Grandes nomes da fotografia mundial em exposição em Brasília

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Rio de Janeiro, por Louis Compte, 1840

“Um olhar sobre o Brasil – A fotografia na construção da imagem da Nação”, em cartaz no CCBB a partir terça-feira, reúne registros de fotógrafos como Louis Compte, Marc Ferrez, Thomas Farkas e Sebastião Salgado.

Brasília – Quem visitar a exposição “Um olhar sobre o Brasil – A fotografia na construção da imagem da Nação”, que abre para o público esta terça-feira, dia 20 de agosto,  no Centro Cultural Banco do Brasil em Brasília, terá a oportunidade de encontrar, em uma única mostra, trabalhos de grandes nomes da fotografia mundial.

É o caso de Louis Compte, que, segundo conta a história, apresentou a fotografia ao Brasil no dia 16 de janeiro de 1840. Era capelão de um navio-escola francês (corveta franco-belga L’Orientale) que aportou de passagem pelo Rio de Janeiro. Ele trouxe a novidade de Paris para a cidade, introduzindo a daguerreotipia no país. Realizou três demonstrações do funcionamento do processo e apresentou o daguerreótipo ao imperador D. Pedro II. Foi a primeira demonstração no Brasil e na América Latina.

Dois meses depois da demonstração de Compte, em março de 1840, D. Pedro II adquiriu seu primeiro daguerreótipo, tornando-se o maior divulgador da arte no país e o primeiro fotógrafo brasileiro, com apenas 15 anos de idade.

Marc Ferrez é outro nome de destaque. O fotógrafo franco-brasileiro retratou cenas dos períodos do Império e início da República, entre 1865 e 1918, sendo que seu trabalho é um dos mais importantes legados visuais daquelas épocas.

Suas obras retratam o cotidiano brasileiro na segunda metade do século XIX, principalmente da cidade do Rio de Janeiro, então capital do Brasil. Há fotos da ilha das Cobras, da floresta da Tijuca, da praia de Botafogo, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, entre outras.

Militão Augusto de Azevedo – também representado na exposição – é considerado um dos mais importantes fotógrafos brasileiros da segunda metade do século XIX. Desenvolveu paralelamente as carreiras de ator e fotógrafo, atuando na Companhia Joaquim Heleodoro (de 1858 a 1860) e na Companhia Dramática Nacional (de 1860 a 1862). Mudou-se para São Paulo aos 25 anos de idade e ainda na década de 1850 passou a trabalhar como retratista para os proprietários do ateliê Carneiro & Gaspar.

A experiência de Militão no teatro exerceu uma influência importante em seu estilo de fotografar. Enquanto outros fotógrafos da época dedicavam-se primordialmente ao maior mercado da época, o de retratos, no seu trabalho nota-se uma liberdade artística e criativa, ao escolher a paisagem urbana como alvo de seus registros.

Já o premiado Sebastião Ribeiro Salgado está representado em apenas uma foto: Serra Pelada (Pará, 1986). Foi internacionalmente reconhecido e recebeu praticamente todos os principais prêmios de fotografia do mundo como reconhecimento por seu trabalho. Fundou em 1994 a sua própria agência de notícias, “As Imagens da Amazônia”. Salgado e sua esposa Lélia Wanick Salgado vivem atualmente em Paris.

Pierre Verger também faz parte da seleção que compõe a exposição. Fotógrafo e etnólogo autodidata franco-brasileiro, dedicou a maior parte de sua vida ao estudo da diáspora africana – o comércio de escravos, as religiões afro-derivadas do novo mundo, e os fluxos culturais e econômicos resultados de e para a África.

Após a idade de 30 anos, depois de perder a família, Pierre Verger levou a carreira de fotógrafo jornalístico. A fotografia em preto e branco era sua especialidade. Usava uma máquina Rolleiflex que hoje se encontra na Fundação Pierre Verger.

Por fim, Thomaz Jorge Farkas foi um dos pioneiros da moderna fotografia do Brasil. Húngaro de nascimento, veio para o Brasil quando criança, em 1930. Seu pai foi sócio fundador da Fotoptica, empresa que também viria a dirigir. Iniciou sua carreira de fotógrafo na década de 1940 e foi um dos mais expressivos membros do Foto Cine Clube Bandeirante. Em sua obra destaca-se o registro da construção e inauguração de Brasília. Criou em 1979 a Galeria Fotoptica em São Paulo, destinada exclusivamente à exposição de fotografias.

 Sobre a exposição

De 20 de agosto a 20 de outubro, a mostra traz 300 imagens de acervos públicos e coleções particulares, que foram reunidas para contar 170 anos da história brasileira (1833-2003), e conta com curadoria de Boris Kossoy e Lilia Schwarcz, patrocínio do grupo segurador Mapfre, realização da Fundación Mapfre e CCBB e organização do Instituto Tomie Ohtake.

Fonte: http://goo.gl/D5jLl2

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