“Estamos vendo uma estupidez generalizada”, diz fotógrafo que perdeu visão em protesto de junho

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Fotografo foi atingido por bala de borracha em 13 de junho. Arquivo pessoal.

Sérgio Silva lamenta morte de cinegrafista e critica falta de políticas de segurança pública

Cerca de sete meses após ser atingido no olho por uma bala de borracha durante cobertura das manifestações de junho em São Paulo, o fotógrafo Sérgio Silva retomou o trabalho e integra atualmente o Coletivo Digital. No entanto, Silva, que perdeu a visão do olho esquerdo após o acidente, declarou que não pretende voltar a cobrir protestos.

A morte do cinegrafista da Bandeirantes Santiago Andrade, atingido por um rojão em ato contra o aumento da tarifa de ônibus no Rio de Janeiro, reforçou ainda mais essa decisão.

— Eu pensei muito quando aconteceu o acidente [com o Santiago] e infelizmente estamos vendo uma estupidez generalizada. Hoje não vejo motivo para eu fazer cobertura de uma estupidez, que é o que está acontecendo nessas manifestações. Não me interesso nessa cobertura.

Silva declarou que recebeu a notícia do acidente de Santiago “com muita tristeza” e lamenta que a situação nas ruas tenha tomado essas proporções.

— O ser humano é violento por natureza e isso está desaguando nas manifestações. Vejo uma questão negativa nisso porque existe uma minoria que está tirando a legitimidade do ato de se manifestar, então se você for para a rua pode acontecer isso [violência]. E você não se manifestando como fica a cobrança? Vai ficar só nas redes sociais?

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Para o fotógrafo, outra questão importante que esse tipo de acidente levanta é a da segurança pública no País.

— Você colocar toda a culpa em cima da minoria que vai tirar a legitimidade de quem vai se manifestar é fácil, mas o que é muito preocupante é a questão das responsabilidades dos órgãos de segurança pública. Quando a segurança age nesses casos ou é truculenta demais ou isenta demais. Os protestos vão continuar e não é com violência [de nenhum lado] que vamos encontrar solução. A Segurança Pública é responsável por isso.

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Volta ao trabalho

Após realizar duas cirurgias no olho e passar pela fase de recuperação médica, Silva conseguiu voltar a estudar no fim do ano passado e, aos poucos, retoma as atividades. Em outubro do ano passado, o fotógrafo iniciou cursos de vídeo e na rua participou, em novembro, da caminhada em comemoração ao Dia Mundial Contra o Racismo.

— Sempre participo e tudo foi tranquilo.

Além disso, desde o início deste ano, Silva voltou a uma rotina de trabalho no Coletivo Digital e, mesmo com um novo olhar, nunca perdeu o foco.

— Estou voltando, estou conseguindo fotografar e em breve vou estar 100% adaptado.

Fonte: http://goo.gl/B2bPFO

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