CONHEÇA A INCRÍVEL FOTOGRAFIA AÉREA DE YANN ARTHUS-BERTRAND

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PAÍS Quirguistão | ANO 2003 | Língua da geleira próxima ao pico Khan Tengri, que sofre com degelo devido ao aquecimento global (Foto: Yann Arthus-Bertrand)

Artista francês revela
as belezas e urgências do planeta

Giane Gatti/Galileu

Quase tudo o que se
refere ao francês Yann Arthus-Bertrand engloba números expressivos, quase
megalomaníacos.

Em seus mais de 40 anos
de carreira, o fotógrafo, cineasta e ativista de 73 anos já visitou 130 países.
Vendeu 4 milhões de exemplares do livro fotográfico A Terra Vista do Céu
(1999), resultado de nove anos de viagens pelo mundo. P

Para o documentário Human (2015), trabalhou três anos. Entrevistou 2 mil pessoas em 63 países — no YouTube, o filme teve 4 milhões de visualizações. Nos 1,2 mil m² do Grande Arco de la Défense, em Paris, ele atualmente expõe 280 fotos e cinco filmes, em sua primeira

Afinal, o francês começou
do alto. Mais especificamente, do alto de um balão. Na casa dos 30, depois de
partir com a família para o Quênia para estudar leões, teve de encontrar um
modo de complementar a renda, e passou a pilotar balões de ar quente.

Dali de cima, descobriu que a Terra “é uma obra de arte, algo muito mais bonito do que se podia imaginar”. Não tardou para deixar de lado a vontade de ser cientista e enveredar pela fotografia.

Arthus-Bertrand logo se
tornou referência em matéria de fotografia aérea e da natureza, em especial
pelo sucesso de A Terra Vista do Céu. Também passou a ser figura engajada em
causas ambientais e sociais. Hoje é embaixador da boa vontade da ONU para o
meio ambiente, além de imortal da Academia de Belas Artes francesa. Há quatro
anos, a ONG Good Planet, fundada por ele, passou a oferecer nos arredores de
Paris oficinas e atividades culturais voltadas à ecologia e ao humanismo.

Estão aí os maiores
questionamentos de seu trabalho: por que não conseguimos viver juntos? Por que
há tantas guerras e medo de refugiados? Por que estamos acabando com os
recursos naturais do planeta?

“Acordo à noite pensando
nisso”, diz o francês. “Faço parte daquelas pessoas que nos anos 80 diziam que
iam salvar os leões, os elefantes. Os cientistas já falam no fim dos elefantes;
eram 200 mil e hoje só há 20 mil.”

Ele também se aflige com
o aumento exponencial da população do planeta — quando nasceu, éramos 2
bilhões, agora já somos 7,8 bilhões — e os hábitos da vida contemporânea. “Eu
nunca poderia imaginar que em 2019 estaria falando sobre a sexta extinção da vida
na Terra, além de irmos em direção a uma mudança climática importante.

Essa religião do
crescimento, de mais consumo, mais desperdício… Precisamos mudar nossa
maneira de viver. Viver melhor com menos. Vivemos numa negação coletiva.
Sabemos o que está acontecendo no planeta.”

Questionar padrões
sociais é algo que o fotógrafo faz desde cedo. Nascido em uma família abastada
de Paris, herdeira de uma joalheria tradicional (a Maison Arthus-Bertrand), ele
foi uma criança difícil. Nunca concluiu o Ensino Médio e foi expulso de 14
escolas — ironicamente, hoje 12 colégios na França levam seu nome.

“Eu era um garoto
insuportável, detestava a autoridade. Saí de casa com 17 anos e fiquei um ano
sem ligar para minha mãe.”

A juventude conturbada
contrasta com a personalidade sentimental de Arthus-Bertrand, mas ainda hoje o
francês traz certa inquietação: com as políticas sociais e ambientais.

A preocupação surge de
modo afetuoso nas conversas de Human, em que pessoas do mundo todo falam de
percalços, amores e conflitos; nas belas imagens aéreas que mostram a
destruição da natureza; ou nos relatos de sonhos e medos de Woman, documentário
feito com a ucraniana Anastasia Mikova e que deve sair neste ano.

Seu propósito é mostrar a
beleza do mundo, mas também nos impactar. “É muito tarde para sermos
pessimistas. Precisamos agir.” Não surpreende, assim, sua obsessão pelo
trabalho. “Só penso nisso. Não paro nunca.” Vê-se bem no volume de obras (quase
300) que ele expõe até 1º de dezembro em Legacy, sua retrospectiva em Paris. “A
mostra é dedicada às pessoas que me ajudaram. Que sorte tive de ter essa vida
extraordinária!”

E isso ele define citando
um entrevistado de um de seus trabalhos: “Perguntei a um agricultor em
Madagascar qual era o seu sonho. Ele respondeu que queria morrer com o sorriso.
Aceitar a vida, a morte, os erros. Ser bem-sucedido na vida profissional não é
difícil, mas na vida pessoal ser alguém de bem não é fácil.”

Fonte: https://glo.bo/2Mfj5O6

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