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Informações, artigos, aulas, tutoriais e novidades
sobre o mundo da fotografia

ESTEJA SEMPRE ATENTO – Parte 2

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Nós costumamos pagar somente depois da entrega do produto final, não se engane e nem caia nessa conversa mole

A partir do momento
em que você foi o profissional contratado para executar o trabalho é necessário
que se peça uma entrada para dar prosseguimento ao trabalho.

O profissional está trabalhando
desde o momento em que se disponibiliza a fazer a reunião inicial de briefing,
existem alguns casos onde um cliente que não tenha uma experiência só queira
pagar após ver alguns esboços do projeto. Neste caso, cabe ao fotógrafo aceitar
ou não esta condição de pagamento antecipado.

Este trabalho será ótimo para elaborar
um bom portfólio para você, pois, após este trabalho você vai conseguir muitos
outros e melhores. Esta é uma das falas mais populares de alguns
clientes e costuma fazer muitas vítimas, principalmente entre os estudantes
mais novatos de fotografia.

Para que você fotógrafo inexperiente, não caia nessa basta
pensar o seguinte: “quanto o cliente irá lucrar com o seu trabalho?”, e
lembre-se que mesmo o cliente indicando o seu trabalho para outras empresas,
com certeza ele irá dizer o valor pago, ou até mesmo se não foi pago valor
nenhum. O que você acha que os próximos clientes vão querer?

Aproveite para rever mais dicas sobre fotografia e marketing nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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ESTEJA SEMPRE ATENTO – Parte 1

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Infelizmente, no mundo atual ainda há algumas pessoas que se acham muito espertas e acabam abusando da boa vontade do fotógrafo ou até mesmo de outros profissionais existentes no mercado.

E pensando nisso resolvemos catalogar algumas das principais
falas utilizadas por clientes, com a finalidade de enganar o fotógrafo
.

 
Realize este trabalho de
graça ou nos faça um preço bem barato que no próximo trabalho te pagaremos um
cachê melhor;

Nenhum
fotógrafo que se valorize entregaria o seu trabalho grátis ou cobrando muito
barato, com a esperança de receber um maior valor pelo seu trabalho mais tarde.

Imagine o seguinte cenário: Você precisa fazer uma cirurgia que
custa um valor relativamente alto e você diga ao médico o seguinte: “Faça essa
cirurgia de graça que em uma próxima vez que eu precisar de cirurgia, eu te
chamo e pago um melhor valor pelo serviço”.

Com certeza o médico iria achar um tanto quanto estranho essa
sua proposta.

Nós costumamos pagar somente depois da
entrega do produto final, não se engane e nem caia nessa conversa mole. A
partir do momento em que você foi o profissional contratado para executar o
trabalho é necessário que se peça uma entrada para dar prosseguimento ao
trabalho.

Imagine o seguinte cenário: Você precisa fazer uma cirurgia que custa um valor relativamente alto e você diga ao médico o seguinte: “Faça essa cirurgia de graça que em uma próxima vez que eu precisar de cirurgia, eu te chamo e pago um melhor valor pelo serviço”.

Com certeza o médico iria achar um tanto quanto estranho essa
sua proposta, certo?

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PESQUISE FOTOS EM PRETO E BRANCO!

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Estude qual a qualidade de impressão é possível obter em fotos preto e branco

Como em qualquer fotografia, a
impressão continua sendo uma parte importante do produto final.

Com cada vez menos oportunidades
de se ver impressões de fotos “genuínas” ou feitas com câmeras analógicas, é
importante compreender a quantidade existente nesse meio tentar imitá-la com as
alternativas digitais.

Visite museus e galerias e
procure por trabalhos de bons fotógrafos em preto e branco.

Estude as variações de tons
existentes no filme e no papel fotográfico e tente obtê-las em seus trabalhos
digitais.

Fotografe com Variações de Tons

Faça uma série de fotos preto e
branco que apresente a maior variação de tons possível. Seja paciente e tente
fotografar a mesma situação com diferentes exposições, usando o f-stop um ponto
abaixo da exposição recomendada pela câmera. Tente também usar a exposição para
sombras e veja o que acontece.

Efeito dos Filtros Coloridos

Muitos fotógrafos usam filtros coloridos na pós-produção, para mudar o contraste e a variação de tons da imagem. O filtro amarelo é o menos efetivo; laranja e vermelho são melhores. O vermelho tem um efeito forte.

