Fotografia e Colecionismo

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Foto da série Penitentes, de Guy Veloso, incorporada ao acervo do clube: “emblemática e intimista”

De imagens que trazem um viés mais tradicional e antigo, passando pelo ecletismo, requinte e ensaios de caráter documental até chegar às referências do cinema e pintura. A linha de partida pode ser diferente, mas no fim do passeio, no ponto de chegada, todos se encontram com o mesmo objetivo: a fotografia como obra de arte. Nesse clima de diálogo entre as variadas linguagens artísticas é que o Clube de Colecionadores de Fotografia integra, este ano, mais cinco novos artistas ao acervo fotográfico do Museu de Arte de Moderna de São Paulo (MAM-SP). Flávio Damm, Guy Veloso, Sofia Borges, Claudio Edinger e Araquém Alcântara, a partir de agora, terão um pedacinho dos seus olhares perpetuados no acervo do MAM.

A fotografia brasileira vive um bom momento, ganhou impulso com o processo de redemocratização do país e, hoje, não tem mais tanta preocupação com a investigação da identidade e caráter nacional. Eder Chiodetto, curador do Clube de Colecionadores de Fotografia do MAM, fala que as questões subjetivas e universais estão muito mais presentes no universo fotográfico nos dias atuais. E complementa: “A fotografia está se descolando da ideia de ser uma certificação da existência das coisas e passa a ser cada vez mais uma linguagem que tende ao ficcional”.

Segundo Chiodetto, a chegada das novas mídias e tecnologias somou bastante para a ampliação dos conceitos sobre fazer fotografia, além do aperfeiçoamento das câmeras. Hoje, o Brasil tem uma fotografia reconhecida mundialmente como de primeira linha, com várias frentes de pesquisa, tanto no campo documental como experimental.

Para a seleção das novas obras que integrarão o acervo do MAM, o critério de escolha da curadoria do museu segue as linhas de força da fotografia brasileira, com cinco canais de pesquisa, que, de acordo com Chiodetto, são: documentos da ficção, retrato/autorretrato, fotografia, metalinguagem, limite, identidade nacional e vanguarda histórica. “Pesquisamos artistas que estão despontando com trabalhos sólidos, apostamos em novos talentos, assim como também procuramos ter no acervo profissionais de meio de carreira e nomes do passado que muitas vezes ainda não foram devidamente contemplados com obras em museus importantes”, comenta.

Flávio Damm, por exemplo, está dentro da linha de pesquisa da Vanguarda Histórica, por conta da bela obra Rosila, de 1966, feita na Bahia, na zona do meretrício. A foto teve suas primeiras aparições na lendária revista O Cruzeiro. “Sempre trabalhei em preto e branco sem praticar luz artificial e nunca fiz fotos posadas. Sinto-me orgulhoso por ter sido chamado para fazer parte de uma entidade da importância do MAM/SP”, diz Flávio.

Araquém Alcântara possui um trabalho mais requintado e ainda não devidamente reconhecido pelo circuito cultural, na opinião de Eder Chiodetto. Trancoso, Bahia, de 1999, é a obra de Araquém escolhida para fazer parte do museu. A imagem mostra uma árvore balançando ao vento na área chamada de Quadrado, em Trancoso, sul da Bahia. “Minhas fotos fazem parte de vários acervos no Brasil e no exterior, mas ter uma obra no acervo do MAM-SP reveste-se de duplo significado: é uma das principais instituições do país e sempre privilegiou a fotografia como linguagem plástica contemporânea”, pontua Araquém.

Fonte: http://goo.gl/HQEpa

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