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A PRIMEIRA DANÇA!

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A primeira dança do casal é um momento emocionante e que você certamente não vai querer perder

Este evento normalmente acontece na pista de dança, com os convidados ainda sentados nas mesas ou agrupados em um lado da pista de dança.

Da primeira vez em que vir isso acontecer, sua reação natural deve ser ficar do mesmo lado dos convidados e fazer fotos do casal a partir daquele ponto de vista. No entanto, se você fizer isso o plano de fundo do casal será a banda ou uma parede.

Para contar uma história com suas fotos, experimente se mover ao redor do casal, para outro lado que as pessoas se tornem o plano de fundo da dança.

Com isso as imagens da dança ganham sensação de preenchimento, em posição a fotos do casal com uma parede vazia ao fundo que não diz nada sobre onde estão ou o que estava acontecendo.

É possível fazer fotos da primeira dança e dos pais dançando em estágios. Primeiro, uso uma lente grande-angular [de uma certa distância] para mostrar uma visão geral de todo o evento.

Depois, troco para uma zoom médio ou uma 50 mm para capturar as expressões faciais dos casais. Enquanto a dança avança, o casal gira lentamente, dando novas oportunidades para uma foto a cada poucos segundos. É preciso muita paciência para capturar boas expressões faciais em cada pessoa, mas se você conseguir gerenciar isso, seus esforços serão muito apreciados.

Nos primeiros movimentos tento duas abordagens diferentes. Primeiro, faço as fotos seguras com a grande-angular e usando o flash. Depois, desligo o flash, coloco a 50 mm f/1.4 numa abertura de aproximadamente f/2 e começo a fotografar várias vezes, já imaginando que muitas fotos serão deletadas, por conta da natureza imprevisível deste método,

Terei muitas fotos borradas demais e outro tanto fora de foco, mas aquelas poucas que funcionarem- uau!

Tudo o que preciso é de um par de fotos boas para que esta técnica prove seu valor e esforço, pois ser realmente fantástico e diferente de tudo o que o casal esperava.

Aproveite para rever mais dicas sobre fotografia de casamentos nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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CINCO BOAS DICAS PARA DSLR CANON EOS 80D

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Confira logo abaixo:

  1. Nariz no Caminho

Se você ativou a tela touchscreen no meu “O”, a tela LCD não será desligada quando posicionada no seu olho, assim, acidentalmente, você pode alterar algo com o nariz. Desligue o LCD pressionando INFO.

  1. Melhor Áudio

A 80D tem foco contínuo para gravação de filmes, mas o ruído do motor do foco pode ser captado pelo microfone embutido. Para melhor qualidade de áudio, acople um microfone externo.

  1. Picture Style Auto

Como a 70D, a 80D tem ajuste Auto para Picture Style. Ele tem a tendência de criar imagens vibrantes, por isso, se quiser cores mais sutis em suas gravações, escolha as opções Faithful ou Neutral.

  1. Movie Servo AF

Por padrão, modo Movie o foco automático é ajustado para Contínuo. É possível desligar esse recurso no menu shooting de Imagem ao Vivo.

  1. Auto ISO

Ao escolher a opção Auto ISO, a câmera não selecionará um ISO maior de que 6400, para garantir a melhor imagem.

Se quiser uma sensibilidade maior, para obter velocidade mais rápida ou abertura mais estreita, terá de ajustar isso manualmente.

Aproveite para rever mais dicas sobre câmeras Canon EOS nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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NEGATIVO DIGITAL

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Os arquivos RAW são frequentemente descritos como o equivalente de negativo de filme

Os ajustes escolhidos no momento do processamento são gravados como dados separados da imagem e o original permanece intacto.

Um problema com os JPEGs é que, devido a sua “perda” natural da compensação, cada vez que ele é gravado ou editado há uma perda de qualidade. Ao fotografar e editar em JPEG, é uma boa ideia manter uma cópia do original. Isso permitirá que você retorne, faça as mudanças e tenha segurança de estar usando a qualidade do original em vez de fazer alteração em um arquivo que já foi editado e salvo com perda.

Resumindo, arquivos RAW ou DNG, oferecem qualidade total, mas ocupam mais espaço do que os JPEGs; eles precisam ser processados antes de serem compartilhados e podem deixar a câmera lenta quando se faz fotos de ação. JPEGs são leves e fáceis de imprimir ou compartilhar on-line. Para ter melhor dos dois mundos, por que não usar ambos?

