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sobre o mundo da fotografia

DUVIDA: USAR FLASHES DE ESTÚDIO OU SPEEDLITE?

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Acessórios: Há muito tempo os sistemas de flash de estúdio oferecem uma ampla gama de modificadores e acessórios de iluminação

Difusores, colmeias, snoots, barndoors, máscaras, suportes para gelatinas, sombrinhas, octosofts, beauty dishes e softboxes são acessórios comuns para todos os sistemas de estúdio comerciais.

No passado, os usuários de flashes pequenos precisam criar seus próprios acessórios, mas com a recente onda de popularidade dos flashes pequenos, muitos fabricantes como o Honl Photo, Expolmaging e Lastolite começaram a produzir modificadores especialmente para flashes pequenos.

Somente você pode decidir qual sistema se encaixa melhor às suas necessidades fotográficas. Os Speedlites são muito mais baratos que os outros dois tipos de iluminação discutidos, e quando utilizados corretamente, oferecem ao fotógrafo uma opção leve e poderosa que fornece uma bela luz em uma ampla variedade de situações fotográficas.

TEMPERATURA DE COR E EQUILÍBRIO DE BRANCO

A luz, seja do sol, da luz, de uma lâmpada fluorescente ou de um Speedlite, tem uma cor que pode ser medida utilizando-se a escala Kelvin. Esta medida também é conhecida como temperatura de cor. Embora nossa visão possa se ajustar automaticamente às mudanças na temperatura de cor, a câmera digital precisa medi-la e aproximá-la em diversas situações de iluminação através do ajuste de equilíbrio de branco. Se sua câmera digital Canon estiver configurada no equilíbrio de branco Automatic, ela ajusta automaticamente o ponto de branco para a exposição que você está capturando porque o branco é mais afetado pela cor da fonte de luz. O resultado do uso correto da configuração de equilíbrio de branco em sua câmera digital é a captura de cores corretas em todas as suas fotografias.

DICA

Se você fotografar imagens em JPEG, o equilíbrio de branco á aplicado pela câmera com base na predefinição que você selecionar. Se você fotografar imagens em RAW, a configuração de equilíbrio de branco é apenas “registrada”, e você pode definir ou ajustar o equilíbrio de branco no programa de conversão RAW depois da imagem ter sido capturada.

Aproveite para rever mais dicas sobre flashes nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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O que é… HISTOGRAMA?

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Não sabe usar aquele gráfico na sua DSLR ou na tela do seu computador para corrigir a exposição? Continue lendo: é mais fácil do que parece

A palavra histograma soa como um exame médico. Por que eu preciso dele?

O histograma é um tipo de gráfico. Na fotografia, é uma maneira de representar a exposição de uma imagem digital. Ao olhar no gráfico, você pode você pode ver se uma foto está muito clara ou mais escura.

Tem certeza de que eu não consigo fazer isso só olhando o monitor da minha câmera?

O histograma é uma forma muito mais confiável de avaliar se de fato requer mais ou menos exposição. E ele não é usado apenas para avaliar a exposição: a forma e a posição do gráfico também podem mostrar o contraste da iluminação na cena.

Como ler o Histograma?

Você geralmente olha o histograma após fazer uma foto, ao analisar a foto no monitor da sua câmera.

Consulte seu manual de instruções para descobrir como exibir o gráfico no monitor (e para verificar se a sua câmera tem esse recurso). Em DSLRs da Canon, pressione o botão Play e depois use o botão Info ou Disp button para ativar essa opção de visualização. Em DSLRs da Nikon, use a seta para cima durante a reprodução para alternar entre as opções de exibição.

O que exatamente o Histograma mostra?

O gráfico mostra brilho de todos os pixels na imagem. O brilho é representado ao longo do eixo x, ou horizontal, e o número de pixels é representado ao longo do eixo y, ou vertical.

Para simplificar as coisas, os números e as unidades não são exibidos no gráfico. Apenas lembre-se de que o lado esquerdo mostra os tons mais escuros, o lado direito mostra os tons mais claros os tons médios.

