Histórias perdidas: a saga de cinco décadas em imagens

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Menino luta com o homem da carrochinha pelo seu cachorro nas ruas de São Paulo. O fotógrafo, Sergio Jorge, da Revista Manchete foi o primeiro ganhador do Prêmio Esso de Fotografia, em 1961.

São 12 milhões de imagens, 187 fotógrafos e milhares de revistas publicadas ao longo de 48 anos. Números não serão suficientes para descrever com clareza o valor e o conteúdo do acervo da Editora Bloch, um bem que possui não só quantidade, mas, principalmente, qualidade. Desde que foi leiloado, a quatro anos, todo o material encontra-se em local desconhecido do grande público e de seus autores – jornalistas, fotógrafos, editores e todos os profissionais que passaram pelo quadro da Editora Bloch desde sua fundação, em 1952, à falência, em 2000.

O desaparecimento do acervo não se deu do dia para a noite, nem mesmo trata-se de um caso de roubo. O episódio, neste caso, correu mais ao estilo de “tragédia anunciada”: um mal que muitos sabiam ser possível, mas que poucos se movimentaram para evitar. “Bem antes de se fazer o leilão, entramos em contato com uma série de entidades que poderiam mostrar interesse pelo arquivo, mas ninguém quis saber”, explica o presidente da Comissão dos Ex-funcionários da Editora Bloch, José Carlos Jesus.

Como resultado, os administradores da massa falida leiloaram o acervo por não disporem de verbas para alugar um galpão adequado, que geraria muitas despesas.

O acervo retrata carreiras inteiras dedicadas ao fotojornalismo, como as dos fotógrafos Walter Primo, Luiz Garrido, Sérgio Jorge, Orlando Abrunhosa, Gervásio Batista e outros.

A história do descaso com o acervo começou em 2000. O grupo Bloch decretou falência, deixando em aberto diversas dívidas, inclusiva a trabalhista com repórteres, fotógrafos e todos os funcionários da editora – mais de 3 mil empregados. Para saldar os débitos, a massa falida foi sendo vendida aos poucos, em leilões públicos.

Um mês depois, em junho de 2009, chegou a vez do acervo fotográfico, um arquivo colossal com mais de 12 milhões de imagens. O preço inicial, estipulado em R$ 1,8 milão, não apresentou interessados. O fracasso do leilão levou à queda consecutiva dos valores. Não houve interesse por parte de órgãos públicos de educação e cultura, fosse do Estado do Rio de Janeiro ou da União.

Em maio de 2010, na terceira tentativa de vender o material, o comprador arrematou o lote por R$ 300 mil, 16% do valor estipulado inicialmente. A partir da venda do acervo, toda a história contada – e até mesmo aquelas que deixaram de ser publicadas – pelas revistas Manchete, Fatos e Fotos, Pais e Filhos, Ele e Ela, Geográfica Universal entre outras deixava para sempre o galpão em Água Grande, sendo transferida para um local particular. Nunca mais foi localizada. Constavam do acervo não somente fotos, negativos e cromos, mas também todo o material de arquivo, incluindo os textos produzidos entre 1950 e 2000, todas as coleções encadernadas que a editora tinha e todo o material do departamento de pesquisa.

Enquanto alguns registros não têm similares, outros podem ser conseguidos somente pela reprodução dos exemplares que ainda existem em sebos, bibliotecas e arquivos pessoais. Foi esse o recurso utilizado por José Esmeraldo Gonçalves, Carlos Heitor Cony e mais dezesseis ex-funcionários da Bloch há alguns anos, quando preparavam o livro Aconteceu na Manchete: as histórias que ninguém contou, da editora Desiderato, lançado em 2009.

Mesmo após todo esse tempo, o comprador do lote permanece oculto aos holofotes da mídia e, principalmente, às inúmeras tentativas de contato. Para José Carlos de Jesus, “ainda há muito a ser esclarecido nessa história”, e algumas hipóteses precisam ser seriamente consideradas. “É improvável que esse material venha a público, mas ele pode estar sendo remetido para fora do Brasil, inclusive”, observa.

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Comentários

  1. Inacio Teixeira -

    Grande foto, de um grande fotógrafo, Sergio meu querido essa sua fotografia marcou uma passagem na vida dessa criança, hoje um adulto e certam ente pai com seus filhos criando carinhosamente seus bichos de estimacao sem esse terror da carrocinha.

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