EQUILÍBRIO CLÁSSICO!

em Composição Fotográfica.

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Sempre houve fotógrafos que desrespeitaram as educadas recomendações de enquadramento e composição.

Mas, em geral, houve um consenso vago sobre o que
funcionava e o que não funcionava, o que era aceitável e o que não era, até por
volta da década de 60.

Esta foi a década, no Ocidente, em que a cultura de massa
entrou em cena com desafio, confronto e emoção, e a fotografia teve seu papel.

Essa foi a década da experimentação com a composição, com
recortes inesperados (David Bailey), posicionamento e equilíbrio extremos (Guy
Bourdin), lentes supergrande-angulares usadas de perto e de ângulos estranhos
(Art Kane), cores vivas e contrastantes (Pete Turner) e mais. O que os anos
1960 fizeram na moda, nos editoriais e na fotografia de publicidade foi definir
quais foram os padrões.

O que estou chamando de composição clássica (com certo abuso
da palavra clássico) fica mais fácil de entender quando contrastado com novas
ideias. É porque os anos 1960 na verdade não foram tão revolucionários quanto
pareciam a alguns naquele tempo, os padrões não se foram. Eles ainda estão
vivos e muito bem, e sendo usados pela maioria dos fotógrafos. A principal
qualidade que eles têm é apenas a de satisfazerem. Eles fazem isso
desencadeando relações conhecidas na percepção visual da maioria das pessoas.

De modo algum estou sugerindo que exista um tipo de modo
ideal de compor uma imagem; as ideias, as estratégias e técnicas individuais
variam tanto quanto a própria fotografia. Mas na composição clássica, a linha
comum consiste em organizar uma imagem de modo que a maioria ache que ela está
equilibrada.

Isso parece sensato, mas equilibrar o que exatamente? O chão
com o céu? Uma figura pequena com um cenário maior? Cores de primeiro plano com
cores de plano de fundo? Essas e muitas outras são as especificidades da
composição e, apesar de ser preciso ver os particulares para se poder fazer qualquer
tipo de análise, a maior parte das situações fotográficas não são tão simples.

 Assim como muitas
vezes há diferentes camadas de assunto em uma fotografia, normalmente há
camadas de elementos a serem equilibrados. Muito raramente, por exemplo, você
consegue encontrar uma situação em que há apenas um elemento isolado contra um
plano de fundo uniforme. Portanto, a questão da composição é puramente uma
questão de posicionamento.

Normalmente, há muitas coisas acontecendo em uma imagem, e
vários componentes irão influenciar uns aos outros. Existem seis tipos de componentes
afetando o equilíbrio: espacial, tonal, profundidade, nitidez, cor e conteúdo,
e mais de um desses pode estar agindo ao mesmo tempo.

Equilíbrio evoca ideias de harmonia e peso, e por definição
ele se dirige a um público vasto. O que geralmente entende-se que seja o
objetivo da composição clássica é um equilíbrio que a maioria das pessoas
apreciaria. Ele permite todo tipo de experimentação, mas se o senso de
equilíbrio em uma foto vai muito além do esperado – o que significa mais do que
uma simples surpresa – então a composição entrou em novo território.

 “Novo território” não
significa errado, em nenhum sentido, apenas que a maioria dos espectadores não
o aceitaria. Espera-se que a composição não-clássica seja desafiadora, que não
seja fácil ou convencional. Há razões que explicam por que em geral temos um
senso de equilíbrio e por que sentimos a necessidade de um, e isso em grande
parte tem a ver com psicologia e a fisiologia da percepção. Talvez isso seja
mais fácil de medir e entender nas relações entre cores, mas a ideia de um
equilíbrio que satisfaça aplica-se a todos os tipos de equilíbrio.

Caso tudo isso dê a impressão de que o equilíbrio visual é
só uma questão de fazer as contas, não há algo que se possa chamar de
equilíbrio perfeito, apenas interpretações. A opinião conta fortemente, e um
fotógrafo provavelmente discordará de outro quanto aos detalhes do equilíbrio
em uma imagem.

Aproveite para rever mais dicas sobre composição fotográfica nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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