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FLASHES DE ESTÚDIO

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Ao passo que o flash de câmera é utilizado para tirar o possível de uma situação de iluminação difícil, o flash de estúdio possibilita que você tenha controle absoluto sobre como o assunto será iluminado.

As consequências são evidentes: você precisará de espaço para instalar o equipamento de flash e de tempo para testar e ajustar seus efeitos. Ainda assim, para ter iluminação ideal, não a nada melhor.

O flash de estúdio pode começar pela unidade de flash instalável na sua câmera, que possa ser acoplada a um tripé ou a outro suporte de luz, e controlada a partir da câmera. As câmeras digitais de ponta podem de fato, controlar várias unidades externas a distância, permitindo que você ajuste a intensidade delas a partir da tela de LCD da câmera. Mas isso, é apenas o começo. Equipamentos de flash de estúdio dedicados vêm em todos os formatos e tamanhos, e você pode escolher com exatidão o tipo de iluminação apropriada para cada fotografia.

Experimente antes de comprar

Mesmo que o custo dos equipamentos de estúdio profissionais possa parecer proibitivo, existem alternativas para fotógrafos com orçamento restrito. Alguns estúdios alugam equipamentos de iluminação por dia (ou mesmo por hora); assim, você pode experimentá-los por um preço mais acessível. Se estiver começando, isso possibilita que você descubra qual equipamento lhe parece mais útil, sem ter que compra-lo.

Suportes de iluminação

Como acontece com toda iluminação em fotografia, as unidades de flash de estúdio devem ser posicionadas com precisão, de acordo com as necessidades de cada fotografia. Além disso, uma vez que há um componente de tentativa de erro quando se trabalha com flash, as unidades também precisam ser facilmente ajustáveis. Nesse sentido, suportes adequados e firmes são tão importantes quanto qualquer outro equipamento de estúdio.

Modelagem da luz

Calcular e visualizar os efeitos do flash de estúdio pode ser difícil, especialmente se você acrescentar várias unidades, pois sua luz não pode ser vista até que a fotografia seja tirada. É evidente que a opção de visualização instantânea das câmaras digitais reduz esse incômodo até certo ponto; porém os flashes de estúdio profissionais também incluem um recurso para ajudar a visualizar previamente seus efeitos.

Uma pequena luz incandescente, chamada de lâmpada de modelagem, costuma ser incorporada à unidade, bem ao lado do tubo de flash, podendo brilhar de forma contínua enquanto você ajusta a imagem. Elas nem sempre brilham exatamente na mesma intensidade do flash propriamente dito, mas não são de grande ajuda na decisão do ângulo e da distância que cada unidade de flash deve ter em relação ao objeto.

Aproveite para rever mais dicas sobre iluminação em estúdio nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

FOTOGRAFIA É ARTE? UMA 3X4 DE ALGUNS PROBLEMAS JURÍDICOS-ARTÍSTICOS

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A fotografia é um sem-fim de paradoxos. O ato fotográfico é capaz de imortalizar o detalhe menos perceptível, eternizar o instante mais efêmero

Por Inês Virgínia Prado Soares e Marcílio Franca/Consultor Jurídico

De tão instigante, mereceu reflexões filosóficas de personalidades como Susan Sontag, Walter Benjamin e Roland Barthes.

São inúmeras interseções que a fotografia guarda com o Direito: tanto em um como na outra há uma complexa relação temporal de presente e de passado; nas duas linguagens, ainda, realidade e ficção entrelaçam-se todo o tempo.

Nos últimos tempos, o status artístico da fotografia vem ganhando cada vez mais prestígio com Museus de Fotografia ao redor do mundo e no Brasil. Em 1998, foi inaugurado o Museu da Fotografia Cidade de Curitiba, o primeiro exclusivamente dedicado a esta arte e, desde então, uma referência. Além disso, há coleções de fotografias em museus como o MASP, MIS, Pinacoteca de São Paulo e exposições em centros culturais pelas cidades brasileiras.

