Exposição mostra os rostos das primeiras carteiras de trabalho

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Com a CLT, milhares de trabalhadores tiraram suas primeiras fotografias para poderem tirar suas carteiras de trabalho. Assis Horta fez milhares desses registros. Parte deles estão em exibição na galeria BNDES.Foto: Assis Horta / Assis Horta/Divulgação

‘Assis Horta: Retratos’ reúne imagens de operários brasileiros da pioneira geração com direitos trabalhistas

Marcela Ramos

No dia 1º de maio de 1943, Getúlio Vargas assinou a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Segundo as novas regras, passaria a ser obrigatório constar uma fotografia 3×4 com data na carteira de trabalho. Em Diamantina, o estúdio “Photo Assis”, adquirido pelo mineiro Assis Horta aos 18 anos de idade e mantido por grande parte de sua longa vida, ficou movimentado. O fotógrafo foi um dos primeiros a registrar os rostos de milhares de trabalhadores, imagens que estão reunidas na exposição “Assis Horta: retratos”, em cartaz na Galeria BNDES até o dia 5 de maio.

São mais de 200 fotografias na exposição de Horta. Diferentemente do francês Cartier Bresson, que batia fotos freneticamente para conseguir o momento decisivo, o mineiro era contido. A maioria de suas imagens foram feitas em um só clique, e ele jura que nunca queimou uma foto:

— Eu não podia revelar na hora, mas tirava a foto. Eu sabia o que tinha registrado com a câmera — conta o fotógrafo, de 99 anos.

NEGATIVOS BEM PRESERVADOS

Muitos daqueles operários nunca haviam visto seus rostos em outro lugar que não fosse um espelho. Alguns deles, inclusive, voltaram ao estúdio para outros registros menos formais. Horta deu uma imagem a um povo esquecido em grande estilo: em algumas fotos, os operários podem ser confundidos com celebridades, tamanho era o cuidado do fotógrafo ao tentar capturar a face mais bonita do representado.

— Elas têm uma qualidade não só técnica, as poses são interessantes, toda a preparação que o fotógrafo fez com roupas e os fundos. São muito bonitas — avalia Joaquim Paiva, colecionador e fotógrafo, cujo acervo de fotografias é um dos maiores do país, com cerca de 2 mil imagens. — Essa coleção do Assis Horta tem potencial para colocar o retrato em outro patamar no Brasil.

Por volta de seus 18 anos, Horta começou a trabalhar no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). A experiência na área de registo histórico lhe deu a preocupação necessária com conservação e documentação. Suas milhares de fotografias em negativos de vidro estão em ótimas condições. Além disso, Horta sempre as separou por datas. Seu filho, Isnard Horta, conta que elas também tinham categorias:

— Ele guardava alguns negativos em pastas especiais, chamadas de “lindas” e “ótimas”. Ele sabe reconhecer a qualidade do próprio trabalho.

A exposição também conta com a fotografia de um sem-teto de Diamantina. Rabo Mole, segundo Assis, pediu um retrato. O fotógrafo cobrava a maioria de suas fotos, mas algumas, como a de Rabo Mole, ele fez questão de tirar de graça.

— O prazer que as pessoas sentiam ao serem fotografadas era muito grande. Eu gostava disso — explica Assis Horta.

SERVIÇO:

ONDE: Galeria do Espaço Cultural BNDES — Av. Chile, 100 / Próximo ao metrô Carioca.
QUANDO: De segunda a sexta (exceto feriados), das 10h às 19h. Visitas guiadas de segunda a sexta às 12h30; quartas e quintas às 18h15.
QUANTO: Grátis.
Livre.

 Fonte: https://goo.gl/ZIVxdJ

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