PROFISSÕES DO FUTURO SERÃO HUMANIZADAS OU TECNOLÓGICAS? OS DOIS!

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A tecnologia dá o tom, mas quando são necessárias criatividade ou capacidade analítica não há nada como um toque humano

Roseli Andrion/Olhar Digital

Muitas profissões que já foram
promissoras hoje estão quase na berlinda. Por outro lado, novas ocupações vão
surgir — algumas delas são inimagináveis hoje, mas muitas serão apenas
atualizações automatizadas de atividades que já existem e outras vão requerer
habilidades essencialmente humanas
.

Um estudo da Mckinsey sugere que, até 2030, de 3% a
14% dos trabalhadores em todo o mundo (75 milhões a 375 milhões de pessoas)
terão de mudar de função. E todos os profissionais precisarão se adaptar ao uso
de diferentes tipos de tecnologias — mesmo para atividades que não dependem
diretamente delas.

Só para ficar em um exemplo do dia a dia, pense na
Uber. Quando ela foi fundada, em 2009, em São Francisco, na Califórnia (EUA), a
modalidade de transporte em carro particular de terceiros era dominada pelos
táxis. Em 2014, em sua chegada ao Brasil, foi inicialmente menosprezada por
aqueles que tinham licenças já estabelecidas para atuar no segmento.

E foi justamente aí que ela ganhou espaço, a partir do
uso de ferramentas tecnológicas. Muitos similares surgiram e hoje competem no
segmento. E os taxistas? Bom, aqueles que adotaram os aplicativos de transporte
no dia a dia e desenvolveram capacidades multitarefa, trabalham normalmente,
mas os que resistiram a essas mudanças têm enfrentado dificuldades.

Além da tecnologia: a busca pela
humanidade

Dois levantamentos feitos pelo Center for the Future
of Work (em 2017 e 2018) apontam 42 funções que devem se destacar nos próximos
dez anos. As ideias vieram de macrotendências atuais em diferentes áreas,
mercados e tecnologias. E quais habilidades, afinal, serão necessárias ao
trabalhador no futuro? As mais variadas — e nem todas são tecnológicas.

A discussão sobre o tema começou com uma pergunta
prosaica: “o que os humanos vão fazer quando as máquinas fizerem tudo?”. A
equipe que desenvolveu o material, então, passou a analisar o comportamento dos
indivíduos, não apenas a evolução tecnológica. “Muitas das profissões que
apontamos no estudo de 2017 pareciam fantasia no primeiro momento”, diz Eduardo
Guerreiro, Head de Digital Business da Cognizant no Brasil.

Algumas dessas ocupações já existem, mas seus nomes
não foram atualizados — e talvez nem o sejam. É o caso, por exemplo, do
conselheiro de comprometimento com a atividade física (muitas vezes chamado de
fitness coach), do especialista em gerenciamento de assinaturas, do designer de
experiência do usuário (que já lida com tecnologias de voz) e até do criador de
jornadas de realidade aumentada.

Isso porque nem todo o desenvolvimento tecnológico foi
capaz de eliminar a necessidade que nós, humanos, temos do ‘toque pessoal’.
Afinal, a tecnologia deve ser um meio, apenas, não o fim. Em outras palavras,
apesar de todo o avanço, não estamos a caminho de uma distopia cibernética: ao
contrário, o progresso melhorou nossa vida, mas não retirou nossa humanidade.

Criatividade e capacidade analítica:
nada as substitui

Guerreiro diz que algumas características humanas
nunca vão ser substituídas pela tecnologia. “A criatividade e a capacidade
analítica, por exemplo”, observa. “O trivial sempre vai ser necessário e a
habilidade de criar algo a partir da necessidade é inata no ser humano.”

Ele destaca que, no futuro, haverá um interesse grande
por atividades pouco tecnológicas. É um movimento cíclico em que a humanidade
vai voltar às tarefas simples. “O que percebemos é uma volta da sensibilidade.
Afinal, por mais desenvolvida que esteja a tecnologia, quem a usa é o ser
humano.”

Um dos exemplos de ocupação de baixa tecnologia da era
atual é o ajudante de felicidade. Segundo Guerreiro, esse profissional atua no
Japão já há alguns anos. “Lá, o índice de suicídio é altíssimo. O ajudante de
felicidade auxilia as pessoas a reencontrarem alegria nas coisas simples da
vida”, diz.

Para quem quer se preparar para os próximos dez anos,
uma boa ideia é usar as tecnologias já disponíveis para melhorar algo. “E em
tempos de desenvolvimento acelerado da inteligência artificial, é preciso
lembrar da ética. Até que ponto um robô é capaz de tomar a decisão correta, já
que o fator emocional do ser humano nunca vai ser imitado perfeitamente?”,
pondera.

Administrador de aquisição ética

Cuidar dos recursos, dos desperdícios e da comunidade:
é isso que esse profissional faz. Ele é responsável por investigar, monitorar,
negociar e estabelecer acordos que permitam alinhar a provisão de itens e
serviços com os princípios éticos da companhia.

É essencial que ele seja capaz de definir as
características do comportamento ético de acordo com o contexto da corporação.
Por isso, uma das formações preferidas é a de filósofo — aliada à experiência
como negociador e ao interesse por inovação.

Fonte: https://bit.ly/2ZcD9ZG

Aproveite para conferir mais dicas sobre
tecnologia no blog da Escola Focus.

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