Fotografia básica: o estudo da lente

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Controle da intensidade da luz

Um meio fácil de começar a compreender como a lente funciona é compará-la a pupila do olho humano, que é infinitamente mais complexo e sofisticado do que qualquer lente jamais construída.

             Ainda assim, a lente da câmara pode, em certas circunstâncias, superar em muito o desempenho do olho humano. Embora se possa dizer muito sobre o olho humano, bastará aqui considerar apenas duas de suas funções que têm equivalência na lente da câmara.

            A primeira refere-se ao controle da intensidade da luz que passa pela lente. No olho humano, isto é feito pela íris, a parte colorida do olho. A íris possui músculos mínimos que fazem a pupila – o círculo negro existente no centro da íris – aumentar de diâmetro quando a luz está fraca ou diminuir o diâmetro quando a luz está brilhante. Os músculos da íris agem um tanto devagar, como sabemos cem com base na experiência de sair de uma rua ensolarada e entrar num prédio escuro. A princípio, mal conseguimos distinguir os objetos, porém à medida que a íris se adapta, passamos a enxergar cada vez mais.

            As lentes da câmara são equipadas com um equivalente mecanismo da íris e da pupila chamado diafragma íris. Este diafragma é composto de algumas placas metálicas finas dispostas em círculo, de modo que se sobreponham em parte e fiquem fixadas à face interna de um anel.

            Quando esse anel é girado num ou noutro sentido, as placas metálicas se movimentam também, reduzindo ou aumentando o diâmetro do círculo de formam. Este círculo é chamado de abertura da lente, e age como se fosse a “pupila” da lente da câmara. Na realidade, ele não é um círculo perfeito, mas apenas aproximadamente circular. Sua forma depende do número de placas metálicas usadas. Por exemplo: se forem usadas seis placas, a forma da abertura será hexagonal. O diafragma íris fica localizado dentro da armação da lente.

Circuito acionador das palhetas da lente Canon EF 50 mm f/1.8 II

            Como o diafragma íris da lente da câmara é acionado eletronicamente, e não por músculos e nervos, as mudanças do diâmetro da abertura podem ser feitas instantaneamente para corresponder a mudanças extremas na intensidade de luz. Se, de repente, o fotógrafo se encontrar frente a uma cena de grande luminosidade, ele poderá regular imediatamente o diafragma íris da câmera para uma abertura menor e tirar a foto muito antes das pupilas de seus olhos se adaptar à luminosidade. Se, por outro lado, ele se vir num local em que a luz é muito fraca, talvez seja preciso esperar um bom tempo até que os músculos da íris ajustem as pupilas para que elas possam observar a cena com clareza suficiente.

            O diâmetro da abertura do diafragma íris é controlado por um botão  ou dispositivo que está no corpo da câmera. Sua identificação é fácil em razão da série de números especiais  que aparecerá no visor LCD de sua câmera DSLR incluirá pelo menos estes: f/4, f/5.6, f/8, f/11, f/16. f/22 3 f/32.

Escala de números f/.

 

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