MESTRE DA FOTOGRAFIA MAN RAY – Fotógrafo Norte Americano – (1890-1976)

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“Pinto o que não se pode fotografar, o que sai da imaginação. Fotografo as coisas que não quero pintar, as coisas que já existem”

Man Ray foi um artista que se sentiu livre para utilizar quer a fotografia quer a pintura como meios de expressão dos seus sonhos e fantasias.

Sem querer limitar-se a uma ou a outra, dizia muitas vezes: Pinto o que não se pode fotografar. Fotografo o que não quero pintar. A sua tendência para não obedecer às regras e para investigar os acidentes de laboratório permitiram-lhe descobrir várias técnicas fotográficas engenhosas.

As origens de Man Ray são um pouco misteriosas. Nasceu na Filadélfia, Pensilvânia Estados Unidos, talvez como Emmanual Rudnitsky, em 1890, e com sete anos apenas, decidiu ser artista.

Depois de estudar arquitetura e gravura durante algum tempo, mudou-se para Nova Yorque, onde assistiu às aulas de desenho e começou a frequentar a galeria 291 de Alfred Stieglitz, conhecendo as obras dos pintores e fotógrafos mais progressistas da época e reagindo entusiasmadamente às novas ideias.

Uma das mais fortes, e influentes amizades de Man Ray começou em Nova York, onde conheceu Marcel Duchamp, jovem artista francês cujas pinturas e construções dadaístas havia estar entre as obras mais polêmicas do século XX. Foi uma amizade de colaboração que durou até a morte de Duchamp, em 1968.

Man Ray iniciou-se na fotografia porque precisava fotografar os seus quadros para imprensa e os colecionadores e, em vez de pagar um profissional, decidiu faze-lo ele próprio, pelo que adquiriu uma foto câmera com os filtros necessários para controlar a reprodução da cor preto e branco. O resultado foi perfeito, e como a pintura não era monetariamente compensadora, Man Ray começou a fotografar as obras e retratos de outros artistas.

Quando aprendeu a dominar a foto câmera, Man Ray, pois, à de lado uns tempos, tentando combinar a pintura com as técnicas de laboratório. O cliché-verre foi um processo que surgiu por volta de 1820 e que foi utilizado, entre os outros, por Carot, Delacroix e Millet.

A técnica original consistia em raspar o desenho com uma agulha sobre uma chapa de vidro em filme O desenho era impresso por contato sobre lima folha de papel sensível à luz.

As linhas transparentes do desenho ficavam negras no papel, podendo obter-se qualquer quantidade de provas.

Man Ray adaptou a técnica do cliché-verre: expunha à luz uma chapa de vidro negativa e a seguir raspava o desenho sobre a emulsão do negativo; por vezes desenhava diretamente sobre os negativos expostos antes.

 Os seus primeiros cliché-verres são de 1917 e voltou a esta técnica em várias alturas, ao longo dos anos.

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