“O diretor de fotografia reproduz ou cria a imagem como um pintor”

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          O jornalista e diretor de fotografia Daniel Landau (Imagem: Arquivo Pessoal)     

O interesse em eletrônica e tecnologia foi decisivo para Daniel Landau no momento da escolha do curso universitário. Foi no jornalismo da Faculdade de Comunicação Social da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (Famecos/PUC-RS) que ele encontrou a aplicação prática do seu gosto, se consolidando na comunicação audiovisual.

Landau se formou jornalista em julho de 1989 e, apesar disso, participou de projetos das turmas de publicidade e propaganda, e depois de graduado também trabalhou com anúncios e campanhas. “Tenho ótimas lembranças da Famecos”, diz. Como exemplo, cita a experiência que teve em uma disciplina prática de introdução ao cinema, quando transcendeu a proposta feita em sala de aula.

O jornalista e um colega decidiram escrever um roteiro que pudesse ser filmado e montado de forma a contar uma história. “Foi assim que filmamos o curta ‘É um assalto’. Inventamos travellings correndo a pé, mesmo sem conseguir ver no visor fixo o que era filmado”, conta. O resultado foi uma ficção de 1 minuto e 40 segundos, premiado no 1º SET Universitário.

“O sucesso foi tanto que o [Carlos] Gerbase levou nosso primeiro exercício para ser exibido no Festival de Gramado. Esse foi o começo”. Carlos Kober, Antoninho Gonzalez, Christa Berger, João Brito, Carlos Schroeder e Alice Urbim são alguns dos professores lembrados por proporcionar aprendizados para a profissão, além do conteúdo de aula.

Para Landau, eles excederam suas funções como educadores, pois permitiram que os estudantes construíssem seus próprios caminhos. Trabalhar com imagens sempre foi o foco de Landau. No segundo ano de faculdade, em 1986, ingressou como estagiário voluntário na então produtora Videopuc.

Ele era operador de câmera em outros programas quando participou do projeto ‘Fróide Explica’, exibido semanalmente na TV Bandeirantes RS, na época. Neste, ele integrava a equipe de produção e colaborava na captação de imagens. “O ‘Fróide’ foi uma excelente experiência em termos de linguagem, principalmente pelas inovações propostas pelo diretor Carlos Kober”.

O Rio de Janeiro foi o destino de desembarque de Landau uma semana após se formar em jornalismo. Lá, assinou seu primeiro contrato profissional, na Rede Globo. Trabalhou na linha de shows em programas ao vivo, produziu para o diretor Boninho, além de ser assistente de produção nos programas ‘Domingão do Faustão’ e ‘Bolão da Copa’. Mas Landau não ficou apenas na capital fluminense.

Ele se mudou para a Europa, onde desenvolveu outros trabalhos e estudos. Em Londres, montou uma produtora com amigos e estudou cinema no Panico Studios, do grupo de humor Monty Python. Na Espanha, fez trabalhos ao vivo para a Televisión Española e para o canal La Sexta. “Em Madrid, tive uma curiosa experiência, dirigindo em espanhol uma equipe local, em um call show exibido ao vivo durante 4 horas pela TVI de Portugal, com apresentadora e participantes lusitanos”.

As experiências de carreira internacional agregaram valores culturais de outros países a Landau, permitindo-o entender a forma de pensar e sentir de outros povos. Ele é fluente em inglês, e espanhol e se comunica também em italiano, francês e alemão. “Cada oportunidade de choque cultural é um degrau de aprendizado para melhorar nossa capacidade de comunicação em âmbito internacional”, afirma.

A aplicação prática da comunicação audiovisual, que teve início no período da faculdade, se mantém até hoje na carreira de Landau. Atualmente, o jornalista trabalha com preparação de conteúdo para TV e, neste ano, assinou contrato para fazer direção de TV em eventos oficiais. Além disso, faz freelance como diretor de fotografia.

Entre seus trabalhos nesta atuação, estão a série ‘Café com Narcisa Tamborindeguy’, o programa ‘Sustenta habilidade’, os curtas “Enquanto isso” e “Después del Reflejo” e as cinco campanhas eleitorais vitoriosas da seis em que participou. “O diretor de fotografia reproduz ou cria a imagem como um pintor.

Em vez de usar pincéis para desenhar com tinta sobre tela branca, usamos a câmera para pintar com luzes sobre uma cena preta”. É assim que ele descreve a função deste profissional, que, segundo Landau, traduz em imagens a narrativa desenvolvida no roteiro e orientada pelo diretor artístico.

Em cada projeto, Landau elabora conceitos apropriados e, para isso, segue um padrão. “Junto os aprendizados da faculdade no desenvolvimento de roteiros, o conhecimento de produção para organizar o processo, dirijo a captação e, se necessário, faço a edição e colorização”. Para o jornalista, a Famecos foi a confirmação de que sua profissão deveria ser na comunicação.

“Tanto nas questões teóricas, no aprendizado de técnicas para escrever, como as oportunidades práticas, incluindo a experiência na Videopuc, a graduação em Comunicação Social foi fundamental para a construção do meu caminho profissional”. *) Integrante do projeto ‘Correspondente Universitário’ do Portal Comunique-se. Estudante do 3º semestre do curso de jornalismo da Faculdade de Comunicação Social da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (Famecos/PUC-RS).

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