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Informações, artigos, aulas, tutoriais e novidades
sobre o mundo da fotografia

VIDA SELVAGEM E NATUREZA

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Paisagens (naturais ou feitas pelo homem), retratos e fotojornalismo – são os grandes temas da fotografia

Há outros gêneros, mais
restritos, e o motivo pelo qual são tradados como tal em vez de ser apenas
parte dos temas maiores não é simplesmente por seus assuntos serem tão
específicos
.

É também por causa do que, na
prática está envolvido na fotografia. A fotografia de vida selvagem é um
exemplo perfeito. Os animais tem um apelo muito grande público, veja-se a popularidade
dos documentários de televisão. Mas, mais do que isso, a fotografia de vida
selvagem em alto nível exige técnicas especializadas, o conhecimento do
ambiente, logística pesada e comprometimento em tempo integral.

Os fotógrafos no topo da
fotografia de vida selvagem fazem apenas isso, nada mais. Saídas a campo podem
levar meses, como repetidas visitas. O equipamento se sobressai como em nenhuma
outra área, com lentes muito longas e rápidas na linha de frente. Ela tem
subgêneros que você ainda mais esotéricos em suas demandas técnicas, e ainda
menos abertos aos amadores de ocasião, como a fotografia subaquática.

Ao longo de apenas algumas
décadas, os padrões para fotografia de vida selvagem disparam – quanto à
reportagem, resultados técnicos e em criatividade. Ela é, obviamente, muito
competitiva no sentido de que há uma demanda contínua por mais e mais imagens
deslumbrantes, tanto em movimento quanto estáticas.

As tendências atuais vão a duas
direções: raridade e comportamento. Imagens nunca antes vistas de, digamos,
elegantes nadando no mar ou, um leopardo das neves na natureza são prêmios
valiosos. De fato, há tanta coisa envolvida em estar no lugar certo na hora
certa que a diferença de costume entre imagens em movimento e estatísticas
(momentos capturados versus fluxos narrativos) é bem pequena. Muitos fotógrafos
de vida selvagem fazem ambos.

Tudo isso quer dizer que quando
você julga uma fotografia de vida selvagem existem razões muito fortes para
trata-la segundo padrões muito especializados. Essa não é simplesmente um a
área da fotografia que a pessoa escolhe por acaso e consegue sucesso por ter um
olhar peculiar ou especial.

Aproveite para rever mais dicas sobre fotografia de natureza nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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FLASHES PROJETADOS PELOS FABRICANTES

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Já os flashes totalmente dedicados (conhecidos como Speedlites/Speedlights pela Canon e Nikon), são incrivelmente versáteis

Projetados para oferecer uma
completa solução de flash, eles funcionam perfeitamente com o avanço sistema de
fotometria de flash da DSLR, para oferecer várias opções criativas, inclusive o
controle remoto de flash
.

Há dois ou três modelos
disponíveis para cada fabricante, variando em recursos e potência e potência.

FLASH ESPECIALIZADOS

Flashes especializados,
principalmente macro e twins, são projetados para trabalhar em distâncias
extremamente curtas. O projeto pode variar de um simples anel de flash a uma
série de tubos de flash em miniatura posicionados em torno da objetiva,
controlados por meio de uma unidade de comando própria. Cada tubo pode ser
controlado independentemente para criar efeitos de iluminação sob medida.
Embora sejam feitos para fotografia macro, produzem registrados bem
interessantes.

FLASHES DE STÚDIO

Aqui, o complexo sistema de monitoramento
do flash de sua câmera se torna redundante. Flashes de estúdio são
completamente separados da câmera, controlados manualmente e disparados por um
sincronizador conectado à unidade de flash da câmera ou via disparador sem fio.

Sistemas de flash de estúdio são
compostos por uma ou mais cabeça de flash em suportes, posicionados ao redor do
tema, geralmente com várias modificações nas unidades à frente pra variar o
reflexo de luz, difusa ou direcionada.

Cada unidade flash pode produzir
muita potência, portanto, flashes de estúdio requerem um gerador de energia
próprio ou bateria (razoavelmente potente, mas, portátil).

