ENTENDA A ALTA AMPLITUDE DINÂMICA

em Uncategorized.

Alta amplitude dinâmica, mundo fotográfico, diferentes exposições, meios-tons, câmeras de grande formato, configuração de exposição, escola de fotografia, amazon, Focus escola de fotografia, aulas de fotografia, cursos de fotografia sp, escolas de fotografia, escola focus, CURSOS DE FOTOGRAFIA PRESENCIAIS EM SP, curso de fotografia profissional, aula de fotografia, escola de fotografia profissional

A renascença digital de uma velha técnica de sala escura excitou o mundo fotográfico

Ela combina duas ou mais imagens do mesmo motivo, porém com diferentes exposições, para registrar cenas com amplitudes dinâmicas muito grandes – um retorno à deliciosamente grande amplitude de meio-tons produzida pelas câmeras tradicionais de grande formato.

Luminosidade  e RAW

Diz-se que um sensor é incapaz de registrar a amplitude completa de luminosidade de uma cena quando não há configuração de exposição que permita que você capture tantos os detalhes nas altas luzes quanto nas sombras em um disparo.

Se você trabalhar em RAW, pode parecer que a câmera esteja registrando uma amplitude de luminosidade mais ampla, pois você pode extrair mais detalhes nas altas luzes sombras do que é possível com o arquivo JPEG equivalente. Em RAW, as informações de luminosidade são registradas em um espaço de dados mais rico, com 10 ou mais bits por canal de cor, ao invés dos oito bits do JPEG.

Isso permite que o processo de conversão produza resultados mais ricos a partir de regiões de altas luzes e sombras complicadas da tonalidade. O resultado não é uma verdadeira imagem HDR, mas pode ser superior a uma única imagem com as ferramentas Curves ou Shandows/Highlights aplicada a ela.

As imagens:  bracketing de exposições

Para uma extensão real da amplitude dinâmica efetiva de um sensor, você precisa dar a ele diferentes exposições e então sobrepor às imagens. Isso exige pelo menos uma foto superexposta para os detalhes das sombras e uma subexpostas para os detalhes das altas luzes, além de uma exposição “correta”.

Se você fotografar mais, o resultado final tem potencial para ser mais tonalmente convincente. É melhor trabalhar com um tripé, pois duas imagens precisam de registro perfeito; se houver qualquer movimento da câmera entre os disparos, quando você sobrepor as imagens algumas margens ficarão com bordas e artefatos.

Configure sua câmera em prioridade de abertura para fazer o bracketing de, digamos, dois pontos e na maior taxa possível. Se a sua câmera puder fotografar cinco quadros por segundo ou mais, você pode ser capaz de conseguir fotografar com a câmera nas mãos.

Faça suas exposições de brackiting: três é o mínimo, enquanto sete garantem a melhor qualidade em cenas que ofereçam uma amplitude de luminosidade muito grande. Você então pode utilizar as funções de mistura de seu aplicativo de edição de imagem ou software especialmente desenvolvido para gerar imagens HDR.

HDR:  misturando

Nas versões mais antigas do Adobe Photoshop, era possível obter uma versão simples de HDR utilizando o controle Blend Option. Entretanto, estas misturas apenas duas imagens por vez. O HDR não somente automatiza o processo, como também trabalhar em um espaço de dados muito mais amplo, de modo que as informações de todas as imagens contribuintes sejam mantidas.

 O algoritmo, ou cálculo, do HDR busca utilizar os dados cruciais de meio-tom de cada imagem contribuinte para gerar o HDR. Afinal, o motivo para se fazer diferentes exposições é precisamente colocar os meios-tons da imagem nos diferentes níveis de luminosidade que compõem a cena. Como resultado dos meios-tons misturados, e para obter flexibilidade máxima quando processar a imagem, a imagem HDR inicial pode parecer bastante plana.

Você precisa, então, ajustar a tonalidade para se adequar ao seu uso.

 O mapeamento tonal (Tone Mapping) é uma técnica gráfica que pode ser aplicada para aprimorar a aparência da imagem, tentando combinar o contraste e as cores da imagem com imagens do mundo real. Entretanto, o efeito normalmente faz com que as sombras e altas luzes pareçam um bocado mais detalhadas e coloridas que o usual.

