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sobre o mundo da fotografia

LENTES E DISTÂNCIA FOCAL

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Que ótica você escolhe quando está em busca de extremos? Foto: Bill Brandt – Hampstead, Londres, 1952

Até parece uma questão de
personalidade, mas vários fotógrafos já experimentaram os extremos da distância
focal com entusiasmo, pelo menos em algum período de suas câmeras
.

Bill Brandt, por exemplo,
fotografou sua famosa série de nus distorcidos com um a super grande angular, e
o americano Jay Maisel era bem conhecido por sua alto proclamada “visão
teleobjetiva”.

Ele disse: “Se eu ando por aí, como estou acostumado, com uma grande angular e uma teleobjetiva, a grande angular quase nunca vai para a câmera.

Vou fazer duas ou três fotos com a tele antes de usar a grande angular e uma teleobjetiva, a grande angular quase nunca vai para a câmera. Vou fazer duas ou três fotos com a tele, antes de usar a grande angular”.

Até Walker Evans, famoso pelo
estilo direto das fotos que retratam a Grande Depressão Americana, ficou
fascinado com o efeito de compressão de lente teleobjetiva.

O que quer que impulsione essa
experimentação, ela geralmente aparece entre os fotógrafos que precisam atuar
nas mais variadas áreas. Não é nenhuma surpresa, então, que os fotógrafos de
publicidade, de moda e assuntos gerais sejam os mais propensos a carregar uma
ampla gama de distâncias focais em suas enormes mochilas.

Por exemplo, no começo dos anos
1960, quando as lentes super angulares (ou seja, qualquer uma menor do que 28
mm) começaram a ser usadas por profissionais, em publicações do mercado de
massa, houve muita controvérsia quando a distorção.

Normalmente, essa distorção
aparece em forma de barril. Art Kane, por exemplo, fez closes 21 mm distorcidos
de fotos de moda, que viram sua marca registrada, e o estilo logo se
popularizou nos Estados Unidos e na Europa.

Mas o que é “moda” pode rapidamente
ser superado novamente, e tornar-se mais um cliché, como a aparência
distorcida. Quando as lentes fisheyes (olho de peixe) tornaram-se disponíveis,
elas também foram  aproveitadas em um
breve período da moda.

Aproveite para rever mais dicas sobre lentes e distância focal nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

PIONEIRISMO
E INOVAÇÃO:
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COMPOSIÇÃO E CORES

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É importante lembrar que áreas de forte contraste em uma cena agem do mesmo modo que uma região intensamente brilhante: não sendo controladas com cuidado, acabam por dominar a foto.

Assim, quando houver uma zona de contraste forte, assegure-se
de que ela faça parte do motivo principal ou seja relacionada com ele, para que
não aja como fonte de distração e tire a força da foto.

Ao trabalhar com cores contrastantes, procure criar uma hierarquia entre elas. Tente evitar que ocupem áreas iguais, que tendem a discordar entre si, fazendo a imagem tornar-se confusa.

Preste atenção nesse detalhe, para encontrar as melhores proporções entre massas de cor. Um exemplo simples: uma maçã vermelha fotografada num prato azul com frutas verdes produz uma imagem mais eficaz do que aquela que se obteria se no mesmo prato houvesse igual proporção de frutas verdes e vermelhas.

O contraste confere ênfase ao motivo; a harmonia de cores,
de modo inverso, sublinha a concordância entre os diversos elementos de uma imagem.
Fotos onde predominam cores harmônicas podem ser empregadas com muita eficácia
para evocar sensações idílicas de paz – mas, também, para reforçar a atmosfera
sombria de um complexo industrial, a violência contida nos momentos que
precedem uma grande tempestade, o calor e a aridez de um deserto ou a crueza de
uma massa rochosa.

De modo inverso ao que ocorre com o contraste, a harmonia
geralmente se estabelece entre cores situadas em posições próximas no espectro,
como por exemplo o amarelo e o verde. O mesmo acontece quando a cena é dominada
por cores dotadas de características semelhantes, como marrom-alaranjado e
amarelo, ambas cores quentes.

A harmonia entre cores pode ser encontrada frequentemente na
natureza: as paisagens costumam conter diferentes tonalidades de verde, muitas
vezes combinadas com tons sutis de amarelo e outros de marrom. Os animais, em
seu ambiente natural, tendem a ter cores que se confundem com as tonalidades
presentes na vegetação circundante, assim por diante.