Iluminação de estúdio oferece
máximo controle de luz, produzindo resultados fantásticos – mas não é barata.
Existem kits amadores, com cabeças de flash menores, suportes mais leves e
menores potências.

RETRATOS COM FLASH DESCONECTADOS DA CÂMERA

Compare os resultados de um flash desconectado da câmera em um retrato simples. Fotografar com o flash apontado diretamente para a modelo produz uma foto aceitável, mas a luz é bem plana e insossa. Ao posicionar o flash à esquerda do modelo, se obtém uma luz sutil luz direcional produzindo um resultado mais atraente.

Posicione o flash sobre um tripé, alinhando-o com a modelo, depois o posicione na lateral. Procure não colocar o flash no chão, pois, a luz apontará para cima em direção ao modelo, produzindo uma luz muito dura.

Os flashes dos fabricantes de
câmeras são inteiramente dedicados, mas há boas opções para escolher entre as
empresas terceirizadas.

Aproveite para rever mais dicas sobre fotografia nas suas
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FLASH EXTERNO

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À medida que você fica mais experiente e confiante com o flash, poderá sentir-se limitado ao tamanho, potência (NG) e opções criativas do flash embutido

Há muitos tipos de flash
externo disponíveis, oferecendo mais tecnologia, potência e características
criativas.

Escolher qual o melhor para o seu
caso, pode parecer difícil, mas elas são divididas em categorias para facilitar
a decisão.

COMO COMPRAR UM FLASH EXTERNO

Há vários bons fabricantes de
flash externo como Metz, Yongnuo, Canon e Nikon. Com mais potência do que o
flash embutido, eles podem ser montados na sapata da câmera.

Eles se dividem em dois tipos –
os dedicados e os não dedicados. Um modelo dedicado é projetado par trabalhar
com u a marca específica da câmera, como Canon ou Nikon.

Embora muitos fabricantes
compartilham de uma sapata fisicamente idêntica (com exceção das DSLRs da Sony
que tem projeto específico), os contatos podem variar conforme a marca. Um
modelo dedicado tem contratos na parte inferior que se comunicará com sistema
de fotometria de flash TTL (através das objetivas) de marcas específicas de
câmera para obter exposições equilibradas.

Modelos não dedicados oferecem
controle mais rápido, pois têm, em geral, apenas um contato, o que impede de
aproveitar o máximo do sofisticado sistema de flash da DSLR.

Outra característica a se observar em flashes não dedicados (principalmente os modelos mais velhos, pré digitais) é a compatibilidade com a sua DSLR. Alguns flashes nunca deveriam ser conectados diretamente a sapata de sua câmera, pois, podem fritar o circuito devido à alta tensão.

Se quiser usar um velho flash não dedicado, invista em um dispositivo chamado Wein Safesync. Ele se acopla à sapata e controla o grau de tensão do flash, mantendo sua câmera a salvo dos velhos e potentes flashes externos.

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FOTOGRAFANDO CONTRA A LUZ

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“Fotografe com o sol por trás do seu ombro esquerdo”.  Geralmente esse é o primeiro conselho que se ouve quando se começa a fotografar

Esse recurso é uma fórmula
razoável, que não complicado cálculo de exposição e evita os riscos
provenientes da inclusão da fonte de luz na foto
.

Mas, se fotografar fosse apenas
seguir regrinhas simples, não existiriam grandes fotógrafos e todas as nossas
fotos seriam obras-primas.

Edward Steichen costuma dizer que
um fotógrafo tem de resolver apenas dois problemas básicos: captar o momento
certo da realidade ao disparar o botão e controlar a luz.

LUZES E SOMBRAS

Uma foto tirada contra o sol
destaca o motivo contra amplas áreas de sombra e isso cria uma sensação mais forte
de profundidade e riqueza de tonalidade, especialmente nos trabalhos a cores.
Por exemplo, fotografar árvores e flores contra a luz aumenta a saturação de
cor, pois a qualidade de luz branca refletida na superfície das folhas e
pétalas reduz-se ao mínimo.

Trabalhar com filme colorido ao ar livre pode dar, ao mesmo tempo, muita liberdade, mas cria mais problemas para resolver.