Que Formatos o Gráfico Deve Ter?

O formato do gráfico depende muito do tema que você está fotografando. Ao fotografar com neve, por exemplo, o pico do gráfico deve ficar no lado direito, por conta de todos os tons claros existentes na imagem. Para temas normais, com distribuição mais uniforme de tons diferentes, o gráfico ideal sobre gradualmente de extrema esquerda, atinge o seu pico em algum ponto no meio e desce gradualmente até chegar à zero na extrema direita.

Como eu sei se exposição está errada na min há foto?

A principal indicação é se o gráfico está amontoado no lado esquerdo do gráfico, isso mostra que há muitos pixels que estão sendo gravados como valor mais escuro de preto disponível. Isso sugere a que a sua foto provavelmente está subexposta. Da mesma forma, se o histograma estiver muito para a direita da área do gráfico, sua foto provavelmente está superexposta.

E com o eu mudo o formato gráfico?

A maneira mais simples de fazer isso é tirar outra foto do mesmo tema usado exposição diferente. Para entender melhor, faça um teste simples: tire uma foto com menos luz e o gráfico seguinte terá mudado para o lado esquerdo.

Fotografe com mais luz e o gráfico seguinte terá mudado para o lado esquerdo.

Fotografe com luz e o gráfico irá se mover para a direita. Use o controle de compensação de exposição para fazer isso, um valor positivo (aumentando a exposição) move o histograma para a direita; um valor negativo (diminuindo a exposição) move o gráfico para a esquerda.

E se o gráfico amontoar na esquerda e na direita?

Isso mostra que a cena que você fotografou tem realces muito claros e sombras muito escuras. Esse é o sinal de uma cena de alto-contraste, na qual a câmera não consegue encontrar uma exposição que capture os detalhes e tons em todas as partes da cena.

Às vezes, você pode resolver esse problema mudando a iluminação (não fotografando no sol, por exemplo, ou voltando mais tarde), ou usando um filtro, gradual ND para reduzir o brilho do céu. Se não puder mudar a luz, é melhor ajustar a exposição para que o gráfico mude para a esquerda, pois é mais fácil recuperar as sombras do que os realces na edição.

O gráfico sempre está certo?

É a imagem que conta, não o histograma. Assim sempre confira a foto, pois o resultado obtido pode ser o desejado, se você estiver fotografando assuntos com predominância de tons claros e escuros. O gráfico é baseado nos tons que seriam capturados por um JPEG, então, se estiver fotografando em RAW, a foto irá capturar mais detalhes do que o gráfico mostra.

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MEMÓRIAS E MIGRAÇÕES

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Foto: Belém Brasí[email protected] Sampaio

Paula Sampaio é a artista convidada do 11º Diário Contemporâneo

 Por: Debb Cabral/Diário Contemporâneo

 Nascida em Belo Horizonte, Paula Sampaio migrou para a Amazônia ainda criança com a família. Formou-se em Jornalismo pela UFPA e atuou como fotojornalista por muitos anos.

Seu olhar atento registrou diversas transformações ocorridas na região, seja no dia a dia como repórter fotográfica ou em seus ensaios documentais.

Seus projetos de fotografia falam sobre as migrações na Amazônia, bem como as comunidades e vivências que são atravessadas por grandes estradas abertas na região, como as rodovias Belém–Brasília e Transamazônica.

Ocupação, colonização da região, memórias orais e patrimônio imaterial são alguns dos temas recorrentes em seu trabalho. Suas séries são reflexões sobre a natureza e a fragilidade dos seres.

Atualmente é responsável pelo Núcleo de Fotografia do Centro Cultural Sesc Ver-o-Peso e continua desenvolvendo seus projetos. No momento, dedica-se a organizar seu arquivo pessoal.

Paula Sampaio é a artista convidada da 11ª edição do Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia.

