DEZ PASSOS PARA TIRAR BOAS FOTOS DE FLORES

em Artigos e Entrevistas.

Para facilitar a vida de alguns fotógrafos que pretendem aproveitar os belos instantâneos que essa estação oferece sem necessitar do status de especialistas no assunto

Portanto, separamos para você, 10 dicas básicas,
fundamentais para evitar grandes sustos ou decepções na hora de revelar as
imagens. São estes dez passos seguintes.

  1. Saiba Mais

Conhecer previamente o que se fotografa é
um preceito que rege a maioria dos temas. Com flores, não poderia ser
diferente. A pesquisa ajuda a destacar as principais características de cada
espécime, a focar nos principais pontos e a estar preparado para o seu ciclo de
vida. Significa, também, saber como olhar o objeto e encontrar os melhores
ângulos.

  • Tripé na Terra

O tripé que, para muitos, significa um
transtorno no transporte, representa um dos melhores acessórios no instante do
clique. Com ele, combate-se a instabilidade provocada pelo vento. Há,
inclusive, profissionais que considerem o seu uso indispensável tanto para
fotos de paisagens como para fotografar flores e o utilizam até mesmo com
velocidades acima de 1/60s em enquadramentos de objetivas grande-angulares.

O tripé elimina a possibilidade de qualquer
tremida. O efeito de velocidade ou panning (proposital ou não) em objetos e
seres estáticos causa uma sensação estranha em quem a observa. No entanto, para
os artistas contraventores, pode dar origem a um ensaio, no mínimo, atípico.

  • Adorar Flores

Embora existam milhares de pessoas que falem com flores. Esse requisito nãol é tão fundamental assim. Mas, convém trata-las com muito cuidado, respeito e veneração. Seme xcessão, todas são motivos frágeis. Um toque desajeitado e o modelo pode não apresentar mais condições de ser fotografado. Assim como a fotografia, as flores vivem de luz.

Por isso, cultivar um carinho especial com seu jardim pode dar, à primavera que invade sua casa, um ótimo paisagismo e uma grande quantidade de flores que, mesmo que perecíveis, podem ter uma bela sobrevida nos registros de sua imagem.

  • Composição

A especialista Rita Barreto acredita que o
importante é conduzir o olhar do espectador para onde o fotografo quiser. De
alguma forma, cada imagem é a versão de um história, de um relato ou
testemunho. Enfatizar algo, então, tornase a interpretação pessoal do fato.

Um bom artificio para chegar a esse ponto é seguir meticulosamente a regra dos terços. Para utilizá-la, basta dividir a imagem que aparece no frame em nove quadros, construídos por quatro hastes, duas horizontais e duas verticais, que formam um jogo-da-velha dentro do retângulo.

Para ressaltar algum motivo, o fotografo precisa coloca-lo sobre alguns desses traços e equilibrar o resto de cena. Os quatro trechos de interseção das linhas são tidos como os pontos áureos da composição.

Rita conta suas histórias fotográficos com
outro método. Para ela, a regra dos terços escraviza alguns olhares. A
fotógrafa gosta mesmo é de dirigir o olhar através do desfoque. Trabalhando com
baixas profundidades de campo, ou desfoques escandalosos provocadas com a 50 mm
invertida, ela consegue trazer a curiosidade do observador para um minúsculo
ponto de foco.

  • Melhores Horários

É curioso, mas já repararam no rápido
desaparecimento em massa de fotógrafos em parques e jardins botânicos?
Geralmente, eles se retiram no meio da manhã e tomam um fôlego para retornar
nas últimas horas antes do crepúsculo. O fato deve-se à forte luz do sol no
período das 10 à 16 horas. Esse tipo de luz diminui a saturação das cores e
projeta sombras duras demais. “Após as 16 horas, o fotografo consegue tons
quentes, cores que agradam muito”, afirma Rita.

  • A Maestria da Luz

A luz da primavera inspira registros magistrais. Em regiões ou épocas de altos índices pluviométricos, é comum encontrar o céu fechado. Contudo, dias nublados são ótimos para fotografar. As nuvens dissipam a luz, funcionam como potentes hazys e geram pouquíssimas sombras. Fotografar com luz natural é prática comum e pode gerar registros de alta qualidade. No entanto, mesmo com luzes redondinhas, ajuda muito ter em mãos um flash TTL para efeitos de preenchimento.

Como não há onde rebater a luz, o fotografo deve controlar a potencia. Ajustar para um valor que não comprometa as cores ou projete brilho nas plantas. O sto-fen, acessório que se acopla ao flash, difunde a luz e ajuda a amenizar esse problema. Mirando-se a luz do flash para rebater atrás do motivo, consegue-se trabalhar com as formas das flores em silhuetas de sombras.

