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FINALISTA DO PRÊMIO MTD DE FOTOGRAFIA É ACUSADA DE PLÁGIO

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A foto tirada por Cossatis (à esquerda) e a foto tirada por Hagge (à direita)

Cid Costa Neto/Resumo fotográfico

No início deste mês de fevereiro, foram divulgados os trabalhos finalistas da primeira edição do Prêmio MTD de Fotografia, promovido pela associação cultural Movimento Territórios Diversos.

Porém, o que deveria ser um evento de celebração à fotografia, ficou marcado por uma grande polêmica: O fotógrafo carioca Leonardo Cossatis, finalista na categoria Profissional do concurso, foi acusado de plágio pela fotógrafa amazonense Maria Di Andrea Hagge.

Hagge é autora do projeto “Lambe Lambe – Sonhos ambulantes”, que consiste em reeditar a cultura do fotógrafo lambe-lambe através de uma performance fotográfica.

 Ela monta um cenário e assume o papel do fotógrafo ambulante Seu Rosa, realizando retratos das pessoas no local, com trajes e objetos de época. As imagens então são expostas em um varal e disponibilizadas ao público.

Em julho de 2013, Hagge realizava mais uma edição do seu projeto no bairro de Sepetiba, na cidade do Rio de Janeiro.

Após uma das produtoras locais ter dito que seus pais nunca se casaram na igreja, a fotógrafa decidiu celebrar a cerimônia fazendo um retrato do casal em seu teatro fotográfico. Durante a ocasião, o fotógrafo Leonardo Cossatis capturou imagens da performance e, mais recentemente, decidiu inscrever uma das fotografias que tirou no concurso.

A fotografia de Cossatis foi classificada como finalista, porém, Hagge usou as redes sociais para protestar: “A produção, a ideia, os figurinos tudo nessa foto fui eu q fiz e idealizei!”, escreveu a fotógrafa.

No dia 13 de fevereiro, o Prêmio publicou uma nota informando que a foto participante estava sendo suspensa e que seria realizada uma reunião para julgar se a foto teria ou não direito de continuar no concurso, além de consultar as questões jurídicas a respeito.

Em seu perfil no Facebook, o fotógrafo explicou que foi convidado pela produção a participar como colaborador. “Durante o evento fiz fotos de todos os ângulos e para todos os fins fotografando inclusive a pedido entusiasmados dos participantes.

Como faço em muitos outros trabalhos, mesmo para grandes e renomadas empresas. Mesmo assim me sendo permitido publicar, quando livre de direitos contratuais, como obra de minha criação pela própria função em que desempenhei.”

No dia 15, a organização publicou uma nota oficial a respeito do caso, ratificando a participação da foto como finalista do concurso, por “absoluta ausência de quaisquer violações ao regulamento do Prêmio, ou que sejam relativos aos direitos de terceiros, seja de natureza personalíssima, direito autoral e/ou direitos civis e penais, os quais não nos cabem deter enquanto organizadores”.

O fotógrafo Milton Guran, entrou em defesa de Hagge: “Apresentar essa imagem assinada por Leonardo Cossatis como finalista do Prêmio seria apenas um equívoco não fosse o fato de que a imagem em questão não e da sua autoria.

Ela é um recorte de uma instalação de autoria de Maria Di Andrea. Nem precisa ser advogado, basta ter bom senso para ver que isso é plágio e apropriação indébita de obra alheia.”

Fonte: https://goo.gl/uAdq3h

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SITE FAZ INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL CRIAR FOTOS DE PESSOAS QUE NÃO EXISTEM

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Site é capaz de criar “fotos” usando algoritmos de aprendizagem e redes neurais virtuais

Flávio A. Priori/Fhox

Todas as fotos que você vê nessa matéria tem uma coisa em comum: são de pessoas que não existem.

Todas elas foram criadas por um inteligência artificial. Foram todos gerados pelo site This Person Does Not Exist (Essa Pessoa Não Existe) usando uma tecnologia elaborada por pesquisadores da NVIDIA. Vide link  https://thispersondoesnotexist.com/

A tecnologia utiliza redes virtuais neurais chamadas de GAN (Generative Adversarial Network) e já havia sido demonstrada no final do ano passado em um artigo. Agora ela ganha um acesso mais prático através do site This Person Does Not Exist, criado pelo engenheiro de software Phillip Wang.

Wang comenta, em um post no Facebook,  que seu objetivo em levantar o site é fazer com que as pessoas tenham ciência desse tipo de tecnologia. “Cada vez que você atualiza o site, a rede irá gerar uma nova imagem facial do zero baseada em um vetor de 512 dimensões”.

