Tabela de preços do fotógrafo versus clientes barganhadores, como agir?

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“Não vamos pagar o Pato!” Alunos do curso de fotojornalismo, da Focus fotografam manifestação contra os aumentos da Dilma, em frente ao Teatro Municipal de São Paulo.

Tudo vai bem entre fotógrafos e clientes na fase inicial do contrato dos serviços fotográficos até que chega a hora de estipular os preços em contrato, alguém tem um lenço?

A cena é surreal, de um lado o fotógrafo com receio de estipular os preços que o seu cliente deve pagar pelos serviços que irá prestar e do outro, o cliente que de uma hora pra outra se transforma num barganhador nato despejando sobre o profissional todos os problemas financeiros que enfrenta, querendo com isso, diminuir os preços que irá pagar. Clássico, quem já não passou por isso?

A impressão que se dá quando assistimos esse tipo de cena é que o fotografo, na hora de estipular e defender seus preços está “advogando em causa própria”, isto é, defendendo sua própria causa, que é o direito de receber condignamente pelo o serviço que irá prestar e o cliente barganhador, a parte contrária que tenta de todas as maneiras reduzir os ganhos do seu prestador com motivos variados.

Neste tipo de desentendimento entre o fotógrafo x cliente cabem todos os recursos, cliente procrastinando o resultado final da proposta de preços lhe imposta pelo fotógrafo e, o fotógrafo por sua vez tentando celebrizar o “feito” (contrato) para que comece logo a prestar seus serviços de forma satisfatória e honesta.

Antes de tudo, uma coisa que se aprende depois de tantos anos lidando e vivenciando esse tipo de embate fotógrafo versus cliente é que, todo processo é importante, não importa o tempo que durar ou o valor da causa e a responsabilidade do profissional também. Sempre é bom lembrar que num eventual deslize do advogado o cliente não quer saber o quanto pagou, apenas que pagou e por isso vem para o profissional igual um trem desgovernado cobrando providências como se tivesse pago todos os preços do mundo.

Afinal, qual é o limite mínimo de preços que devem ser cobrados de um cliente? A tabela de preços fornecida pela ARFOC-SP Brasil é uma importante referência de consulta nessas horas mesmo todos nós sabendo que cobrar preços baseado ela pode ser a morte de um contrato, muitos clientes acham os valores altos demais, não sei se tem razão, trata-se de um serviço altamente especializado e que requer muita responsabilidade e compromisso então tem que ser mesmo bem remunerado.

Entrar nesse jogo de clientes barganhadores na ânsia de fechar um contrato de uma causa pode ser um perigo porque se deixa de fechar um contrato justo para ganhar qualquer coisa e, fotógrafo não é um profissional qualquer para ganhar qualquer coisa. Há casos interessantes, uma cena inesquecível e que guardo na memória até hoje, quando ainda era assistente de estúdio. Depois de uma longa sessão de estúdio, o cliente do fotógrafo, depois que tudo tinha finalizado, se virou pra ele e disse em alto e bom som: “Fulano, depois voltarei aqui para pegar as imagens finais e também para lhe dar um agrado”, ao que o fotógrafo respondeu de logo que ele fosse sim,”não para me dar um agrado, mas sim pagar os preços pelo serviço prestado” e mais, disse fitando-lhe bem nos olhos que fotógrafo não recebe agrado e sim pagamento pelos serviços prestados.

A fotografia não é uma profissão de covarde!

Bom que se diga que o fotógrafo que perde um cliente não significa que ele perdeu sua dignidade e grandeza profissional, a dignidade é um valor inatingível e até os desdobramentos macularem a imagem dos fotógrafos teremos que percorrer muita estrada pela frente. Um grande mestre da fotografia brasileira dizia que a “A fotografia não é uma profissão para covardes”, isso talvez explique tudo e mais alguma coisa dependendo de quem interpreta a frase.

Submeter-se a preços e contratos ínfimos é ruim para a imagem do profissional pois uma vez aceitando isso ele própria abre a porta para que no futuro o cliente o desrespeite e menospreze o seu trabalho para outros profissionais. No Brasil existe a cultura de que tudo que é barato não presta, esse mesmo pensamento permeia a mente de muitos clientes, infelizmente.

Não é segredo pra ninguém de que a fotografia requer tempo e dedicação máxima do operador do direito, sem falar nos custos que o mesmo tem ao longo de sua carreira para se manter atualizado mas, não se enganem, quem entra nesse ramo pensando que de logo vai ganhar rios de dinheiro se engana, o tempo de maturação, experiência é de no mínimo dez anos para que o mesmo possa se firmar no mercado e ter a sua cliente formada e fiel.

Preços baixos + cliente barganhador = frustração com a ação + serviços + “mais ou menos”, essa é uma equação de terceiro grau que não fecha nunca. Por mais que se tenha dedicação em patrocinar um trabalho fotográfico cujos preços recebidos foram pífios a verdade é que poucos “dão o sangue” pela causa correndo-se o risco da demanda demorar mais do que o tempo previsto, o trabalho que antes era prazer vira um pesadelo terminando por se prestar mesmo que inconscientemente um serviço proporcional ao que fora recebido e o cliente, aquele barganhador de antes, não terá a menor dúvida em não indicá-lo mais a futuros clientes.

De sorte, se você perdeu o seu futuro cliente para outro profissional que cobra menos ou micharia, relaxe, em pouco tempo ele não mais será seu concorrente pois ao agir dessa forma está minando de forma lenta e gradual suas próprias chances no mercado. Pode até fechar muitos contratos logo no início mas o aumento do trabalho e baixíssima remuneração vão contribuir para a sua perca de rumo. Valorize-se mesmo que a situação financeira do seu escritório não seja das melhores, o que você fizer hoje servirá de espelho para o sucesso que você terá amanhã. Importante: não tenha medo de cobrar, é seu direito e na maioria das vezes nada que um bom diálogo logo no início não resolva e afaste barganhadores de plantão. É isso daí.

Fonte:Jusbrasil

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