A opção de qualidade RAW+JPEG disponível em modelos mais recentes de DSLRs Canon permite fazer isso. A câmera, na verdade, não faz duas fotos; ela apenas grava arquivo RAW junto com a versão JPEG processada, porém, claro, isso consome ainda mais rápido o espaço do cartão de memória.

Aproveite para rever mais dicas sobre negativo digital nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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A CONVENIÊNCIA DO JPEG

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Sem dúvida, os arquivos JPEG são mais práticos

Além de poder compartilhá-los instantaneamente, eles são menores, poupando espaço no cartão de memória e nos disco rígidos.

Porém obter esse arquivo reduzido, o JPEG foi criado através de um processo de compressão na câmera, descartando algumas informações nesse procedimento. Os arquivos RAW, por outro lado, não tem compressão e isso significa que é grande o cartão de memória enche mais rápido e as fotos demoram mais para serem transferidas do buffer de memória da câmera (onde são armazenadas temporariamente) para o cartão.

É por isso que fotógrafos de esportes tendem a optar pelo JPEG, pois podem captar longas sequências de foto antes que atinja o limite de memória da câmera e reduz a velocidade de disparo.

Contudo, formato RAW ainda é recomendado para um grande número de ocasiões. A grande vantagem é que se podem alterar muitas das configurações de câmera mesmo após ter feito foto.

Na hora da edição no computador é possível trocar o equilíbrio de branco, exposição (alguns pontos acima ou abaixo), contraste, cores, redução de ruído e nitidez.

No entanto, há ajustes de câmera que não podem ser alterados depois – abertura, velocidade e ISO – que são travados no momento do disparo. De modo similar, a distância focal não pode ser alterada após o fotógrafo ter feito a foto.

Os JPEGs são bem menores. Na verdade, eles começam como um arquivo RAW, mas são convertidos e comprimidos em JPEG pela câmera antes de serem transferidos para o cartão de memória.

Diferentemente do RAW, nos arquivos JPEG não é possível desfazer na edição os ajustes usados. Claro, é possível fazer algumas alterações no brilho das cores, mas isso reduz a qualidade da imagem.

Como os arquivos Raw são gravados sem processamento, eles contêm mais detalhes do que os JPEGs e suportam edição pesada. Eles também têm um alcance dinâmico mais amplo – ou seja, armazenam mais detalhes nas sombras e altas-luzes – do que o histograma da câmera sugere.

As imagens que se vê no LCD durante o playback é, na verdade, uma representação JPEG do arquivo RAW, baseado nos ajustes da câmera no momento do disparo.

O Histograma pode sugerir que as altas luzes estão superexposta e as sombras muito escuras, mas essas áreas podem conter ainda muitos detalhes no arquivo RAW.

Aproveite para rever mais dicas sobre arquivos Jpegs nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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QUANDO USAR RAW ou JPEG

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As DSLRs podem fazer fotos em dois formatos: JPEG e RAW. Qual a diferença e quando usar cada opção?

Posicionando no topo do primeiro menu das DSLRs Canon está opção Quality.

É a primeira opção de menu por ser importante; a qualidade afeta a velocidade que o fotógrafo capta as fotos, quantas imagens pode obter e quanta informação será registrada no cartão de memória. A principal escolha é decidir usar o formato de arquivo JPEG ou RAW.

JPEG é o acrônico inglês para Consórcio de Empresas Experts em Fotografia. É um formato de arquivo desenvolvido para fotografia digital e se tornou um formato padrão mundial, pronto para ser exibido em qualquer lugar, diretamente da câmera. O termo Raw em inglês que dizer cru.

Basicamente, é um formato de arquivo em que as informações estão “cruas”, com dados captados pelo sensor e não processados pela câmera.

Diferentemente do JPEG, o formato RAW pode variar de acordo com o fabricante e o modelo da câmera, podendo precisar de um programa especial para abrir e editar. As imagens RAW da Canon são armazenadas como “CR2”, que pode ser aberto no programa Digital Photo Professional (DPP) que acompanha a câmera. Softwares como Lightroom ou Photoshop Elements precisam de um plug-in conversor de RAW – o Adobe Camera RAW (ACR) – antes de poderem abrir esse formato.

Aproveite para rever mais dicas sobre formatos de arquivos nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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COMO AUMENTAR O ALCANCE DO ISO EM SUA DSLR

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Se os níveis de luz estiverem muito baixos, é preciso aumentar o ISO além do alcance

  1. Subindo o ISO

Pressione o botão ISO e gire o Disco de Seleção – o ISO irá mudar no visor e no painel LCD superior. Aqui se vê o alcance máximo “normal” de 6400 na Canon 7D.

