Reuters proíbe seus fotógrafos de trabalharem em RAW

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Olha só como é o mundo da fotografia. Quando entramos nessa vida aprendemos que o arquivo RAW produzido pelas câmeras é muito melhor do que o JPEG. O fato de serem apenas dados, e não pixels, facilita na hora da edição e temos a possibilidade de conseguir um arquivo final com qualidade muito acima do JPEG produzido pela câmera.

Então, para quem trabalha profissionalmente com fotografia o melhor seria fotografar sempre em RAW, não é? Não para a Reuters. A agência de notícias britânica emitiu ontem um comunicado proibindo todos os freelances que trabalham para a empresa de enviarem fotos que foram originadas de um RAW.

Ou seja, o fotógrafo não pode mais fotografar em RAW, editar as fotos e enviar o JPEG para a agência. A foto deve ser feita diretamente em JPEG na câmera. O comunicado da agência foi curto e grosso e enviado por e-mail para todos os colaboradores: “Oi. Eu gostaria de passar uma nota de pedido de nossos colaboradores freelance, devido a uma mudança de política em todo o mundo .

No futuro, por favor, não enviar fotos para Reuters que foram processadas a partir de arquivos RAW ou CR2. Se você quiser fotografar em RAW tudo bem, basta ter JPEGs ao mesmo tempo.

Apenas envie-nos as fotos que estavam originalmente em JPEGs, com o mínimo de processamento (corte, corrigindo níveis, etc).” O site Petapixel foi atrás da Reuters para saber se isso era verdade e um representante da agência confirmou o fato. A desculpa é que a medida vai agilizar a velocidade e a ética das imagens.

Com o arquivo já feito em JPEG o tempo de edição diminui e a imagem pode ser enviada com maior velocidade para a agência. Do ponto de vista ético, a Reuters acredita que o arquivo JPEG é mais complicado de ser manipulado e vai evitar fotos que foram modificadas para criar maior dramaticidade na cena.

Segundo eles a Reuters deve refletir a realidade e não interpretar artisticamente a notícia. Olhando por esse lado não posso discordar totalmente da agência. O número de denúncias de fotos manipuladas em prêmios de fotojornalismo está crescendo todo ano e a discussão sobre a manipulação de imagens em um trabalho jornalístico é um tema acalorado. No fundo, a agência está tentando se proteger de futuras polêmicas.

É possível trabalhar com qualidade em JPEG na fotojornalismo? Acredito que sim, visto que as câmeras atuais entregam arquivos com qualidade elevada, mas sempre fica aquela pontinha de ansiedade ao saber que a câmera jogou fora cerca de 75% das informações da imagem que você está fazendo.

Fonte: http://bit.ly/1HZJ8CE

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