Na maior parte dos casos, é a escolha do ângulo de tomada
que proporciona a oportunidade de eliminar da foto os elementos destoantes e
combinar entre si aqueles que contribuem para reforçar a harmonia das cores.

Harmonia e
composição

Numa paisagem de campos verdes cultivados sob um céu azul,
por exemplo, um primeiro plano composto de flores vermelhas cria discordância;
por isso convém que seja eliminado. Isso se consegue com a adoção de um ângulo
de tomada um pouco mais elevado, deslocando-se a câmera para um lado ou para a
frente, usando-se uma objetiva de distância focal maior.

No mesmo caso, um trator vermelho-vivo, por exemplo, presente em um campo, poderia ser disfarçado por trás de um tronco de árvore, para que o contraste entre ele e a cena seja amenizado. 

Aproveite para rever mais dicas sobre composição e cores nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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ADICIONANDO CORES AO FUNDO

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Para seu segundo rolo de tecido, considere um preto ou cinza-escuro, porque você pode usar uma gelatina colorida sobre seu flash e alternar completamente a cor do fundo

Ou então, deixar um toque de
cor de cor no centro, cercado por cinza ou preto, dependendo de como resolver
iluminar o fundo. Mas eu começaria com um rolo cinza ou preto
.

Uma vez que acoplar a gelatina na
frente do seu flash (podemos usar um vermelho, com uma grid da Rogue, como
exemplo), tudo o que precisa fazer é apontar o flash para o fundo cinza ou
preto, colocar a potência em ½ de fazer uma foto de teste.

Você ficará surpreso com o quanto
isso fica bom e como é fácil de fazer. Você apenas coloca a gelatina sobre o
flash e o aponta para o fundo. Não podia ser mais fácil. A propósito, se
aumentar a claridade do seu flash, com a gelatina, a cor ficarás lavada.
Portanto, para cores mais ricas, abaixe a potência do seu flash de fundo.

Aproveite para rever mais dicas sobre gelatinas e fundos nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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MOSTRA EM CURSOS ESTREIA EM OUTUBRO NO MIS

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Série inédita da fotógrafa Márcia Beltrão, que integra o programa Nova Fotografia 2019, traz imagens de sua observação, entre o trem, o Rio Pinheiros e sua paisagem

Na terça-feira, dia 22 de outubro, o MIS – instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo – inaugura a quinta mostra do programa Nova Fotografia 2019, que selecionou seis trabalhos inéditos para serem expostos no Museu ao longo do ano: Em curso, de Márcia Beltrão.

Com entrada gratuita, a exposição fica em cartaz até o dia 1º de dezembro, no Espaço Nicho. Ainda dentro da programação da mostra, no dia 30 de outubro, a fotógrafa realiza um bate-papo – aberto ao público – com Ronaldo Entler, responsável pelo acompanhamento curatorial da mostra.

 Em
Curso
foi realizada a partir da observação da fotógrafa entre o trem, o Rio
Pinheiros e sua paisagem, que convivem lado a lado, atravessando parte da
cidade de São Paulo. “Ao fotografar o percurso que o trem faz nas margens desse
rio, me remeto à experiência cinematográfica, em que as janelas servem como
“frames”, que se repetem e contam histórias. As histórias dessa
cidade e das pessoas que por ela passam”, descreve a fotógrafa.

 A
série teve início em 2015, quando Marcia Beltrão começou a fotografar sempre do
ponto de vista de quem está no trem, o qual segue acompanhando as margens
desconstruídas do rio, se colocando no eixo desse contraste. “Entendo que o
trem é o ponto de convergência entre as pessoas e o rio. A janela é um lugar
que a gente olha e trás o novo, serve também como um respiro e distrai do caos
ao redor. O movimento do trem adiciona a fragmentação”, diz a fotógrafa.

 “Em
um gesto sutil de resistência, e sem qualquer romantismo, Marcia Beltrão tenta
construir por meio da fotografia uma sensibilidade sincronizada com essa
paisagem saturada que é vista pela janela de um trem suburbano. Assim, ela
compõe com os resíduos desse imaginário moderno um discurso ajustado à
contemporaneidade.

