INCONVENIENTES DE LEITURA FOTOMÉTRICA

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O inconveniente principal das leituras diretas é o que o fotômetro não discrimina, por exemplo, entre uma parede pintada de branco e um vestido negro

Em vez disso, fará uma leitura como se ambos tivessem uma tonalidade uma tonalidade de cinza médio.

A leitura direta funciona bem com os objetos de tons médios, mas por vezes origina confusão nos objetos que apresentam tons extremos.

Leitura da luz incidente: Quando se mede a luz incide no objeto, podem ignorar-se os problemas de tonalidades dos objetos. Para isso, coloca-se um acessório difusor translucido sobre a célula do fotômetro ou sobre a objetiva da câmera DSLR com fotômetro incorporado (TTL). A seguir coloca-se o fotômetro próximo do objeto, em geral, apontando em direção ao lugar onde se encontra a câmera DSLR.

Quando a luz é homogênea (e sobretudo quando se pode controlar), as leituras incidentes são fáceis e muito precisas.

Todavia, também elas não são totalmente eficazes com objetos muito claro e muito escuro, mas de um modo diferente: um fotômetro para uma leitura incidente sugere uma pequena sobre-exposição de um objeto muito claro e a subexposição de um objeto muito claro e a subexposição de um escuro, ao contrario dos fotômetros de leitura direta ou refletida.

Leituras substitutivas: Uma das causas dos problemas de medição que surgem com o método de leitura direta é que o objeto principal pode estar rodeado por superfícies muito mais claras ou muito mais escuras que afetam, portanto, a leitura; por exemplo, uma ave que voa num céu claro. Um método alternativo consiste em realizar uma leitura direta de uma superfície substitutiva próxima.

O substituto mais logico seria uma superfície mate, de tonalidade médias, e alguns fabricantes, como a Kodak, dispõem destes “cartões cinza”. Na verdade, serve qualquer superfície, de cor ou neutra, que reflita 14% da luz; este é o nível médio.

Alguns fotógrafos utilizam a palma da mão, ajustando aproximadamente a posição. (A pelo do tipo “branco ocidental” é aproximadamente um ponto mais clara do que a tonalidade média). Outro método que é especialmente útil com uma luz fraca, consiste em fazer a leitura sobre uma superfície branca pura e, a seguir, reduzir o tempo de exposição na ordem de 2 ½ pontos.

Desses métodos de cálculo, cada um tem vantagens especiais em determinadas situações, embora se deva contar também com as preferencias pessoais. A experiência e a prática constante neste tipo de leituras são o mais eficaz para medir a exposição.

Assim como há métodos principais para calcular, há igualmente três métodos de leitura:

Média: é a mais elementar, segundo a qual se mede toda a cena sobre um ângulo de visão semelhante ao da objetiva da câmera DSLR.

Alta-baixa: A medição das partes mais claras e mais escuras da cena permite obter a gama de contraste, que é uma leitura importante se a cena parece ter muito contraste ou, pelo contrário se parece plana e exige qualquer método para aumentar o contraste. Um fotômetro pontual, com um ângulo de visão da ordem de 1° é o mais apropriado para esta leitura mais rigorosa.

Chave: Quando as condições de exposição são extremas ou pouco habituais, convém decidir qual é a parte importante da cena a medir só isso. Os fotômetros pontuais são também os mais apropriados para estas leituras de por menor dos elementos-chave.

Aproveite para rever mais dicas sobre métodos de fotometria nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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