Blog Focus

Informações, artigos, aulas, tutoriais e novidades
sobre o mundo da fotografia

A IDEIA VENCEDORA!

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Os padrões mudaram nos mercados das mídias.

Este é um mercado de
compradores no qual os editores veem centenas de histórias todos os dias e
escolhem apenas aquelas que acreditam atender os seus leitores e que melhor
reflitam o perfil e a posição da publicação
.

Na maioria dos casos o fotógrafo
está por sua própria conta e risco.

 Boas ideias, que atendam a um público
multinacional, uma única história será vendida ao redor do mundo e renderá um
bom dinheiro. Você provavelmente terá de bancar os custos iniciais, mas se seus
instintos estiverem corretos, uma venda levará a muitas outras.

O único limite para a lista de ideais interessantes é a imaginação do fotógrafo. Entretanto existem duas perguntas fundamentais que você deve fazer sempre: é um assunto interessante visualmente? Essa ideia via me render algum dinheiro?

Quanto mais você conhecer o mercado e pensar em novas ideias, mais fácil será encontrar boas ideias de fotos. Muitos freelancers vivem exclusivamente fornecendo esse tipo de material para revistas.

Os fotógrafos que integram equipes também precisam desenvolver ideias próprias. Eles podem não ter tanta liberdade para escolher seus temas, mas podem usar suas próprias ideias quando são mandados para fazer algum trabalho.

Uma Indústria Mutante

A internet se transformou em uma
parte central de nossas vidas e muitos governos ao redor do mundo Têm como
objetivo instalar uma conexão de banda larga em todos acessórios domésticos.

Um subproduto dessa revolução é a
substituição do papel impresso como fonte principal de comunicação. A mídia
tende a manter nosso interesse em notícias que geralmente já vimos na televisão
ou online pelo menos 24 horas antes.

A felicidade que muitos leitores
demonstravam a seus jornais preferidos foi terminantemente abalada pela existência
de múltiplas fontes de informação e entretenimento online.

Colaboração

A fotografia é apenas uma das
muitas formas de comunicação que contribuem para nossa conexão com o que
acontece no mundo. Assim como a palavra escrita, a fotografia tem poder de comunicar
com eficiência, e contrariamente à palavra escrita, de transcender as barreiras
da linguagem.

No entanto, hoje se tem investido
muito no desenvolvimento de novas mídias nas quais as diferentes disciplinas
trabalham juntas para criar meios mais excitantes e mais adequados para um
público jovem e acostumado com a internet.

Nos próximos anos – talvez na
faculdade – você deve aproveitar as oportunidades que tiver de trabalhar com
outras pessoas em projetos nos quais a fotografia não é necessariamente o componente
dominante. A comunicação efetiva exige flexibilidade e o desejo de adaptar a
plataformas mutáveis para alcançar o público.

Os fotógrafos têm oportunidades
de trabalhar com escritores, radio jornalistas, instalações tridimensionais de
designers e, é claro, a internet, que serve de plataforma para todos.

Muitos fotógrafos viram no
crescimento da internet uma oportunidade de experimentar habilidades novas e
complementares como o som, o vídeo e o audiovisual. Alguns, como vencedores de vários
prêmios carregam em suas bolsas ferramentas que pouco lembram o material
encontrado na bolsa de um fotojornalista há 20 anos.

Para esse profissional e outros
como ele, o importante é atender o público. Por isso, eles tentam cobrir os
acontecimentos das mais variadas formas, usando vídeos, sons e stills. Assim
ele consegue material para atender diferentes mercados, com o mesmo equipamento.

Aproveite para rever mais dicas sobre novos mercados  nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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POR QUE STRIP LIGHTS?

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Improvise seu strip light com hazes longos e cartolinas pretas

Costumo dizer em minhas aulas
que fotógrafos são crianças brincando com seus brinquedos.

Durante minha carreira, tive
sorte de ter interesse em fotografar tudo e de ter conseguido suprir minha
enorme caixa de brinquedos com itens de todos os tipos.    

Um tempo atrás, decidi substituir meus flashes de estúdio por equipamentos tão sofisticados e precisos quanto câmera e flashmeters.

Queria duplicar tudo que tinha
comprado anteriormente e adicionar alguns novos itens também. Apesar da foto de
que sempre tive vários softboxes, nunca tinha tido um conjunto combinado. No
passado, adquiria equipamento conforme o necessário, ou somente porque queria
brincar com algo para ver o que acontecia.