Acostumada a ver o mundo
pelo enquadramento da câmera, ela descobre que o trem, com seu ritmo e suas
próprias molduras, constitui um dispositivo capaz de falar o idioma
fragmentário de nossas paisagens”, Ronaldo Entler. “Essas imagens não são
capazes de restituir nem as belezas, nem as promessas que ficaram pelo caminho.
Mas, ao menos, elas inventam uma gramática que permite traduzir as contradições
da cidade em breves encontros poéticos”, completa.

 A
série foi realizada entre 2015 e 2018 e é composta por 17 dípticos e duas
imagens individuais.

 Bate-papo
com a fotógrafa

No dia 30 de
outubro, a fotógrafa Márcia Beltrão realiza um bate-papo com Ronaldo Entler. A
conversa, aberta ao público, acontece às 19hnoAuditório LABMIS,
com entrada gratuita. Para participar basta retirar senha com uma hora de
antecedência na recepção do Museu.

Sobre a fotógrafa

Márcia Beltrão nasceu em
Curitiba, Paraná, e atualmente vive em São Paulo. É advogada, mestre nas áreas
de economia agrícola e educação.  Estudou fotografia em São Paulo e
participou da exposição coletiva de fotografia À procura de um centro, com
Curadoria de Rosely Nakagawa.  Atualmente, dedica-se à fotografia autoral
com projetos que abordam os temas rio Pinheiros, Minhocão e araucárias.

 Sobre
o Nova Fotografia

Criado em
2011, o Nova Fotografia é um projeto anual do Museu da Imagem e do Som que
busca criar um espaço permanente para exposição de fotografias de artistas
promissores que se distinguem pela qualidade e inovação do seu trabalho. A cada
ano, seis séries de imagens são escolhidas por meio de convocatória e expostas
no Museu. A edição de 2019 conta com o acompanhamento curatorial de Mônica
Maia, sócia diretora da DOC Galeria e do pesquisador, professor e crítico de
fotografia Ronaldo Entler.

 Nova Fotografia | “EM CURSO”, de MÁRCIA BELTRÃO

ABERTURA 22.10, 19h
DATA
23.10 a 01.12 de 2019
HORÁRIO 10h às 20h – terça a sábado; 10h às 18h –
domingos e feriados
LOCAL Nicho

INGRESSO
Gratuito

CLASSIFICAÇÃO livre

 Bate-papo Nova Fotografia: Márcia Beltrão e Ronaldo Entler
DATA 30.10
HORÁRIO 19h
LOCAL Auditório LABMIS

INGRESSO Gratuito. Ingressos distribuídos uma hora antes Recepção MIS
CLASSIFICAÇÃO Livre

 Museu da Imagem e do Som – MIS
Avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo| (11) 2117 4777 | www.mis-sp.org.br

Estacionamento conveniado: R$ 18. Acesso e elevador para
cadeirantes. Ar condicionado.

Aproveite para rever sobre
exposições no blog da Escola Focus.

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A LUZ

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A luz é a própria essência da fotografia!

Há muitos jeitos de aprender
como as diferenças na luz podem afetar suas fotos, mas um bom modo é assistir a
um filme.

Por quê? Em um filme, a luz
precisa ser controlada com precisão para transmitir uma emoção específica. Os
diretores de fotografia nos filmes são mestres de iluminação.

Se contarem com um orçamento
generoso, podem aguardar a luz perfeita ou criar seu próprio e caro
equipamento. Até a mais breve cena de cinema requer um imenso trabalho de
iluminação.

As várias qualidades da luz
oferecem inúmeras escolhas emocionais para suas fotos. Um tom azulado pode dar
a sensação de frieza e melancolia; uma cálida luz avermelhada é suavizante.

A direção da luz também
afeta a impressão causada. Sombras alongadas à tardinha produzem uma foto
diferente da que se obtém sob a forte luz do sol do meio-dia. E a ausência
total de sombras – aqueles poucos minutos antes ou depois do pôr-do-sol – é de
outro mundo.

Livros de fotografia também podem dar boas noções sobre iluminação. Cada fotógrafo tende a preferir determinados tipos de luz, e você pode começar a reconhecer esses tipos e trilhar seu estilo.

A boa luz para fotografia
pode ser encontrada a qualquer momento. Se você aprender a detectá-la, suas
fotos mostrarão a diferença.