Confira a entrevista:

 P: Você é alguém que migrou, que saiu de Belo Horizonte e veio para Belém. Seus trabalhos têm muito desse olhar sobre os trajetos, os percursos. Acredita que há uma ligação com a sua própria vivência?

R: Pois é, sou parte de uma família migrante. Quando viemos para a Amazônia nos anos de 1970, já partimos de Rio Preto/SP, só nasci em Minas. Passei a minha infância mudando de lugar. Moramos em vários municípios ao longo das rodovias Belém-Brasília (nos estados do Maranhão, Pará e Goiás) e perto de Carolina, na Transamazônica. Então, trago em mim essa vivência e também esse espírito viajante. As estradas são a minha casa.

P: Você atuou por muitos anos como repórter fotográfica. Pode falar um pouco dessa rotina? Sente falta?

R: Foram quase 30 anos de um cotidiano intenso. Fotografando praticamente todo dia, uma ação visceral, onde tive a chance de atravessar em questão de horas muitas existências, além do prazer de ver essa produção chegar na vida de milhares pessoas, – às vezes bem, e em outras mal – o que também é um grande aprendizado. Essa partilha foi um exercício incrível e eu aproveitei e me entreguei a esse ofício com muita intensidade sempre, aprendi muito e utilizo essa experiência para tudo que faço. Se sinto falta? Da prática sim, mas a forma como isso se dá cotidianamente nas redações atualmente, que foram o espaço das minhas experiências, não. Com certeza fiquei muito mais exigente. Claro que o jornal impresso me fascina, até faço os meus (risos). Criei um projeto, o ‘Folhas Impressas”, que é o reflexo da minha paixão.   

 P: O fotojornalismo tem uma pressa em comunicar o agora. No fotodocumentarismo o tempo é um pouco mais generoso com os projetos. É isso mesmo?

R: Muitas vezes me perguntaram isso e eu sempre respondia que sim, o tempo era um diferencial determinante. Mas hoje, ando desconfiada desse senhor “O Tempo”, ele tem revelado novas faces para mim. Então, talvez seja o espaço e a dinâmica da prática e como isso se resolve no” tempo da comunicação”, a grande questão. E também porque esses conceitos de fotojornalismo, documentarismo, vão sendo acrescidos de muitas camadas no curso da história. Deixo essa provocação e não uma resposta.

P: Seus ensaios e pesquisas falam muito sobre memória, migração, natureza e ocupação. Quanto tempo leva uma pesquisa como a da Transamazônica ou do Lago do Esquecimento?

R: Esses trabalhos todos estão na minha vida, então o tempo é a duração da minha própria existência. É curioso isso, mas de verdade não sinto que tenha terminado nada, estou sempre encontrando um novo começo dentro de cada uma dessas temáticas e também uma nasce da outra. “O Lago do Esquecimento” é um bom exemplo, é “filho” do trabalho nas estradas (Transamazônica e Belém-Brasília, que realizo desde 1990 e nunca acabei). Nasceu das minhas viagens em busca de comunidades alagadas no trecho da Transamazônica, no município de Novo Repartimento, que desapareceu com a inundação provocada pelo represamento do Rio Tocantins durante a construção da Hidrelétrica de Tucuruí. Na busca pelos atingidos pela barragem acabei encontrando outros seres, as árvores fossilizadas, que formam essa paisagem trágica e todo o mundo que vive nesse lugar inacreditável e suas histórias.  E do “Lago do Esquecimento” nasceu a fotoinstalação “Árvore” e por aí vai. Então, para mim, o tempo de um trabalho é enquanto eu viver e sentir vontade de revisitar esses espaços todos, reencontrar as pessoas…. Assim, a única coisa que finalizo são as etapas, batizo com um nome e sigo com tudo no meu coração. Nesse aspecto a fotografia é uma linguagem muito generosa porque ela sempre nos oferece a possibilidade de renascimento.  

 P: Há muito da relação com o outro em seus ensaios, com as pessoas e as comunidades. Como que se dão essas relações?

