Morte do jornalista Vladimir Herzog completou 40 anos neste domingo

em Artigos e Entrevistas, Dicas & Tutoriais, dicas de fotografia.

fotografia, (11) 3107 2219, focus, curso de fotografia,  morte, jornalista, Vladimir Herzog, Praça da Sé, regime militar, suicído, ato contra ditadura, Universidade de São Paulo, USP, prêmio de imprensa, direitos humanos, órgão militar, Praça da Sé, eleições diretas,   Fotografe melhor,  focus fotografia, curso fotografia, cursos  Fotografe melhor,  focus fotografia, curso fotografia, cursos fotografia moema,   curso intensivo de fotografia sp, curso de fotografia online, curso de fotografia, curso fotografia, focus escola de fotografia, fotos eróticas, direito autoral, melhores escolas de fotografia do mundo, cursos fotografia sp, aulas de fotografia online, cursos de fotografia pinheiros sp, cursos de fotografia Tatuapé sp,     melhores cursos de fotografia do mundo,  cursos intensivos de fotografia, aula de fotografia sp, aulas de fotografia, aulas de fotografia online, curso intensivo de fotografia sp,   vaga fotografo, curso fotografia portrait, camera, escola focus de fotografia, cursos de fotografia, focus fotografia, escola de foto, fotografia curso,  curso de fotografia, vaga de fotografo, focus foto, cursos de fotografia, focus escola de fotografia, cursos de fotojornalismo, cursos de fotografia online, vaga fotografo, curso de fotografia,   Cursos de fotografia zona leste sp, cursos de fotografia zona sul sp, cursos de fotografia zona oeste sp, cursos de fotografia em santos, cursos de fotografia zona central sp, cursos de fotografia vila mariana sp, cursos de fotografia vila Madalena sp, escolas profissionalizantes de fotografia, cursos de fotografia ABC paulista, cursos de fotografia Cotia, curso fotografia sp, cursos online de fotografia, cursos de fotojornalismo de rua, cursos de fotografia grande abc paulista, cursos de fotografia em São Paulo sp,    escola de fotografia, fotografia, curso profissional de jornalismo, cursos técnicos de fotografia, curso profissionalizante de fotografia em sp, cursos profissionalizantes de fotografia em sp,, curso de fotografia sp, curso de fotografia,  curso profissionalizante de fotografia em sp, cursos profissionalizantes de fotografia em sp, escola focus foto,     , curso e fotografia em sp, curso de fotografia sp,, aulas de fotografia sp, aulas cursos online de fotografia, aulas cursos vips de fotografia, escola focus, cursos técnicos de fotografia, curso profissionalizante de fotografia em sp, cursos profissionalizantes de fotografia em sp,  curso profissionalizante de fotografia em sp, cursos profissionalizantes de fotografia em sp, escola focus foto,    aulas de fotografia sp, aulas cursos online de fotografia, aulas cursos vips de fotografia,

Morte disfarçada de suicídio

Há 40 anos, milhares de brasileiros ocupavam a Praça de Sé, em São Paulo, em uma manifestação silenciosa contra o assassinato do jornalista Vladimir Herzog, morto em uma prisão do regime militar, disfarçada de suicídio. 

“Em termos de repercussão pública, foi o primeiro ato contra a ditadura após 1968. A morte de Vladimir e a reação que ela desencadeou é um marco decisivo no processo de redemocratização do país”, explicou Cícero Araújo, historiador e professor da Universidade de São Paulo (USP).

Considerado um dos maiores nomes do jornalismo brasileiro, Herzog deu nome a um parque e a um importante prêmio de imprensa e de direitos humanos no Brasil.

Ele foi assassinado em 25 de outubro de 1975 após se apresentar voluntariamente ao Centro de Operações de Defesa Interna, um órgão militar da ditadura. Sem antecedentes criminais e funcionário público na época, diretor da estatal TV Cultura, ‘Vlado’, como era chamado por seus amigos e colegas, era acusado de militar no Partido Comunista Brasileiro (PCB), que funcionava então na clandestinidade.

“O aparelho repressivo tinha sido montado sob a justificativa de que existia uma guerrilha de luta armada. Mas em 1974 os grupos de luta armada tinham sido liquidados, e o aparelho repressivo começou a seguir supostos militantes do PCB”, contou o historiador.

