Conheça Paris captadas pelas lentes do fotógrafo Eugène Atget

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Eugène Atget era um homem curvado de 69 anos carregando uma bagagem pesada de equipamento fotográfico por Paris quando tirou algumas de suas maiores fotos: visões enevoadas de Paris e de seus grandes parques à luz do amanhecer, obscurecidas por nuvens e repletas de árvores.

E talvez ninguém tenha capturado a cidade vazia, pura e perene de forma tão bela e abrangente como Atget. Berenice Abbott, uma contemporânea, o chamou de “Balzac da câmara”, e ainda hoje, 83 anos após sua morte, o trabalho de Atget serve como o registro definitivo desses momentos misteriosos, ao despertar, quando o sol começa a nascer e as ruas estão em grande parte vazias.

Enquanto durante as horas do dia Paris é uma cidade que deve ser compartilhada, ao amanhecer ela pertence a uns poucos privilegiados. E em uma cidade que mantém uma forte reverência ao seu passado, muitos dos cenários que Atget tanto amou ainda existem, intocados. Um passeio durante as primeiras horas da manhã – a partir, digamos, das 6 horas – permite que qualquer pessoa os vivenciem.

Comece pelo 4º e 5º Arrondissement, onde ele realizou alguns de seus melhores trabalhos, capturando o Quai d’Anjou – a rua que abraça o Rio Sena – sob a névoa do amanhecer e as grandes casas ao longo do rio. Vá a pé à Île Saint-Louis, fique no Quai e você verá o mesmo poste de luz de metal e vidro e os mesmos plátanos, espalhando seus ramos como filigranas pelo céu, que Atget fotografou décadas atrás.

Algumas das mais belas fotografias de Atget capturam as casas grandes que margeiam o Sena, tanto como o foco de uma imagem ou como parte de um cenário maior, no qual elas disputam a atenção com as árvores e com a água. Ao pé da Île Saint-Louis fica o Hôtel Lambert, com suas grandes portas de madeira e aldravas.

Concluído em 1644, ele tem sido o lar de vários parisienses ricos, dos Rothschilds até o proprietário atual: um príncipe do Qatar que teria pago cerca de US$ 100 milhões há três anos para adquiri-lo. O Hôtel Lambert domina tanto a Rue Saint-Louis-en-l’ Île que há pouco espaço para outras casas nas fotografias dela de Atget , o que dá à propriedade opulenta uma grandeza majestosa.

Dobrando a esquina ao longo do Quai, no Nº 17, fica o Hôtel de Lauzun, concluído em 1657 pelo arquiteto Louis Le Vau, que também parecia cativar Atget. O imponente edifício foi ocupado por famílias da nobreza, plebeus ricos e até mesmo Baudelaire, que dizem ter escrito os primeiros poemas de “Les Fleurs du Mal” enquanto estava no hotel. Os exteriores, que Atget fotografou em várias ocasiões, exibem calhas de águas pluviais com canos extravagantes, decorados com colares de ouro.

A partir do Quai, faça uma breve caminhada pela Pont Marie até o Marais, onde você encontrará o Hôtel de Sens, um das duas residências privadas medievais em Paris, que Atget fotografou várias vezes em sua carreira. Na imagem dele, o edifício enorme, como um castelo, está situado desconfortavelmente entre edifícios bem menores, com seus muros os encolhendo em importância. Hoje ele é uma biblioteca de arte e sua forma ainda é uma anomalia, mas de um tipo diferente, à medida que surgem prédios mais altos, mais mundanos.

Um ator fracassado, Atget começou a fotografar em meados dos anos 1890, quando ele já tinha mais de 40 e após grande parte de Paris ter sido radicalmente remodelada por um esforço cívico de planejamento promovido pelo barão Haussmann. Trabalhando com uma câmera simples e placas de vidro, Atget tomava o transporte público para ir de um arrondissement para outro.

Usando apenas cerca de uma dúzia de placas ao longo de um dia de trabalho, seu objetivo era documentar a velha Paris em um momento em que seus edifícios estavam sendo sistematicamente destruídos. Para aproveitar a luz e as ruas vazias, Atget frequentemente trabalhava nas primeiras horas do amanhecer. Mas a qualidade serena e atemporal de suas imagens também foi reforçada por sua câmera; suas longas exposições faziam com que qualquer pessoa no fundo fosse capturada como pouco mais que borrões.

O resultado foi mais de 10 mil imagens, frequentemente desprovidas (ou aparentemente desprovidas) de pessoas, mostrando as ruas, edifícios e seus detalhes arquitetônicos decorativos, fachadas de lojas e parques da cidade. Atget deixou as imagens de cartão postal – a Torre Eiffel, os grandes bulevares – para outros fotógrafos. Sua agenda era outra. A glória de Paris está em seus detalhes, melhor trazidos à atenção de uma pessoa sem a distração dos transeuntes, e Atget os registrou enquanto buscava capturar tudo, das escadarias e aldravas até as ruas sinuosas.