Não há nada de errado nisso, mas
as várias marcas e gerações dos meus antigos equipamentos estavam apresentando
diferenças significativas de temperaturas de cor além de estarem ultrapassados.
Juntamente com todo o resto, substituí duas strip light de 40 x 120 cm cada por
softboxes de strip light Profoto de 30 x 180 cm.

Fiquei tão fascinado com o look e
formato de luz que eles produzem que agora o uso no lugar de acessórios
modificadores mais tradicionais e em situações que nunca tinha imaginado tentar
antes. Acredito que você também verá possibilidades para o seu trabalho.

Quando usados como luz de fundo,
essas caixas longas e estreitas criam uma luz longa e consistente que é similar
ao horizonte logo após o pôr do sol.

Use duas strip lights, uma de cada lado para iluminar tanto o assunto quanto o fundo. Quando estiverem igualmente espaçados com relação ao modelo de fundo, e acionados com a mesma intensidade, a luz fica uniforme sobre ambos.

O look é maravilhoso e muito
fácil de criar, ainda que seja importante lembrar que o modelo não pode estar
muito longe do fundo (neste caso, por volta de 1,20 m). À medida que o modelo
se mover para longe do fundo, ficará mais escuro, porque a luz poderá a
intensidade.

Para fotografia para bancos de
imagem e de produtos, softboxes como esses têm muito a oferecer. Por exemplo,
fotógrafos de bebidas, taças e utensílios de cozinha gastam boa parte do tempo
colocando realces que destaquem a forma do produto. Por serem longas, as strip
lights podem criar um realce que se estenda de todo o utensílio.

Aproveite para rever mais dicas sobre strip lights nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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REALÇANDO A TEXTURA

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Pode-se dizer que a maioria dos assuntos tem algum grau de textura, ainda que não seja fácil capturá-la em todas as condições de iluminação.

A iluminação lateral intensa
será o estilo de iluminação mais adequado apara esse desafio; você pode cria-la
em estúdio ou encontra-la em campo – pode vir da luz artificial de uma lâmpada
ou do sol em ângulo baixo, tanto no início quanto no fim do dia.

Contudo, ao contrário do desafio
voltado para a captura de luz dourada, aqui a iluminação em si não será o
elemento mais importante; em vez disso, você terá que encontrar o objeto
adequado para realçar suas características tridimensionais e dotá-lo de
vivacidade nas condições ideais.

CHECKLIST DO DESAFIO

As fotografias macro e em
close-up se prestam muito bem para estudos texturiais, e você pode acrescentar
uma luz lateral posicionando uma lâmpada no lugar certo ou utilizando uma
unidade de flash externa conectada por um cabo acessório, o qual você pode
segurar com uma mão ao se posicionar ao lado da cena.

As distâncias focais mais longas das teleobjetivas são inclinação natural para fotografias texturais, contudo, lembre-se de que a maioria das lentes grande angulares permitem que você foque bem de perto também. Assim você poderá obter uma composição interessante que oponha grandes elementos em primeiro plano contra um plano de fundo em expansão.

Aproveite para rever mais dicas sobre iluminação e composição fotográfica nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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LUZES DE ESTÚDIO E SOMBRINHAS

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Quando se trata de luz, você sempre deve assumir o controle!

Isto é muito mais fácil com
uma iluminação artificial, visto que você pode deslocar as próprias fontes de
luz. Existem tantas maneiras de utilizar o mesmo item quando existem resultados
possíveis.

Algumas fotos produzidas em aula são obtidas por um esquema, disparando a fonte de luz através da sombrinha, ambos direcionados para o teto.

Uma coisa interessante sobre a luz apontada para o teto é que isto remove uma boa parte do brilho que ela produz em porcelanas brancas. Este posicionamento também é chamado de luz rebatida no teto. Você deve considerar esta opção ao fotografar cenas com muita porcelana utilizando luz artificial.

O brilho exagerado pode ser muito distrativo, tirando o foco do assunto.

Aqui, o teto branco para o qual a
luz está apontada rebate a luz sobre os cupcakes, adicionando um pouco mais de
potência na medida em que ela, adicionado um pouco mais de potência na medida
em que ela cai sobre o motivo. Além disso, um rebatedor branco reflete a luz
que chega ao cupacakes, preenchendo as sombras escuras que surgiram à esquerda.
Um rebatedor prateado reduziria ainda mais estas sombras.

Este é um esquema para produzir
ao máximo as áreas escuras, preservando o máximo possível de luz.

