OS BRILHOS FICAM À DIREITA!

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O histograma padrão exibe os brilhos (ou luminosidade, para usar a linguagem técnica de cada pixel na imagem)

Os tons mais escuros estão no zero na escala, no lado esquerdo do gráfico. Os mais claros e brancos ficam em 255 na escala e são exibidos no lado extremo direito do gráfico.

No intervalo entre esses dois extremos do eixo x do gráfico, ficam todos os tons possíveis entre preto e branco. O eixo vertical y mostra apenas a quantidade de pixels para cada brilho.

Ao contrário da crença popular, não existe um “histograma ideal”.

Algumas fotos apenas têm mais tons claros do que outras – e, em última análise, não dois histogramas idênticos. É o formato geral do gráfico que é útil para avaliar a exposição e o contraste.

Para obter o melhor alcance tonal e evitar problemas de subexposição nas sombras ou superexposição nas altas-luzes, o histograma deve estar mais ou menos em forma de sino. Isto é, o gráfico deve diminuir até sua vase em ambos os lados do eixo x.

É preciso evitar mais uma imagem com as informações empilhadas no lado direito ou esquerdo do gráfico, pois isso sugere que os detalhes estão sendo perdidos ou “clipados” nas altas-luzes ou nas sombras.

Em imagens digitais, a superexposição é difícil ou impossível de corrigir no momento da edição, por isso, em temas de alto-contraste, é preferível que o gráfico esteja amontoado do lado esquerdo do que do lado direito, pois é possível recuperar áreas de subexposição com a manipulação de softwares.

Ao ler os histogramas, no entanto, é preciso cautela. Na câmera aparece só uma pequena área da tela e é difícil ver se o gráfico está ou não nos extremos. O histograma também é baseado na versão JPEG da imagem.

Ao usar o RAW, a câmera captará mais detalhes tonais, assim, você poderá recuperar mais altas-luzes que aparecem queimadas no gráfico, usando um programa de conservação RAW. Outra ressalva é que partes de algumas imagens devem ser clipadas simplesmente porque são puramente preta ou branca. Altas-luzes especulares irão queimar, não importa o que se faça, e um fundo branco de estúdio parecerá mesmo “superexposto”.

Isso significa que é preciso ter cuidado ao ajustar a exposição para evitar queimar desnecessariamente as altas-luzes, mas não é necessário exagerar. Em imagens digitais, há um argumento técnico para expor as imagens para elas seja o mais clara possível (porém, evitando o clipping das altas-luzes).

A razão para isso é que metade possível gradação dos tons nas câmeras são, na verdade, dedicados a 20% do brilho na imagem.

Aproveite para rever mais dicas  sobre brilhos e histograma nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

CONFIRA TCC DE ALUNOS DA ESCOLA FOCUS!  https://focusfoto.com.br/tag/tcc/

Opinião de Ex- Alunos que estudaram na FOCUS! https://goo.gl/C235XR
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