Christian Cravo inaugura exposição com fotos de seis países

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Christian Cravo registrou a natureza de países da África em preto e branco

Em agosto de 2009, o fotógrafo Mario Cravo Neto morreu vencido por um câncer de pele. Em janeiro de 2010, um terremoto de 7.0 na escala Ricther deixou 300 mil vítimas fatais e dois milhões de desabrigados no Haiti.Pode não parecer, mas esses acontecimentos guardam algo em comum, pelo menos para Christian Cravo.

Filho de Cravo Neto, ele mal tinha se recuperado da perda do pai quando soube que também tinha perdido amigos no país onde havia trabalhado por dez anos para produzir o ensaio Nos Jardins do Éden. “Foram dois momentos de extrema crise, de decepção com a natureza humana e sua fragilidade.

Depois disso, quis evitar o contato com o ser humano e foi o que me levou à África”, conta o fotógrafo, que investiu em incursões por seis países para registrar flagrantes da natureza.

Acesso a parques

O resultado dessa imersão está no Palacete das Artes (Graça) sob o título de Luz e Sombra, exposição que o fotógrafo inaugura hoje à noite. São fotografias em preto e branco clicadas na Namíbia, Botsuana, Zâmbia, Quênia, Uganda e Tanzânia. Sempre em parques nacionais de acesso restrito, cuja entrada dependia de alguns meses de negociação e burocracia. “Era isso que me permitia fotografar um leão a três metros de distância, em vez de trinta”, conta Cravo. Aliás, o rei dos animais é um dos destaques. “O leão é lindo, mas também é o retrato da força bruta”. Uma tempestade de raios e a migração de uma manada de guinus completam o trio de fotos que poderiam resumir a mostra. “Uma é a representação da agressividade da natureza, a outra é a força da coletividade”, conceitua o artista.

Autocuradoria

 Outras 39 imagens também estão expostas. Parece um número robusto quando se pensa na dimensão das fotos: 1,10 x 1,70 m. Mas é difícil imaginar como se deu esse recorte quando o fotógrafo conta que passou 15 dias em mata fechada para conseguir uma imagem específica e que uma única viagem podia render mais de seis mil cliques. O primeiro critério de seleção é ele mesmo que se impõe.

“Não tenho o hábito de analisar as imagens in loco.  Comecei a fotografar na era analógica e acho que a fotografia precisa de um tempo para amadurecer. Geralmente eu volto de viagem, salvo as imagens em HDs e só vou olhar meses depois”, revela. Dessa forma, ele assume um papel geralmente delegado a terceiros. “Acho que o melhor curador de um trabalho é o próprio artista”, avalia Christian Cravo. Mas ele se submete a um segundo crivo, o de Adriana, esposa e co-curadora dos seus projetos.

Com a ajuda dela, Luz e Sombra ganha, ainda, um catálogo com 49 fotografias. Embora admita que o projeto tenha vocação para ganhar continuidade, dada a dimensão do continente africano, a decisão do fotógrafo foi a favor de uma pausa. A causa é justa, já que o casal aguarda a chegada da terceira filha.

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O quê: Exposição Luz e Sombra, de Christian Cravo

Quando: Abertura nesta terça-feira, 29, às 19h | Visitação: Seg a sex, das 13 às 19h; sáb, dom e feriado, das 14 às 19h – até 9 de novembro

Onde: Palacete das Artes (Rua da Graça, 284)

Quanto: Gratuito

Fonte: http://goo.gl/z0GT2D

Sobre o autor

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