Fotografia e a Revolução Cultural da Modernidade

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Sindicalistas britânicos lutam pelo direito de greve. Em 1875, o direito é finalmente conquistado por meios pacíficos

Texto: Enio Leite

O advento da fotografia, dentro do contexto da revolução industrial, deu continuidade ao discurso da verossimilhança, do detalhismo, e da fragmentação do real, sem, contudo propor um retorno renascentista, ou mesmo de querer perpetuar o modelo renascentista de codificação da informação. O momento histórico já é outro, e o que notamos é uma retomada da racionalidade burguesa industrial. Embora haja ainda uma nítida cristalização da estratégia do signo renascentista nos discursos visuais atuais, da mesma forma que já   expusemos anteriormente esta presença na própria língua, não se pode reduzir este fato a “uma volta ao passado”, se deve tentar compreendê-lo dentro de sua amplitude.

Este modelo, que se conhece como “perspectiva artificialis”, foi desenvolvido por Leo Batista Alberti, em 1435, na obra intitulada Tratado de Pintura, que significou o “divisor de  águas” entre a configuração visual da Idade Média e do Renascimento. A Renascença, apesar de apregoar a concepção de um único ponto de fuga, do logocentrismo ocidental, substituindo a presença divina pelo olho sujeito, introduzindo a concepção binária da representação, que era na realidade a essência da concepção cientifista das imagens, ainda trazia muitas posturas herdadas do próprio período medieval. As questões referentes à aura, ao valor cultural, à autenticidade e à interação dos mesmos, por vários séculos se mantiveram nas mãos de uma elite dominante. Com o advento da fotografia e a sua possibilidade da reprodução, assistimos à grande revolução cultural da modernidade.

Não pretendemos, com esta retomada de conceitos, traçar uma nova história sobre a fotografia, ou mesmo sobre o fotojornalismo digital. Queremos apenas situar melhor o processo histórico, para que possamos ter uma compreensão mais objetiva sobre a identidade dessa nova classe e o discurso da fotografia.

Na esperança de poder apreender algo tão vasto quanto a história da modernidade, vamos fragmentá-la em três estágios. No primeiro estágio, compreendido entre o início do século XVI até o final do século XVIII, o mundo europeu está apenas começando a experimentar a vida moderna, mal sabendo o que realmente o atingiu. As pessoas procuram desesperadamente um vocabulário adequado para exprimir esta nova vida, um sentido de público ou mesmo de comunidade moderna. Com a Revolução Francesa, e sua grande onda revolucionária, ganha vida de modo abrupto e enfático, um grande e moderno público. “Esse público partilha o sentimento de viver uma era revolucionária, uma era que desencadeia explosivas convulsões em todos os níveis de vida pessoal, social e política”.(Berman, 1986, p.32) Passados cinqüenta anos, em 19 de agosto de 1839, Daguerre anunciava na Academia de Ciências e Belas Artes de Paris, a descoberta da fotografia, que para a burguesia ascendente significava muito mais do que uma simples identificação pessoal. Era um culto de classe ao individualismo, conforme já vimos anteriormente e voltaremos a retomá-lo mais adiante. O público moderno do século XIX ainda se recorda que sua vida tanto material quanto espiritual não se consumava em um mundo que não chegava a ser moderno por inteiro. No século XX, nosso último estágio, o processo de modernização se multiplica a tal velocidade que cobre virtualmente o mundo todo, e a cultura moderna mundial ainda em desenvolvimento atinge espetaculares triunfos, tanto nas expressões artísticas, como no próprio pensamento humano.  k  medida em que se expandem seus resultados, o público moderno se multiplica em uma multidão de fragmentos, que se comunicam por meio de linguagens incomensuravelmente confidenciais. A idéia de modernidade, concebida em inúmeros e fragmentados caminhos, diverge muito da sua nitidez, ressonância e capacidade de organizar e dar sentido às pessoas. Dessa forma, nos encontramos dentro de um período moderno, que já não capta mais a voz arquétipa de Rousseau e que perdeu contato com as raízes da sua própria modernidade. Nosso século produziu uma espantosa quantidade de obras e idéias da mais alta qualidade, mas ainda não sabemos como usar nosso modernismo; temos ainda a impressão de que rompemos a conexão entre nossas culturas e nossas vidas. O século XX fomentou uma espetacular arte moderna, que rompeu definitivamente com as heranças medievais, porém parece que perdemos como incorporar a vida moderna que esta arte brota. O pensamento moderno, desde Marx e Nietzsche, cresceu e se desenvolveu de distintas maneiras. Por outro lado, nosso pensamento sobre a modernidade, sem dúvida, não seguiu o mesmo ritmo. Assim, a modernidade ou à vista com um entusiasmo cego e completamente acrítico, ou    condenada por uma postura de distanciamento e indiferença. Mas Marx e Nietzsche tinham clara consciência dos altos custos humanos desse processo, e sabiam que a modernidade tinha uma longa trilha para percorrer antes que seus ferimentos pudessem se cicatrizar. A atual idéia de modernismo difere em gênero e grau das primeiras formulações de Descartes e Bacon – um modelo ideal de sociedade moderna, isento de perturbações. E    justamente nestes termos que fica difícil, para nós, admitir a fotografia como uma retomada da configuração renascentista, como pretendem Arlindo Machado e outros autores.