Após ser procurado duas vezes pelas autoridades, uma em sua casa e a outra na emissora, Herzog, que nasceu na antiga Iugoslávia e chegou criança ao Brasil, optou por se apresentar voluntariamente DOI-CODI, pensando que seria liberado após prestar depoimento.

Seu antigo companheiro de trabalho e atual diretor do Instituto Vladimir Herzog, Nemécio Nogueira, vê a morte do jornalista como “um acidente de trabalho dos militares, que não tinham motivos” para matá-lo. Para Nogueira, os militares “por incompetência exageraram na maldade” quando o torturaram e não pensaram que Herzog morreria.

O também jornalista e amigo pessoal Sergio Gomes lembrou que “ninguém ocupava o cargo de diretor da TV Cultura sem o aval do secretário de Cultura, que por sua vez não designava ninguém sem consultar antes aos órgãos de informação do regime”.

Para o historiador Araújo, a morte refletiu o total descontrole do aparelho repressivo do regime e o erro despertou milhares de pessoas, que nos dias posteriores se reuniram na Praça de Sé para expressar sua indignação pela morte injustificada do jornalista, que se transformou em símbolo da luta pela liberdade.

Para conter a pacífica manifestação popular, os militares organizaram uma grande operação, fecharam as ruas nos arredores da praça e detiveram pessoas pelo caminho, mas mesmo assim milhares conseguiram chegar ao marco zero de São Paulo.

 “De uma certa forma, o ato na Praça de Sé foi um desabafo, um alívio que uniu todos os setores da sociedade identificados com o enfrentamento contra a intimidação e a violência”, destacou o acadêmico. Esse desabafo, explicou o biógrafo de Herzog e presidente do Sindicato dos Jornalistas na época, Audálio Dantas, foi decisivo para impulsionar uma reação de consciência nacional frente aos crimes da ditadura e que culminou com o movimento “Diretas Já”, que exigia eleições diretas e democráticas à presidência.

 “Antes as manifestações eram isoladas, só depois dessas (por Herzog) começaram a alcançar um espectro maior da sociedade. Não tenho dúvidas que o movimento das eleições diretas não veio por acaso e tem sua origem no caso ‘Vlado'”, finalizou Dantas.

Fonte: http://glo.bo/1WecmEl  

FOCUS Escola de Fotografia – Desde 1975: http://focusfoto.com.br 
Conheça os cursos da Focus: 
http://focusfoto.com.br/cursos/ 
Fale com a Focus: 
[email protected] 
Veja Ultimas Noticias sobre Fotografia: 
http://focusfoto.com.br/blogs/  

Seja fotografo regulamentado. Obtenha seu registro Mtb de fotografo profissional
Registro Profissional: Respeito & Cidadania
“Faça bem feito, faça Focus! – 1975 – 2015 = 40 anos”   