  1. Atingindo o Máximo

Pressione Q para chamar a tela de Controle de Quick. Vê-se que o maior valor está selecionado, mas há outro em cinza. Para usá-lo é preciso acionar “ISO expansion Custom Function.

  1. ISO Expansion

É necessário ativar a expansão do ISO separadamente porque a câmera tem de usar alguns artifícios digitais para criar essa alta sensibilidade; a quantidade da imagem se deteriora.

  1. High Point

A câmera irá exibir um “H” onde em geral, fica a posição do número ISO, para indicar que está usando o maior ajuste ISO. Na  Canon EOS 7D, esse valor é equivalente a ISO.

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ISO E FLASH

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Ajustar o ISO também é útil para as fotos com flash

A abertura é essencial para quando você deseja obter uma boa exposição com o flash, pois ele controla a qualidade de luz que atingirá o sensor.

Como o flash dispara muito rápido, a velocidade do obturador não afeta a exposição do flash, mas ele controla o quanto de luz ambiente será captada.

Quando estiver clicando com pouca luz, a velocidade pode ficar tão baixa que talvez não consiga segurar a câmera firme durante a exposição e captara um misto de áreas nítidas (iluminadas pelo flash) e desfocadas (captadas durante a longa exposição).

A solução é ajustar a velocidade para ajuste de sincronia mais rápido do flash (1/200 ou 1/250s) escolher um ISO maior para captar a luz ambiente durante o curto tempo de exposição. O resultado será uma foto nítida com bom equilíbrio entre o tema iluminado pelo flash e o fundo.

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MANTENHA O ISO BAIXO!

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Como decidir qual ISO usar? Como regra, mantenha o ISO o mais baixo possível

Considerem-se ajustes “normais” valores entre 100 e 200, pois é nessa faixa que a câmera produz a melhor qualidade de imagem.

Entretanto, essas sensibilidades baixas exigem mais luz e maior tempo de exposição para registrar a foto em uma determinada abertura. Se não houver luz suficiente, a velocidade pode ficar muito lenta para que o fotógrafo mantenha a câmera a mão ou para congelar um tema em movimento. Luz baixa e ISO baixo= exposição baixa.

O resultado disso? Fotos desfocadas. É preciso usar uma abertura ampla para permitir que entre mais luz, porém, se já estiver usando a maior abertura da objetiva, será preciso aumentar o ISO.

Toda vez que o fotógrafo dobra o valor do ISO, reduz à metade do tempo que o obturador ficará aberto, tornando a exposição duas vezes mais rápida. Por exemplo, se a leitura da exposição for 1/125s em f/4 e ISO 200 e você subir o ISO em um “ponto”, para ISO 400, conseguirá uma exposição de 1/250s em f/4. Em ISO 800 iria para 1/500s em ISO 1600 reduziria para 1/1000s e assim por diante.

A exposição permanece constante, pois, conforme se aumenta o valor do (ISO) em um ponto, reduz-se o valor do outro (velocidade) também em um ponto.

De modo similar, o ISO pode ser aumentado para permitir o uso de aberturas mais estreitas para incrementar a profundidade de campo.

Torne-se o mesmo exemplo de 1/125s em f/4 e ISO 200. Ao aumentar o ISO para 400, permite usar o mesmo tempo de 1/125s na abertura f/5.6; subindo o ISO 800 permite 1/125s me f/8; e ISO 1600 oferece 1/125 em f/11.

Como se a velocidade permaneceu constante, mas ao aumentar o ISO em um ponto de abertura também pode ser fechada em um ponto para manter a mesma exposição. Se você não aumentar o ISO, a velocidade terá de se tornar mais lenta a cada vez que a abertura diminuir para manter a mesma exposição.

Tudo bem fazer isso se estiver usando um tripé em um tema parado, porém, repetindo, as fotos podem ficar desfocadas se você estiver fotografando a mão livre ou o tema estiver se movendo.

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O QUE É PRECISO SABER SOBRE ISO

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Se você usa velocidades rápidas com pouca luz, precisa conhecer bem o ISO

Ao fazer uma exposição há três ajustes-chave na câmera que determina a quão clara ou escura será a imagem: abertura, velocidade e ISO.

Os dois primeiros controlam a quantidade de luz que entra na câmera, tornando a abertura maior ou menor e controlando quanto tempo o sensor será exposto à luz. O ajuste ISO determina o quão sensível ficará o sensor á luz disponível.

A maioria das DSLRs Canon tem um alcance ISO de 100 a 6400, que pode ser ajustado manualmente ou automaticamente.