O filme colorido é apropriado
para a iluminação média “por cima do ombro”, ou seja, a luz do sol num céu azul
com pequenas nuvens brancas. Onde bate o sol, a luz estará aparentemente normal
e nas sombras, a luminosidade refletida do céu por um número maior ou menor de
nuvens mostrará mais ou menos azul.

Dessa forma, ao fotografar contra
o sol estávamos expondo todas as áreas sombreadas a uma luz predominantemente
azul. Nossos olhos possuem mecanismo de adaptação que permitem corrigir esse
efeito.

FILTRO ESTRELADO

Incluindo um pequeno ponto de luz na foto, você vai descobrir nela só as reflexões de luz no diafragma, mas também as linhas que se irradiam do ponto deluz. Com os filtros estrelados ou cross screen, a disposição no mercado, esse defeito pode se transformar em vantagem.

A EXPOSIÇÃO

Um dos maiores problemas na
iluminação convencional consiste em calcular a exposição especialmente se o sol
estiver baixo, registrando a fonte de luz e não o motivo, o qual ficará
profundamente superexposto.

Uma boa regra prática é a de
quadruplicar a exposição indicada pelo fotômetro. Porém, essa norma pode
variar, conforme a extensão das áreas claras.

Outra solução é medir a exposição
para evitar enganos.

Você perceberá que à medida que o
sol baixa, ele parece ficar maior e sua luz cada vez mais vermelha. Por isso,
uma objetiva de grande distância focal da melhor imagem, produzindo uma cena
impressione-te do sol, que aprece como uma imensa bola vermelha, que se esconde
atrás do horizonte.

Do mesmo modo que a maioria das
paisagens, o pôr do sol permite incluir objetos em primeiro plano, com bons
resultados. Escolha os por seus contornos e pela contribuição que darão
equilíbrio geral da imagem. Quando o sol estiver abaixo do horizonte, aponte o
fotômetro para o céu, e as formas iluminadas por trás se transformarão em
silhuetas.

Barcos sobre água intensamente
iluminada pelo sol e estruturas facilmente identificáveis (como as de
construções famosas) são outros motivos que se beneficiam com a simplificação
produzida pela silhueta contra o por do sol.

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TRANSFORMANDO O ORDINÁRIO EM EXTRAORDINÁRIO

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Quando você tira uma foto com a câmera paralela ao ombro da pessoa, o resultado geralmente é uma imagem achatada e grosseira

Porém, esse tipo de foto pode
ser muito poderoso se bem feito, pois dá a pessoa retratada um ar de
confrontamento e poder.

Como regra geral, é melhor pedir
que a pessoa vire um dos ombros. Para que eles formem um ângulo com a câmera.
Experimente as duas opções. Colocar a pessoa sentada sempre à deixa mais
confortável. Pedir que ela cruze os braços e coloque uma das mãos na altura do
queixo ou da boca também pode ajudar.

Se você se posicionar
ligeiramente acima dela, problemas com o queixo duplo ou rostos gordos serão
amenizados. Porém, evite ficar em um patamar mais baixo que a pessoa, a não ser
que você queira dar a ela um ar ameaçador, sinistro ou dominador.

Procure luzes interessantes para
compor sua foto. A luz vinda da janela funciona muito bem em retratos e deve
ser o ponto de partida do seu processo de experimentação e aprendizado. Como
ela vai diminuindo gradativamente, o fotógrafo pode ter uma boa iluminação no
rosto e um fundo que vai escurecendo, até desaparecer.

Aproveite bem o entorno e fique
atento a locações que o permitam tirar fotos com um diferencial. Não há nada
pior que tirar uma foto de um executivo sentado atrás de uma mesa de escritório.
Tente chegar cedo a locação onde vai trabalhar e olhe ao redor em busca de
paredes coloridas, cantos interessantes ou áreas de recepção e ofereçam um
cenário mais dinâmico para as fotos.

Não Diga “XIS”!

O sorriso humano é muito bonito.
Porém, pessoas que não resistem à tentação de sorrir quando uma câmera é
apontada para elas podem ser um grande problema para os retratistas. É muito
importante que você tente obter várias versões de uma foto, de preferência sem
que a pessoa expresse qualquer emoção facial. A melhor forma de conseguir isso,
especialmente com crianças, é primeiro tirar fotos “divertidas” e, no final da
seção, pedir que elas não expressem qualquer emoção.