No trabalho divulgado no final do ano, os pesquisadores da NVIDIA afirmaram que a tecnologia não serve somente para desenhar rostos humanos. É possível aplicar o conceito com animais, ambientes e veículos. Impressionante, não? Quem for acessar o site, é preciso atualizar o browser para gerar novos rostos.

Veja + fotos: https://goo.gl/Mp7c4L

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COMO ALTERAR O MODO DE FOTOMETRIA

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Ao se deparar com condições de luz ou temas difíceis, experimente alternar para uma opção diferente

  1. Criative Zone

Para alterar a fotometria, é preciso estar em um dos modos da Zona criativa, como P. Tv, Av ou manual. Use o Disco de Modos para selecionar um deles.

  1. Botão de Fotometria

A maioria das DSLRs Canon tem um botão especial para fotometria (com um ícone de modo Avaliativo), com exceção da T2i, T3i e T4i que não possui esse botão de acesso rápido.

  1. Alteração

Pressione o botão para ativar o ajuste, depois gire o disco de controle no topo da câmera para deslizar entre os diferentes sistemas de fotometria. O modo padrão é o Avaliativo.

  1. Controle “Quick”

É possível ver qual o modo ativo no LCD no topo da DSLR ou no monitor traseiro. Na T3i, a única forma de alternar o modo é por meio da tela do controle “Quick” – pressione “Q” para ativa-lo.

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COMO ALTERAR O MODO DE FOTOMETRIA

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Ao se deparar com Condições de Luz ou Temas Difíceis, Experimente Alternar para uma Opção Diferente

  1. Criative Zone

Para alterar a fotometria, é preciso estar em um dos modos da Zona criativa, como P. Tv, Av ou manual. Use o Disco de Modos para selecionar um deles.

  1. Botão de Fotometria

A maioria das DSLRs Canon tem um botão especial para fotometria (com um ícone de modo Avaliativo), com exceção da T2i, T3i e T4i que não possui esse botão de acesso rápido.

  1. Alteração

Pressione o botão para ativar o ajuste, depois gire o disco de controle no topo da câmera para deslizar entre os diferentes sistemas de fotometria. O modo padrão é o Avaliativo.

  1. Controle “Quick”

É possível ver qual o modo ativo no LCD no topo da DSLR ou no monitor traseiro. Na T3i, a única forma de alternar o modo é por meio da tela do controle “Quick” – pressione “Q” para ativa-lo.

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FOTOMETRIA PARCIAL E PONTUAL

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Da esquerda para a direita. Modos de fotometria: matricial, parcial e pontual

As fotometrias Parcial e Pontual fazem suas leituras a partir de pequenas áreas ao centro do quadro.

A parcial usa aproximadamente 10% da cena, enquanto a Pontual foca em uma área central simples – cerca de 2-4% do quadro.

Elas são imbatíveis para fazer leituras precisas de diferentes objetos em cena ou quando se deseja evitar que a câmera seja enganada por áreas de brilho ou escuridão excessivas, quando por exemplo, o tema é iluminado por um feixe de luz.

O problema como esses modos é que, se há um tema que não esteja refletindo aos 18% de luz que recai sobre ele (se não é meio-tom, por exemplo), a imagem pode ficar mal exposta.

Temas claros refletirão mais luz do que os meios-tons, por isso, sistema de fotometria irá subexpor para criar uma exposição próximas aos 18% de cinza; é por isso que fotos de neve podem, muitas vezes, parecer sujas e opacas. Temas escuros refletem menos luz, por isso o fotômetro os superexpõe, para obter os mesmos 18% cinza; faça a leitura Parcial de um carvão e a foto parecerá queimada.

Nessas circunstâncias, a melhor abordagem é fazer uma foto teste, checar o histograma, depois regular uma exposição de compensação conforme necessário. Diferentemente do método Avaliativo, o resultado de um método “não inteligente” é consistente e previsível.

Faça a leitura Pontual de uma ave branca e você precisará regulara mais ou menos, +1 a +2 pontos de compensação para deixa-la clara. Se fizer o mesmo em uma ave negra precisará de -1 a -2 pontos de compensação para deixa-la negra em vez de cinza opaco.

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COMO USAR OS MODOS DE FOTOMETRIA

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A câmera Canon EOS possui três ou quatro modos de fotometria

Aprenda como Medir a Luz para Obter Fotos sempre bem expostas.

Fotografia é a captação de luz e o sistema de fotometria DSLR é determina quais ajustes serão usados para captá-la.

Quando o botão disparador é pressionado até a metade, a câmera ativa o sistema de fotometria que então mede a quantidade de luz que está sendo refletida pelo tema na objetiva. Uma combinação de abertura de velocidades sugeridas para uma boa exposição, baseadas nas condições de luz e sensibilidade ISO, aprece no visor.