Aproveite para rever mais dicas sobre HDR nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

Sobre o autor

ATENÇÃO: OS TEXTOS, MATÉRIAS TÉCNICAS, APRESENTADAS NESSE BLOG SÃO PESQUISADAS, SELECIONADAS E PRODUZIDAS PELOS ALUNOS, PROFESSORES E COLABORADORES DA FOCUS PARA USO MERAMENTE DIDÁTICO E COMPLEMENTAR ÁS AULAS DE FOTOGRAFIA NAS MODALIDADES DE CURSOS PRESENCIAIS OU A DISTÂNCIA EAD, MANTIDOS PELA FOCUS ESCOLA DE FOTOGRAFIA, SEM QUALQUER OUTRO TIPO DE PROPÓSITO, RELEVÂNCIA OU CONOTAÇÃO. PARA MAIORES INFORMAÇÕES CONSULTE https://focusfoto.com.br A Focus é a única escola de fotografia no Brasil, que oferece ao aluno o direito de obter seu REGISTRO LEGALIZADO DE FOTÓGRAFO PROFISSIONAL, emitido pelo Ministério do Trabalho, por meio de cursos com carga horária total de 350 horas, incluindo períodos de estágio, preparo e defesa de TCC OS CURSOS DA FOCUS ESCOLA DE FOTOGRAFIA SÃO RECONHECIDOS PELA LEI N. 9.394, ARTIGO 44, INCISO 1 (LEI DE EDUCAÇÃO) O REGISTRO DE FOTÓGRAFO PROFISSIONAL é unificado, sendo o mesmo obtido pelas melhores Universidades Públicas do Estado de São Paulo. E você poderá obtê-lo EM QUALQUER MODALIDADE DE CURSOS DA FOCUS, presenciais ou a distância EAD em menos de 6 meses de curso. O aluno obterá seu REGISTRO DE FOTÓGRAFO PROFISSIONAL diretamente nas agências regionais do Ministério do Trabalho e Emprego. Este registro é fundamental para o exercício legal da profissão, constituição de seu próprio negócio, ingressos em concursos públicos e processos admissionários em empresas de fotografia, públicas ou particulares, bancos de imagens, agências de notícias, jornalismo e consularização de seu registro de fotógrafo, caso queira trabalhar em outros países ou Ongs. Internacionais, como "FOTÓGRAFOS SEM FRONTEIRAS" entre outras modalidades. SEJA FOTÓGRAFO DEVIDAMENTE REGULAMENTADO. QUALIDADE E EXCELÊNCIA EM EDUCAÇÃO FOTOGRÁFICA É NOSSO DIFERENCIAL HÁ MAIS DE QUATRO DÉCADAS. Os alunos recém-formados pela Focus competem em nível de igualdade com fotógrafos profissionais que estão no mercado há mais de 30 anos. Na FOCUS, o aluno entra no mercado de trabalho pela porta da frente! Os alunos, após formados, são encaminhados para o mercado de trabalho. Cursos 100% práticos, apostilados e com plantão de dúvidas. Faça bem feito, faça Focus! Há mais de 44 anos formando novos profissionais. AUTOR DO PROJETO e MEDIADOR DESSE BLOG: Prof. Dr. Enio Leite Alves, Professor Titular aposentado da Universidade de São Paulo, nascido em São Paulo, SP, 1953. PROF. DR. ENIO LEITE: Área de atuação: Fotografia educacional, fotografia autoral, fotojornalismo, moda, propaganda e publicidade. Pesquisador iconográfico. Sociólogo, jornalista, físico, fotoquímico, inventor e docente universitário. Fotografo de imprensa desde 1967, prestando serviços para os Diários Associados e professor do Sesc e do Curso de Artes Fotográficas Senac Dr. Vila Nova, São Paulo. Fotografo do Jornal da Tarde em 1972 -1973. Em 1975, funda a FOCUS – ESCOLA DE FOTOGRAFIA, primeira instituição de ensino técnico e tecnológico da AMÉRICA LATINA. No mesmo ano, suas fotos são premiadas na 13ª Bienal Internacional de São Paulo, quando a fotografia passa a reconhecida pela primeira vez como obra de valor artístico. Enio Leite, fundador do MOVIMENTO PHOTOUSP no início dos anos 70, com Raul Garcez e Sergio Burgi, entre outros, no centro acadêmico da Escola Politécnica, na Cidade Universitária, São Paulo-SP. Professor de fotografia publicitária da Escola Superior de Propaganda e Marketing, (ESPM), 1982 a 1984. Mestre em Ciências da Comunicação em 1990, pela Escola de Comunicação e Artes, USP. Doutor em História da Fotografia, Fotoquímica, Óptica fotográfica e Fotografia Publicitária Digital, em 1993, pela UNIZH, Suíça. No ano de 1997 obteve Livre Docência na Universitá Degli Studi di Roma Tre. Professor convidado pela Miami Dade University, Flórida, 1995. Pesquisador e escritor, publicou o primeiro livro didático em língua portuguesa sobre fotografia digital, Editora Viena, São Paulo, maio 2011, já na quarta edição e presente nas principais universidades brasileiras portuguesas. Colabora com artigos, ensaios, pesquisas e títulos sobre fotoquímica, radioquímica, técnica fotográfica, tecnologia digital da imagem, semiótica e filosofia da imagem para publicações especializadas nacionais e internacionais. (Fonte: Agência Estado - 12/03/2019)

Deixe seu comentário

  • (não será mostrado)