Quanto maior o valor ISO, mais sensível à luz estará o sensor. Isso porque o ISO atua de modo um pouco similar ao controle de ganho dos microfones, amplificando o sinal que está sendo recebido.

No caso de uma câmera digital, o sinal de cada pixel no sensor é amplificado conforme o ISO é aumentado e quanto maior essa ampliação, menos luz será necessária para fazer a exposição; é por isso que os fotógrafos frequentemente usam ajustes ISO altos quando fotografam em interiores ou à noite.

Contudo há um dilema: conforme aumenta o ISO, reduz-se a qualidade da imagem. Fotos feitas com ISO maiores parecem piores, mais granuladas – ou “com ruído” – embora esse efeito possa ser atenuado pela ativação do recurso noise-reduction (redução de ruído), na câmera ou mais tarde pelo programa de edição.

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7 DICAS PARA FOTOGRAFAR RETRATOS DE ALTA QUALIDADE

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Se você está começando na fotografia, e tem dúvidas sobre qual a melhor técnica para fazer retratos, confira esse guia completo e descubra como ser um profissional de verdade

Priscilla Kinast/Oficina na Net

E você está apenas começando a fotografar retratos, provavelmente se perguntou qual é a melhor abertura e a distância focal a ser usada?

Para ajudar a responder a essa pergunta, mostraremos como alterar a abertura e a distância focal podem produzir efeitos muito diferentes com seus assuntos.

Ajudaremos você a decidir se deseja que seus assuntos sejam separados (ou parte deles) da paisagem ao seu redor e, em seguida, obtenha a distância focal apropriada para o estilo de retrato que você pretende tirar.

7 DICAS

  1. Distância focal

A lente desempenha um papel vital na criação de um belo retrato. Não há necessariamente uma lente certa ou errada para usar, mas sim a mais apropriada para o assunto e a localização. Leia em destaque: Os diferentes formatos de arquivo de música explicados.

Às vezes você pode querer mostrar mais sobre o fundo em torno de seu assunto, para um retrato ambiental, enquanto em outras vezes, você pode querer borrá-lo para tornar seu assunto o foco supremo de atenção.

Além de afetar quanto do fundo é visível em suas fotos, diferentes distâncias focais afetarão a forma e as proporções do rosto do seu assunto. Uma distância focal de grande angular pode até dar um efeito de caricatura, se usada incorretamente, enquanto uma distância focal de telefoto pode dar um resultado mais lisonjeiro.

Embora seja desejável usar uma lente boa e rápida, elas têm um custo alto, e é importante lembrar que você pode obter resultados impressionantes com lentes de kit e zooms padrão também.

Não é apenas uma questão de distância focal: A abertura que você seleciona também é importante. Veja abaixo como você pode usar a profundidade de campo para controlar quais partes de uma imagem aparecem em foco.

  1. Abertura

Fundo borrado

Uma abertura ampla como f / 4 ou f / 2.8 (ou se você estiver usando uma aceleração rápida, f / 1.8 ou f / 1.4) criará uma boa profundidade de campo. Isso significa que as áreas antes e além do ponto de foco que também parecem nítidas serão muito pequenas.

Isso é ideal se você quiser desfocar o fundo, mantendo apenas o assunto aguçado. No entanto, você precisa ter certeza de que seu foco é nítido. Concentre-se nos olhos.

Uma abertura de f / 8 (ou algo bem próximo disso) pode lhe dar o melhor dos dois mundos. Geralmente, há uma profundidade de campo estreita o suficiente para criar uma sensação de separação do plano de fundo, e o foco é mais tolerante, enquanto é menos provável que você tenha que comprometer a velocidade do obturador ou a ISO. Se você estiver usando uma configuração com luzes de estúdio, essa abertura média é um bom ponto de partida.

Tudo afiado

Uma abertura muito pequena, como f / 22, é ótima se você quiser que outros objetos no quadro também apareçam em foco. Um exemplo é quando o modelo está no fundo desta foto.

No entanto, fotografar com pequenas aberturas significa que você precisará usar uma velocidade de obturador mais lenta, o que pode exigir o uso de um tripé para evitar o desfoque, ou aumentar o seu ISO, que apresentará ruído (granulação).

  1. Lentes

Lente grande angular de 24mm

 Uma grande angular não é normalmente a lente ideal para retratistas. Mesmo as melhores lentes de grande angular podem ser menos que lisonjeiras para o sujeito, como se você estivesse muito perto, o nariz e a testa pareceriam maiores.