Sobre o autor

ATENÇÃO: OS TEXTOS, MATÉRIAS TÉCNICAS, APRESENTADAS NESSE BLOG SÃO PESQUISADAS, SELECIONADAS E PRODUZIDAS PELOS ALUNOS, PROFESSORES E COLABORADORES DA FOCUS PARA USO MERAMENTE DIDÁTICO E COMPLEMENTAR ÁS AULAS DE FOTOGRAFIA NAS MODALIDADES DE CURSOS PRESENCIAIS OU A DISTÂNCIA EAD, MANTIDOS PELA FOCUS ESCOLA DE FOTOGRAFIA, SEM QUALQUER OUTRO TIPO DE PROPÓSITO, RELEVÂNCIA OU CONOTAÇÃO. PARA MAIORES INFORMAÇÕES CONSULTE https://focusfoto.com.br A Focus é a única escola de fotografia no Brasil, que oferece ao aluno o direito de obter seu REGISTRO LEGALIZADO DE FOTÓGRAFO PROFISSIONAL, emitido pelo Ministério do Trabalho, por meio de cursos com carga horária total de 350 horas, incluindo períodos de estágio, preparo e defesa de TCC OS CURSOS DA FOCUS ESCOLA DE FOTOGRAFIA SÃO RECONHECIDOS PELA LEI N. 9.394, ARTIGO 44, INCISO 1 (LEI DE EDUCAÇÃO) O REGISTRO DE FOTÓGRAFO PROFISSIONAL é unificado, sendo o mesmo obtido pelas melhores Universidades Públicas do Estado de São Paulo. E você poderá obtê-lo EM QUALQUER MODALIDADE DE CURSOS DA FOCUS, presenciais ou a distância EAD em menos de 6 meses de curso. O aluno obterá seu REGISTRO DE FOTÓGRAFO PROFISSIONAL diretamente nas agências regionais do Ministério do Trabalho e Emprego. Este registro é fundamental para o exercício legal da profissão, constituição de seu próprio negócio, ingressos em concursos públicos e processos admissionários em empresas de fotografia, públicas ou particulares, bancos de imagens, agências de notícias, jornalismo e consularização de seu registro de fotógrafo, caso queira trabalhar em outros países ou Ongs. Internacionais, como "FOTÓGRAFOS SEM FRONTEIRAS" entre outras modalidades. SEJA FOTÓGRAFO DEVIDAMENTE REGULAMENTADO. QUALIDADE E EXCELÊNCIA EM EDUCAÇÃO FOTOGRÁFICA É NOSSO DIFERENCIAL HÁ MAIS DE QUATRO DÉCADAS. Os alunos recém-formados pela Focus competem em nível de igualdade com fotógrafos profissionais que estão no mercado há mais de 30 anos. Na FOCUS, o aluno entra no mercado de trabalho pela porta da frente! Os alunos, após formados, são encaminhados para o mercado de trabalho. Cursos 100% práticos, apostilados e com plantão de dúvidas. Faça bem feito, faça Focus! Há mais de 44 anos formando novos profissionais. AUTOR DO PROJETO e MEDIADOR DESSE BLOG: Prof. Dr. Enio Leite Alves, Professor Titular aposentado da Universidade de São Paulo, nascido em São Paulo, SP, 1953. PROF. DR. ENIO LEITE: Área de atuação: Fotografia educacional, fotografia autoral, fotojornalismo, moda, propaganda e publicidade. Pesquisador iconográfico. Sociólogo, jornalista, físico, fotoquímico, inventor e docente universitário. Fotografo de imprensa desde 1967, prestando serviços para os Diários Associados e professor do Sesc e do Curso de Artes Fotográficas Senac Dr. Vila Nova, São Paulo. Fotografo do Jornal da Tarde em 1972 -1973. Em 1975, funda a FOCUS – ESCOLA DE FOTOGRAFIA, primeira instituição de ensino técnico e tecnológico da AMÉRICA LATINA. No mesmo ano, suas fotos são premiadas na 13ª Bienal Internacional de São Paulo, quando a fotografia passa a reconhecida pela primeira vez como obra de valor artístico. Enio Leite, fundador do MOVIMENTO PHOTOUSP no início dos anos 70, com Raul Garcez e Sergio Burgi, entre outros, no centro acadêmico da Escola Politécnica, na Cidade Universitária, São Paulo-SP. Professor de fotografia publicitária da Escola Superior de Propaganda e Marketing, (ESPM), 1982 a 1984. Mestre em Ciências da Comunicação em 1990, pela Escola de Comunicação e Artes, USP. Doutor em História da Fotografia, Fotoquímica, Óptica fotográfica e Fotografia Publicitária Digital, em 1993, pela UNIZH, Suíça. No ano de 1997 obteve Livre Docência na Universitá Degli Studi di Roma Tre. Professor convidado pela Miami Dade University, Flórida, 1995. Pesquisador e escritor, publicou o primeiro livro didático em língua portuguesa sobre fotografia digital, Editora Viena, São Paulo, maio 2011, já na quarta edição e presente nas principais universidades brasileiras portuguesas. Colabora com artigos, ensaios, pesquisas e títulos sobre fotoquímica, radioquímica, técnica fotográfica, tecnologia digital da imagem, semiótica e filosofia da imagem para publicações especializadas nacionais e internacionais. (Fonte: Agência Estado - 15/08/2020)

Deixe seu comentário

  • (não será mostrado)