2017 trouxe novos ares para os amantes desta arte, com a inauguração do Museu de Fotografia de Fortaleza, com acervo de 2 mil fotos; e da sede do Instituto Moreira Sales (IMS), na Avenida Paulista. Aliás, o IMS merece especial destaque, com eventos regulares sobre o tema fotográfico e um acervo de cerca de 2 milhões de imagens, dos séculos XIX, XX e XXI.

Além de lugares dedicados a expor as fotografias, há também um esforço para formalizar instrumentos que protejam essa arte como patrimônio cultural coletivo e o oficio de fotografar como direito cultural e liberdade de expressão artística. Em maio de 2018, foi lançado o primeiro Plano Estratégico para Desenvolvimento da Fotografia na Itália (2018-2022), pelo Ministério dos Bens e das Atividades Culturais e Turismo da Itália (o mítico Mibact). Desde 1992, os acervos fotográficos também encontram abrigo no programa Memória do Mundo, da Unesco, com possibilidade de integrar o patrimônio documental da humanidade.

Destacamos, nessa categoria, a “Coleção de fotografias latino-americanas do século XIX”, da Venezuela, com 8 mil fotos do século XIX, um acervo histórico que representa a vida rural e o desenvolvimento urbano, a paisagem, portos e personalidades nos países da América Latina e do Caribe, registrada como Memória do Mundo em 1997; a Coleção do Imperador: fotografia estrangeira e brasileira do século XIX, do Brasil, composta por 21.742, do Brasil, registrada em 2003; e a produção fotográfica do mexicano Manuel Álvarez Bravo (1902-2002), representativa do século XX, apresentada pelo México e registrada em 2017.

Na terra de Araquém de Alcântara, Chico Albuquerque, Claúdia Andujar, João Roberto Ripper, Sheila Bissiliat, Maurício Lima, Walda Marques e do celebradíssimo Sebastião Salgado, dentre outros tantos talentosos artistas, o reconhecimento do ofício do fotógrafo ambulante lambe-lambe como patrimônio cultural imaterial das cidades de Belo Horizonte e Rio de Janeiro assume relevância, porque situa a arte de fotografar e a fotografia como arte como faces dos direitos culturais coletivos (de toda a comunidade) e individuais (de cada artista). A liberdade de expressão cultural e o acesso ao patrimônio cultural material e imaterial são direitos culturais previstos tanto nos documentos internacionais como na Constituição Brasileira.

O olhar dos fotógrafos dialoga com os direitos de personalidade e de propriedade daquele ou daquilo que é fotografado: pessoas, paisagens, animais, objetos, edificações, árvores e tudo mais que desperte o olhar, que emocione, que informe, que ilustre a vida ou os sonhos. Deste diálogo nascem questões jurídicas controversas e inusitadas.

Ao longo da década de 1990, Alberto Sorbelli, um ex-bailarino na Ópera de Roma, fez uma série de performances provocativas, travestido de prostituta, nas galerias do Louvre, em que perambulava espalhafatoso entre o público e as obras do museu. Em 1999, Sorbelli foi surpreendido pela informação de que o fotógrafo japonês Kimiko Yoshida colocou à venda em galerias de arte algumas fotos suas, mas sem autorização e sem créditos de sua performance.

Em 2000, Sorbelli iniciou um processo judicial contra Yoshida, alegando violações a seus direitos autorais exclusivos de artista-performático e à sua imagem. Yoshida argumentou que, como fotógrafo artístico, era o único autor das verdadeiras obras de arte (fotos): o performista não era autor de nada, apenas alvo da obra de arte fotográfica – que elegera perspectivas, ângulos, focos, luzes específicas.

