COMO USAR O MODO MANUAL?

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Veja como voltar ao básico pode ajudar a obter o controle total da imagem

Para muitos, o “M” no disco de
modos é sinônimo de “Mistério”. Mas não é preciso ter medo do modo Manual.

Ele continua a usar os mesmos
elementos mostrados nas aulas práticas anteriores – abertura, velocidade e ISO
– porém todos eles são ajustados por você (se preferir é possível usar o Auto
ISO, que será abordado mais adiante). A boa notícia é que, se você gostou dos
modos Prioridade de Velocidade (Tv), já é um bom começo.

Nesses modos semiautomáticos
basta ajustar a abertura (em Av) ou a velocidade (em Tv) e a câmera regula o
restante para uma boa exposição.

Mas se esses modos de exposição
automática fazem boas fotos na maioria das situações, porque mudar para outro
modo mais complicado e que reduz sua velocidade? “Porque a maioria” não quer
dizer toda situação. Condição de luz extrema desafia o sistema de fotometria e
os modos semiautomáticos da câmera.

Cenas muito claras (como uma
paisagem coberta de neve) podem fazer a câmera subexpor, fazendo a neve ficar
cinza em vez de branca.

O inverso é verdadeiro – se estiver
fotografando cenas muito escuras, a câmera pode superexpor a imagem, fazendo-a
parecer queimada ou com falta de contraste.

É possível ajustar a compensação
de exposição para corrigir esses problemas, porém mudar para o modo Manual tem
vantagens. Ele trava a exposição, ou seja, para onde quer que você aponte a
câmera, a abertura e velocidade ajustadas não mudarão. Isso poupa de você ficar
verificando o histograma a cada clique, assim sua atenção fica voltada
totalmente para a composição.

Também é útil quando se sabe que
o tema provavelmente vai mover-se para diferentes fundos, como, por exemplo, um
pássaro voando no céu da floresta. Os modos de auto exposição tentam compensar
a mudança nos tons de fundo.

Ao escolher Manual, o fotógrafo
sabe que a exposição no tema não mudará. Pelo mesmo motivo, use o Manual quando
planejar fotografar panorâmicas.

Nesse caso, se você usasse um dos
modos semiautomáticos, a exposição poderia mudar para cada imagem. Ao travar
esses ajustes logo no início, ficará muito mais fácil mesclar as imagens
depois. Baixa iluminação, shows e fotografia com flash são também áreas em que
é mais vantajoso manter a exposição constante.

Para começar a usar o Manual, decida primeiro a prioridade de cena. Se for a profundidade de campo (quanto à cena parecerá nítida), ajuste antes da abertura desejada. Se tiver fotografando ação, ajuste primeiro a velocidade.

Em seguida, disque uma velocidade ou abertura complementar. Como saber qual ajuste estará correto? Usando como guia a escala de exposição no visor, na Imagem ao Vivo ou no painel LCD no topo da câmera.

Assim como ocorre quando se
ajusta a abertura de velocidade, você verá uma barra se mover para esquerda e
para direita na escala. Quando o marcador alinha-se com o centro da escala,
informa que é exposição sugerida pela câmera, baseado no tema e no sistema de
fotometria.

Como se sabe, essa informação pode estar incorreta. Para adicionar superexposição (de acordo com a escala), abra o diafragma ou use uma velocidade mais lenta – a barra se moverá em direção ao sinal ‘+’ na ponta direita da escala para clarear a imagem.

Para subexpor, faça o inverso: mova o indicador para ‘-‘ no lado esquerdo da escala para escurecer as imagens. Ajustar o ISO também produz efeitos similares.

Experimente o modo Manual e
descobrirá uma ótima ferramenta para controlar a exposição. Pode ser um pouco
duro no início e precisará desacelerá-lo, mas com o tempo você pega o ritmo e
valerá a pena!

Como no modo Manual a exposição
não é regulada automaticamente, é preciso fazer alguns ajustes se a luz mudar.
Cheque a exposição pelo histograma sempre que possível.

Muitas objetivas zoom usam uma
“abertura flutuante”, em que a abertura reduz conforme se faz o zoom. No modo
manual, isso leva a fotos subexpostas, a manos que você lembre-se de reduzir a
velocidade.

Para qualquer canto que você
aponte a câmera, a abertura e a velocidade não mudarão.