Refaça seus passos desde o Hôtel de Sens e cruzando a Pont Marie, e você chegará a 1, Quai Bourbon, onde, em 1904, Atget fotografou o nome do bar “Au Franc Pinot”, feito em ferro forjado. Hoje, o bar, agora à venda, situa-se sob a mesmo placa. Atget também passou um tempo considerável explorando muitos pátios de Paris. Talvez suas imagens mais bem-sucedidas sejam as de Cour de Rohan, que está escondido atrás do movimentado Boulevard Saint-Germain, na margem esquerda.

“É uma série particularmente encantadora e íntima de três pátios e um dos mais antigos ainda intactos”, disse Maria Morris Hambourg, ex-curadora de fotografia do Metropolitan Museum e do Museu de Arte Moderna e autora com John Szarkowski de quatro livros sobre Atget. Escondido atrás do movimentado Boulevard Saint-Germain, na margem esquerda, o Cour de Rohan é praticamente desconhecido hoje e o portão principal está frequentemente fechado. Seu interior, entretanto, permanece praticamente inalterado: do lado de fora do portão é possível ver parte do muro construído por Filipe Augusto em 1200. (Não que todos os prédios que ele fotografou ainda podem ser experimentados da mesma forma atualmente como eram na época: o Nº41, rue Broca, antes uma imagem de charme em ruínas, foi substituído por uma residência moderna tediosa.)

Mas apesar de Atget ser atraído pelas ruas estreitas, intimistas de Paris, ele também era atraído pelo romance dos jardins da cidade. Uma das suas fotografias mais icônicas é de Tuileries, onde uma estátua de pedra de Diana olha para baixo para o caminho largo do jardim. Hoje, antes dos ônibus de turismo despejarem centenas dos visitantes, o caminho em torno do lago perto da Place de la Concorde, em Tuileries, permanece inalterado em comparação aos anos em que ele o fotografou, com exceção da adição de uma pequena barraca de sorvete e dos praticantes de cooper que agora fazem parte da vida parisiense.

As mesmas árvores enormes margeiam o caminho amplo e vazio para o Louvre; as mesmas cadeiras verdes delicadas de metal que aguardavam os visitantes nas fotografias de Atget ainda estão lá. Da mesma forma, o Jardin du Luxembourg, como foi capturado por Atget 100 anos atrás, com suas esculturas de pedra de querubins segurando tigelas de flores, permanece idêntico ao jardim atual.

À tarde, do alto de um lance de degraus de pedra, é possível assistir escolares tomando sorvete e jogando bola, mas no início da manhã ainda é possível ficar parado sem ser perturbado ao lado do corrimão de pedra e ver as vistas sombreadas que Atget registrou. E em nenhum lugar a grandiosidade de um parque é mais deslumbrante do que nas fotografias de Atget do Parc de Saint-Cloud, nos arredores da cidade. Atget retornou várias vezes ao enorme parque, agora a uma distância de 20 minutos de carro, mesmo em estradas vazias pela manhã.

Estas fotos, a maioria tirada no final de sua carreira, apresentam um poder e lirismo especiais. Os anos e anos de fotos, a beleza de Saint-Cloud e a própria paixão de Atget pelo lugar obviamente têm muito a ver com isso. Assim como o fato de que em 1920 ele conseguiu vender 2.600 negativos para o Ministère de l’Instruction Publique et des Beaux-Arts por 10 mil francos. Outra venda ocorreu logo depois, libertando o artista de produzir um trabalho estritamente documental.

E ele escolheu ir com frequência para trabalhar em Saint-Cloud, datando suas fotos e registrando a hora em que as tirou. As visitas não eram fáceis, já que significavam perambular por um parque com mais de 180 hectares para encontrar as imagens que ele queria. No entanto, até ao momento da sua morte em 1927, Atget tinha tirado mais fotos de Saint-Cloud – cerca de 250 – do que de qualquer outro parque. A propriedade, que a família real adquiriu em 1658 para o irmão de Luís 14, o futuro duque de Orleans, reflete o trabalho de André Le Nôtre, o maior paisagista da França, que enfatizava os caminhos largos que levavam para colinas suaves, alguns para outros lagos e alguns parecendo seguir para o horizonte.

