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sobre o mundo da fotografia

CASAMENTOS EM HDR

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A criação de imagens HDR [High Dynamic Range – Grande Amplitude Dinâmica] para um casamento é algo fácil e divertido de se fazer, e os resultados são incríveis, conforme exemplo acima

Na primeira vez que experimentei eu não tinha muitas expectativas, mas quando voltei para casa e brinquei um pouco com o Photoshop, fiquei sem palavras.

Após fotografar casamentos por 55 anos, nunca tinha visto algo que me surpreendesse tanto. Faço muitos trabalhos interessantes e vejo muitas fotos legais que outros fotógrafos criam, mas raramente uma foto é tão incrivelmente diferente das outras que qualquer bom fotógrafo seria capaz de fazer no mesmo lugar e com a mesma noiva.

Mas posso dizer sem sombra de dúvida que o HDR é diferente, é
legal, e os resultados podem transformar uma locação aparentemente comum em
algo que vai fazer você cair da cadeira.

Experimente!

Aproveite para rever mais dicas sobre a
ferramenta HDR nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de
fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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ASSISTENTE DE FOTÓGRAFO

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Trabalhar como assistente de um fotógrafo é um passo maior do que fazer estágio ou um trabalho voluntário em um estúdio ou uma loja de aluguel de equipamentos fotográficos

Como assistente você estará ao
lado do fotógrafo durante uma sessão de fotos (e se encarregará também de
tarefas anteriores ou posteriores à própria sessão, durante a pré e a
pós-graduação) e terá muitas responsabilidades
.

Tais responsabilidades vão desde
manusear e organizar e equipamento fotográfico até cuidar de importantes
detalhes de uma sessão de fotos.

Ao contrário de um estagiário ou
de um voluntário, o assistente é essencial para o sucesso de uma produção – sem
ele, o fotógrafo pode não ser capaz de desempenhar adequadamente seu trabalho.
Assim sendo, trata-se sempre de uma função com retribuição financeira.

Trabalhar como assistente de um
fotógrafo é a melhor maneira de aprender o jargão dessa profissão, os detalhes
do ramo, sua política interna e como funcionam os negócios na área – tudo isso
ao mesmo tempo em que se lida com clientes reais, produtores, diretores de
criação, assistentes de figurinistas.

Esse trabalho, uma espécie de
rito de passagem para muitos fotógrafos famosos, é também considerada um
excelente caminho para entrar na profissão.

Trabalhar como assistente é uma
excelente maneira de dar seus primeiros passos na busca por sua própria
carreira como fotógrafo.

Geralmente, é assim que
aspirantes a fotógrafos que querem trabalhar nesse ramo começaram – enquanto
isso, eles vão montando seu portfólio, conhecendo pessoas e aprimorando suas
habilidades técnicas.

Durante sete anos, eu trabalhei
como assistente de fotografia, na editora Abril e em outras revistas, antes de
ser capaz de me sustentar fazendo fotos em tempo integral.

Aproveite para rever mais dicas sobre estágios nas suas
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AJUSTES BÁSICOS PARA RETRATOS EXTERNOS

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O modo mais adequado para retrato em ambiente externo é o de prioridade de abertura (A ou Av), conforme exemplo acima

Essa opção permite determinar
diretamente a profundidade de campo (amplitude do plano nítido) ao ajustar uma
abertura de diafragma ampla (menor valor de f/ como f/2.8) para desfocar bem o
fundo estreitando a abertura (maior valor de f/ como f/11) para ampliara a
profundidade da zona nítida. Uma boa base para começar é f/5.6.

Se a velocidade resultante
estiver baixa demais, com risco de a foto sair tremida, o passo seguinte é
aumentar um pouco a sensibilidade ISO, até 400 ou 800, dependendo do nível de
ruído digital produzido pelo sensor da câmera. Assim, há compensação natural
para a velocidade maior. E modo de foco automático (Af) mais adequado é o
pontual, que permite focar exatamente nos olhos da pessoa.