Em dezembro de 2004, a Corte de Apelação de Paris reconheceu que a performance e fotografia constituem expressões artísticas autônomas. E a decisão foi que Sorbelli e Yoshida eram simultaneamente sujeitos ativos e criadores de uma obra de arte singular, portanto coautores cuja recíproca autorização seria imprescindível para qualquer exploração econômica das fotos. Kimiko Yoshida foi condenado a indenizar Alberto Sorbelli.

No Brasil, a lide judicial viu a mesma discussão, apenas com a inversão dos papeis de réu e autor. Aqui, o artista, réu, foi condenado a indenizar o autor da fotografia encomendada para sua criação artística por danos morais (TJ, Recurso Inomidado, julgado epla Quarta Turma Recursal dos Juízados Especiais Cíveis, decisão de 10/06/11). A cena fotografada, uma reunião de pessoas na piscina, foi concebida pelo artista. No entanto, por contrato, houve compromisso de se dar o crédito dessa imagem ao fotógrafo sempre que este trabalho artístico fosse divulgado.

Na prática, a relação contratual partiu do mesmo pressuposto da decisão francesa: de que as duas obras – do fotógrafo e do artista – eram expressões autônomas e igualmente importantes para o Direito. Mas será que a decisão teria sido igual se não houvesse a previsão expressa e escrita em contrato?

As fotos tiradas ao ar livre também causam polêmica. Ainda não existe consenso nos países europeus sobre direitos autorais um “direito ao panorama” (panorama é o direito de fotografar prédios, monumentos e obras de arte presentes no espaço público, inclusive para fins comerciais) e as obras de arquitetura, tanto quanto monumentos ou esculturas públicas, rendem direitos de imagem por grande lapso temporal depois da morte do arquiteto ou artista.

Em 21 de setembro de 2017, o Tribunal de Palermo, na Itália, julgou ilícita a reprodução do Teatro Massimo (bem cultural protegido pelo Código dos Bens Culturais italiano) como pano de fundo de uma foto publicitária de um banco. A decisão judicial (https://bit.ly/2NfVz1N) virou um marco na jurisprudência italiana.

O leading case brasileiro data do final de 2016, quando o Superior Tribunal de Justiça (REsp 1.562.617 – SP, relator ministro Marco Aurélio Bellizze) decidiu que o esboço e o projeto arquitetônico integram o patrimônio do profissional que o concebeu e, por isso, a utilização da imagem, por meio de foto publicitária, da obra arquitetônica construída fere os direitos autorais do arquiteto, mesmo que o proprietário do imóvel tenha autorizado à fotografia (atitude que, a princípio, estaria em consonância com o artigo 1.228 do Código Civil). Ao mesmo tempo, a decisão afirmou o “direito ao panorama”, ao frisar que a captura de imagens de obras situadas permanentemente em logradouros públicos e que compõem a paisagem, em princípio, não constitui violação ao direito autoral.

A fotografia, discretamente, ilustra as argumentações e reflexões dos doutrinadores que buscam compatibilização entre liberdades comunicativas e proteção dos direitos da personalidade, especialmente o direito à privacidade. Quando menos se espera, lá está a fotografia servindo de exemplo na Teoria das Esferas, desenvolvida pelos alemães; ou sendo tomada como pivô ou vilã nos estudos da evolução da jurisprudência local e internacional sobre direitos da personalidade.

Em capítulo do livro Dez anos de Vigência do Código Civil Brasileiro de 2002 (Editora Saraiva, 2013, p.111/125), Otavio Luiz Rodrigues Júnior aborda o assunto a partir do processo que é um marco para os direitos da personalidade, julgado pelo Tribunal Alemão em 1899 e que versava exatamente sobre fotografias que retrataram o príncipe Bismark em sua câmara funerária. Os herdeiros do príncipe tiveram decisão favorável, com a proibição da divulgação das imagens, apreensão das chapas, dos negativos e das impressões.