A câmera DSLR possui três ou quatro modos de fotometria, conforme ilustração acima dependendo de cada modelo. Cada um desses modos mede a luz progressivamente de uma área do quadro e obtém a melhor exposição dependendo do odo para o tema escolhido.

O modo padrão é o Matricial ou Avaliativo que é modo “inteligente” da Canon.

Embora não seja percebido pelo visor, esse sistema funciona dividindo o quadro em uma série de zonas. A quantidade de luz é analisada em cada uma dessas zonas e a câmera calcula um ajuste de exposição que produza um resultado equilibrado.

O avaliativo aplica, essencialmente, sua própria compensação de exposição; o sistema detectar que as áreas externas são consideravelmente mais claras do que as áreas do meio, ele pode interpretar isso como um tema em contraluz e aumentar a exposição.

Já as câmeras Canon EOS 7D, trouxeram o sensor de fotometrias iFCL 63-zone. O sistema de “foco inteligente, Cores e Luminância (iFCL) não mede apenas o brilho e as cores; ele também prioriza a exposição para as partes da foto que estão em foco”.

A fotometria Avaliativa é a opção que você deve escolher quando usar o Imagem Vivo, que também oferece a forma mais rápida e fácil de obter fotos bem expostas. Entretanto, como todo sistema “inteligente”, ele pode se perder em algumas condições de luz complexas.

O Avaliativo não leva em conta qualquer efeito criativo que o fotógrafo esteja tentando obter, como uma silhueta, põe exemplo. Nessas situações, é preciso regulara alguma compensação de exposição para obter resultado desejado.

Os outros modos de fotometria são o Central, Parcial e, dependendo da câmera, o Pontual.

É possível referir-se a eles como “não inteligentes”, pois não analisam a cena à frente deles e não aplicam compensação de exposição. Esses modos básicos são configurados para conseguir, simplesmente uma exposição média de 18% de cinza para poder se adequar à quantidade de luz refletida por um tema em meio-tom.

A Central faz a leitura da cena, mas tende a usar a área central. É uma herança das velhas Canon FD de filme e gera bons resultados para retratos, em que o tema estará posicionado, provavelmente, ao centro da imagem.

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UTILIZANDO UM TELE CONVERSOR PARA APROXIMAR AINDA MAIS

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Tele conversores é uma maneira bem prática e relativamente barata de se aproximar bastante da ação

O que eles fazem é aumentar a distância focal da objetiva, normalmente 1.4x mais próximo, 1.7x mais próximo ou mesmo 2x mais próximo (embora só recomende o tele conversor de 1.4x, porque a qualidade não muda visivelmente como acontece com um extensor de 1.7x ou 2x).

Desde que você compre um tele conversor de qualidade (tanto Nikon como a Canon produzem alguns muito bons), há apenas uma potencial desvantagem: você pode perder em torno de um ponto de diafragma da luz para cada 1.4x (mais para aqueles de maior alcance).

Assim, se f/2.8 for o número mais baixo da objetiva atinge, ao adicionar um tele- conversor, agora o número mais baixo será f/4. Digo a potencial desvantagem porque, se fotografar em plena luz do dia, perder um ponto do diafragma da luz não é um grande problema para você.

Mas, se fotografar sob a iluminação de um estádio à noite, isso então será um problema, porque você não pode se permitir perder esse ponto de diafragma de luz – ele poderia significar a diferença entre fotos nítidas e movimento desfocado.

Um tele- conversor é minha primeira opção quando…fotografo esportes ou vida selvagem sob forte claridade da luz do dia.

Como Limpar Uma Objetiva

É importante limpar as objetivas antes de começar a fotografar sempre que você vir sujeira nela. Você pode usar um pano de limpeza de lente simples, mas é melhor começar soprando qualquer sujeira da face da sua lente usando um pequeno soprador manual.

Tele conversores Não Funcionam Em Todas as Objetivas

Antes de comprar um tele conversor, certifique-se de que ele funciona com sua objetiva – nem todas as objetivas funcionarão com um tele conversor. Verifique o catálogo dos tele conversores, que normalmente lista as objetivas que funcionam ou não com eles.

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QUANDO UTILIZAR OBJETIVAS ZOOM “TUDO EM UM”

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As objetivas Canon e Nikon mais populares são as de zoom de 18-200mm, porque elas fazem tudo

Elas se transformam de uma grande angular perfeita em uma excelente telefoto e você nunca precisa trocar as objetivas.

