DIA MUNDIAL DA FOTOGRAFIA: TIRAMOS MAIS FOTOGRAFIAS HOJE, MAS AS DESFRUTAMOS DA MESMA MANEIRA?

em dicas de fotografia.

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Redes sociais e compartilhamento de fotos

GQ-Portugal

Estamos numa era em que tudo e mais alguma coisa tem uma câmara.

Celulares  computadores, tablets, e até mesmo relógios já servem hoje em dia para capturar vídeos ou fotografias que, à partida, serão revistos mais tarde. Mas serão mesmo? No Dia Mundial da Fotografia, que se celebra neste 19 de agosto, esta é a questão que colocamos.

Um estudo levado a cabo pela Netsonda e promovido pela Samsung revela que metade dos inquiridos tira fotografias todos ou quase todos os dias – uma média de 17 por semana, ou 29 em períodos de férias. O grupo inquirido compreendia um total de 800 pessoas, entre os 15 e os 55 anos, todas elas com um smartphone, redes sociais e com o hábito de partilhar, mais ou menos frequentemente, algumas fotografias online.

O Facebook é a rede social que domina na partilha de registos fotográficos, com 74% dos inquiridos a eleger a rede social de Mark Zuckerberg como a plataforma primordial, seguida pelo Instagram (20%) e pelo Pinterest.

Uma em cada três pessoas diz mesmo ter o hábito de partilha de fotos nas redes sociais, especialmente quando se trata de paisagens e de fotos na natureza, que ocupa 56% de todas as partilhas nas redes. Logo a seguir, claro, vêm as selfies (16%), um estilo praticado por 64% de todos os inquiridos grupo.

A cada 10 fotografias tiradas com o smartphone, 4 são selfies, seja em grupo ou sozinho. No entanto, a maior parte dos inquiridos escolheu a selfie precisamente como o tipo de partilha de que menos gosta de ver nas redes sociais. Ou seja: pode tirá-las, mas guarde-as para si.

A fotografia deixou de conter o elemento ‘recordação’ para ter o elemento de ‘afirmação’, de ‘reconhecimento público’ . Podemos gostar muito de uma paisagem ao ponto de querer partilhá-la com todos os nossos amigos (e não tão amigos assim) no Facebook? Podemos, aliás, 25% dos inquiridos no estudo da Netsonda afirma que ainda antes de tirar uma fotografia já está a pensar e publicá-la.

Contudo, isto revela também que uma em cada quatro pessoas está mais preocupada em partilhar aquele momento no imediato do que em ter a possibilidade de poder relembrá-lo mais tarde – e, já que 40% destes inquiridos têm entre 35 e 55 anos, não falamos apenas das gerações mais jovens.

Quantas vezes já não pensou em apagar fotografias da sua galeria, simplesmente porque, como já as partilhou no Facebook, estão acessíveis em qualquer lado? Mas será que daqui a cinco, dez anos o Facebook ainda vai existir? E será que os seus filhos, ou netos, vão usar o Facebook, Dropbox, Google Drive ou outro tipo de ferramentas ‘na cloud’ para que possam ver aquilo que acha ter tão bem guardado?

E por falar em guardar as fotografias, retomemos o nosso tópico inicial: qual é ao certo o seu propósito quando pega no celular, ou numa câmara fotográfica, para captar o momento? Se perguntássemos isto há 30 anos, as respostas seriam praticamente unânimes: “para depois colocar num álbum, para que eu, os meus filhos e os meus netos possam ver um dia”. Agora, não é bem assim, pois não?

É um tópico que desperta conversa e reflexão, e é por isso que, na nossa GQ de setembro, nos debruçamos sobre isso mesmo. O objetivo da fotografia, o tipo de registo que se pratica atualmente e, claro, a forma como são armazenadas e sobretudo preservadas. As questões são muitas, e nós esperamos conseguir respondê-las.

Fonte: https://goo.gl/dwFdZb

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