Paranaense discute um Brasil esquecido pela maioria incorporada à vida urbana

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Valdir Cruz teve o privilégio de aprender impressão com o grande laboratorista George Tice, em Nova York. Sua primeira tarefa foi passar dois anos ampliando 48 negativos do mestre Edward Steichen

Mestre da Impressão, Mestre da Fotografia
Depois dessa iniciação seria um acaso se não se tornasse fotógrafo.

            Radicado em Nova York há 22 anos, Cruz é seu próprio laboratorista no estúdio que mantém no West Village. Foi de lá que saíram 48 imagens que compõe a mostra inaugurada, em 25 de maio, na Paulo Darzé Galeria de Arte, em Salvador. Trata de três temas: a nação Yanomami, carnaval e caminho das águas.

            Sem se considerar um documentarista, as fotos dos Yanomami, por exemplo, expressam o drama deste povo abandonado em seu próprio território. Desde 1994, o fotógrafo participa de expedições na Amazônia. “Concentro-me no tema saúde, inclusive sempre há a presença de médicos e enfermeiros nas expedições”, comenta ele. Foi com esse trabalho, chamado “Faces da Floresta”, que Cruz obteve bolsa de estudo da Fundação Guggenheim, em Nova York.

            Terra natal – Natural de Guarapuava (PR), Cruz se dedica ao tema das águas também. Nesta mostra algumas belas fotografias de cachoeiras de sua terra natal. “Aos poucos esse material vai se concretizando. Tenho de nove a dez mil negativos”, diz ele.

            Outro foco de seu trabalho é o carnaval baiano, nesta série exaltando os Filhos de Gandhy. “É o carnaval que eu conheci.” Para ele, o fotógrafo deve trabalhar em temas e não promover uma exposição “de imagens bonitas” apenas.

            Cruz fotografa em grandes formatos,   filme em chapa 4 por 5 polegadas, (10 x 12.5 cm) que permitem melhor escaneamento e posterior impressão de pigmento sobre papel. O resultado são detalhes surpreendentes, textura e qualidade de imagem. Já realizou mais de 60 exposições individuais e coletivas no Brasil, Bélgica, Estados Unidos, Suíça, México, Portugal e outros países. Várias de suas fotografias estão nos acervos do Museu de Arte de São Paulo (MASP); Instituto Itaú Cultural; Fundação Cultural de Curitiba; The Museum Of Modern Art (MOMA), em Nova York; The Smithsonian Institution, em Washington; Tampa Museum of Art, Flórida; New York Public Library; e Museum of Fine Arts, Houston. Ainda tem sua obra registrada em livros: “A fotografia no Brasil – um olhar das origens” (Funarte), “Faces da Floresta – os Yanomami” (Cosac & Naify), “Yanomami – l’esprit de La forêt” (Foundation Cartier), “Faces of the rainforest – the Yanomami” (PowerHouse Books), “Catedral Basílica de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais” (Brave Wolf Publishing) e “Carnaval, Salvador – Bahia – 1995-2005” (Throckmorton Fine Art).

Veja mais fotos de Valdir Cruz : http://goo.gl/ev5g8

Fonte: http://goo.gl/g0AOO

Sobre o autor

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