Fotógrafa brasileira retrata idosas que vivem sozinhas em Nova York

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Banheiro de Claire Gottfried. Nova York, 3, de Abril, 2014

“Mesmo com toda a pressa e agitação da cidade de Nova York, muitas mulheres idosas conseguem manter suas vidas com graça e ritmo próprio”, diz a fotógrafa brasileira Patrícia Monteiro, de São Paulo, em seu site http://http://www.patriciapmonteiro.com/.

“‘Life Ever After’ (Vida Para Sempre) documenta uma comunidade de mulheres que vivem sozinhas depois de terem perdido seus companheiros, parentes ou amigos. Olhar para elas também é olhar para a beleza da vida, que definitivamente não termina quando você chega aos 80.”

“Life Ever After”, sua recente série fotográfica, é um projeto que acompanha o dia a dia de mulheres idosas — mais especificamente, na casa dos 80 e dos 90 anos — que vivem sozinhas na cidade de Nova York. Patrícia se inspirou em sua própria avó, uma mulher que lutou contra os efeitos do Alzheimer e que, infelizmente, ficou inativa nos últimos anos de sua vida.

Numa tentativa de conseguir processar a doença, a fotógrafa visitou um centro de idosos no bairro de Chelsea, em Manhattan, onde conheceu Rita Immerman, de 88 anos, amante da arte e da cultura, que foi a primeira a ser retratada. Immerman acabou apresentando Patrícia para Claire Gottfried e Molly Kanner, que também concordaram que a fotógrafa e sua câmera entrassem em suas vidas.

Sonia Goldstein, moradora do mesmo prédio de Immerman, foi outra que aderiu ao projeto. Ao contrário da avó de Patrícia, Immerman e outras viúvas e solteiras desfrutam de dias cheios de atividades e agendas lotadas com reuniões de grupos. Intrigada pela independência que essas mulheres demonstravam, Patrícia tentou capturar o senso de aventura que elas reservam para cada dia e cada atividade, como admirar obras de arte no museu Whitney, jogar cartas e saborear uma taça de vinho antes de ir ao teatro.

“Queria mostrar o lado positivo do envelhecimento, tentar lembrar as pessoas que a vida não acaba apenas porque você chegou aos 80 — há tanta coisa ainda que você pode fazer por si mesmo e por sua comunidade”, disse Patrícia ao HuffPost.”[Immerman e suas amigas] me fizeram olhar o envelhecimento de uma forma diferente.” As fotos retratam o hoje, assim como momentos do ontem.

Embora algumas das fotos de Patrícia mostrem a correria dos dias e das noites dessas mulheres, elas também refletem fragmentos de um passado perdido, seja na forma de um retrato de um ente querido falecido há muito tempo, ou uma aliança de casamento guardada no fundo de um quadro. Outras imagens revelam momentos mais corriqueiros, como o pendurar de uma camisola ou o design interior cuidadosamente modificado que ajuda Immerman a manter sua mobilidade dentro de casa.

No geral, a série proporciona um olhar sem retoques sobre a realidade do envelhecimento de mulheres de carne e osso. “Devemos cuidar mais de nossos idosos e não vejo muito isso, não apenas nos Estados Unidos, mas também no Brasil, meu país de origem”, conclui Patrícia. “Depois desse projeto, diria que sou mais consciente e tenho mais consideração com as pessoas. Me fez ver, por exemplo, como podemos facilmente subestimar a opinião dos idosos, quando estão sendo atenciosos e prestativos. Conhecer essas senhoras me ensinou muito a apreciar a vida como ela é.”

Veja fotos: http://goo.gl/k90C6j  

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