O trabalho de Atget capturou o duplo drama das árvores contra o céu e seus reflexos nas lagos. “Não há nada nelas, exceto a beleza das formas”, disse Hambourg. “Elas são ao mesmo tempo abstratas e representações realistas de um lugar elegante.” Tradução: George El Khouri Andolfato Fonte: E talvez ninguém tenha capturado a cidade vazia, pura e perene de forma tão bela e abrangente como Atget. Berenice Abbott, uma contemporânea, o chamou de “Balzac da câmara”, e ainda hoje, 83 anos após sua morte, o trabalho de Atget serve como o registro definitivo desses momentos misteriosos, ao despertar, quando o sol começa a nascer e as ruas estão em grande parte vazias.

Enquanto durante as horas do dia Paris é uma cidade que deve ser compartilhada, ao amanhecer ela pertence a uns poucos privilegiados. E em uma cidade que mantém uma forte reverência ao seu passado, muitos dos cenários que Atget tanto amou ainda existem, intocados. Um passeio durante as primeiras horas da manhã – a partir, digamos, das 6 horas – permite que qualquer pessoa os vivenciem.

Comece pelo 4º e 5º Arrondissement, onde ele realizou alguns de seus melhores trabalhos, capturando o Quai d’Anjou – a rua que abraça o Rio Sena – sob a névoa do amanhecer e as grandes casas ao longo do rio. Vá a pé à Île Saint-Louis, fique no Quai e você verá o mesmo poste de luz de metal e vidro e os mesmos plátanos, espalhando seus ramos como filigranas pelo céu, que Atget fotografou décadas atrás. Algumas das mais belas fotografias de Atget capturam as casas grandes que margeiam o Sena, tanto como o foco de uma imagem ou como parte de um cenário maior, no qual elas disputam a atenção com as árvores e com a água.

Ao pé da Île Saint-Louis fica o Hôtel Lambert, com suas grandes portas de madeira e aldravas. Concluído em 1644, ele tem sido o lar de vários parisienses ricos, dos Rothschilds até o proprietário atual: um príncipe do Qatar que teria pago cerca de US$ 100 milhões há três anos para adquiri-lo. O Hôtel Lambert domina tanto a Rue Saint-Louis-en-l’ Île que há pouco espaço para outras casas nas fotografias dela de Atget , o que dá à propriedade opulenta uma grandeza majestosa. Dobrando a esquina ao longo do Quai, no Nº 17, fica o Hôtel de Lauzun, concluído em 1657 pelo arquiteto Louis Le Vau, que também parecia cativar Atget.

O imponente edifício foi ocupado por famílias da nobreza, plebeus ricos e até mesmo Baudelaire, que dizem ter escrito os primeiros poemas de “Les Fleurs du Mal” enquanto estava no hotel. Os exteriores, que Atget fotografou em várias ocasiões, exibem calhas de águas pluviais com canos extravagantes, decorados com colares de ouro. A partir do Quai, faça uma breve caminhada pela Pont Marie até o Marais, onde você encontrará o Hôtel de Sens, um das duas residências privadas medievais em Paris, que Atget fotografou várias vezes em sua carreira.

Na imagem dele, o edifício enorme, como um castelo, está situado desconfortavelmente entre edifícios bem menores, com seus muros os encolhendo em importância. Hoje ele é uma biblioteca de arte e sua forma ainda é uma anomalia, mas de um tipo diferente, à medida que surgem prédios mais altos, mais mundanos. Um ator fracassado, Atget começou a fotografar em meados dos anos 1890, quando ele já tinha mais de 40 e após grande parte de Paris ter sido radicalmente remodelada por um esforço cívico de planejamento promovido pelo barão Haussmann. Trabalhando com uma câmera simples e placas de vidro, Atget tomava o transporte público para ir de um arrondissement para outro.

Usando apenas cerca de uma dúzia de placas ao longo de um dia de trabalho, seu objetivo era documentar a velha Paris em um momento em que seus edifícios estavam sendo sistematicamente destruídos. Para aproveitar a luz e as ruas vazias, Atget frequentemente trabalhava nas primeiras horas do amanhecer. Mas a qualidade serena e atemporal de suas imagens também foi reforçada por sua câmera; suas longas exposições faziam com que qualquer pessoa no fundo fosse capturada como pouco mais que borrões.

O resultado foi mais de 10 mil imagens, frequentemente desprovidas (ou aparentemente desprovidas) de pessoas, mostrando as ruas, edifícios e seus detalhes arquitetônicos decorativos, fachadas de lojas e parques da cidade. Atget deixou as imagens de cartão postal – a Torre Eiffel, os grandes bulevares – para outros fotógrafos. Sua agenda era outra. A glória de Paris está em seus detalhes, melhor trazidos à atenção de uma pessoa sem a distração dos transeuntes, e Atget os registrou enquanto buscava capturar tudo, das escadarias e aldravas até as ruas sinuosas.