Tenha em mente que o tamanho do
rebatedor tem pouco efeito nesta situação, pois o motivo é relativamente pequeno.
Ao fotografar uma composição que ocupe a mesa inteira, um rebatedor maior
cobrirá melhor a cena.

Para obter o mesmo nível de iluminação das imagens, foram capturadas com a sombrinha direcionada para a comida (e a luz disparada através dela), diferente das imagens anterior (capturadas com a sombrinha apontada para longe da comida para rebater a luz), aumente a sua compensação de exposição em meio ao stop no modo de Prioridade de abertura antes de pressionar o disparador. Certifique-se de checar as configurações de modos da sua câmera para verificar se as definições estão corretas para sua situação.

Configure seu equipamento com base no alimento que você está fotografando. Este visual suave dos cupcakes pode não funcionar muito bem para um bife suculento ou uma pizza, que poderia ficar melhor se a luz estivesse apontada para o teto, produzindo mais iluminação. Teste alguns esquemas diferentes para ver o que funciona melhor como o seu assunto.

A Versátil Sombrinha

A maioria das sombrinhas que
acompanham os kits básicos de iluminação são melhores utilizados como
sombrinhas rebatedoras – ao invés de sombrinhas difusoras. Dispare contra a
sombrinha, direcionando a luz e a sombrinha para longe do motivo. Assim, você
utiliza a sombrinha como um rebatedor. Quando você dispara através da
sombrinha, ela está sendo utilizada como um difusor.

Aproveite para rever mais dicas sobre técnicas de iluminação  nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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CUIDADO COM OS SUPORTES!

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Uma coisa importante sobre os kits de estúdio: suportes caem.

Como estes kits são projetados
para uso interno, os suportes não são muito robustos. Eles podem cair
facilmente, mas normalmente não serão danificados por estas quedas.

Considere a opção de firmar seu
suporte de luz com sacos de areia e mantenha as crianças e animais de estimação
longe da área onde ele será montado e utilizado. Adquirir um suporte mais
robusto também pode ser uma boa ideia, principalmente se você utilizar seu
sistema mais de algumas vezes por ano em ambientes externos.

ESQUEMAS DE EQUIPAMENTOS

Uma vez ligados, você pode
posicionar suas luzes e sombrinhas de várias maneiras para obter efeitos
diferenciados. Ao trabalhar em seu esquema, repare em como a posição de cada
elemento afeta a suavidade da luz, das sombras e das áreas escuras. Perceba,
também, como a utilização de um rebatedor pode alterar a luz em uma imagem.

Tenha em mente que seu trabalho é
a partir dos arquivos RAW, de modo que o único pós-processamento necessário
para estas fotos é um pouco de nitidez e contraste. Nenhuma edição será feita
na iluminação, exposição ou equilíbrio de branco dessas imagens. Portanto,
atenção nas configurações de menu.

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DO DAGUERREÓTIPO AO DIGITAL

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Um incêndio trágico em Hamburgo, registrado em 1842 pelo alemão Carl Fiedrich Stelzner em um daguerreótipo e impresso na revista semana inglesa The Illustrated London News, é considerado a primeira notícia fotografada do mundo.

Mas, o fotojornalismo como se
conhece hoje, pode ser creditado ao surgimento do primeiro jornal com fotos, o
tabloide inglês daily Mirror, em 1904.

O desenvolvimento do
fotojornalismo correu paralelo ao avanço tecnológico da fotografia, como
filmes, câmeras e lentes de melhor qualidade.

Em vez de grande e pesada
americana Grafezx Speed Graphic, lançada nos anos 1910, surgiram às pequenas e
eficientes alemãs Leica, Rolleiflex e Contax nos anos 1930, que foram rainhas
por anos a fio, até o surgimento dos modelos Single Lens reflex (SLR), nos anos
1960, como a Nikon F.

Não só pelas câmeras, mas pelas
publicações, a Alemanha é considerada a pioneira do fotojornalismo moderno nos
anos 1920?30 com o surgimento de revistas ilustradas com tiragens de milhões de
exemplares.

Se, por um lado, o nazismo de
Adolf Hitler freou o crescimento do fotojornalismo na Alemanha, por outro lado,
ele ganhou importância global por causa da Segunda Guerra Mundial, fato
amplamente coberto por repórteres fotográficos, com radiofotos que eram
distribuídas por agências de notícias para diversos pontos do planeta.