Aproveite para rever mais dicas sobre luz e cor  nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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FOTOJORNALISMO – TCC

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Campo de refugiados – Síria

CURSOS DE FOTOGRAFIA
PROFISSIONALIZANTE – TRABALHOS DE ALUNOS – FOCUS ESCOLA DE FOTOGRAFIA – TCC

TEMA:  FOTOJORNALISMO
ALUNO:  ALEXANDRE
DOS SANTOS LIMA

FOCUS ESCOLA DE FOTOGRAFIA

São Paulo – SP
2019

RESUMO

O
fotojornalismo vem do ramo da fotografia, onde a informação é clara e
objetivada, através das imagens. Pode também ser considerada uma especialização
do jornalismo.

Através do
fotojornalismo, a fotografia pode exibir toda a sua capacidade de transmitir
informações. Essas informações são transmitidas pelo enquadramento, distancia
focal, composição, escolhidos pelo repórter fotográfico diante dos fatos. Nas
comunicações impressas, como jornais e revistas, bem como na internet, o
endosso da informação através da fotografia é constante.

O objetivo
do fotojornalismo é trazer informações claras e concisas ao observador através
das imagens.

A HISTÓRIA

A história
do fotojornalismo anda praticamente de mãos dadas com a história da fotografia
em si. A prática de veicular imagens nos meios de comunicação começou cedo – em
1880, através do jornal Daily, em Nova YORK

O termo
“fotojornalismo”, no entanto, foi cunhado apenas nas primeiras décadas do
século XX. Seu primeiro local de aplicação foram as revistas ilustradas, que misturavam
os textos costumeiros com fotos. Essa mídia teve seu ápice na Alemanha, na
década de 30.

 Na década de 50, a fotografia já havia
evoluído muito, tanto em aspectos técnicos dos equipamentos quanto como arte.
Já era possível registrar o mundo à nossa volta de maneira mais simples e fiel
do que com as pinturas.

A IMPORTÂNCIA DO FOTOJORNALISMO

O
fotojornalismo, como você certamente já percebeu, cumpre um papel de extrema
importância no registro da história.

Além disso,
também é o responsável por levar informações de maneira clara e objetiva para
um público muito maior. Cabe aqui a máxima: “uma imagem vale mais que mil
palavras”.

As imagens
possibilitam que notícias e acontecimentos ganhem vida, cor e rostos. Podem
ajudar a despertar emoções.

E podem,
até mesmo, fazer com que a informação alcance parcelas diferentes da população
– os que não puderam ser alfabetizados, por exemplo – e rompa barreiras –
geográficas e linguísticas.

Para
muitos, o jornalismo tem a função de relatar fatos importantes à sociedade e
nos ajudar a sermos cidadãos e seres muito mais conscientes e integrados.

Aliás, em
muitos casos, somente o trabalho do fotojornalista pode possibilitar a
compreensão de um fato com sentimento e realidade..

Palavras – Chave: TCC, Fotografia, fotojornalismo,
jornalismo, informações, enquadramento, composição, jornal, Culturas,
Histórias, Humanidade, Sociedade

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O QUE É CÂMERA MIRRORLESS?

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A indústria fotográfica está cada vez mais investindo nas câmeras Mirrorless, mas você sabe como ela se diferencia de uma câmera DSLR?

Você já ouviu falar
das câmeras Mirrorless? Bom, posso dizer que elas estão na moda hoje em dia,
com “full frame” e até “médio formato”. Mas o que
exatamente é uma câmera “sem espelho”, e o que a diferencia de uma
DSLR?

Priscilla Kinast/Oficina
da Net

Uma câmera sem espelho é
muito mais simples mecanicamente do que uma DSLR – a luz passa através da lente
diretamente para o sensor de imagem, e o visor óptico é substituído por um
visor eletrônico que replica o sensor de imagem.

 Em operação normal, o obturador da câmera
mecânica permanece aberto, e é normalmente utilizado apenas no final da
exposição.

Devido à ausência do
espelho e pentaprisma, a distância do flange (que é a distância entre a
montagem da lente e o sensor de imagem) nas câmeras sem espelho pode ser
reduzida significativamente. Por esse motivo, a maioria dos corpos de câmera
sem espelho é mais fina e mais leve em comparação com as DSLRs.

Em uma DSLR, um espelho
físico é usado para refletir a imagem até o visor óptico; Para capturar uma
fotografia, o espelho se afasta, permitindo que a luz atinja o sensor de
imagem.