R: Sempre foi natural. Trabalho em áreas de migração onde encontro pessoas com quem me identifico. Tem muito mineiro, baiano, maranhense, então, é como se eu estivesse frequentando a casa de conhecidos e o ambiente também. Desde criança vivo na amazônia, tudo é familiar.

 P: Há também a denúncia. Qual o peso da responsabilidade em comunicar as desigualdades e ocupações que vêm acontecendo?

R: A responsabilidade é tentar tratar essas questões a partir da experiência de quem está mergulhado nelas: os protagonistas dessas histórias. Buscar meios para que eles mesmos falem sobre sua condição, por isso trabalho com relatos, memórias. Foi a forma que encontrei de tentar comunicar tudo isso de forma partilhada e com relação às imagens, elas se impõem, eu só tenho que estar disponível. Agora, nos últimos três anos tenho me dedicado a estudar e rever meu arquivo que está se perdendo, então, não estou presente na cena. Ocorre que essas temáticas que são a base do trabalho que faço estão no nosso presente, assim acabam servindo de referência para pesquisas (TCCs, teses, dissertações, livros didáticos) e outras criações como, por exemplo, o filme “O Reflexo do Lago” do Fernando Segtowick, baseado no livro “O Lago do Esquecimento” que tem tido uma ótima repercussão. E assim as responsabilidades vão sendo divididas. Aliás, o movimento fotográfico em Belém sempre teve essa característica meio híbrida e partilhada, isso é uma sorte, nunca estamos sozinhos.

 PAULA SAMPAIO

Nascida em 1965, em Belo Horizonte (MG), veio ainda menina para a Amazônia com sua família e em 1982 escolheu viver e trabalhar em Belém (PA). Durante o curso de Comunicação Social, na UFPA, descobriu a fotografia e, em seguida, foi aluna de Miguel Chikaoka, na Associação Fotoativa. Optou, então, pelo fotojornalismo. A sua principal referência nessa área foi o Jornal O Liberal, onde trabalhou como repórter fotográfica entre 1988 e 2015. Desde 1990 desenvolve projetos de documentação fotográfica e ensaios autorais sobre o cotidiano de trabalhadores, em sua maioria, migrantes que vivem às margens dos grandes projetos de exploração e em estradas na Amazônia, principalmente nas rodovias Belém-Brasília e Transamazônica. Além de imagens, também guarda sonhos e histórias de vida (escritos e/ou contados) de pessoas que fotografa nesses caminhos.

 O Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia é uma realização do jornal Diário do Pará com apoio institucional do Museu do Estado do Pará, do Sistema Integrado de Museus, SECULT e do Museu da UFPA; colaboração da Sol Informática e patrocínio da Alubar.

 Veja mais dicas sobre mostras, entrevistas e trabalhos profissionais nesse blog

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A IMPORTÂNCIA DO EQUILÍBRIO DE BRANCO

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Se o fotógrafo não conseguir reproduzir na fotografia as cores de maneira certa, não adianta trabalhar a combinação delas para compor imagens harmoniosas

É importante dominar o ajuste do equilíbrio de branco (white balance) na câmera para ter fidelidade de cor na imagem digital.

A cor da luz que ilumina os distintos cenários pode variar muito. Mesmo a luz natural muda ao longo do dia: está mais azulada de manhã, quase branca no meio do dia e se torna alaranjada ou rosada no final do dia. É diferente também quando está nublado.

A maior diferença, no entanto, está na luz artificial, dentro de casa, em salão de festas, em show etc.

O cérebro humano corrige naturalmente essas variações de luz enquanto na câmera o jeito é ajustar o equilíbrio de branco para conseguir uma reprodução de cor próxima à do que o olho vê.

Por padrão internacional, a temperatura da cor é medida em Kelvin, que vai do azul (2.000K) ao amarelo (9.000K), valores que são parâmetro para o equilíbrio de branco. Dependendo da câmera, é possível também ajustar as dominantes verde/magenta e vermelho/ciano.

