O álbum (incompleto) de fotografias de Auschwitz

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Os judeus à espera da seleção: uns eram logo sentenciados à morte, outros eram obrigados a trabalhos forçados DR

Lilly Jacob, sobrevivente de Auschwitz, reconheceu os seus familiares em algumas das fotografias de um álbum que encontrou. Sempre que alguém reconhecia um familiar Lilly oferecia-lhe essa imagem.

É um álbum de fotografias que retrata o dia-a-dia de um dos mais conhecidos e aterradores campos de concentração alemães: Auschwitz. Segundo avança o El País, as 193 fotografias foram recuperadas por uma sobrevivente destes campos de concentração, Lilly Jacob-Zelmanovic Meier, que acabou por doar o álbum ao museu Yad Vashem, em Jerusalém, corria o ano de 1980. Nesta sexta-feira, são lembrados os mais de seis milhões de judeus que perderam a vida no Holocausto – a data é precisamente a da libertação de Auschwitz pelas tropas soviéticas, a 27 de Janeiro de 1945.

As fotografias estão disponíveis para consulta no site do museu e são uma das poucas provas documentais que existem sobre o processo de seleção a que eram submetidos os judeus que chegavam ao campo de concentração de Auschwitz-Birkenau. A razão que levou dois militares do SS, Ernst Hofmann e Bernhard Walter, a tirar estas fotografias, em Maio e Junho de 1944, é incerta.

Quando tinha 18 anos, Lilly Jacob foi deportada juntamente com a sua família – e grande parte dos judeus que moravam na Hungria – na Primavera de 1944. Segundo o site do museu, Lilly foi separada dos seus pais e dos seus irmãos mais novos logo depois de chegar a Auschwitz – e nunca mais os viu. Foi a única que sobreviveu da sua família.

Quando foi libertada, no campo de concentração de Mittelbau-Dora, encontrou um álbum de fotografias nos quartéis da SS, que estavam desertos. Foi nesse álbum que encontrou fotografias dos seus familiares e amigos, no dia em que tinham chegado ao campo de concentração de Auschwitz. Lilly Zelmanovic morreu a 17 de Dezembro de 1999.

O álbum não está completo. Lilly casou-se, teve um filho e mudou-se para os Estados Unidos, levando consigo o álbum. Ao saberem da sua existência, alguns sobreviventes procuravam Lilly para ver se encontravam alguma recordação dos familiares e amigos que não tinham conseguido sobreviver ao duro quotidiano de Auschwitz. Das poucas vezes em que alguém identificava um membro da sua família numa das fotografias, Lilly oferecia-a. Uma dessas fotografias oferecidas foi recentemente doada ao museu Yad Vashem.

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