Refaça seus passos desde o Hôtel de Sens e cruzando a Pont Marie, e você chegará a 1, Quai Bourbon, onde, em 1904, Atget fotografou o nome do bar “Au Franc Pinot”, feito em ferro forjado. Hoje, o bar, agora à venda, situa-se sob a mesmo placa. Atget também passou um tempo considerável explorando muitos pátios de Paris. Talvez suas imagens mais bem-sucedidas sejam as de Cour de Rohan, que está escondido atrás do movimentado Boulevard Saint-Germain, na margem esquerda.

“É uma série particularmente encantadora e íntima de três pátios e um dos mais antigos ainda intactos”, disse Maria Morris Hambourg, ex-curadora de fotografia do Metropolitan Museum e do Museu de Arte Moderna e autora com John Szarkowski de quatro livros sobre Atget. Escondido atrás do movimentado Boulevard Saint-Germain, na margem esquerda, o Cour de Rohan é praticamente desconhecido hoje e o portão principal está frequentemente fechado. Seu interior, entretanto, permanece praticamente inalterado: do lado de fora do portão é possível ver parte do muro construído por Filipe Augusto em 1200. (Não que todos os prédios que ele fotografou ainda podem ser experimentados da mesma forma atualmente como eram na época: o Nº41, rue Broca, antes uma imagem de charme em ruínas, foi substituído por uma residência moderna tediosa.)

Mas apesar de Atget ser atraído pelas ruas estreitas, intimistas de Paris, ele também era atraído pelo romance dos jardins da cidade. Uma das suas fotografias mais icônicas é de Tuileries, onde uma estátua de pedra de Diana olha para baixo para o caminho largo do jardim. Hoje, antes dos ônibus de turismo despejarem centenas dos visitantes, o caminho em torno do lago perto da Place de la Concorde, em Tuileries, permanece inalterado em comparação aos anos em que ele o fotografou, com exceção da adição de uma pequena barraca de sorvete e dos praticantes de cooper que agora fazem parte da vida parisiense. As mesmas árvores enormes margeiam o caminho amplo e vazio para o Louvre; as mesmas cadeiras verdes delicadas de metal que aguardavam os visitantes nas fotografias de Atget ainda estão lá. Da mesma forma, o Jardin du Luxembourg, como foi capturado por Atget 100 anos atrás, com suas esculturas de pedra de querubins segurando tigelas de flores, permanece idêntico ao jardim atual.

À tarde, do alto de um lance de degraus de pedra, é possível assistir escolares tomando sorvete e jogando bola, mas no início da manhã ainda é possível ficar parado sem ser perturbado ao lado do corrimão de pedra e ver as vistas sombreadas que Atget registrou. E em nenhum lugar a grandiosidade de um parque é mais deslumbrante do que nas fotografias de Atget do Parc de Saint-Cloud, nos arredores da cidade. Atget retornou várias vezes ao enorme parque, agora a uma distância de 20 minutos de carro, mesmo em estradas vazias pela manhã.

Estas fotos, a maioria tirada no final de sua carreira, apresentam um poder e lirismo especiais. Os anos e anos de fotos, a beleza de Saint-Cloud e a própria paixão de Atget pelo lugar obviamente têm muito a ver com isso. Assim como o fato de que em 1920 ele conseguiu vender 2.600 negativos para o Ministère de l’Instruction Publique et des Beaux-Arts por 10 mil francos.

Outra venda ocorreu logo depois, libertando o artista de produzir um trabalho estritamente documental. E ele escolheu ir com frequência para trabalhar em Saint-Cloud, datando suas fotos e registrando a hora em que as tirou. As visitas não eram fáceis, já que significavam perambular por um parque com mais de 180 hectares para encontrar as imagens que ele queria. No entanto, até ao momento da sua morte em 1927, Atget tinha tirado mais fotos de Saint-Cloud – cerca de 250 – do que de qualquer outro parque. A propriedade, que a família real adquiriu em 1658 para o irmão de Luís 14, o futuro duque de Orleans, reflete o trabalho de André Le Nôtre, o maior paisagista da França, que enfatizava os caminhos largos que levavam para colinas suaves, alguns para outros lagos e alguns parecendo seguir para o horizonte.

O trabalho de Atget capturou o duplo drama das árvores contra o céu e seus reflexos nas lagos. “Não há nada nelas, exceto a beleza das formas”, disse Hambourg. “Elas são ao mesmo tempo abstratas e representações realistas de um lugar elegante.”

Tradução: George El Khouri Andolfatohttp://www.leninimports.com/eugene_atget_gallery_new.jpg
Fonte:
http://viagem.uol.com.br/ultnot/2011/01/24/a-paris-das-lentes-de-atget.jhtm

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