O fotógrafo pode usar o modo automático de WB, mas muitas vezes o resultado não é o melhor. O mais recomendável é o modo “sol”, que corresponde à luz natural e próxima do que os olhos captam. Contudo, para um resultado ainda melhor, o ideal é ajustar manualmente o equilíbrio de branco.

Quando se sabe qual é a temperatura da cor da luz ambiente, é possível indicá-la para a câmera.

O fotógrafo experiente até consegue avaliar qual é a temperatura. O mais eficiente, entretanto, é medir a cor da luz numa superfície cinza neutra ou branca com a própria câmera no modo de ajuste manual. Pode ser usado cartão cinza neutro ou até uma folha de papel sulfite. De improviso, é possível medir o branco nas nuvens ou mesmo na palma da mão diante de falta de opção.

Se a foto for feita em formato RAW, o White balance pode ser ajustado depois, na pós-produção, sem perda de qualidade (mas, para efetuar esse ajuste com eficiência, é preciso usar um monitor perfeitamente calibrado).

O equilíbrio de branco também permite enfatizar uma situação e brincar com as cores. No modo Pôr do Sol, por exemplo, a imagem pode puxar para rosa ou amarelo (para um resultado alaranjado) ou para o azul (para um resultado mais rosado). Outra opção é passar para o modo Nublado, que enfatiza os tons laranja.

O efeito chamado de “noite americana” é outro recurso interessante que resulta do ajuste WB. O nome vem do cinema e a ideia é recriar um ambiente noturno durante o dia. Para isso, ajusta-se o modo Tungstênio (ou puxa-se o equilíbrio das cores para azul ou verde) e reduz-se a exposição em 2 ou 3 pontos. Para melhorar o resultado, é possível tirar um pouco de saturação na pós-produção.

ENDENDA:

A cor da luz que ilumina os distintos cenários pode variar muito e isso pode alterar as cores.

A temperatura da cor é medida em Kelvin e vai do azul (2.000K) ao amarelo (9.000K).

O modo sol, no ajuste de WB é o mais recomendável para a maioria das situações; o automático não é confiável.

Para medir o branco antes de fotografar pode-se usar um cartão de cinza neutro, uma superfície branca ou até a própria palma da mão.

O ajuste da WB também pode ser usado para fazer imagens criativas, puxando as cores para tons mais quentes ou mais frios.

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UMA MELHOR MANEIRA DE SE DIRIGIR UMA POSE

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Passei muitas décadas fotografando e ensinando como fotografar retratos e dizendo para as pessoas coisa como: “Mova-se um pouco para a esquerda!”

Não a minha esquerda. A outra esquerda. Isso é chato porque a pessoa se sente um idiota por mover-se na direção errada, você fica frustrado porque acabou de movê-la na direção errada e isso tudo simplesmente não tem de acontecer se você usar esse grande truque.

Pare de dar instruções para pessoa se mover para esquerda-direita, em vez disso, simplesmente mantenha a mão em sua frente e então mova a mão na direção em que você quer posicioná-la, ela irá conseguir seguir esse movimento.

Você pode usar essa técnica da mão a fim de movê-la para frente e para trás, e para inclinar a cabeça em outra direção (não mais “incline a cabeça para esquerda”) Outra dica é escrever o nome da modelo em um pedaço de fita adesiva branca e colá-la na parte traseira da câmera. Assim você nunca esquecerá o nome da pessoa e sempre poderá se referir a ela pelo nome.

DICA: Organize Tudo Antes Que Eles Cheguem

Se você fizer uma sessão de fotos em estúdio, mantenha a pessoa fotografada à vontade e relaxada o máximo possível, e um modo de fazer isso é não a deixar esperando – configure teste e certifique-se de que tudo está pronto antes dela chegar ao estúdio. Caso contrário, além de você não parecer profissional para o modelo, ele se sentirá desconfortável sentado lá e não posando enquanto você está testando tudo.

