O FASCINIO DA ESTRADA

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“Em certos rincões, descubro que é inútil plugar o smartphone, baterias das câmera e flash e o laptop, pois ali não há conexão com a internet e o celular não funciona” Fernando Gabeira

Relatos e emoções de viagem com Fernando Gabeira

Em arquivos de computador, o jornalista Fernando Gabeira mantém tudo que escreve, filma e fotografa. Estão guardados memórias de suas andanças por lugares comuns, raros ou exóticos do Brasil e do mundo, como ele revela aqui.

“Viajar é a noticia de que estamos sós ao nascer”, diz o poeta Carlos Drummond de Andrade. Seu poema é um pouco sobre o frio na barriga que sentimos antes de cada partida, quando nos separamos dos entes queridos.

Acontece que viajar é também um dos grandes prazeres da vida, por tudo de bom que a novidade nos traz em paisagens, pessoas e visões de mundo. Gosto disso. Mas nem sempre tive os recursos e o tempo necessários.

Nos últimos anos, aproveito a ida a capitais como convidado para palestras e, por minha conta, exploro um pedaço do estado. Foi assim em Natal. Consegui um tempo e rumei para Galinhos, um belo recanto do litoral nordestino do qual nunca tinha ouvido falar. Da mesma forma, ao ser chamado para um seminário em Maceió, estiquei até o interior.

Alagoas não é tão grande, pude rodar e encontrei situações e cidades diferentes. Numa delas, o símbolo é o jacaré. No sertão, uma imensa estátua do réptil dominava a estrada. Se não é possível deixar a capital, o conceito de viagem muda. Em porto Alegre, a luz meridional é tão bonita que um pulo ao Parque Marinha do Brasil me transmitiu a sensação de expedição ao mundo revelado pelos raios de sol.

No exterior, uma experiência enriquecedora é superar a dominação do chamado circuito Elizabeth Arden: Paris Londres, Roma e Washinsgton, centro de maior prestigio. Tive a oportunidade em 2011, quando conheci um pouco a Bolívia, a Venezuela e o Peru e retornei ao Chile, onde fui asilado político na  década de 1970.

Mais uma vez, fiquei impressionado com minha ignorância. Jamais poderia imaginar que o Peru tivesse uma culinária tão desenvolvida a ponto de competir com cozinhas tradicionais da Europa. Nem que Santiago tinha se tornado tão cosmopolita.

Os franceses têm uma expressão para que os se veem completamente perdidos nem lugar estranho: dépaysé (com saudade de casa ). Só me senti assim uma vez, na cidade de Poona, na Ìndia. Saí do hotel, peguei um riquixá, uma daquelas bíblicas-táxi, e passeei despreocupadamente.

No final da noite, não me lembrava do nome do hotel e foi duro perguntar aos moradores, que não falavam inglês ou não tinham a mínima ideia sobre os hotéis da área.

A sensação de estar fora de minha atmosfera nunca me incomodou. Pelo contrário, alguns anos antes, eu havia traçado a pretensão de viajar sempre e o tempo inteiro. Cheguei a comparar um jipe em que cabiam todas as minhas coisas.

Aos poucos, bateu a necessidade de contar com um endereço para voltar, ter uma referência que me fosse familiar e onde eu pudesse guarda as coisas que queria. Não precisava mais levá-las para a estrada. Essa fórmula acabou prevalecendo.

Hoje, cada viagem depende de um objetivo – e ele destinada a bagagem. Não levo pilhas para uma capital em que elas são vendidas a cada esquina. Viramos dependentes de tomadas de eletricidade. Cada vez que chego a uma pousada do interior e plugo todos os dispositivos, parece que vou derrubar a rede elétrica, tamanha a demanda.

Em certos rincões, descubro que é inútil plugar o smartphone, baterias das câmera e flash e o laptop, pois ali não há conexão com a internet e o celular não funciona.

Fonte: Revista Claudia; nº 12; Ano 52. Editora Abril. Pag. 186

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AUTOR DO PROJETO e MEDIADOR DESSE BLOG: Prof. Dr. Enio Leite Alves, nascido em São Paulo, SP, 1953. PROF. DR. ENIO LEITE:
Área de atuação: Fotografia educacional, fotografia autoral, fotojornalismo, moda, propaganda e publicidade. Pesquisador iconográfico. Sociólogo, jornalista, físico, fotoquímico, inventor e docente universitário. Fotografo de imprensa desde 1967, prestando serviços para os Diários Associados e professor do Sesc e do Curso de Artes Fotográficas Senac Dr. Vila Nova, São Paulo. Fotografo do Jornal da Tarde em 1972 -1973.
Em 1975, funda a FOCUS – ESCOLA DE FOTOGRAFIA, primeira instituição de ensino técnico e tecnológico da AMÉRICA LATINA.

No mesmo ano, suas fotos são premiadas na 13ª Bienal Internacional de São Paulo, quando a fotografia passa a reconhecida pela primeira vez como obra de valor artístico.
Fundador do MOVIMENTO PHOTOUSP no início dos anos 70, com Raul Garcez e Sergio Burgi, entre outros, no centro acadêmico da Escola Politécnica, na Cidade Universitária, São Paulo-SP.

Professor de fotografia publicitária da Escola Superior de Propaganda e Marketing, (ESPM), 1982 a 1984. Mestre em Ciências da Comunicação em 1990, pela Escola de Comunicação e Artes, USP.
Doutor em História da Fotografia, Fotoquímica, Óptica fotográfica e Fotografia Publicitária Digital, em 1993, pela UNIZH, Suíça. No ano de 1997 obteve Livre Docência na Universitá Degli Studi di Roma Tre. Professor convidado pela Miami Dade University, Flórida, 1995.
Pesquisador e escritor, publicou o primeiro livro didático em língua portuguesa sobre fotografia digital, Editora Viena, São Paulo, maio 2011, já na quarta edição e presente nas principais universidades brasileiras portuguesas.

Colabora com artigos, ensaios, pesquisas e títulos sobre fotoquímica, radioquímica, técnica fotográfica, tecnologia digital da imagem, semiótica e filosofia da imagem para publicações especializadas nacionais e internacionais. (Fonte: Agência Estado – 17/10/2017)

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