Blog Focus

Informações, artigos, aulas, tutoriais e novidades
sobre o mundo da fotografia

DA CAPTURA AO CONCEITO

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Há uma importante influência, que por falta de termo melhor poderíamos chamar de propósito criativo.

É como o fotógrafo vê sua
atitude e, como todos os empreendimentos criativos individuais, existe um a
gama enorme
.

Você pode achar, por exemplo, que
está olhando uma fotografia comum de jornal, quando na verdade o fotógrafo
tinha algo muito diferente em mente, como uma tentativa de simbolizar a
condição humana.

Ou, em outro caso, um conjunto de
retratos sem expressão, idênticos quanto à pose e iluminação, nos quais os
olhos de cada retrato são azuis claros; você pode achar que está olhando para
um conjunto de assuntos tipos os de August Sander, que foram escolhidos por
seus olhos azuis.

Na verdade, esses retratos, podem ser “photoshopados” para deixar os olhos azuis , um comentário nosso sobre a pretensão da fotografia com veracidade.

O propósito criativo é hoje mais
variado do que jamais foi, devido a duas coisas, principalmente.

Uma é a aceitação da fotografia no mercado de arte. A outra é a habilidade técnica muito maior que os fotógrafos hoje precisam ter para fazer imagens do tipo que for a maior parte dela vindo dos processos digitais. A entrada da fotografia na arte contemporânea em muito representou a rápida ascensão do conceito, colocando-o em evidência.

Isso não quer dizer que o
conceito antes estava ausente nas artes contemporâneas que a fotografia foi
encorajada a assumi-lo por completo. Como veremos em breve, uma grande fatia da
fotografia hoje é sobre um conceito, em vez de algo tão mundano como o mundo em
frente à câmera.

De longe, a maior parcela da
fotografia se preocupa em fazer um registro, um documento, de eventos e cenas
que estão acontecendo apesar da câmera. Se parece muito evidente e explicado
demais é porque há outros tipos de fotografia ganhando terreno e que focam mais
na imaginação do fotógrafo e em criar – mostrar – cenas e situações para
fotografar.

Alguma vez houve um tipo de Idade
da Inocência na fotografia, quando a câmera nas mãos de alguém era um instrumento
maravilhoso que mostravam como as coisas eram, ela continua sendo revendida a
cada vez que alguém começa. E milhões o faz muito a sério. Quanto a todas as
interpretações acadêmicas e filosóficas que a fotografia tem de enfrentar, é
sempre bom não perder de vista esse simples prazer.

Mas dentro dessa ideia geral de
capturara e isolar o que está a sua frente, existe uma vasta gama de intenções.
A objetividade, que você poderia achar que fosse o padrão para os trabalhos com
a câmera, acabou se revelando um dos objetivos mais raros.

As habilidades, tema presente em
nossas aulas práticas, permitem que o fotógrafo faça interpretações.

Elas também permitem que o
fotógrafo manipule – não necessariamente a imagem, como todas já nos
acostumamos na era digital, mas muito mais importante – a mente do espectador.

Aproveite para rever mais dicas sobre fotografia e linguagem nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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VELOCIDADE DO OBTURADOR E MOVIMENTO

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A velocidade do obturador determina quanto tempo o sensor é exposto à luz.

Isso explica por que nos
referimos a ele como “Tempo de Exposição”.

 O efeito que produzira na imagem depende do
que está em movimento na cena: baixa velocidade do obturador resultará em
assuntos cujo movimento aparece borrado, enquanto em altas velocidades do
obturador “congelam” o movimento. Se não há movimento algum (edifícios ou
natureza morta), qualquer velocidade do obturador produzirá um resultado
extático.

FUNCIONAMENTO DO OBTURADOR

O obturador, na maioria das
câmeras, usa um par de lâminas conhecidas como “cortinas”. A primeira cortina
se abre para iniciar a exposição, depois o segundo serve para termina-la. O
tempo que isso leva ocorrer é chamado de velocidade do obturador ou tempo de
exposição e determina a quantidade de borrão de movimento que aparecerá na
imagem.

