SOBRE A EXPOSIÇÃO

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A exposição é o produto da intensidade da luz que chega ao sensor, pelo tempo necessário à formação da imagem

A partir desta fórmula simples, fundamental para toda a fotografia, é construído uma estrutura muito complicada à volta da tecnologia das câmeras DSLR e das decisões criativas individuais que, segundo fotógrafos, é necessária e, segundo outros, constitui uma excelente fonte de distração.

A intensidade da luz que chega ao sensor depende da luminosidade da cena que se encontra diante da câmera DSLR e do tamanho da abertura da objetiva. A luminosidade do objeto é controlada mediante a sua própria distribuição de tonalidades e cores, e mediante a intensidade da fonte luminosa.

Por isso, é possível subdividir o processo de exposição do sensor nas seguintes fases:

  1. A luz com certa intensidade incide no objeto, que pode ser claro ou escuro, brilhante ou mate.
  2. A incidência da luz no objeto produz luz refletida, que atravessa a objetiva da câmera DSLR.
  3. Pode regular-se a abertura da objetiva para permitir a passagem de mais ou menos luz.
  4. No interior da câmera DSLR, a luz tem de percorrer certa distancia. Quanto maior esta for, menos intensa será a iluminação do plano do sensor.
  5. A sensibilidade da película, lenta ou rápida, determina a quantidade de exposição que é necessária para registrar uma imagem.
  6. Por ultimo, o obturador pode ser ajustado para diferentes intervalos de tempo, desde alguns milésimos de segundo até várias horas, conforme o caso.

Essencialmente, a exposição implica regular a quantidade de luz que chega ao sensor, de modo que o resultado, após a revelação, tenha o aspecto que o fotografo quer que tenha. Mas esta definição tão simples implica uma infinidade de problemas.

Embora num ponto de vista técnico só duas funções da câmera DSLR participem na elaboração da exposição (a velocidade da obturação e o tamanho da abertura da objetiva), para obter uma imagem satisfatória exige-se a participação de uma complexa combinação de sensitometria e de gosto pessoal.

A sensitometria é o estudo do efeito da luz sobre os materiais fotossensíveis. Quando se processa a imagem, certa quantidade da exposição luminosa produzirá uma densidade determinada na prata ou no pigmento de cor, e isto pode ser calculado com precisão.

Para qualquer situação determinada de película e imagem, existe uma exposição que regista a maior quantidade de informação. Para uma cena típica de exterior, fotografada com película a preto e branco de rapidez média (por exemplo, ISO 100) esta exposição poderia ser 1/100  s com f/8.

Uma exposição inferior a esta registaria menos informação nas zonas de maior sombra da fotografia; o negativo ficaria mais transparente e o diapositivo mais denso. Uma maior exposição “queimaria” os brancos, e perder-se-iam os pormenores nas partes claras da fotografia; o negativo teria grande densidade, e o diapositivo ficaria mais fraco.

Este é um modo objetivo de analisar a exposição, aproveitando ao máximo a capacidade do sensor para reproduzir as tonalidades e os pormenores. Todavia, a máxima informação não é o mesmo que a “melhor”, e a ideia de correção da exposição tornou-se uma finalidade em si própria para muitas pessoas.

Um motivo de grande preocupação para muitos fotógrafos amadores é conseguir uma exposição aceitável; e é possível que esta preocupação os distraia, quando seria preferível que se concentrassem em decisões mais interessantes. A resposta dos fabricantes de câmeras DSLR a isto foi aplicar uma tecnologia mais complicada à exposição automática e programada do que a qualquer outra área.

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