  • Filtros Close-ups

Destacamos três acessórios que podem ser de
grande utilidade e baixo investimento. Primeiro, são os filtros close-ups.
Indicados por dioptrias, podem ser encontrados do núemro 1 ao 4. São acoplados
à objetiva e aceitam combinações entre si com pequena perda de qualidade
óptica, que pode facilmente ser compensada com fotos em pequenas aberturas.
Eles são uma ótima saída para quem quer fazer macrofotografia sem precisar investir
pesado em lentes macros.

  • Tubos de extensão

O segundo dos acessórios são os tubos de
extensão. Eles entram entre a câmera e a objetiva, permitindo ampliação do
objeto a ser fotografado e aumento da distancia focal da objetiva. Os foles têm
uma função semelhante, mas conseguem ser movimentados para frente ou para trás.
Ambos são significativamente mais caros do que os filtros, porém, como não
possuem elementos ópticos, eles mostram uma melhor qualidade na formação da
imagem.

  • Pano de fundo

Para concluir, a escolha do pano de fundo é crucial. Conhecido também como background, ele tem a responsabilidade de provocar harmonia, fazer os motivos sobressair, provocar contrastes, criar uma plástica. Enfim, grande parte do sucesso de uma imagem deve-se ao que fica em segundo plano. O segredo é “pegar uma flor e explorar todos os ângulos, testando sempre o fundo que mais agrada”.

A fotografa Rita fala de sua experiência, no caso: “Sempre gostei de fazer isso com filmes. No inicio, jogava rolos e mais rolos no lixo. Mas, com prática, fica fácil saber se a foto vai ter um bom resultado final.”

Para mostrar o que pode ser mostrado e
talvez poupar o seu tempo ou mesmo alguns filmes, separamos alguns exemplos.

  1. Fundos Lisos: em estúdio, consegue-se
    trabalhar com uma quantidade ilimitada de fundos. As flores são fáceis de
    conduzir e oferecem uma gama de opções. Entre elas, podem ser usados fundos
    lisos com cartolinas coloridas. Os papeis brancos e pretos são clássicos. Com
    eles, nota-se que o olhar do espectador concentrar-se apenas no primeiro plano.

Repetição de cor: quando os vasos ou
plantas mostram vários ornamentos, aparece a possibilidade de usar o próprio
motivo como pano de fundo. Com isso, o fotografo tem a possibilidade de
desfocar ou não o fundo, dependendo de cada informação que aparece na imagem.
Com o desfoque, as cores do primeiro e do segundo plano se misturam e o
resultado fica muito interessante.

Contrastes: Fundos com muitas cores
distraem a atenção, mas, se bem articulados, podem mostrar fórmulas novas. O
contraste entre as saturações de cores deve combinar com as principais nuanças
do primeiro plano.

Sem fundo: eliminar o fundo da imagem
é outra opção. Com alguns cortes e enquadrando a flor para ocupar todo o frame,
cria-se um efeito semi-abstrato. A preocupação está em captar uma simetria, e
não cortar partes essenciais da flor.

Aproveite para rever mais dicas sobre fotografia de natureza  nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

PIONEIRISMO E INOVAÇÃO:
FOCUS Escola de Fotografia – Desde
1975:  
https://focusfoto.com.br    

CONFIRA TCC DE ALUNOS DA ESCOLA FOCUS!  https://focusfoto.com.br/tag/tcc/

BOLSA DE EMPREGOS PARA ALUNOS DA FOCUS
https://focusfoto.com.br/categoria/empregos/

Opinião de Ex- Alunos que estudaram na
FOCUS!
https://goo.gl/C235XR
Blog de Fotografia:  https://focusfoto.com.br/blogs/

Flickr – Foto Galeria dos Alunos da Escola Focus
https://www.flickr.com/photos/focus_escola_de_fotografia/

#flores  #dicas_fotografia #escola_focus #focus #focus_escola_de_fotografia  #focusfoto #focus_fotografia #alunos_fotografia #cursos_fotografia #escolas_de_fotografia #aulas_fotografia  #enio_leite    #cursosdefotografia 

