Fotógrafo afirma que um black bloc disparou rojão que atingiu cinegrafista

em Artigos e Entrevistas, Dicas & Tutoriais, Notícias.

(11) 3104 6951,  cursos profissionalizantes de fotografia sp,   Jornal Nacional, cinegrafista, Black block, rojão, manifestantes,  faicas, TV Bandeirantes, munição, buscapé, sequencia de fotos,      Fotografia, escolas de fotografias sp, cursos de fotografia sp, curso de fotografias sp, notícias sobre fotografia, curso fotografias, melhores curso de fotografias sp, melhores cursos de fotografias sp, curso de fotografia sp melhores,     Escolas de fotografia sp, curso fotografia de moda, curso de fotografia publicitária, curso de fotografia sp, escolas de fotografia, cursos fotografia de moda,  aulas de fotografia, cursos de fotografia online, escola focus, enio leite, cursos de photoshop,  melhor curso de fotografia em sp, focus escola de fotografia, curso de cinema digital Full HD, cursos de fotografia focus, melhores escolas de fotografia sp, fotografia aulas sp,  focus foto, melhor curso de fotografia Brasil, curso de fotografia zona leste, cursos de fotografia zona sul sp, melhores escolas de fotografia sp, curso técnico de fotografia sp, focus foto, melhores cursos de fotografia  digital sp , curso de fotografia profissional  sp , aulas de fotografia sp

Momento em que Santiago Ilídio Andrade é atingido na cabeça, durante uma manifestação no Rio, foi registrado por uma sequência de fotos.

O instante em que o cinegrafista Santiago Andrade se feriu foi testemunhado por um fotógrafo, que registrou o ataque em imagens. Essa testemunha não quis ser identificada. Mas afirmou que o cinegrafista foi atingido pelo rojão que um black bloc disparou. A reportagem é de Mônica Sanches.

Peritos da Polícia Civil estiveram nesta sexta-feira (7) no local onde o cinegrafista foi ferido. O momento em que Santiago Ilídio Andrade é atingido na cabeça foi registrado por uma sequência de fotos.

Na primeira, ele aparece em pé, com a câmera no ombro. No centro vídeo, no chão, há um artefato explosivo já aceso. E, no canto direito, repare num homem correndo.

Na segunda foto, o artefato continua no chão, mas a chama parece maior. Logo depois, é possível ver um rastro de fogo com faíscas perto das costas do cinegrafista da TV Bandeirantes. Na imagem seguinte, a explosão sobre a cabeça de Santiago. Uma grande quantidade de fogo se espalha. Depois, ele aparece curvado, ainda com a câmera no ombro – há muita fumaça.

Conversamos com o autor das fotos, que também deu entrevista a outros veículos de imprensa. Com medo de represálias, por ter sofrido ameaças nas ruas durante os protestos, ele preferiu gravar sem mostrar o rosto e sem que o nome dele fosse divulgado. O fotógrafo diz não ter dúvidas: viu um integrante do grupo Black Bloc acender o artefato que atingiu o cinegrafista da Bandeirantes. Ele disse ainda que, com a garantia de que terá sua identidade preservada, reafirmará o testemunho às autoridades policiais.

“Ontem, quando nós chegamos na Central do Brasil, acompanhando o protesto, eu vi que a coisa começou a ficar muito tensa, né. Do lado de fora, do lado de fora eu observei que ao lado esquerdo da imagem, ficavam os policiais, encostados ao muro da Guarda Municipal, os policiais, PMs, militares. Do lado direito ficavam os manifestantes, os Black Blocs, todo mundo junto, entendeu?”, conta.

Segundo o fotógrafo, o homem que aparece correndo, de costas, na primeira foto que mostramos, foi quem deixou na calçada o artefato explosivo já em combustão. Na imagem, ele está de calça jeans e camisa cinza.

“E reparei que nessa hora eu vi um homem com um lenço no rosto preto, calça jeans, com uma camisa cinza, arriado, tentando acender um artefato, um foguete, um foguetezinho, nesse momento. Quando eu levantei a câmera pra fazer essa foto, o homem conseguiu acender esse artefato e saiu correndo. Logo em seguida, esse morteiro disparou e atingiu o nosso companheiro cinegrafista. Eu vi que naquele momento o homem na verdade, ele estava tentando, ele posicionou o artefato em direção aos policiais. Mas, infelizmente, pegou no nosso companheiro”, relata.

Jornal Nacional: Na direção onde estava esse suposto mascarado, tinha policiais militares ali?

Fotógrafo: Não tinha, volto a dizer: do lado esquerdo das imagens estão os policiais. Do lado da direito, os manifestantes, Black Blocs, e também manifestantes de uma maneira geral. Os manifestantes tacando pedra, os policiais também jogando bomba de gás. Foi no exato momento que eu vi esse homem que estava com um lenço no rosto, arreado, acendendo o morteiro. Logo em seguida, quando eu levantei a câmera pra fazer essa foto, ele conseguiu acender o morteiro e saiu correndo. Na verdade, naquele momento ele nem viu a tragédia que ele causou, porque quando ele correu, ele está de costas correndo e o morteiro faz e fere o nosso companheiro.

