FORMATOS DE ARQUIVOS DE IMAGEM

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Há inúmeras formas de se armazenar imagens digitalizadas

Estas opções são chamadas formatos de arquivos e diferem nas diversas plataformas computacionais – seja Mac,Windows, Linux ou Unix – e diferem também conforme o hardware ou software.

 Nada disto interessaria muito se tivesse de trabalhar apenas com um, mas na prática terá de trabalhar com várias, visto que as imagens com que se trabalha serão transportadas de uma aplicação para outra:  da câmera ou scanner para o computador, para um computador de edição de imagem, estão todas em concordância com os há muito estabelecidos.

Formatos de arquivos, em particular com o JPEG e o TIFF. Cada formato de arquivo apresenta características que o tornam mais adequado a um tipo de imagem ou utilização do que outro. Para trabalhar com fotografias com fotografias deve estar familiarizado com alguns e ter um conhecimento superficial de alguns outros.

Os formatos são identificados através de um sufixo ao seu nome, tal como .pic, aliás com qualquer tipo de arquivo. Para aumentar a confusão, alguns formatos de arquivos, como o JPEG, são também métodos de compressão.

A compressão de imagem é a chave para manter imagens muito grandes manuseáveis, tal como vimos com as máquinas fotográficas digitais. Esta é a solução para o habitual problema digital com a memoria e o tamanho – se a memória e o espaço de armazenamento fossem ilimitados e fosse possível transferir todos os arquivos instantaneamente, a compressão não seria necessária. Mas tal não é possível, logo, a compressão é necessária e utilizada.

Esta é uma área altamente técnica, mas devido às implicações que acarreta para a qualidade de imagem, é bom estar a par do que se passa neste domínio.

Já falamos aqui sobre imagens em mapas de bits e, sem compressão, o programa simplesmente conta todos os pixels e os seus valores numa ordem que possa reproduzir. Imagine uma fotografia de uma paisagem num dia de Sol. Comece na fila do topo e vá verificando os pixels um a um.

Devido ao céu ser azul alguns pixels terão o mesmo valor – digamos que na primeira fila vai desde o 93.° ao 140.°. Em vez de apontar valores para todos pode apontar, em muito menos espaço, que do 93 até ao 140 tinham um dado valor. De fato é, mais ou menos, o modo como um bem conhecido método de compressão, LZW (Lempel-Ziv-Welch), funciona. A maioria dos métodos são, no entanto, mais complexos.

A compressão pode ser com ou sem perdas, o que é relativamente autoexplicativo. O LZW é um método de compressão sem perdas e quando a imagem é descomprimida nenhuma informação foi perdida.

No entanto, a compressão sem perdas não reduz muito o tamanho do arquivo – talvez 50 por cento. Se pretender um arquivo pequeno, a solução é utilizar uma compressão com perdas, tal como o JPEG, mas irá perder algum detalhe.

Pode escolher esta perda quando grava a imagem. Dependendo do método como desejo vir a utilizar a fotografia, a quantidade de informação perdida pode não ser de grande interesse, mas deve efetuar os seus próprios testes com configurações diferentes antes de se decidir por um nível particular de compressão – e comparar os resultados com uma ampliação de 100 por cento.

Não é, no entanto, um método útil para a edição de imagem porque a compressão seria efetuada em cada gravação, degradando-a progressivamente.

Para que suas imagens não sofram novas compressões nos servidores das redes sociais, utilize o formato PNG. Basta converter no Adobe Photoshop.

Aproveite para rever mais dicas e macetes  sobre tipos e formatos de arquivos digitais, nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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