EVITE MOSTRAR MUITO DO “BRANCO DOS OLHOS”

Uma coisa que destrói vários retratos em que as pessoas não olham diretamente para a câmera é quando você vê muito do branco dos olhos. Felizmente, depois de entender o problema, há uma solução muito fácil; peça para que elas olhem para esquerda (ou direita) em relação à posição da câmera.

Normalmente mantenha a mão esticada para o lado e peço para o modelo olhar para onde exatamente minha mão está. Se ele olhar continuamente para essa posição, você verá boa parte da íris e não terá aquela aparência assustadora do efeito do “olho branco”. Agora, para olhos maiores e mais atraentes: peça para a pessoa abaixar o queixo um pouco. Osso coloca um pouco mais de “branco” sob a íris, e faz os olhos dela parecerem maiores e melhores.

DICA: Apenas Fotógrafos Se Importam Com As Características do Reflexo Dos Olhos

Catch lights, ou reflexo nos olhos, são reflexos brancos da fonte de luz que aparecem nos olhos do modelo. Eles são importantes porque adicionam vida e brilho aos olhos – sem eles, os olhos parecem mortos. Mas as únicas pessoas que nunca notam ou se importam com a forma, o tamanho ou a posição do brilho dos olhos (ou reflexos nos óculos de sol do modelo) são outros fotógrafos.

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CONSTRUÇÕES ANTIGAS E MODERNAS

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Você pode fotografar paisagens urbanas com algo à parte da vida das pessoas que ali vivem – em outras palavras, como arquitetura

Isso não se resume apenas a fotografar novos conjuntos comerciais ou catedrais antigas: na verdade, arquitetura diz respeito a todas as construções, das vernáculas às formais.

Ela tanto tem a ver com casas geminadas de tijolo a vista e com chalés, quanto com palácios, castelos e arranha céus. Inevitavelmente, o ângulo é a primeira coisa a ser considerada.

É uma metrópole ou cidade, muitas vezes é uma questão apenas de encontrar uma vista desobstruída. Se você já sabe quais prédios ou ruas deseja capturar, prepare-se para caminhar um bocado.

Considere também se não seria melhor fotografar de um ponto mais elevado ou de outro prédio próximo, em vez de fotografar da rua, isso requer pedir permissão para alguém, que nem sempre é muito fácil de conseguir, mas pode valor a pena. Uma dica é olhar ao redor do prédio que for fotografar – se você tiver uma linha de visão direta de um ponto privilegiado, então será possível enxergar o local onde você está agora.

De todos os pontos da cidade, a vista de cimas é uma das mais procuradas – um ponto que dá uma visão geral de tudo. Esses pontos costumam ser muito conhecidos localmente e, em geral, estão nos cartões postais.

Normalmente, existem três situações previsíveis: do topo de um edifício mais alto; de um lugar elevado qualquer, tal como uma colina; e do lado oposto de alguma área aberta, como um rio ou parque.

A iluminação é tão importante para as paisagens urbanas quanto naturais – possivelmente é mais, pois os reflexos dos vidros e as sombras dos edifícios vizinhos dão maior variedade. Mais do que isso, a iluminação artificial pode transformar completamente a paisagem ao cair a noite, podendo até melhorar.

A iluminação de rua e as luzes internas dos edifícios e holofotes de grandes construções públicas podem dar um efeito colorido quando combinadas, embora seja impossível de prever, a menos que você já conheça o lugar.

Uma coisa é praticamente certa, o horário nobre para fotografar paisagens urbanas à noite é o curto período logo após o anoitecer. Se você esperar escurecer, o contorno dos edifícios desaparecerá contra o céu noturno. Por isso o inverno normalmente é melhor que o verão, uma vez que as lojas e escritórios ainda estão abertos quando chega o crepúsculo (dependendo da latitude).