O Jornal Nacional pediu ao perito Nelson Massini que analisasse as imagens.

Jornal Nacional: Aqui a gente vê o artefato segundos antes de ele atingir o cinegrafista. Que tipo de artefato o senhor acredita que seja esse?

Perito: Eu acho que por essa foto, ela é bastante esclarecedora. Nós podemos perceber aqui no chão uma espécie de um tubete aonde é lançado um propulsor. Portanto é um fogos de artifício que é lançado, utilizado para lançamento e posteriormente com a explosão. Então isso é, na verdade, fogos de artifício. Ele tem um propulsor, portanto, pra ser lançado na altura. Aqui nesta foto a gente percebe ainda o propulsor que fica evidente, quando ele se desloca, esse é um passo seguinte, ele já se deslocando na direção do cinegrafista.

Jornal Nacional: Vamos ver agora o passo seguinte: a explosão. E é típica essa explosão deste rojão, como falamos.

Perito: Exatamente. Tem um núcleo onde se ouve a sonora do barulho e o artefato, vários artefatos formando uma cordoalha de fogos distribuídos. Então, se vê que ele na verdade é o fogo de artifício por esses pontos de explosão que se repetem em outras explosões. São vários explodindo, formando esse. Não há artefato da polícia que promova esse tipo de explosão, soltando vários fragmentos incandescentes, isso visto à noite, já no entardecer já fica com esse brilho.

Nós também mostramos ao perito a imagem de outro artefato que explodiu durante o protesto de quinta-feira, dentro da estação de trem.

Jornal Nacional: Vamos acompanhar aqui pela imagem. A gente vê o tubo e a explosão. O senhor vê alguma semelhança com o artefato que atingiu o cinegrafista?

Perito: O mesmo artefato. São fogos, é um rojão, como a gente está se referindo a isso. Tem um propulsor, se nota perfeitamente o propulsor, pra que se vá a distância e posteriormente a explosão com vários, com a pólvora ainda incandescente, explodindo em várias direções. É o mesmo objeto.

Jornal Nacional: É um artefato que costuma ser usado pela Polícia Militar?

Perito: Não, ele é comprado, ele adquirido em lojas de fogos, vendido amplamente em festividades, utilizado amplamente nessas festividades.

Ouvimos também Vinícius Cavalcanti, que é especialista em explosivos.

Jornal Nacional: O senhor conseguiu identificar que tipo de artefato atingiu o cinegrafista?

Especialista: Inicialmente, quando a gente só tinha tido chance de ver as fotos, já dava pra saber que não se tratava de uma munição de emprego policial, militar. Posteriormente quando dos filmes ficou claro que se trata de um engenho de fabricação comercial que é utilizado em comemorações fogos, etc. Isso é um rojão, um foguete, que também é chamado de lança, buscapé e uma coisa comum no país. O que a acontece é que aquele ali está sem a vareta que normalmente se utiliza pra estabilização dele e foi colocado criminosamente com o propósito de atingir um alvo a uma distância terra-terra.

Nas imagens foram divulgadas pela agência de notícias russa Ruptly é possível ver um artefato em chamas no canto direito do vídeo. Logo em seguida, o objeto dispara para o alto, soltando muitas faíscas. É possível também ver a fumaça. Na sequência, o cinegrafista da TV Bandeirantes já aparece caído no chão.

Momentos depois, o repórter cinematográfico da TV Globo, Júnior Alves, se aproxima e registra a imagem de Santiago Andrade recebendo ajuda.

O comandante do batalhão responsável pelo Centro do Rio, Luís Henrique Marinho, disse que estava a 30 metros do local onde o cinegrafista foi ferido. E que viu pessoas vestidas de preto lançarem morteiros. Segundo o comandante, foi um desses explosivos que atingiu o funcionário da TV Bandeirantes.

Fonte: http://goo.gl/P7iczl

Focus Escola de Fotografia: http://focusfoto.com.br
Conheça os cursos da Focus: http://focusfoto.com.br/cursos/
Fale com a Focus: [email protected]
Veja  Ultimas Noticias sobre Fotografia: http://focusfoto.com.br/blogs/