Porém, em uma câmera sem
espelho, o sensor é sempre exposto à luz, permitindo capturar uma imagem no
modo Live View, sem a necessidade de um espelho ou visor óptico. Em vez disso,
essa ‘exibição ao vivo’ literal é exibida na tela LCD traseira, ou através de
um visor eletrônico – que é um monitor LCD ou OLED em miniatura.

Ao contrário de um visor
óptico, o Live View oferece uma visualização ‘ao vivo’ da imagem, exatamente
como será exposta, permitindo que você veja como as configurações ISO, abertura
e velocidade do obturador afetarão sua imagem final, antes mesmo de você
capturar a foto.

A falta de um espelho
físico significa que as câmeras Mirrorless podem filmar de forma mais
silenciosa, tornando-as perfeitas para casamentos ou outros eventos em que
ruídos da câmera são intrusivos e indesejados.

A remoção do espelho
também reduz a distância traseira do flange – o que significa que a parte
traseira de um elemento da lente pode estar muito mais próxima do sensor de
imagem.

Portanto, os fabricantes
podem produzir lentes mais exóticas e de alto desempenho, mas isso também
significa que você pode adaptar uma grande variedade de filmes e lentes antigos
– bem como lentes DSLR e Mirrorless de outros sistemas.

Muitas câmeras sem
espelho possuem estabilização de imagem no corpo. Isso usa campos magnéticos
para estabilizar o sensor e neutralizar o movimento ou a trepidação da câmera.
É comum que câmeras Mirrorless ofereçam cinco pontos de obturador para
estabilização de imagem – ideal para mãos bambas, fotografias com pouca luz ou
uso de lentes longas.

E como dispensam o
mecanismo de espelho e o visor óptico, as câmeras Mirrorless podem ter uma
fração do tamanho e peso de suas contrapartes DSLR, oferecendo uma qualidade de
imagem fantástica em corpos realmente pequenos, quase tanto quanto as câmeras
compactas.

Mas se as câmeras
compactas também não têm espelhos ou visores ópticos, elas não são câmeras
Mirrorless também?

Bem, sim. Até o seu
smartphone é tecnicamente uma câmera Mirrorless. No entanto, ao discutir
câmeras Mirrorless, geralmente estamos nos referindo a câmeras de lente digital
intercambiáveis.

Devido às suas muitas
vantagens, as câmeras sem espelho estão substituindo rapidamente as DSLRs, como
a tecnologia de escolha para consumidores e fabricantes. Dizem por aí que menos
é mais, e isso definitivamente é verdade quando pensamos nas câmeras
Mirrorless.

Agora, o termo
“mirrorless” é um pouco confuso. Ele realmente não foi usado até o
advento das câmeras digitais sem espelho com lentes intercambiáveis, mas muitos
estilos de câmera não possuem espelho reflexo.

Tecnicamente, uma câmera
Mirrorless é do tipo “aponte e dispare”, assim como os modelos de
filme ainda mais antigos. No entanto, o termo “Mirrorless” geralmente
é usado para descrever as câmeras de lente digital intercambiável (ILCs) que possuem
visores eletrônicos ou simplesmente não possuem nenhum visor.

Como as câmeras DSLR, as
câmeras sem espelho usam um suporte tipo baioneta para conectar lentes
diferentes. Cada fabricante possui sua própria montagem proprietária, portanto,
você não pode usar nenhuma lente Mirrorless em uma câmera com espelho. No
entanto, muitos terceiros também produzem lentes para essas montagens.

A única exceção aqui é o
Micro Four Thirds, um suporte compartilhado pela Panasonic, Olympus e alguns
players especializados, como o fabricante de drones DJI e o fabricante de
câmeras de cinema Blackmagic Design. Qualquer lente Micro Four Thirds pode ser
usada em qualquer câmera com a mesma montagem, independentemente da marca, com
quase total compatibilidade.

Uma das coisas legais das
câmeras de lente intercambiável Mirrorless é que a distância traseira do flange
(a distância entre a montagem da lente e o sensor) é muito menor do que em uma
DSLR. Isso torna possível conectar uma grande variedade de lentes de
fabricantes de DSLR, usando adaptadores.

Empresas como a Fotodioxe
Metabones vendem adaptadores de lente para câmeras sem espelho que permitem
usar tudo, desde as mais recentes lentes Canonaté as mais antigas lentes de
médio formato. Você costuma sacrificar um pouco de desempenho ao fazer isso,
mas pode ser um grande benefício para os fotógrafos.