Ele pode deixar o céu azul bem
escuro para destacar as nuvens brancas, porém esse é o efeito forte demais para
maior parte das fotos jornalísticas. Muitos fotojornalistas mantêm o filtro
amarelo na lente ao fotografar externas para que os céus fiquem mais fáceis de
imprimir.

Outros filtros podem ser usados para mudar os tons da imagem, mas eles não costumam ser aplicados no fotojornalismo.

Aproveite para rever mais dicas sobre  técnicas de fotografia em preto e branco nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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ANTES DE APONTAR O FLASH PARA O SEU FUNDO…

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Você precisa decidir como deseja a aparência do seu fundo.

Quer um efeito de foco
estreito ou uma luz mais suave, ampla e lavada?

Essa decisão determina de quais acessórios
você vai precisar (se for o caso) para criar essa aparência e dirá a distância
necessária entre o flash e o fundo. Isso também diz se você precisa de mais um
flash.

Mas, primeiro, é útil saber por
que iluminamos o fundo. Provavelmente, o motivo mais importante é para
separá-lo do tema, para que nossos retratos tenham profundidade e o tema,
definição (por exemplo, para que os cabelos escuros do seu tema não se percam
contra um fundo também escuro). Criar essa separação usando luz dá mais profundidade
às suas imagens.

Outro motivo é deixar a luz da
foto igual à que vemos na cena. Por exemplo, se eu lhe perguntasse um rolo de
tecido branco e lhe perguntasse a cor, você diria; “Branco”. Mas use-o como
fundo e ficará surpreso em ver que a cor atrás de seu tema não é branca – na
câmera, fica cinza, a menos que seja iluminada.

O mesmo acontece com tecidos
coloridos. Se não iluminar um tecido azul-claro, será exibido na câmera como
azul-escuro. Você precisa iluminar esses tecidos de fundo brilhantes e vívidos
ou ficarão escuros e opacos. A terceira razão – e que você viu bastante se
jogou no Goolge “iluminar fundos” – é que isso torna a aparência dos retratos
“mais profissional”.

Por que as pessoas pensam que
fotos com o fundo iluminado são profissionais? Porque os profissionais fazem
isso. Não sempre, é claro, mas com mais frequência que pensava. Felizmente,
para nós, é bem mais fácil aprender a iluminar o fundo do que o tema.

Aproveite para rever mais dicas sobre técnicas com flash nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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MÁSCARAS E BANDEIRAS

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Uma máscara é um termo inventado, na fotografia de estúdio, para dizer que “algo vai ficar meio”.

Qualquer coisa que possa ser
colocada entre uma fonte de luz e um assunto pode ser uma máscara, sua mão, um
pedaço de celofane, um cartão ou um pedaço de fita adesiva
.

Uma bandeira é uma máscara opaca
com formato retangular. Como Speedlite, você frequentemente deseja controlar a
propagação de luz de uma bandeira.

Você pode usar a bandeira na
parte superior inferior ou em ambos os lados do Speedlite.

Uma bandeira pode ser útil quando
estiver iluminado de lado ou de frente, especialmente, se quiser manter a luz
sobre o assunto de fora do fundo.

Outro uso importante de uma
bandeira é evitar que o flash estoure na objetiva quando você tem um Speedlite
que esteja posicionado por trás do seu assunto. Isto pode ser facilmente
corrigido ao acoplar-mos uma bandeira na lateral da câmera do flash de modo que
não se espalhe para a objetiva.

Se usar bandeiras em ambos os
lados do Speedlite, você terá um conjunto de “barn doors” que podem ser usados
para direcionar a luz para o assunto, sem deixar que escapem sobre o fundo ou
na objetiva da câmera. Além disso, pode colocar um Speedlite com ban doors em
close para criar um feixe intenso de luz.

Honl Speed Gobos

A Atek fabrica uma máscara muito útil que pode também ser utilizada como um cartão refletor simples. Medindo 10 cm x 19 cm, é feito com nylon e revestido com plástico rígido. Outro lado é branco ou dourado. Como nas áreas ásperas em ambos os lados, você pode prendê-lo à Speed Strap de qualquer lado.

Use o lado preto par o flash se
estiver tentando limpar a programação da luz. Use o lado branco ou dourado para
o flash, com a cabeça inclinada para cima, e você terá um cartão refletor muito
bom (que leva um pouco de luz para afrente, para os olhos, enquanto a maior a
maior parte dela refletida para o teto para preencher a sala).