Entretanto, Marx e Nietzsche perceberam a modernidade como um todo apenas em um momento, quando uma pequena parte do mundo estava realmente modernizada. No século seguinte, o processo de modernização já se tinha espalhado de tal forma que ninguém foi poupado, nem no mais remoto canto deste planeta. Pode-se aprender muito com estes primeiros modernistas, não tanto sobre o seu período, mas sobre nosso próprio tempo. Temos consciência de que perdemos o controle sobre as contradições que eles tiveram a que se agarrar com todo o empenho, em cada momento de suas vidas, para poderem sobreviver.

A fotografia corresponde a uma fase particular da evolução social para o modernismo. A ascensão de novas camadas da sociedade representava um maior significado político e social. Os precursores do retrato fotográfico, conforme já colocamos anteriormente, nasceram da estreita relação com esta evolução. A ascensão dessas novas camadas sociais, em busca da sua individualidade e projeção social, provocou a necessidade da produção em larga escala de novos produtos de consumo, e particularmente da fotografia. “Mandar fazer o retrato”, era um ato simbólico, por meio do qual o público da classe social ascendente manifestava a sua mobilidade social, tanto para si mesmo, como para os demais, e se situava dentro daquele privilegiado grupo que tinha grande consideração social. Este processo transformava, ao mesmo tempo, a produção artesanal do retrato em meios cada vez mais mecanizados e, portanto, mais rápidos. O retrato fotográfico, desta forma, representa a fase final dessa evolução.

 Desde 1750, em Paris, desponta, por impulsos sucessivos, a subida das classes médias no interior de uma sociedade cujas bases eram delimitadas pela aristocracia. Com o surgimento do público burguês e o desenvolvimento de seu bem estar material, aumenta também a sua necessidade de projeção social. A independência econômica dessa nova classe gera também a necessidade de conquista do seu espaço político. O indivíduo ousa individualizar-se. Esse ousado indivíduo precisa, mais do que nunca, de um conjunto de leis próprias, precisa de habilidade e astúcia, necessárias à auto-preservação, à  auto-imposição, à  auto-afirmação e à sua auto-liberação. Aprofunda-se a necessidade de encontrar a sua característica manifestação, que esteja em função direta com a sua personalidade de afirmação, e a tomar consciência de si mesmo. O retrato pintado, que na França era, há muitos séculos, privilégio de alguns círculos aristocráticos, com o advento da fotografia se democratiza. E, mesmo antes da Revolução Francesa, a moda do retrato já começa a ter grande aceitação pelos primeiros pequenos burgueses.  k  medida em que afirmava a necessidade de representar-se, essa moda criava novas formas e técnicas de resultado satisfatório. Era a maneira encontrada pela nova classe para expressar seu culto pela individualidade. Tivemos, assim, o surgimento da silhouette, que se constituía em um passatempo, ou seja, recortar, em papel cartão preto, o perfil dos amigos, ou ainda o retrato miniatura, executado por pintores miniaturistas, a “preços módicos”. Em 1786 aparecia a técnica da gravação mecanizada do fisiotra  o, que se baseava no mesmo princípio do pantógrafo. Era uma nova técnica de gravação de pequenos retratos em relevo, que copiava o perfil humano com escala e exatidão matemáticas. Estes primeiros procedimentos de transcrição da imagem nada tinham que ver com o descobrimento técnico da fotografia, mas podem ser considerados como seus precursores ideológicos.

