos convencionais de filme.

De maneira geral, as câmeras digitais amadoras possuem lentes fixas, enquanto as profissionais possuem lentes intercambiáveis. A diferença entre está na qualidade de captação das fotografias e qualidade final de imagem.

4 – O zoom digital – o famoso zoom digital presente nas câmeras
digitais deve ser usado com muitas ressalvas. O zoom digital tem a função de
aproximar mais a imagem, como se fosse uma lente de aumento. Mas ao contrário
das promessas em anúncios e propagandas, o zoom digital gera fotografias com
qualidade questionável para não dizer de péssima qualidade. A recomendação na
hora de comprar é observar o zoom óptico. Esse dispositivo aproxima a imagem
com uma perda mínima na qualidade da fotografia.

Aproveite para rever mais dicas sobre manuseio de câmeras nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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COMPARTILHAR FOTOS OU PRINTS DE CONVERSAS PODE SER CRIME E DAR ATÉ CADEIA

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Acusados podem ser sentenciados a cumprirem mais de oito anos de prisão – Foto: Campo 24 horas

Quem compartilha fotos, vídeos ou até mesmo capturas de
tela de conversas pessoais com terceiros em redes sociais ou aplicativos na
internet pode estar infringindo leis brasileiras. E, em alguns casos, o acusado
pode até mesmo ser julgado e mandado para a cadeia.

Exame/Campos24horas

Nesta semana, o aplicativo Tinder teve mais de 70 mil fotos
de mulheres expostas em em um fórum na internet. A estimativa é de que 16 mil
pessoas tenham sido vítimas da divulgação indevida de suas informações, prática
que pode motivar casos de assédio e até o uso inadequado das imagens para
diferentes fins.

O Tinder, assim como diferentes redes sociais e aplicativos
tais como Facebook, Instagram, WhatsApp, entre outros, requer que o usuário
permita que sua foto será exibida publicamente – de acordo com as configurações
de privacidade de cada perfil – na plataforma. É um procedimento padrão nos
termos de uso das plataformas. O que não significa que as imagens podem
circular livremente na web.

“É uma violação do direito autoral da imagem retratada”,
explica Gisele Truzzi, advogada especialista em direito digital e CEO do
escritório Truzzi Advogados. Na visão dela, o usuário não concordou com a
finalidade ao qual a imagem compartilhada foi submetida.

O crime ganha outros contornos caso o conteúdo compartilhado
tenha sido obtido de forma indevida, como em uma invasão de um computador ou um
celular. Neste caso, a lei 12.737, conhecida como Lei Carolina Dieckmann –
nomeada desta forma após a atriz ter sido vítima de um ataque virtual –, dita
as regras processuais.

De acordo com o artigo 154-A do Código Penal, “invadir
dispositivo informático alheio, conectado ou não à rede de computadores,
mediante violação indevida de mecanismo de segurança e com o fim de obter,
adulterar ou destruir dados ou informações sem autorização expressa ou tácita
do titular do dispositivo ou instalar vulnerabilidades para obter vantagem
ilícita” tem pena de detenção de três meses até um ano e multa.

O artigo também cita que quem “produz, oferece, distribui,
vende ou difunde” esse tipo de programa está sujeito às penalidades. E caso a
vítima tenha prejuízo econômico, a pena pode ser estendida de um sexto até
terço.

Intimidade na rede

Conteúdo íntimo é tratado com mais rigor. Segundo Truzzi,
são dois artigos aos quais o réu pode ser julgado e depende da interpretação de
quem vai realizar a denúncia. O artigo 216-B, que prevê detenção de seis meses
até um ano e multa, veta “produzir, fotografar, filmar ou registrar, por
qualquer meio, conteúdo com cena de nudez ou ato sexual ou libidinoso de
caráter íntimo e privado sem autorização dos participantes”.

A situação piora caso o réu seja enquadrado no artigo 218-C
que encara como ilegal “oferecer, trocar, disponibilizar, transmitir, vender ou
expor à venda, distribuir, publicar ou divulgar, por qualquer meio – inclusive
por meio de comunicação de massa ou sistema de informática ou telemática” este
tipo de conteúdo (além de cenas de estupro, estupro de vulnerável ou imagens
que induzam à prática).

A pena para esses infratores é de reclusão de 1 até 5 anos
de prisão. O tempo pode aumentar em até dois terços caso o crime tenha sido
praticado por “pessoa que tem ou tenha mantido relação íntima de afeto com a
vítima ou a fim de vingança ou humilhação” – o chamado revenge porn.

Uma pesquisa realizada pelo Projeto Vazou com 144 pessoas
entrevistadas pelo Grupo de Estudos em Criminologias Contemporâneas, com sede
em Porto Alegre, mostrou que 44% dos vazamentos de imagens íntimas ocorrem por
vingança. Enquanto isso, um percentual de 35% dos vazamentos se dá pelo envio
indevido sem motivação específica, ato que pode ser classificado como a prática
de compartilhar conteúdo alheio.

Conversas vazadas

Quem compartilha imagens ou registros de conversas entre
duas ou mais pessoas também está cometendo crime. Neste caso, de violação de
correspondência. “As pessoas que estão trocando mensagens em um aplicativo
entendem que aquela conversa é privada”, diz Truzzi.