Aproveite para rever mais dicas de como usar o modo manual  nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das
aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

CONFIRA TCC DE ALUNOS DA ESCOLA FOCUS!  https://focusfoto.com.br/tag/tcc/

Opinião de Ex- Alunos que estudaram na
FOCUS!
https://goo.gl/C235XR
Blog de Fotografia:  https://focusfoto.com.br/blogs/

Flickr – Foto Galeria dos Alunos da Escola Focus
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Sobre o autor

ATENÇÃO: OS TEXTOS, MATÉRIAS TÉCNICAS, APRESENTADAS NESSE BLOG SÃO PESQUISADAS, SELECIONADAS E PRODUZIDAS PELOS ALUNOS, PROFESSORES E COLABORADORES DA FOCUS PARA USO MERAMENTE DIDÁTICO E COMPLEMENTAR ÁS AULAS DE FOTOGRAFIA NAS MODALIDADES DE CURSOS PRESENCIAIS OU A DISTÂNCIA EAD, MANTIDOS PELA FOCUS ESCOLA DE FOTOGRAFIA, SEM QUALQUER OUTRO TIPO DE PROPÓSITO, RELEVÂNCIA OU CONOTAÇÃO. PARA MAIORES INFORMAÇÕES CONSULTE https://focusfoto.com.br A Focus é a única escola de fotografia no Brasil, que oferece ao aluno o direito de obter seu REGISTRO LEGALIZADO DE FOTÓGRAFO PROFISSIONAL, emitido pelo Ministério do Trabalho, por meio de cursos com carga horária total de 350 horas, incluindo períodos de estágio, preparo e defesa de TCC OS CURSOS DA FOCUS ESCOLA DE FOTOGRAFIA SÃO RECONHECIDOS PELA LEI N. 9.394, ARTIGO 44, INCISO 1 (LEI DE EDUCAÇÃO) O REGISTRO DE FOTÓGRAFO PROFISSIONAL é unificado, sendo o mesmo obtido pelas melhores Universidades Públicas do Estado de São Paulo. E você poderá obtê-lo EM QUALQUER MODALIDADE DE CURSOS DA FOCUS, presenciais ou a distância EAD em menos de 6 meses de curso. O aluno obterá seu REGISTRO DE FOTÓGRAFO PROFISSIONAL diretamente nas agências regionais do Ministério do Trabalho e Emprego. Este registro é fundamental para o exercício legal da profissão, constituição de seu próprio negócio, ingressos em concursos públicos e processos admissionários em empresas de fotografia, públicas ou particulares, bancos de imagens, agências de notícias, jornalismo e consularização de seu registro de fotógrafo, caso queira trabalhar em outros países ou Ongs. Internacionais, como "FOTÓGRAFOS SEM FRONTEIRAS" entre outras modalidades. SEJA FOTÓGRAFO DEVIDAMENTE REGULAMENTADO. QUALIDADE E EXCELÊNCIA EM EDUCAÇÃO FOTOGRÁFICA É NOSSO DIFERENCIAL HÁ MAIS DE QUATRO DÉCADAS. Os alunos recém-formados pela Focus competem em nível de igualdade com fotógrafos profissionais que estão no mercado há mais de 30 anos. Na FOCUS, o aluno entra no mercado de trabalho pela porta da frente! Os alunos, após formados, são encaminhados para o mercado de trabalho. Cursos 100% práticos, apostilados e com plantão de dúvidas. Faça bem feito, faça Focus! Há mais de 44 anos formando novos profissionais. AUTOR DO PROJETO e MEDIADOR DESSE BLOG: Prof. Dr. Enio Leite Alves, Professor Titular aposentado da Universidade de São Paulo, nascido em São Paulo, SP, 1953. PROF. DR. ENIO LEITE: Área de atuação: Fotografia educacional, fotografia autoral, fotojornalismo, moda, propaganda e publicidade. Pesquisador iconográfico. Sociólogo, jornalista, físico, fotoquímico, inventor e docente universitário. Fotografo de imprensa desde 1967, prestando serviços para os Diários Associados e professor do Sesc e do Curso de Artes Fotográficas Senac Dr. Vila Nova, São Paulo. Fotografo do Jornal da Tarde em 1972 -1973. Em 1975, funda a FOCUS – ESCOLA DE FOTOGRAFIA, primeira instituição de ensino técnico e tecnológico da AMÉRICA LATINA. No mesmo ano, suas fotos são premiadas na 13ª Bienal Internacional de São Paulo, quando a fotografia passa a reconhecida pela primeira vez como obra de valor artístico. Enio Leite, fundador do MOVIMENTO PHOTOUSP no início dos anos 70, com Raul Garcez e Sergio Burgi, entre outros, no centro acadêmico da Escola Politécnica, na Cidade Universitária, São Paulo-SP. Professor de fotografia publicitária da Escola Superior de Propaganda e Marketing, (ESPM), 1982 a 1984. Mestre em Ciências da Comunicação em 1990, pela Escola de Comunicação e Artes, USP. Doutor em História da Fotografia, Fotoquímica, Óptica fotográfica e Fotografia Publicitária Digital, em 1993, pela UNIZH, Suíça. No ano de 1997 obteve Livre Docência na Universitá Degli Studi di Roma Tre. Professor convidado pela Miami Dade University, Flórida, 1995. Pesquisador e escritor, publicou o primeiro livro didático em língua portuguesa sobre fotografia digital, Editora Viena, São Paulo, maio 2011, já na quarta edição e presente nas principais universidades brasileiras portuguesas. Colabora com artigos, ensaios, pesquisas e títulos sobre fotoquímica, radioquímica, técnica fotográfica, tecnologia digital da imagem, semiótica e filosofia da imagem para publicações especializadas nacionais e internacionais. (Fonte: Agência Estado - 12/03/2019)

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