SAIBA AS 6 QUALIDADES QUE UM ASSISTENTE SUPERA O FOTÓGRAFO

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Polêmica? Talvez. Realidade? Sim

Alan Dias/JusBrasil

Na época da escola, comecei a minha assistência no 3º módulo.

Após conseguir o meu registro, tive a certeza, salientando que antes desconfiava, de que, no nosso universo profissional e na interação com outros profissionais de Fotografia, existem aqueles que, antes, tinham passado por um período de assistência e outros que não exerceram qualquer prática forense.

Entre aqueles que exerceram a prática forense através de um estágio, constatei estas 6 qualidades comuns:

1 – Humildade sem subserviência – Todo assistente que se preze quer aprender. Carrega livros dos outros, ouve “piadinhas” sem se humilhar e, no momento certo, diz: “estou aprendendo e não tenho vergonha disto”. Ademais, vergonha de que? Todo mundo esta aprendendo alguma coisa. Pior é ficar com dúvidas, “envelhecer” e, no futuro, errar e nem tentar buscar caminhos para a solução do problema. Já pensou?

2 – Superar um Fotógrafo que almeja humilhá-lo – No meu tempo de assistência, uma Colega tinha uma dúvida e me perguntou: “Como devo ilumonar essa cena?”. Simples, respondi, “veja exemplos nas apostilas de seu curso”.

Quando chegou o fotógrafo do estúdio, este, na frente de uns 6 colegas de assistência, BERROU que eu estava desvirtuando a pupila e que não poderia orientar qualquer assistente, salientando que apresentei uma resposta fotográfica ERRADA. No mesmo momento, peguei a apostila  e disse: “Senhor, sou assistente, estou aprendendo, não recebo nada por este trabalho. Após o Fotógrafo ler o trecho e ver as ilustrações, abaixou a cabeça e retirou-se da sala sem esboçar qualquer comentário.

3 – Contato mais espontâneo com os subalternos – O fato de ser “verde” na área fotografica, o assistente experimenta sentimentos opostos e extremos. Uns são amados, pois apresentam um comportamento sintonizado com a personalidade do servidor que o reconhece e admira. Outros são rejeitados pois, geralmente, não apresentam uma boa inteligência emocional ou nunca tiveram experiência de vida fora do conforto familiar, ou seja, nunca pegaram transporte público, nunca tiveram em um estúdio profissional etc. Não que este último seja uma má pessoa, mas sim que, apenas, teve pouca experiência fora do seu núcleo familiar, ou seja, “nunca saiu do ninho”.

4 – Solidariedade dos Colegas de assistência – Muitas vezes, um Colega emprestava um livro ou disponibiliza um arquivo ou link de internet para pesquisa. Tínhamos arquivos “zimpados” em dois ou mais dvds ou pendrives. Em determinadas situações, trocávamos informações e experiências únicas dos primeiros casos intrincados do tipo:  Produtos, gastronomia, moda, etc A solidariedade fotográfica era espontânea, intensa e não tinha o risco do medo da perda de clientes. A solidariedade emocional era única, pois todos passavam pelos mesmos medos, angústias e dificuldades, não importando se fosse assistente de um pequeno estúdio ou de uma big empresa multinacional. São experiências exclusivas que irão perpetuar no comportamento do futuro profissional.

5 – Ler diversas obras – Conheço ex-assistente que, em face da sua espontaneidade fotográfica, conseguiu formular teses que enriqueceram vários Fotógrafos. O fato de ser “verde” na área fotográfica tem a excelente vantagem de não ter a cristalização de opiniões imutáveis, pois em tudo tem um por que do porquê. Considerando que a nossa mente é um “buraco negro” ávido por conhecimento, o assistente não se fixa em teses e sim nas trilhas das resoluções dos casos fotográficos, pois é nesta fase que pode errar, acertar, ter dúvidas, saneá-las, surgir mais dúvidas catastróficas e ficar ileso, exceto quanto aos “excessos” dolosos que poderiam ser evitados.

6 – Ter a simpatia que conquista todos – O sorriso de um assistente inspira todos, lembra o de um recém “aborrecente” ao descobrir o “novo mundo”; é ter um comportamento despretensioso, exceto quanto a vontade de aprender; é doar uma nova energia que rejuvenesce todos os Profissionais do Direito; é o comportamento revelando o lado bom dos conflitos jurídicos; é saber que ainda existe um mundo melhor em que podemos batalhar por ele, sem firulas, sem fantasias.

Fonte: https://goo.gl/yCj6xM

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