No quesito da medição de luz, o
modo matricial, como na maioria dos casos, rende geralmente os melhores
resultados. A correção de exposição pode ser usada caso o fundo esteja muito
claro (nessa situação, adicione de +0,3 a + 1,3 ponto) ou escuro (diminua de
-0,3 a -2 pontos) ou ainda com modelo de pele escura (+ 1 a + 2 pontos).

Embora o equilíbrio de branco
automático (White balance) costume render bons resultados, pode ser necessário
ajustá-lo, notadamente se estiver fotografando com o arquivo em formato JPEG,
já que somente em RAW é possível corrigir na pós-produção sem perda de
qualidade. À sombra, situação em que a luz fica mais azulada, pode ser melhor
usar o próprio modo “sombra” para esquentar as cores. É preciso ainda prestar
muita atenção às potências, superfícies coloridas ao redor, que podem refletir
e colorir a luz.

NÃO SE ESQUEÇA!

O modo prioridade de abertura
(A/AV) é o mais recomendado para a produção de retratos em ambiente externo,
pois possibilita uma melhor condição para o ajuste de uma abertura que deixe o
fundo focado.

Com a indicação de velocidade mais baixa na sua cena, ajuste a sensibilidade ISO para 400 ou 800 é uma boa alternativa.

A fotometria em modo matricial
costuma ser a mais adequada e, caso seja preciso compensar a luz, a dica é +0,3
a = 1,3 para fundo claro e -0,3 e -2 para escuro.

O modo automático do equilíbrio
de branco (WB) é eficiente, mas pode-se ajustar de acordo com a luz local.

Aproveite para rever mais dicas sobre retratos externos nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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DIFUSORES EXTERNOS NA UNIDADE DE FLASH

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Marca registrada dos paparazzi, esses acessórios portáteis são fixados a uma unidade de flash externa para suavizar a luz dura e direcional dessa fonte de luz

Eles ainda permitem que o flash seja girado, podendo, portanto, ser utilizado em combinação com a luz rebatida.

Ainda que disponíveis em vários formatos e tamanhos, os mais eficientes são bastante volumosos, podendo ser desajeitados para funcionarem em espaços apertados.

Quanto Maior Melhor

Quanto maior o difusor, mais
eficiente ele será para distribuir luz agradável e uniforme.

SNOOTS

Um nome engraçado para um
equipamento de aparência engraçada, o snoot (nariz) transforma a fonte de luz
em um foco pontual, afunilando a sua luz em um facho estreito.

O snoot é instalado em uma
unidade de flash; porém, também há snoots disponíveis para fontes de luz
contínua de todos os formatos e tamanhos.

Aproveite para rever mais dicas
sobre tipos de difusores nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas
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FORMATO DE REFLETORES

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Cada refletor, instalado na parte frontal de uma fonte de luz, determina um ângulo distinto segundo o qual a luz vai incidir sobre o assunto

Refletores Parabólicos

O Parabólico funciona de forma um
pouco diferente em relação aos outros refletores, possibilitando que a própria
fonte de luz seja aproximada ou afastada do centro da estrutura. A qualidade da
luz muda de acordo com a posição.

SOFT-BOXES

Esses acessórios captam a luz de
uma fonte pontual dentro de um espaço confinado e refletivo, transmitindo-a
para fora através de uma superfície definida.

Elas podem ser bem pequenas, parecendo
um abajur de mesa, ou extremamente grandes, tornando-se a fonte de luz
principal e imitando a luz potente, ainda que suave e difusa, de uma janela
iluminada pelo sol.

Elas também podem ter um número
variável de materiais instalados na parte da frente, o que transmitirá
determinadas características ou texturas à luz conforme ela incide sobre o
objeto.

Tamanhos de Soft-Boxes

A profundidade do soft-boxes
afeta o ângulo da luz emitida, sendo que as caixas mais profundas projetam uma
luz mais estreita e focada. Apesar de esses equipamentos parecerem comicamente
volumosos, eles são, na verdade, muito leves e desmontáveis.

Aproveite para rever mais dicas sobre refletores nas suas
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SOBRE ACESSÓRIOS DE ILUMINAÇÃO

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Uma fonte de luz, seja flash, seja luz contínua, é apenas o ponto inicial da iluminação de estúdio

Já discutimos nas aulas práticas
em campo, o uso de rebatedores para rebater a luz natural e preencher as
sombras
.