Com o mundo virtual estes embates se amplificam, provocando outros importantes debates. Em 2015, o governo brasileiro e o Facebook tiveram um instigante conflito extrajudicial após a supressão de foto de um casal de índios, na qual a mulher estava com o torso nu da página do Ministério da Cultura.

A fotografia, de Walter Garbe, datava de 1909 e foi usada para divulgar o lançamento do Portal Brasiliana Fotográfica (da Biblioteca Nacional e do IMS). Apesar de o Facebook ter liberado a veiculação da foto dias depois, o Ministério da Cultura levou o debate à Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA e, em 2016, protagonizou a audiência pública temática sobre Internet e Direitos Culturais no Brasil, realizada em Washington, nos Estados Unidos.

Numa era de popularização da tecnologia fotográfica, Affonso Romano de Sant’Anna, no poema Turista Acidental, já antevia um problema que a índia nua da foto de Garbe, de 1909, nem imaginou e que o príncipe Bismark morreu sem conhecer: “Guardado estou/em álbuns japoneses, italianos, americanos, alemães, franceses/argentinos, senegaleses,/disperso/desatento/como se aquele corpo/ não fosse meu./Quando mostram as fotos aos parentes e vizinhos sou pedra-porta-árvore-sombra-paisagem.”

https://goo.gl/oEcpYK

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TST CONDENA EMPRESA JORNALÍSTICA DE REVENDEU FOTOGRAFIAS SEM AUTORIZAÇÃO

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A utilização de uma obra por terceiros deve ter autorização prévia e expressa de seu criador, assim como a transferência de direitos a qualquer título deve pressupor estipulação contratual escrita

Consultor Jurídico

Com esse entendimento, os ministros da 3ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho condenaram uma empresa jornalística a indenizar um repórter fotográfico em R$ 12 mil por violação de direito autoral.

O fotógrafo, que trabalhou nos veículos da empresa por quatro anos, afirmou que por diversas vezes a indicação da autoria de suas fotos havia sido omitida ou dado o crédito a outros profissionais. Ele sustentou ainda que a companhia teria obtido lucro com a venda de suas fotografias para outras empresas sem a sua autorização e sem o pagamento pelo seu acervo.

O juízo da 28ª Vara do Trabalho de Porto Alegre condenou a empresa a pagar ao fotógrafo R$ 10 mil pela omissão dos créditos e R$ 2 mil pelo uso do acervo após o seu desligamento. A condenação foi mantida pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região, que negou provimento ao recurso ordinário da empregadora.

Segundo o TRT, o objeto do contrato de trabalho era a atividade fotográfica, e a utilização do material estava restrita às publicações da empresa. A decisão registra que ficou comprovada a ausência de citação de créditos nas publicações, sendo também devida a reparação por danos morais.

No exame do recurso de revista interposto no TST, o relator do caso, ministro Alexandre Agra Belmonte, considerou que os valores fixados a título de indenização observaram os princípios de ponderação e de equilíbrio, não havendo razão para sua reforma.

O ministro assinalou, acompanhado pelos demais membros do colegiado, que o direito autoral visa assegurar os proveitos econômicos e morais da atividade criativa do homem, entre elas a fotografia, conforme disciplina a Lei dos Direitos Autorais (Lei 9.610/1998, artigo 7º, inciso VII).

O dispositivo legal, segundo o relator, indica que o empregador possui direitos econômicos sobre a criação de seu empregado somente se a utilizar de maneira coerente com os fins que justificam a relação de emprego. Caso contrário, é necessário que haja prévia autorização do autor. Com informações da Assessoria de Imprensa do TST.

Fonte: https://goo.gl/sHPuaA

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TRABALHANDO COM FLASH EMBUTIDO

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Difusor para flash pop-up

Em primeiro lugar, apenas saiba de antemão que fazer o retrato de uma pessoa com o flash pop-up é cruel.

É a coisa mais desagradável que você pode fazer com ela, e também não faz você parecer bom. É uma luz de qualidade dura, desagradável e indomável, e eu evito usá-la a todo custo.