Dois meses antes de Daguerre apresentar publicamente a sua descoberta, um grupo parisiense de deputados já  havia proposto à  Câmara que o Estado francês comprasse o invento e oferecesse a ambos, Daguerre e Isidore Niépce – filho de Joseph Nicephore Niépce (1765-1833), que fora na realidade o precursor da fotografia na França e sócio de Daguerre. Em troca, ambos receberiam uma pensão vitalícia e a “França orgulhosamente poderia doar a descoberta para todo o mundo”. Diante da concretização desse acordo, cinco dias antes, mais precisamente em 14 de agosto de 1839, “Daguerre já estava coberto com patentes de sua invenção na Inglaterra, País de Gales e Colônias Britânicas…” (Kossoy, 1984, p.4)

     Não é difícil detectar quais os partidos políticos, ou mesmo grupos sociais, que passaram a tutelar e defender a fotografia neste período, sob todos os aspectos. O seu advento, como já   vimos, retratou o período de transição já consumado pela decomposição do mundo feudal e pelo efeito dos novos modos de produção e da avalanche de reviravoltas políticas. Dentro desse cenário, as classe ascendentes traçavam sua trilha, sem contudo encontrar seu próprio meio de expressão artística. Procuravam, então, ir se adequando ao padrão aristocrático. Se essa velha classe já não tinha mais nenhuma função política ou mesmo econômica, ainda tinha um ponto a seu favor – era o termômetro do bom gosto da sociedade. Assim, as novas classes emergentes não tiveram outra alternativa senão adaptar os velhos conceitos artísticos da nobreza e suas formas de representação, modificando-as sempre conforme suas necessidades. Neste contexto, veremos por um novo ângulo as relações que unem a evolução da fotografia com a evolução da própria sociedade.

As revoluções do século XIX na França estimularam as transformações sociais que acabaram por provocar o crescimento do capitalismo. A Revolução Liberal de 1830 cortou definitivamente as últimas raízes com a dinastia aristocrática legítima e, conseqüentemente, as últimas esperanças de uma possível restauração, e contribuiu, com todos os seus esforços, para que a sociedade burguesa pudesse definitivamente se estabelecer com seu poder natural. A França se encontrava na fase econômica onde a produção artesanal vinha aos poucos cedendo espaço ao empreendimento industrial. Essas duas realidades econômicas coexistiram durante as duas primeiras décadas do século passado, apesar da primeira se encontrar em declínio e a segunda em amplo desenvolvimento. As máquinas vinham paulatinamente substituindo o trabalho manual. A greve dos gráficos de Paris, em 1830, refletiu claramente este novo estágio de desenvolvimento, provocado pela instalação de máquinas mais sofisticadas, que deixaram sem emprego grande número de trabalhadores, ou reduziram seus salários pela metade. Este é apenas um dos inúmeros exemplos da nova ordem econômica que foi se instalando aos poucos e produzindo profundas modificações na constituição da sociedade.

 Grande parte do mercado de trabalho artesanal se proletarizou, suas condições de vida se caracterizavam por uma miséria extrema, e seu papel político ainda era muito insignificante. Por outro lado, bastou que a indústria e o comércio prosperassem, para que a pequena e média burguesia ganhassem espaço e se convertessem nos pilares da ordem social. “Já não existe nenhuma diferença entre Luís Felipe e eu; ele é rei-cidadão, eu sou cidadão-rei”. (Freund, 1982, p.24) Esta era a palavra de ordem da época que deixava transparecer a nova consciência que a pequena burguesia tinha de si mesma; suas idéias e sentimentos já eram profundamente democráticos.

Relojoeiros, farmacêuticos, comerciantes de chapéus, alfaiates e todo o público, que possuíam um pequeno capital e instrução elementar suficiente para fazer a sua própria contabilidade, mercadores enterrados no horizonte do seu próprio negócio, foram os elementos da camada da média burguesia que encontraram na fotografia a nova forma de auto-representação, dentro de seus limites econômicos e ideológicos. Sua situação econômica iria determinar o caráter e a evolução da fotografia. Sem dúvida, foi este público que pela primeira vez desenvolveu as condições econômicas para que a arte do retrato pudesse ter acesso popular.  Como todas as novas propostas, a fotografia também foi descendo até as camadas mais profundas da média e pequena burguesia, à medida em que também se fazia sentir a importância dessas formações sociais.