Posição do Corpo

Evite fotografar uma pessoa
sentada em uma cadeira de frente pra você. O retrato ficará muito mais
envolvente se você pedir que ela sente-se ao lado e olhe por cima do ombro,
talvez com uma mão no queixo ou na cabeça. Se ela se sentar no braço de um sofá
também criará formas corporais mais interessantes.

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POR QUE ADICIONAR MOVIMENTO?

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Há muitos motivos para se enfrentar todos os problemas e o trabalho extra acompanha a adição de movimento em suas tomadas:
  • Mostrar
    Perspectiva:
    o movimento mostra a perspectiva. Ele pode mostrar a visão
    subjetiva de um personagem, enfatizando o que ele enxerga e movendo-se do jeito
    que os olhos dele fariam dentro da cena. Nestes casos, o movimento da câmera é
    ditado pelo modo como a personagem está se movimentando ou reagindo. O
    movimento também pode mostrar o que o personagem está sentindo ou pensando,
    mesmo que não represente a perspectiva física dele. O personagem pode ser
    filmado com movimentos de câmera que descrevem seu estado interior.
  • Adicionar
    Emoção:
    A velocidade, ângulo e o tipo de movimento podem comunicar ao
    público a suposta emoção ou tipo da cena sendo assistida. Na próxima vez em que
    você assistir uma cena com grande emoção, examine o movimento da câmera. Se for
    uma cena intensa em um filme assustador, o ritmo aumenta, o movimento é
    irregular ou começa rapidamente e de modo desiquilibrado? Como o movimento da
    câmera aumenta a tensão, e quando o momento de tensão termina, como o movimento
    muda para refletir esta calmaria?
  • Mostrar
    Ênfase ou Foco Direto:
    Se a câmera está se movendo para acompanhar um
    personagem ou objeto, o público é naturalmente atraído visualmente para aquilo
    que ela está seguindo. O movimento direciona o olhar, assim como giramos nossa
    cabeça para acompanhar objetos ou porque queremos ver o que emitiu um ruído
    inesperado. O movimento também pode ditar quais elementos a audiência não está
    olhando ou percebendo. Direcionando o foco, você mostra ao público o que olhar,
    mas também seleciona a quais elementos ele não estará prestando atenção. Seja o
    que for que o movimento esteja acompanhando, ou que exija o movimento da
    câmera, será o foco visual da cena. Isto acontece quando a câmera se move
    porque o ponto de vista de um personagem que esta visualmente analisando a
    cena. Qual é a parte importante para ser vista? Aquela que a câmera está
    acompanhando.

Pense nisso, ok?

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TRANSFORMANDO LUZ EM ARQUIVOS DIGITAIS

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Quando apertamos o botão de disparo em uma câmera digital, a imagem obtida pela objetiva é registrada pelo sensor (CCD ou CMOS) através de inúmeras células fotossensíveis, que convertem a informação ótica em carga elétrica, gerando os famosos pixels

Até aí, tudo permanente igual, independentemente do formato
que você escolher para armazenar suas fotos.

A diferença ocorre justamente na etapa seguinte, quando as
informações obtidas pelo sensor são processadas (ou não, no caso do RAW) para
serem, então, gravadas no cartão de memória.

No caso do JPEG e do TIFF, após capturar a cena, a câmera
processa a imagem conforme os ajustes predefinidos (como balanço de branco e
nitidez, por exemplo) e gera uma imagem final com as informações resultantes.

Quando fotografamos em formato RAW, a imagem fica registrada exatamente como foi capturada, sem processamento, e os ajustes podem ser feitos posteriormente no computador. Aliás, daí a origem do nome RAW, que em português significa “cru”.

Essa característica possibilita a nós, fotógrafos, decidirmos como interpretar as informações após elas terem sido capturadas pelo sensor. Fazendo um paralelo com o filme, é como se pudéssemos escolher o processo de revelação depois de saber o resultado das fotos. Interessante, não?

As únicas informações consideradas fixas no formato RAW são
o ISSO e a exposição das fotos. Mesmo assim, é possível fazer alguns ajustes
que nos permitam recuperar informações em áreas superexpostas, por exemplo.
Essa flexibilidade faz com que o RAW se torne uma opção bastante atraente, mas
é importante deixar o leitor avisado de que nem tudo são flores.

