Os segredos da iluminação de Still Life

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Exemplo de Still Life ou Natureza Morta. A tonalidade amarela é obtida por gelatina amarela colocada diretamente na fonte de luz

Mais ainda do que nos retratos de estúdio, a iluminação é fundamental para se obter uma boa  imagem de Still Life ou natureza-morta, em português.

 Quando se trata de uma pessoa, a forma bastante regular de uma cabeça e do corpo, e a necessidade de apresentar uma expressão facial reconhecível, impõe limites ao estilo de iluminação. Mas no caso da natureza-morta, existem muitos estilos diferentes, e as modas mudam constantemente.

Qualquer que seja o estilo, porém, a iluminação da natureza-morta deve ser eficiente. Deve revelar claramente todos os aspectos importantes do objeto, a forma, a textura e a cor. Quando houver um só objeto, pelo qual não há muito a fazer, além de se obter um registro exato, é muito possível que a eficiência da iluminação seja o único elemento a ter em conta. Mas quando há outros aspectos mais interessantes a considerar, como o ambiente e a impressão da fotografia, a eficiência pode ficar comprometida.

Para a maioria dos objetos das naturezas-mortas, a iluminação deve ser um pouco difusa, suficiente pelo menos para anular as sombras densas dos bordos duros causados por uma lâmpada nua, que tendem a confundir o aspecto de quase todos os objetos. No entanto, isto não constitui um problema, já que é fácil obter no estúdio o tipo de luz envolvente que produz este efeito exterior. A solução habitual de compromisso para a iluminação direta de uma natureza-morta consiste numa fonte de luz principal com luz difusa através de uma folha de material cuja superfície seja um pouco maior do que a do objeto. Uma só luz principal é simples e prática, e produz um efeito claro, nada complicado, semelhante à luz natural, quer provenha do sol, quando é exterior, quer de uma janela.

O tamanho relativo da luz em comparação com o objeto determina o grau de difusão: pode aumentar, portanto, aumentando a superfície de luz, aproximando-a, ou fotografando um objeto pequeno a menor distância. A iluminação da parte superior pode considerar-se normal e tradicional, e é, pois, muito comum.

A iluminação difusa superior sobre um fundo sem horizonte, se se colocar muito baixa e para diante, produz um bom efeito progressivo, que cria e aumenta as sombras para trás e para cima. Se a câmera estiver a baixa altura, isto produz uma boa combinação tonal com o aspecto dos objetos colocados sobre a superfície. Mas a melhor direção e posição para a luz depende da forma e das características do objeto. Para iluminar de forma homogênea uma garrafa apoiada na base, é mais simples dirigir a luz na horizontal do que na vertical.

Como na fotografia de naturezas-mortas a luz, em geral, se coloca muito perto do objeto, surge com frequência o problema da difusão da objetiva. Apesar de por vezes se poder recorrer a este fenômeno de propósito, para suavizar a imagem, convém evitá-lo. A posição das luzes é fundamental, mas há muitas outras formas de reduzi-la. Por exemplo, pode utilizar-se um parasol na objetiva, e ocultar as lâmpadas com palas e projetores opacos.

É importante lembrar, porém, que a difusão provém não só da luz emitida diretamente pelas  fontes de luz, mas também dos reflexos brilhantes provenientes do interior do objeto e de seu ambiente. Por isso, muitos fotógrafos cobrem com fita negra a parte metálica brilhante das suas câmeras e equipamento de iluminação; e por vezes escondem-nos atrás de um cartão negro, ficando apenas um orifício para a objetiva. O problema dos reflexos é difícil de detectar, especialmente quando se trabalha com luz de flash, sem lâmpadas de modelação; e até com estas, por vezes não se detectam os pontos brilhantes que contrariam o flash, enquanto se ajusta a fotografia. Por isso, muitos fotógrafos cobrem de negro qualquer fonte possível de reflexos indesejáveis.

O elemento final para uma iluminação eficaz é o enchimento das sombras, para controlar o contraste. Os habituais são os refletores de cartão branco ou papel, folha de alumínio amachucado, espelhos, ou uma segunda lâmpada, também difusa. O grau de enchimento de sombras é também uma questão de gosto. É mais provável correr este risco com uma luz de enchimento do que com um refletor. É difícil calcular o nível de enchimento necessário; o melhor é medir os diferentes níveis com um fotômetro. Talvez se precise de um enchimento com uma iluminação em contraluz, quando se dirige a luz para a câmera; talvez não seja assim quando a iluminação for frontal, da câmera para o objeto.

Até com a iluminação básica de naturezas-mortas, com uma luz difusa principal, é possível obter efeitos diferentes; as alterações aparentemente pequenas, quanto à posição e à direção, por vezes produzem uma transformação significativa no aspecto de uma fotografia. Quando se ampliam as possibilidades de iluminação para incluir todos os restantes estilos, com luzes pontuais, luzes múltiplas, difusores aplicáveis à objetiva e os diferentes tipos de modificadores de luzes, é fácil criar um estilo luminoso característico e pessoal.

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