Em 1947, logo após o fim da
Segunda Guerra, foi criada em Paris, França, a primeira agência de
fotojornalismos independentes, a Magnum, que tinha fundadores o francês Henri
Cartier-Bresson, o húngaro Robert Capa, o polonês David “Chim” Seymour e o
britânico George Roger.

Essa empreitada inspirou
fotógrafos mundo afora e até hoje a Magnum é considerada uma grande referência
de fotojornalismo de alta qualidade.

O passo seguinte de grande mudança foi dado com a era digital da fotografia, nos anos 2000, que alterou totalmente a maneira de se trabalhar com o fotojornalismo, decretando o fim do filme e iniciando a fase de coberturas multimídia, com noticias em tempo real.

Também o perfil do fotojornalismo atual difere muito do profissional que atuava até meados dos anos 1990: a maioria tem formação universitária, estuda mais a fotografia em geral e consegue dar conta de várias tarefas, não apenas fotografar – como tratar as imagens, captar vídeos, editar e até produzir textos jornalísticos.

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6 DICAS PARA CRIAR FOTOGRAFIAS AÉREAS VOANDO COM HELICÓPTERO

por em .

Voar de helicóptero seguramente foi uma das experiências mais legais que já vivi. As paisagens e cidades vistas de cima são superinteressantes.  Foto e texto: Uiler Costa/iphoto/Channel

Percebemos como somos pequenos e isso é um ponto de vista
extremamente estimulante! Ver o mundo em miniatura: uma vez que começamos, não
queremos mais parar!

Pensando nisso, resolvi escrever esse texto para passar
algumas dicas a quem tiver a oportunidade de fazer um voo, para registrar a
paisagem da melhor maneira possível.

1 . Voos Panorâmicos X Voos Privados

Em voos panorâmicos, o roteiro é definido pela empresa que
presta o serviço e abrange os principais pontos turísticos da região.
Normalmente o voo é compartilhado com outras pessoas e é feito com portas
fechadas; a depender do assento escolhido, pode ser que você veja menos do que
quem estiver ao lado do piloto. Em voos panorâmicos, tente sempre ir na frente.
Caso o voo seja com porta aberta, aproveite e escolha o assento ao lado da
porta.

Em um voo privado, temos mais possibilidades para
fotografar, porque há maior facilidade para remover a porta e, também, pedir ao
piloto que execute algumas manobras. Com frequência, o preço dos voos privados
é maior que dos voos panorâmicos, mas os resultados provavelmente serão
superiores.  Além disso, num voo privado
há mais liberdade para definir o roteiro e, com isso, fotografar áreas
específicas. Essa liberdade influencia muito no resultado e, por isso, é a
minha maneira preferida de voar.

2 . Segurança

Voar de helicóptero é algo sério. Precisamos estar atentos e
vigilantes às orientações do piloto, que é o responsável pelo voo e sempre terá
razão. Desobedecer a uma ordem pode causar sérios problemas para você e para os
outros.

Num voo de helicóptero com portas abertas, existe altíssima
chance de pequenos objetos se desprenderem e causarem um acidente. Imagine se,
por um descuido, o celular solte da sua mão e atinja o rotor do helicóptero? Os
danos podem ser catastróficos. Todos os equipamentos devem estar presos ao seu
corpo ou à aeronave. Confira duas vezes antes de iniciar o voo.

3 . Equipamentos utilizados

Uma câmera com uma lente que tenha zoom é suficiente. É
importante dispor de uma lente que possua versatilidade, pois nem sempre será
possível se aproximar do que se deseja fotografar. Certifique-se de ter um
cartão de memória com bastante espaço e uma bateria carregada. Não recomendo
trocar bateria ou o cartão de memória no ar, principalmente se estiver com
portas abertas. Estes pequenos objetos podem sair da sua mão e voarem para fora
da aeronave. Da mesma forma, se a sua câmera tiver para-sol (hood), deixe-o no
hangar. Óculos, canetas, carteiras, celular – guarde tudo o que puder. Quando
estiver voando aproveite a experiência.

Eu uso duas câmeras, uma Nikon D810 com uma lente 16-35mm
(para fotos onde preciso de um ângulo maior) e uma Nikon D810 com uma lente
24-120mm (para fotografar algo mais próximo). 
Estas duas lentes atendem às distancias focais que preciso para cobrir
quase todos os ângulos. Levo duas câmeras para não precisar trocar lentes –
mais uma vez, seria um movimento arriscado. Em cada câmera uso 2 cartões de 64
GB cada. É importante usar cartões com velocidade de gravação superior a
95MB/s, caso faça fotos em sequência. Essa quantidade de cartões é suficiente
para fazer fotos sem me preocupar com a troca.

