FOTOJORNALISMO: LINGUAGEM E TÉCNICA

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World Press Photo. Prêmio Vida Selvagem, África

Relatório apresentado como parte das exigências para conclusão do Módulo 5, curso de Fotojotnalismo, aluna Karen Lynne DeJean, em dezembro de 2017.

RESUMO:

A profundidade de campo é um recurso de linguagem fotográfica que, em sintonia com uma mensagem visual clara, direta, objetiva e sem supérfluos, pode resultar em fotojornalismo adequado e eficiente. A pouca profundidade de campo dá maior destaque ao assunto ou tema fotografado, provendo maior impacto da informação visual; já uma grande profundidade de campo, obtida com o diafragma mais fechado, contextualiza o assunto e induz a sensação de movimento.

A grande profundidade de campo situa melhor um evento, enquanto que o foco concentrado nas pessoas deixa explícita a situação pela qual estão passando.

Em relação à velocidade do obturador, sabemos que velocidades rápidas como de 1/1000 segundos, congelam o movimento na imagem (exemplo abaixo); enquanto que velocidades mais lentas, como de 1/30 segundos, enfatizam a ilusão de movimento.

Fotos noturnas demandam maiores tempos de exposição, já que a luz existente é mínima. Para situações de pouca luz, como shows, teatros e cenas noturnas, utilizamos ISOs maiores, como 1600. Para situações de muita luz, o contrário, ISOs menores como 100.

Quanto maior o ISO, maior será a produção de ruído (granulação digital) e menor será o efeito de saturação nas cores. Mesmo durante o dia, se a velocidade não for suficiente, pode-se aumentar o valor do ISO para congelar movimentos.

Na técnica de Panning, acompanha-se o objeto em movimento com velocidade 1/60. Enquanto se está acompanhando, é preciso manter o assunto no centro do visor. Nesta posição, tanto a câmera como o assunto fotografado estarão parados.

Pode-se experimentar também com velocidade mais lentas, como 1/30 ou 1/15. Quanto mais longa a exposição, melhor o efeito de “varrido” no fundo”. Deve-se lembrar de posicionar o fotômetro em EV 0.

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