Sobre o autor

ATENÇÃO: OS TEXTOS, MATÉRIAS TÉCNICAS, APRESENTADAS NESSE BLOG SÃO PESQUISADAS, SELECIONADAS E PRODUZIDAS PELOS ALUNOS, PROFESSORES E COLABORADORES DA FOCUS PARA USO MERAMENTE DIDÁTICO E COMPLEMENTAR ÁS AULAS DE FOTOGRAFIA NAS MODALIDADES DE CURSOS PRESENCIAIS OU A DISTÂNCIA EAD, MANTIDOS PELA FOCUS ESCOLA DE FOTOGRAFIA, SEM QUALQUER OUTRO TIPO DE PROPÓSITO, RELEVÂNCIA OU CONOTAÇÃO. PARA MAIORES INFORMAÇÕES CONSULTE https://focusfoto.com.br A Focus é a única escola de fotografia no Brasil, que oferece ao aluno o direito de obter seu REGISTRO LEGALIZADO DE FOTÓGRAFO PROFISSIONAL, emitido pelo Ministério do Trabalho, por meio de cursos com carga horária total de 350 horas, incluindo períodos de estágio, preparo e defesa de TCC OS CURSOS DA FOCUS ESCOLA DE FOTOGRAFIA SÃO RECONHECIDOS PELA LEI N. 9.394, ARTIGO 44, INCISO 1 (LEI DE EDUCAÇÃO) O REGISTRO DE FOTÓGRAFO PROFISSIONAL é unificado, sendo o mesmo obtido pelas melhores Universidades Públicas do Estado de São Paulo. E você poderá obtê-lo EM QUALQUER MODALIDADE DE CURSOS DA FOCUS, presenciais ou a distância EAD em menos de 6 meses de curso. O aluno obterá seu REGISTRO DE FOTÓGRAFO PROFISSIONAL diretamente nas agências regionais do Ministério do Trabalho e Emprego. Este registro é fundamental para o exercício legal da profissão, constituição de seu próprio negócio, ingressos em concursos públicos e processos admissionários em empresas de fotografia, públicas ou particulares, bancos de imagens, agências de notícias, jornalismo e consularização de seu registro de fotógrafo, caso queira trabalhar em outros países ou Ongs. Internacionais, como "FOTÓGRAFOS SEM FRONTEIRAS" entre outras modalidades. SEJA FOTÓGRAFO DEVIDAMENTE REGULAMENTADO. QUALIDADE E EXCELÊNCIA EM EDUCAÇÃO FOTOGRÁFICA É NOSSO DIFERENCIAL HÁ MAIS DE QUATRO DÉCADAS. Os alunos recém-formados pela Focus competem em nível de igualdade com fotógrafos profissionais que estão no mercado há mais de 30 anos. Na FOCUS, o aluno entra no mercado de trabalho pela porta da frente! Os alunos, após formados, são encaminhados para o mercado de trabalho. Cursos 100% práticos, apostilados e com plantão de dúvidas. Faça bem feito, faça Focus! Há mais de 44 anos formando novos profissionais. AUTOR DO PROJETO e MEDIADOR DESSE BLOG: Prof. Dr. Enio Leite Alves, Professor Titular aposentado da Universidade de São Paulo, nascido em São Paulo, SP, 1953. PROF. DR. ENIO LEITE: Área de atuação: Fotografia educacional, fotografia autoral, fotojornalismo, moda, propaganda e publicidade. Pesquisador iconográfico. Sociólogo, jornalista, físico, fotoquímico, inventor e docente universitário. Fotografo de imprensa desde 1967, prestando serviços para os Diários Associados e professor do Sesc e do Curso de Artes Fotográficas Senac Dr. Vila Nova, São Paulo. Fotografo do Jornal da Tarde em 1972 -1973. Em 1975, funda a FOCUS – ESCOLA DE FOTOGRAFIA, primeira instituição de ensino técnico e tecnológico da AMÉRICA LATINA. No mesmo ano, suas fotos são premiadas na 13ª Bienal Internacional de São Paulo, quando a fotografia passa a reconhecida pela primeira vez como obra de valor artístico. Enio Leite, fundador do MOVIMENTO PHOTOUSP no início dos anos 70, com Raul Garcez e Sergio Burgi, entre outros, no centro acadêmico da Escola Politécnica, na Cidade Universitária, São Paulo-SP. Professor de fotografia publicitária da Escola Superior de Propaganda e Marketing, (ESPM), 1982 a 1984. Mestre em Ciências da Comunicação em 1990, pela Escola de Comunicação e Artes, USP. Doutor em História da Fotografia, Fotoquímica, Óptica fotográfica e Fotografia Publicitária Digital, em 1993, pela UNIZH, Suíça. No ano de 1997 obteve Livre Docência na Universitá Degli Studi di Roma Tre. Professor convidado pela Miami Dade University, Flórida, 1995. Pesquisador e escritor, publicou o primeiro livro didático em língua portuguesa sobre fotografia digital, Editora Viena, São Paulo, maio 2011, já na quarta edição e presente nas principais universidades brasileiras portuguesas. Colabora com artigos, ensaios, pesquisas e títulos sobre fotoquímica, radioquímica, técnica fotográfica, tecnologia digital da imagem, semiótica e filosofia da imagem para publicações especializadas nacionais e internacionais. (Fonte: Agência Estado - 15/08/2020)

Deixe seu comentário

  • (não será mostrado)