Outro equipamento que considero essencial é o GPS. O modelo
que uso é o Nikon GPS GP-1A, que marca latitude, longitude, altitude e horário.
Com estas informações, posso verificar posteriormente onde as fotos foram
tiradas. Uso o módulo “Mapas”, do Adobe Lightroom, para visualizar estes dados.

Imagens com coordenadas geográficas sinalizadas no modulo de
Mapa do programa Adobe Lightroom graças ao uso do GPSImagens com coordenadas
geográficas sinalizadas no modulo de Mapa do programa Adobe Lightroom graças ao
uso do GPS

A depender da posição do helicóptero em relação ao sol, um
filtro polarizador pode ajudar. Ele também pode servir para eliminar o reflexo
do vidro do helicóptero, mas isso não necessariamente irá funcionar. Sugiro se
aproximar ao máximo do vidro para tentar cortar esse reflexo. Eu,
particularmente, prefiro não usá-lo, pois é mais uma peça móvel que pode se
soltar. Sugiro usar roupas escuras, pois se fizer o voo com porta fechada esta
opção pode atenuar os reflexos indesejáveis.

O Kit que uso para fotografar: Nikon D810 + Objetiva AF-S
NIKKOR 16-35mm f/4G ED VR e a Nikon D810 + Objetiva AF-S 24-120mm f/4G ED VRO
Kit que uso para fotografar: Nikon D810 + Objetiva AF-S NIKKOR 16-35mm f/4G ED
VR e a Nikon D810 + Objetiva AF-S 24-120mm f/4G ED VR | Foto: Uiler Costa

4 . Planejando o voo

Planejar o voo é uma etapa essencial. Caso seja um voo
panorâmico, contratado por meio de um tour, é importante verificar em quais
pontos o helicóptero vai passar e ver como o sol irá incidir neles. Escolher
bem o horário certamente trará um grande impacto nas fotos, que podem ficar bem
mais interessantes se o sol estiver a favor.

Para verificar a incidência da luz do sol no local por onde
vou passar e o melhor horário para fotografar, costumo usar o aplicativo
Photopills no celular ou o TPE no computador. Evito o horário de meio-dia,
quando os raios solares estão muito fortes. Tenho obtido melhores resultados no
inicio da manhã e perto do final da tarde.

A previsão do tempo é outro aspecto relevante. Tente voar em
dias com céu limpo, pois nuvens esparsas podem gerar sombras indesejadas nas
fotos. Também observe a neblina; evite voar com baixa visibilidade. Os pilotos
sempre saberão como está a visibilidade do dia. Se só for possível voar com
neblina, parte dela pode ser corrigida na pós-produção (inclusive o Adobe
Lightroom tem uma ferramenta própria para tirar neblina, chamada “Dehaze”, que
basicamente dá contraste na imagem).

5 . Escolha do helicóptero

Para fazer um voo fotográfico, recomendo os modelos Robinson
R22 e Schweizer 300 CBi. São helicópteros menores, normalmente usados em
treinamento de pilotos e patrulha; têm boa performance e baixo custo
operacional. O ponto negativo é que ele só comporta um passageiro e, em algumas
cidades, existem restrições de sobrevoo com essa aeronave. O custo por hora de
voo neste tipo de aeronave é bem mais em conta se comparado com modelos mais
robustos.

Os modelos que transportam mais passageiros, tais como o
Robinson R44, R66, Esquilo AS350 ou um colibri EC120, são excelentes e, com
eles, provavelmente não haverá restrição para fazer voos em zonas urbanas. São
os modelos comumente usados para voos panorâmicos, nos quais é possível remover
as portas (o que nem sempre será uma opção).

6 . Configurações da câmera

O passo seguinte é ajustar a configuração da câmera para
resolver o principal problema técnico da fotografia aérea. A prioridade aqui é
a velocidade! Quanto menor o tempo, maior a chance de obtermos fotos nítidas. A
câmera pode ser usada no modo manual ou no modo de prioridade de velocidade
(“S” nas câmeras Nikon e “Tv” nas câmeras Canon). Se sua máquina for de outro
fabricante, é só buscar pelo modo manual ou prioridade de velocidade nela.