ABERTURA DE PROFUNDIDADE DE CAMPO

Por não ser intuitiva, a abertura
é a mais edifício de entender das três configurações. Ela será explicada em mais
detalhes, mas o principal saberá no momento é que a abertura afeta o que se
denomina “profundidade de campo”.

De forma simplificada, é a
quantidade da cena que aprece nítida na imagem: quanto maior a profundidade de
campo, mais elementos em cena aparecerão “focados”. Essa é uma ferramenta
criativa extremamente eficiente, pois pode borrar ou desfocar parte de uma
imagem para isolar um assunto, direcionar a atenção, ou tornar igualmente
nítido.

ALTERANDO A ABERTURA

Ao aumentar o tamanho da abertura
ou abrir a lente, mais luz chega até o sensor. Isso reduz a profundidade de
campo, assim menos da cena aparecerá focada, mas isso permite maior velocidade
do obturador ou um valor mais baixo de ISO.

ISO E RUÍDO

Basicamente os ajustes ISO
controlam o quão sensível o sensor será à luz: ajustes baixos de ISO indica
baixa sensibilidade, enquanto os altos indicam alta sensibilidade. Na maioria
das câmeras o alcance do ISO se inicia em 100 (embora algumas câmeras iniciem
em 200) e aumentam até o ISO 3200 ou mais altos.

No entanto, conforme a
sensibilidade aumenta o ruído na imagem também aumentará. Isso é uma
interferência direta no que é visto na imagem, pois acrescenta pontos coloridos
(conhecidos como ruído de cores) ou uma subcamada (conhecido como ruído de
“luminosidade”).

AJUSTE ISO

Redução de ruído (NR), seja na
câmera, seja por meio de um software de edição no computador, pode ajudar a
reduzir a aparência do ruído nas imagens. No entanto, ao usar o NR corre-se o
risco de perder detalhes ou reduzir a nitidez da imagem.

Como regra geral, sempre é melhor
o mais baixo ajuste ISO que puder.

Aproveite para rever mais dicas sobre conceitos básicos de fotografia  nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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PRECISA-SE FOTOGRAFO VOLUNTÁRIO EM SÃO PAULO

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Para isso estão contatando a presença de fotografo (a) voluntario (a), para documentar expositores, ambiente do evento, detalhes e o público em geral

O custo relativo a transporte e alimentação é por conta do fotógrafo selecionado.

Será emitido atestado de estágio para aqueles que estão em
fase de conclusão seu curso na Focus e precisam obter sua certificação
profissional.

É também uma excelente oportunidade para você iniciar sua vida profissional, seu curriculum e portfólio.

Contatos com Marcos Menezes: [email protected]

Aproveite para conferir outras notícias sobre feiras e
eventos no blog da Escola Focus.

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VEJA E COMPARTILHE

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Após fotografar vários assuntos, há muitas opções para vê-las e compartilhá-las – em uma moldura, por redes sociais, galerias online, celulares, websites ou blogs e sites de compartilhamento

Contudo, antes de fazer isso, talvez você queira melhorar
as imagens, e experimentar os softwares de manipulação que reforçam o impacto
visual.

As fotos no século 21 se tornaram uma espécie de moeda de
troca social. Compartilhar imagens ajuda a conectividade global: agora se pode
dividir preciosos momentos com familiares e amigos em qualquer parte do mudo.

Milhões de usuários compartilham bilhões de fotos a cada ano, e essa abundância de imagens traz uma perspectiva emocionante. No entanto, tenha em mente que você é responsável pelo tamanho e qualidade dos arquivos que transmite.

Atualmente, os arquivos de imagem, geralmente, portam mais
informação do que é necessário, por isso, comprima ou reduza o tamanho das
imagens primeiro – neste quesito, menor é definitivamente melhor.

