Simulador universal – parte 2

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Dez questões nem tão básicas assim sobre fotografia de estúdio

Texto: Bia Oliveira

No artigo “Simulador Simulador universal”, publicado originalmente na edição #84, da revista P&I, o fotógrafo Alex Villegas, um especialista em tratamento de imagens, gerenciamento de cores e fluxo digital, apresentou 10 questões sobre fotografia de estúdio.

Para Villegas, são 10 coisas que ele adoraria que tivessem lhe contado antes de seu atribulado começo na fotografia de estúdio. Nesta segunda-feira, o Portal Photos publicou a primeira parte do artigo, destacando a questão mais importante para quem pretende investir na fotografia de estúdio: “Que câmera devo ter para trabalhar em estúdio?”. Confira a segunda parte desse artigo:

Por Alex Villegas

2) Quais as lentes que preciso comprar para usar no estúdio?

Isso vai dos seus enquadramentos favoritos e do que está fotografando – mas as lentes que são o arroz com feijão do estúdio são a 50mm f/1.8 ou f/1.4 e a 100/105mm f/2.8 macro/micro (Canon/Nikon). Não conheço fotógrafos que tenham queixa dessas duas lentes – nítidas, claras e acessíveis. Angulares são adições bem-vindas à brincadeira, uma 28mm trará muita versatilidade ao conjunto. Caso prefira as lentes zoom, a 28-70 f/2.8 e a 70/200 f/2.8 (ou a f/4) dão conta do recado, e muito bem, embora os fotógrafos de produto deem nítida preferência às fixas, especialmente às macro. Não economize nas lentes. Câmeras ficam obsoletas rapidinho, objetivas duram a vida inteira.

3) Existe algum conjunto de acessórios que seja essencial?

Não necessariamente. O problema é que flash é uma fonte de luz dura e pequena, então precisamos de acessórios para suavizá-la, controlar sua abrangência e aumentar seu tamanho aparente. Sua maneira de iluminar é que vai ditar quantas tochas, e que acessórios serão necessários. Partindo do set mais básico, que teria uma luz principal, uma compensação e uma contraluz, podemos pensar em:

Para a principal: três refletores de diferentes tamanhos (grande angular, padrão e para colmeia), que podem ser posteriormente suavizados com um pouco de tecrom ou papel vegetal, além de dois acessórios para aumentar o tamanho da luz – sombrinhas de 90cm e/ou softboxes de 120 x 90 são muito versáteis, e o softbox pode ter sua abrangência moldada facilmente com gobos ou tapadeiras;

Para a compensação: normalmente, para a compensação são utilizados rebatedores apenas, mas um softbox 90×120 ou uma sombrinha de 120 cm fornecem luz grande e suave, de uma maneira “viva”, ou seja, regulável;

Para a contraluz: embora contraluzes costumem ser pequenas e duras por tradição (vide a quantidade de colmeias e snoots que são vendidos para essa finalidade), contraluz suave é uma ferramenta muito útil. Além do clássico refletor de colmeia com uma ou duas colmeias e um snoot, experimente um softbox pequeno ou uma strip light (espécie de softbox alto e estreito) para obter contornos cheios de detalhes.

A luz se difunde basicamente por filtragem e reflexão, então muito papel vegetal ou tecrom é necessário para montar filtragens, e rebatedores também são necessários. Uma solução barata é comprar em boas papelarias papel vegetal em rolos de 30x1m, e preparar os rebatedores com placas de isopor. Uso rebatedores de isopor nos formatos 3x1m, 2x1m e 1x1m, todos pintados de preto de um lado para bloquear a luz (o que lhes dá dupla utilidade). Resultados excelentes também são conseguidos com madeira, MDF e lona fosca branca.

Com um pouco mais de verba e descobrindo suas soluções favoritas de iluminação, também é possível montar as tapadeiras/rebatedores no tamanho e formato desejados em madeira mais grossa e dotá-los de rodízios (rodinhas). Ocupa mais espaço, mas são muito bem acabadas e resistentes, além de bonitas. Continue lendo amanhã.

Fonte: http://www.photos.com.br/materias/ver/57938

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