Em qualquer destes dois modos, defina a velocidade do
obturador entre 1/800 e 1/2000 e o ISO entre 100 e 400 (se o voo for de noite,
você pode precisar de valores maiores para este parâmetro). Para o modo manual,
determine a abertura do diafragma entre f/4 e f/8, enquanto que no modo de
prioridade de velocidade a abertura do diafragma será controlada pela câmera,
que vai equilibrá-la para poder compensar e expor corretamente. Não há
necessidade de usar valores altos para a abertura do diafragma já que, como o
tema a ser fotografado está longe, a profundidade de campo não será um problema
e tudo ficará focado.

A ideia aqui é equilibrar a tríade abertura do
diafragma/velocidade do obturador/ISO priorizando, sempre, a velocidade. O
ajuste dos valores vai depender do local e das condições de luminosidade, tanto
para o modo manual quando para o modo de prioridade de velocidade. Se a lente
tiver distância focal superior a 200mm, é recomendado usar velocidades ainda
menores – por exemplo, 1/1600 –, para garantir a nitidez. Imagine voltar de um
voo bem legal com as fotos tremidas?

Lentes com sistema de estabilização de imagem / redução de
vibração são bem-vindas, mas o que vai garantir o melhor resultado contra a
vibração será o tempo de exposição menor. Evite encostar na fuselagem do
helicóptero quando fizer as fotos, visto que a vibração do motor pode
interferir na nitidez da foto.

Existem equipamentos para reduzir a vibração, os chamados
“Gyro”, que são excelentes para fotografar à noite, pois com eles podemos
aumentar o tempo de exposição sem tremer. O problema desses equipamentos é que
são extremamente caros, mas a depender da cidade que você esteja é possível
alugar um.

Com relação ao foco e ao modo de medição, costumo usar o
foco automático AF-S e modo de medição matricial, mas é possível usar o foco
manual travando a lente no infinito. Recomendo prender com uma fita a lente
porque, com o movimento, o foco pode sair do lugar.

Fonte: https://bit.ly/2YFVGdd

Aproveite para rever mais sobre fotografia aérea no blog da
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ALGUMAS CURIOSIDADES DA FOTOGRAFIA QUE VOCÊ VAI GOSTAR DE SABER!

por em .

Mamuute, a maior câmera do mundo

Se você gosta de fotografia, vai gostar também de saber
algumas curiosidades sobre ela e seu mundo vasto.

FHOX/Redação

Abaixo algumas curiosidades sobre a Fotografia.

1- Por que o dia 19 de agosto é o dia da fotografia?

Esse dia foi escolhido quando a Academia Francesa de
Ciências reconheceu mundialmente a invenção de Louis Daguerre em 1839, o
daguerreótipo (o antecessor da câmera). No Brasil, costumamos comemorar essa
data no dia 8 de janeiro, e apelidamos de dia nacional da fotografia ou dia do
fotógrafo, pois foi a data em que a primeira câmera fotográfica chegou ao
Brasil, em 1840.

É comum algumas pessoas pensarem que uma data se refere ao
Dia do Fotógrafo e a outra ao Dia da Fotografia. Porém, não existe no Brasil
essa separação e a data de 8 de janeiro é utilizada para celebrar ambos os
casos, sendo o Dia Nacional da Fotografia e do Fotógrafo. A comemoração
internacional, no entanto, não faz referência ao Dia do Fotógrafo, mas apenas
ao Dia Mundial da Fotografia. Em inglês existe apenas a definição World
Photography Day e em francês Journée Mondiale de la Photographie.

2- O que significa fotografia?

A palavra grega é formada a partir da junção de dois
elementos: phos ou photo, que significa “luz”, egraphein, que quer dizer
“marcar”, “desenhar” ou “registrar”.

Fotografia é uma palavra que significa “desenhar com luz e
contraste” ou simplesmente “escrever com a luz”.

3- Qual foi a primeira fotografia do mundo?

A primeira fotografia foi tirada pelo francês Joseph
Nicéphore Niépce em 1826, e demorou cerca de 8 horas de exposição solar para
ser realizada. A foto foi tirada através da janela da casa de Joseph e ficou
conhecida como “Point de Vue Du Gras”.

4- Qual a maior câmera do mundo?

A maior câmera fotográfica do mundo foi construída em 1900,
nos Estados Unidos. Foi batizada de Mammoth Camera (câmera mamute), inventada
por George Raymond Lawrence, construída por J. A. Anderson. Na época custava
5.000 dólares, pesava 640 kg e precisava de 15 homens para mover e operá-la. O
intuito dela era fotografar em grande plano o comboio estrela da Chigago &
Alton Railway.