Embora esse formato possua vantagens significativas sobre os
outros, ele também apresenta algumas limitações.

Um dos maiores problemas na utilização do RAW é o fato de que
esse tipo de arquivo não esta imediatamente disponível para impressão, como o
JPEG ou o TIFF, pois antes é necessário convertê-lo para um desses formatos, o
que significa uma etapa adicional no workflow.

Outra desvantagem diz respeito ao tamanho dos arquivos, que
normalmente ocupam de duas a quatro vezes o espaço dos “concorrentes”. Para
quem precisa fazer muitas fotos e não possui muitos mega ou gigabytes sobrando
no cartão de memória ou no computador,  o
consumo de espaço pode representar um fator decisivo na hora da escolha.

E não pára por aí. Se a sua intensão é guardar e utilizar
seus arquivos digitais por bastante tempo, tome cuidado. Com tantos padrões de
formatos RAW sendo criados atualmente (cada fabricante desenvolve o próprio), quão
confiável pode ser esse formato para armazenamento a longo prazo? Será que no
futuro os softwares serão capazes de ler as imagens que você produz atualmente?
Não haverá problemas de incompatibilidade, como, aliás, jpa ocorre hoje em dia?

Para resolver as questões que afligem grande parte dos
fotógrafos adeptos do RAW, a adobe desenvolveu o DNG (mais letras na nossa
sopa), um formato que utiliza um padrão “aberto”, capaz de garantir as
vantagens do arquivo “cru” e, ao mesmo tempo, de evitar futuros problemas de
compatibilidade (leia mais sobre arquivos DNG na próxima página).

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ATRIBUTOS DA COR

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Ao observar objetos ou imagens, você enxerga vermelhos, azuis-pálidos etc.

Você nem se da conta de que a
cor não tem somente uma dimensão, que, por exemplo, o laranja e o castanho
possuem o mesmo matiz, mas saturações e brilhos diferentes
.

Ao fotografar, você deverá
treinar o olhar para ver as cores segundo seus atributos básicos: o matiz, a
saturação e o brilho.

O matiz é a própria cor – o
vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, enfim cores do espectro. Algumas cores
são resultantes da mistura de dois ou mais matizes, havendo sempre um matiz
dominante ou básico. Assim, o azul-turquesa, azul-petróleo ou azul celeste são
cores da mesma família, que têm como matiz dominante o azul. Caso a cor se
componha de um único matiz, será cor pura.

A saturação, o segundo atributo
da cor, nos dá a proporção em que a cor básica está presente. Na cor pura, a
saturação é total; já no caso de um azul claro, por exemplo, há baixa
saturação, pois há pouca quantidade de azul.

Finalmente, o brilho, ou
luminosidade, está diretamente relacionado com a capacidade de uma superfície
de refletir a luz. Numa superfície fosca, que reflete pouca luz, você verá as
cores com pouco brilho; superfícies claras lisas, por outro lado, refletem
muita luz e dão brilho à cor. Assim, por exemplo, um tomate maduro, exposto à
luz solar, possui um matiz vermelho, elevada saturação e intensa luminosidade,
pois a superfície do tomate reflete muita luz.

A cor pura é difícil de ser
encontrada na natureza, mas pode ser criada com certa facilidade em condições
artificiais.

Imagine uma sala totalmente
pintada de preto, onde se coloca uma folha de papel branco. Se essa folha de
papel branco. Se essa folha for iluminada apenas por uma luz, só refletirá a
luz nesse matiz. Dessa forma, a folha vai se tingir dessa cor e tiver uma
imagem saturada desse matiz.

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FOTOMETRANDO MANUALMENTE

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Então qual é a posição correta de posicionar o domo do fotômetro manual?

Na maioria das circunstâncias,
o lugar para segurar o fotômetro é embaixo do queixo do modelo e apontado para
a câmera.

 Isso garante que o fotômetro leia as três
faixas de luz – o realce especular, o realce difundido e a zona de transição –
com um balanço igual. Se o fotômetro estiver calibrado, você vai conseguir uma
posição que é tão perfeita que poderá ir direto pra as provas, sem ajustes de
níveis, o tempo que se economiza é enorme. Você ficará confiante o bastante com
as características de medição para evitar fotografar em arquivo RAW.

