O QUE É REAL?

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Foto sobre refugiados publicada pela LA Times se torna estudo de caso para o fotojornalismo contemporâneo

A afirmação de W.Eugene Smith continua valendo. Mas não são as grandes mentiras que costumam gerar complicações éticas. Os problemas se originam na maneira como a foto foi tirada e em como é tratada posteriormente.

Geralmente as exigências do trabalho profissional, especialmente na imprensa noticiosa, fazem com que o fotografo busque a emoção acima do conteúdo. Esse tipo de pressão pode ser muito forte, a ponto de ocasionar lapsos de consciência, levando o fotografo a trabalhar de maneira questionável, conforme podemos conferir na foto acimal.

Durante a segunda guerra no Iraque, um fotógrafo de um jornal diário americano de destaque fez uma série de imagens mostrando um soldado no meio de civis. Algumas delas eram bastante emocionantes, mas obviamente não tanto quanto o fotografo desejava. Usando a tecnologia digital, ele juntou a imagem em que um soldado fazia um gesto mais significativo à mesma fotografia em que um pai e um filho se mostravam mais ativos.

Apesar de o conteúdo de ambas as imagens ser bastante parecido, a diferença do efeito emocional que causam é marcante. A nova fotografia era mais intensa, mas mostrava algo que nunca aconteceu. O fotografo foi demitido. Seu lapso de consciência com certeza não foi causado pelo computador. O fotografo precisou tomar a decisão dessas também pode ser tomada no momento em que a foto é batida.

Recentemente, uma fotografia, simples porém forte, em um jornal americano de destaque, deu inicio a uma controvérsia na imprensa. A imagem, publicada durante um período de relações tensas entre os EUA e os países árabes, mostrava um garoto parado na frente da placa de um mercado do Oriente Médio; ele apontava uma arma, como se estivesse atirando em alguma coisa. Parecia fazer uma afirmação de peso a respeito da situação corrente.

No final, descobriu-se que a foto não era nada do que parecia ser. Testemunhas viram o fotografo conversar com o garoto, que estava brincando por ali; ele o levou até a placa e o orientou a respeito do que fazer com a arma. Se a imagem fosse usada como ilustração, não haveria problema nenhum, mas aquilo não era notícia. E o computador não teve nenhuma participação na controvérsia.

A manipulação da imagem começa com o olhar do fotógrafo ou com a exigência do público leitor do veículo jornalístico. Lembre-se de nossas aulas.

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