Compartilhar tem sido uma excelente ferramenta de marketing, para aqueles que iniciam na profissão. É a forma mais instantânea de divulgar seus trabalhos para todos, a um custo quase zero.

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LEICA LANÇA A CÂMERA M10 MONOCHROM

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Nova câmera chegou para os apaixonados por fotografia p&b

A M10 da Monochrom vem com 40MP e vai custar lá fora
quase 9 mil dólares.

LeoSaldanha/Fhox

O equipamento conectado (via Wi-Fi) tem ISO que vai de 160
até 10000. Como o nome da câmera diz, trata-se de um modelo só fotografa em
preto e branco. A Leica diz que o novo sensor entrega detalhes e contraste e
nitidez com um nível sem precedentes.

A M10 da Monochrom vem com 40MP e vai custar lá fora quase 9 mil dólares. O equipamento conectado (via Wi-Fi) tem ISO que vai de 160 até 10000. Como o nome da câmera diz, trata-se de um modelo só fotografa em preto e branco.

A Leica diz que o novo sensor entrega detalhes e contraste e nitidez com um nível sem precedentes.

Veja vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=vam8KDCasWQ&feature=emb_title

Fonte: https://bit.ly/36eiWRV

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TIPOS DE TRIPÉ

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A maioria das pernas de tripé é feita de alumínio ou de carbono

Tripés de
alumínio são mais baratos e tripés de fibra de carbono são mais leves.

Há dois tipos
principais de cabeça de tripé de inclinação ampla e cabeças com esfera.

Cabeças de
inclinação ampla têm três knobs para ajustar a ângulo da câmera separadamente
em cada direção e as cabeças de esfera se movimentam livremente em todas as
direções quando o knob de ajuste é solto.

Cabeças de
inclinação ampla são frequentemente as preferidas dos fotógrafos que fotografam
arquitetura porque a câmera pode ser posicionada e alinhada com o objeto com
maior precisão.

Elas tendem
a ser maiores e mais desajeitadas, mas geralmente são mais baratos que cabeças
esfera de qualidade.

Cabeças de
esfera usam uma esfera e um mecanismo de soquete para ajustar a posição da
câmera. Ela pode ser ajustada em qualquer direção, soltando apenas um controle.

As cabeças de
esfera melhores também têm um ajuste de tensão que as torna mais fáceis de
controlar, mas essa característica geralmente aumenta consideravelmente o
preço.

Os tripés
com cabeças de esfera são preferidos pelos fotógrafos que trabalham com objetos
em movimento, como pessoas, e precisam de responder e ajustar a posição da
câmera rapidamente e com frequência.

Apesar da
escolha entre um e outro tipo de cabeça não ser significativa para a fotografia
noturna, é importante ter cabeça de tripé estável.  

Aproveite para rever mais dicas sobre tipos de tripés nas
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TRIPÉS

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Nenhuma ferramenta é mais valiosa para a realização de ótimas imagens em preto e branco do que um bom tripé

Isso não
significa que você tenha de utilizar sempre um tripé, mas sim que deve usá-lo
quando fizer exposições mais longas, ou quando o enquadramento e a nitidez
forem fatores cruciais
.

A próxima
escolha importante do equipamento é o tripé. Vale muito a pena comprar um tripé
de qualidade porque modelos populares mais baratos não proporcionam
estabilidade e apoio adequados para exposições longas mesmo com uma leve brisa.

É importante
considerar estabilidade contra tamanho e peso porque mesmo tripés caros de
fibra de carbono podem vibrar ou cair em condições de vento se forem
extremamente leves.

Esses tripés
podem ser adequados para exposições de alguns segundos, mas as longas
exposições necessárias para se fotografar sob o luar pedem o uso um tripé mais
robusto.