Eles são vendidos individualmente. Se você comprar um par, um branco e um dourado, poderá usá-los juntos com os barndoors e ter duas opções de cartões rebatedores. Eu sempre carrego pelo menos dois no meu kit.

Cartão rebatedor Rogue FlashBender

A Rogue fabrica um FlashBender que é semelhante no uso da máscara Atek. Convenientemente, a Rogue tem uma cinta embutida, assim você pode prendê-la diretamente no Speedlite. Um dos painéis de nylon preto removível de modo que este Flashbender também pode ser uado como um rebatedor flexível.

Caso esteja usando o Speedlite
com a cabeça em zoom aberto, prendo-o no refletor FlashBender da Rogue. A
largura extra garante que o flash fique completamente bloqueado.

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O PREENCHIMENTO PERFEITO!

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Em um mundo perfeito, a luz de preenchimento seria livre de sombras, grande e uniforme – abrangendo cada parte do objeto, do topo a base e da esquerda para direita.

A luz de preenchimento seria
suave, complacente e variável. E ela complementária qualquer tipo de iluminação
principal introduzida, conforme exemplo acima

Bem, tal sistema existe e podemos
constatá-lo sendo usados por vários fotógrafos de retrato, moda e comerciais. O
sistema envolve o suo de flashes com refletores de ângulo estreitos rebatidos
por uma parede branca, cinza ou por painéis rebatedores atrás da câmera.

Geralmente, uma luz é usada de
cada lado da câmera, e uma posicionada sobre a câmera e apontada para alto da
superfície rebatedora têm que ser brancas ou neutras para que esse método seja
uma luz de preenchimento eficiente. Note também que as luzes estão próximas da
parede e do sol “set” no qual objeto está posicionado. A proximidade irá manter
a luz suave.

As luzes são balanceadas paras
produzir a mesma intensidade de luz ao longo do objeto. A luz principal, que
pode vir do lado de cima, será igual ou mais intensa que a fonte de
preenchimento, criando uma proporção entre as luzes de preenchimento e
principal. Se posicionada de forma a atingir o objeto pelo lado, a luz
principal irá adicionar textura ao objeto.

Uma variação desse esquema é
criar com painéis uma grande superfície branca lisa acima e atrás da câmera.
Dois ou três flashes podem ser rebatidos pela superfície plana para criar o
mesmo efeito descrito acima.

Uma parte da luz é rebatida
novamente.

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O QUE UMA FOTOGRAFIA É… E O QUE NÃO É!

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PODE SE TIRADA POR QUALQUER UM

Isso nunca acontecerá nas
artes. A fotografia é agora praticada quase que universalmente, não apenas para
registrar momentos familiares.

Não é mais um a questão de artistas profissionais de um lado e público do outro. As câmeras digitais, o compartilhamento pela Internet é o décimo da mídia impressa tradicional deixou a fotografia ao alcance de qualquer um como meio de expressão criativa.

E não é o caso que esses milhares de fotógrafos se sintam atrelados à opinião de uns poucos. Muitos estão perfeitamente felizes com as opiniões de seus iguais, já que o público e os fotógrafos são as mesmas pessoas.

Tudo isso amplia o alcance da fotografia contemporânea e a torna mais complexa, com padrões e valores diferentes e concorrentes.

Criar boas fotografias não depende de um plano de carreira, o que uma boa notícia para todos, exceto os profissionais. O pior é que um número grande de imagens tende a confundir qualquer julgamento de excelência, lembrando que a Internet está inundada de imagens.

Tem Um Visual Específico

Seja qual for à escolha de papel,
textura e acabamento que você faça para uma impressão, a imagem em si é
desprovida de um a terceira dimensão. O quadro é uma janela e isso separa a
fotografia das pinturas e de qualquer tipo de imagem criada à mão. De muitas
formas, essa falta de presença física faz da exibição em tela um meio perfeito,
e é assim que um número cada vez maior de imagens está sendo vista.

Em termo de seu visual, a
fotografia começa com a expectativa do espectador de que os conteúdos sejam
“reais” – tomados da vida real. De fato, nós associamos a aparência de uma
fotografia a duas coisas: como nós mesmos vemos e como nós aprendemos a aceitar
que seja o visual de uma fotografia.