No estúdio grandes rebatedores
planos podem ser utilizados de forma similar – na verdade, o estúdio típico
pintado de branco, possibilitando que a parede, o piso e o teto sejam
utilizados como rebatedores.

Contudo, quando se trata de
acessórios de iluminação de estúdio, os rebatedores assumem uma função
distinta, permitindo que você trabalhe com grande grau de precisão.

SOMBRINHAS

Comumente encontradas em estúdios
de retrato, as sombrinhas utilizam o mesmo princípio de luz rebatida. A fonte
de luz apontada para a parábola do interior da sombrinha, a qual rebate a luz
em direção ao assunto por área mais ampla.

O resultado é uma luz mais suave,
favorável para retratos. A luz também adquire as qualidades do material
utilizando no interior da sombrinha – prateado para uma luz mais forte, dourado
para um tom quente ou branco para um efeito mais brando. Como a sombrinha que
usamos em dias de chuva, esses acessórios são desmontáveis para facilitar o
armazenamento.

Não Recomendada Para a Chuva

Extremamente eficiente na criação
de luz suave e atraente, as sombrinhas são fáceis de usar, pois sua luz é
difusa o suficiente para que o posicionamento preciso não seja tão necessário
quanto com equipamento de iluminação com fonte pontual. Elas precisam de um
tripé no qual são instaladas.

REFLETORES

Acoplado diretamente a fontes de
luz contínuas, um refletor molda a luz na fonte, evitando que ela se espalhe
além das bordas e focando sua potência em um ângulo definido (em geral, chamado
de “spill kill” – “elimina vazamento”).

A superfície interna refletiva
aumenta a intensidade da luz, dependendo da cor – o prata brilhante produz uma
luz dura e forte; o branco fosco enfraquece a luz, tornando-a mais suave.

Aproveite para rever mais dicas sobre acessórios de
iluminação, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos
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TENHA CUIDADO COM A ILUMINAÇÃO!

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Além da escolha do fundo, um bom retrato também depende do domínio da iluminação e direção do modelo

No estúdio, o fotógrafo trabalha com a potência e a posição das fontes de iluminação, o que não é possível ao ar livre com o sol.

Por isso, o primeiro passo é
escolher a posição do modelo em função da iluminação, prestando muita atenção
se existem fortes sombras incomodando.

Uma solução para modelar a luz é
usar um rebatedor ou um difusor. O primeiro, como o nome sugere, tem o papel de
refletir a luz principal do lado oposto para preencher sombras. Rebatedores
podem ser comparados em lojas especializadas em material fotográfico (não é um
acessório caro) ou fabricados em casa: uma folha de poliestireno (isopor) ou
outra superfície branca, prata (papel alumínio) ou dourada (folha dourada) pode
ser usada. Basta fixar o objeto que rebaterá a luz a uma prancha de madeirite
ou um papelão duro.

Já o difusor é uma superfície semitransparente (um lençol branco pode quebrar o galho) que se posiciona entre a fonte de luz (o sol) e o modelo para suavizar a luz. A maior dificuldade, notadamente para retratos em pé, é que o difusor precisa ter tamanho suficiente para cobrir toda a superfície do modelo. Por isso, é sempre mais fácil usar um rebatedor.

O branco é o mais usado e reflete
um a luz neutra. Contudo, precisa ser posicionado bem próximo ao tema (quanto
mais próximo o rebatedor, maior o efeito). O prateado é bem eficiente,
produzindo uma luz mais forte. Por isso, não deve ser colocado muito perto e
geralmente não rende bons resultados quando a luz natural está muito forte. Ele
é mais adequado com tempo nublado ou com o modelo posicionado à sombra. O
dourado, por sua vez, rende uma luz forte e mais quente, o que pode ter um
efeito mais agradável na pele em função do objetivo do fotógrafo.

