Fotógrafo: está na hora de crescer e se desenvolver

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Conjuntura econômica favorece a retomada dos investimentos; o ramo fotográfico pode aproveitar e se renovar pelo crédito

O governo federal encerrou o primeiro semestre com algumas medidas para combater a escassez de crédito, principalmente para micro e pequenas empresas. A torneira andava seca por conta da crise financeira norte-americana iniciada em outubro do ano passado e exportada para resto do mundo. Com governo e sociedade civil mais confiantes, é hora de retomar o crescimento das atividades econômicas. Uma das características do Governo Lula, em seus dois mandatos, tem sido o incentivo à formação de uma ampla malha de pequenos empreendedores nos mais diversos segmentos da economia. Não por acaso. As micros e pequenas empresas representam 94% do total de firmas no País; e 45% delas escolheram o comércio para suas atividades.

É fato que o varejo fotográfico desenvolveu-se no País apoiado por linhas de financiamento das âncoras da indústria. Na maioria das vezes para comprar minilab. Sem a figura do fabricante como intermediário da operação entre o banco e o lojista, o crédito era dificílimo de ser concedido. Hoje esse quadro é mais arejado por força do desenvolvimento do mercado e também do aprimoramento da própria indústria fotográfica.

Vale lembrar que bancos oficinas ou de fomentos e ainda os privados não oferecem linhas de financiamento específicas para o ramo fotográfico. Se for lojista, por exemplo, vai ter de se enquadrar numa das categorias: micro, pequena ou média empresa; se fotografo, na classificação ME; se sem CNPJ, na de microempreendedor informal.

Capacitação – O crédito resolve o destino de uma empresa em parte. A outra moeda que entra na carteira do sucesso é capacitação empresarial. Quanto a isso, micro e pequenos têm à disposição o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas empresas ( Sebrae). Fundado em 1972, esta instituição vive uma fase de grande dinamismo e de proximidade a quem se empenha. Pelo portal http://www.sebrae.com.br  dá para notar o seu comprometimento com o público-alvo e sua atuação em cada Estado e Distrito federal (cada um tem o seu portal na internet). Na área de comércio e serviço, o Sebrae desenvolve cerca de 200 projetos e promove vários cursos e consultorias. Com o slogan “quem tem conhecimento vai afrente”, esses endereços para os empresários.

É sabido que o varejo fotográfico brasileiro não tem o hábito de se consultar no Sebrae ( talvez por herança da época de ouro do filme). Mas quem se decide, acaba por se sair bem resultados. É o caso da fotógrafa e lojista Cíntia Duarte que se inscreveu para participar do Prêmio Sebrae Mulher e conquistou o segundo lugar com a empresa Cíntia Fotografias, em Lençóis Paulista (SP). O ramo necessita de mais casos como este.

Peço o meu?

O cartão BNDES funciona como cartão de crédito e serve para financiar investimentos das MPMEs com faturamento bruto anual de até 60 milhões de reais e em dia com o INSS, FGTS, RAIS  e tributos federais.

O associado efetua sua compra exclusivamente pelo portal do banco (www.cartaobndes.gov.br). O Bradesco, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal são os emissores do cartão com bandeiras Visa e Mastercard.

Condições: limite de até 500 mil reais por cartão, por banco emissor; parcelamento de 3 a 48 meses; taxa de juros pré-fixada 9informada na página do portal).

MEI, você é?

O microempreendedor Individual (MEI) tem renda bruta anual de até 36 mil reais e pode participar de programa de microcrédito do BNDES ainda que informal.

Para os informais, a Receita Federal dá uma forcinha: reduziu a documentação para facilitar a inscrição no CNPJ, dispensando-os de apresentar Documento Básico de Entrada (DBE) e Protocolo de Transmissão da Pessoa Jurídica (FCPJ).

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