A cor da iluminação artificial varia mais do que os nossos olhos conseguem perceber, porque a visão humana acomoda-se muito facilmente às diferenças. A iluminação fluorescente tem quebras no seu espectro, que um sensor de imagem registra com precisão, e o resultado geralmente é esverdeado.

Nesse ponto, a iluminação de vapor quase sempre é pior – as lâmpadas de vapor de sódio dos postes de rua não fornecem o azul, enquanto as antigas luzes de tungstênio são mais alaranjadas do que a luz do dia. A fotografia digital traz a solução, em parte, na forma de equilíbrio de branco no momento do disparo, e também mais tarde, durante a edição de imagem, na qual até mesmo os problemas de cor mais intratáveis podem ser corrigidos.

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A QUE ALTURA POSICIONAR A CÂMERA E O TEMA?

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Retratos geralmente parecem melhores quando você posiciona a câmera no nível dos olhos da pessoa, portanto, monte o tripé de modo que você possa fotografar nessa altura

Agora, a que distância você deve posicionar o tripé em relação ao modelo? A distância focal determinará isso para você, mas se estiver a 2,5-3 metros da pessoa, dependendo da sua objetiva, essa é uma boa distância.

Para obter o visual e a perspectiva certos em fotografias de corpo inteiro, o truque é fotografar a partir de um ângulo realmente baixo – deitado ou sentado no chão com as pernas cruzadas. Isso faz com que as pernas do modelo pareçam mais longas, o corpo mais alto e mais fino, e até muda a aparência da iluminação no fundo.

Se você estiver fotografando retratos, especialmente quando estiver usando retrato espontâneo ou no estilo editorial, há uma regra que vários profissionais utilizam sobre onde posicionar os olhos do modelo no quarto – posicione-os a 1/3 da altura de cima para baixo do quadro.

Esse truque dá a seus retratos mais interesse visual, e é fácil de fazer ao compor a fotografia. Outra dica para fazer bons retratos é: tente dar um zoom para aproximar o rosto do modelo até preencher quase todo o quadro. Experimente também se aproximar o bastante para que a parte superior do cabelo ou o topo da cabeça sejam cortados e se estendam para fora do quadro.

Essa é uma aparência muito popular em fotos profissionais de rosto, e você vê isso o tempo todo em revistas, anúncios e na web, por isso não tenha medo de cortar o cabelo ou a parte superior da cabeça – isso pode ajudar a criar um retrato mais dinâmico.

DICAS: A Vantagem de Fotografar uma Pessoa Sentada

Se o modelo se sente estranho ou desconfortável estado de pé, faça-o sentar-se (experimente um banquinho de posas). Embora você tenha que fotografar em uma posição mais baixa, a maioria das pessoas sente-se mais confortável sentada do que em pé.

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OBTENDO O MELHOR RETORNO!

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A maioria dos bons tripés disponíveis atualmente são fabricados a partir de dois materiais: alumínio e fibra de carbono

Os tripés de alumínio são leves, embora não tão leves quanto aqueles de fibra de carbono, e custam muito menos.

Os tripés de fibra de carbono são os mais resistentes e mais leves, e o material amortece naturalmente as vibrações.

Um fator a ter em mente quando se envolve a aquisição de tripés é saber que vale a pena investir. A economia de uns poucos dólares com tripés, ainda que você seja um amador, provavelmente não valerá a pena em longo prazo.

 Ninguém deseja incorrer em gastos desnecessários; porém, a aquisição de um tripé junto a um grande varejista é uma receita para a catástrofe.

Muitos desses tripés são feitos de plástico, e não possuem peças substituíveis. Assim, se a menor peça quebrar, será provavelmente a hora de jogar aquele conjunto no lixo.

Vá até a sua loja local de venda de câmeras, e leve a sua câmera, para certificar-se de que estará adquirindo o tripé de que necessita para a fotografia que pretende criar.