Uma alternativa para se livrar do contraste excessivo, caso a luz solar esteja forte demais, é posicionar o modelo à sombra. Assim, a iluminação fica mais suave e difusa- mas também menos intensa o que pode dificultar caso seja insuficiente para manter a velocidade correta para fotografar. Uma maneira de ajustar a quantidade de luz é aproximar ou afastar o retrato do limite da zona de sombra: quando mais longe do limite, menor a incidência de luz e vice-versa.

Mas é bom ficar atento, pois a
incidência de luz e sombra pode mudar a cada pose do modelo.

PARA NÃO ESQUECER

Em ambiente externo, a primeira
medida é escolher a posição da pessoa a ser retratada em função da iluminação
que existe no local, evitando sombras.

Um rebatedor, para desviar a luz
com a finalidade de eliminar sombras, ou um difusor, usado para suavizar uma
luz solar muito forte, são acessórios cruciais.

O rebatedor é o acessório mais comum existe nas versões branco, prata e dourado.

Colocar a pessoa à sombra,
fugindo de uma situação de alto contraste, é uma dica para fazer um retrato com
uma luz mais suave e difusa.

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dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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A EVOLUÇÃO DA FOTOGRAFIA

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Desde os primeiros registos fotográficos, nos finais do século XIX, até o presente muitas foram as alterações da fotografia, não só no que concerne a tecnologia, mas também o seu valor social.

Carmo Marques/Crônica/Jornal
Madeira

Antes dela, apenas os
ricos ou nobres tinham a possibilidade de deixar aos vindouros uma imagem da
sua pessoa, encomendada a um pintor que muitas vezes se esforçava por amenizar
os traços menos belos da fisionomia do retratado.

A fotografia democratizou
o registo da imagem, tornando-a acessível e acrescentando-lhe inegável
importância na sua função social. Como exemplo, lembremo-nos de como, já o
século XX passava da metade, eram ainda frequentes os namoros e noivados acordados
na distância e a fotografia, a que popularmente se chamava o retrato, o único
conhecimento do noivo ou da noiva que havia de chegar para a celebração do
matrimónio ou, bastas vezes, até após este, já que o casamento por procuração
era prática mais ou menos comum nas comunidades de emigrantes que buscavam a
sorte noutras paragens, mas parceira certa para a vida só na terra mãe.

Por essa altura ia-se ao
fotógrafo, onde um cenário de fundo compunha o enquadramento. Aprimorado o
traje e o penteado, o fotógrafo ajeitava a inclinação do corpo e impunha uma
torção, algo incómoda, ao pescoço que havia que manter a todo o custo, por toda
a eternidade que o profissional demorava a colocar-se por detrás da câmara para
fazer o disparo libertador. Eram retratos a preto e branco, aos quais o
fotógrafo poderia acrescentar, depois, uns ligeiros apontamentos de cor,
rosando as faces e os lábios ou acetinado a pele exposta.

Durante o século XX, a fotografia foi progressivamente saindo do estúdio do fotógrafo. O registo de imagens através de câmaras cada vez mais sofisticadas, mas mais simples no manejo, ficou à mão de quase todos. O recurso aos profissionais de fotografia restringiu-se às reportagens de casamento ou outros eventos solenes e à revelação dos rolos de negativos em que passamos a registar tudo o que achávamos bonito, ou os momentos especiais.

Como era grande a expectativa com que íamos buscar as fotos, e quanta a desilusão ao constatarmos que muitas haviam ficado desfocadas, tremidas ou que nos haviam registado no preciso momento em que fazíamos o trejeito que nos mostrava feios. Nada que nos desmotivasse, porque já outro rolo enroscado no interior da máquina aguardava outras vivências especiais. Até porque, numa operação de mercado, era comum as várias lojas de fotografia oferecerem um novo rolo no ato de pagamento da revelação.

 Por essa altura, a fotografia era já muito
mais do que o retrato e usávamo-la para deleite pessoal, para mais tarde
recordar, dizíamos. Guardávamo-las em álbuns silenciosos, melhor ou pior
organizados, conforme o gosto e a persistência de cada um.