Conforme descrito em trecho do artigo 151 do Código Penal,
“quem indevidamente divulga, transmite a outrem ou utiliza abusivamente
comunicação telegráfica ou radioelétrica dirigida a terceiro, ou conversação
telefônica entre outras pessoas” pode ser condenado a detenção de um a seis
meses, ou multa.

Crime sem solução?

Em nota, o Tinder afirmou que “copiar ou usar imagens e/ou
os dados de perfil de qualquer usuário fora da aplicativo é uma violação dos
termos de uso” do serviço e que está “constantemente identificando e
implementando novas práticas e medidas para evitar esse tipo de infração”.

O Instagram, por exemplo, exibe uma notificação aos usuários
que enviaram fotos temporárias no chat do aplicativo e que foram vítimas da
captura de tela de seus destinatários.

Apesar de positiva, a iniciativa pode ser classificada como
usar um balde para tirar água de um barco furado. Por mais que uma plataforma
não permita que um usuários salve ou compartilhe as fotos diretamente usando um
computador ou smartphone, é quase impossível verificar se o usuário não está
usando um outro celular pra gravar a tela, por exemplo.

Melhor prevenir

Por mais que algumas leis busquem alguma segurança jurídica
para vítimas de exposição indevida de suas imagens nas redes sociais, a busca
por justiça pode ser difícil. O melhor a ser feito, então, é seguir a máxima de
que é melhor prevenir do que remediar.

De acordo com a Safernet, organização não governamental e
sem fins lucrativos que trabalha com promoção dos direitos humanos na Internet,
o usuário precisa compreender que a internet um ambiente público e de fácil
acesso por qualquer pessoa. E cada pessoa pode usufruir das informações
publicadas da maneira como bem entender.

Explícito isso, é recomendado que o usuário não compartilhe
fotos ou informações em ambientes desprotegidos de algum tipo de controle de
privacidade – como perfis abertos em redes sociais, por exemplo, ou em grupos
com um grande número de usuários em aplicativos de mensagens.

É também recomendado evitar o compartilhamento de
informações de caráter duvidoso ou que possam ser prejudiciais para alguém
recebidas por aplicativos de mensagens já que em alguns casos o internauta pode
se tornar cúmplice de alguns crimes citados acima.

Fonte: https://bit.ly/2uuwF9G

Aproveite para conferir mais dicas sobre direito autoral no
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3 PERGUNTAS PARA FAZER ANTES DE COMPRAR OUTRA CÂMERA

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O fotógrafo britânico Jason Row escreveu ao site Light Stalking sobre as três perguntas que devem ser feitas antes de você adquirir um novo equipamento

As perguntas são pertinentes e podem ajudar a solucionar
dúvidas, evitando gastos desnecessários.

Marcus Dejean/iPhotoChannel

Segundo Jason, o tempo urge e o mercado fotográfico não está
fora disso. A partir do momento em que adquirimos uma nova câmera, estamos
fadados a ver um novo e melhorado modelo ser lançado. Estar sempre na vanguarda
da fotografia pode ser viciante, caro – e sem necessidade na maioria das vezes.

1. Eu preciso disto?

Para Jason, essa deve ser a primeira pergunta a ser
respondida. O mercado fotográfico atual tem sido movido mais pelo marketing do
que pela revolução tecnológica. Não há grandes saltos na indústria, apenas
pequenos passos: os melhoramentos nas câmeras não passam de pequenas e singelas
mudanças que poderiam ser feitas todas de uma vez, mas que parecem se arrastar
ano após ano, modelo após modelo, para que essas pequenas melhorias sejam o
chamariz para a venda dos modelos top de linha. Você não precisa de um touch
screen na sua câmera, precisa? É um melhoramento, mas é uma revolução?

Apesar de algumas mudanças serem importantes, não basta se
deixar levar pelos tentadores reviews de sites ou revistas que garantem que a
câmera é espetacular – certas revistas e sites são pagos para falarem bem dos
produtos e temem que fazer resenhas sinceras demais acarrete o cancelamento do
apoio das fabricantes. Fóruns especializados também não são 100% confiáveis. Fotógrafos
podem ser apaixonados demais por uma marca (os chamados fanboys) e defendê-la
cegamente, não dando o braço a torcer para a fabricante rival.

Portanto, antes de comprar uma nova câmera, leia muitas
resenhas e testes, certifique-se de que esse novo equipamento irá trazer reais
mudanças e cobrir a necessidade que a sua câmera antiga já não supre.

2. Isto irá fazer de mim um fotógrafo melhor?

Jason Row lembra de fotógrafos que dizem que o equipamento
não importa para uma boa fotografia. Nem sempre é verdade. Um fotógrafo de
paisagem pode ter mais vantagem com um equipamento que lhe dê mais opções de
profundidade de campo, aumentando a distância e os detalhes em sua fotografia.

Também pode ser mais bem-sucedido com uma câmera que possua
disparo rápido para capturar animais selvagens com mais precisão. Mas qual
seria a vantagem do uso do disparo rápido para um fotógrafo de paisagens?