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LUZ DIRETA, CONTRASTADA, VINDA DE JANELA

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Um modelo em pé diretamente na frente de uma grande janela de vidro, de modo que não há nada lá para suavizar ou difundir a luz

O sol está bem alto no céu e a luz do sol brilhante está entrando pela janela de maneira angular.

Imagine o modelo posicionado bem próximo da janela, pois, para esse visual, eu quero uma luz muito nítida e contrastada (posicioná-lo bem perto da janela é o oposto do que eu faria se fosse fotografar uma mulher e quisesse uma luz suave, difusa).

Então, é isto: luz direta incidindo a partir de uma janela alta. Sem difusão, nada além da luz direta. Fazer o modelo usar uma camisa de cor escura torna esse visual mais fácil. Usaria uma objetiva de 70-200 mm e f/2.8, zoom de 95 mm, com diafragma em f/4.5.

Se há muita luz no quarto, então para criar um visual escuro, expressivo, fotografe no modo prioridade de abertura, usando a compensação de exposição para escurecer a cena em 1.7 pontos. Embora esteja escurecendo o ambiente em torno do modelo, o rosto ainda será iluminado pela luz solar direta.

Aproveite para rever mais dicas sobre fotografia e iluminação nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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CONHEÇA MELHOR SEUS ACESSÓRIOS!

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A câmera juntamente com a objetiva, o flash e o tripé, formam o kit fotográfico básico para toda a obra. Entretanto, além desses quatro itens principais, há outros acessórios disponíveis no mercado que podem ajudar, de algum modo, quando você sair para clicar suas fotos

Isso inclui mochilas ou cases (estojos) para armazenar o seu kit, filtros especiais para acoplar na objetiva, cartões de memória (a maioria das DSLRs e mirrorless não vem com cartão de memória incluído de fábrica) e baterias sobressalentes.

MOCHILAS E CASES

Dura ou suave, sobre os ombros ou no estilo mochila – as bolsa e cases para câmeras vêm em diferentes formatos, tamanhos e materiais. Escolha uma em que se adeque às suas necessidades.

FILTROS PARA OBJETIVAS

Embora a edição digital possa imitar os efeitos de filtros tradicionais, há pelo menos dois filtros que continuam inestimáveis e cujo efeito não pode ser facilmente imitado. O filtro de densidade neutra (ND) bloqueia parcialmente a luz e permite aumentar o tempo de exposição e os filtros polarizadores intensificam o céu e reduzem os reflexos.

CARTÕES DE MEMÓRIA

Atualmente há vários tipos de cartões de memória disponíveis, mas sua câmera só aceita um deles, por isso, confira se está comprando o correto. A capacidade deles é medida em “gigabytes” (GB): se além das fotos você pretende gravar vídeos, é recomendado um cartão de alta capacidade (16GB+) e de alta velocidade.

1. Abra o Compartimento

Desligue a câmera, veja onde está o compartimento de memória (geralmente na lateral da câmera) e deslize-o para abrir.

2. Confira a Direção

O cartão só encaixa do lado correto, por isso verifique a posição certa antes de inseri-lo na câmera.

3. Insira o Cartão

Pressione o cartão de memória totalmente dentro do compartimento (dá para ouvir um “clique”) e feche o, compartimento.

BATERIAS

Atualmente as baterias de câmera são mais duráveis.

Entretanto, como qualquer bateria, de tempos em tempos em tempos elas precisam de recarga. As baterias não duram para sempre, por isso, em algum momento elas precisam ser substituídas. Para não ser pego de surpresa, sempre carregue uma bateria extra na bagagem.

1. Abra o Compartimento

Encontre o compartimento de bateria, geralmente localizado na base da câmera.

Pressione-o para destravá-lo…

2. Insira a Bateria

… e deslize a bateria. Assim como os cartões de memória, a bateria só se encaixa do lado correto e não deve ser forçada.

3. Trave a Bateria

Empurre a bateria toda até o fim. Você ouvirá um clique. Feche e trave o compartimento.

Aproveite para rever mais dicas sobre câmeras e acessórios nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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