Hoje vivemos num mundo
inundado por imagens. Todos temos no bolso a possibilidade de fotografar ou
filmar tudo, a toda a hora; de ensaiar poses e fazer todas as tentativas até
captarmos a nosso melhor ângulo. A fotografia deixou de ser o registo do momento
que queremos perpetuar e passou a ser o testemunho imediato da felicidade:
estou feliz, então fotografo-me e partilho com o mundo. Estou no arraial, na
festa de qualquer coisa, no concerto do ano: fotografo-me com o petisco no
prato ou com o palco em fundo, e zás!

]Com sorte, ainda consigo
uma ‘selfie’ ao lado do artista, qual cereja sobre o bolo; qual selo branco de
autenticação de presença! Mostrar que estivemos em determinado evento e o
quanto nele nos divertimos ganha preponderância sobre o, simplesmente,
apreciá-lo. É uma febre de animação constante que se alevantou, um rodopio de
felicidade coletiva que se quer anunciar sem delongas. O retorno em “likes” dos
amigos não se fará esperar, para ampliar essa alegria de nunca estarmos sós
mesmo que estejamos sozinhos.

Fonte: https://bit.ly/2XjjwNy

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EXPRESSÕES DA CULTURA

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Dupla de fotógrafos realiza projeto com onze artistas de Londrina, mostra está no Sesi/AML

Antes da arte, a obra.
Antes da obra, o criador. Antes do criador, o indivíduo. Foi por essa ótica
mais profunda que algumas das várias faces por trás da cultura londrinense
foram escolhidos para estampar a exposição fotográfica “Londrina, Cultura em
Retratos”, idealizada pelos fotógrafos Bruno Ferraro e Fábio Alcover, que abriu
nesta nesta sexta-feira (14) e segue até o dia 27 de julho, no Centro Cultural
Sesi/ AML.

Marian Trigueiros – Grupo
Folha

No projeto, a dupla
apresenta o resultado de ensaios com onze artistas de Londrina conhecidos por
sua longa trajetória nas várias áreas da cultura na cidade: do teatro à dança,
da música à literatura, da artes plásticas à fotografia. A galeria fica aberta
de terça-feira a sábado, das 13 às 20h, com entrada gratuita.

Profissionais com forte
atuação no ramo de espetáculos artísticos e shows, Ferraro e Alcover já fizeram
vários trabalhos juntos, porém, este é o primeiro autoral em parceria.
“Conforme o projeto foi se estruturando, novas ideias e possibilidades também foram
surgindo. Decidimos, então, que esse será um primeiro recorte a ser ampliado
para outras fases e áreas. Nesta primeira etapa, foram retratados alguns nomes
das diversas atividades da cultura, mas sem a intenção de classificar como
principais ou mais importantes, porém, não deixa de ser uma homenagem e
reconhecimento de pessoas que são representativas” explica Alcover, adiantando
que a continuidade já deverá ser realizada no segundo semestre de 2019, além da
vontade de expansão para outros suportes impressos e digitais.

Para a exposição,
portanto, foram retratados Agenor Evangelista, artista plástico e produtor
cultural; Célia Musilli, jornalista, escritora e editora de Cultura da FOLHA;
Domingos Pellegrini, jornalista e escritor; Irina Ratcheva, musicista e
produtora cultural; José Marques (Negativo), fotógrafo e técnico de laboratório
de fotografia; Marco Antônio Almeida, musicista e produtor cultural; Oscar
Espinola (Xupetin), ator e palhaço; Rodrigo Grota, jornalista, roteirista e
diretor de cinema; Silvio Ribeiro, ator e diretor de teatro; Simone Mazzer,
cantora e compositora; e Sônia Secco, bailarina, professora de dança e
produtora cultural. “São personagens reais que têm importância na história
cultural da cidade como artistas ou incentivadores da arte,” diz Alcover.