As lentes grande angulares têm seus usos na fotografia de retrato. Embora não sejam ótimas para retratos, eles são perfeitas para fotos da paisagem, as quais você quer mostrar alguém ao seu redor, e podem mantê-los relativamente pequenos no centro do quadro.

Uma teleobjetiva curta é tipicamente a distância focal favorita do fotógrafo de retratos – com algo em torno de 56mm em uma câmera com um sensor APS-C, ou 85mm em um modelo full-frame sendo ideal.

É tão relevante a distância entre sua câmera e o assunto, quanto a perspectiva que você tem. Uma 85mm normalmente dá uma distância de trabalho confortável entre o assunto e o fotógrafo.

Lente teleobjetiva de 200mm

 Uma distância focal longa pode ser uma ótima opção para retratistas, pois comprime a perspectiva. Isso muitas vezes pode ser mais lisonjeiro para o seu assunto. Também é mais fácil criar um fundo desfocado com uma lente telefoto.

Portanto, se você também estiver usando uma abertura ampla, como f/2.8, poderá obter resultados impressionantes, já que a parte desfocada da imagem também pode ficar bonita.

  1. Compensação da exposição

O sistema de medição da sua câmera desempenha um papel vital na fotografia. Ele calcula quanta luz deve entrar na câmera para fazer uma exposição correta. É muito inteligente, mas não é completamente infalível. O problema com os sistemas de medição multi-zona é que é necessária uma leitura média, e essa leitura é considerada um meio-tom, ou em outras palavras, entre branco e preto.

Mais frequentemente esta suposição dar certo, porém, um sistema de medição pode dar errado quando um quadro é dominado por áreas de extrema luminosidade ou escuridão.

Ao fotografar retratos, tons de pele claros podem facilmente enganar a câmera para subexpor a foto. Você notará isso mais quando estiver fazendo fotos de rosto inteiro, ou quando houver muito branco na cena – mulheres com vestido de noiva são um ótimo exemplo.

Isso pode ser rapidamente corrigido com os controles de Compensação de Exposição da sua câmera. Para começar, tente discar até +1 ponto da Compensação de Exposição positiva, para iluminar os rostos das pessoas. Revise suas fotos, e se você sentir que elas precisam ser mais iluminadas, aumente a exposição ainda mais.

  1. Aumente o ISO

As pessoas se movimentam muito enquanto são fotografadas, para não mencionar o piscar de olhos, além de constantemente mudarem suas expressões faciais. E não há nada pior do que fazer uma foto de alguém que pisca!

Para evitar esses problemas, e para evitar que o borrão de movimento apareça, você precisará usar uma velocidade rápida do obturador. Isso também ajudará a garantir fotos nítidas e evitar a trepidação da câmera, porque na maioria das vezes você estará fotografando segurando a máquina.

No modo Prioridade de Abertura, mantenha uma abertura ampla, para aumentar a velocidade do obturador. Aumente sua ISO (de ISO100 para ISO400, por exemplo).

Com pouca luz (interna e externamente), você pode precisar aumentá-la para ISO 1.600, 3.200 ou até 6.400. Uma pequena granulação é infinitamente melhor que uma foto desfocada e inútil.

  1. Composição Criativa

Não seja preguiçoso com suas composições. Muitas vezes, os fotógrafos se afastam, pensando que é melhor incluir tudo, ou pelo menos a metade superior do assunto.

Dê um zoom em vez de preencher o quadro para uma composição fotográfica mais inspirada. Posicionar seu assunto em um lado do quadro, com “espaço para olhar”, é uma ótima técnica para dominar, já que está experimentando grandes aberturas para capturar uma profundidade de campo muito rasa.

  1. Use refletores

Uma maneira rápida e acessível de iluminar seus retratos e dar a eles uma aparência profissional é usar o refletor. Use-os dentro de casa (perto de janelas) ou ao ar livre, para refletir a luz sobre os objetos e preencher sombras indesejáveis.

Muitos refletores vêm em frente e verso, ou com capas destacáveis, para que você tenha uma escolha de superfícies refletivas em branco, prata e ouro. As superfícies brancas dos refletores também podem funcionar como difusores para suavizar a luz do sol forte e direta.

Se você não pode comprar um refletor, você pode fazer um refletor simplesmente usando uma grande folha de papelão branco – que você também pode cobrir com papel alumínio para um efeito prateado!

E você, está experimentando fotografar retratos? O que achou dessas dicas? Deixe sua opinião na sessão de comentários, e se tiver mais dicas, fique a vontade para nos informar delas!

Fonte: https://goo.gl/Fduiz3

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