Computadores: uma história muito recente

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A história dos computadores pessoais – os PCs (personal computer) – é a de uma evolução extraordinária num tempo curto que começou há pouco mais de 30 anos, ou seja, não havia nada antes que pudéssemos dizer que fosse o antecessor dos PCs. Os primeiros PCs, para quem se lembra, foram TRS-80, Comodore e Apple II. Faz tão pouco tempo que os homens envolvidos nesse nascimento ainda estão e são relativamente novos, como Steve Jobs um dos fundadores da Apple, computador de maior sucesso entre os primeiros e Bill Gates que começou oferecendo a linguagem Basic para aquelas maquininhas. Eram computadores de baixa capacidade, tudo se fazia por meio de linhas de texto, os monitores eram telas pretas com textos em branco, alguns deles utilizavam televisor em preto-e-branco como monitor. A sensação que se tinha era de que não serviam para nada, a não ser para alguns joguinhos que comparados com os de hoje não tinham nenhuma qualidade gráfica, ou melhor, nem eram gráficos. Eram verdadeiros patinhos feios. Parecia ser o nada por nada.

Inicio da evolução – O surgimento do programa Visicalc para o Apple II, praticamente a primeira planilha eletrônica, marcou o inicio de uma utilização profissional mais ampla para os PCs. Vejam que interessante: primeiro surgiu a ferramenta depois vieram suas utilidades, um processo inverso do que ocorre com praticamente todas as ferramentas que conhecemos, que surgem para resolver alguma necessidade. Há cerca de dez anos era comum ouvir dizer que o computador surgiu para resolver problemas que ele mesmo criou. Um outro momento marcante na evolução dos computadores: em pleno auge dos PCs IBM utilizados para aplicações administrativas, a Apple colocou no mercado o Macintosh. Era o primeiro PC com tela gráfica, ainda em preto-e-branco, que tinha uma peça estranha chamada “mause”, que parecia um ratinho e servia para movimentar o curso livremente, o que antes era impossível. Para que servia o Macintosh? Para nada, ele era apenas uma ferramenta. Tudo mudou quando a Adoube lançou softwares como Pagemaker e Photoshop que deram utilidade para aquela ferramenta estranha, fazendo do Macintosh um sucesso espetacular e modelo de referência de todos os PCs até hoje. Os PCs sem softwares nunca foram e não serão nada, os softwares fazem o computador ser mais do que uma máquina.

Praticamente todos os produtos de todos os setores, desde brinquedo até automóveis e aviões, estão evoluindo e tornando-se melhores e mais eficientes porque funcionam com o auxílio de softwares. Os computadores passaram a ser ferramentas para desenvolver novos computadores, entrando em um ciclo virtuoso imprevisível. Eletrônica e software são os ingredientes dessa receita extraordinária. Os softwares desempenam o papel mais forte, além de darem utilidade ao hardware (a eletrônica), são ferramentas para o desenvolvimento da própria eletrônica. Nesse processo, os softwares estão ficando mais amigáveis, agregam mais funcionalidades, oferecem mais estabilidade e exigem mais processamento e mais memória, assim os softwares acabam fazendo os PCs ficarem obsoletos mais rapidamente. Muitos chegam a dizer que passaram a ser quase que produtos de consumo, tamanha a velocidade da obsolescência. É uma história impressionante de uma evolução sem paralelo que impacto todos os setores da atividade humana. O patinho feio transformou-se no cisne mais importante. A forma mais avançada de utilizarmos os computadores é lembrar o comportamento inverso dessa ferramenta e ficar buscando o que poderíamos fazer com o computador que não fazemos ainda.

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