Mas, se você não tiver escolha, recomendo usar algo, qualquer coisa, para suavizá-la, ou, no mínimo, usar um controle que a maioria das DSLRs tem que permite diminuir a intensidade do flash pup-up, de modo a não fazer parecer que uma granada de luz foi jogada na frente do tema. Então, onde está esse botão mágico?

Bem, como costuma acontecer, mais uma vez, está em um lugar diferente em cada marca e modelo de câmera; portanto, você deve consultar aquele bendito manual da câmera para descobrir, mas pelo, menos você sabe que pode ser feito.

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OBTENDO FUNDO SUAVE E DESFOCADO

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Para obter esse fundo suave, desfocado atrás do objeto, você faz duas coisas:

(1) Use o menor diafragma que a objetiva permite assim algo como f/5.6 ou f/5.4, ou, se você tiver sorte (e for rico), f/2.8 ou mais baixo. Então,

(2) amplie para fechar bem o tema. Pressione o botão do obturador. Pronto. É isso aí. Essas duas coisas juntas farão o truque. Agora, se você está se perguntando: “Como posso mudar o diafragma”?

Experimente isto: alterne a câmera para o modo prioridade de abertura (é a letra “A” no seletor de modo na parte superior da câmera, desde que, obviamente, você tenha um seletor de modo, mas você provavelmente tem). Em seguida, mova o seletor na câmera que muda o diafragma, até ver f/2.8 no visor. Isso deve fazer o truque.

Aproveite para rever mais dicas sobre efeitos da profundidade de campo nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

TAM É NOVAMENTE CONDENADA POR CONTRAFAÇÃO DE FOTOGRAFIA

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A decisão é da 4ª Vara Cível de João Pessoa. Foto: reprodução/divulgação

Flávia Costa/Juristas

A Quarta Vara Cível de João Pessoa julgou parcialmente procedentes os pedidos de José Pereira Marques Filho na ação de obrigação de fazer c/c indenização por danos morais e materiais (nº 0012006-37.2015.815.2001) movida contra Tam Viagens S/A.

José Marques, representado por Wilson Furtado Roberto, fundador do escritório de advocacia Wilson Roberto Consultoria e Assessoria Jurídica, disse ser fotógrafo profissional e ter se deparado com a contrafação de uma fotografia de sua autoria no site da empresa demandada, o que lhe causou abalo de ordem moral e material.

Por isso, pediu a tutela antecipada para que seja apreendido o material ilícito, que a demandada não possa reproduzir as fotografias e que retire a publicação do site. Na contestação, a Tam alegou que não sabia que a obra era de autoria do fotógrafo e que não ficou comprovado dano moral ou material decorrente de sua ação.

Na decisão, o juiz disse que, “para a caracterização da contrafação, basta que tenha havido a irregular publicação da obra fotográfica, que no caso ocorreu sem nenhuma autorização por parte do demandante e sem indicação do autor da fotografia”.

Ele afirmou que o autor demonstrou ser, de fato, proprietário das fotografias, e que houve ato ilícito. Por isso, entendeu ser necessário acolher a obrigação de fazer de proibir a reprodução das obras, retirá-las do site e recolher o material ilícito.

Destacou, por fim, que o dano moral é presumido, e arbitrou a indenização em R$ 2 mil. Ainda, condenou a TAM à publicação da obra contrafeita por três vezes consecutivas em jornal de grande circulação, indicando o promovente como autor da foto.

Processo nº 0012006-37.2015.815.2001 – JOSE PEREIRA x TAM VIAGENS

Fonte: https://goo.gl/zKkfek

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PRÊMIO NACIONAL DE FOTOGRAFIA ESTIMULA POPULARIZAÇÃO DA CIÊNCIA

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Imagem do grafeno obtida por microscópio de varredura por sonda Scanning ProbeMicroscopy. Bernardo Neves / UFMG

Ciência, tecnologia e inovação são os temas da oitava edição do Prêmio Fotografia Ciência e Arte, promovido pelo CNPq. 