Alguns
tripés têm um gancho na base da coluna central no qual você pode pendurar um
peso estabilizador em noites com ventos fortes. Tripés de qualidade são
vendidos como componentes separados – a cabeça as pernas.

Você deve
escolher pernas de tripé que alcancem altura suficiente sem que você tenha que
levantar a coluna central, porque isso se torna consideravelmente menos
estável.

Tripés que contam
somente com três divisões das pernas também são mais estáveis que tripés de
viagem que têm quatro ou cinco divisões para serem mais compactos.

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A FOTOGRAFIA NORTE-AMERICANA

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1945. A bandeira americana em Iwo Jima. Joe Rosenthal

 A maioria dos norte-americanos pensa no século
XX como um século norte americano, e com boas razões. Foi o período em que os
Estados Unidos cresceram economicamente e politicamente para dominar a cena
mundial.

Foi também o período em que a fotografia floresceu profissionalmente, enquanto a arte, e para os amadores, por isso talvez não devêssemos ficar muito surpresos de que os norte americanos tende a pensar que a fotografia pertença a eles. C

omo escreveu a historiadora (norte americana) da arte Gretchen Garner em seu excelente livro Disappearing Witness, “na maior parte do século XX, a fotografia floresceu com mais força nos Estados Unidos”.

Nos primeiros dois terços, até
aproximadamente o início dos anos 1970, a maioria das pessoas achava que a
fotografia tinha uma só tarefa, documentar.

Ela mostrava ao público coo as coisas se pareciam, como as pessoas se pareciam e se comportavam e o desdobramento dos eventos no cenário mundial e em cenas de rua comuns.

Às vezes, os fotógrafos idealizaram, inventaram, até distorceram a verdade, mas em linhas gerais continuavam a mesma direção: fazendo um registro visual e do mundo. Porém, as coisas mudaram quando a fotografia descobriu o pós-modernismo nos anos 1970, mais ainda com a digital e a banda larga.

A questão é que a fotografia
encontrou seu papel documental quando os Estados Unidos estavam florescendo,
resultando de uma relação que deu certo.

Além disso, a fotografia dos estados unidos foi também apoiada e dirigida por organizações não midiáticas. Uma das mais poderosas em sua época foi a Fram Security Administration, que nos 1930 contratou fotógrafos como Dorethea Lange, Walker Evans e Bem Shahn para documentar a Depressão nas áreas rurais.

Novamente nos anos 1960 veio a National Endowment for the Arts, com bolsas para fotógrafos engajados no mundo acadêmico das artes. Muitos milhares de dólares foram desembolsados assim nos anos 1970. Essa também foi à época em que o Museu de Arte Moderna começou a ter grande influência sob a nova curadoria de fotografia de Jhon Szarkowski, e a combinação de dinheiro e aprovação oficial fez com que a fotografia norte americana começasse a ser moldada e suportada de modo organizacional.

Em contraste, considere o papel do equivalente Britânico, Tate Modern, muito menos eficiente e confiante, que teve sua primeira exibição de fotografia em 2003, três décadas depois! Nos Estados Unidos nos anos 1970, escritores de fora da área, como Susan Sontag, entraram no debate, não demorando para que surgisse toda uma série de cursos de graduação em fotografia nas universidades.

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FONTE COLORIDA DE LUZ

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Fonte colorida de luz é a cor da luz que atinge o olho diretamente a partir das fontes luminosas

As relações dos elementos de R/G/B contidos na luz determina o tom da
cor da fonte colorida da luz.

Temperatura da Cor

A temperatura da cor representa o
tom de cor da fonte de luz, mostra a temperatura de um corpo imaginário perfeitamente
preto e é indicada em Kelvin (k).

 O corpo perfeitamente preto é pensado para ter
a característica absorver perfeitamente toda luz emitida, entre todos os
comprimentos de onda diferentes, sem refletir a luz ou deixa-la passar.