Sobre o autor

ATENÇÃO: OS TEXTOS, MATÉRIAS TÉCNICAS, APRESENTADAS NESSE BLOG SÃO PESQUISADAS, SELECIONADAS E PRODUZIDAS PELOS ALUNOS, PROFESSORES E COLABORADORES DA FOCUS PARA USO MERAMENTE DIDÁTICO E COMPLEMENTAR ÁS AULAS DE FOTOGRAFIA NAS MODALIDADES DE CURSOS PRESENCIAIS OU A DISTÂNCIA EAD, MANTIDOS PELA FOCUS ESCOLA DE FOTOGRAFIA, SEM QUALQUER OUTRO TIPO DE PROPÓSITO, RELEVÂNCIA OU CONOTAÇÃO. PARA MAIORES INFORMAÇÕES CONSULTE https://focusfoto.com.br A Focus é a única escola de fotografia no Brasil, que oferece ao aluno o direito de obter seu REGISTRO LEGALIZADO DE FOTÓGRAFO PROFISSIONAL, emitido pelo Ministério do Trabalho, por meio de cursos com carga horária total de 350 horas, incluindo períodos de estágio, preparo e defesa de TCC OS CURSOS DA FOCUS ESCOLA DE FOTOGRAFIA SÃO RECONHECIDOS PELA LEI N. 9.394, ARTIGO 44, INCISO 1 (LEI DE EDUCAÇÃO) O REGISTRO DE FOTÓGRAFO PROFISSIONAL é unificado, sendo o mesmo obtido pelas melhores Universidades Públicas do Estado de São Paulo. E você poderá obtê-lo EM QUALQUER MODALIDADE DE CURSOS DA FOCUS, presenciais ou a distância EAD em menos de 6 meses de curso. O aluno obterá seu REGISTRO DE FOTÓGRAFO PROFISSIONAL diretamente nas agências regionais do Ministério do Trabalho e Emprego. Este registro é fundamental para o exercício legal da profissão, constituição de seu próprio negócio, ingressos em concursos públicos e processos admissionários em empresas de fotografia, públicas ou particulares, bancos de imagens, agências de notícias, jornalismo e consularização de seu registro de fotógrafo, caso queira trabalhar em outros países ou Ongs. Internacionais, como "FOTÓGRAFOS SEM FRONTEIRAS" entre outras modalidades. SEJA FOTÓGRAFO DEVIDAMENTE REGULAMENTADO. QUALIDADE E EXCELÊNCIA EM EDUCAÇÃO FOTOGRÁFICA É NOSSO DIFERENCIAL HÁ MAIS DE QUATRO DÉCADAS. Os alunos recém-formados pela Focus competem em nível de igualdade com fotógrafos profissionais que estão no mercado há mais de 30 anos. Na FOCUS, o aluno entra no mercado de trabalho pela porta da frente! Os alunos, após formados, são encaminhados para o mercado de trabalho. Cursos 100% práticos, apostilados e com plantão de dúvidas. Faça bem feito, faça Focus! Há mais de 44 anos formando novos profissionais. AUTOR DO PROJETO e MEDIADOR DESSE BLOG: Prof. Dr. Enio Leite Alves, Professor Titular aposentado da Universidade de São Paulo, nascido em São Paulo, SP, 1953. PROF. DR. ENIO LEITE: Área de atuação: Fotografia educacional, fotografia autoral, fotojornalismo, moda, propaganda e publicidade. Pesquisador iconográfico. Sociólogo, jornalista, físico, fotoquímico, inventor e docente universitário. Fotografo de imprensa desde 1967, prestando serviços para os Diários Associados e professor do Sesc e do Curso de Artes Fotográficas Senac Dr. Vila Nova, São Paulo. Fotografo do Jornal da Tarde em 1972 -1973. Em 1975, funda a FOCUS – ESCOLA DE FOTOGRAFIA, primeira instituição de ensino técnico e tecnológico da AMÉRICA LATINA. No mesmo ano, suas fotos são premiadas na 13ª Bienal Internacional de São Paulo, quando a fotografia passa a reconhecida pela primeira vez como obra de valor artístico. Enio Leite, fundador do MOVIMENTO PHOTOUSP no início dos anos 70, com Raul Garcez e Sergio Burgi, entre outros, no centro acadêmico da Escola Politécnica, na Cidade Universitária, São Paulo-SP. Professor de fotografia publicitária da Escola Superior de Propaganda e Marketing, (ESPM), 1982 a 1984. Mestre em Ciências da Comunicação em 1990, pela Escola de Comunicação e Artes, USP. Doutor em História da Fotografia, Fotoquímica, Óptica fotográfica e Fotografia Publicitária Digital, em 1993, pela UNIZH, Suíça. No ano de 1997 obteve Livre Docência na Universitá Degli Studi di Roma Tre. Professor convidado pela Miami Dade University, Flórida, 1995. Pesquisador e escritor, publicou o primeiro livro didático em língua portuguesa sobre fotografia digital, Editora Viena, São Paulo, maio 2011, já na quarta edição e presente nas principais universidades brasileiras portuguesas. Colabora com artigos, ensaios, pesquisas e títulos sobre fotoquímica, radioquímica, técnica fotográfica, tecnologia digital da imagem, semiótica e filosofia da imagem para publicações especializadas nacionais e internacionais. (Fonte: G1 - 12/03/2020)

Deixe seu comentário

  • (não será mostrado)