Podem participar estudantes de graduação e pós-graduação, docentes e pesquisadores. As inscrições podem ser feitas até 18 de janeiro, no site da iniciativa http://www.premiofotografia.cnpq.br/web/pfca

Segundo os organizadores, o objetivo da premiação é contribuir para a divulgação e a popularização da ciência e tecnologia e ampliar o banco de imagens do CNPq.  Além disso, revela talentos e reflete uma tendência relativamente recente no âmbito científico mundial, que é a de associar as tecnologias tradicionais e inovações eletrônico-digitais à produção de imagens com temas sobre a pesquisa científica.

Os candidatos poderão concorrer em duas categorias: imagens produzidas por câmeras fotográficas e por instrumentos especiais (lupa, microscópio, microscópio eletrônico, telescópio, imagem de satélite, raios-x, ultrassom, ressonância magnética, endoscópio, colposcópio, PET Scan e tomografia computadorizada.).

Os vencedores receberão prêmio em dinheiro, no valor de R$ 8 mil, R$ 5 mil e R$ 2 mil. O primeiro colocado de cada categoria terá direito à passagem aérea e hospedagem para participar da 71ª Reunião Anual da SBPC, em julho de 2019, na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), em Campo Grande, onde vão expor suas imagens e receber a premiação.

Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou no próprio site do prêmio http://www.premiofotografia.cnpq.br/web/pfca

Fonte: https://goo.gl/bv1JnE

FOTOGRAFIA, BEATON E DIOR EM 4 EXPOSIÇÕES DE MODA

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Michele Morgan fotografada por Ernest Bachrach, cerca de 1939. Night and Day: 1930’s Fashion and Photographs, no Fashion and Textile Museum, em Londres.

MAXIMA – PT

Fotografia, Beaton e Dior em 4 exposições de moda

A moda enquanto imaginário fascinante ou retrato da sociedade inspira quatro exposições que destacamos neste mês de dezembro.

No Fashion and Textile Museum, em Londres, Night and Day: 1930’s Fashion and Photographs é como uma viagem visual pela moda da época, completada por imagens das estrelas da altura e algumas peças de roupa expostas.

Simultaneamente, no mesmo local, a exposição Cecil Beaton: Thirty from 30’s. Fashion, Film and Fantasy celebra um dos mais famosos fotógrafos do século XX através dos seus retratos de celebridades.

 Beaton teve uma carreira com mais de 50 anos e, além da fotografia, dedicou-se à pintura, ao design de interiores e até ao figurinismo. Ambas as exposições terminam a 20 de janeiro.

 Ainda na área da moda, mas na criação, duas exposições celebram Christian Dior.

No Denver Art Museum (EUA), Dior: From Paris to the World reúne mais de 200 peças de Alta-Costura, acessórios e bijutarias, fotografias, desenhos e vídeos que homenageiam 70 anos da casa e do legado do criador francês. De 19 de novembro a 3 de março.

No Museu Dior em Granville a exposição The Treasures of the Collection – 30 years of acquisitions é uma espécie de retrospetiva sobre as três décadas da colecção deste museu. O espaço é a casa de infância do criador, que tinha o nome Les Rhumbs, e por isso concentra uma série de referências que lhe serviram de inspiração.

Esta mostra percorre todos os espaços da casa e convida a um passeio não só por criações de moda famosas, como também pela vida do próprio Christian Dior através de objetos pessoais.

Exposição: Night and Day: 1930’s Fashion and Photographs. De 12 de outubro a 20 de janeiro no Fashion and Textile Museum, em Londres.

Exposição: Cecil Beaton: Thirty from the 30s | Fashion, Film and Fantasy. De 12 de outubro a 20 de janeiro no Fashion and Textile Museum, em Londres.