O novo invento, sem dúvida, havia despertado o interesse de quase todas as camadas sociais. No entanto, sua imperfeição técnica e os grandes custos exigidos para as primeiras tomadas só eram acessíveis naquele momento à burguesia acomodada. Somente alguns aficionados muito ricos podiam se permitir a este luxo. O processamento fotográfico introduzido por Daguerre era bastante incômodo. A placa metálica deveria ser preparada com a solução de sensibilizantes momentos antes de sua tomada, e ser revelada logo em seguida com vapor de iodo. Os primeiros preparativos levavam de trinta a quarenta e cinco minutos. Para fotografar paisagens, o ritual era mais complexo, porque tinha-se que transportar grandes barracas, laboratórios ambulantes com todas as soluções químicas. Quando se tratava de retratos, o prolongado tempo de tomada era um martírio para a “vítima”, sendo o fotógrafo obrigado a utilizar “acessórios especiais” para manter o modelo inerte, sem nenhum movimento, enquanto fotografava. Além de tudo isto, a daguerreotipia apresentava um inconveniente fundamental: seu processo não permitia cópias da mesma imagem; sua câmera era muito grande, pesando em média cinqüenta quilos; seu preço, na época, era muito alto e pouco atrativo, o que acabou impossibilitando essa conversão em uma indústria importante.

Mas, em todos os países da Europa, a daguerreotipia teve êxito considerável, e mais especificamente nos Estados Unidos sua receptividade foi imensurável. Já no final de 1839, Daguerre enviava seu representante aos Estados Unidos, François Gouraud, com o objetivo de promover exposições e dar conferências sobre o novo processo, para estimular a venda de seus produtos. Nessa época, a sociedade norte-americana ainda não se encontrava totalmente estratificada. As possibilidades de crescimento ainda dependiam da iniciativa individual. O período seguinte, de 1840 a 1860, não só foi caracterizado pelo florescimento da daguerreotipia, como também da transformação da sociedade norte- americana, do seu estágio agrícola para a fase industrial. Presenciamos, nessa época, o surgimento de uma infinidade de novos inventos como a geladeira, máquinas secadoras, novos sistemas de produção em série, aumento da rede ferroviária e dos telégrafos, entre outras coisas. As cidades cresciam. Era também a época do ouro, e da definitiva colonização do Oeste norte-americano. Diante de todos estes acontecimentos, a jovem nação se sentia orgulhosa de suas conquistas, e encontrou na fotografia o meio ideal para se eternizar. Os norte-americanos mais ativos e inteligentes estabeleceram inúmeros ateliers fotográficos, ou percorriam os campos e fazendas em grandes carroças transformadas em verdadeiros estádios de daguerreotipia.

“Para a jovem democracia norte-americana este novo meio de auto-representação correspondia plenamente ao entusiasmo dos pioneiros, orgulhosos de seu êxito”. (Freund, 1982, p.31) As tendências embrionárias do signo “fotográfico” desabrocham mais depressa e na sua amplitude quando esse novo meio de representação visual    levado à distância. Uma vez transplantada, a fotografia perde as raízes da sociedade parisiense que a concebeu e as influências às quais ela é submetida nos outros países transformam-na rapidamente. A evolução da fotografia, nestes termos, vai estar em estreita dependência do contexto histórico da sociedade que a adotou. A inexistência de um passado feudal nos Estados Unidos possibilitou maior identificação entre a fotografia e a burguesia industrial emergente.

O momento era ideal e propício para que a sociedade norte-americana também pesquisasse outras possibilidades da tecnologia fotográfica e fizesse com que George Eastman, já em 1880, desenvolvesse os primeiros filmes em rolo de celulóide, e lançasse a primeira câmera portátil Kodak, em escala industrial, democratizando definitivamente a fotografia. Isto também explica porque o jornal nova-iorquino Daily Herald foi o primeiro veículo do mundo moderno a imprimir a fotografia por meios totalmente mecânicos, em 1880, e porque o fotojornalismo norte-americano iria apresentar um amplo avanço, um tratamento totalmente diferenciado e uma grande aceitação por parte dos leitores, incomparável com as demais metrópoles européias.

A fotografia é filha do capitalismo moderno. Sua semente brotou dentro das convulsões sociais geradas pela emergência do modernismo, já no final do século XVIII, e passa a tomar forma nas primeiras décadas do século XIX. Seu discurso visual é o próprio discurso da ideologia racional burguesa. Portanto, a história da fotografia é a própria história da modernidade.

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