Somos muitos sensíveis ao
naturalismo e ao “realismo” de uma fotografia. Quanto mais uma fotografia
afasta a imagem disso, via processamentos complicados ou técnicas incomuns de
pós-produção, menos a imagem é fotográfica.

Isso não é uma crítica apenas uma declaração de um fato óbvio. O visual fotográfico básico se funda na suposição de muito pouco foi feito à imagem desde o momento que foi capturada.

A fotografia também tem seu próprio vocabulário de imagens, não encontrado em outro lugar. Esse vocabulário inclui coisas como o foco diferencial, um alcance dinâmico limitado, borrado de movimento, artefatos de chamuscamento, cores não completamente saturadas e a possibilidade de deixar a imagem em preto e branco.

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MUDANÇAS DIMENSIONAIS

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Você verá várias maneiras de expressar isso no jargão da informática, como redimensionamento e reamostragem, mas tudo se resume à mesma operação básica, e não é de admirar que nem sempre funcionem bem

Se a nova imagem é aceitável
ou não depende de duas coisas: a técnica usada pelo computador para refazer os
pixels (chamada de interpolação) e o grau de modificação
.

A interpolação essencialmente
tenta adivinhar como os novos pixels seriam baseados nos originais. Isso é mais
fácil e geralmente mais bem-sucedido ao reduzir (downsampling) do que ao
aumentar o tamanho da imagem.

Quanto o grau de mudança,
dependerá muito da perda de qualidade que você está disposto a aceitar.

Como regra, tente evitar uma
ampliação de mais de 50%.

Após o direcionamento, é quase
certo que a nova imagem precisará de sharpening (usando USM) em especial se foi
reduzida. Além disso, pode ser que o dispositivo de saída, como impressora ou
gravador de filme, faça um trabalho de reamostragem melhor do que você poderia
fazer.

Mais simples do que redimensionamento são procedimentos para altera a área da imagem que é exibida. Um é o corte, que envolve simplesmente cortar a imagem, descartando algumas de suas partes exteriores.

O outro é o de aumentar a área da “tela”, acrescentando espaço em branco na imagem em um ou mais lados. Este é um passo essencial se você pretende ampliar a imagem. Outra mudança dimensional á a simples rotação. Mudanças não simétricas são distorções, sendo a mais útil o controle de perspectiva.

Recorte

Uma das mudanças dimensionais mais simples é o recorte ou cropping. Ele não tem efeito sobre o restante da imagem – mostrando dentro da seleção.

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O PAPEL DA FOTOGRAFIA NO MUNDO

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Grande parte das fotografias existe para registrar momentos, ilustrar livros e revistas, informar por meio de notícias ou meios similares, mostrar e contar histórias, etc.

A maioria das imagens é de compreensão imediata, ou seja,
para entender basta olhar, nada mais.

Quando se observa uma fotografia, geralmente se deixa de
lado a consciência de que se está olhando para um ponto de vista do fotógrafo
em relação a cena fotografada. A fotografia permite que o observador veja exatamente
o que o fotógrafo viu e conseguiu capturar na imagem.

A observação de uma fotografia, funciona como se a imagem
fosse vista através de uma janela, ou pequeno ponto de observação, onde se é
possível entender e contemplar aquela cena junto com o fotógrafo que a
capturou, quando a imagem é bem feita em termos de composição e técnica.

Para que isso ocorra, o proposito da fotografia deve estar
muito bem definido e ser transmitido pela escolha da técnica e estética
adequada, para atingir seus objetivos.

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HISTORIADORA LANÇA LIVRO COM A PRIMEIRA FOTOGRAFIA DO RIO DE JANEIRO

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Chafariz colonial no Largo do Paço. Daguerreótipo atribuído a Louis Comte, de 1840, reproduzido no livro O Oriental-Hydrographe e a Fotografia como primeira fotografia da cidade do Rio de Janeiro – Reprodução de foto de Louis Comte no livro O Oriental-Hydrographe e a fotografia

Cerca de 9 minutos foi o tempo necessário para se obter
uma das primeiras imagens do Rio de Janeiro, captada em janeiro de 1840 por
Louis Comte.

Agência Brasil

O tempo, que hoje se reduz a menos de 1 segundo para tirar
uma fotografia e já ver o resultado, surpreendeu na época o Jornal do
Commercio. “É preciso ter visto a coisa com os seus próprios olhos para poder
fazer ideia da rapidez e do resultado da operação”, diz artigo publicado no dia
17 de janeiro daquele ano.