5 – Qual foi a primeira foto registrada do espaço?

A primeira imagem da Terra, registrada do espaço, foi
produzida por uma câmera 35mm instalada no foguete V-2, em 1946. Neste mesmo
ano, o astronauta Gherman Titov foi a primeira pessoa a fotografar o nosso
planeta do espaço, usando uma câmera e carretéis de 300 mm.

6 – Qual foi a primeira câmera digital?

Steve Sasson foi quem criou a primeira câmera digital no
laboratório da famosa Kodak, em 1975. Cada foto demorava cerca de 23 segundos
para formar a imagem. Foi considerado algo realmente revolucionário para a
época.

7- Como foi a primeira foto colorida?

Produzida em 1861 por James Maxwell e seu assistente Thomas
Sutton, ele utilizou filtros de diferentes cores (vermelho, verde e azul) nas
fotos em preto e branco, e após isso utilizou lâmpadas das mesmas cores para
projetar os resultados numa tela, dando origem à primeira fotografia colorida.

8- Não vivemos sem tirar foto…

A cada 2 minutos, o mundo tira mais fotos do que todos os
clicks do século XIX. Isso não é novidade já que o aplicativo Instagram
divulgou que possui 800 milhões de usuários ativos por mês e 500 milhões ativos
por dia. Imagina a quantidade de foto que é postada diariamente!

9- Qual foi a fotografia mais cara do mundo?

Esse recorde de foto mais cara do mundo vai ao fotógrafo e
paisagista Peter Link, com sua foto que chama “Phantom” (fantasma). Leva esse
nome devido a forma humana “fantasmagórica” criada pelo efeito da luz ao
incidir na poeira do interior do Canyon. Ela foi vendida por 6,5 milhões de dólares.

10- Por que ficamos com os olhos vermelhos nas fotos?

Você com certeza já viu alguma foto, em que a pessoa saiu
com os olhos vermelho, certo? Isso acontece devido a nossa pupila estar bem
dilatada e ao disparar o flash, a luz entra em nossos olhos e reflete os vasos
sanguíneos de nossa retina. Hoje em dia, esse problema é resolvido em segundos
no Photoshop. Mas antigamente não era bem assim.

11- Qual a foto mais conhecida do mundo?

A foto mais conhecida foi tirada pelo Charles “Chuck”
O’Rear. Ele foi o responsável por tirar o famoso papel de parede padrão do Windows
XP, que a Microsoft chamou de “Bliss”. A foto foi tirada na região do Vale do
Napa, em 1996 e só foi usada pela Microsoft anos depois.

12- Quais são as três fotografias mais famosas da
história?

Para se chegar ao resultado, a revista Bula fez uma
compilação de listas publicadas por sites especializados em fotografia, cultura
pop e história. Em ordem classificatória, abaixo seguem as três fotografias
selecionadas baseadas nas publicações pesquisadas.

1 – Os Beatles atravessando a Abbey Road (1969)

Uma das fotografias mais famosas da história foi feita no
dia 8 de agosto de 1969. A fotografia que imortalizou o fotógrafo escocês Iain
Macmillan foi tirada do lado de fora dos estúdios Abbey Road, em Londres. Foram
feitas seis fotos. Reza a lenda que o fotógrafo só teve dez minutos para clicar
os músicos atravessando a faixa de pedestres da famosa rua londrina.

Lennon teria dito: “Vamos tirar logo essa foto e sair daqui,
deveríamos estar gravando o disco e não posando pra fotos idiotas”. McCartney
aparece de pés descalços na fotografia, fato que alimentou a lenda de que ele
estaria morto, vítima de um acidente de carro três anos antes.

2 – Einstein mostrando a língua (1951)

Einstein acabara de ser homenageado por seu aniversário de 72 anos. Diante da perseguição dos fotógrafos e repórteres que pediam que fizesse uma pose, mostrou a língua para demonstrar seu descontentamento com o assédio. Embora essa versão tenha sido confirmada pelo fotógrafo, existem outras teorias e hipóteses menos críveis, por exemplo, um suposto protesto antibomba atômica. Fotografia de Arthur Sasse

3 – Menina afegã (1984)

harbat Gula tinha 12 anos quando foi fotografada durante uma reportagem da “National Geographic” sobre a ocupação soviética no Afeganistão. Se tornou uma das fotografias mais conhecidas do mundo. Em 2002, o fotógrafo Steve McCurry, autor da fotografia, reencontrou Gula, então, com 30 anos, numa região remota do Afeganistão. Ela não tinha a menor ideia do impacto que sua foto causou na civilização ocidental. Foto de Steve McCurry

Fonte: https://bit.ly/3433O8I

Aproveite para rever mais sobre história da fotografia no
blog da Escola Focus.