O melhor de tudo é que elas são compactas e bem leves, e relativamente baratas se comparadas a algumas objetivas zoom mais caras com um alcance menor, Essas objetivas são ideias para fotografia de viagem (quando você não quer carregar uma bolsa de câmera o dia todo), para fotografar caminhadas, para fotografar cidades e mesmo par paisagens que você fotografará em um tripé.

Tenho uma dessas objetivas de 18-200mm e honestamente, ela é demais. Atualmente você verá alguns fotógrafos em fóruns online dizer que essas objetivas estão basicamente em uma escala mais baixa porque elas não são tão nítidas quanto poderia ser, ou elas não são tão boas como as objetivas mais caras etc. Não deixe isso enganá-lo.

Não conheço um único fotógrafo que na verdade tenha uma dessas e que não adore, principalmente porque, quando ela está na câmera, você nunca vai dizer: “Oh, perdi aquela foto porque não tinha objetiva correta”, porque ela faz tudo com uma única lente.

Quanto à qualidade, imprimi uma foto de 30×40 que fiz com essa objetiva enquanto estava de férias, emoldurei e a coloquei na parede de minha casa. Todo mundo adora, e a aparência é sempre perfeitamente nítida e viva. Essa objetiva é minha primeira opção quando…saio de férias.

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AS ORIGENS DO FILME COLORIDO

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O filme de slide Kodak Kodachrome foi lançado em 1936

Na década de 1840, estúdios de retrato começaram a oferecer retratos daguerreótipos coloridos á mão; a cor era adicionada com um pincel diretamente na superfície espelhada.

Em 1861, o físico James Clerk Maxwell fotografou uma fita de tartan através de filtros vermelho, verde e azul e sobrepôs as transparências para criar uma imagem colorida. Esse uso do vermelho, verde e azul é a base de todas a fotografia colorida.

Demoraram quase outros 50 anos antes do primeiro método prático de criar fotografias coloridas foi lançado. Criado pelos irmãos franceses Auguste e Louis Lumière, o processo autocromo dominou o trabalho em cores durante o primeiro quarto do século XX.

O autocromo usava chapas de vidro sensíveis revestidas com milhões de grãos de laranja, verde e violeta de amido de batata.

Esses grãos criavam transparências em vidro únicas e grandes que podiam ser projetadas pela lanterna mágica ou vistas contra a luz ou em caixas de luz. A rede de grãos de amido no autocromo faz as imagens sempre parecerem granuladas, como pinturas pontilistas. Os fotógrafos que usavam autocromo incluíam Jacques-Henri Lartigue e Léon Gimpel.

Muitos processos alternativos de cores foram promovidos utilizando princípios semelhantes, incluindo o sistema Vivex, que foi usado para alcançar um efeito brilhante criado por Madame Yevonde no início da década de 1930. Ela fazia seus clientes ricos posar – principalmente duquesas – em posturas falsamente clássicas e usava as cores intensas e suntuosas para acentuar a beleza delas..

 O sistema Vivex era semelhante ao processo Technicolor de cores vibrantes de filme de cinema, também lançado na década de 1930. Veja os filmes E o vento levou (1939) e Branca de Neve e os sete anões (1973).

O filme de slide Kodachrome foi lançado em 1936  e tornou-se a escolha preferida de muitos fotógrafos profissionais por suas cores intensas e saturadas e corantes coloridos de longa duração.

O filme colorido foi introduzido no final da década de 1940, juntamente com outros filmes de slide.

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FOTOGRAFIA RETRATO: UM OLHAR PARA ALÉM DA LENTE – TCC

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Retrato: Sebastião Salgado

CURSOS DE FOTOGRAFIA PROFISSIONALIZANTE – TRABALHOS DE ALUNOS – FOCUS ESCOLA DE FOTOGRAFIA – TCC

TEMA:  FOTOGRAFIA RETRATO: UM OLHAR PARA ALÉM DA LENTE

ALUNA:  CRISTIEN LATANZI GONÇALVES

ESCOLA FOCUS DE FOTOGRAFIA
São Paulo – SP
Fevereiro/2019

RESUMO 

Este trabalho tem como objetivo a apresentação do estilo de fotografia retrato, bem como seu surgimento e como este se insere na atualidade.

O trabalho traz nomes de fotógrafos brasileiros renomados, bem como, de fotógrafos internacionais e algumas de suas fotografias que se destacam. Também serão apresentados técnicas e equipamentos mais utilizados para a realização da fotografia retrato. 

Palavra chave: retrato, fotógrafo, luz, fotografia, técnicas, Sebastião Salgado

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” FOTOGRAFIA: RETRATO UM OLHAR PARA ALÉM DA LENTE – TCC  “

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Confira opinião de Ex-Alunos: https://goo.gl/yRlkM9
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