O fotógrafo deve se perguntar se “esta câmera tem
características e recursos suficientes para tornar a minha fotografia melhor?”
de um modo geral e não em apenas em uma ocasião em particular. Escreva os
momentos em que você vai utilizar esses recursos e leia o que você escreveu
alguns dias depois. Não tente justificar o uso desses recursos em uma ocasião
especial – afinal, qual é a frequência com que você fotografa natureza e outros
eventos que exigem, por exemplo, o disparo rápido?

Não seja comprado por recursos que não agregarão um uso real
na sua fotografia.

3. Eu posso comprar?

Row dá a dica: analise as respostas das duas perguntas acima
e reflita se a câmera pretendida vale o benefício enumerado nas perguntas
anteriores. Você irá vender o seu equipamento antigo para que não fique tão
pesado o preço da câmera nova?

Aliás, esse equipamento novo irá fazer você ganhar mais
dinheiro? Seja realista e justifique a si mesmo o motivo da compra. Pense
também no preço e facilidade de revenda no futuro. Um exemplo disso são as
lentes que, mesmo usadas, ainda possuem um grande valor de revenda, ao
contrário do corpo das câmeras, que perdem o valor rapidamente no mercado dos
produtos usados.

Para terminar, pense bem nos passos que você dará na hora de
comprar um novo equipamento. Não caia nas armadilhas que o marketing e o
mercado colocam no caminho para vender mais sem oferecer reais benefícios,
apenas gerando necessidades ilusórias, fomentando o desejo com recursos que,
até então, você não precisava. Pense com o bolso e com a cabeça, nem sempre com
o coração.

Fonte: https://bit.ly/2RHumIy

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DA SÉRIE “GAMBIARRAS FOTOGRÁFICAS”

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Vídeo de fotógrafo youtuber mostra 7 dicas para criar fotos criativas usando itens caseiros

Fhox/News/Redação

As dicas são comuns e algumas delas já foram mostradas aqui em outros vídeos.

Usar um livro com suporte para filmar e movimentar de forma
suave, criar reflexos com a ajuda do smartphone, criar efeitos com luzes e
outros.

Para quem quer testar algo diferente ou quem sabe até
evoluir para outras gambiarras vale assistir ao vídeo do fotógrafo Pav SZ.

Veja vídeo: https://youtu.be/7UVVwaCchOY
Fonte: https://bit.ly/3aDIdIA

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ISO, ABERTURA E VELOCIDADE DE OBTURAÇÃO

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Três princípios gerenciam conjuntamente a exposição: ISO, abertura e velocidade de obturação

Mesmo se você pretende usar
apenas modos automáticos, entender esses princípios ajudará a extrair o máximo
de sua câmera.

ISO, OU VELOCIDADE DE SENSIBILIZAÇÃO : É a sensibilidade global do sensor ou filme à luz. Em um dia claro e ensolarado, use um ISO mais baixo, como 100.

Em ambiente fechado, ajuste para
400 ou 800.

Comandos automáticos de sua
câmera normalmente farão isso para você, mas a qualidade das suas fotos será
melhor com o ISO mais baixo.

As cores são mais saturadas; e os
detalhes, melhor preservados.

Abertura: Pense nela como grau de abertura da “pupila” da câmera.
Ela controla a profundidade de campo da foto. Uma abertura muito grande (f/2)
significará pouquíssima profundidade de campo (o foco será apenas sobre o
assunto), enquanto uma abertura muito pequena (f/32) significará grande
profundidade (o assunto, o primeiro plano e o fundo estrão em foco).

Velocidade de Obturação: É a verdade com que o obturador fecha e
abre. Ela congela a ação (maior velocidade) ou tira a nitidez da ação (baixa
velocidade). É a maior culpada por fotos borradas: você usou uma baixa
velocidade de obturação, e a câmera, o assunto ou ambos moveram-se durante o
tempo de exposição.

Individualmente, esses ajustes
são até fáceis de compreender. Mas, como dependem um do outro, as coisas se
complicam. Por isso é que as câmeras vêm com diferentes modos de fotografar.
Eles simplificam a tarefa, permitindo que você diga à máquina que tipo de foto
deseja.

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RETRATOS E LOCAÇÃO

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Encontrar uma boa locação para o retrato ambientado pode ser uma tarefa limitada somente pela sua imaginação, pelo horário disponível para o ensaio ou ainda pela luz

Uma vez
que dependendo de como está a luz no local será necessário o uso de flash ou
outra fonte de luz auxiliar.

Há muitas possibilidades e ao conhecer o potencial da sua locação, isso permite planejar muito bem a sua iluminação, figurino ou acessórios de cena para ajudar na produção e enriquecer as suas imagens.

Se por acaso
você queira aproveitar melhor a luz natural, é interessante reorganizar a
mobília do cômodo, ou até mesmo você pode descobrir que seja necessário
controlar a luz do ambiente difundindo ou até mesmo refletindo a luz.

Se manter flexível pode aumentar de forma significativa a sua criatividade e também permite que novas ideias se desenvolvam durante a sessão fotográfica para aprimorar seu estilo.

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