Essa era a primeira vez que um ensaio com um daguerreótipo,
primeiro aparelho que possibilitou o processo fotográfico, chegava “do lado de
cá”, como anunciou o jornal. A fotografia retrata o chafariz colonial no Largo
do Paço, no centro do Rio de Janeiro.

Foi em busca da história dessa e de outras imagens tiradas na mesma expedição que a historiadora da Universidade Federal Fluminense, Maria Inez Turazzi, começou, em 2001, a investigar a expedição Oriental-Hydrographe, que trouxe para o Brasil e para outros países da América Latina, “o engenhoso instrumento de Daguerre”, como chama do Jornal do Commercio. A pesquisa virou livro: O Oriental-Hydrographe e a fotografia, cuja versão em português conta com apoio do Instituto Moreira Salles (IMS). A publicação será lançada hoje (16), no IMS, no Rio, mas já pode ser acessada na íntegra, na internet. 

O Oriental-Hydrographe era, segundo Maria Inez, um projeto
ambicioso que pretendia educar jovens da aristocracia francesa para os novos
negócios pelo mundo da Marinha Mercante. Isso ocorre em uma época em que a
Marinha francesa se reestruturava após as derrotas no período Napoleônico,
quando a França era liderada por Napoleão Bonaparte.

A embarcação, que pretendia dar a volta ao mundo, deixou o
porto francês de Paimboeuf, em 25 de setembro de 1839, naufragou em 23 de junho
de 1840, em águas chilenas, na América do Sul. Ninguém morreu e todos os
equipamentos a bordo foram salvos. A expedição sofreu várias críticas devido à
postura liberal do capitão e ao abandono por parte de especialistas e
professores, que foram deixando o navio ao longo do trajeto.

“Com essa história, ela nunca entrou para os anais da
Marinha francesa, dos grandes viajantes, sempre foi uma história encoberta por
um silêncio, que é um silêncio em torno de uma experiência fracassada de uma
Marinha poderosa que tinha depositado muitas expectativas nesse projeto”, diz
Maria Inez. “Mas para nós, nunca foi considerada um fracasso porque, para nós,
tinha uma novidade que marcou a história da cultura visual latino-americana
desde então”.

A historiadora explica, no entanto, que apesar de ser
responsável por integrar a América do Sul ao processo da difusão da fotografia,
o daguerreótipo não era a única inovação à bordo e nem o principal objetivo da
expedição. “[Havia] um aparelho para moldar fisionomias, que chamava
fisionotipo; uma cozinha, que destilava água salgada e transformava em água
doce, o que é muito importante para os navios, porque não precisavam levar
tanta água doce, podiam abrir os porões para cargas. O navio era cheio de
novidades”.

A pesquisa para a publicação foi conduzida em vários países.
Maria Inez passou por França, Portugal – onde o daguerreótipo também foi
apresentado à rainha, Maria II, mas falhou -, Chile e Uruguai, onde o livro foi
editado, pelo Centro de Fotografia de Montevideo. A publicação possui, além da
versão em português, versão em espanhol, em inglês e deverá ter também versão
em francês.

A obra está escrita, de acordo com a Maria Inez, para
atender tanto o público leigo quanto o especializado. Traz no final do livro e
de cada capítulo, as referências das informações usadas no texto. O livro traz
também tanto fotografias, quanto gravuras e outras imagens, que eram as
referências na época.

“Não é uma história da fotografia apenas ou da câmera
fotográfica dentro de um navio. É a história de um mundo que está numa expansão
de negócios por via marítima e das suas novidades, da cultura europeia. É uma
história que tem que articular a presença do aparelho com as relações
econômicas, políticas e culturais da época”, diz.

Essa semana, para se preparar para o lançamento da publicação, Maria Inez visitou os pontos que foram há anos, imortalizados. “O Rio continua sendo uma cidade com uma combinação da paisagem construída e da paisagem natural, uma combinação muito singular, muito impactante.

Mas, é uma visão que a gente se encanta a distância e continua se chocando com a proximidade”, diz. “Estar sempre em confronto entre a cidade de ontem e a cidade de hoje [nas fotografias e na pesquisa], leva a gente a refletir sobre o significado desse crescimento urbano e das políticas públicas para a cidade. A desigualdade só cresce”.

Fonte: https://bit.ly/2sCcjuQ

Aproveite para conferir outras notícias sobre a história
da fotografia brasileira no blog da Escola Focus.

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