Fotografia: conversa com empreendedores

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Fotografo Everton Rosa

Os fotógrafos Everton Rosa, de Novo Hamburgo (RS), e Guilherme Riguetti, de Campinas (SP), trocam perguntas sobre a difícil tarefa de ser um empreendedor na fotografia. Os dois coordenam equipes de fotógrafos, além de realizar trabalhos autorais. Acompanhe o bate papo.

 Riguetti pergunta a Everton

 Você é um fotógrafo de grife, como foi a experiência de montar uma equipe de sucesso?

Tudo tem seu tempo para dar certo, sou responsável por tudo, inclusive pelo conhecimento e reciclagem da equipe. Sou eu quem analisa cada trabalho e cada saída, o equipamento usado em sua maioria é fornecido por nosso estúdio. Leva tempo até uma equipe ter conhecimento e respeito, mas com calma e estratégia tudo dá certo. Ninguém é responsável sozinho pelo sucesso do trabalho, o resultado é a soma de vários talentos; fotógrafos, editores, assistentes, atendimento e outros.

 Como pessoa viajada, você acha mais difícil ser um fotógrafo empreendedor no Brasil, devido à burocracia, juros etc.?

Ao mesmo tempo em que pagamos mais taxas e impostos, temos mais oportunidades e liberdade de exercer a profissão. Acredito que um país novo como o Brasil precisa de mais tempo para fazer justiça não somente na nossa área, mas tem muitas outras.

 Ser fotógrafo e empreendedor ao mesmo tempo é um desafio. Como divide seu tempo?

Precisamos ter propósitos na vida, e nesse caso dividimos o tempo de modo a dar atenção a cada assunto. Delegar foi um de meus maiores desafios, mas é necessário para quem pretende crescer. Com sabedoria temos tempo para tudo, inclusive descansar.

 Fotógrafos se preocupam muito com o copyright de suas imagens, mas ironicamente muitos trabalham na informalidade e com softwares piratas. Como mudar essa realidade?

Os maiores precisam dar exemplos e ajudar a classe. Não discrimino ninguém, mas faço minha parte para que seja diferente.

 Você tem ou planeja ter algum projeto social em fotografia?

Estou pensando em algo na televisão. Em breve poderei falar.

 Everton pergunta a Riguetti

 Quantos casamentos e eventos sua empresa faz por ano?

A empresa tem cinco anos, iniciamos quando minha esposa Mauriane abandonou a odontologia e começou a fotografar. Estamos num ritmo de crescimento interessante e temos mantido uma média de 130 casamentos por ano, desde 2008. Temos nos dedicado a casamentos e aniversários, além de iniciarmos operação de estúdio. Optamos por permanecer nesse ritmo nos próximos anos.

 Qual a estratégia para gerenciar marca e investimentos?

Em 2012 fiz um reposicionamento de marca, logo após o Congresso Fotografar. Mudou de nome, passou para Riguetti Fotografia e Cinema. Essa mudança visou a inclusão da filmagem em DSLR. Mudamos portfólio, material gráfico e preços para que os clientes tivessem a percepção de valor. Mudamos para uma nova sede, mais moderna, ampla. Nossa estratégia resultou em mudança no perfil de clientes e na margem de lucro. Nos próximos meses pretendemos sofisticar mais o material de apresentação.

 O que faz para manter sua equipe?

Minha equipe tem 11 funcionários, sendo que nove estão desde 2007. Além de uma boa remuneração, devemos manter a equipe com um astral elevado, para isso investimos em treinamento, valorizando o conhecimento de cada um.

Em sua maioria os estúdios são administrados por familiares. O seu é administrado por quem?

O nosso não foge à regra. Fico com o planejamento, marketing e atendimento, e Mauriane com o RH, financeiro e estúdio.

 Onde você busca conhecimento para repassar à equipe? Quais são seus hábitos diários?

Internet, revistas, workshops, congressos. Pesquiso, filtro e repasso à equipe. Faço cursos de atualização e reciclagem.

 Focus Escola de Fotografia – Desde 1975 

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