Partindo, então, deste
princípio, os ensaios fotográficos foram feitos no palco de um teatro com luz
cênica. “Mas, desta vez, o personagem em destaque foi o próprio profissional,
sem figurino ou máscaras”, conta Ferraro, destacando a locação, o teatro do
Centro Cultural Sesi, que integra a região central de prédios históricos. Para
tentar extrair características íntimas de cada personalidade, os dois
fotografaram ao mesmo tempo, seguindo uma estética que valoriza sombras mais
duras, dramáticas, luz de foco e contraluz. “Quando se fala em retrato, muitas
pessoas entendem o recorte panorâmico tradicional. Tentamos explorar detalhes,
nuances e expressões únicas de cada um.” Para isso, a escolha de ambos os
fotógrafos foi pelo uso da lente 50mm, a que mais se aproxima da perspectiva do
olho humano. A sintonia entre os dois é tão grande que fica difícil distinguir,
até mesmo, quem é o autor da imagem.

FACES

José Marques, o Negativo,
não tem esse apelido à toa. Foi assim intitulado por seu editor de fotografia
Airton Procópio dos Santos, o Caximbo, durante sua passagem pelo extinto e
lendário Jornal Panorama, nos idos da década de 1970. Foi lá que pôde dar vazão
ao início de uma carreira de mais de 40 anos voltada à fotografia e arte de
revelar e ampliar fotos. “Aprendi a revelar negativos e slides no laboratório
de fotografia do departamento de Odontologia da UEL (Universidade Estadual de
Londrina). Mas foi no jornalismo diário e, depois, na universidade, que pude
aprender a fotografar e, também, ensinar a arte de revelar, que era totalmente
artesanal”, lembra ele que, além dos cursos de Jornalismo, Relações Públicas e
Artes Visuais, também atuou como técnico nos cursos Design Gráfico e Moda,
considerado, muitas vezes, como braço direito dos professores de Fotografia.
“Tenho orgulho de todas as experiências e relações que a fotografia me
proporcionou.”

Na área da dança, a
bailarina Sônia Secco é quem dá, literalmente, as caras na exposição.
Integrante do primeiro corpo do Ballet de Londrina, não só ajudou a escrever a
história da companhia que completou 25 anos de fundação, como foi peça
importante no ensino de várias modalidades da dança, sobretudo balé. “Minha
trajetória pelo universo da dança me levou a vários caminhos e a passar por
diversas situações que me fizeram ser quem sou hoje. Aprendi com as
dificuldades que a arte sempre enfrentou e, assim, pude ensinar e incentivar
outros talentos a seguirem o caminho da dança e da arte”, diz ela, que, teve
passagens por escolas de dança e teatro e, atualmente, é coordenadora artística
do Teatro Mãe de Deus. “Eles conseguiram capturar essa arte que existe em mim.”

SERVIÇO:

Exposição “Londrina,
Cultura em Retratos”

Quando: De 15 de
junho a 27 de julho (terça-feira a sábado, das 13 às 20h)
Onde: Centro Cultural Sesi/AML (rua Maestro Egídio Camargo do Amaral,
130- Londrina – Pr)
Quanto: Gratuito

 Fonte: https://bit.ly/2KiZpZX

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FOTOMETRE MELHOR!

por em .

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Conheça melhor sua fotometria

A fotometria, ou seja, a forma como a câmera faz a medição
dos níveis de luz é uma ferramenta de expressão de forma criativa, onde é
possível ajustar o estilo e o ambiente
.

 Semelhantemente como
já faziam os pintores como El Greco ou Rembrandt com as sombras ou Monet e
Tiepolo com os brilhos luminosos.

Inicialmente, não é necessário saber nada sobre fotometria,
pois, todos os anos são feitas bilhões de imagens a cada ano sem que se pense
em ajustes de exposição ou fotometria, e os resultados são bem satisfatórios.

Desta forma, essas bilhões de imagens são também muito
parecidas, pois os sistemas modernos das câmeras realizam a análise de
distribuição do brilho em uma cena e a compara em uma média elaborada com base
em milhares de imagens previamente capturadas.

Mas, por outro lado, todas as imagens são uniformizadas, como
imagens captadas por celulares, aparentemente perfeitas, mas todas exatamente
com a mesma cara.

Para que você possa se destacar no mercado, tanto como
fotógrafo profissional ou autoral, suas imagens devem ser personalizadas e
refletir seu estilo.

Para isso, o controle manual do sistema de fotometria é fundamental!

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fotometria  nas suas apostilas,
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