Arquivo em RAW é o equivalente
digital para filme negativo, permitindo aumentar dois pontos, para cima ou para
baixo, em compensação de exposição. Quando se fotografa em condições difíceis,
ele pode ser de grande valia. O arquivo RAW e, essencialmente, sem valor por si
só, e deve ser “processado” através do software digital antes que possa ser
usado como JPEG, TIFF como outro formato.

Como você sabe ou pode imaginar o
tempo requerido para processar um lote grande de arquivos RAW pode ser enorme.
Imagine um fotógrafo de casamento que fotografa duas ou três mil fotos num dia,
até mais, em formato RAW. Dado que cada foto pode levar de três a quatro
minutos para se ajustar o mais tempo necessário para processar os arquivos no
formato TIFF ou JPEG (depende da velocidade do seu computador), você pode
entender quanto tempo pode-se economizar se você acertar a exposição correta no
estúdio é bastante fácil. Fiz algumas fotos de teste para mostrar como é fácil
e seguro.

Vamos começar com a luz ajustada
a zero grau no eixo da lente. É um tanto contrastado, mas irá demonstrar o
princípio. Você pode observar que há uma gama completa de tons, do branco brilhante
dos dentes da modelo à sombra do seu cabelo.

A posição correta do fotômetro de
luz, em 90% dos casos, é diretamente embaixo do queixo e apontado direto para a
lente. Isso garante que o fotômetro de luz, em 90% dos casos é diretamente
embaixo do queixo e apontado direto para a lente. Isso garante que o fotômetro
leia as três áreas e proporcione uma leitura média que dará uma representação
apropriada das três áreas.

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ISO EXPANSÍVEL

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Configurações de ISO Expansível

Embora valores de ISO expandido de alto alcance possam ser configurados (pois um acentuado ruído de imagem e algumas irregularidades podem ocorrer nestes intervalos), elas são destinadas para fotografias em que os resultados finais já estejam programados.

“L” indica valor mínimo do ISO –
equivalente a ISO 50.

“H1” indica valor
máximo de ISO – equivalente a ISO 25600.

“H2” é equivalente ao ISO 51,2000, por exemplo.

Cada dessas sensibilidades ISO
podem ser definidas e programadas. As sensibilidades do ISO podem ser definidas
de “H1” para “H3”. A definição “H3” é
equivalente ao ISO 102 2400.

A Definição da Sensibilidade ISO e Função de ISO Automático

Definindo o Valor de ISO

O valor do ISO pode ser ajustado para valores entre ISO 12800, em incrementos de 1/3-stops*. A câmera pode ser configurada para o modo ISO Automático, selecionando “A”. O alcance do ISO varia dependendo do modelo da câmera.

Configurando Procedimentos: O
botão de ajuste do ISO para, em seguida, definir o ISO, girando o seletor
principal, enquanto se verifica o ISO indicado no ícone do visor.

Função Auto ISO

No modo ISO automático, a câmera
automaticamente ajusta a sensibilidade ISO para obter uma exposição correta
para as velocidades do obturador e a abertura que já tenham sido pré-definidas.
A configuração padrão é automaticamente definida na faixa do ISO 100 a ISO
12800*. (Quando a câmera estiver no modo ISO automático, as configurações
expandidas de ISO não podem ser utilizadas).

DICA: O modo de ISO automático é eficaz para fotografar quando há
trepidação da câmera, devido aos níveis de brilho, ou para condições de
exposição que mudam rapidamente a cada disparo.

Aproveite para rever mais dicas sobre a velocidade do
ISO  nas suas apostilas, bibliografias e
vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

CONFIRA TCC DE ALUNOS DA ESCOLA FOCUS!  https://focusfoto.com.br/tag/tcc/

Opinião de Ex- Alunos que estudaram na FOCUS! https://goo.gl/C235XR
Blog de Fotografia:  https://focusfoto.com.br/blogs/

Flickr – Foto Galeria dos Alunos da Escola Focus
https://www.flickr.com/photos/focus_escola_de_fotografia/

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