A cor da superfície do corpo
perfeitamente preto é preta a uma temperatura de zero absoluto (ok/-273,15
Graus Celsius) e muda quando este é aquecido, conforme demonstrado na figura
abaixo. A temperatura da cor de cada fonte de luz indica aproximadamente a cor
da superfície do corpo perfeitamente preto em cada temperatura.

A temperatura da cor representa
apenas o tom da cor da fonte de luz, não a temperatura dessa fonte de luz. Por
exemplo, as luzes fluorescentes produzem no bulbo uma cor fluorescente de luz e
a cor fluorescente da luz do dia , e a temperatura de ambas as luzes
fluorescentes com cores diferentes é quase a mesma.

As diferenças nas tonalidades das cores, devido às diferenças das
temperaturas das cores.

A diferença na temperatura da cor
da fonte de luz é visível como a diferença na tonalidade da cor dos resultados
de disparo. Por exemplo, ao fotografar sob uma lâmpada incandescente, os
elementos vermelhos dos resultados de disparo parecem mais fortes do que em
fotos realizadas sob luzes fluorescentes (com cor fluorescente luz do dia)

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TRAPAÇA!

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Em certo ponto, jogar com a situação e alterar digitalmente as fotos podem iludir o público, levantando a questão da desonestidade

O problema é que poucas
pessoas concordam em qual ou onde seja esse ponto
.

Exemplos extremos, como os que vêm a seguir, são claros, mas há uma zona de cinza entre o legítimo e o ilegítimo. Claro que qualquer fotógrafo pego tentando falsear uma foto vai tentar aliviar o seu lado, sendo que até os exemplos mais gigantes têm seus defensores.

Escândalos de trapaça, que hoje
tendem a focar na manipulação digital, têm algo do fascínio partilhando com as
críticas dadas aos maus restaurantes. As infrações são mais comuns do que antes
se supunha e o que fez a diferença foi à investigação.

Muito mais pessoas estão agora
engajadas na fotografia, pesquisadores costumam analisar fotografias históricas
e a Internet oferece quantidades de informação sem precedentes, que podem ser
amplamente compartilhadas.

Como veremos adiante, um pouco sobre
as “Habilidades do Fotógrafo”, todo tipo de intervenções, normalmente inocentes,
sempre foram difundidas. Normalmente, é com o propósito de conseguir a foto
assim dentro dos limites do aceitável. Mas a intervenção pode passar dos
limites.

Assim como o modo de a foto ser
recortada ou editada, quando está sendo tirada ou depois de feita, pode
implicar um contexto diferente, também o estilo de fotografar pode ser
sugestivo. Como exemplo simples, se a técnica básica parece ter sido descuidada
ou prejudicada, pode-se pensar facilmente que o fotógrafo estava trabalhando
sob pressão – em outras palavras, que a situação era difícil e até dramática.

“Câmera subjetiva” é um termo
usado n o cinema – é uma combinação de técnicas fotográficas que coloca o
espectador no lugar da câmera e enfatiza a presença do fotógrafo na cena – mas
tem um lugar marcado no fotojornalismo.

Esse tipo de “inverdade” preocupa
quando o tema é importante, como uma guerra. Durante a campanha no deserto da
II Guerra Mundial, uma das unidades fotográficas mais ativas do exército
britânico era conhecida como “Chet’s circus”, conduzida pelo Sargento Chetwyn,
que antes era um fotógrafo da Fleet Street*.

Ele foi responsável pela
dramática fotografia, até hoje muito reproduzida, na qual vemos soldados
aliados avançando em batalha. A Time-Life Books, por exemplo, viu a foto em
sentido literal, publicando-a como imagem de capa e abertura do capítulo de um
livro sobre fotografia e colocou a legenda “Tropas Australianas avançando no
campo de defesa alemão em El Alamein, 1942”. Mas Jorge Lewinsk, em seu livro
The Camera at War, apresenta detalhes bem diferentes.

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