Exposição: Dior: From Paris to the World. Até 3 de Março no Denver Art Museum, em Denver (Estados Unidos da América).

Exposição: The Treasures of the Collection – 30 years of acquisitions. De 7 de abril a 6 de janeiro no Musée Christian Dior, em Granville.

Ainda na área da moda, mas na criação, duas exposições celebram Christian Dior. No Denver Art Museum (EUA), Dior: From Paris to the World reúne mais de 200 peças de Alta-Costura, acessórios e bijutarias, fotografias, desenhos e vídeos que homenageiam 70 anos da casa e do legado do criador francês. De 19 de novembro a 3 de março.

No Museu Dior em Granville a exposição The Treasures of the Collection – 30 years of acquisitions é uma espécie de retrospetiva sobre as três décadas da colecção deste museu. O espaço é a casa de infância do criador, que tinha o nome Les Rhumbs, e por isso concentra uma série de referências que lhe serviram de inspiração.

Esta mostra percorre todos os espaços da casa e convida a um passeio não só por criações de moda famosas, como também pela vida do próprio Christian Dior através de objetos pessoais.

Exposição: Night and Day: 1930’s Fashion and Photographs. De 12 de outubro a 20 de janeiro no Fashion and Textile Museum, em Londres.

Fonte: https://goo.gl/1C77NA

PARA FOCALIZAR:

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Você pode seguir um destes procedimentos:

(1) posicionar a câmera, de modo que o ponto de focagem no centro fique sobre o objeto que você deseja em foco, ou

(2) usar o pequeno dial/botão redondo (ou em forma de sinal de mais) na parte de trás da câmera para mover esse foco e aponta-lo para a direita sobre o que você quer em foco (caso o que você quer em foco não esteja no centro da imagem).

Depois de conseguir colocar o tema em foco, mantenha posicionado o botão do obturador até a metade para travar o foco no tema (quando fizer isso, muitas vezes você vai ouvir um sinal sonoro, dependendo da marca da câmera e de ter esse recurso ativado que faz você saber que está em foco).

Geralmente, você também verá um “ponto” sólido aparecer no visor como uma forma visual de saber que a foto está em foco (no caso de você ter o sinal sonoro desligado, como quando você está fotografando um casamento).

Agora que o foco está travado, com o botão do obturador até a metade ainda, você pode mover a câmera para recompor a imagem do jeito que quiser, e quando você estiver pronto para fazer a foto, pressione o que falta para o botão do obturador descer. Isso pode parecer complicado, mas é realmente fácil. Basta:

 (1) colocar o ponto de focagem sobre o tema que pretende focar,

(2) manter pressionado o botão do obturador até a metade para travar o foco,

(3) compor a imagem da forma que quiser e fazer foto.

Aproveite para rever mais dicas nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

COMO FOCALIZAR?

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Para configurar foco na câmera do celular, você simplesmente toca na tela sobre a pessoa ou objetivo que você queira em foco, certo?

Bem, é quase o mesmo na DSLR, só que não estamos “tocando na tela”, mas sim movendo um
ponto de focagem sobre pessoa/objeto que desejamos em foco e se estamos fotografando uma pessoa, queremos que o ponto de focagem esteja no olho, mais próximo da câmera, se possível.

Você vê esse ponto de focagem quando olha através do visor – normalmente é um ponto vermelho, ou um retângulo vermelho, ou um retângulo preto (depende da marca de DSLR que você tem) no centro do visor.

Você poderá move-lo para qualquer lado do visor e posicioná-lo onde vai querer o foco. Apenas um detalhe: o autofoco funciona apenas em superfícies com contraste e não em situações monocromáticas, como predominância de brancos, pretos, cinzas, etc.

Nesse caso, opte para o foco manual.

Aproveite para rever mais dicas sobre autofoco nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.