Fonte: https://bit.ly/2MfNI5S   

Aproveite para rever sobre câmeras mirrorless no blog da Escola Focus.

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O QUE É E COMO FUNCIONA O DOMÍNIO PÚBLICO?

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É comum encontrarmos muitas fotografias que carregam a descrição “domínio público” ainda mais depois que a internet facilitou esse acesso.

Mas você sabe o que
significa (de verdade) domínio público e como ele funciona? Para que não haja
mais nenhum tipo de confusão resolvemos explicar certinho esse conceito
.

Elisa Dorê/Marcelo
Pretto/iPhotoChannel

Domínio público é o
conjunto de obras culturais, tecnologia ou informação como livros, artigos,
obras musicais e fotografias que podem ser utilizados de forma comercial. Ou
seja, não são mais submetidos à direitos patrimoniais de exclusividade de seu
autor. O direito da obra é global, mas mesmo assim você deve aplicar o nome do
autor, beleza?

“Os direitos autorais
patrimoniais duram por 70 anos, contados de 1 de janeiro do ano subsequente ao
falecimento do autor” explica Marcelo Pretto em seu livro Direito autoral para
fotógrafos – https://iphotoeditora.com.br/loja/p/livros/24-direito-autoral-para-fotografos
 

Também fazem parte da
lista de direitos de domínio público: as obras de autores falecidos que não
tenham deixado os sucessores, as obras de autores desconhecidos, que possui
ressalva de proteção legal aos conhecimentos étnicos e tradicionais.

Fonte: https://bit.ly/2VK2SUn

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OSMO ACTION: DICAS CRIATIVAS PARA UTILIZAR A TELA FRONTAL

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O bastão de selfie facilita realizar os disparos de um ângulo maior para obter um campo de visão mais amplo.

Aprenda a utilizar o
recurso para deixar vídeos e fotos ainda melhores

FHOX

Com qualidade de imagem
superior e uma lente grande-angular, as câmeras de ação são ótimas opções para
registrar selfies. Leves e portáteis, essas câmeras capturam imagens superiores
às dos smartphones. A Osmo Action da DJI possui o recurso de câmera frontal,
uma funcionalidade que torna as fotos tiradas em formato selfie ainda mais
fáceis.

Para ativar a câmera
frontal da Osmo Action, basta dar um toque duplo na tela traseira, pressionar e
segurar o botão QS, ou apenas dizer “Switch screen” para mudar a exibição para
a tela frontal em segundos. Depois de posicionar a tela frontal, o usuário
estará apto a testar toda a funcionalidade e tirar fotos incríveis.

Com o recurso Voice
Control é possível tirar a foto apenas dizendo o comando “Take photo”. A tela
frontal do Osmo Action torna fácil tirar selfies de qualquer ângulo que você
desejar.

Fonte: https://bit.ly/2MBu6bi

Aproveite para rever novos
lançamentos no blog da Escola Focus.

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CORES DESEQUILIBRADAS

por em .

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Os ajustes de balanço de branco podem ser contra intuitivos, pois eles compensam de acordo com as condições de luz percebidas e, assim, podem ter um efeito oposto ao desejado

O modo incandescente gera um efeito frio azulado, enquanto o
“Fluorescente” deixa a imagem rosada. É possível também ajustar a temperatura
de cor manualmente com o ajuste custom color balance.

Instruções

Para aprender como funciona o balanço de branco, faça uma
metódica série de fotos de teste. Fotografe vários assuntos sob diferentes
condições de luz, fazendo uma série de imagens de mesmo balanço de branco
disponível em sua câmera, captando tudo em JPEG e depois as comparando.

O ajuste “incorreto” para uma condição de iluminação – como,
por exemplo, usar luz do dia sob luz de tungstênio – pode dar melhores
resultados do que o ajuste “correto”.

Em condições de luz mista o balanço de cor nas areas de
sombra difere do balanço de áreas totalmente iluminadas.

Experimente um exercício mais avançado do proposto aqui,
usando outras cores como um “cartão cinza” para ajustar o balanço de cor. Para
fazer isso, ajuste o balanço de cor da câmera para personalizado e faça uma
foto de uma área neutra – geralmente, uma mancha de cinza ou branco.

Aproveite para rever mais dicas sobre fotografia nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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