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BAIXE AGORA NOVA REVISTA PHOTO MAGAZINE [DNG] N.º 159

por em .

Capa da revista de fotografia DNG. Edição n. 159, edição em espanhol – Baixe agora seu exemplar no link logo abaixo!

EDITORIAL

Já estamos nos portões do final do ano, esse tempo está chegando quando
todos profissionais e entusiastas da fotografia estão esperando para escrever
nossa carta aos Reis Magos ou talvez ao Papai Noel, o caçula, e no que
pediremos o último desejo para a nossa paixão, seja uma nova ótica tripé mais
leve e mais estável ou o disco rígido necessário para armazenar nossas fotos no
próximo intervalo. Não pare de começar a fazer sua lista, consultando a seção
DNG recomendada.

E enquanto você pensa em sua lista para o próximo mês, recomendamos que
você aproveite dos artigos deste mês, com os retratos invisíveis de sempre de
Andres

López, uma série de Pedro Gandia com cisnes elétricos, o relatório sobre
a explosão social no Chile apresentado por Lucas Urenda ou uma maneira incrível
de ver o deserto do Saara que Sergi Gómez Garcia nos traz, além da impressão do
álbum SSD Hard Sandisk que testamos; ou os habituais como o clique de Pepe
Castro, em este mês para Roberto Polo, ou os livros do mês ou as fotos do Flickr.

Enquanto você revisa todo esse material, começamos a trabalhar no Último
número do ano e lembramos que temos um novo compromisso em 30 dias.

Até lá! Boa Leitura!

BAIXE AQUI SEU EXEMPLAR EM PDF: https://focusfoto.com.br/wp-content/uploads/2019/12/REVISTA-DE-FOTOGRAFIA-DNG-n.159.pdf

FOCUS – Escola de Fotografia – Desde
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SUAVIZANDO A LUZ AINDA MAIS!

por em .

Estamos usando nosso flash com o softbox pop-up, mas também estamos em segurando um difusor na frente do sotfbox, para que a luz atravesse dois difusores antes de incidir em nosso assunto.

 A objetiva é uma 70-200mm f/2.8 e estou
aproximando para cerca de 120mm com meu diafragma em f/5.6.

Eu quero que o fundo ficasse
apenas um pouco fora de foco (para ajudar a separar o modelo do fundo), mas
ainda quero que você fosse capaz de ver os detalhes atrás dela.

Estamos supostamente fotografando
na sombra, então tenho de aumentar o ISO par 200 a fim de levar a velocidade do
obturador até 1/160 de segundo, segurando a câmera na mão. O difusor na parte
frontal de seu sotfbox é projetado para difundir e suavizar a luz, mas se você
fizer uma foto de teste e achar que ela não está suave o bastante?

Bem a primeira coisa a fazer será
mover o sotfbox o mais próximo possível do tema sem realmente vê-lo na
fotografia, porque quanto mais próximo o sotfbox estiver dele, mais suave será
a luz.

E se você fizer isso e ainda não for suave o suficiente? Bem, você há difundi um pouco mais, adicionando outro difusor. Um difusor de mão como essa custa cerca de R$70 e cria uma luz suave.

Naturalmente, quando você fotografar através de dois difusores, você precisará aumentar a potência do flash um pouco para que a mesma quantidade de luz atravesse ambos. Aqui comecei minha configuração de potência com ¼ (meu ponto de partida usual), mas depois que adicionei o segundo difusor, tive que aumenta-la para ½ a fim de obter a mesma quantidade de luz.

Finalize a imagem com o trabalho
de retoque de retrato padrão (remoção de pequenas manchas, clareamento dos
olhos etc.) uma nota sobre a composição: se você olhar diretamente atrás de
nosso tema no detalhe da iluminação, poderá ver uma grande quantidade de luz
natural clara lá atrás.

 Quando compus a primeira fotografia, notei
essa luz e ela realmente chamou minha atenção, então dei um passo ou dois para
a esquerda e recompus a fotografia de modo que não visse essas áreas claras que
distraem a atenção.

Algo para manter a mente: o fundo
importa.

Aproveite para rever mais dicas sobre fotografia de modelos nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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